Na última quinta-feira, o artista plástico Titouan Lamazou estava concentrado. Debruçado sobre uma mesa, dava os retoques finais em uma das fotografias que farão parte da sua exposição “Mulheres do Planeta”, como parte do ano da França no Brasil, com abertura marcada para o dia 11 de maio. Ele trabalha com pinturas fotos, mistura uma série de linguagens artísticas. Parecia estar esquecido de tudo, inclusive da entrevista combinada.
Apresento-me, o fotógrafo larga o que está fazendo e aceita conversar de bom grado. Mas por pouco tempo. Tivemos que sair da Oca do Ibirapuera, local da exposição. O barulho era enorme. O interior da arquitetura de Niemeyer era o espaço ideal para os ecos de marteladas, pregos, madeiras e furadeiras. “A Oca é um dos lugares mais lindos que já vi no mundo, mas muito difícil de usar. Meu amigo Vincent (Beaurin, cenógrafo) e eu fizemos um trabalho para respeitar o trabalho de Niemeyer”.
“Mulheres pelo Mundo” teve sua estreia na França, terra de cidadania de Lamazou. Ele nasceu no Marrocos e cresceu na Tunísia como filho de um funcionário de companhia francês. “Em Paris, o museu tinha cerca de 1200 m2. Aqui, há 8000 m2. Absolutamente não é a mesma exposição, é totalmente diferente. Mesmo as poltronas, os móveis e as mesas são circulares para acompanhar a arquitetura do lugar” . Até o conforto entra no planejamento. “Há muitas coisas a ver, e assim as pessoas podem sentar e conversar com os amigos” .
De fato, há muito a ser visto, já que a Oca receberá o resumo de sete anos de viagens retratando mulheres nos mais diferentes lugares. Em paredes brancas que serão os suportes para as fotos, havia apenas rascunhos e mapas indicando a disposição das fotos. Algumas puderam dar o tom da exposição. E da personalidade de Lamazou. O artista-viajante é admirador de Guimarães Rosa. Não poderia ter deixado de ir à cidade natal do escritor. Lá retratou Dayanna, contadora de histórias, e Rosa, prostituta. “É, a maioria de Cordisburgo, eu é que descabacei”, lê-se logo abaixo. Na parede seguinte, imagens familiares. Um muro. Uma mulher em frente ao muro. Pichado, lê-se: “NO WALL WILL STOP US” (Nenhum muro irá nos deter). Sim, a Palestina.
Por todos os continentes, durante sete anos, Lamazou fez o retrato, artístico, fotográfico, em vídeo, de mulheres. Por quê? “Porque gosto de mulheres, sou atraído por elas” . O despojamento de Lamazou é característico. Disse-me isso sentado encostado a uma árvore, em pleno Ibirapuera. Ele misturava em suas respostas uma ironia, um descaso por tradições, mas uma seriedade inevitável. Viaja desde os 17 anos, na década de 70. Diante das catástrofes que testemunhou nessas andanças, não poderia ser diferente. Acaba por usá-las como motor de seu trabalho.
Em 2003, foi nomeado Artista da Paz da Unesco (entidade que apoiou seu trabalho desde o início, em 2002). “Em 1979, houve uma Convenção de Igualdade de Gênero, e o acordo tirado dali foi assinado pelos 125 países que compunham a ONU, entrou em suas constituições, mas ninguém os respeita até hoje. Mesmo países da Europa, como a França” .
As lentes, os pincéis a câmera do artista querem os detalhes, a individualidade. Não quer nações, religiões ou identidades étnicas, quer a personalidade de cada uma, o que as faz únicas, mas através desse olhar sobre as mulheres, também o que as torna comuns. “Quando fui a Darfur, não fiz como a maioria dos jornalistas, o retrato de mil refugiados, mas o retrato de Zaluba, Hadija, Halime. Acho importante mostrar que, por exemplo, os afegãos são pessoas como você e eu. Claro, há uma cultura diferente. Mas em meu mapa não coloco o nome de povos, mas coloco o nome de mulheres” .
Lamazou expõe com clareza sua visão da completa degradação do mundo, a piora da vida em todos os cantos do planeta desde que iniciou-se a aclamada vida da globalização. “Depois da queda do muro de Berlim, poderia se dizer que o Mundo Livre ganhou, mas isso não é verdade. Está pior do que antes em todos os lugares. Essa formação de Estados que conhecemos é recente. Os Estados africanos têm cerca de 50 anos. Começo meu livro com Lucy, a mulher mais antiga conhecida com 3 milhões de anos, anterior a todas essas construções mais recentes. Não gosto da noção de Nação, de fronteiras, dessas religiões, de origem étnica, não estou nem aí. O importante são as pessoas, e entre as pessoas, prefiro as mulheres”.
No final de nossa conversa, perguntei ao homem que viajou sete anos retratando mulheres em todo o mundo sobre a situação geral das mulheres no mundo: “Há algo comum, uma maior consciência. As mulheres hoje são a base e o chão. Elas dão à luz e criam os filhos, vão atrás do dinheiro. Por isso em muitas guerras atualmente a violência sexual é uma arma. É usada para humilhar dividir o ambiente social dessas pessoas. Se fosse à Gaza 30 anos atrás, na Palestina, as mulheres andavam com saias, sem qualquer cobertura na cabeça. Hoje não podem andar assim. Isso por causa do conflito e da pobreza. E as mulheres pagam o grande preço disso” .
E as mulheres árabes? “Não gosto de misturar islamismo e identidade árabe. Eu sei disso porque nasci no Marrocos e cresci na Tunísia. Acho que, em lugares como Darfur, não podemos falar de uma mulher árabe. Mesmo na Mauritânia, há comunidades com uma tradição. Mas, sim, há uma visão errada. As pessoas esquecem que os gregos inventaram as formas de cobrir a cabeça, não os muçulmanos nem os árabes. Queriam tomar e exercer o poder sobre a mulher. A ideia da mulher afegã é a pior que temos. Quando fui a Cabul, conheci a mulher de um dos líderes do Taleban, que estava preso em Guantánamo. Ela sempre brincava e fazia piada, tomava pílulas anticoncepcionais porque o marido pediu que o fizesse. Não era a ideia de mulher que temos. As mulheres na Argélia, ou de países árabes, são como as mulheres brasileiras ou de qualquer lugar do mundo em 99% de suas preocupações”.
por Arturo Hartmann
http://www.icarabe.org/CN02/noticias/nots_det.asp?id=159
Exposição fotográfica
“Mulheres do Planeta”, de Titouan Lamazou (de 11 de maio a 11 de julho)
Local: Oca – Pavilhão Lucas Nogueira Garcez, av. Pedro Álvares Cabral, s/n, Portão 3 – São Paulo, SP (das 10h às 20h)
O artista francês Titouan Lamazou apresenta a exposição ‘Mulheres do Planeta’, de 11 de maio a 11 de julho, na Oca, em São Paulo, integrando as comemorações do Ano da França no Brasil. Com mais de 200 perfis, a mostra faz um amplo painel da mulher contemporânea por meio da fotografia, pintura, vídeo, texto e desenho realizados durante sete anos de viagens pelos cinco continentes do mundo. Refugiadas, camponesas, militantes, operárias, advogadas, artistas, nômades, modelos, professoras, empresárias exemplificam a força da mulher atual, independente da aparência física, nacionalidade, origem étnica ou religião. E entre elas, mulheres árabes, seja na Mauritânia, no Chade ou nos Territórios Ocupados da Palestina.
Evento: Exposição O mapa do mundo, pelos olhos de Titouan Lamazou
sexta-feira, 15 de maio de 2009
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Novo link adicionado no menu Lugares onde ir
terça-feira, 28 de abril de 2009
http://catracalivre.uol.com.br/
O Site Catraca Livre é uma experiência de jornalismo comunitário para transformar a cidade numa constante experiência de aprendizado - e não só para uma elite, mas para todos.
Nosso foco é a cidade de São Paulo, onde diariamente fazemos um levantamento das possibilidades de diversão e aprendizado gratuitos ou a preços populares, sempre investigando sua qualidade.
Leia mais em
Postado por Mirela Goi às 08:05 0 comentários
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Evento: Café Aberje - Mídias Digitais, amanhã 23/04 em Campinas/SP
quinta-feira, 23 de abril de 2009
Presença de especialistas da Editora Abril, Vivo, Banco Santander e Polipress.
Data: 24 de abril (sexta-feira)Local: Café Filosófico (CPFL Cultura)
Horário: das 8h45 às 11h30

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Evento: Contação de Histórias Árabes para Criançãs amanhã 23/04 na Filc
quarta-feira, 22 de abril de 2009
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Marcadores: Eventos
Festival Internacional de Cinema do Middle East
segunda-feira, 13 de outubro de 2008
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Unicamp lançou ontem projeto Campinas Café
sexta-feira, 3 de outubro de 2008
A abertura do evento foi feita pelo pró-reitor de Extensão e Assuntos Comunitários da Unicamp, Mohamed Habib, que falou sobre o projeto. O Centro vai funcionar no local onde funcionava uma antiga estação ferroviária, chamada Estação Guanabara, em Campinas, e a idéia é promover diversos festivais culturais no local.
O festival do Café, que será o primeiro tema a ser trabalhado, vai ser realizado a partir de 2009. Segundo Habib, em entrevista à ANBA em agosto, a Unicamp vem investindo em inserção na sociedade para levar o acesso ao conhecimento a empresas, indústrias, órgãos governamentais e comunidades. A abertura do novo centro, na antiga estação ferroviária, se encaixa dentro deste esforço. Foram investidos R$ 4 milhões no local.
O lançamento do projeto contou com concertos internacionais de música árabe, com a presença das cantoras Amal Murkus, da Palestina, e Marina Elali, brasileira descendente de palestinos.
Entre os convidados estava o gerente do Serviço Social do Comércio (Sesc-Campinas), Evandro Ceneviva; o diretor da Sinfônica de Campinas, Arthur Gonçalves; o reitor da Unicamp, José Tadeu Jorge; e o diretor da Câmara de Comércio Árabe Brasileira, Bechara Ibrahim.
Postado por Mirela Goi às 10:50 0 comentários
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Evento: O poeta Michel Sleiman, professor de língua e literatura árabe da USP, vai comandar um Diwan com poesia árabe hoje à noite na Casa das Rosas.
quarta-feira, 20 de agosto de 2008
Sleiman é professor, poeta, ensaísta e tradutor
"É importante que as pessoas do mundo, especialmente do Brasil, conheçam o que é a poesia árabe, porque ela é um dos pilares da civilização, tanto no Oriente como no Ocidente. Se ela não é ou parece não ser, é uma questão de tempo. Para isso, temos que trabalhar", destaca Sleiman, que é autor de A Poesia Árabe-Andaluza: Ibn Quzman de Córdova e A Arte do Zajal: Estudo de Poética Árabe.
De acordo com Sleiman, foram selecionados poemas de autores árabes como Ibn Hazm, Ibn Quzman, Ibn Nuwas, Al-Tutili, Adonis, Sinan Anton e Mahmud Darwich, poeta palestino que faleceu recentemente, aos 67 anos, e será homenageado durante o encontro poético. "Ele foi um dos poetas mais importantes para a poesia em árabe do século XX", afirma Sleiman. "Vamos utilizar traduções do árabe para o português feitas por mim, pela professora Safa Jubran e pelos alunos do curso de árabe da USP", conta.
O recital também terá intervenções de dança com Kátia Daher e música árabe com Djony Mouzayek. "Já organizei outros Diwans como esse e sempre procuro mesclar a poesia com outras manifestações culturais para tornar o encontro mais interessante e produtivo", explica.
O Diwan de poesia árabe contemporânea será o primeiro encontro do ciclo Poesia dos 4 Cantos, promovido pela Casa das Rosas - Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura, ao longo de quatro meses. Em setembro, será realizado um recital de poesia da Irlanda, com Marcelo Tápia. Em outubro, será a vez da poesia da Coréia, com Yun Jung In, e em novembro, da poesia judaica com Moacir Amâncio.
Serviço
Diwan de poesia árabe contemporânea
Quarta-feira, dia 20 de agosto, às 19h
Casa das Rosas
Avenida Paulista, 37 - Bairro Bela Vista
Entrada franca
O termo Diwan, é uma palavra com vários significados, e neste caso significa sarau.
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Mostra Gandhi, King e Ikeda documenta o legado destes três grandes pacifistas
sexta-feira, 8 de agosto de 2008
Mais de 350 mil pessoas em 21 países emocionam-se com a exposição que chega enfim ao Brasil, com início em Campinas no próximo dia 13 de agosto.
A possibilidade de construir um mundo de paz, solidariedade e harmonia. Foram esses os ideais a nortear as ações destes três grandes líderes mundiais: Mahatma Gandhi, Martin Luther King e Daisaku Ikeda.
Embora oriundos de culturas diferentes, cada um deles empenhou-se em ações humanísticas, voltadas à luta contra a violência, pelos direitos humanos, justiça e paz. Após percorrer 21 países do globo, a exposição vídeo-fotográfica, Gandhi, King, Ikeda - Pelo Ideal do Humanismo, chega ao Brasil, de 13 de agosto a 6 de setembro, em Campinas, no CENTRO CULTURAL DE INCLUSÃO E INTEGRAÇÃO SOCIAL, na Estação Guanabara, da Unicamp, com entrada franca.Fotos e filmes vão retratar o legado destes três personagens.
Montada há quase 10 anos, desde 1999 a mostra vem percorrendo o mundo com o propósito de alargar os horizontes dos habitantes do planeta sobre a questão da paz e do humanismo. O idealizador da mostra foi o Diretor Lawrence Carter, da Faculdade Morehouse, em Atlanta, Geórgia, EUA.
Ao todo são 46 painéis e vídeos que além de documentarem a trajetória e o legado destes três humanistas, oferecem ao visitante um novo olhar sobre diversas questões atuais.
Os 46 painéis temáticos da mostra, no geral, se nivelam no conceito que traduz o espírito da liberdade, justiça, valores e reforma do ser humano, partindo da atitude individual para o movimento coletivo.A exposição está dividida em cinco temas:
o Inspirações da vida - esta ala destaca a importância do mestre, do orientador, e a influência que cada um deles teve na vida destas três personagens.
o Coração humanitário - expõe as idéias de Gandhi, King e Ikeda.
o Princípios e ações - ilustra como os três pacifistas transformaram seus princípios e valores em ações dinâmicas.
o Adversidades e resistência - mostra a capacidade que cada um destes homens desenvolveu para vencer as adversidades.
o Não-Violência - retrata os princípios das ações de não-violência como maneira e como meio para alcançar valores positivos na sociedade.Entre os países que já receberam a exposição, destacam-se Canadá, Alemanha, França, Itália, Jordânia, Índia, Nova Zelândia, Bolívia,
além dos EUA, onde fica a universidade que a idealizou. Em todos estes países a exposição foi montada em universidades,
pois o objetivo é fomentar a academia com as idéias da tríade de pacifistas.
A realização no Brasil é fruto do empenho da Unicamp, por meio do pró-reitor Mohamed Habib e conta ainda com
o apoio institucional da Associação Brasil Soka Gakkai Internacional (BSGI).
Trata-se de uma das mais importantes instituições de ensino e pesquisa em nível superior do País. É simplesmente a Universidade
brasileira com maior índice de alunos na pós-graduação - mais de 50% de seu corpo discente - e responde por aproximadamente 12% da
totalidade de teses de mestrado e doutorado defendidas no País.
Três líderes defensores da paz
Mahatma Gandhi e Martin Luther King, embora aparentemente dispensem maiores apresentações têm nessa mostra novas facetas
retratadas de forma a acrescentar ao visitante outros olhares sobre o legado de ambos. Quanto a Daisaku Ikeda, dos três,
é o único ainda vivo e atuante, no esplendor de seus 80 anos.
Japonês de nascimento é um dos maiores empreendedores da paz da atualidade. Ikeda preside a Soka Gakkai Internacional (SGI),
fundador da Universidade Soka e, desde a década de 1960, vem dialogando com grandes intelectuais e líderes mundiais com
o propósito de buscar alternativas concretas para a paz do planeta.
O ex-presidente da Academia Brasileira de Letras Austregésilo de Athaíde citou-o como "o maior mestre da paz global".
Restabelecimento das relações sino-japonesas
Por acreditar nisso, desde os anos 70, empenhou-se pessoal e sistematicamente pelo restabelecimento das relações diplomáticas
sino-japonesas. Não é por acaso que hoje cerca de 20 universidades chinesas criaram institutos de pesquisa das obras do humanista Daisaku Ikeda,
como reconhecimento às suas ações em prol da amizade entre os dois países.
Se hoje a China é vista pelo mundo como um país mais aberto às instituições do Ocidente, muito dessa distensão política é atribuída a Ikeda.
Ele tem sido incansável na elaboração de propostas sobre questões de paz, desarmamento, educação e meio ambiente, todas enviadas às Nações Unidas.Por meio das instituições acadêmicas e culturais que fundou - Universidade Soka (com campus no Japão e nos EUA), Instituto de Filosofia Oriental, Associação de Concertos Min-On e Museu de Arte Fuji de Tóquio - ele busca disseminar uma revolução do pensamento - que é a base humanística da educação Soka.
Serviço:
Mostra vídeo-fotográfica
GANDHI, KING, IKEDA - PELO IDEAL DO HUMANISMO
Abertura: 12 de agosto - 19 horas
Para o público em Geral: 13 de agosto a 6 de setembroLocal:
CIS - Estação Guanabara, Unicamp, em Campinas.
Endereço: Rua Mário Siqueira, 829
Horário: diariamente das 8 às 17 horas, inclusive aos sábados e domingos.
Entrada FrancaUnicamp - Universidade Estadual de Campinas
Assessoria de Comunicação e Imprensa (Ascom)
Atendimento à Imprensa:
Nadir Platano Peinado
(19) 3521-5109 / 5108
nadir@reitoria.unicamp.brRonei Thezolin
(19) 3521 5111 / 5108
ronei@unicamp.br
Endereço:
Cidade Universitária "Zeferino Vaz"
Barão Geraldo - Campinas - SP
CEP 13083-970
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Evento: Fórum Estação Guanabara: Pólo Cultural de Inclusão Social, no Centro de Convenções da Unicamp.
quinta-feira, 7 de agosto de 2008
Local: Centro de Convenções da Unicamp
Data: 4ª-feira, 13 de agosto de 2008
Horário: 09h00 às 17h00
Informações adicionais:
guanabara@reitoria.unicamp.br
O Centro Cultural de Inclusão e Integração Social da Unicamp, CIS-GUANABARA, foi iniciado em abril de 2006 no Armazém do Café da centenária Estação Guanabara de Campinas, área sob a responsabilidade da Universidade desde 1990, e patrimônio cultural do município tombado em 2004.
O seu principal objetivo é promover ações culturais e educacionais que permitam a integração entre os mais diversos segmentos da sociedade e a inclusão social de comunidades carentes de Campinas e região. Cursos profissionalizantes, workshops, oficinas, apresentações artísticas, eventos e exposições estão entre as principais atividades do CIS-GUANABARA.
A partir de 2008, com a recuperação do Prédio Administrativo e da Gare Metálica, o CIS-GUANABARA ampliará significativamente as suas ações, configurando-se em um dos mais completos centros culturais da cidade. O presente Fórum tem como objetivo a apresentação dos diversos aspectos relacionados com essa trajetória, sua história e suas conquistas, seus resultados já alcançados e as suas futuras metas, assim como debater o papel da Universidade e a sua relação direta com a Sociedade no enfrentamento dos graves problemas do nosso mundo contemporâneo.
MANHÃ
09h00 - Abertura
Prof. Dr. Fernando Costa - Vice-Reitor / CGU
Prof. Dr. Mohamed Habib - Pró-Reitor Extensão, PREAC
Prof. Dr. Luis Cortez - Coordenador CORI
09h20 - Palestra: "Nosso Sonho, Nosso Projeto: Centro Cultural de Inclusão e Integração Social da Unicamp"
Prof. Dr. Mohamed Habib - PREAC
10h20 - Pausa para café
10h40 - Mesa: "Memória e Sociedade"
Marcelo Hobeika - Arquiteto
Izilda Bortolini de Moraes - Arquiteta
Paulo Francisco - Presidente do Sindicato dos Ferroviários
Maria José Eleutério - Assistente Social
Moderador: Prof. Dr. Lisandro Pavie Cardoso - PREAC
12h00 - Pausa para almoço
TARDE
14h00 - Palestra: "A Estação Guanabara e sua história"
Prof. Dr. Marcos Tognon
15h20 - Pausa para o café
15h40 - Mesa: "Cultura para a Inclusão e a Integração Social"
Prof. Evandro Marcus Ceneviva - Gerente do Sesc-Campinas
Eng. Leôncio Menezes - Representante da Fundação Feac
Prof. Dr. Eduardo Paiva - Multimreios/IA- Mídia e Comunicação
Prof. Henrique Lian - Gerente de Sustentabilidade e Responsabilidade Social da CPFL
Moderador: Prof. Dr. Marcos Tognon
17h00 - Encerramento dos trabalhos
PREAC - PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO E ASSUNTOS COMUNITÁRIOS
A Pró-Reitoria de Extensão e Assuntos Comunitários (PREAC) tem como órgãos a ela vinculados a Rádio TV, a Escola de Extensão (Extecamp), a Coordenadoria de Desenvolvimento Cultural (Centro de Convenções e Ginásio Multidisciplinar), o Espaço Cultural Casa do Lago, a Coordenadoria do Centro Cultural Estação Guanabara, a Coordenadoria de Assuntos Comunitários, entre outros.
A PREAC atua como agente catalisador na organização, elaboração e execução de projetos de interação entre a UNICAMP e a Sociedade, nas áreas de Artes, Cultura, Tecnologia, Educação Continuada e outros, através de parcerias com entidades governamentais, sociais, Órgãos não-governamentais e empresas públicas e privadas.
As atividades de extensão na UNICAMP se destinam a repassar à sociedade os resultados das atividades de ensino e pesquisa, na forma de projetos, cursos e serviços. As atividades atendem a uma comunidade diversificada, cobrindo todos os setores da sociedade. Dentro de suas atividades a PREAC tem como um de seus objetivos buscar formas que viabilizem a inclusão de conhecimentos sócio-econômicos e culturais, contribuindo na construção de uma sociedade coerente com os conceitos do desenvolvimento sustentável.
Site da PREAC: http://www.preac.unicamp.br
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Mostra sobre os líderes Gandhi, Luther King e Daisaku Ikeda inaugura Centro Cultural de Inclusão e Integração Social (antiga Estação Guanabara) em Campinas.
quarta-feira, 6 de agosto de 2008
De acordo com o pró-reitor de Assuntos Comunitários da Unicamp, Mohamed Habib, o centro cultural tem o objetivo de combater a exclusão social e o individualismo. "Muitas pessoas estão adoecendo com a evolução da sociedade moderna e tentaremos acabar com isso. Não queremos um homem solitário e sim um homem social", explicou Habib.
Ele disse que o intuito do centro cultural é resgatar valores perdidos com a atualidade. "Queremos ajudar na fraternidade para que as pessoas ajudem umas as outras. Priorizaremos o debate de assuntos que remetem à necessidade de uma cultura de paz, onde as pessoas possam viver bem e com segurança."
A Estação Guanabara está sob posse da universidade desde 1990. O direito de uso foi concedido pelo Estado, proprietário do imóvel, por 30 anos. Contudo, a Unicamp não havia feito nenhum projeto para melhorar e preservar a edificação do patrimônio histórico, que conseqüentemente foi depredado e invadido. Somente nos últimos três anos, a universidade cercou a área, manteve vigilância para impedir novas ocupações e iniciou o restauro do antigo armazém do café, onde já funciona algumas atividades do centro cultural. Agora será inaugurado um espaço maior para ampliação das atividades, que também serão abertas à comunidade.
"Felizmente, conseguimos, com essa parceria com a organização da Campinas Decor, cumprir o que havia sido proposto quando a edificação foi concedida à Unicamp. Agora, a cidade receberá um patrimônio histórico todo recuperado que abrirá atividades gratuitas, estreitando o caminho da universidade com a comunidade", disse o coordenador-geral do centro, Marcos Tognon.
Ele explicou que o Centro Cultural de Inclusão e Integração Social abrigará, além de atividades gratuitas ao público, uma biblioteca comunitária com um acervo amplo, uma livraria com todas as obras produzidas pela Unicamp, exposições fotográficas, workshops, acessibilidade digital, curso de culinária brasileira e um memorial sobre a história ferroviária. "No dia 22, entregaremos os primeiros espaços e daremos início às primeiras atividades. No ano que vem, com certeza, estaremos funcionando 100%. Além disso, futuramente iniciaremos novos cursos e trabalhos, também na área ambiental", afirmou.
SAIBA MAIS
A Campinas Decor investiu, neste ano, R$ 4 milhões, incluindo a recuperação da Estação Guanabara e a própria exposição. O conjunto da antiga Companhia Mogiana de Estrada de Ferro teve revitalizados as fachadas externas e caixilhos, foi feita conservação preventiva nas paredes e na gare metálica, além de manutenção, realizada pela mostra.
Exposição de fotos marca abertura
Mostra sobre os líderes Gandhi, Luther King e Daisaku Ikeda inaugura espaço
Embora esteja previsto para inaugurar no dia 22 deste mês, o Centro Cultural de Inclusão e Integração Social receberá, dez dias antes, no dia 13, a exposição videofotográfica . EstaGandhi, King e Ikeda - Pelo Ideal do Humanismo será a primeira vez que a mostra vem ao Brasil e a realização dela em Campinas se deu devido ao empenho do pró-reitor de Assuntos Comunitários da Unicamp, Mohamed Habib, em trazê-la para o centro cultural, com o apoio institucional da Associação Brasil Soka Gakkai Internacional (BSGI). "Já conhecia a exposição e posso adiantar que ela é muito bonita. Por isso, decidi trazê-la para Campinas. O tema principal da exposição tem tudo a ver com a missão instituída para o Centro Cultural de Inclusão e Integração Social", afirmou Habib.
Fruto de um trabalho realizado pela Faculdade Morehouse, em Atlanta, nos Estados Unidos, a exposição já circulou por 21 países nos últimos dez anos, com o intuito de mostrar as ações humanísticas, voltadas à luta contra a violência, pelos direitos humanos, justiça e paz, promovida pelos grandes líderes mundiais Mahatma Ganghi, Martin Luther King e Daisaku Ikeda.
Ao todo, serão 46 painéis e vídeos que além de documentarem a trajetória e o legado destes três humanistas, oferecem ao visitante um novo olhar sobre diversas questões atuais. Os painéis, em geral, trazem o conceito que traduz o espírito da liberdade, justiça, valores e reforma do ser humano, partindo da atitude individual para o movimento coletivo.
A exposição ficará na Estação Guanabara até o dia 6 de setembro, das 8h às 17h, inclusive nos finais de semana. A entrada é gratuita. (JF/AAN)
Postado por Mirela Goi às 14:27 0 comentários
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Orquestra Sinfônica de Israel apresenta-se no Brasil
A Orquestra Sinfônica de Israel chegará ao país no dia 03 de agosto e vai se apresentar nas cidades de Porto Alegre, Curitiba, Campinas, Ribeirão Preto e São Paulo. A apresentação única no Theatro Municipal do Rio de Janeiro encerrará com "chave de ouro" a turnê brasileira, que tem caráter beneficente. O concerto será realizado em prol das obras assistenciais da Associação Beit Lubavitch e do Lar de Esperança.
Confira abaixo a agenda das apresentações:
- Dia 04 de agosto – Porto Alegre, Teatro Sesi
- Dia 05 de agosto – Curitiba, Teatro Positivo
- Dia 06 de agosto – Campinas, Teatro do Centro de Convivência
- Dia 07 de agosto – Ribeirão Preto, Teatro Pedro II
- Dias 10,11,12 de agosto – São Paulo, Sala São Paulo
- Dia 14 de agosto – Rio de Janeiro, Theatro Municipal
A Orquestra Sinfônica de Israel - Rishon LeZion foi fundada em 1988 e tem Dan Ettinger como diretor musical e seu maestro principal. O grupo de 90 músicos, entre israelenses e imigrantes, é reconhecido internacionalmente por sua qualidade técnica e musical. Dispõe de um repertório que abrange uma variedade de sinfonias, entre óperas e peças, com obras de todos os tempos; possui um projeto educacional que contempla crianças em idade escolar, e também se dedica à terceira idade.
Postado por Mirela Goi às 10:05 0 comentários
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Faltam 6 dias para Inalguração da Exposição Gandhi, King, Ikeda - Pelo Ideal do Humanismo
Faltam 06 dias!
Agora já está no jornal Correio Popular
junto a esse título, vem um box que diz: EXPOSIÇÃO DE FOTOS MARCA ABERTURA - Juliana Facchin
'Mostra sobre os líderes Gandhi, Luther King e Daisaku Ikeda inaugura espaço'
'Embora esteja prevista para inaugurar no dia 22 deste mês, o Centro Cultural de Inclusão e Integração Social, receberá , dez dias antes, a exposição videofotográfica Gandhi, King, Ikeda - Pelo Ideal do humanismo - será a primeira vez que a mostra vem ao Brasil e a realização dela em Campinas se deu devido ao empenho do pró-reitor de Assuntos Comunitários da Unicamp. Mohamed Habib, em trazê-la para o centro cultural, com o apoio institucional da Associação Brasil Soka Gakkai Internacional (BSGI). 'Já conhecia a exposição e posso adiantar que ela é muito bonita. Por isso, decidi trazê-la para Campinas.O tema principal da exposição tem tudo a ver com a missão instituída para o Centro Cultural de Inclusão e Integração Social' afirmou Habib.
Fruto de um trabalho realizado pela Faculdade Morehouse, em Atlanta, nos Etsados Unidos, a exposição já circulou por 21 países nos últimos dez anos, com intuito de mostrar as ações humanísticas, voltadas à luta contra a violência, pelos direitos humanos, justiça e paz, promovida pelos grandes líderes mundiais Mahatma Gandhi, Martin Luther King e Daisaku Ikeda.
Ao todo serão 46 painéis e vídeo que além de documentarem a trajetória e o legado destes três huamnistas, oferecem ao visitante um novo olhar sobre diversas questões atuais. Os painéis, em geral, trazem o conceito que traduz o espírito da liberdade, justiça, valores e reforma do ser humano, partindo da atitude individual para o movimento coletivo.
A exposição ficará na Estação Guanabara até o dia 06 de setembro, das 8h as 17h, inclusiv finais de semana. a entrada é gratuita. (JF/AAN)'
Postado por Mirela Goi às 06:26 0 comentários
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Evento: Curso "Dança árabe: história e atualidade"
| Câmara de Comércio Árabe-Brasileira e Esporte Clube Sírio (confira aqui os detalhes de locais e horários) |
| A Coordenação de Cursos do Instituto da Cultura Árabe (ICArabe) promove o curso "Dança Árabe: História e Atualidade". A dança, milenar, foi incorporando diversos elementos regionais não só dos países árabes, mas também de países próximos, tendo se difundido em todo o mundo. Apresentada principalmente como a "dança do ventre", também é manifestada por outros tipos menos conhecidos, como as danças tradicionais, folclóricas e de celebração. O curso apresentará as origens da dança e suas raízes, de maneira a desfazer estereótipos, colocando a mulher e a sociedade no seu contexto histórico. O curso irá propiciar ao público interessado uma reflexão e discussão sobre a dança árabe, a música no contexto da dança e a valorização do feminino e da cultura árabe. Serão realizadas quatro aulas teóricas com profissionais que se dedicam ao estudo das questões apresentadas. Serão também oferecidas quatro oficinas para as pessoas que desejarem vivenciar os temas propostos nas aulas teóricas. As 4 aulas teóricas, de 2,30 hs cada, serão realizadas às 4ªs feiras. As 4 aulas práticas, de 3,00 hs cada, aos sábados, no período de 03/09 a 27/09. É possível participar apenas das aulas teóricas, mas para participar das aulas práticas é necessário cursar as aulas teóricas. Programa Aula 1 - Teórica: "Origem e História da Dança Árabe" 03/09 (4ª feira) Malika Aula 1 - Prática: "Consciência e Correção Postural" 06/09 (sábado) Malika Aula 2 - Teórica: "O feminino na dança" 10/09 (4ª feira) Claudia Parolin Aula 2 - Prática: "Dança Clássica e Moderna" 13/09 (sábado) Patrícia Tumani Soubhia Aula 3 - Teórica: "A música e a dança" 17/09 (4ª feira) Cristina Antoniadis e Sami Bordokan Aula 3 - Prática: "Percepções rítmicas e movimentos" 20/09 (sábado) Claudia Parolin e William Bordokan Aula 4 - Teórica: " Dança tradicional e moderna" 24/09 (4ª feira) Claudia Parolin e Cristina Antoniadis Aula 4 - Prática: "Tradicional e Moderno" 27/09 (sábado) Claudia Parolin e Cristina Antoniadis Informações Gerais Aulas Teóricas: Local: Espaço Câmara Árabe (cedido pela Câmara de Comércio Árabe-Brasileira) - Av. Paulista, 326 - 11º andar - Metrô Brigadeiro, São Paulo. Estacionamento próximo conveniado. Horário: 20h00 às 22h30 (4ªs feiras) Valor do pacote com 4 aulas teóricas: 1 - Público em geral: R$ 180,00 2 - Membros do ICArabe, sócios do Clube Sírio e estudantes: R$ 150,00 Valor da aula teórica avulsa: 1 - Público em geral: R$ 80,00 2 - Membros do ICArabe, sócios do Clube Sírio e estudantes: R$ 70,00 Deverá ser apresentado documento de estudante (ensino formal) Aulas Práticas: Pré-requisito: Cursar as aulas teóricas Local: Esporte Clube Sírio Avenida Indianópolis, 1192 Estacionamento pago no local Horário: 15h00 às 18h00 (sábados) Valor do pacote completo (4 aulas teóricas e 4 aulas práticas): 1 - Público em geral: R$ 300,00 2 - Membros do ICArabe, sócios do Clube Sírio e estudantes: R$ 250,00 Não será permitido fazer aula prática avulsa Forma de pagamento: - pagamento integral: depósito bancário - Banco do Brasil, agência 1898-8, c/c 26 000-2 - Aulas teóricas em duas parcelas: 1ª - através de depósito bancário 2ª - em cheque pré-datado para 03/10 entregue no 1º dia de aula. - Pacote completo (teóricas e práticas) em três parcelas: 1ª - através de depósito bancário 2ª - em cheque pré-datado para 03/10 entregue no 1º dia de aula. 3ª - em cheque pré-datado para 03/10 e 03/11 entregues no 1º dia de aula. Certificado: Para participantes que tiverem presença em, no mínimo, 3 aulas teóricas ou 3 aulas teóricas e 3 práticas. Informações e Inscrições Período: 04 de agosto a 01 de setembro. Adesão com nome e telefone por email: curso@icarabe.org ou no tel.(11) 5084 5131, 2ª a 6ª feira, das 13 às 18 hs, com Mayumi Vagas limitadas! Coordenação Geral: Heloisa Abreu Dib Julien e Cândida Sodré de Macedo Soares |
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Evento: Lançamento do livro "Gibran Khalil Gibran"
| Local: Casa das Rosas, av. Paulista, 37 Bela Vista São Paulo (próximo à estação Brigadeiro do Metrô) |
| O escritor Assad Zaidan lança a biografia do poeta libanês Gibran Khalil Gibran. Baseado em obras que analisaram o trabalho de Gibran ou que contaram de forma esparsa sua vida, Zaidan dá uma forma coesa a esses relatos e traz uma trajetória completa e detalhada das fases do libanês, das pessoas que tiveram ascendência em suas obras, suas fases em árabe e em inglês. O lançamento do livro, em São Paulo, ocorre dia 14 de agosto, na Casa das Rosas. |
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Exposição Gandhi, King, Ikeda - Pelo Ideal do Humanismo
segunda-feira, 28 de julho de 2008
Dr. Mohamed Habib Pró-Reitor de Extensão e Assuntos Comunitários/Unicamp recebendo os aplausos e o carinho dos associados da BSGI em Campinas, após sua palestra sobre a Exposição Gandhi, King, Ikeda - Pelo Ideal do Humanismo, em 27/07/2008.
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"Flores e Aves na Paisagem" Exposição de fotografias na Galeria CPFL em Campinas
sábado, 19 de julho de 2008
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Festivais do Líbano recebem artistas do Brasil
terça-feira, 15 de julho de 2008
Gilberto Gil e seu grupo Banda Larga vão se apresentar às 20h no palco do Palácio de Beiteddine, antiga residência dos governantes libaneses do século 18, que hoje é um dos principais pontos turísticos do país. O músico brasileiro tem mais de 50 álbuns gravados, ganhou 12 discos de ouro, cinco de platina e sete Grammys. Gil tem mais de cinco milhões de discos vendidos.
Ainda neste mês, também vai se apresentar o grupo brasileiro de percussão corporal Barbatuques, nos dias 25 e 26. Os shows fazem parte do Festival de Byblos, localizado numa das cidades mais antigas do mundo. Byblos é um dos sítios arqueológicos mais ricos do Oriente Médio, cheio de ruínas e templos destruídos pelos Cruzados.
O grupo Barbatuques é formado por 14 artistas que desenvolvem um trabalho baseado na exploração dos inúmeros sons que podem ser produzidos pelo corpo humano. Palmas, estalos, batidas no peito, sapateados, vácuos de boca, efeitos vocais e vários outros sons corporais são transformados em ritmos e melodias.
Em agosto é a vez da pianista brasileira Tania Maria, que fará uma apresentação no dia 16 no Festival de Baalbeck, outro sítio arqueológico libanês que abriga seis colunas, das 44, do maior edifício religioso de todo o Império Romano.
Esses festivais estão sendo reabertos este ano após dois anos interrompidos pelos conflitos no país. O Festival de Baalbeck, que começa dia 27, segue até dia 23 de agosto e traz músicos da Argentina, México, Estados Unidos, Líbano e outros países do Oriente Médio. Entre os artistas se destacam Patti Smith, Branford Marsalis e Mika.
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Exposição Eternos Tesouros do Japão - A Arte dos Samurais (Brasília)
domingo, 13 de julho de 2008
A exposição é composta por 120 trabalhos, entre pinturas, gravuras, ukyo-e, peças em laca, caligrafia, cerâmica e armaduras. Entre as obras estão nove armaduras diferentes, que retratam a sensibilidade de cada período.
As peças de arte foram produzidas entre os períodos Heian (806-1190) e Edo (1615-1865), em especial no Edo, em que a paz durou mais de 250 anos, possibilitando o surgimento da arte.
Eternos Tesouros do Japão - A Arte dos Samurais inclui ainda um painel com a cronologia da imigração japonesa no Brasil. Esta linha do tempo cobre desde a chegada dos primeiros imigrantes, em 1908, e sua instalação no Brasil, passando pela ocupação do cerrado, do semi-árido nordestino, e até chegar à instalação de grandes empresas e a criação de novos conceitos na arte.
Serviço:
Museu Nacional da República
Setor Cultural Sul - Próximo à Rodoviária do Plano Piloto
Abertura: 18/06
Exposição: 19 /06 a 30/07
Terça a sexta das 9h00 às 21h00
Sábados e domingos das 9h00 às 19h00
Entrada Franca
Sobre a Exposição
(texto sobre a exposição completa que pode ser vista no Museu Oscar Niemeyer, Curitiba, Paraná.
em novembro 2007, não consegui entender se a que está em Brasília tem alguma diferença).
As peças da exposição abrangem oito dos quinze períodos em que se divide a história do Japão, períodos esses que marcam a evolução política, econômica e social japonesa. Há obras dos períodos Heian (7941185), Kamakura (11851333), Muromachi (13381573), Momoyama (15731603), Edo (16031867), Meiji (18681912), Taisho (19121926) e Showa (1926 1989). As peças não mostram apenas a sensibilidade artística dos períodos retratados, revelam também como viviam os aristocratas, os guerreiros e ainda como os artistas retratavam o povo, a cultura, a natureza e a própria arte japonesa.
As obras
A exposição "Eternos Tesouros do Japão" é dividida em seis conjuntos de peças, cada qual referente a um determinado tipo de artefato.
Os artefatos em laca incluem tigelas, bandejas, tinteiros, caixas de papéis de carta, baús e outros, alguns feitos com a técnica maki-e. Entre os itens que podem ser apreciados estão: "Caixa de Materiais de Caligrafia com Motivo de Flor da Lua em Incrustação de Madrepérola" e "Escrivaninha com Vistas para o Rio Hotsu".
As pinturas são principalmente apreciadas em biombos e pergaminhos suspensos do período Momoyama até o período Edo, representando as principais escolas de pintura do Japão. Entre os destaques, estão: "A História de Genji: Batalha de Carroças", "Pássaros e Cascata", "Flores das Quatro Estações", entre outros.
As espadas abrangem três períodos históricos e refletem a influência chinesa na arte de sua confecção até adquirirem características tipicamente japonesas. Também denotam a forma de guerrear e a maneira de utilizá-las junto ao corpo.
As armaduras cobrem um período de 500 anos, desde o início do período Muromachi até o final do período Edo. Incluem todos os itens de uma vestimenta completa: brasões, elmo (kabuto), protetores para a face, protetores para as bochechas, chapéus de palha, jaquetas de batalha, divisores de capacete, cassetetes, armas de fogo, juntamente com selas, estribos e outros apetrechos eqüestres.
As gravuras em blocos de madeira foram responsáveis por uma forma de expressão artística peculiar no Japão, mas que acabaram influenciando os pintores expressionistas franceses. O destaque certamente fica para a série "Trinta e Seis Vistas do Monte Fuji", que inclui alguns trabalhos considerados obras-primas.
A caligrafia também está muito bem representada. Na mostra curitibana, os visitantes poderão apreciar o manuscrito "A Carta", do famoso mestre de haiku, poesia tradicional japonesa, Matsuo Basho. Há ainda uma peça do mestre da cerimônia do chá, Kobori Enshu, intitulada "Os Caracteres de 'Fu-sei'".
| | Armadura com Brasão Todo no Estilo Okegawado Gusoku Ferro, revestimenro de laca, couro, seda Período Edo |
| | Elmo de sessenta e duas placas rebitadas Suji Kabuto assinado por Joushuu-jyu "Saotome Ienari" - Ferro Período Momoyama |
| | Proteção de rosto (So-menpo) Couro batido, revestido de laca Metade do período Edo |
| | Elmo de sessenta e duas placas rebitadas Suji Kabuto assinado por Saotome Iechika Ferro, madeira, revestimento de laca Período Momoyama |
| | Armadura no estilo Domaru com cordões morons e dourados Ferro, revestimento de laca, couro, seda Meio do Período Edo |
| | Elmo decorativo com Brasão do clã Tokugawa (usado por Tokugawa Ieyasu) Ferro, revestimento de laca, papel japonês Período Momoyama |
| | Armadura completa no estilo Gomaido Gusoku (usada por Oguri Kosukenosuke) Ferro, laca, couro, seda Final do Período Edo (Agosto de 1862) |
| | Caixa de insenso com motivos florais e borbolertas incrustados com conchas verde azuladas Laca maki-e, madeira revestida com laca Período Taisho |
| | Batalha de Ishinotami Escola Tosa Cor sobre papel folhado a ouro; Biombo byoubu de seis folhas Período Edo |
| | Espada Tachi Assinada por Yukimitsu Tachi (espada) com peças e papéis dobráveis Período Kamakura (Agosto de 1271) |
| | Batalha no Rio Uji Escola Tosa Cor sobre papel folhado a ouro biombo byoubu de seis folhas Período Edo |
| | Espada Tanto (espada designada como propriedade importante) Sem assinatura: O Sakushu Tsuiama Matsudaira (Yukimitsu) Espada (Tanto) com adereços e bainha antiga Período Kamakura |
| | Estribos com motivos de borboleta e arabescos Assinado por: Gashu-jyu "Masahira" Laca maki-e, ferro e incrustação Meio do Período Edo Sela decorada em Laka maki-e com motivos florais em formato de diamante Assinado por: Masayoshi Laca maki-e, madeira revestido com laca Meio do Período Edo (Março de 1727) |
| | Bandejas redondas com pinturas em laca Madeira revestida com laca Período Momoyama |
| | Bandejas redondas tripés com pintura de laca Laca Hidehira, madeira revestida com laca Período Muromachi |
| | Lua com Hagi Suzuki Kiitsu Cor sobre seda; Quatro biombos deslizantes fusuma Final do Período Edo |
| | Flores e pássaros Escola Tosa Cor sobre papel folhado a ouro; Biombos byoubu de seis folhas Período Momoyama |
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Exposição leva a Brasília armaduras de samurais de até 1.200 anos
Todos os itens da exposição vêm do Museu de Arte Fuji, de Tóquio, onde, desde 1983, estão exibidas 30 mil obras de arte oriental. A coleção apresentada no Museu Nacional da República a partir desta quarta-feira (18) é A Arte dos Samurais, parte da mostra Eternos Tesouros do Japão.
Dentre as 120 peças, estão pinturas em biombos, pergaminhos com caligrafias presos à parede, gravuras ukiyo-e (espécie de estampa feita em blocos de madeira) e utensílios em laca (resina obtida de plantas).
Também integram a mostra espadas e nove armaduras de samurais feitas dos anos 806 a 1190 e 1615 a 1865. Na composição das vestimentas dos guerreiros estão incluídos brasões, capacetes, protetores para a face e para as bochechas, chapéus de palha, jaquetas de batalha, divisores de capacetes, cassetetes de metal e armas de fogo.
Quem visitar a exposição poderá ainda conhecer a história dos imigrantes japoneses no Brasil. Uma linha do tempo desenhada em um painel apresentará informações sobre a chegada dos primeiros navios vindos do Japão até o alcance dos orientais às grandes empresas.
A abertura da mostra será às 17h desta quarta-feira somente para convidados. A partir desta quinta (19), a entrada será gratuita para qualquer visitante. A exposição fica no Museu Nacional da República até o dia 30 de julho, de terça a sexta, de 9h às 21h, e aos sábados e domingos das 9h às 19h.
Postado por Mirela Goi às 19:41 0 comentários
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Gandhi King Ikeda: Community Builders
quarta-feira, 9 de julho de 2008
"A Legacy of Building Peace"
Three men, from three different cultures and continents, sharing the same common path of profound dedication and achievement
in improving the lives of all people. The exhibit features colorful photos, inspiring quotes, and factual information about Mohandas K. Gandhi, Martin Luther King Jr. and Daisaku Ikeda. Amidst chaotic times, they sought to forge an existence filled with dignity, freedom and happiness.
Building Peace Without Violence
The Gandhi-King-Ikeda exhibit is a internationally renowned exhibit extolling humanist virtues and its champions. Though Gandhi, King and Ikeda each came from different ethnic and religious backgrounds, they have all shared a common vision. They have each, in their respective lifetimes, fought for non-violence, human rights and world peace: Mohandas K. Gandhi led the campaign against the colonial rule of the British Empire, Martin Luther King fought against the injustices and prejudice built against people of color in America, and Daisaku Ikeda encourages millions of civilians in the world to live a life of dignity and to work for world peace.
Gandhi, King, and Ikeda are men who have lived with principle, and who have based their action on non-violent means. The unique idea of having the three figures together as an exhibit is of particular significance because it reminds us that peace and justice exist beyond all human-laid boundaries.
Postado por Mirela Goi às 16:03 0 comentários

