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Cavalo brasileiro ganha prêmio de US$ 10 milhões ao vencer a Copa do Mundo de Dubai

sexta-feira, 9 de abril de 2010



DUBAI - O cavalo brasileiro Glória de Campeão ganhou neste sábado a Copa do Mundo de Dubai, faturando um prêmio de US$ 10 milhões, o maior do mundo no esporte. Montado por Tiago Pereira, o cavalo conquistou a vitória apenas após a análise do photochart que apontou a vantagem por um nariz sobre Lizard's Desire, montado por Mike de Kock, que terminou em segundo.
- Esta foi a vitória da minha vida. É incrível - disse Tiago, cujo cavalo é treinado pelo francês Pascal Bary.
O páreo disputado no hipódromo Medyan, em Dubai contou com oito cavalos. Glória de Campeão manteve a liderança desde o início, sendo seguido de perto por Desire, que chegou a celebrar a vitória antes de saber do resultado final.
Segundo Bary, a chave da vitória "foi o coração" do cavalo, além de outros fatores como as condições do terreno e a troca do jockey no ano passado. A mudança parece ter dado certo, pois no ano passado Glória de Campeão terminou em segundo, bem atrás (14 corpos de diferença) do campeão Well Armed.


Fonte: O Globo

Paris Hilton vai procurar "melhor amiga" em Dubai

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Paris Hilton lança programa à caráter em Dubai

Paris Hilton lança programa à caráter em Dubai

Paris Hilton desembarcou em Dubai, nos Emirados Árabes, para gravar uma versão do reality show "Paris Hiton's My New Best Friend Forever", no qual a socialite procura uma nova melhor amiga. Usando trajes típicos, ela apresentou à imprensa local o  novo projeto nesta quarta-feira.

Durante as explicações sobre o programa, Paris falou sobre a impressão que teve ao chegar em Dubai. "A cidade é incrível, a recepção que tive no aeroporto pelas autoridades foi muito respeitosa."

Paris, que admitiu um affair com o jogador português Cristiano Ronaldo, já gravou o reality show nos Estados Unidos e na Inglaterra. Em Dubai, porém, ela não poderá usar palavõres, consumir álcool ou discutir sobre sexo.

http://www.abril.com.br/noticias/diversao/paris-hilton-vai-procurar-melhor-amiga-dubai-478045.shtml

 

Dubai lança companhia aérea de baixo custo

sexta-feira, 17 de abril de 2009

Dubai – A flydubai, primeira linha aérea de baixo custo de Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, anunciou que vai iniciar suas operações em junho, com um vôo para Beirute, capital do Líbano, no dia 01, e outro para Amã, na Jordânia, no dia seguinte.

A nova companhia aérea escolheu Líbano e Jordânia como destinos inaugurais devido ao grande número de expatriados dos dois países que vivem em Dubai e no resto do país, além da grande quantidade de libaneses e jordanianos que desejam visitar o emirado. A data foi escolhida pela proximidade do início do verão na região.

A passagem de ida para um dos dois destinos vai custar 250 dirhans (US$ 68). O valor inclui a poltrona, todos os impostos e espaço para até 10 quilos de bagagem. Pagando valores adicionais, os passageiros poderão levar malas de até 32 quilos, escolher a poltrona e o cardápio de comidas e bebidas.

De acordo com o presidente da flydubai, Ahmed bin Saeed Al Maktoum, a filosofia de negócios da nova companhia é bem simples: "Nossa meta é oferecer aos nossos passageiros o melhor preço e mais opções. Vamos operar com eficiência e evoluir constantemente para fornecer o melhor produto possível aos nossos consumidores. Nosso compromisso é trazer uma nova opção ao mercado regional de linhas aéreas de baixo custo, que está em expansão. Isto deverá favorecer nossa economia, nosso povo e o setor de turismo como um todo", afirmou.

"Estamos oferecendo uma alternativa de baixo custo para os habitantes de Dubai, Líbano e Jordânia que querem viajar a passeio, ou visitar parentes e amigos com maior freqüência. A flydubai torna a viagem de avião mais acessível e fácil do que nunca", disse Maktoum.

A flydubai vai operar no recém-reformado Terminal 2 do Aeroporto Internacional de Dubai. Novos destinos serão anunciados em breve. Todos os vôos terão duração máxima de quatro horas e meia. A flydubai vai utilizar aeronaves modelo Boeing 737-800 Next Generation, com 189 poltronas na classe econômica. 

De acordo com o jornal Khaleej Times, de Dubai, a nova companhia aérea deverá receber seus primeiros dois Boeings no mês de maio.

O presidente da flydubai negou que a expansão da nova companhia possa agravar o problema de falta de passageiros que as linhas aéreas da região vêm enfrentando. Com a recessão global, a demanda por vôos de e para a Europa e os Estados Unidos diminuiu, levando algumas companhias a reduzir seus serviços para esses mercados e concentrar seus esforços no Oriente Médio.

"O aeroporto de Dubai oferece um ambiente competitivo onde hoje operam 125 companhias. A flydubai vai concorrer somente no setor de baixo custo, que está em franca expansão", disse Maktoum.

Para ele, que é também presidente da Emirates Airline e do Departamento de Aviação Civil de Dubai, não haverá concorrência entre a Emirates e a flydubai: "A Emirates Airline tem um mercado-alvo diferente. A flydubai só vai voar a preços populares", explicou Maktoum.

As prováveis concorrentes da flydubai na região serão outras companhias aéreas de baixo custo, como a Air Arabia, do emirado de Sharjah, a Al Jazeera, do Kuwait, a Bahrain Air, do Bahrein, e a Air India Express, da Índia.

Em junho do ano passado, na Feira Aeronáutica de Farnborough, no Reino Unido, a flydubai encomendou 54 Boeings, num pedido avaliado em US$ 4 bilhões. A encomenda incluiu um pedido firme de 50 aeronaves e um contrato de leasing com a empresa Babcock & Brown Aircraft Management para quatro aeronaves adicionais, ainda segundo o Khaleej Times. 

Mais informações

www.flydubai.com

*Tradução de Gabriel Pomerancblum


Concursos levam ganhadores para Dubai

quinta-feira, 16 de abril de 2009

No google news:


Campanha do Agasalho começa a receber doações

Gazeta do Sul - ‎há 5 horas‎
Lançada na manhã de ontem a promoção também distribuirá cupons que dão direito a concorrer a uma viagem para Dubai no fim do ano. ...

Casa & Design leva profissional para Dubai

Zero Hora - ‎14/04/2009‎
O primeiro colocado irá para Dubai, mas o programa premia ainda 10 profissionais com descontos e vale compras. Estou curiosa para saber quem é o vencedor e ...

Embratur promove destinos brasileiros em Dubai

quarta-feira, 18 de março de 2009

São Paulo – Para atrair mais turistas árabes ao Brasil, o Instituto Brasileiro de Turismo (Embratur) vai divulgar o país na Emirates Holidays World, feira de turismo que será realizada em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, em maio. Essa vai ser a terceira participação brasileira no evento. "O mercado árabe para nós é muito importante", afirmou o diretor de Turismo de Negócios e Eventos da Embratur, Marcelo Pedrosa.

A feira, que é organizada pela Emirates Holidays, empresa de comercialização de pacotes turísticos que pertence à companhia aérea Emirates Airline, reúne mais de 400 agentes de viagens que têm a oportunidade de divulgar seus destinos turísticos. No caso do Brasil, representantes de São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia, Amazonas e Paraná deverão participar do evento. "Todos esses destinos já estão no catálogo da Emirates Holidays", disse Pedrosa.

De acordo com ele, a Embratur passou a participar da feira desde o início dos vôos diretos da Emirates ao Brasil, em 2007. O público, a maioria agentes e operadores de viagens, é de vários países, principalmente Ásia e Oriente Médio. "Nossa atuação nesse mercado está focada em função do vôo da Emirates", disse Pedrosa. O diretor aposta também na vinda de turistas árabes por vôos da África do Sul e da Turquia, pela Turkish Airlines, que deve começar a operar em São Paulo em abril.

"Em curto prazo não vamos ter uma grande quantidade de vôos diretos da região, mas podemos trabalhar com conexões e vôos de regiões próximas", afirmou Pedrosa. Segundo ele, a Emirates está bem satisfeita com a ocupação da rota Dubai-São Paulo. "A idéia é intensificar nossa participação nesse mercado e gerar cada vez mais volume [de passageiros]", acrescentou.

Além do Emirates Holidays, a Embratur já participou de outros eventos de turismo nos Emirados, como a feira Arabian Travel Market (ATM) e o World Travel & Tourism Council Summit (WTCC), no ano passado. Deste último, a presidente da Embratur, Jeanine Pires, participou. Ele reúne investidores do setor e este ano vai ocorrer em Florianópolis, capital de Santa Catarina. "Existem muitas oportunidades de investimentos em infraestrutura no Brasil. O país oferece uma maior segurança agora, principalmente no setor imobiliário", afirmou o diretor.

De acordo com ele, o Brasil está se colocando entre as principais economias de turismo e, com a Copa de 2014, que o país vai sediar, novas demandas de investimentos irão surgir. Pedrosa deu as declarações ontem (17), no 7º Fórum Panrotas.

Companhias aéreas

O fórum contou também com a participação das companhias aéreas. Apesar da crise, as empresas brasileiras devem continuar investindo neste ano. De acordo com o presidente da TAM, David Barioni Neto, a meta da companhia em 2009 é abrir uma nova rota para Johannesburgo, na África do Sul; fechar o ano com 132 aeronaves em operação; e continuar com planos de investimentos até 2018 de US$ 6,9 bilhões. Já o presidente da Webjet, Wagner Ferreira, acredita num crescimento de 5% na demanda doméstica neste ano.

Divulgação Divulgação

Presidentes de empresas aéreas dizem que investimentos continuam

Para o presidente da Azul, Pedro Janot, a companhia espera encerrar o ano com 1,8 milhão de passageiros transportados e continuar com o plano de investimentos de US$ 600 milhões para o Brasil em 2009. O presidente da Trip, José Maio Capriollo, também garantiu que os planos da empresa de investir US$ 200 milhões este ano em novos equipamentos serão mantidos. "Seria imprudente não continuar investindo", afirmou.

No caso da Gol, o presidente da companhia, Constantino de Oliveira Júnior, acredita que fechar as contas este ano será difícil, principalmente porque a programação de investimentos em encomendas de aviões é feita com antecedência e é difícil cancelar pedidos por conta da mudança do cenário econômico. Apesar disso, o executivo afirmou que a empresa deve fechar o ano com 108 aeronaves, contra 104 no ano passado.

Copa

O ministro do Turismo, Luiz Barreto, que também participou do fórum, aposta na Copa do Mundo de 2014 para melhorar a qualidade do setor no Brasil. "A Copa é uma das maiores oportunidades de exposição do Brasil para o mundo", afirmou.

A meta do ministério é chegar em 2014 com 65 destinos brasileiros altamente qualificados para atender os turistas. "Será um grande desafio", afirmou Barreto, que em janeiro, assinou um convênio com a Fundação Roberto Marinho para qualificação de 80 mil pessoas para o setor turístico.

Com relação à crise internacional, o ministro afirmou que o país deve manter o pé no chão. "A crise financeira nos obriga a viver com o pó no chão. Com a queda do PIB no último trimestre de 2008, estão sendo reavaliadas as projeções de crescimento da economia para 2009", disse.

Apesar disso, no setor de turismo, o ministro afirmou que o Brasil vem ganhando posições. Segundo relatório do Fórum Econômico Mundial, no que se refere à competitividade e atratividade turística, o Brasil está posicionado em primeiro lugar na América do Sul, em segundo na América Latina e em quinto no ranking das Américas. Já nos estudos de maiores economias do turismo do WTTC, o país subiu da 14ª posição, em 2008, para 13ª este ano.

Além disso, o turismo de negócios no país também vem crescendo, representando hoje 30% do volume dos turistas que vêm ao Brasil. Em 2007, o turismo gerou receitas de US$ 39 bilhões, o que representou 2,6% do PIB. "É a quinta pauta das exportações brasileiras. É uma indústria muito forte que movimenta muito a economia", disse o ministro.

De acordo com ele, na atual conjuntura o turismo interno cresceu, e este ano o ministério aposta num aumento maior ainda nesse mercado. "São quase 100 milhões de brasileiros participando do mercado de consumo", afirmou.
 

Resposta de E-mail: Dicas de Viagem para Dubai

terça-feira, 10 de março de 2009

Mirela,
Gostaria de contar minha história rapidamente à vc, pq li seu blog e achei incrível.
Eu conheci um rapaz pela Internet em Maio de 2008 e ele mora em Dubai.
Enfim, estou pensando em ir p/ lá em Julho deste ano. Pq o meu sonho sempre foi conhecer este lugar lindo.
Porém, eu sou a rainha das gafes... Já li muito a respeito da religião e do lugar, mas tenho medo. Não posso mentir.
Tb sou apaixonada pela cultura árabe, mas como brasileira algumas coisas são meio esquisitas p/ mim.
Eu sou muito espontânea... Dou risada... Abraço meus amigos... Mando beijo pro porteiro... Isso é normal aqui. Conversar e dizer: Beijo, tchau...
Imagine? Eu em um lugar paradisíaco e não poder fazer nada disso?
Nem posso dar um abração nele no aeroporto... nem um beijinho? Nem andar de mãos dadas?
Se o Sheik aparecer na minha frente... Vou ter que pedir para tirar uma foto...
Não posso sorrir muito, não posso esticar a mão p/ cumprimentar uma mulher. Não posso
Não posso cometer nenhuma gafe, p/ não ofender o moço. Mas, imagine em um sol de 48ºC... torrando total... e ainda ter que ser finérrima e ficar preocupada em ser polida.
Afffffffff...
Acho que vai ser demais pra mim... rs rs
Vc tem algumas dicas?
Beijos
A.


Oi A.
Pelo visto você já sabe bem como se comportar lá. Acho que o mais importante é você conversar com o rapaz quando tiver dúvidas, ele é árabe?
Uma coisa que lembrei e você não comentou é tomar cuidado ao tirar fotografias, os árabes não gostam que tirem fotos sem serem consultados antes, principalmente de mulheres e crianças.
CUIDADO COM BEBIDAS ALCÓOLICAS. Evite.
Há lugares onde é proibido entrar mulher desacompanhada. Mas pelo que sei lá não é tudo tão rigoroso.
Dica, olhe a sua volta, veja como estão se comportanto as pessoas à sua volta. Pergunte... procure o contato do departamento de turismo de Dubai eles tem um site e são bem solicitos quando enviamos e-mails.
Agora o que mais me preocupa é mesmo sua segurança. Se vc tem confiança nesse rapaz, se tem informações seguras dele, telefone, endereço, onde trabalha? Já checou essas informações? Você tem o contato de outras pessoas além dele? amigos dele, família? Onde ficará hospedada? é um lugar que permite mulher solteira se hospedar sozinha?
Estas perguntas não são para que vc me responda, mas para vc analisar o quanto está se arriscando ou não. OK?
Também tenho amigos árabes e amigos de outros países, o que aprendi é que quando a pessoa não tem nada a temer ou esconder ela lhe dará todas as informações que vc precisa, e depois que tiver as informações em mãos verifique, confirme. e deixe uma pessoa no Brasil com as informações e fotos para que possam te ajudar em algum momento se necessário.
Enfim, acho que sua maior preocupação deve ser quanto a sua segurança e confiança no seu amigo. Muito cuidado com namoros.
Bjs
Boa sorte
Mirela Goi


Mirela,
Muito obrigada pela pronta resposta.
Pra te dizer a verdade do fundo do meu coração, eu tenho medo e não me sinto tão segura assim.
Ele é paquistanês, de Islamabad.
Eu não bebo, pq eu não gosto e pq eu passo mal. Não é algo que me preocupa ou que me faça falta, entende? Raramente, uma ou duas latinhas de cerveja.
Uma preocupação que eu tenho é com relação a dinheiro, o que levar, o que não levar... Enfim, qual o valor eu tenho que ter por dia...
Conversando com uma amiga que já vem acompanhando essa "história" (vários emails + SMS diários), ela disse assim: compre um pacote pela CVC ou outra empresa de turismo, confiável. Não vá sozinha de jeito nenhum. Dar uma de louca, comprar a passagem e embarcar, sabe? Meio na sorte? Eu não tenho coragem. Eu tenho medo. Então, ao menos comprar um pacote e ter um guia local, me dá certo conforto psicológico... rs rs
Confiança? É algo relativo. Eu te digo que eu não dormiria com os dois olhos fechados ao lado dele. Tenho medo desse cara ser um maníaco, trombadinha... Já pensei muita coisa... Vc não tem idéia! rs rs... Por outro lado, ele é doce, paciente... Não sei a troco do que, esse cara ficaria conversando comigo desde maio do ano passado. Sinceramente, estou em dúvida e me sinto dividida. Sinceramente, exatamente por causa da palavra segurança.
Informações seguras? Eu só sei o nome da empresa onde ele trabalha (eu liguei no escritório aqui do Brasil e a moça confirmou que ele é funcionário realmente). Só isso. Ela enviou um email p/ ele... Ele respondeu p/ ela.
E tenho o celular dele.
É muito pouco. Meu Deus, eu não tinha pensado nas respostas dessas perguntas.
Desde que conversei com ele, comecei a pesquisar na Internet INÚMERAS VEZES pelo nome dele no Paquistão e em Dubai, já procurei na Interpol... Sei lá, me achei meio ridícula. Já procurei como terrorista.
Não conheço absolutamente ninguém lá, nem amigos, nem família, nada.
Hotel: Ainda não sei, pq só qdo eu for fechar o pacote. A CVC me passou o IBIS.
Se permite mulher solteira, sozinha... Tb não sei.
Eu te respondi para ter uma luz. Eu sei que eu estou me arriscando. Eu sou uma pessoa que busco segurança e eu acho que é essa dúvida, que está me deixando bem preocupada entre decidir ir ou não, entende?
Eu concordo plenamente com o seu aprendizado e suas colocações. Vc é iluminada, obrigada.
Estou achando que eu sou muito idiota, pq nunca pedi isso a ele. Eu não tenho amigos árabes.
Não estou desesperada, mas achei que poderia ser legal. Mas, tb não posso esconder de vc, eu tenho medo.
Vc tem amigos que poderiam saber se ele já aprontou alguma coisa no Paquistão ou em Dubai? Se ele é uma pessoa decente mesmo.
Desculpe, pela ousadia ou folga, não sei. Mas, sinceramente, mesmo que seja através de pacote... Eu preciso me sentir segura. Já pensou se eu decido sair de carro com esse cara e de repente, acontece alguma coisa? Prefiro nem ir.
Eu liguei lá na Embaixada do Brasil p/ pedir ajuda, mas me ignoraram.
Já tentei buscar informações lá, em algum órgão do governo. Mas, eu não falo árabe e o meu inglês é bem mais ou menos. Vão pensar que eu sou louca.
Bjs e obrigada
A.


Olá A.
De tudo que vc me falou a única coisa que parece firme é o local de trabalho. Disso vc tem certeza? Pegue o telefone da empresa lá e ligue lá, sem ele saber, procure por ele. Tenha o telefone, endereço e os horários de trabalho dele. Também o endereço de onde ele mora, com quem ele mora.
Ele é casado?
E a familia dele mora no paquistão? Tem pais? irmãos?
Um terrorista não vai perder tempo com vc. Mas um homem a procura de sexo sim.
Se vc for pega com ele num hotel ou lugar impróprio pode ser acusada de prostituição (não precisa estar fazendo nada, basta estar junto) e isso é MUITO grave e não vai adiantar ele falar que não é isso. Se a policia religiosa achar que é, vc pode ter problemas.
Tudo vai depender das intenções dele e do cuidado que ele vai ter com vc. Ele conhece lá muito melhor que nós.
Investigar o nome dele não vai ajudar muito. Me parece que o emprego é a melhor informação até o momento.
Não há mais que eu possa fazer. Eu nunca estive em Dubai. Já pensei em ir, no caso eu ia me encontrar com um Saudita que iria para lá apenas para podermos nos encontrar. Mas a viagem não deu certo e perdi contato com ele. Sou uma pessoa que arisco muito. Mas não aconselho para nínguem, pois eu sei que é muito, mas muito fácil as pessoas mentirem e nos decepcionarem. E a responsabilidade disso é toda nossa. Por isso. Só vc pode avaliar seus riscos.
Bjs e boa sorte.
Mirela

Emirates Airline International Festival of Literature

segunda-feira, 9 de março de 2009

Eu demorei para achar essa informação, agora já passou, mas tenho que deixar aqui registrado pelo menos um pouco sobre o Emirates Airline International Festival of Literature que aconteceu de 26th February to 1st March 2009 - Dubai Festival City

As primeiras notícias que eu tinha lido eram sobre as polêminas, autores censurados, como o caso do romance "The Gulf Between Us", da inglesa Geraldine Bedell, uma comédia romântica que tem a acção centrada num emirado ficcional do Golfo Pérsico e inclui uma relação amorosa entre dois homens. E outros.
Veja aqui:
 
Eu queria saber como foi o festival e só agora achei o site oficial http://www.eaifl.com/ vale a pena conferir para conhecer os autores participantes, como a Nigeriana Chimamanda Ngozi Adichie, que já publicou os romances  "Purple Hibiscus" (algo como "O Hibisco Amarelo"), publicado em 2003. e "Meio Sol Amarelo", publicado no Brasil pela Cia. das Letras, 2008, o site está bem bacana, e pra quem quer dicas de leitura é um achado.
 

British author Geraldine Bedell banned from Dubai book festival

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

British author Geraldine Bedell has been banned from a book festival in Dubai because one of the characters in her new book is gay.
 

The novelist, whose book The Gulf Between Us is set in the Middle East, was initially welcomed to the event by the organisers.

But when they realised the novel featured a homosexual sheikh who had an English boyfriend and was set in the backdrop to the Iraq war, the book was withdrawn.

The director of the festival, Isobel Abulhoul, wrote to Bedell and told her: "I do not want our festival remembered for the launch of a controversial book.

"If we launched the book and a journalist happened to read it, then you could imagine the political fallout that would follow. This could be a minefield."

Bedell, who lived in the Middle East, described the sheikh as only a minor character in her book.

"You can't ban books and expect your literary festival to be taken seriously," she said.

The first International Festival of Literature in Dubai starts on February 26 and features authors including Kate Adie, Anthony Horowitz, Jamil Qureshi, Sir Ranulph Fiennes.

It describes itself as: "The first true literary Festival in the Middle East celebrating the world of books in all its infinite variety."

The Gulf Between Us, published by Penguin, tells the story of a single mother trying to raise three boys in the Gulf emirate of Hawar in the summer of 2002, shortly before the invasion of Iraq.

Dubai World firma acordo de US$ 16 bilhões na Nigéria

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

O contrato com o governo nigeriano prevê a entrada da empresa árabe nos setores de petróleo e gás do país, que é o maior produtor da commodity na África.

Da redação*
São Paulo – A companhia Dubai World assinou um acordo no valor de 58,7 bilhões de dirhans (US$ 16 bilhões) com o governo da Nigéria para desenvolver a infra-estrutura dos setores de petróleo e gás natural no país africano. As informações foram divulgadas pelo site do jornal Gulf News, de Dubai.

Com uma produção de cerca de 2 milhões de barris por dia, a Nigéria é o maior produtor de petróleo da África.

A companhia de Dubai deverá operar no segmento conhecido como "upstream" das indústrias de gás e petróleo, que envolve os setores de exploração, desenvolvimento, produção e transporte para processamento.

A exploração e o processamento das reservas nigerianas de petróleo e gás serão realizadas pela Dubai Natural Resources World (DNRW), braço da Dubai World no setor de recursos naturais. Esta será a primeira iniciativa de grande porte da DNRW, que foi criada em 2005.

Oportunidade na crise

"Com a crise, as empresas petrolíferas não estão investindo tanto, o que abre espaço para a expansão de companhias [de fora do setor]", disse Kate Dourian, editora da revista Platts Middle East, especializada em energia.

Kate afirmou também que a África e a Ásia Central são áreas-chave para companhias em busca de locais para investir, e que empresas como a Dubai World, que não precisam ir ao mercado financeiro para levantar capital, têm maiores condições de investir em novas empreitadas.

Acordo

O acordo foi assinado na última quinta-feira (15) por Michael Aondoakaa, ministro da Justiça da Nigéria, e por Sultan Ahmad Bin Sulayem, presidente da Dubai World, em Abuja, capital da Nigéria.

"Este acordo histórico consolida a estratégia da Dubai World: entrar em novos setores, alavancando o know-how das diversas companhias do grupo para realizar investimentos seguros, estratégicos e de longo-prazo na área de energia e recursos naturais. A Nigéria tem muitas oportunidades para oferecer, e a parceria da Dubai World com o governo nigeriano vai ajudar a desenvolver esse enorme potencial", afirmou Bin Sulayem.

O acordo prevê também investimentos nos setores agrícola e de geração de energia elétrica.

*Tradução de Gabriel Pomerancblum

Dubai terá festival internacional de cinema

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

São Paulo – Dubai se prepara para a 5ª edição do Festival Internacional de Cinema de Dubai (DIFF), que será realizada de 11 a 18 de dezembro, e terá uma programação com 181 filmes de 66 países, entre eles Ensaio sobre a Cegueira, do diretor brasileiro Fernando Meirelles. O festival espera receber mais de 45 mil espectadores. As informações foram divulgadas pelo site árabe Emirates Business 24/7.

Entre as celebridades que devem comparecer ao evento estão os atores norte-americanos Nicolas Cage e Brendan Fraser, a mexicana Salma Hayek e atores famosos na região, como os indianos Abhishek Bachchan e Preity Zinta, a libanesa Carmen Lebbos. O festival também vai atrair para o emirado os diretores Oliver Stone, dos Estados Unidos e Deepa Mehta, da Índia.

"Este ano será um marco na história do DIFF", disse o presidente do festival, Abdulhamid Juma. "Em 2004, apresentamos 76 filmes de 24 países. Este ano, serão 181 filmes de 66 nacionalidades diferentes", afirmou.

Indústria

Além das sessões de cinema, que irão incluir 16 estréias mundiais, o DIFF terá programas voltados para a indústria cinematográfica. O objetivo é aperfeiçoar o nível técnico da indústria cinematográfica no mundo árabe.

"Este ano, integramos novos elementos ao festival para fortalecer nossas iniciativas e promover o cinema árabe", afirmou o diretor administrativo da DIFF, Shivani Pandya. "O DIFF é um ponto de encontro para cineastas internacionais cada vez mais respeitado no mundo todo. E esperamos criar relações férteis entre culturas cinematográficas em desenvolvimento", disse Pandya.

Haverá uma série de eventos para networking entre profissionais de cinema e uma oficina para produtores com duração de cinco dias. Outra novidade é o Dubai Film Market, uma coleção on-line de filmes produzidos na região.

O DIFF terá também a publicação Focus 2008, criada em colaboração com o Marché du Film – edição do Festival de Cannes voltada para a venda de novos títulos – e que vai conter informações sobre tendências da indústria. A organização do festival de Dubai contratou a companhia de pesquisas Nielsen para promover um segmento dedicado a novas tendências no cinema árabe. Serão lançados também um DVD comemorativo contendo oito filmes realizados nos Emirados e exibidos nas edições anteriores do DIFF, e um livro celebrando o cinema egípcio.

Ensaio sobre a Cegueira, o filme

O longa Ensaio sobre a Cegueira, dirigido pelo brasileiro Fernando Meirelles é baseado no livro de mesmo nome do vencedor do Prêmio Nobel de literatura, o escritor português José Saramago. Trata-se da história de uma inédita epidemia de cegueira, inexplicável, que se abate sobre uma cidade não identificada.

Tal "cegueira branca", assim definida, pois as pessoas infectadas passam a ver apenas uma superfície leitosa, se manifesta primeiro em um homem no trânsito e, lentamente, espalha-se pelo país. Aos poucos, todos acabam cegos e reduzidos a meros seres lutando por suas necessidades básicas, expondo seus instintos primários. À medida que os afetados pela epidemia são colocados em quarentena e os serviços do estado começam a falhar, a trama segue a mulher de um médico, a única pessoa que não é afetada pela doença.

O foco do filme, no entanto, não é desvendar a causa da doença ou sua cura, mas mostrar o desmoronar completo de uma sociedade que perde tudo aquilo o que considerava civilizado. Ao mesmo tempo em que vemos o colapso da civilização, um grupo de internos tenta reencontrar a humanidade perdida. O brilho branco da cegueira ilumina as percepções das personagens principais, e a história se torna não só um registro da sobrevivência física das multidões cegas, mas, também, dos seus mundos emocionais e da dignidade que tentam manter. Mais do que olhar, o que importa é reparar o outro.

Respeitando o desejo de Saramago de que o filme, assim como o romance, se passasse em uma cidade não-identificada, o que empresta uma universalidade incomum à trama, a produção do longa decidiu filmar em três países diferentes. No entanto, nenhum sinal que pudesse identificá-los foi usado. A maior parte das cenas externas foi filmada em São Paulo, cidade em que Meirelles mora. As cenas, ambientadas no asilo transformado em campos de quarentena, foram filmadas em uma prisão desativada em Guelph, no Canadá. O clímax do filme, que se desdobra frente a uma paisagem destruída de uma cidade arruinada, foi filmado em São Paulo e Montevidéu, no Uruguai (uma cidade sugerida pelo diretor de fotografia César Charlone, de origem uruguaia).

Mais informações
Site: www.dubaifilmfest.com

*Tradução de Gabriel Pomerancblum
 

Hotel de US$ 1,5 bi é inaugurado em Dubai

domingo, 23 de novembro de 2008

Dubai – O hotel Atlantis The Palm foi inaugurado nesta quinta-feira (20), na ilha artificial Palm Jumeirah, em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos. Segundo a empresa responsável pela construção, a estatal Nakheel, o hotel tem 1.539 quartos e custou US$ 1,5 bilhão.

O resort ocupa uma área de 46 hectares com 17 hectares de parques aquáticos, atrações marinhas, áreas para entretenimento e luxuosos restaurantes comandados por chefs de renome mundial, como Nobu, Giorgio Locatelli, Santi Santamaria e Michel Rostang.

O hotel também incluirá um grande habitat marinho, com cerca de 65 mil animais do mar e terá ainda uma área chamada de Câmaras Perdidas, um emaranhado de túneis subaquáticos e passagens que simularão uma visita à cidade de Atlântida.

O resort foi inaugurado com um grande queima de fogos e shows das cantoras Kylie Minogue (australiana) e Nawal Zogby (libanesa). A festa custou o equivalente a R$ 42 milhões, segundo informações do canal de notícias Bandnews

*Tradução de Mark Ament

Hotel em Dubai distribui "guia de etiqueta" depois que casal foi preso por fazer sexo em praia!

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

INGLATERRA - Um dos mais populares hotéis à beira mar de Dubai está oferecendo a seus cliente um "guia de etiqueta", depois que um casal britânico foi condenado por manter relação sexual na praia, próximo ao hotel, informa nesta quarta o jornal britânico The Times.

O guia, que sugere que os clientes podem ser presos ao se exibirem publicamente de maneira inadequada, é deixado nas mesas do Hotel Madinat Jumeirah, durante as refeições.

Os hóspedes devem ser discretos aos expressar afeto publicamente, diz o hotel, com nada mais do que um beijo no rosto. Caso contrário, o turista torna suscetível a uma intervenção policial.

Os britânicos Michelle Palmer e Vince Acors foram presos no mês passado, "por fazer sexo fora do casamento e ofender a decência pública". A detenção aconteceu em um hotel próximo ao aeroporto de Dubai.

Os turistas foram condenados a três meses de prisão e a pagar uma multa de 200 libras, além disso, serão deportados de Dubai após cumprir a pena. Só no ano passado, outros 230 britânicos foram detidos nos Emirados Árabes

JB Online

Beber e Comer em Público durante o Ramadã em Dubai levou jovens a pagar multa, Fique atento

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Uma mulher russa de 28 anos de idade, que visitava Dubai com visto de turista, e um cidadão do Líbano, de 30 anos de idade, vendedor de uma loja local, foram levados a julgamento por beber suco em horário diurno durante o jejum muçulmano. A polícia prendeu os dois em flagrante num posto de gasolina em Dubai, informa o Emirat.ru fazendo referência a Gulf News.
 
De acordo com o Código Penal Federal dos Emirados Árabes Unidos, a ingestão de alimento e bebida em público durante as horas diurnas do mês de Ramadã é proibida pelo Artigo 313. Esse artigo estipula punição ou por meio de penalidade monetária - até 2.000 dirhems ($555 dólares) - ou mesmo um período de até um mês na prisão.
 
Os jovens disseram no tribunal que não eram muçulmanos e pois não sabiam que suas ações eram passíveis de punição.
 
O tribunal levou em consideração as circunstâncias atenuantes, mas considerou os réus culptados, já que ignorância não exclui responsabilidade. O tribunal decidiu que os jovens terão que pagar multa de 1.000 dirhem ($278 dólares) cada.
 
O caso tornou-se o primeiro em Dubai de violação do Artigo 313 desde o começo do mês de Ramadã em 1o. de setembro.
 
Milhares de estrangeiros da Europa e da Ásia residem no emirado de Dubai, o principal centro turístico do Golfo Pérsico. Dubai é conhecido como região relativamente liberal em comparação com outros territórios dos Emirados Árabes Unidos. Podem-se ver nas ruas turistas vestindo shorts, e bebidas alcoólicas são amiúde acessíveis em bares e hotéis.
 
Este ano, contudo, as autoridades pretendem lembrar a todos os residentes e visitantes do emirado que estão em território de país muçulmano. Tem sido registrado recentemente considerável número de incidentes nos quais a polícia local, à paisana, prendeu mulheres tomando sol com os seios descobertos, nudistas e outros violadores da ordem pública.
 
Muitos turistas confessam que nem sempre entendem como devem comportar-se em Dubai.
 
Guias impressos de viagem recomendam que os turistas sempre portem suas identidades, ou melhor ainda cópias delas, pois a maioria dos policiais usa roupas comuns e pode ser bastante meticulosa em suas inspeções.

Novo terminal 3 da Emirates receberá passageiros brasileiros a partir de hoje

terça-feira, 14 de outubro de 2008

Hoje (14/10) será inaugurado no Aeroporto Internacional de Dubai o Terminal 3, da Emirates Airline, projetado para suportar um fluxo de passageiros de 43 milhões ao ano, quando estiver operando em sua capacidade máxima.

O terminal será aberto em diferentes fases, sendo hoje a primeira, com vôos (tanto ida como volta) para Doha, Muscat, Bahrain, Kuwait, Jeddah, Damman e Riyadh. Nas Américas, Nova York, Houston, São Francisco, Los Angeles, São Paulo e Toronto. A segunda fase, terá vôos para o restante do Oriente Médio e África. Europa, Subcontinente Indiano, o Extremo Oriente e Austrália serão acrescentados à agenda nas próximas fases.

Serão mais 1.870 vagas no estacionamento do Aeroporto Internacional de Dubai e uma área de check-in de 4.500 m², com 18 balcões, que atenderão tanto bagagens padrão quanto de grande porte. Será possível também fazer o check-in das bagagens com antecedência no estacionamento, voltar para casa e retornar mais tarde, somente para o embarque.

A opção online também estará à disposição. O passageiro pode fazer o Check-in  pelo site www.emirates.com da sua casa ou do escritório. Depois, basta chegar ao terminal, deixar as malas em um dos quiosques self-service, retirar seu cartão de embarque e pegar o vôo. Ou podem também fazer o check-in direto, com ou sem bagagem, em um dos 60 terminais self-service espalhados pelo Terminal 3

http://www.mercadoeeventos.com.br

The new Emirates Terminal 3 at Dubai International Airport


NEW EMIRATES TERMINAL 3

Emirates Terminal 3 in Dubai is now open

Dear Miss CAMILO

As of 2:15pm on October 14 (Dubai time) flights originating from the Americas will arrive at the new Emirates Terminal 3 at Dubai International Airport. Flights from Dubai to the Americas will also depart from Emirates Terminal 3.

If you are connecting on to other Emirates destinations please note the following:
- All GCC flights will depart from this new terminal.
- All flights to the Middle East and Africa will also depart from Emirates Terminal 3 shortly thereafter.
- All other connecting flights will continue to depart from Terminal 1 until further notice. Please refer to the directions posted within the airport to Terminal 1 or contact our ground staff for further assistance.


THE AMERICAS

Houston

New York

Sao Paulo

Toronto

THE GCC

Bahrain

Dammam

Doha

Jeddah

Kuwait

Muscat

Riyadh


Please visit http://e.emirates.com/a/tBI9D7aB7WeG3B7Wixz$MdpYWhK/dny24-29
to

* View the airport road access map
http://e.emirates.com/a/tBI9D7aB7WeG3B7Wixz$MdpYWhK/dny28-29

* Find out whether your flight will be departing from or arriving in Emirates Terminal 3
http://e.emirates.com/a/tBI9D7aB7WeG3B7Wixz$MdpYWhK/dny25-29

* Learn about Emirates Terminal 3
http://e.emirates.com/a/tBI9D7aB7WeG3B7Wixz$MdpYWhK/dny27-29

Fly Emirates. Keep discovering.


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Hebe grava matérias para o seu programa em Dubai

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Neste último final de semana, Hebe Camargo viajou para Dubai e ficará por lá nos próximos 10 dias gravando matérias, para formar ao menos dois especiais, mostrando o que ainda não foi exibido em outros programas  brasileiros.

Segundo a coluna Canal 1, ela viajou acompanhada de uma equipe de externas do SBT e do seu novo diretor, Ariel Jacobowitz.
 

Os Vizinhos de Dubai

sexta-feira, 15 de agosto de 2008

Friday Market, no caminho para fujairah/Sandra Silveira

DUBAI - Localizados na Península Arábica, na entrada do Golfo Pérsico, cada um dos sete Emirados Árabes Unidos (EAU) tem o mesmo nome de sua capital. Em uma viagem ao Oriente Médio, para participar de um congresso sobre turismo, passei a primeira noite em Dubai. Mas no dia seguinte logo cedo começava minha incursão rumo a dois outros emirados menos famosos, Sharjah e Fujairah, ou a um pedacinho deles. Um ônibus enorme e uma guia croata nos esperava no saguão. Nosso primeiro destino era Sharjah, localizado no centro dos EAU e a 15 minutos de distância de Dubai, porém sem o glamour do vizinho.

Por conta de sua proximidade de Dubai, Sharjah acaba sendo o local escolhido para morar pelas pessoas que trabalham no emirado ao lado. A população é de cerca de 700 mil habitantes. Sharjah tem muito ouro e o maior número de mesquitas dos emirados. No caminho, uma obra chama a atenção. À primeira vista, parece uma das mesquitas, mas, na realidade, é um aeroporto em construção.

Já a mesquita do Rei Faisal é a maior dos emirados e pode abrigar até três mil fiéis. Sob um sol inclemente do meio-dia, passamos em frente a ela. Era sexta-feira, dia sagrado para os muçulmanos, e toda a família pode ir fazer suas orações. Milhares de pares de sapatos ficam na entrada, e fiquei me perguntando como cada dono acha o seu depois.

Partimos de Sharjah rumo a Fujairah, distante 131 quilômetros de Dubai. O emirado é o único situado ao longo do Golfo de Omã em vez do Golfo Pérsico. São cerca de 100 mil pessoas distribuídas por 1.165 quilômetros quadrados. Pelo caminho, atravessamos uma estrada que corta as montanhas de Hajar. Vale uma parada para apreciar a linda vista do cânion nas montanhas e das trilhas wadis (vales entre rochas). O céu é azul; o calor, forte, e a umidade do ar, muito baixa. Mas o cenário compensa o desconforto.

Esperava ver beduínos no deserto e qual não foi minha surpresa quando descobri que o povo milenar não existe mais. Pelo menos, não da maneira que víamos nos filmes, morando em tendas no deserto, rodeados de camelos. Eles agora recebem subsídios do governo e, no lugar de tendas, têm belas casas; em vez de camelos, carrões de último tipo. Uma decepção. E nossa guia diz que os camelos que existem hoje nos emirados vêm da China.

Bidya Mosque, a mais antiga e menor mesquita dos Emirados/Sandra Silveira Em Fujairah, a primeira parada foi no Friday Market. Aberto todos os dias, vende mercadorias tradicionais, como cerâmicas, tecelagem de folhagem de palmeira e os famosos tapetes da região. Como em todo mercado popular, é preciso negociar. O lugar também é repleto de plantas e frutas. Aliás, os emirados importam quase tudo, à exceção de frangos, ovos e banana.

A mesquita de Bidiya, a mais antiga dos emirados, fica em Fujairah. Mais conhecida como Mesquita Otomana, tem quatro abóbadas apoiadas por um pilar central. Ao fundo, um morro leva a duas pequenas torres de onde é possível avistar belas propriedades rodeadas de montanhas.

Um enclave no meio dos Emirados

Passamos a noite no emirado de Fujairah, no Miramar Al Aqah Beach Resort Fujairah, considerado um dos melhores cinco estrelas dos Emirados Árabes Unidos. No dia seguinte pela manhã, rumamos para Al Ain, um enclave no emirado de Abu Dhabi, o maior, com 86,7% de uma área de 83.600 km e que abriga 4,4 milhões de habitantes. Foram quase duas horas cortando o deserto e avistando uma nuvem de poeira que deixava o céu totalmente nublado.

Al Ain é conhecida como a "cidade dos jardins" por causa de seus seis oásis. Por muitos anos, foi o destino preferido de férias dos xeques. É considerado um dos lugares mais verdes da Península Arábica e fica a 160 quilômetros tanto de Dubai como de Abu Dhabi. Um dos jardins de Al Ain está no sítio arqueológico de Hili, onde as famílias fazem piqueniques, especialmente nos dias mais frios - a temperatura nesses dias mais frios é superior a 30 graus Celsius. O sítio arqueológico é remanescente da Era do Bronze, com algo em torno de cinco mil anos, e foi restaurado.

Palácio de Al Ain/Sandra Silveira É proibido fotografar prédios públicos ou qualquer residência de integrantes do governo, principalmente dos xeques, sob pena de ter a câmera apreendida e passar alguns dias na prisão. Sendo assim, só de perto é possível ver onde moravam e como viviam os xeques nos palácios que foram transformados em museus. Esse é o caso do Palácio de Al Ain, residência do xeque Zayed bin Sultan Al Nahyan de 1927 até o início dos anos 70. Zayed queria transformá-lo em um ambiente cultural que conectasse o presente com o passado enclave. Segundo nossa guia croata, os mais talentosos artistas foram contratados para esse fim e, depois de dois anos de trabalho, em 2000, o Palácio de Al Ain foi aberto ao público.

Os visitantes são muito bem recebidos e levados para conhecer como vivia a família mais nobre do emirado. Os convidados tinham uma ala só para eles no palácio de inúmeros quartos, salas, jardins e muitas pinturas do mais amado, pintado, fotografado e falado xeque, morto em 2004.

Mercado de Camelos em fujairah/Sandra Silveira Depois do palácio, fomos visitar um mercado de camelos. Muitos empresários adquirem os animais para disputarem corridas, que são populares na região. Mas o mercado não é apenas um local de compra e venda de camelos de corrida, mas também um lugar onde são negociados o $e a carne dos animais.

Nenhuma visita a Al Ain estaria completa sem ir ao topo da montanha Jebel Hafeet, considerada um dos monumentos do enclave. São 1.200 metros acima do deserto alcançados por uma estrada de cerca de 15 quilômetros de extensão. Até onde os olhos podem ver, não há árvores, moitas, nada, o que torna o lugar mais fascinante ainda. É de tirar o fôlego. Antes de retornar a Dubai, passamos a noite no alto da montanha, no Mercure Grand Jebel Hefeet Hotel. Fez frio de verdade.

A repórter viajou a convite do World Travel & Tourism Council (WTTC)
 
Fonte:
Sandra Silveira - O Globo Online

Doze homens e um desejo - faixas-pretas que vão ensinar nas escolas dos Emirados

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

 
Na porta de um flat em Ipanema, perto de onde o escritor e jornalista Nelsinho Motta pega um táxi, na certa para almoçar em algum canto, o paulista Adriano Ornellas ainda comemora. 

Ex-feirante e ex-segurança de Zezé de Camargo, Luciano e Scheilla Carvalho, o faixa-preta da BTT foi campeão no sênior 1 da faixa-preta ontem, mas nesta segunda-feira a alegria tem outro motivo. Ele será um dos brasileiros que, a partir de 10 de setembro, vão se mudar para Abu Dhabi para ensinar Jiu-Jitsu para crianças de 10 a 14 anos, em 12 colégios da capital dos Emirados Árabes. "Sempre almejei viver do Jiu-Jitsu. Agora temos tudo para concretizar esse desejo", diz Ornellas.

A equipe, fechada ontem à tarde e apresentada oficialmente ao GRACIEMAG.com, é formada ainda por Paulo Ricardo "Paulito", Uira Sul, Ricardo Neira, Marcinho Lívio, Bernardo Cruz, Marcelo da Silva, Julio Cesar Gomes, Pedro Lott, Mohammad Jehad, Tiego Fernandes e Leandro Polônio – que vão se juntar aos professores Olavo Abreu, Suyan Queiroz, Ricardinho Brandão, Marcelo Motta e Sid Jacintho, que já moram lá.

Um projeto firmado graças à parceria de Carlos Santos e o xeque Mohammad Bin Zayed, irmão do xeque Tahnoon e líder dos Emirados. "Esse projeto School-Jitsu vai levar para as escolas de Abu Dhabi aulas de Jiu-Jitsu e defesa pessoal, mostrando seus aspectos educativos, esportivos e culturais, com o objetivo de fazer do Jiu-Jitsu um esporte nacional do país", conta Carlão, líder do Emirates Team.

"Queríamos não apenas bons atletas, mas professores honestos e corretos. Pesquisamos e fechamos esses 12 nomes, que hoje assinaram contrato para dar aulas lá por dois anos, com plano de saúde para a família e bons salários. Eles agora são funcionários do governo – de Abu Dhabi. Vamos trabalhar para chegar em todos os colégios do país, inclusive o xeque Mohammad me pediu também para levar três faixas-pretas mulheres, para dar aulas para as meninas. É um projeto para 2009, acredito".

Palestino naturalizado brasileiro, o professor Mohammad Jehad é o único que já tem a experiência de ensinar a crianças no Oriente Médio: "Mudam alguns costumes, mas guri é sempre guri. Esse projeto é típico de um estadista visionário como o xeque Mohammad, afinal o Jiu-Jitsu vai moldar e influenciar no caráter desses jovens para sempre. E daqui a uns dez anos vamos colher os frutos nos campeonatos também".

 

http://www.graciemag.com/news/51/ARTICLE/11336/2008-07-29.html

Agência paulista que elabora estudos de comportamento e inovação realizou uma pesquisa no Oriente Médio e na África.

domingo, 20 de julho de 2008

São Paulo – Pesquisar comportamento e buscar soluções inovadoras para o mundo corporativo. Essa é a missão da Mandalah, empresa criada no final de 2006, em São Paulo. Desde então, Igor Botelho e Lourenço Bustani, sócios criadores da agência, vêm ajudando grandes empresas, nacionais e estrangeiras, a se relacionar e comunicar melhor com seus consumidores. "Mais que isso, nós buscamos o humano por trás do consumidor. Por isso o H no nome Mandalah", explica Igor.

No começo de julho, Bustani fez uma viagem para os Emirados Árabes Unidos e para a África do Sul. O objetivo era realizar uma pesquisa comportamental para uma empresa automotiva sediada nos Estados Unidos (eles nunca revelam os nomes dos clientes).

Segundo Lourenço, o projeto completo envolve três regiões: América Latina, Oriente Médio e África. Como as tendências que surgem em Dubai acabam influenciando os demais países ao redor dos Emirados, o trabalho da Mandalah se concentrou apenas lá. Na África do Sul, a equipe ficou em Johanesburgo. "Fomos até esses locais para conversar com consumidores e experts e fazer o que chamamos de 'etnografia'", conta o sócio. "Nosso trabalho de investigação vai muito além das questões de consumo".

Arquivo pessoal/Lourenço Bustani Arquivo pessoal/Lourenço Bustani

Equipe da Mandalah fez filmagem em Dubai

A Mandalah foi acompanhada de uma equipe de filmagem. O resultado final do trabalho é apresentado no formato de um documentário, acompanhado de relatórios estratégicos sobre os três mercados estudados.

Essa foi a primeira vez que a empresa foi a um país árabe. "Mas não é a primeira vez que fazemos trabalho fora", diz Lourenço. A Mandalah, aliás, tem uma filial na Cidade do México. E deve dar largos passos no futuro, rumo a Londres e Nova York.

Raízes libanesas

Lourenço Bustani é bisneto de libanês. Quando o bisavô chegou ao Brasil, foi logo para a Bahia. Lá nasceu seu avô, que quando cresceu, foi para Rondônia. Lá nasceu seu pai, que foi para o Rio estudar para ser diplomata. Lourenço, por conta da profissão do pai, nasceu em Nova York.

O sócio da Mandalah conta que a família daqui ficou muito tempo sem contato com a família Bustani do Líbano. Há cerca de dez anos, no entanto, eles se reencontraram. "E o mais curioso é que mesmo sem estarmos em contato durante anos, descobrimos que temos os mesmos interesses, circulamos pelos mesmos meios e cultivamos os mesmos hábitos", conta. Um exemplo: José Bustani, o pai de Lourenço toca piano. A prima distante Myrna Bustani não só toca como organiza o festival anual de Mozart, no hotel comandado por ela, o Al-Bustan.
Arquivo pessoal/Lourenço Bustani Arquivo pessoal/Lourenço Bustani

Lourenço vestido a carater em Dubai



Lourenço já esteve duas vezes em Beirute. Na segunda passagem por lá, há dois anos, foi para o festival organizado por Myrna. Ele também foi à Síria e à Jordânia. Em Dubai, o brasileiro pisou pela primeira vez agora, a trabalho. E saiu de lá como quem sai de um programa de computador, de uma realidade virtual na qual prédios e obras faraônicas são erguidos em questão de dias. Ele não viu nada que lembrasse o Brasil por lá, a não ser por questões econômicas, como a indústria do turismo e do petróleo, e sociais. "Lá também tem uma desigualdade gigante", disse. "Mas é difícil comparar com Dubai com qualquer outro lugar do mundo."

Para ele, é o lugar perfeito para as pessoas que querem ganhar dinheiro rápido. "Tudo é glamour, o maior, o melhor, o mais alto", diz. E tudo é transitório – os estrangeiros, grande maioria, querem ficar um par de anos por lá e depois ir embora. "Mas os brasileiros que conhecemos e entrevistamos por lá já se ajeitaram. Sabem se divertir, viver bem e não têm data definida para voltar."

Saiba mais:
www.mandalah.com.br

Torre giratória de Dubai recebe 600 reservas em 20 dias

sexta-feira, 18 de julho de 2008


O projeto da torre giratória de Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, desenvolvido pelo arquiteto David Fischer, recebeu mais de 600 pedidos desde a abertura das reservas, em 24 de junho de 2008. A informação foi divulgada na última quinta-feira pela incorporadora do empreendimento, que terá 80 andares e 420 m de altura.
A torre giratória foi apresentada oficialmente em uma conferência realizada em Nova York, há menos de três semanas. Segundo a Rotating Tower Dubai Development, 140 das reservas foram feitas por clientes dos Estados Unidos, seguidos por 94 interessados da Inglaterra e 57 da Austrália. Também foram registrados pedidos de cidadãos da Itália, China e Nova Zelândia, informou a empresa.
A Rotating Tower Dubai Development informou que 50 reservas foram feitas especificamente para apartamentos de luxo, de 1,2 mil m², com preços a partir de US$ 30 milhões. Cada um deles irá oferecer visão de 360 graus, além de piscina e sauna privativas, informou a incorporadora.
Os 80 andares da torre dinâmica de Dubai serão divididos entre escritórios comerciais (até o 20º andar), hotel seis estrelas (21º ao 35º andares), apartamentos residenciais (36º ao 70º andares) e os apartamentos de luxo, nos dez últimos andares.
A empresa informou ainda que a torre será construída usando um método de David Fischer, com partes pré-fabricadas. Segundo a Rotating Tower Dubai Development, isso reduzirá o tempo de construção em 30% e vai requerer apenas 600 funcionários, na fábrica, e 80 técnicos, no local do prédio, ao invés de 2 mil empregados, como seria usual em um empreendimento do mesmo tamanho, explicou a incorporadora.
A nova técnica permitirá que cada andar seja construído em apenas sete dias e a entrega do empreendimento aconteça em 2010, informoua construtora.


Fonte: Terra