Nem vou falar muito, mas vale a pena consultar o site da Câmara de Comércio Árabe Brasileira.
http://www.ccab.com.br
;)
Dica!
quarta-feira, 28 de novembro de 2007
Postado por Mirela Goi às 12:23 0 comentários
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Instituto Brasileiro de Estudos Islâmicos
segunda-feira, 26 de novembro de 2007
Na Mesquita Imam Ali ficam as instalações do Instituto Brasileiro de Estudos Islâmicos (Ibei). A instituição conta com uma página na internet (www.ibeipr.com.br), onde são divulgadas noticias e artigos sobre o mundo árabe e islâmico. O Ibei também conta com uma biblioteca virtual, onde podem ser adquiridas obras que versam sobre ambos os temas. Com mais de 20 mil acessos, a página do Ibei na internet é consultada por pessoas de todo o país e do mundo, como atestam as mensagens enviadas.
:)
Leia mais em
http://www.anba.com.br/noticia.php?id=16644
Postado por Mirela Goi às 08:25 0 comentários
Marcadores: arabic
domingo, 25 de novembro de 2007
Quel est donc
Ce lien entre nous
Cette chose indéfinissable
Où vont ces destins qui se nouent
Pour nous rendre inséparables
On avance
Au fil du temps
Au gré du vent
On vit au jour le jour
Nos envies, nos amours
On s'en va sans savoir
On est toujours
Dans la même histoire
Quel est donc
Ce qui nous sépare
Qui par hasard nous réunit
Pourquoi tant d'allers, de départs
Dans cette ronde infinie
On avance
Au fil du temps
Au gré du vent
Ainsi
On vit au jour le jour
Nos envies, nos amours
On s'en va sans savoir
On est toujours
Dans la même histoire
La même histoire.
La Même Histoire - Feist
Postado por Mirela Goi às 14:48 0 comentários
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saudade
quarta-feira, 21 de novembro de 2007
Porque será que as vezes é fácil conviver com ela. E as vezes é tão difícil? Talvez esse seja um dos mistérios do meu amor por ele. Mas acho que isso que alimenta meu sentimento, porque essa saudade é mutante. As vezes ela é tristeza as vezes felicidade, as vezes é ela dúvida e outras vezes é convicção.
" E saudade, que bate no meu coração! Sei que é tarde, mas não desligue não." - Ricardo Chaves
Postado por Mirela Goi às 05:33 0 comentários
Marcadores: Mirela
segunda-feira, 19 de novembro de 2007
"Tudo na vida passa, tudo no mundo cresce
Nada é igual a nada não
Tudo que sobe desce, tudo que vem, tem volta
Nada que vive, vive em vão
Nem todo dia é festa, nem todo choro é triste
Nenhuma dor sempre será"
Elas por elas
Postado por Mirela Goi às 06:08 0 comentários
Marcadores: Mirela
Tunisiano pesquisa vida universitária em Natal
São Paulo O tunisiano Ridha Ennafaa foi selecionado pelo Ministério de Educação do Brasil para desenvolver atividades de pesquisa na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (Ufrn), em Natal. A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) escolheu 30 pesquisadores estrangeiros para atuar em 20 instituições de ensino do Brasil no decorrer do ano que vem. Ennafaa, um dos selecionados no processo, nasceu em Cartago, na Tunísia, mas trabalha atualmente para a Universidade de Paris 8, na França.
Na instituição brasileira, Ennafaa vai dar continuidade a pesquisas sobre o processo de transição de alunos do ensino médio para a universidade. O tunisiano, que também tem cidadania européia, já desenvolveu trabalhos sobre esse tema no Brasil. Ennafaa morou na América do Sul na década de 80. A sua universidade, a Paris 8, mantém também convênio com a pós-graduação da Ufrn na área de educação há cerca de dez anos. Ennafaa já fez, no Brasil, seminários e oficinas, além de assessoria para a própria universidade do Rio Grande do Norte. O tunisiano fala português fluente e viaja ao Brasil cerca de duas vezes ao ano.
Na própria Ufrn e na Universidade Federal do Sergipe (UFS), o tunisiano é co-orientador de alunos de mestrado na área de educação. Na Ufrn, Ennafaa fundou, há dois anos, o Observatório da Vida Estudantil, um espaço para a discussão da vida universitária. O Observatório já existe na Universidade Paris 8 foi criado por Ennafaa em 1994 e reúne publicações e estudos sobre o cotidiano estudantil, além de ser um espaço no qual os estudantes podem se expressar e encontrar interlocução da universidade.
Ennafaa vai continuar desenvolvendo o tema da inclusão na instituição do Rio Grande do Norte. O principal foco da pesquisa é a inclusão de alunos que vêm do ensino médio público na universidade. A intenção é ajudar estes estudantes a permanecer na universidade, equiparando o seu conhecimento aos demais alunos, oriundos do ensino privado. Em entrevista à ANBA, o tunisiano afirmou que deve ficar no Brasil cerca de quatro meses, provavelmente entre junho e outubro do próximo ano.
Ennafaa é um dos autores do livro "Repensando a Escola: um estudo sobre os desafios de aprender, ler e escrever" que foi lançado pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) em junho deste ano e aborda o desempenho escolar em dez unidades da federação do Brasil. A publicação teve a participação de pesquisadores estrangeiros e brasileiros e foi coordenada por Vera Esther Jandir da Costa Ireland, mestre e doutora em Educação pela Universidade de Manchester, da Inglaterra.
Ele é doutor em Educação pela Universidade de Paris V Sorbonne e professor da Universidade de Paris 8, onde também é diretor do Observatório da Vida Estudantil. Ennafaa começou a desenvolver há cerca de dois meses também uma pesquisa sobre os estudantes tunisianos que moram na França. "Como se viram, o que pensam em fazer no futuro", explica o professor. Apesar de morar na Europa, Ennafaa vai constantemente à Tunísia já que tem familiares no país árabe.
Isaura Daniel
http://www.anba.com.br/noticia.php?id=16431
Postado por Mirela Goi às 06:00 0 comentários
Marcadores: Tunísia
Acontece em São Paulo - 24-11-2007
Poesia iraquiana, dança persa e um pouco de Neruda
São Paulo - "Sou um estrangeiro nesse mundo. Sou um estrangeiro, e há na vida do estrangeiro uma solidão pesada e um isolamento doloroso." Os versos do Gibran Khalil Gibran, poeta libanês que viveu entre 1883 e 1931, fazem parte do sarau que o EntreVentres, grupo que mescla dança oriental e poesia, promove no próximo sábado (24), na Biblioteca Alceu Amoroso Lima, em São Paulo. O Entreventres existe desde 2004 e tem como proposta a releitura de danças orientais (árabe, persa, armênia) intercalada com declamações de poesias.
"Nosso trabalho consiste em uma pesquisa histórica, de dança e de poesia, do universo árabe. Mas é um repertório mais amplo, que vai além da chamada dança do ventre. Buscamos as referências persas, armênias, turcas e de outros tantos grupos que compõem ou que influenciaram a cultura árabe", explica Leandra Yunis, bailarina e coordenadora do grupo ao lado de Lelia Maria Romero e Mariana Serafim.
A dança do ventre tal como se popularizou no Brasil, explica Leandra, é muito mais uma versão 'afrancesada' que a verdadeira dança árabe. "É uma versão ocidentalizada, que apela para o exótico. Nós procuramos fugir disso. Tentamos mostrar a dança oriental original, mas claro que de uma forma contemporânea, adequada à nossa realidade urbana, brasileira", explica a bailarina.
Além de bailarinos, o grupo conta com músicos percussionistas e declamadores. "Temos dois declamadores palestinos e uma libanesa, que apresentam a versão em árabe das poesias", conta Leandra, que nasceu na Argentina e é neta de sírios.
O tamanho do grupo e formato da apresentação varia conforme o projeto e a demanda. "Se um dia pedirem uma apresentação mais focada na dança persa, nós adaptamos", explica. "Mas temos uns módulos fixos que podem ser apresentados em qualquer lugar, até na rua". O sarau de sábado vai ter mais enfoque na poesia, já que o ambiente, uma biblioteca, é mais propício à leitura que à dança.
Na apresentação de sábado, além de textos de origem palestina, persa e iraquiana, haverá poemas latino-americanos como o "Sube a nacer conmigo hermano", de Pablo Neruda. Segundo Leandra, são "poesias de resistência" que se alinham com os versos de outros autores escolhidos como o palestino Mahmud Darwish, poeta contemporâneo cujo "Carteira de Identidade" será declamado no sarau.
Outros textos que foram selecionados para a apresentação são "Então a poesia se levanta", do marroquino Bem Jalloun, "Canção da Chuva", do iraquiano Bader Shaker Al Sayyab, que morreu em 1964, e "Tarifa de Embarque", do brasileiro Waly Salomão, filho de sírio com uma brasileira, que morreu em 2003. Veja a programação completa no blog http://entreventres.blogspot.com
Serviço
EntreVentres
Dia 24 de Novembro
Biblioteca Alceu Amoroso Lima
Henrique Schaumman, 777, São Paulo
Débora Rubin
http://www.anba.com.br/orientese.php?id=94
Postado por Mirela Goi às 05:55 0 comentários
Marcadores: Eventos
Revista sobre cultura islâmica é lançada no Brasil
terça-feira, 13 de novembro de 2007
A publicação 'Evidências' traz ao leitor informações sobre dogmas, práticas e crenças do Islamismo, procurando fazer uma ponte entre o Islã e os leitores brasileiros.
| Reprodução |
| Revista Evidências chegou às bancas na última semana |
Curitiba - Trazer informações precisas sobre o Islamismo. Este é o principal propósito da Revista Evidências, que chegou às bancas de todo o Brasil na semana passada. Com textos em português e escrita numa linguagem clara, a intenção dos editores é, por meio dela, apresentar ao público brasileiro a mensagem primordial do Islamismo, que é de paz e entendimento. "Nossa intenção é mostrar ao leitor a essência da Religião Islâmica, sem distorções e preconceitos", destaca o Sayed Sharif Sayed Al-Amily, coordenador-geral da publicação.
A Revista Evidências preenche uma lacuna no mercado editorial brasileiro. Nas últimas décadas, o interesse do público por temas específicos levou à criação de nichos, com publicações voltadas para determinados segmentos. "Agora, as pessoas interessadas em conhecer a fundo o Islamismo, seus preceitos, dogmas, as práticas e as crenças dos muçulmanos, têm uma revista especializada a seu dispor", explica o professor Jamil Ibrahim Iskandar. Pós-doutor em Filosofia pela Universidade Complutense de Madri, ele é integrante do Conselho Editorial da revista.
"Um dos nossos propósitos é construir uma ponte, que traga aos brasileiros uma visão completa do Islamismo, assunto de importância estratégica vital no mundo contemporâneo", observa Sayed Sharif. "Pretendemos fazer um contraponto ao noticiário cotidiano, no qual o Islamismo e os muçulmanos estão sempre ligados a atos violentos, o que termina por criar uma imagem parcial e tendenciosa, alimentando o preconceito e a islamofobia", alerta o professor Iskandar.
Impressa em papel cuchê, rica em ilustrações e com cerca de 80 páginas, a Revista Evidências tem periodicidade bimestral. Entre seus colaboradores, ícones da cultura árabe e islâmica no Brasil, como o professor Samir El-Hayek. Os textos abordam diversos assuntos relativos à cultura e à Religião Islâmica, nem sempre acessíveis ao público em geral: o uso do véu, o casamento, a relação entre Oriente e Ocidente, história islâmica, fundamentos, a prática da oração, a peregrinação, além de temas políticos, sociais e econômicos, abordados sob o ponto de vista islâmico.
A Revista Evidências está sendo distribuída para todo o país, podendo ser encontrada nas bancas. Assinaturas podem ser feitas pelos telefones (11) 3329-9200 ou (41) 3222-4515. Por e-mail, os pedidos devem ser enviados para mesquitaimamali@yahoo.com.br
Omar Nasser, da Fiep - Federação das Indústrias do Estado do Paraná
http://www.anba.com.br/noticia.php?id=16510
Postado por Mirela Goi às 10:37 0 comentários
Marcadores: arabic
Mama África - Akon (com tradução)
segunda-feira, 12 de novembro de 2007
So much so much love
So much
So tell me can you feel it
So much so much yeah
Ya know
Make that visit
So much so much love
So much
Synagogue can you feel it
So much so much yeah
So much
So much love to share
Pure blackness, oneness so rare
So much love to give
Let them know they're missin' out
Mama Africa
Has so much love to share
Sweet blackness, oneness
Meet me there
So much love to give
Let them know they missin' out
Sing again
This is for all the love
And the life took away
Don't forget we were born in trade
Are ripped from the landshipped away
I
Is the inspiration we used to survive
See
Have to see it with your own cries
Don't play
Add it upalright
Still ya don't know
Land is so goldgreen
The place is so freshclean
And everyday I water my garden
Tell me if you feel it deep in your heart
Visit once, guaranteed to visit twice
And if you just believe in the most high
I know you'll be alright
Mama Africa
Pure blackness, oneness so rare
So much love to give
And let them know they're missin' out
Mama Africa
Has so much love to share
Sweet blackness, oneness
Meet me there
So much love to give
Let them know they missin' out
Sing again
That's my favorite place when I need to get away
Must forget but we can't forget to pray
Like Lance ridin' on the runway
In my homelandI'm feelin' so alive
Hear me chant Africa unite
Gonna accept mass alright
Still ya don't know
Skin is so darkbrown
She lifts me right off the ground
But no ya not gonna see it on ya tv
So just listen upbelieve me
Her trees have the only cure
Her love is sopure
Had to kiss them troubles goodbye bye
No I don't have to like mama Africa, unite
Pure blackness, oneness so rare
So much love to give
Let them know they're missin' out
Mama Africa
So much love to share
Sweet blackness, oneness
Be there
So much love to give
Let them know they missin' out
Sing again
So much so much love
So tell me can you feel it
So much so much
Make that visit
So much so much love
Synagogue can you feel it
So much so much
Ow!
So much love to share
I just can't see how we livin' without it
So much love to give
Don't miss don't miss one moment about it
So much love to share
Resist this miss
I really doubt it
So much love so much love to share
Oh yeah
Pure blackness, oneness so rare
So much love to give
Let them know they're missin' out
Feelin' it all the time
Sweet blackness, oneness
Meet me there
Better be there
Let them know they're missin' out
Sing again
.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.
Tanto, tanto amor
Tanto
Então me diz se você pode sentir?
Tanto, tanto, yeah
Tá ligado
Faz aquela viagem
Tanto, tanto amor
Tanto
Senegal você pode sentir?
Tanto, tanto, yeah
Tanto.
Owwwwwww...
Tanto amor pra compartilhar
Negritude pura, única e tão rara.
Tanto amor pra receber
Deixem eles saber que estão sendo dizimados
Mama África
Tanto amor pra compartilhar
Negritude doce, única.
Te encontro lá.
Tanto amor pra receber
Deixem eles saber que estão sendo dizimados
Cante de novo
Esta é por todo o amor
E pela vida que foi removida
Não esquece que nós nascemos do comércio
Fomos roubados de nossa terra e despachados ao léu
É a inspiração que uso pra sobreviver
Precisa vê-la com seus próprios olhos
Não liga
Cola junto e tá tranqüilo
Tu ainda não ta ligado
Terras tão verdes e douradas
O lugar é tão tranqüilo e sem caô
E todo dia que rego meu jardim
Me diz se você não sente no fundo do coração
O espaço é tão maneiro e estonteante
Visite uma vez e eu garanto que volta
E se você crer no todo poderoso
To ligado tu vai ficar bem
Mama África
Tanto amor pra compartilhar
Negritude pura, única e tão rara.
Tanto amor pra receber
Deixem eles saber que estão sendo dizimados
Mama África
Tanto amor pra compartilhar
Negritude doce, única.
Esteja lá.
Tanto amor pra receber
Deixem eles saber que estão sendo dizimados
Cante de novo
É o meu lugar favorito quando preciso cair fora
Apagar tudo, mas nunca esquecer de rezar
Como o ritmo de um Lince numa pista de decolagem
Em minha terra natal eu me sinto tão vivo
Ouça-me entoar África Unite
Aceite o tumulto numa boa
Tu ainda não ta ligado
A pele é tão escura e morena
Me faz levitar do solo
Mas da tua Tv não dá pra se ligar
Então apenas se liga e bote fé
Suas mata tem a única cura
Seu amor é tão feliz e puro
Precisa ama-la pra seus problemas acabarem
Não, eu não preciso mentir. Mama África se una.
Tanto amor pra compartilhar
Negritude pura, única e tão rara.
Tanto amor pra receber
Deixem eles saber que estão sendo dizimados
Mama África
Tanto amor pra compartilhar
Negritude doce, única.
Esteja lá.
Tanto amor pra receber
Deixem eles saber que estão sendo dizimados
Cante de novo
Tanto, tanto amor
Tanto
Então me diz se você pode sentir?
Tanto, tanto, yeah
Tá ligado
Faz aquela viagem
Tanto, tanto amor
Tanto
Senegal você pode sentir?
Tanto, tanto, yeah
Tanto.
Owwwww...
Tanto amor pra compartilhar
Eu não posso entender como vivemos sem isso
Tanto amor pra receber
Não perca, não perca nenhum lance sobre ela
Tanto amor pra compartilhar
Resista a essa derrota
Eu duvido na boa
Tanto amor
Tanto amor pra compartilhar
Oh Yeah
Negritude pura, única e tão rara.
Tanto amor pra receber
Deixem eles saberem que estão sendo dizimados
Sentindo toda hora
Negritude sweet, única.
Te encontro lá.
Melhor estar lá
Deixem eles saberem que estão sendo dizimados
Cante de novo
(Mama África - Akon)
Postado por Mirela Goi às 05:47 0 comentários
Marcadores: África, music translation
Saudi Jeans
sexta-feira, 9 de novembro de 2007
That´s cool
He told about me ^^¨ because i asked him to talk about desabilities people in KSA (religion, socity, family)...
http://saudijeans.org/2007/11/01/suggestions-box/#comment-8609
Yes, obviously any place i go, any people I know I want feel what they think about this subject. I say obviously because I can´t forget this question, but I don´t want that anyone think that its my most interresting.
Also, I think this question is very personal, each person has his point of view, or treat in any way.
Postado por Mirela Goi às 09:59 0 comentários
Marcadores: arabic
Who would have thought that you could hurt me
The way you've done it
So deliberate, so determined
Since you have been gone
I bite my nails for days and hours
And question my own questions on and on
Tell me now, tell me now
Why you're so far away
When I'm still so close
You don't even know the meaning of the words I'm sorry
You said you would love me until you die
As far as I know you're still alive
Baby
You don't even know the meaning of the words I'm sorry
I'm starting to believe it should be illigal to deceive a woman's heart
I tried so hard to be attentive
To all you wanted always supportive always patient
What did I do wrong?
I'm wondering for days and hours
it's here, it isn't here where you belong
Anyhow, Anyhow
I wish you both all the best
I hope you get along
Shakira - Illegal
Postado por Mirela Goi às 08:38 0 comentários
Marcadores: music
quinta-feira, 8 de novembro de 2007
Saiu uma cartinha que mandei para Revista do Correio Popular - Campinas.
http://www.cpopular.com.br/metropole/conteudo/mostra_noticia.asp?noticia=1543031&area=2256&authent=141704320643041323030601770327
Você também encontra na revista impressa do dia 04/11/2007
:)
Se quiser ler aqui:
"Parabenizo o jornalista Eduardo Gregori pela entrevista com Hélcio Henrique, sócio do Cine Paradiso (O cinema do Centro, Metrópole, 21 de outubro). Como hobby, administro um site, o cinetotal (www.cinetotal.com.br) e conheço bem as dificuldades do cinema no Brasil. É muito importante o apoio da imprensa não apenas para escrever sobre filmes, mas também na divulgação de como anda o cinema no País e como funciona essa indústria.
Mirela Goi de Camilo - por e-mail "
Postado por Mirela Goi às 06:52 0 comentários
Marcadores: Mirela
Me recuso a
Esquecer aquele amor do passado
Não viver da maneira que quero
Obedecer
Viver sem felicidade
Sou diferente,
então não me culpe
não tente entender
eu vivo, se é pra estar viva
Fique à vontade para me recriminar
Para me culpar, achar o que quiser
Não sou como você
Respeito sua opinião
Apenas não mudo a minha
Sinto desilusão
Não acho que sou melhor
Mas isso é de mim
Ser assim
E o mundo vai girando, eu vou indo
Se é que é para ir
Talvez um dia me separe
De algumas pessoas que me fizeram bem
Mas se realmente isso acontecer
É porque também nos fizemos mal
E melhor mais amor
E menos preocupação
Alguém está me fazendo bem
E eu quero esse alguém
Mirela Goi
Postado por Mirela Goi às 05:24 0 comentários
Tunísia planeja missão ao Brasi
São Paulo O encarregado de negócios da embaixada da Tunísia em Brasília, Sami Nagga, disse ontem (07), em entrevista à ANBA, que o país árabe quer organizar uma missão empresarial ao Brasil no começo do próximo ano. "A balança comercial entre os dois países não é muito equilibrada. A Tunísia precisa diversificar suas exportações para o Brasil", afirmou. Sagga esteve na sede da Câmara de Comércio Árabe Brasileira, em São Paulo, junto com o primeiro-secretário da embaixada, Mohamed Tascou.
De janeiro a setembro deste ano, as exportações brasileiras para a Tunísia somaram US$ 118,4 milhões, o que representou um aumento de 18% em relação ao mesmo período do ano passado. Já as importações brasileiras do país árabe ficaram em US$ 99,4 milhões, um crescimento de 55% se comparado com o mesmo período. "A Tunísia exporta basicamente fosfato para o Brasil. Por isso é preciso fazer um trabalho para diversificar mais os produtos tunisianos no Brasil", disse Nagga.
Segundo ele, a idéia de organizar uma missão ao Brasil ainda está sendo discutida, mas os principais setores que devem ser representados pelos empresários da Tunísia são da indústria têxtil, agrícola, farmacêutica e de serviços de hotelaria. Para Nagga, o principal problema comercial entre os dois países é a distância. "É um fator que atrapalha", disse. Atualmente, os principais parceiros comercias do país árabe são: França, Itália, Alemanha, Espanha e países do Magreb.
De acordo com Nagga, também há muitas possibilidades de investimentos na Tunísia, como nas áreas de turismo e infra-estrutura. Nagga falou ainda sobre a importância do trabalho da Câmara Árabe. "Quero saudar a Câmara Árabe pelo trabalho que ela vem fazendo para aproximar os países", disse. Ele lembrou também da última missão empresarial que a entidade organizou para o Norte da África, em junho deste ano, que passou pela Tunísia.
A vindas dos diplomatas a São Paulo está relacionada à celebração dos 20 anos da mudança de governo do país árabe. Desde 1987 a Tunísia é governada por Zine El-Abidine Bem Ali. "É uma data muito importante para nós", disse Nagga. Segundo ele, o país ainda está passando por grandes mudanças econômicas, políticas e sociais. "Muita coisa mudou. Hoje há muito mais promoção e desenvolvimento econômico no país". Muitas empresas e hotéis foram privatizados. Atualmente, o país conta com sete aeroportos e grandes projetos de infra-estrutura.
Segundo Nagga, o país também melhorou muito em aspectos políticos, como interesses humanos, consolidação das instituições e a promoção do papel da mulher nas atividades políticas. De acordo com o primeiro-secretário, Mohamed Tascou, o desenvolvimento social está diretamente ligado ao econômico e hoje, 80% da população do país árabe é classificada como classe média.
Os diplomatas foram recebidos em São Paulo pelo cônsul da Tunísia, Rubens Hannun, que também é vice-presidente de Marketing da Câmara Árabe. Para comemorar os 20 anos de mudança do país árabe, a Embaixada da Tunísia junto com o Consulado do país árabe ofereceram um jantar para a comunidade tunisiana e para o presidente da Câmara Árabe.
Marina Sarruf
http://www.anba.com.br/noticia.php?id=16462
Postado por Mirela Goi às 04:14 0 comentários
Marcadores: Tunísia
For my lover
terça-feira, 6 de novembro de 2007
I don't need know
Nothing compare
I don´t need ask
You live for
I don't need plan
You are there
I don't need rhymes
You care
Oh Lord
I found a treasure
Perfect black
I don´t need pray
Thank´s God
Mirela
:)
06/11/2007
Postado por Mirela Goi às 05:56 0 comentários
Akon
Aliaune Damala Bouga Time Puru Nacka Lu Lu Lu Badara Akon Thiam
Isso tudo ai em cima é o nome do Akon.
Viva África
Depois escrevo mais...
Postado por Mirela Goi às 05:34 0 comentários
Marcadores: África
Ministro da Cultura participou em lançamento na Biblioteca América do Sul-Países Árabes
sexta-feira, 26 de outubro de 2007
São Paulo "O livro e a literatura são instrumentos imprescindíveis não apenas para a aproximação entre as pessoas, mas entre povos inteiros", afirmou ontem (24) o ministro da Cultura, Gilberto Gil, no lançamento do primeiro livro da Biblioteca América do Sul-Países Árabes (Bibliaspa) no Palácio do Itamaraty, em Brasília. A obra "Deleite do estrangeiro em tudo o que é espantoso e maravilhoso: estudo de um relato de viagem bagdali", de Paulo Farah, professor da Universidade de São Paulo (USP), foi editada em português, árabe e espanhol.
O livro, uma tradução comentada de um manuscrito feito pelo imã Abdurrahmán Al-Baghdádi, nascido em Bagdá, e que viveu no Brasil de 1865 a 1868, é fruto de uma parceria dos ministérios da Cultura e das Relações Exteriores com as bibliotecas nacionais de Argel, Caracas, Rio de Janeiro e Biblioteca Ayacucho, da Venezuela, que foram responsáveis por sua edição. A obra teve também o apoio da Câmara de Comércio Árabe Brasileira.
De acordo com o ministro, o lançamento do livro marca o nascimento da Bibliaspa, iniciativa lançada durante a Cúpula América do Sul-Países Árabes (Aspa), realizada em maio de 2005. Segundo Gil, a biblioteca tem como objetivo fomentar o diálogo cultural em torno dos estudos das ciências sociais, da literatura e das artes que unem intelectuais e artistas da América do Sul, África e dos países árabes. "Esse manuscrito que nos chega hoje (ontem) nos serve de instrumento para chegarmos a um futuro de ainda mais aproximação entre sul-americanos e árabes", afirmou.
O ministro disse ainda que os sul-americanos e os árabes já se conhecem há muito tempo e que há mais de 150 anos os árabes participam ativamente da construção e do desenvolvimento dos países e contribuem cultural, econômica e politicamente para as sociedades sul-americanas.
No encontro também estava presente o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, que lembrou das viagens realizada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva aos países árabes, da iniciativa da realização da cúpula árabe sul-americana e da nova cúpula que deverá ser realizada no próximo ano. "Esse diálogo tem uma raiz muito óbvia, pois o elemento constante em todos os países sul-americanos é a presença árabe. Os árabes foram também um traço de união na América do Sul", disse Amorim.
Ambos os ministros elogiaram a obra de Farah e a iniciativa da biblioteca. Na cerimônia também se falou das próximas obras que estão sendo editadas, como um livro de contos árabes e sul-americanos; uma coleção de 10 livros de ciências humanas sobre os países árabes e os sul-americanos; e uma tradução do português para o árabe do romance Grande Sertão: Veredas, de Guimarães Rosa, um dos mais importantes livros da literatura brasileira.
A cerimônia foi marcada também pela exposição de 38 quadros e gravuras do século 19, que retratam o Brasil da época. As imagens são acompanhadas por trechos do manuscrito traduzido por Farah. Segundo ele, a exposição vai circular por outros países como Argentina, Chile, Venezuela, Bolívia, Líbano, Síria, Egito e Kuwait. No discurso de Farah, ele fez ainda um agradecimento especial à Câmara Árabe pelo apoio e incentivo recebido durante a edição do livro.
No encontro, também estavam presentes o secretário-geral da Câmara Árabe, Michel Alaby, os embaixadores árabes e sul-americanos no Brasil, e Ânuar Nahes, que vai assumir o cargo de embaixador brasileiro no Catar, mas até recentemente era o coordenador de seguimento da Cúpula Aspa no Itamaraty.
Marina Sarruf
http://www.anba.com.br/noticia.php?id=16324
Postado por Mirela Goi às 05:04 0 comentários
Um olhar árabe sobre o Brasil Império
terça-feira, 23 de outubro de 2007
São Paulo O único registro conhecido do olhar de um árabe muçulmano sobre a sociedade brasileira do século 19. Este é o conteúdo do livro "Deleite do estrangeiro em tudo o que é espantoso e maravilhoso: estudo de um relato de viagem bagdali", que será lançado amanhã (24) no Palácio do Itamaraty, em Brasília. Trata-se da tradução comentada de um manuscrito feito pelo imã Abdurrahmán Al-Baghdádi, nascido em Bagdá e criado na Síria, sobre os três anos em que viveu no Brasil, de 1865 a 1868.
As traduções, comentários e análises, feitas pelo professor Paulo Farah, da Universidade de São Paulo (USP), foram reunidas em um único volume que traz os textos em três idiomas: português, árabe e espanhol. O livro é o primeiro da Biblioteca América do Sul-Países Árabes, iniciativa lançada durante a Cúpula América do Sul-Países Árabes (Aspa), realizada em maio de 2005, e foi editado pelas bibliotecas nacionais de Argel, Caracas, Rio de Janeiro e pela Biblioteca Ayacucho, da Venezuela.
"Creio que o livro é uma fonte muito importante não só para entender a presença árabe e muçulmana no Brasil, mas também para outras áreas de estudo, como a lingüística, história, geografia, entre outras", disse Farah à ANBA. Embora tenha sido escrito totalmente em caracteres árabes, o manuscrito contém palavras em diversas línguas além do árabe, como turco-otomano, persa, grego, francês, português e tupi, com as quais Al-Baghdádi travou contato durante seus estudos e viagens.
Em especial, Farah destaca a importância da obra para o estudo da história social da escravidão no Brasil. Durante a maior parte do tempo em que esteve no país, o imã conviveu com escravos muçulmanos vindos da África, entre eles remanescentes da revolta do malês, levante de escravos urbanos ocorrido em 1835, em Salvador.
"Isto nos ajuda a compreender um pouco mais os mecanismos da escravidão no Brasil, o cotidiano dos escravos visto por alguém que conviveu intimamente com esta realidade e teve acesso a tais informações", afirmou o professor.
Além de autoridade religiosa, Al-Baghdádi era também um erudito que estudou literatura, jurisprudência, teologia, árabe e persa. Portanto, mais do que observações sobre religião e de cunho social, o imã fez relatos sobre a fauna, a flora, a cultura e a organização política do Brasil. Vindo do império otomano, que na época dominava boa parte do Norte da África e do Oriente Médio, o autor viu o país também com olhos de alguém acostumado com a diversidade étnica, cultural e religiosa. "Ele reproduziu o olhar de alguém que respeita uma sociedade plural", disse Farah.
Todos estes fatores fizeram com que o relato de Al-Baghdádi fosse diferente daqueles feitos por viajantes europeus e norte-americanos da mesma época. Ao falar sobre a estrutura social brasileira e da burocracia imperial, por exemplo, ele analisa a proibição, na época, da prática de religiões não católicas e de que maneira isto influía no dia a dia dos escravos, com orações clandestinas, e na organização destes povos. Segundo Farah, como religioso, o imã procurou destacar a grandiosidade da obra divina no Brasil.
"(Os muçulmanos de Pernambuco) possuem uma forte inclinação para os quadrados mágicos, a geomancia, a numerologia e o sentido místico das letras árabes. Por causa disso, escondem-se menos do que (os muçulmanos) nas primeiras cidades (Rio de Janeiro e Salvador), pois os cristãos confiam muito neles e acreditam no que eles demonstram de suas intenções", diz o imã em uma das passagens do manuscrito. Em sua estada no Brasil ele morou no Rio, Salvador e no Recife.
Sobre o estado brasileiro, Al-Baghdádi relata: "É um território que pertence à América do Sul. Foi conquistado pelos filhos de Portugal, que desprenderam um grande esforço para erguer e embelezar suas construções e sua arquitetura. Depois disso, nomearam um dos filhos de seus reis para governar o país. Mas ele se apoderou (do governo do Brasil), opôs-se ao pai e tornou-se independente dele." O trecho refere-se a D. Pedro I, que proclamou a independência do país em 1822.
Ao falar do sabor e da aparência das frutas brasileiras, o imã as compara com plantas existentes no Oriente Médio, como romã, tâmaras, uvas e nozes. "Neste país há uma árvore do tamanho da grande nogueira; ou melhor, é ainda maior. Possui frutos maiores do que a abóbora, pendurados no tronco e nos grossos galhos da árvore. A parte externa assemelha-se à pele de um crocodilo e seu interior, a olho, tem o aspecto de uma romã, embora a semente seja como uma tâmara, e no interior de cada semente há um núcleo semelhante (à semente). Seu sabor se parece com um doce feito de farinha e mel", diz ele em outra passagem, provavelmente se referindo à jaqueira e à jaca.
Viajantes
Al-Baghdádi chegou ao Brasil a bordo de um navio do Império Otomano vindo de Istambul. Originalmente ele deveria seguir viagem para Basra, hoje parte do Iraque, mas decidiu ficar após saber da presença de muçulmanos no país. "No segundo dia, os oficiais de nossas forças militares islâmicas saíram para inspecionar esta magnífica cidade (Rio de Janeiro), e assim, quando me dirigi ao porto e contemplava as imagens e as feições, um negro veio a mim e disse 'as-salámu alaykum' ('que a paz esteja contigo', tradicional saudação muçulmana). Ele reservou sua saudação a mim apenas e não para as demais pessoas, pois minha roupa integrava um turbante e um traje formal e evidenciava o aspecto de erudição", relata o imã.
Segundo Farah, depois de passar três anos no Brasil, Al-Baghdádi iniciou sua viagem de volta. Passou por Lisboa, Gibraltar, Argel, Alexandria, fez a peregrinação a Meca, visitou sua família em Damasco e finalmente chegou a Istambul. E foi numa biblioteca da cidade turca onde o professor brasileiro encontrou o manuscrito original.
Farah topou pela primeira vez com uma menção ao manuscrito há cerca de 10 anos, quando morava na Síria. Três anos depois, após pesquisas na Síria, Iraque e Turquia, encontrou o documento em Istambul. "As narrativas de viagem me interessam muito. Quando encontro alguma coisa que me desperta o interesse eu vou atrás, para ver se o interesse se confirma", disse.
E se confirmou. Quando encontrado, o manuscrito, segundo o professor, estava em boas condições de conservação. Escrito em linguagem rebuscada e em alguns trechos poética, o documento consumiu sete anos de trabalho desde sua liberação pela biblioteca turca até a publicação do livro. Farah se dedica muito ao estudo de documentos escritos em línguas não-européias, tendo inclusive uma coleção deles.
Descendente de árabes, Farah, de 35 anos, é professor de graduação e pós-graduação da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP, diretor do Centro de Estudos Árabes da Universidade e da Biblioteca Aspa. Ele já escreveu outros livros, como "O Islã, glossário de termos islâmicos" e "ABC do Mundo Árabe", uma obra didática para crianças. Ele também já traduziu publicações como "O Beco do Pilão", de Naguib Mahfuz, egípcio Prêmio Nobel de Literatura que morreu no ano passado.
Durante cinco anos Farah morou na Síria, Egito e no Kuwait. Durante suas viagens, ele já esteve nos 22 países árabes.
Serviço
"Deleite do estrangeiro em tudo o que é espantoso e maravilhoso: estudo de um relato de viagem bagdali"
De Paulo Daniel Elias Farah
Editada pelas bibliotecas nacionais da Argélia, Caracas, Rio de Janeiro e pela Biblioteca Ayacucho, da Venezuela
Volume trilíngüe (árabe, português e espanhol) com 480 páginas
Alexandre Rocha
http://www.anba.com.br/noticia.php?id=16294
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Sete mulheres integram novo governo marroquino
segunda-feira, 22 de outubro de 2007
São Paulo - Sete mulheres fazem parte do novo governo marroquino. Abbas El Fassi foi nomeado na última segunda-feira (15) como primeiro-ministro do país árabe. El Fassi foi designado para o cargo pelo rei Mohammed VI após a vitória do seu partido, o Istiqlal, que quer dizer Independência, nas eleições legislativas ocorridas no último mês.
Entre as mulheres que ocupam cargos no novo governo estão a ministra da Saúde Yasmina Baddou, a do Desenvolvimento Social, Família e Solidariedade, Nouzha Skalli, a secretária de estado para Assuntos Estrangeiros e Cooperação, Latifa Akharbach, e a secretária de Estado para o Ensino, Latifa Labida. A informação foi publicada na imprensa africana.
http://www.anba.com.br/noticia.php?id=16255
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Mauritânia e Tunísia lançam nova empresa aérea
Brasília Uma nova companhia aérea, a Mauritanian Airlines, vai ser inaugurada nas próximas semanas com capital de US$ 10 milhões da Tunísia e da Mauritânia. As informações foram publicadas pelo jornal árabe Al-Sharq. A nova empresa, que deverá atender rotas regionais e internacionais, é resultado de uma parceria entre o governo da Mauritânia, o setor privado do país e a companhia aérea tunisiana Tunisair. A Tunisair terá uma participação de 51%; o banqueiro e presidente da Câmara de Comércio da Mauritânia, Mohamed Ould Bouamatou, uma fatia de 39%; e o governo mauritano outra de 10%. A criação da linha aérea foi anunciada após o governo da Mauritânia ter decretado a liquidação da Air Mauritanie, empresa estatal do país que tinha uma dívida de US$ 2,7 milhões em aluguéis de aeronaves. O vôo inaugural da Mauritanian Airlines está previsto para 08 de novembro deste ano. A liquidação da Air Mauritanie ocorreu apesar de manifestações contrárias por parte da oposição do país, liderada pelo presidente da Coligação das Forças Democráticas (RFD), Ahmed Ould Daddah, segundo a agência de notícias africana Panapress. Um grupo de investidores britânicos, juntamente com o empresário local Sid'Ould Abeidna, ainda discute com o governo a possibilidade de relançar a companhia, de acordo com a agência de notícias Reuters. Tunisair A Tunisair, que terá a maior parte da nova empresa, foi fundada em 21 de outubro de 1948 e operou inicialmente com uma frota de aviões alugados da Air France. Em 1962 foi inaugurado o Aeroporto Internacional de Túnis, permitindo o pouso e decolagem de aviões Boeing. A Tunisair adquiriu seu primeiro Boeing em 1971. De lá para cá, a companhia ampliou seu número de rotas e hoje atende cerca de 50 destinos. Ela tem uma frota de 29 aeronaves de última geração, sendo 18 Boeings e 11 Airbus. Air Mauritanie Fundada em 1973, a Air Mauritanie vinha enfrentando dificuldades operacionais. Em setembro deste ano, a estatal mauritana teve dois de seus aviões apreendidos no aeroporto parisiense de Orly, na França, pela International Leasing Finance Corporation (ILFC), com a qual tinha a dívida de US$ 2,7 milhões, segundo a Panapress. *Tradução de Gabriel Pomerancblum e Silwan Abbassi
http://www.anba.com.br/noticia.php?id=16261
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