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Embratur promove destinos brasileiros em Dubai

quarta-feira, 18 de março de 2009

São Paulo – Para atrair mais turistas árabes ao Brasil, o Instituto Brasileiro de Turismo (Embratur) vai divulgar o país na Emirates Holidays World, feira de turismo que será realizada em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, em maio. Essa vai ser a terceira participação brasileira no evento. "O mercado árabe para nós é muito importante", afirmou o diretor de Turismo de Negócios e Eventos da Embratur, Marcelo Pedrosa.

A feira, que é organizada pela Emirates Holidays, empresa de comercialização de pacotes turísticos que pertence à companhia aérea Emirates Airline, reúne mais de 400 agentes de viagens que têm a oportunidade de divulgar seus destinos turísticos. No caso do Brasil, representantes de São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia, Amazonas e Paraná deverão participar do evento. "Todos esses destinos já estão no catálogo da Emirates Holidays", disse Pedrosa.

De acordo com ele, a Embratur passou a participar da feira desde o início dos vôos diretos da Emirates ao Brasil, em 2007. O público, a maioria agentes e operadores de viagens, é de vários países, principalmente Ásia e Oriente Médio. "Nossa atuação nesse mercado está focada em função do vôo da Emirates", disse Pedrosa. O diretor aposta também na vinda de turistas árabes por vôos da África do Sul e da Turquia, pela Turkish Airlines, que deve começar a operar em São Paulo em abril.

"Em curto prazo não vamos ter uma grande quantidade de vôos diretos da região, mas podemos trabalhar com conexões e vôos de regiões próximas", afirmou Pedrosa. Segundo ele, a Emirates está bem satisfeita com a ocupação da rota Dubai-São Paulo. "A idéia é intensificar nossa participação nesse mercado e gerar cada vez mais volume [de passageiros]", acrescentou.

Além do Emirates Holidays, a Embratur já participou de outros eventos de turismo nos Emirados, como a feira Arabian Travel Market (ATM) e o World Travel & Tourism Council Summit (WTCC), no ano passado. Deste último, a presidente da Embratur, Jeanine Pires, participou. Ele reúne investidores do setor e este ano vai ocorrer em Florianópolis, capital de Santa Catarina. "Existem muitas oportunidades de investimentos em infraestrutura no Brasil. O país oferece uma maior segurança agora, principalmente no setor imobiliário", afirmou o diretor.

De acordo com ele, o Brasil está se colocando entre as principais economias de turismo e, com a Copa de 2014, que o país vai sediar, novas demandas de investimentos irão surgir. Pedrosa deu as declarações ontem (17), no 7º Fórum Panrotas.

Companhias aéreas

O fórum contou também com a participação das companhias aéreas. Apesar da crise, as empresas brasileiras devem continuar investindo neste ano. De acordo com o presidente da TAM, David Barioni Neto, a meta da companhia em 2009 é abrir uma nova rota para Johannesburgo, na África do Sul; fechar o ano com 132 aeronaves em operação; e continuar com planos de investimentos até 2018 de US$ 6,9 bilhões. Já o presidente da Webjet, Wagner Ferreira, acredita num crescimento de 5% na demanda doméstica neste ano.

Divulgação Divulgação

Presidentes de empresas aéreas dizem que investimentos continuam

Para o presidente da Azul, Pedro Janot, a companhia espera encerrar o ano com 1,8 milhão de passageiros transportados e continuar com o plano de investimentos de US$ 600 milhões para o Brasil em 2009. O presidente da Trip, José Maio Capriollo, também garantiu que os planos da empresa de investir US$ 200 milhões este ano em novos equipamentos serão mantidos. "Seria imprudente não continuar investindo", afirmou.

No caso da Gol, o presidente da companhia, Constantino de Oliveira Júnior, acredita que fechar as contas este ano será difícil, principalmente porque a programação de investimentos em encomendas de aviões é feita com antecedência e é difícil cancelar pedidos por conta da mudança do cenário econômico. Apesar disso, o executivo afirmou que a empresa deve fechar o ano com 108 aeronaves, contra 104 no ano passado.

Copa

O ministro do Turismo, Luiz Barreto, que também participou do fórum, aposta na Copa do Mundo de 2014 para melhorar a qualidade do setor no Brasil. "A Copa é uma das maiores oportunidades de exposição do Brasil para o mundo", afirmou.

A meta do ministério é chegar em 2014 com 65 destinos brasileiros altamente qualificados para atender os turistas. "Será um grande desafio", afirmou Barreto, que em janeiro, assinou um convênio com a Fundação Roberto Marinho para qualificação de 80 mil pessoas para o setor turístico.

Com relação à crise internacional, o ministro afirmou que o país deve manter o pé no chão. "A crise financeira nos obriga a viver com o pó no chão. Com a queda do PIB no último trimestre de 2008, estão sendo reavaliadas as projeções de crescimento da economia para 2009", disse.

Apesar disso, no setor de turismo, o ministro afirmou que o Brasil vem ganhando posições. Segundo relatório do Fórum Econômico Mundial, no que se refere à competitividade e atratividade turística, o Brasil está posicionado em primeiro lugar na América do Sul, em segundo na América Latina e em quinto no ranking das Américas. Já nos estudos de maiores economias do turismo do WTTC, o país subiu da 14ª posição, em 2008, para 13ª este ano.

Além disso, o turismo de negócios no país também vem crescendo, representando hoje 30% do volume dos turistas que vêm ao Brasil. Em 2007, o turismo gerou receitas de US$ 39 bilhões, o que representou 2,6% do PIB. "É a quinta pauta das exportações brasileiras. É uma indústria muito forte que movimenta muito a economia", disse o ministro.

De acordo com ele, na atual conjuntura o turismo interno cresceu, e este ano o ministério aposta num aumento maior ainda nesse mercado. "São quase 100 milhões de brasileiros participando do mercado de consumo", afirmou.
 

Turismo: Resorts mais baratos na Tunísia

segunda-feira, 9 de março de 2009

Quem sonha curtir o litoral do Mediterrâneo, mas se assusta com os preços dos resorts espanhóis ou italianos, consegue encontrar opções bem mais em conta do outro lado do mar. Em Djerba, uma ilha da Tunísia, por exemplo, a diária em um hotel quatro estrelas pode custar até um quarto do valor cobrado por um similar da Andaluzia. É claro que, para chegar lá, tem o adicional da passagem, mas vislumbrar o visual diferente do país compensa.
As diárias no resort custam a partir de US$ 34 por pessoa
 
O El Mouradi Djerba Menzel costuma receber visitantes de toda a Europa, principalmente no verão do hemisfério norte, que vai de junho a setembro. Além da praia, onde é possível dar um passeio de quadriciclo alugado, um dos destaques do hotel é o complexo de piscinas à beira-mar.

Com 33 hectares, o resort está localizado a seis quilômetros da cidade de Midoun e a 33 quilômetros do aeroporto de Djerba-Zarzis. São 638 quartos, divididos entre um edifício central e as "menzels", uma espécie de bangalô tunisiano, que garante mais tranqüilidade e privacidade a seus ocupantes. As diárias custam a partir de US$ 34 por pessoa, em quarto duplo, com café da manhã incluído.

Do ponto de vista do lazer, há muita opção. São duas piscinas de água salgada, uma de água doce ao ar livre e outra coberta com jacuzzi. Há ainda quadras, academia, spa, sauna e atividades recreativas para crianças. Para comer, pode-se escolher entre quatro restaurantes e cinco bares.

Fora dali, a ilha de Djerba merece ser explorada. Ela pode ser considerada um "aperitivo" do mundo árabe. Casas brancas dividem as ruas com mesquitas e sinagogas. Em mercados como o de Midoun, é possível comprar os trajes típicos, a exemplo de xales brancos debruados de vermelho e chapéus de palha, além de artesanato em cerâmica.

El Mouradi Djerba Menzel - Onde: Midoun -Djerba B.P. 163 - 4116, 163-4116, Djerba, Tunísia. Informações: (216) 75 75 03 00 ou Fax: (216) 75 75 04 90 e nos sites www.elmouradi.com ou info.jerbamenzel@elmouradi.com.
 
 
06/03/2009

BAD e TAV Airports financiam construção de aeroporto na Tunísia

segunda-feira, 2 de março de 2009

Túnis - Um holding turco, TAV Airports, e o Banco Africano de Desenvolvimento (BAD) assinaram sexta-feira em Túnis diversos acordos de financiamento da construção de um novo aeroporto na Tunísia, soube-se de fonte segura na capital tunisina.


O projecto estimado em 560 milhões de euros será executado pelo TAV Airports na zona de Enfidha, a cerca de 80 quilómetros ao sudeste de Túnis, no centro de uma zona turística, e terá uma capacidade de acolhimento para sete milhões de
passageiros por ano com previsão de aumento para 20 milhões de passageiros até 2020, de acordo com a fonte.


O empreendimento vai permitir criar dois mil 200 empregos durante a fase de construção e gerar mil 200 empregos directos e 10 mil empregos indirectos durante a fase de exploração, indicou a fonte.
 
Fonte: Angola Press

Guia elege as melhores coisas da Tunísia

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

O melhor sítio histórico, a melhor mesquita, o melhor prato, o melhor souk (mercado árabe), o melhor restaurante, as melhores paisagens naturais, o melhor museu e a melhor praia da Tunísia.

Com 192 páginas ilustradas, o "Guia Espiral Tunísia" oferece mapas e informações práticas para conhecer o país, apresenta cidades, programas, atrações e traz recomendações sobre como circular, o que fazer e o que não fazer.

O MELHOR DA TUNÍSIA
Um povo hospitaleiro vivendo em uma geografia rica e variada, com paisagens estonteantes que vão de verdes colinas e praias perfeitas a desertos e oásis: essa é uma das facetas da Tunísia. Acrescente a opulenta arquitetura mourisca-islâmica, o mistério e a crueldade da Cartago fenícia e românticas ruínas romanas e o resultado é mais do que suficiente para fazer do país um destino turístico imperdível.

Melhor sítio histórico
Se é para visitar um único sítio histórico, o imponente anfiteatro em El-Jem é imbatível. O lugar evoca a riqueza da África romana, a perícia de seus arquitetos e a sanguinolência dos espetáculos com gladiadores e feras selvagens.

Melhor mesquita
Se é para conhecer uma única mesquita, o quarto ponto mais sagrado do islã, a Grande Mesquita de Kairouan é o lugar certo. Vasta mas elegante, sua beleza reside na total simplicidade.

Melhor prato
O prato nacional da Tunísia, o cuscuz, assume diversas formas, mas a mais apreciada no país é o couscous au poisson, com peixe, legumes e, às vezes, frutos-do-mar. O cuscuz é servido em restaurantes à beira- mar e o de Sfax é quase insuperável. Mas lembre-se: o tunisiano adora uma pimenta.

Melhor souk
Se é para visitar um único souk, que seja na almedina de Túnis. A principal artéria da almedina, rue Jemaa ez-Zitouna, é bastante turística, mas pegue uma travessa e atrás da mesquita de Jemaa ez-Zitouna você encontrará os souks, onde fervilha o mercado local de temperos, lãs, perfumes e cobre.

Melhor restaurante
Se é para conhecer um único restaurante caro, o Dar el-Jeld, em Túnis, é sua melhor escolha. Além de ficar numa almedina de antigas construções, é possível desfrutar um soberbo jantar ao som do alaúde.

Melhores paisagens naturais
A Tunísia controla apenas uma pequena área do maior deserto do mundo, o Saara, mas é a mais acessível em termos de segurança, transporte e facilidades de hospedagem. Começando ao sul de Douz está o Grand Erg Oriental, a parte mais pitoresca, com suas ondulantes dunas de areia. Para ver miragens, há o lago salgado do Chott el-Jerid.

Melhor museu
Sem dúvida, o Musée du Bardo em Túnis, é um dos melhores do mundo, com sua coleção de mosaicos romanos. A coleção cartaginesa também é magnífica.

Melhor praia
Se é para conhecer apenas uma praia, e sua preferência recai sobre as menos badaladas, vá para Rass Sidi Ali el-Mekki perto de Ghar el-Melh. Boa de nadar, a areia macia, os restaurantes simples mas excelentes e as vistas soberbas fazem valer a pena o esforço extra para chegar.
 

Turismo: Faças as malas e vá para Líbia e Argélia

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Alexandre Rocha/ANBA Alexandre Rocha/ANBA

Medina de Trípoli reúne marcos de diferentes épocas

Trípoli e Argel – Países do Norte da África como Marrocos, Tunísia e Egito são destinos turísticos tradicionais bastante procurados por viajantes do mundo inteiro. Mas essa faixa de terra, delimitada pelo Mar Mediterrâneo ao norte e cortada pelo Deserto do Saara ao Sul, guarda outras surpresas com grande potencial de atração de visitantes, embora ainda pouco exploradas: a Líbia e a Argélia.

São dois países vizinhos, com economias baseadas no petróleo, clima e passados semelhantes, mas, no entanto, muito diferentes entre si. A presença de fenícios, cartagineses, romanos, berberes, depois árabes e por fim dos turcos, faz parte da história comum das duas nações, e as relíquias deixadas por esses povos podem ser vistas em ambos.

A partir do século 19, porém, a história das duas nações passou seguir caminhos totalmente diferentes. A Argélia se tornou uma colônia francesa na primeira metade daquele século, e o domínio francês durou mais de 100 anos, até a guerra de independência que teve início em 1954 e só terminou em 1962. Já a Líbia foi invadida pela Itália em 1919 e permaneceu sob domínio italiano até 1943.

Wilson Dias/Abr Wilson Dias/Abr

Artesanato no mercado árabe tradicional

No quesito dos projetos para atração de turistas, seja para lazer ou negócios, a Líbia parece estar na dianteira. O país, governado há 40 anos pelo coronel Muammar Kadafi, se abriu para o mundo no início desta década, após anos de embargos internacionais. Novos hotéis e empreendimentos de veraneio pipocam na capital Trípoli e redondezas. Além disso, o governo investe pesado em infra-estrutura e na indústria petrolífera, atraindo empresários de todas as partes.

Os dois novos terminais do Aeroporto Internacional de Trípoli, cujas obras estão a cargo da construtora brasileira Norberto Odebrecht, vão ter capacidade para receber 20 milhões de visitantes por ano. Com isso, o governo líbio, além de promover o turismo, quer transformar a cidade em um centro de conexões aéreas, especialmente para destinos na África.

Ao passear por Trípoli é possível ter uma amostra do potencial turístico do país. A Medina, centro antigo da cidade, guarda entre suas muralhas resquícios das diversas civilizações que se estabeleceram no território. No meio dela, por exemplo, está o chamado Arco de Marco Aurélia, ruína romana que pode ser visitada facilmente. Nos arredores da capital existem outros sítios romanos bem preservados.

Alexandre Rocha/ANBA Alexandre Rocha/ANBA

Kadafi é onipresente

Dentro da Medina e em suas redondezas há uma forte concentração de comércio bastante popular, com comerciantes e camelôs líbios e de outras nacionalidades africanas vendendo todos os tipos de produtos, desde roupas, passando por cigarros, até antenas parabólicas. Dentro das muralhas, há também um souk, mercado árabe tradicional, onde são comercializadas peças de artesanato local.

A entrada principal do souk fica em frente à Praça Verde, marco da moderna Trípoli, local de passeio e lazer dos moradores. Ali perto há também o prédio do Banco Central da Líbia, palácio de arquitetura mourisca que chama a atenção. A imagem de Kadafi é onipresente, está espalha em cartazes por toda a cidade.

Uma dificuldade é o idioma. Ao contrário de outros países da região, onde os sinais de trânsito, nomes de ruas e luminosos de lojas são geralmente bilíngües (em árabe e francês ou em árabe e inglês), na Líbia praticamente tudo é escrito somente em árabe. Além disso, é mais difícil encontrar pessoas que falem outras línguas.

Mas mesmo nessa seara o visitante pode ser surpreendido. Ao sentar para almoçar ou jantar você pode, sem saber, estar em um dos restaurantes do Khaleed, líbio que viveu muitos anos no Brasil e fala português praticamente sem sotaque.

O país tem também atrações naturais, como a costa mediterrânea e o deserto, e já começa a tentar atrair turistas estrangeiros em busca de casas de veraneio. Está em construção, por exemplo, a Palm City Residences, condomínio a beira-mar localizado a 15 quilômetros de Trípoli, que vai reunir ampla estrutura de lazer.

A Branca

Alexandre Rocha/ANBA Alexandre Rocha/ANBA

Centro de Argel visto da parte alta da cidade

O mar é uma das grandes atrações também de Argel. A capital argelina, embora pouco visitada por turistas estrangeiros, é provavelmente uma das cidades mais ocidentalizadas do Norte da África. Apesar das feridas deixadas pela guerra de independência, a influência francesa no país é muito forte, mais até do que nos altamente turísticos Tunísia e Marrocos.

A começar pela arquitetura. Os prédios de Argel, baixos, brancos e com janelas azuis, são característicos da colonização francesa. A cidade fica em uma baía e suas ruas sinuosas sobem morro acima, de onde se tem belas vistas do Mediterrâneo.

Alexandre Rocha/ANBA Alexandre Rocha/ANBA

Frase ecumênica sobre o altar da santa negra

Um desses pontos de observação é o platô onde se encontra a basílica Notre Dame D'Afrique, ou Nossa Senhora da África, construída em 1858. A igreja guarda características multiculturais. A santa, colocada em cima do altar, é negra como Nossa Senhora Aparecida, a padroeira do Brasil. Ao fundo, em destaque na base da cúpula do templo, está escrito: "Notre Dame D'afrique, priez pour nous e pour les musulmans", ou "Nossa Senhora da África, rezai por nós e pelos muçulmanos". A população argelina, como nos outros países da região, é majoritariamente muçulmana.

Apreciar do alto o casario branco, que conferiu à cidade o apelido de "La Blanche", e o mar azul turquesa é sem dúvida um dos melhores programas de Argel. Mas não é o único. A cidade tem outras surpresas, como seu centro movimentado e com um comércio vibrante, a Kasbah, cidadela otomana que está na lista do Patrimônio Histórico da Humanidade da Unesco, e o monumento aos mártires da guerra da independência. Não longe da capital, existem também ruínas romanas.

Argel é uma cidade onde é possível ainda curtir a vida noturna e conhecer lugares freqüentados pelos locais. Ao contrário da Líbia, onde o consumo de bebidas alcoólicas é proibido, a Argélia produz boas cervejas e vinhos.
Alexandre Rocha/ANBA Alexandre Rocha/ANBA

Área central tem arquitetura colonial francesa



Um desses locais é o La Voûte, mistura de restaurante e bar com música ao vivo, que fica na parte baixa da cidade, próximo ao porto. O cenário parece saído de um filme. Não há indicação do lugar, instalado entre os arcos que sustentam um bulevar acima. Quando o cliente bate na porta, o porteiro abre uma janelinha para ver quem é. Ao entrar, o visitante logo se depara com grupos de jovens argelinos conversando animadamente enquanto ouvem uma banda tocar clássicos do blues e do rock.

Embora exista um projeto para promover o turismo, ainda não se vê muitos estrangeiros na capital argelina. O país recebe atualmente cerca de 1,5 milhão de turistas por ano, muito menos do que os seus vizinhos, mas há capacidade para muito mais.

Agência está lançando um pacote turístico para o Marrocos com guia especialista na história do país árabe.

terça-feira, 5 de agosto de 2008

São Paulo – A agência de viagens Latitudes, de São Paulo, está lançando um pacote para o Marrocos que oferece ao turista um mergulho na cultura marroquina. A empresa, especializada em "viagens de conhecimento", se diferencia das outras por trabalhar com grupos pequenos, de no máximo 20 pessoas, e por ter sempre um especialista, como historiador ou antropólogo, auxiliando o grupo. "A idéia é transformar uma simples viagem numa viagem de conhecimento, o que a faz ser mais duradoura", afirmou o sócio da Latitudes, Alexandre Cymbalista.

Divulgação/Latitudes Divulgação/Latitudes

Viagem propõe desbravar história do Marrocos

Para lançar esse novo destino, Cymbalista vai promover a palestra "Marrocos – Uma Odisséia por Dunas e Montanhas", que será realizada quinta-feira (07) na sede da empresa em São Paulo. Segundo o empresário, a Latitudes lançou no começo do ano um pacote similar a esse do Marrocos, ao Egito, onde o grupo viajou com um egiptólogo. "Em Luxor, por exemplo, os turistas apenas passam por lá ou ficam uma noite, mas com a gente passam três noites", disse Cymbalista. "A pessoa acaba apreciando muito mais a cultura, o povo, o artesanato, a culinária e os fatos históricos", acrescentou.

O sucesso do pacote para o Egito foi tanto que para novembro a agência está organizando uma segunda viagem ao país árabe. De acordo com Cymbalista, o Marrocos também é um destino muito rico e que deverá atrair muitos interessados. Na palestra, o empresário vai falar da múltipla identidade marroquina e de sua cultura poliglota, fruto das várias dominações e contato com diferentes povos. Além disso, o país árabe oferece desde praias do Atlântico e Mediterrâneo a picos nevados do Atlas e deserto do Saara.

Divulgação/Latitudes Divulgação/Latitudes

Comida é atração no Marrocos

A viagem ao Marrocos terá duração de duas semanas e tem saída prevista para dia 04 de outubro. "Acabamos de lançar e já temos umas oito pessoas interessadas", disse Cymbalista. O roteiro inclui acampamento no deserto do Saara, escalada nas montanhas do Atlas, caminhada na floresta de cedros, passeio com camelos, visita à cooperativa de mulheres tapeceiras, jantar na casa de uma família local, hospedagem num Kasbah (fortificação) e passeios na pequena vila de oásis no Vale Ziz cheia de tâmaras e palmeiras.

"A gente entra de cabeça na cultura marroquina. Os turistas apreciam de tudo e têm oportunidade de perguntar e dialogar com o especialista", disse Cymbalista. Segundo ele, esse estilo de viagem agrada tanto aos viajantes, que já teve gente que fez duas vezes o mesmo roteiro.

A Latitudes também trabalha, na região, com pacotes para Israel, que não é um país árabe, e Jordânia. Os turistas aprendem as diferenças e similaridades entre os dois países que fazem fronteira e abrigam muçulmanos, judeus e cristãos. Para esse roteiro, o especialista que acompanha o grupo é um antropólogo que foi guia na região por nove anos.

Divulgação/Latitudes Divulgação/Latitudes

Latitudes promove também viagens ao Egito

A Latitudes funciona desde 1992 e trabalha com 10 roteiros de viagens que abrangem cerca de 20 destinos. A idéia de fazer viagens do conhecimento surgiu em 2003, quando a empresa passou a trabalhar mais a fundo os roteiros de cada lugar. Hoje, os destinos mais procurados são Índia e Nepal, que é chamado de Viagem de Filosofia, e Grécia, onde o foco é na mitologia grega.

Anualmente cerca de 500 pessoas viajam pela Latitudes, sendo que além de brasileiros, a empresa já levou turistas da Inglaterra, Chile, Portugal, Argentina e Estados Unidos. Para o próximo ano, a empresa estuda incluir em seu roteiro mais dois destinos no Oriente Médio, Síria e Irã.

Contato
Latitudes
Telefone:             +55 (11) 3045 7740       
E-mail: latitudes@latitudes.com.br
Site: www.latitudes.com.br

Manual Embratur: Turismo para Pessoas com Deficiência

quarta-feira, 23 de julho de 2008

A indústria do turismo é, atualmente, o setor da economia produtiva que mais se expande em todo o mundo. Somente em 1998, a indústria de viagens e lazer, segundo a Organização Mundial de Turismo – OMT, movimentou, em todo o mundo, mais de 635 milhões de pessoas, universo que injetou na economia uma cifra superior a US$ 439 bilhões.

Essa mais do que expressiva movimentação financeira, resultante da contínua expansão da atividade turística ao longo desta década, vem possibilitando aos setores público e privado desenvolver novos produtos, destinados a atender aos anseios e às necessidades dos diferentes segmentos que conformam o mercado consumidor.

Em virtude da multiplicação de nichos específicos de mercado, a indústria do turismo vem sendo submetida, no entanto, a exigências inúmeras. Muitas delas sequer imaginadas há até poucos anos. Como, apenas para citar um exemplo, a demanda crescente por produtos diferenciados como a pesca esportiva.

Torna-se fundamental adequar os produtos e serviços que formam a cadeia produtiva da indústria turística às necessidades objetivas e imediatas de segmentos específicos da população que, por razões diversas, ainda sofrem limitações para a prática do turismo.

Consciente de que os portadores de deficiência não são atendidos em suas necessidades mais elementares pela indústria brasileira do turismo, a Embratur, pioneiramente, delegou a um corpo de especialistas a tarefa de elaborar um inédito trabalho técnico no âmbito das atividades turísticas.

Obra desde já obrigatória, este manual de acessibilidade é um guia preciso, seguro, que permitirá aos empreendedores do setor de viagens e lazer contemplar os seus equipamentos com as indispensáveis facilidades que garantirão, afinal, plena cidadania a quem até hoje, em virtude de conviver com condições físicas especiais, sejam elas momentâneas ou definitivas, não teve o direito de ter acesso aos bens fundamentais da indústria do turismo.

Caio Luiz de Carvalho

DOWNLOAD DO ARQUIVO PDF - TURISMO PARA DEFICIENTE - MANUAL EMBRATUR.pdf

Nova rota da TAP irá facilitar vôos para Marrocos

terça-feira, 22 de julho de 2008

São Paulo – A TAP, empresa aérea de Portugal, vai inaugurar em 27 de outubro um vôo entre Lisboa e Casablanca, no Marrocos. Além de ser mais uma opção aos europeus que viajam ao país árabe e vice-versa, a nova rota vai facilitar a vida dos brasileiros que querem ir ao Marrocos. Isso porque a TAP é a companhia que tem o maior número de vôos entre o Brasil e a Europa.

A empresa voa para oito capitais brasileiras: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília, Salvador, Recife, Fortaleza e Natal. São 67 freqüências semanais. O diretor-geral da TAP para o Brasil, Mario Carvalho, disse à ANBA que a nova rota vai representar uma economia de tempo para os brasileiros que querem ir ao Marrocos, já que o vôo terá duração de pouco mais de uma hora.

Hoje não há uma ligação direta por via aérea entre o Brasil e o Norte da África. Quem quer ir à região tem que fazer conexão em alguma capital européia, como Paris, mais distante de Casablanca do que Lisboa. "Vimos uma oportunidade de mercado com os europeus que vão para Casablanca e com a captação de passageiros brasileiros", afirmou Carvalho.
Divulgação/Embraer Divulgação/Embraer

Embraer 145 será utilizado na rota



Segundo ele, haverá coincidência de horários para quem viajar do Brasil, já que os vôos que saem do país chegam em Lisboa pela manhã e o vôo para o Marrocos deixará Portugal às 14h05. A companhia vai disponibilizar seis freqüências por semana.

Mais do que facilitar as viagens de brasileiros, a TAP vai fazer indiretamente propaganda da indústria nacional. É que será utilizado na rota um jato Embraer 145, fabricado em São José dos Campos, no interior de São Paulo. A aeronave tem capacidade para 45 passageiros.

Divulgação/TAP Divulgação/TAP

TAP tem 67 freqüências semanais ao Brasil

A TAP foi fundada em 1945 e pertence ao governo português. Ela voa para 58 destinos diferentes em 27 países. Na África a empresa já tem vôos para Bissau, Dakar, Luanda. Maputo, Joanesburgo, Sal, Praia e São Tomé. No primeiro semestre, a companhia transportou 224,3 mil passageiros entre Europa e África, um aumento de 19,2% sobre o mesmo período do ano passado.

Projeto "O Caminho de Abraão", uma nova rota turística no Oriente Médio

sexta-feira, 4 de julho de 2008

São Paulo – Promover o intercâmbio cultural e criar uma rota turística sustentável para o desenvolvimento econômico e aproximação entre os povos no Oriente Médio estão entre os objetivos do projeto "O Caminho de Abraão", desenvolvido por estudiosos da Universidade de Harvard e liderado pelo antropólogo e negociador internacional William Ury. "A idéia do projeto é promover a amizade entre as pessoas, não é um projeto religioso e nem político. É sobre respeito", afirmou Ury ontem (01) à ANBA.

O antropólogo, que está em São Paulo para promover o projeto, disse que a rota turística foi inspirada no Caminho de Santiago de Compostela, na Espanha, e que a idéia é atrair milhares de turistas como o país europeu atrai. "Não estamos criando algo novo. Estamos renovando. Tirando o pó do caminho", disse Ury.

De acordo com ele, a visão desse projeto é inspirar e promover a abertura de uma rota turística e de peregrinação que reconstitua os passos do profeta Abraão, que deu origem às três grandes religiões monoteístas (judaísmo, cristianismo e islamismo) e que congregam 3,5 bilhões de pessoas no mundo.

O itinerário, que inclui belezas naturais e interesses culturais, leva os turistas a lugares sagrados em Jerusalém, à Mesquita de Ummayad, em Damasco, à Igreja da Natividade, em Belém (Palestina), Urfa e Harrann, na Turquia, e Amã, na Jordânia. Segundo Ury, as pessoas vão poder fazer o caminho a pé, de ônibus, de carro e até a camelo. "É uma viagem para todas as idades e pessoas de todas as religiões", afirmou.

Da cidade de Urfa, onde nasceu Abraão, até a cidade de Hebron, na Cisjordânia, onde está o túmulo do profeta, por exemplo, são 1.200 quilômetros, a mesma distância que tem o trajeto de Santiago de Compostela.

Segundo Ury, parte do caminho de Abraão já está sendo aberto após quatro anos de estudo. Em novembro de 2006, os primeiros passos foram dados com a ida de um grupo de estudiosos de 10 países, inclusive do Brasil. O trajeto teve início em Urfa, depois seguiram para Síria, Jordânia, Palestina até Israel. Desde então, o projeto vem ganhando adeptos e apoio de universidades. No mês passado, um grupo de 20 estudantes da Universidade de Yarmouk, da Jordânia, fez um intercâmbio de duas semanas num vilarejo da cidade de Baoun, no país árabe, com o objetivo de consultar essas comunidades sobre o projeto e aprender um pouco mais sobre elas.

As comunidades locais de cada região também fazem parte do projeto, pois elas vão ajudar a marcar o caminho em conjunto com suas lideranças. "Essa é a mensagem do Caminho de Abraão. De introduzir o respeito e ser hospitaleiro com seus visitantes", disse Ury. Esta semana, um outro grupo universitário vai fazer um intercâmbio na Palestina, na cidade de Nablus, e novamente há um brasileiro na equipe, da Fundação Getúlio Vargas. "A contribuição brasileira ao projeto é essencial. No Brasil há um espírito de fraternidade muito grande e eu espero que muitos brasileiros façam esse caminho, que é muito bonito e cheio de hospitalidade", acrescentou o antropólogo, que lembrou ainda da grande comunidade árabe que existe no Brasil.

Mais para frente, o caminho deverá ser ampliado para abranger também outros países árabes, como Arábia Saudita e Egito. "Vamos passo a passo. É um projeto muito grande e é para uma geração futura", disse Ury, que tem vontade de organizar um grupo brasileiro para fazer o trajeto este ano. Segundo ele, cada país terá uma entidade que será responsável pelo projeto. Na Síria, por exemplo, o projeto já tem apoio do Ministério do Turismo, e será incluída no projeto a visita às duas únicas cidades no mundo que ainda falam aramaico: Maloola e Sydnaia.

No Brasil, um dos diretores do projeto é o empresário Salim Schahin, vice-presidente de Comércio Exterior da Câmara de Comércio Árabe Brasileira. "William é o pai desse grande projeto, que veio para nos unir ainda mais e levar mais prosperidade para o Oriente Médio", disse Schahin.

Ontem foi realizada uma homenagem ao antropólogo em São Paulo. Ele também participou da cerimônia de encerramento do Primeiro Curso Inter Religioso da Iniciativa do Caminho de Abraão. Da Câmara Árabe, também estavam presentes o presidente da entidade, Antonio Sarkis Jr, o vice-presidente de Relações Internacionais, Helmi Nasr, o vice-presidente de Marketing, Rubens Hannun, o secretário-geral, Michel Alaby, e os diretores Mustapha Abdouni, Walter Nori, Bechara Ibrahim e Toufic Sleiman.

Mais informações

Site: www.abrahampath.org

Além de vôos diários São Paulo - Dubai. Emirates também amplia destinos com novos vôos para India e China

 
Vôo para Dubai agora é DIÁRIO
 
A Emirates passa operar diariamente o vôo São Paulo - Dubai, a partir de hoje, Os bons resultados da rota, tanto no serviço de passageiros quanto em carga, determinaram esta evolução, como analisa .Ralf Aasmann, Diretor Geral para o Brasil. "Atingimos nossas metas e por isso a Emirates implementa agora o plano desenhado desde o começo: introduzir o serviço diário São Paulo- Dubai na hora certa. A marca Emirates consolida-se no mercado brasileiro e estamos muito felizes que os passageiros escolhem cada vez mais a empresa para seus vôos ao Oriente Médio e à Ásia. Ao mesmo tempo, estamos muito satisfeitos que Dubai está obtendo ótima resposta dos nossos clientes brasileiros tanto como destino de turismo quanto de negócios".

O vôo EK 262 parte do Aeroporto Internacional de São Paulo-Guarulhos todos os dias à 01h25, chegando ao Aeroporto Internacional de Dubai às 23h05, horário local. No sentido inverso, o vôo EK 261 decola de Dubai diariamente às 10h35, pousando em São Paulo-Guarulhos às 18h30.
O Boeing 777-200LR oferece oito suítes privativas na Primeira Classe, 42 assentos na Classe Executiva e 216 assentos de conforto superior na Classe Econômica. Os passageiros desfrutam a bordo do premiado serviço da Emirates, incluindo o sistema digital de entretenimento ice com telas em todas as poltronas das três classes e acesso a mil canais de áudio, vídeo, informação e comunicação.
A tripulação conta com comissários brasileiros ou profissionais que falam português, em todos os vôos.

Em paralelo à nova freqüência brasileira, a expansão global da Emirates contou em julho com a introdução de serviços para mais dois novos destinos internacionais. Guanzu tornou-se a terceira cidade servida pela empresa na China, com 48 freqüências semanais. Kozhikode passou a ser o décimo destino da Emirates na Índia, para onde opera 125 vôos semanais a partir de agora. Com esses novos destinos, a malha de rotas da empresa chega a 101 cidades em 62 países.
 

Landmark vai abrir 10 hotéis para muçulmanos

quarta-feira, 2 de julho de 2008

São Paulo – A Landmark Group, empresa dos Emirados Árabes Unidos especializada em gestão e desenvolvimento do setor hoteleiro, anunciou o lançamento, a partir de 2010, de 10 hotéis de padrão internacional e adequados aos costumes islâmicos nos Emirados e na Arábia Saudita. As informações foram publicadas hoje (01) pela Qatar News Agency.

O grupo quer atender a crescente demanda por este tipo de hotel no Oriente Médio. Segundo informações da companhia, o crescimento do número de turistas árabes e islâmicos e o aumento do índice de gastos desses visitantes representam um fator essencial para o aumento da procura por hotéis que operam de acordo com a Sharia, conjunto de regras baseadas na tradição muçulmana. Os hotéis serão construídos em conformidade com os padrões internacionais, a fim de oferecer serviços de elevada qualidade aos hospedes islâmicos e não islâmicos.

De acordo com os dados da Organização Mundial de Turismo (OIT), os turistas dos países do Conselho de Cooperação do Golfo (GCC) gastam mais de US$ 12 bilhões anualmente em viagens de lazer. A título de exemplo, a média de gastos de cada turista dos Emirados Árabes Unidos é de US$ 1.700 em cada período de férias, o que representa um aumento de US$ 500 em comparação com a média dos gastos do turista europeu.

Seis dos hotéis anunciados serão construídos em Dubai, dois em Abu Dhabi e outro de quatro estrelas em Fujayrah. Na Arábia Saudita será construído um hotel em Jeddah.

*Tradução de Saleh Haidar

Revista Dez - Sofia, a Cidadã do Mundo vai para África

terça-feira, 1 de julho de 2008



Dubai terá réplicas de cidades árabes

domingo, 29 de junho de 2008

São Paulo - A Dubai Properties, que pertence à Dubai Holding, braço econômico da família governante do emirado, anunciou o seu maior e mais moderno projeto imobiliário em Dubai, cuja construção vai custar aproximadamente US$ 15 bilhões. A informação foi publicada ontem (26) pela Qatar News Agency.

Segundo o diretor do escritório de vendas e marketing da Dubai Properties, Jadi Al-Khalil, o projeto, batizado de "Cidades", terá réplicas arquitetônicas tradicionais de cinco cidades árabes. São elas: Beirute, Bagdá, Cairo, Damasco e Marrakech – todas dentro de um só empreendimento. A conclusão das obras está prevista para 2010.

Segundo Al-Khalil, a parte habitacional do projeto vai ocupar uma área de 6,8 milhões de metros quadrados e será formada por casas de campo e vilas, além de outros prédios característicos das cidades citadas, que serão construídos em frente a um campo de golfe.

O anúncio do empreendimento ocorreu durante a feira Asian International Investment & Property Show (AIPS), no Centro de Exposições Internacionais de Seul, capital da Coréia do Sul. O evento é organizado pela Index Conferences and Exhibitions Organisation, que pertence à Index Holding dos Emirados Árabes Unidos.

Dubai Holding

A Dubai Holding foi fundada em 2004 pelo governo do emirado para consolidar os diversos projetos em infra-estrutura e desenvolvimento que contribuem para o desenvolvimento econômico, social e industrial do emirado.

A holding é formada por sete companhias que administram subsidiárias, projetos e investimentos em diversos setores: o Jumeirah Group é responsável pelos hotéis e resorts de luxo; a TECOM Investments administra zonas francas voltadas para a chamada "economia baseada em conhecimento", que independe de matérias-primas; o Dubai Group atua na área de serviços financeiros, com ênfase nos setores bancário, de investimento e de seguros, nos âmbitos regional e global.

O Dubai Properties presta serviços nos setores imobiliário, varejista, de turismo e de estilo de vida. A companhia Tatweer é proprietária e administra um grupo de empresas que operam nos ramos de imóveis, hotéis, energia, saúde, educação, lazer e entretenimento. A Sama Dubai é a subsidiária no setor imobiliário internacional.

Por último, a Dubai International Capital é uma companhia internacional de investimento em empresas públicas e privadas.

*Tradução de Saleh Haidar e Gabriel Pomerancblum

Passageiros de Executiva e Primeira Classe ganham hospedagem em Dubai

quinta-feira, 26 de junho de 2008

São Paulo, 24 de junho de 2008 - Passageiros que voarem Classe Executiva ou Primeira Classe com a Emirates Airline - no período entre 1º de julho e 31 de agosto de 2008 - serão premiados com hospedagem em Dubai.

Viajando na Primeira Classe, o passageiro ganha duas diárias no "The Palace - The Old Town" ou no "The Harbour Hotel and Residence". Recebe crédito de US$ 100,00 por pessoa para usar nos restaurantes e/ou serviços de spa do hotel durante a estada, além do visto de 96 horas.

Passageiros da Classe Executiva escolhem entre uma noite no "Jumeirah Emirates Towers Hotel" ou no "The Harbour Hotel and Residence" e também ganham US$ 100 por pessoa para gastar no hotel, além do visto de 96 horas.

A promoção é válida de 1º de julho a 31 de agosto de 2008 para os vôos operados pela Emirates para/via Dubai.

Impostos, taxa de serviço e café da manhã (em quarto single ou double) já estão inclusos, conforme disponibilidade do hotel. Aplicável para bilhetes com tarifa de adulto, ida e volta.

A reserva e emissão do voucher deverá ser realizada antecipadamente e noites extras poderão ser reservadas diretamente com o hotel.

Mais detalhes sobre a promoção:
Central de Reservas Emirates
Tel. (11) 5503 5000
www.emirates.com/br

 
Suíte privativa da Primeira Classe no Boeing 777-200LR, que atende a rota direta entre São Paulo e Dubai.

Por Interamerican Travel Industry Network

 

Nova metrópole de Dubai terá áreas temáticas no entorno da cidade

RIO - Uma nova metrópole será erguida no deserto, em Dubai, conforme anúncio do xeque Mohammed Bin Rashid Al Maktoum, vice-presidente e primeiro-ministro dos Emirados Árabes Unidos, que garante que serão respeitadas a herança cultural da região, tanto em escala quanto em forma. Segundo as autoridades competentes, esta nova metrópole foi especificamente projetada para atender às exigências do moderno mundo árabe.

Palm Jebel, uma das três ilhas artificiais de Dubai/Arquivo

Segundo o anúncio oficial distribuído à imprensa, a nova cidade vai incorporar novas moradias, instalações educacionais, financeiras e comerciais, prédios civis de destaque e marcos turísticos. Isto tudo estará interligado por mais parques de área verde do que podem ser encontrados nas cidades de Londres e Nova York juntas. O empreendimento, que nasce com a ambição de ser classificado como um dos desenvolvimentos urbanos mais "espetaculares do mundo", chamado de Mohammed Bin Rashid Gardens, consumirá investimentos de US$60 bilhões para ser construído.

As obras terão início em breve, pela Dubai Properties, mas a data de início não foi anunciada. O projeto é de autoria do arquiteto Eric Kuhne da CivicArts, cujo escritório fica baseado em Londres.

- Sua Alteza Xeque Mohammed deveria ser aplaudido por seu compromisso com a criação de uma nova Dubai, que irá redefinir a qualidade da vida civil para todos os cidadãos e visitantes do Golfo Pérsico. Sua visão pode ser comparada a de Shah Abbas I, que criou Nisf-e-Jahan, a elegante capital do século XVI da Pérsia, cujos parques, jardins e bibliotecas refletiam o paraíso - disse Eric Kuhne.

Quatro centros serão distribuídos ao redor da cidade. Denominados "casas", terão instalações de classe internacional em seus respectivos campos: Casa da Humanidade, Casa do Comércio, Casa da Sabedoria e Casa da Natureza.

A Casa da Humanidade terá acomodações para organizações beneficentes, incluindo o Estabelecimento Humanitário pertencente ao Xeque Mohammed, e onde também estarão museus contendo os temas da civilização humana.

A Casa do Comércio terá torres e prédios de escritórios para abrigar grandes companhias multinacionais, companhias de seguros e bancos, tanto islâmicos quando internacionais; todos trabalhando em parceria com instituições educacionais, especializadas em ciências financeiras.

A Casa da Sabedoria incluirá instalações para traduções, uma ampla biblioteca, o jardim do conhecimento, universidades internacionais, faculdades de história e ciências e uma mesquita. Lá também serão instalados escritórios para uma série de organizações acadêmicas internacionais.

E a Casa da Natureza será dedicada ao meio ambiente, com parques para as famílias, incluindo jardins zoológicos, hotéis, clínicas médicas e fototerápicas alternativas e dependências para laboratórios, instituições e faculdades todos com especialização em conservação e em ciências naturais.

O Globo Online

Matéria sobre brasileiros que trabalham em Dubai para o caderno de Empregos e Carreiras da Folha de S. Paulo.

terça-feira, 24 de junho de 2008



Dubai quer atrair turistas brasileiros

quarta-feira, 18 de junho de 2008

Fotos: Divulgação

Impressionantes obras arquitetônicas deslumbram pela modernidade.

O Brasil está consolidado como mercado estratégico para Dubai, capital dos Emirados Árabes, que espera dobrar este ano o número de turistas brasileiros por lá em relação ao ano passado. Este foi o principal resultado dos eventos Destino Dubai, ocorridos na semana passada em São Paulo e Rio de Janeiro. O País é o único ponto de partida da América Latina, com perspectivas de aumentar os 10 mil visitantes de 2007 para 20 mil até o final deste ano. Atrações para tanto é que não faltam.

Dubai tem muito mais a oferecer além das impressionantes obras arquitetônicas que deslumbram pelo arrojo e modernidade. É destino para a família, turismo de compras e aventura, entre outras. A segurança que Dubai proporciona a seus visitantes foi um dos pontos mais destacados pelas 30 autoridades do setor turístico que participaram do evento no Brasil.

Uma das novidades anunciadas é a abertura de um escritório permanente do Departamento de Marketing de Turismo e Comércio (DTCM), em São Paulo, estratégia essa utilizada em apenas outros 15 países, em todo o mundo.

Atrativos


Parque aquático mostra destino "para famílias".

Com zona franca e excelente centro de compras de luxo e popular a preços acessíveis, extensos jardins públicos, esportes radicais, safáris no deserto, falconismo, mesquitas, suntuosos palácios e sítios arqueológicos, Dubai também proporciona cruzeiros marítimos e passeios de veleiros, explorando as praias e águas cristalinas do golfo árabe, além dos parques aquáticos e temáticos. Restaurantes de padrão internacional e animados agitos noturnos complementam o quadro de entretenimento de primeira.

Também participaram dos eventos os diretores de Missões Estrangeiras, Hamad bin Mejren, e de Relações de Mídia, Eyad Abdul Rahman, além do embaixador dos Emirados Árabes no Brasil, Yousuf Ali Abdulrahman Al-Usaimi. "O evento foi um sucesso. Temos ótimas perspectivas em vista", afirmou o organizador do evento e representante do DTCM no Brasil, André Beraha, presidente da Solution Serviços Especiais.

Mais vôos a partir do dia 3


Suntuosas mesquitas estão no roteiro turístico.

Foram co-patrocinadores do Destino Dubai a Emirates Airlines, que vai oferecer vôos diretos diários para Dubai partindo de São Paulo a partir do próximo dia 3 de julho - rota que em abril e maio chegou a ter maior taxa de ocupação que a Nova York-Dubai.

O Atlantis Hotel, que vai inaugurar um dois mais luxuosos resorts do emirado, em setembro, no The Palm, majestoso arquipélago de ilhas artificiais em forma de palmeira. E também a Alpha Tours, agência que mais atua no receptivo local e é uma das maiores do Oriente Médio.

Partindo de avião em qualquer direção, Dubai fica a 5 horas de 1/3 da população da Terra, sendo um ótimo ponto de entrada para o Oriente, sem a necessidade da burocracia e demora em se obter o visto de trânsito americano.

O vôo direto de São Paulo, por exemplo, demora 14 horas e 30 minutos e custa, em média, US$ 1.350, e o visto é emitido em até dois dias, com encaminhamento por conta da própria agência ou operadora emissora. São emitidos 15 mil vistos para Dubai todo dia no mundo todo.

 

http://www.parana-online.com.br/noticias/index.php?op=ver&id=352120&caderno=19

Dubai é o destino do momento

Com expectativa, embarquei com destino a Dubai e Oman, mas com propósito realmente de conhecer Dubai que, por conta da grande divulgação, atrai tantas pessoas e já se tornou um sonho de consumo. E Oman era um mistério, pois não se tem muita informação sobre o local.

Primeiramente fui a Sultanato de Oman, um lugar ainda pouco explorado pelos turistas brasileiros, mas amplamente visitado pelos ingleses e alemães. O desembarque foi inesquecível: às quatro horas da manhã meus óculos embaçaram, tamanho era o calor de 30 graus.

Muscat, a capital, foi uma surpresa. É uma cidade onde as tradições árabes e muçulmanas estão fortemente enraizadas e a maioria das mulheres usa a Abaya ou burca e os homens, Dishidesh (roupa típica árabe) e o Tarboush (chapéu árabe), além do turbante. Mas também é uma cidade bastante moderna, limpa e segura. O atual sultão Qaboos ibn Sa'id Al "Bu Sa'id - desde 23 de julho de 1970. A dinastia Al Sa'id governa Oman há mais de 250 anos - vem implementando e modernizando o país de uma forma bastante significativa. Há o incentivo ao turismo e a prioridade para a educação, bem como a manutenção da cultura e tradições árabes.

Considerada a maior cidade, Muscat, ou Mascate, tem mais de 800 mil habitantes e esteve sob o domínio português de 1507 a 1650. Hoje é uma cidade com inúmeros resorts, hotéis e shopping centers. Como Oman não cobra impostos, os preços são muito convidativos e difíceis de resistir. Os passeios são imperdíveis como: safári no deserto em veículo 4x4, visita ao Oasis Wadi Bani Khalid e depois deslizar como em uma montanha-russa nas areias avermelhadas de Wahiba Sands, aproveitando para tomar uma chá e, se quiser, fumar em um arguile (ou shisha) com os beduínos em suas típicas tendas, que remontam há mais de 7 mil anos de tradição. Também é muito interessante uma visita ao mercado historic souk, à grande mesquita Sultan Qaboos Grand Mosque ou simplesmente conversar com seus habitantes para entender a cultura árabe e muçulmana. 

Agora, se o turista estiver interessado no prédio mais alto, no maior aeroporto, porto ou parque temático (ainda em construção) do mundo, é só visitar Dubai. Lá é um verdadeiro canteiro de obras, com mais de mil acontecendo simultaneamente. Entre elas Dubayland, um parque temático que será oito vezes maior do que a Disneyland, em Orlando, Estados Unidos; o maior prédio, o Burj Dubai (Burj = torre), que terá entre 700 e 800 metros de altura, com término de construção previsto para 2009 e custo estimado em US$ 8 bilhões. O interior será decorado por Giorgio Armani terá o Hotel Armani (o primeiro deste tipo) e ocupará os primeiros 37 andares. Do 45.º ao 108.º andar haverá cerca de 700 apartamentos que, segundo os responsáveis, foram vendidos em oito horas. Após visitar vários hotéis, com os mais diferentes estilos, falar com os brasileiros e estrangeiros residentes em Dubai, que hoje representam a maioria (cerca de 82% da população), chego a seguinte conclusão: todos os que estão em Dubai chegaram com muita esperança e perspectiva de construir uma cidade diferente, que possa servir de modelo e, acima de tudo, com garra e vontade. As construções não param e até quem mora lá se surpreende a cada dia com mais um prédio crescendo em todas as esquinas, além de um metrô de 45 quilômetros.

A previsão fornecida pelos habitantes locais é que Dubai estará completamente pronta em 2020 e, por isso, hoje, muitos estrangeiros vêem a capital como uma oportunidade de fazer sua vida profissional e material, inclusive, os brasileiros, que podem ser encontrados nas mais diversas áreas, até como dançarina da dança-do-ventre, assistentes nos hotéis, garçons, empresários, entre outras ocupações.

Não é tão difícil entender porque Dubai está atraindo tantos turistas. É tudo muito ostentoso e exuberante. Vale a pena conhecer este modelo de modernidade.

Roberto Nedelciu é diretor da Raidho Turismo, operadora de São Paulo especializada em destino exóticos.

http://www.parana-online.com.br/noticias/index.php?op=ver&id=352121&caderno=19

 

3º Salão do Turismo será aberto amanhã em São Paulo

São Paulo – O 3º Salão do Turismo – Roteiros do Brasil, evento promovido pelo Ministério do Turismo, será aberto ao público a partir de amanhã (19) em São Paulo, no Pavilhão de Exposições do Parque Anhembi. O tema principal desta edição é Viagem por todo o Brasil em um só lugar.

O evento tem como objetivo promover os roteiros turísticos do Brasil permitindo que o público vivencie os atrativos desses lugares, como gastronomia, artesanato e manifestações artísticas e culturais, além de apresentar pacotes de viagens e um espaço para que as agências e operadoras do setor ampliem seus negócios.

A abertura oficial do Salão do Turismo será realizada hoje (18) à noite na presença do ministro do Turismo, Luiz Barreto, e do ministro da Cultura interino, Juca Ferreira. O evento segue até domingo (22).

Mais informações
www.turismo.gov.br
 

Emirates terá vôos diários de Dubai a São Paulo a partir de julho

domingo, 15 de junho de 2008

SÃO PAULO - Cerca de 20 mil brasileiros visitarão Dubai este ano, dobrando o número registrado em 2007, graças à ampliação da rota aérea entre São Paulo e o emirado, que conecta a região à América Latina, segundo fontes oficiais. Os vôos Dubai-São Paulo-Dubai da Emirates Airlines, que passarão a ser diários a partir de 3 de julho, tiveram em abril, com freqüência ainda semanal, maior ocupação que os operados pela mesma empresa na rota Dubai-Nova York-Dubai.

O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio indicou, através de um comunicado que o Brasil se consolidou como "mercado turístico estratégico para Dubai", após recente visita a São Paulo e ao Rio de uma delegação composta pelas principais empresas do setor turístico dos Emirados Árabes Unidos (EAU).

Escritório de turismo em São Paulo - As majestosas obras arquitetônicas, o turismo de "compras" e aventura e a segurança oferecida pelo emirado na região do Golfo Pérsico foram alguns dos pontos destacados nos encontros "Destino Dubai", que aconteceram no fim de semana, quando foi anunciado também a instalação futura em São Paulo de uma oficina permanente das autoridades turísticas dos Emirados.

A variedade turística deste rico país do Oriente Méddio atrai os brasileiros interessados em comprar artigos luxuosos na zona franca, conhecer o contraste da arquitetura moderna e clássica e nos cruzeiros pelo Golfo Pérsico, indicou o texto.

EFE