Presença de especialistas da Editora Abril, Vivo, Banco Santander e Polipress.
Data: 24 de abril (sexta-feira)Local: Café Filosófico (CPFL Cultura)
Horário: das 8h45 às 11h30

"Show them that you don´t have any problem, and that the problem is inside their hearts" Mirela Goi

Postado por Mirela Goi às 10:40 0 comentários
Fomos, visitá-lo, pois no dia 23, sábado que vem, acontecerá o Sabadania, e a CPFL Energia estará presente com algumas atividades.
Mas, além disso, como experiência particular, gostei muito de lá. O local tem acesso para pessoas com deficiência, conta com rampa e até elevador, que estava funcionando.
O prédio tem dois andares, e lá acontecem aulas, espaço para cursos, e atendimento prestado por empresas. Há uma sala com computadores.
No dia que estive lá, em um dos espaços, um grupo de jovens treinavam passos de Hip Hop.
Assim como tantos outros, o Vida Nova é um bairro bem afastado do centro de Campinas, os chamados periferia. Um espaço como este faz muita diferença para a população. É importante aproveitá-lo bem, o que não é possível sem a parceria das empresas.
Levamos cerca de 1 hora para chegar lá, de carro, numa boa. Mas para essa população se deslocar do bairro ao centro não é tão simples assim. Aqui no centro, ou nos bairros nobres, temos tudo na mão, desde shoppings, escolas, centros de cultura.
Minha conclusão é que, antes de pensar qualquer coisa, viva a experiência.
Gostei muito de lá, falei com o João, amigo da CPFL Energia, que está sempre em contato com as comunidades que me leve qualquer dia em outros lugares. Já conheço vários, mas falta um em especial que gostaria muito de conhecer. O parque Oziel. Quem sabe...
Gostei também lá do CIC vida nova que tem um curso Pré-vestibular (Educafro).
Veja as fotos

Saiba mais sobre o CIC
O Centro de Integração da Cidadania (CIC) é um programa da Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania que visa proporcionar o acesso à Justiça, por intermédio de serviços públicos de qualidade para a população e o incentivo à cidadania comunitária. Para tanto, conta com dez postos fixos localizados em regiões periféricas da cidade de São Paulo (Norte, Sul, Leste e Oeste), Guarulhos, Ferraz de Vasconcelos, Francisco Morato e Campinas, com atendimento à população de segunda a sexta-feira, das 9 às 17 horas.
Somente em 2006, o CIC atendeu mais de 1,2 milhão de pessoas.
Nas unidades do CIC a população tem acesso a serviços públicos gratuitos e pode participar ativamente de ações para o desenvolvimento local, por intermédio de palestras informativas sobre temas diversos, como oficinas culturais, orientações sociais e jurídicas, mediação comunitária de conflitos, reuniões do Conselho Local de Integração da Cidadania (Clic) e atividades educativas de promoção e conscientização acerca de direitos humanos e cidadania, focadas no Programa Estadual de Direitos Humanos.
Postado por Mirela Goi às 13:01 0 comentários
Marcadores: blogger repórter, Campinas, Mirela
Postado por Mirela Goi às 09:54 1 comentários
- Artista: Marina Lima
- Datas: 02 e 03 de outubro
- Horário: 21h00
- Local: Teatro Interno do Centro de Convivência Cultural
- Início das vendas: 25 de setembro - terça à domingo, nas bilheterias do centro de convivência cultural, das 16h às 20h.
25 de setembro até 28 de setembro, das 12h às 15h - exclusivo para cooperados e funcionários - sede da Unimed Campinas.
- Preços:
Inteira: R$ 50,00
Clientes Unimed Campinas: R$ 40,00
Estudantes e maiores de 65 anos: R$ 25,00
rss desta vez eu vou!!
Postado por Mirela Goi às 17:01 0 comentários
Marcadores: Campinas
Comemorações dos 26 Anos de Cultura Árabe de Campinas e da Semana da Cultura Árabe
1- 10 de outubro 10 às 21h Galerias abertura da exposição EXCLUSIVA para alunos da rede pública municipal: literatura, contos e brincadeiras infantis árabes
2- 11 outubro - Teatro e Galerias 20h Abertura Oficial para convidados com apresentação de Música Clássica Árabe e Danças Folclóricas coquetel -
3-
4- dia 12 6ªfeira- 20h Teatro interno
Apresentação de Danças Folclóricas
5- 13 sábado- Teatro interno
18h e 20h Apresentação de Danças Folclóricas
Mercado Municipal
- 13 sábado 10h30 Apresentação de Danças Folclóricas
Feira de Artesanato Centro de Convivência
13 sábado 11h30 - Apresentação de Danças Folclóricas
14 domingo 11h30 - Apresentação de Danças Folclóricas
Postado por Mirela Goi às 06:38 0 comentários
Marcadores: Campinas
Dizem que fumar narguilé é pior que cigarro comum! Em campinas você pode encontrar Narguilé no Shopping Dom Pedro :) segue a notícia interessante...
São Paulo A difusão do uso do narguilé no Brasil está impulsionando o aumento das importações do produto dos países árabes. Enquanto entre janeiro e julho do ano passado as compras de narguilés árabes por parte dos brasileiros somaram US$ 18,8 mil, nos mesmos meses deste ano as importações alcançaram US$ 125 mil. O narguilé é aparelho para fumo tradicional no mundo árabe e entra no Brasil com a denominação de cachimbo ou piteira. Os números indicam aumento de 564% nas compras destes produtos no período.
"O turismo tem aumentado nos países árabes. Os ocidentais acabam conhecendo os hábitos dos árabes e quando voltam para os seus países procuram estes produtos", afirma o assessor especial da Câmara de Comércio Árabe Brasileira, Ely Dawly. Ele lembra também que a internet facilitou o contato dos demais países com os costumes árabes. No Brasil, o narguilé pode ser visto tanto em bares e restaurantes, onde normalmente é alugado pelos clientes para fumar, como pode ser adquirido em lojas de presentes e em tabacarias.
Os narguilés árabes adquiridos pelo Brasil neste ano vieram do Egito, Síria, Emirados Árabes Unidos e Líbano. O Egito foi o maior fornecedor, com US$ 80 mil. O segundo foi a Síria com US$ 26 mil, o terceiro os Emirados, com US$ 17,4 mil, e o quarto o Líbano, com US$ 1,4 mil. Entre os egípcios o narguilé é conhecido como shisha. As importações deste ano superaram as do ano passado inteiro, que somaram US$ 80 mil.
Muitos consumidores, segundo o empresário Radwan Raad, proprietário da Império Árabe, importadora paranaense de produtos árabes, compram o aparelho para decoração. "Eles querem algum objeto árabe", diz Raad. Normalmente decoradas, as shishas têm na parte inferior um vaso para se colocar água, geralmente de vidro. A parte superior - onde vão o fumo, que pode ser de vários sabores, e o carvão - é de metal. Para fumar, aspira-se por uma mangueira que faz a fumaça passar pela água e o que chega à boca parece um vapor frio, só que com sabor.
O empresário confirma que a procura pelo narguilé está crescendo no Brasil. De acordo com ele, já se disseminou entre os brasileiros o costume de reunir os amigos para fumar narguilé. "As pessoas levam o narguilé para a praia, para os bares, juntam os amigos para conversar e fumar", lembra Raad.
Bil Rajab, um dos proprietários dos bares Alibabar, de temática árabe, também fala da alta procura pelo produto. No Alibabar, que tem unidades na Vila Olímpia e na Zona Norte, em São Paulo, os clientes chegam a trazer os seus narguilés de casa para fumar.
Rajab afirma que quando ele abriu o primeiro Alibabar, na Zona Norte, há cinco anos, não tinha notícia de outro estabelecimento que oferecesse o produto. Hoje, vários bares, até sem a temática árabe, alugam o narguilé para os seus clientes fumarem. No Alibabar, o aluguel de um aparelho com dois carvões custa R$ 19. Se o cliente trouxer o narguilé de casa vai pagar R$ 10 para entrar com ele no bar. Quando abriu o Alibabar, Rajab até vendia narguilés, que ainda eram peças raras no Brasil. Mas ele saiu do negócio. "Hoje em qualquer esquina você encontra narguilé para comprar", diz.
De acordo com o importador Radwan, os preços do produto variam muito, mas os mais procurados, no Brasil, são os importados por preços entre US$ 10 e US$ 15. Nos países árabes, segundo o empresário, metade dos narguilés é feita de forma artesanal, em produções familiares. A outra metade é feita em indústrias, mas de pequeno porte.
Os chineses, porém, já descobriram o narguilé e estão fabricando o produto para exportar e vender até mesmo para os próprios árabes. O Brasil importa narguilés chineses. Nos sete primeiros meses do ano passado, levando em conta todas as importações do produto feitas pelo Brasil e não apenas as oriundas do mundo árabe o Egito foi o maior fornecedor, mas a China foi o segundo. O Brasil importou da China US$ 33 mil em cachimbos e piteiras entre janeiro e julho de 2007. O Brasil importou, nestes produtos, oriundos de diversas partes do mundo, um total de US$ 175 mil nos primeiros sete meses deste ano.
Apesar de os valores ainda não serem muito grandes, as compras de narguilés dos países árabes vêm aumentando a cada ano no Brasil. Em 2004, por exemplo, elas estavam em US$ 13,4 mil. Passaram para US$ 44,3 mil em 2005 e para US$ 80 mil em 2006.
Isaura Daniel
http://www.anba.com.br/noticia.php?id=15736
Postado por Mirela Goi às 06:30 0 comentários
Marcadores: buddhism, Campinas, Objetos árabes
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