Nigéria foi convidada a integrar a Cúpula do G-8 a realizar-se em julho/2009 em de L’Aquila-Itália

quarta-feira, 27 de maio de 2009

A Nigéria foi convidada a integrar a Cúpula do G-8 a realizar-se em julho/2009 em de L'Aquila-Itália, cidade que foi atingida recentemente por um terremoto. O convite estendido à Nigéria para participar da Cúpula do G-8 foi proposital e aprovado pelo governo italiano, de acordo com o Sr. Massimo Baisistwech, embaixador italiano na Nigéria. O Sr. Baisistwech deu a entender que embora a Nigéria não seja integrante do Grupo do G-20, cujos membros incluem: Ìndia e Indonésia, sua posição na Àfrica e o consequente potencial de crescimento que ela possui têm sido responsáveis pelo convite à Cúpula do G-8. O embaixador italiano relevou as colaborações da Nigéria na manutenção da paz na sub-região oeste africana e enfatizou que nesta era da globalização, a importância da Nigéria no continente africano não deve passar despercebida, acrescentando que a Nigéria deveria integrar a mesma liga em que se encontram os países como a Ìndia, Indonésia, China e África do Sul. Segundo o Sr. Baisistwech, a Nigéria precisa ser reconhecida pelos seus imensos potenciais que culminaram, motivo pelo qual foi convidada a integrar a Cúpula.
 

Os brasileiros Stela Grisotti e Paschoal Samora lançaram o documentário 'A Chave da Casa'. O filme conta a história de cinco palestinos, que saíram de um campo de refugiados na Jordânia para o Brasil.

São Paulo – Há cerca de um ano e meio, a gaúcha Stela Grisotti e o paulista Paschoal Samora arrumaram suas malas e desembarcaram na Jordânia para passar dois dias no deserto, na fronteira com o Iraque. Não era exatamente uma aventura. Stela e Paschoal são diretores de cinema e foram conhecer os refugiados palestinos que ali viviam. Sem falar árabe, e com pouca tradução, as filmagens e entrevistas - feitas num vai-e-vem de árabe, inglês e português – renderam a primeira parte do documentário "A Chave de Casa".

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Stela entrevista um dos palestinos

Alguns destes refugiados vieram viver no Brasil e nove meses após a chegada, os dois diretores continuaram o trabalho, os filmando já em terras brasileiras. O documentário foi lançado neste ano. Já foi selecionado e exibido no festival "É tudo verdade", em São Paulo, e na TV Cultura. Ele foi feito, aliás, com verba da TV Cultura, já que um projeto de Stela foi selecionado em um edital para filmes sobre refugiados de guerras contemporâneas. Agora, os planos são colocar o filme nos cinemas e também nas locadoras do Brasil.

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Paschoal (esq.) dirigiu o filme com Stela

O projeto inicial, conta Stela, não tinha como foco os palestinos. Mas tudo mudou quando a gaúcha ouviu falar sobre os refugiados árabes que estavam sendo acolhidos no Brasil. Após negociar com o governo da Jordânia, Stela e Paschoal, acompanhados de uma produtora executiva e de um diretor de fotografia, embarcaram. Desceram em Amã, capital da Jordânia, e dali seguiram cinco horas de carro com um motorista local até o campo de refugiados. A promessa era contar com a ajuda de uma brasileira, chefe do campo.

Quando chegaram, porém, a moça havia ido buscar os parentes de uma das refugiadas que viajaria ao Brasil e eles tiveram que improvisar com a ajuda do motorista que falava árabe e algo de inglês. No outro dia, o motorista foi substituído pelo pai, que não falava inglês. A brasileira que os auxiliaria esteve presente em poucos momentos. Assim, então, sem saber muito bem o que diziam os entrevistados, Stela e Paschoal tocaram o projeto. Muito do dito foi surpresa para eles, quando receberam a tradução, no Brasil.

As imagens se concentraram em cinco dos refugiados. O documentário conta a história deles, no campo de refugiados, e depois no Brasil. Alguns, afirma a diretora, estão muito bem e felizes com a nova vida no Brasil, como o professor dá aulas de árabe em Florianópolis para descendentes de imigrantes. Outros, como um PhD em Genética Veterinária, cuja mulher ficou no Iraque, não está tão contente. "Cada um está em um momento diferente", diz Stela. Uma das mulheres se queixa que nem sabe mais a direção de Meca para rezar. Ela não gostaria de voltar ao campo, claro, mas para o seu país, a Palestina.

Diferente da maioria das produções sobre a Palestina, o filme "A Chave da Casa" não conta a história do conflito do país árabe com os israelenses. Mas relata a vida de pessoas palestinas. "Trabalhamos a história íntima de cada um", diz Stela. Segundo ela, o público que viu o documentário ficou muito interessado, querendo saber mais sobre aquelas pessoas, no debate após a exibição. "Toca pelo lado humano", afirma. As personagens são palestinos que viviam no Iraque e foram obrigados a deixar o país, e partir para o campo, na Jordânia, após a guerra de 2003.

"A Chave da Casa" tem também roteiro de Stela e Paschoal, além de direção. A duração é de 60 minutos e a produtora é a Mixer. A música é de Ale Guerra, a fotografia e câmera de Dado Carlin. Os planos de Stela são colocar o filme no cinema e locadoras ainda neste ano. Ela também quer continuar trabalhando sobre a questão dos refugiados. Um próximo projeto, que depende de verba, poderá ser sobre as crianças refugiadas.

Stela é gaúcha da cidade de Santa Rosa, do Noroeste do Estado, e é formada em Jornalismo. Ela já atuou como editora de telejornalismo na TV Cultura e na Rede Globo, mas trabalha com cinema há 15 anos. Paschoal, de São Paulo, fez faculdade de cinema na Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP), e foi convidado por Stela para levar o projeto adiante em conjunto.

Adolescentes que visitaram a Arábia Saudita a convite do rei retornam a Santa Catarina

 

Alexandre Dro de Lima, 15 anos, foi um dos 10 estudantes catarinenses que, de 13 a 19 de maio, estiveram na Arábia Saudita, o país mais rico de todo o Oriente Médio, a convite do rei Abdullah Bin Abdul Aziz Al Saud.

O mesmo rei doou R$ 11 milhões para as vítimas das enchentes e dos deslizamentos em Santa Catarina ocorridas em novembro do ano passado. Os jovens, que têm idades entre 12 e 15 anos, foram selecionados nas cidades de Blumenau, Gaspar, Ilhota e Luiz Alves, as mais sacrificadas pela tragédia das chuvas.

De volta a Blumenau, na quinta-feira, onde mora com a mãe e quatro irmãos, Alexandre retomou a vida de adolescente abrigado. Os Lima vivem no Centro de Educação Superior de Blumenau (Cesblu), localizado no Distrito do Garcia, desde que a região foi castigada.

Em cinco dias, Alexandre percebeu que na Arábia Saudita os costumes são muito diferentes daqueles aos quais está acostumado no Vale do Itajaí.

Luxo impressionou

Alexandre, o mais velho entre quatro irmãos, já sabe. Enquanto a casa onde a família irá morar não estiver pronta, precisará adequar-se todo o dia ao coletivo imposto pelas consequências das chuvas: 

— O que mais incomoda é a hora do banho. Nem todo mundo cuida como deveria, e a gente precisa ir em seis, sete homens para limpar tudo primeiro. Não dá para tomar banho em um lugar sujo — descreveu.

Na Arábia Saudita, uma realidade bem diferente: 

— Lá, a gente dormia sozinho em uma suíte onde tinha até banheira com hidromassagem. Comia-se carneiro, camarão e muita salada.

DIÁRIO CATARINENSE

Evento: Exposição de Fotografias "Líbano-carioca: essa gente mostrando o seu valor"

terça-feira, 26 de maio de 2009

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Exposição de Fotografias "Líbano-carioca: essa gente mostrando o seu valor"
A mostra fotográfica é o resultado de uma pesquisa sobre os imigrantes libaneses e seus descendentes na cidade do Rio de Janeiro, cujas imagens revelam suas festividades, seus rostos, sua culinária, sua dança, suas atividades e a sua integração com o povo carioca dentro de uma diversidade que engloba nações, culturas e religiões.

Exhibition of Photographs "The Lebanese cariocas show their value."
This exhibition is the result of research on the lives of lebanese immigrants and their descendents in the City of Rio de Janeiro.  The images disclose the celebrations, their faces, the cuisine, the dances, the activities ... and it also shows their integration into the local population, highlighting the diversity that encompasses nations, cultures and religions.

Exposition de Photographies "Les libanais cariocas montrent leur valeur."�
Cette exposition est le résultat d'une recherche sur la vie des immigrés libanais et de leurs descendants à Rio de Janeiro.  Les images révèlent les célébrations, leurs visages, la gastronomie, les danses, les activités...et nous montrent aussi leur intégration dans la population locale, mettant en évidence cette diversité qui englobe nations,cultures et religions.
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Fotografia e Coordenação geral:
Hélio Shiino

Coordenação acadêmica:
Roberto Khatlab
Lebanese Emigration Research Center - LERC / Notre Dame University-Louaize - NDU (Líbano)

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Período de visitação:
18 de junho a 17 de julho de 2009
2ª feira a 6ª feira, das 9 às 18 horas

Local:
Universidade do Estado do Rio de Janeiro - UERJ
Espaço Núcleo MID (Memória, Informação e Documentação)
Rua São Francisco Xavier, 524, 2º andar, sala 2.002
Bloco C (Hall dos elevadores)
Maracanã          Rio de Janeiro - RJ
BRAZIL - BRÉSIL
Obs. Acesso facilitado para cadeirantes

ENTRADA FRANCA

Informações:
(21) 2587-7441  -  mid@uerj.br


EVENTO:
FotoRio 2009 - Encontro Internacional de Fotografia do Rio de Janeiro
APOIO CULTURAL:
Universidade do Estado do Rio de Janeiro - UERJ
Sub-reitoria de Extensão e Cultura - SR-3/UERJ
Departamento Cultural - DeCult/SR-3/UERJ
Speed Lab - Laboratório Fotográfico Profissional
Notre Dame University-Louaize - NDU (Líbano)
Lebanese Emigration Research Center - LERC
Universidade Federal de Santa Maria - UFSM
Laboratório de Estudos Internacionais - Centro de Estudos Libaneses
APOIO INSTITUCIONAL:
Rede Sirius de Biblioteca/UERJ
Núcleo de Memória, Informação e Documentação - Núcleo MID/Rede Sirius/UERJ
PROMOÇÃO:
Diretoria de Comunicação Social - Comuns/UERJ
PROJETO GRÁFICO:
Filipe Chagas
MONTAGEM TÉCNICA:
Sidiney Rocha e Fabíola Neves

Atenciosamente,

Hélio Shiino - Rio de Janeiro - RJ / helioshiino@bol.com.br
Roberto Khatlab - Beirute (Líbano) /
robertokhatlab@yahoo.fr
Copyright © Hélio Shiino - All rights reserved
All photographs - Copy and images.
Any unauthorized resale, distribution, public display or duplication is a violation of all applicable laws and is subject to prosecution.

Copyright © Hélio Shiino - Tous droits réservés
Toutes les photos - de copie et d'images.
Toute non autorisée la revente, la distribution, l'affichage ou la duplication est une violation de toutes les lois applicables et est l'objet de poursuites.

POSTER ANEXO 








Evento: Exposição O mapa do mundo, pelos olhos de Titouan Lamazou

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Na última quinta-feira, o artista plástico Titouan Lamazou estava concentrado. Debruçado sobre uma mesa, dava os retoques finais em uma das fotografias que farão parte da sua exposição “Mulheres do Planeta”, como parte do ano da França no Brasil, com abertura marcada para o dia 11 de maio. Ele trabalha com pinturas fotos, mistura uma série de linguagens artísticas. Parecia estar esquecido de tudo, inclusive da entrevista combinada.

Apresento-me, o fotógrafo larga o que está fazendo e aceita conversar de bom grado. Mas por pouco tempo. Tivemos que sair da Oca do Ibirapuera, local da exposição. O barulho era enorme. O interior da arquitetura de Niemeyer era o espaço ideal para os ecos de marteladas, pregos, madeiras e furadeiras. “A Oca é um dos lugares mais lindos que já vi no mundo, mas muito difícil de usar. Meu amigo Vincent (Beaurin, cenógrafo) e eu fizemos um trabalho para respeitar o trabalho de Niemeyer”.

“Mulheres pelo Mundo” teve sua estreia na França, terra de cidadania de Lamazou. Ele nasceu no Marrocos e cresceu na Tunísia como filho de um funcionário de companhia francês. “Em Paris, o museu tinha cerca de 1200 m2. Aqui, há 8000 m2. Absolutamente não é a mesma exposição, é totalmente diferente. Mesmo as poltronas, os móveis e as mesas são circulares para acompanhar a arquitetura do lugar” . Até o conforto entra no planejamento. “Há muitas coisas a ver, e assim as pessoas podem sentar e conversar com os amigos” .

De fato, há muito a ser visto, já que a Oca receberá o resumo de sete anos de viagens retratando mulheres nos mais diferentes lugares. Em paredes brancas que serão os suportes para as fotos, havia apenas rascunhos e mapas indicando a disposição das fotos. Algumas puderam dar o tom da exposição. E da personalidade de Lamazou. O artista-viajante é admirador de Guimarães Rosa. Não poderia ter deixado de ir à cidade natal do escritor. Lá retratou Dayanna, contadora de histórias, e Rosa, prostituta. “É, a maioria de Cordisburgo, eu é que descabacei”, lê-se logo abaixo. Na parede seguinte, imagens familiares. Um muro. Uma mulher em frente ao muro. Pichado, lê-se: “NO WALL WILL STOP US” (Nenhum muro irá nos deter). Sim, a Palestina.

Por todos os continentes, durante sete anos, Lamazou fez o retrato, artístico, fotográfico, em vídeo, de mulheres. Por quê? “Porque gosto de mulheres, sou atraído por elas” . O despojamento de Lamazou é característico. Disse-me isso sentado encostado a uma árvore, em pleno Ibirapuera. Ele misturava em suas respostas uma ironia, um descaso por tradições, mas uma seriedade inevitável. Viaja desde os 17 anos, na década de 70. Diante das catástrofes que testemunhou nessas andanças, não poderia ser diferente. Acaba por usá-las como motor de seu trabalho.

Em 2003, foi nomeado Artista da Paz da Unesco (entidade que apoiou seu trabalho desde o início, em 2002). “Em 1979, houve uma Convenção de Igualdade de Gênero, e o acordo tirado dali foi assinado pelos 125 países que compunham a ONU, entrou em suas constituições, mas ninguém os respeita até hoje. Mesmo países da Europa, como a França” .

As lentes, os pincéis a câmera do artista querem os detalhes, a individualidade. Não quer nações, religiões ou identidades étnicas, quer a personalidade de cada uma, o que as faz únicas, mas através desse olhar sobre as mulheres, também o que as torna comuns. “Quando fui a Darfur, não fiz como a maioria dos jornalistas, o retrato de mil refugiados, mas o retrato de Zaluba, Hadija, Halime. Acho importante mostrar que, por exemplo, os afegãos são pessoas como você e eu. Claro, há uma cultura diferente. Mas em meu mapa não coloco o nome de povos, mas coloco o nome de mulheres” .

Lamazou expõe com clareza sua visão da completa degradação do mundo, a piora da vida em todos os cantos do planeta desde que iniciou-se a aclamada vida da globalização. “Depois da queda do muro de Berlim, poderia se dizer que o Mundo Livre ganhou, mas isso não é verdade. Está pior do que antes em todos os lugares. Essa formação de Estados que conhecemos é recente. Os Estados africanos têm cerca de 50 anos. Começo meu livro com Lucy, a mulher mais antiga conhecida com 3 milhões de anos, anterior a todas essas construções mais recentes. Não gosto da noção de Nação, de fronteiras, dessas religiões, de origem étnica, não estou nem aí. O importante são as pessoas, e entre as pessoas, prefiro as mulheres”.

No final de nossa conversa, perguntei ao homem que viajou sete anos retratando mulheres em todo o mundo sobre a situação geral das mulheres no mundo: “Há algo comum, uma maior consciência. As mulheres hoje são a base e o chão. Elas dão à luz e criam os filhos, vão atrás do dinheiro. Por isso em muitas guerras atualmente a violência sexual é uma arma. É usada para humilhar dividir o ambiente social dessas pessoas. Se fosse à Gaza 30 anos atrás, na Palestina, as mulheres andavam com saias, sem qualquer cobertura na cabeça. Hoje não podem andar assim. Isso por causa do conflito e da pobreza. E as mulheres pagam o grande preço disso” .

E as mulheres árabes? “Não gosto de misturar islamismo e identidade árabe. Eu sei disso porque nasci no Marrocos e cresci na Tunísia. Acho que, em lugares como Darfur, não podemos falar de uma mulher árabe. Mesmo na Mauritânia, há comunidades com uma tradição. Mas, sim, há uma visão errada. As pessoas esquecem que os gregos inventaram as formas de cobrir a cabeça, não os muçulmanos nem os árabes. Queriam tomar e exercer o poder sobre a mulher. A ideia da mulher afegã é a pior que temos. Quando fui a Cabul, conheci a mulher de um dos líderes do Taleban, que estava preso em Guantánamo. Ela sempre brincava e fazia piada, tomava pílulas anticoncepcionais porque o marido pediu que o fizesse. Não era a ideia de mulher que temos. As mulheres na Argélia, ou de países árabes, são como as mulheres brasileiras ou de qualquer lugar do mundo em 99% de suas preocupações”.

por Arturo Hartmann

http://www.icarabe.org/CN02/noticias/nots_det.asp?id=159

Exposição fotográfica

“Mulheres do Planeta”, de Titouan Lamazou (de 11 de maio a 11 de julho)
Local: Oca – Pavilhão Lucas Nogueira Garcez, av. Pedro Álvares Cabral, s/n, Portão 3 – São Paulo, SP (das 10h às 20h)
O artista francês Titouan Lamazou apresenta a exposição ‘Mulheres do Planeta’, de 11 de maio a 11 de julho, na Oca, em São Paulo, integrando as comemorações do Ano da França no Brasil. Com mais de 200 perfis, a mostra faz um amplo painel da mulher contemporânea por meio da fotografia, pintura, vídeo, texto e desenho realizados durante sete anos de viagens pelos cinco continentes do mundo. Refugiadas, camponesas, militantes, operárias, advogadas, artistas, nômades, modelos, professoras, empresárias exemplificam a força da mulher atual, independente da aparência física, nacionalidade, origem étnica ou religião. E entre elas, mulheres árabes, seja na Mauritânia, no Chade ou nos Territórios Ocupados da Palestina.

Estudantes brasileiros embarcam para a Arábia Saudita

Geovana Pagel/ANBA Geovana Pagel/ANBAO grupo de estudantes e a sargento Marli no Aeroporto de Guarulhos

São Paulo – Dez estudantes de Santa Catarina, estado da região sul do Brasil atingido por fortes chuvas em novembro de 2008, embarcaram ontem (13) para a Arábia Saudita, onde devem ficar até a próxima terça-feira (19). O grupo viajou a convite da família real e terá a oportunidade de conhecer a cultura e os costumes sauditas na mesma semana da visita oficial do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao país.

As crianças escolhidas têm entre 12 e 15 anos e vivem nos municípios de Blumenau, Gaspar, Ilhota e Luiz Alves, que foram os mais atingidos pela enchente. Em abril, o rei Abdullah Bin Abdul Aziz Al Saud doou R$ 11 milhões para as vítimas das chuvas no Vale do Itajaí. Para localizar as crianças, foram acionadas as secretarias regionais de Blumenau e Brusque.

De acordo com informações da embaixada da Arábia Saudita no Brasil, os jovens brasileiros terão uma agenda intensa com atividades e visitas aos principais pontos da capital Riad, incluindo marcos históricos como o Forte Masmak e lugares modernos como a Torre do Reino. 

Os estudantes também terão a oportunidade de conhecer jovens sauditas e entrar em contato direto com a cultura e tradição local por meio de um tour guiado ao Museu Nacional de Riad. A programação foi preparada pelo Ministério da Cultura e Informação do país árabe. 

O sonho real de Ana
Geovana Pagel/ANBA Geovana Pagel/ANBAAna Carolina pensou que a notícia da viagem era uma brincadeira do pai

Ana Carolina Morello, 15 anos, estudante do 2º ano do ensino médio, há anos sonha conhecer a "terra da Rainha" e fazer um intercâmbio para Londres, mas nunca imaginou fazer parte de um grupo que viajaria a convite de um rei. "Hoje uma viagem ao exterior era um sonho bem distante. Quando meu pai ligou contando que eu teria a chance de conhecer a Arábia Saudita levei um susto e pensei que era uma brincadeira dele", conta a estudante, enquanto carrega a mala no Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo, poucas horas antes de embarcar num vôo da Air France, com escala em Paris.

O sorriso alegre e cheio de expectativa mostra uma menina bem diferente da que há seis meses dividiu com os pais e o irmão de nove anos o drama de ficar isolada na casa da família, na cidade de Gaspar. "Foi horrível. Ficamos sem água e com pouca comida. As aulas foram suspensas porque precisavam abrigar as famílias desabrigadas (nas escolas)", diz.

Outro integrante do grupo que viajou para o Oriente Médio é Alexandro de Lima, também com 15 anos e aluno da 8ª série do ensino fundamental em Blumenau. Ele está entre as famílias que perderam tudo com a enchente. Alexandro, os pais e os três irmãos menores só sobreviveram porque buscaram abrigo na casa de uma vizinha. 
Geovana Pagel/ANBA Geovana Pagel/ANBAAlexandro estava empolgado com sua primeira viagem ao exterior

A família do estudante ainda mora em um das moradias provisórias que abrigam cerca de cinco mil pessoas. Ainda sem cama e sem geladeira em casa, o jovem consegue olhar para o futuro com esperança e otimismo e considera a viagem uma experiência que ficará marcada para o resto da vida.

"Estou muito feliz e ansioso para chegar lá e conhecer um país com costumes tradições tão diferentes das nossas", afirma o adolescente que também é integrante de um grupo de street dance.

O grupo viajou acompanhado por uma funcionária da Embaixada da Arábia Saudita no Brasil e pela sargento Marli Darolt, da Polícia Militar em Santa Catarina. Na volta ao Brasil, eles farão nova escala em Paris.

http://www.anba.com.br/noticia_diplomacia.kmf?cod=8442801

Percussão árabe no Pelourinho

terça-feira, 12 de maio de 2009

Divulgação Divulgação

Sahar divulga a cultura árabe no projeto Tardes do Oriente


São Paulo - O músico baiano Ives al Sahar conheceu e se apaixonou pela percussão árabe há cerca de 10 anos. Já tocava violão e sabia que sua vocação para a música poderia estar relacionada ao sangue marroquino que herdou da bisavó paterna. "Amo a cultura árabe, em especial a música, e queria resgatar essas origens", afirma o músico. "Quando conheci a percussão árabe tive certeza do que queria fazer. Hoje vivo disso", diz.

Nascido na cidade de Salvador, Sahar começou a carreira como músico profissional em 1997. Há cerca de seis anos adquiriu e aprimorou sua técnica para tocar instrumentos árabes, como derbake, e desde então ministra aulas e workshops, cursos para músicos e bailarinas da dança do ventre, bem como apresentações em casas de cultura árabe.

Além disso, desenvolve projetos como o Tardes do Oriente, encontro itinerante de artistas realizado em média a cada três meses em praças ou parques públicos da cidade, e o Crianças Criando, que leva um pouco do ritmo da percussão árabe para crianças de bairros pobres da capital baiana. Tudo de forma gratuita. "Como não temos apoio e nem um local fixo para ampliar o projeto, é mais uma vivência, um primeiro contato da criança com a percussão árabe", conta.

Divulgação Divulgação

Mais de 150 crianças já participaram do Crianças Criando

"As crianças recebem de forma espontânea esses conhecimentos e mais tarde podem até encontrar um caminho profissional na música. Por isso a importância de realizar esse trabalho de forma contínua e consistente, porque é uma prestação de serviço gratuito para a sociedade", destaca. "Agora estou justamente me associando com um pedagogo e escrevendo um projeto para desenvolver o trabalho de maneira mais organizada e estruturada", disse.

De acordo com o músico, apesar do estado de São Paulo concentrar um número maior de descendentes árabes, é no Nordeste brasileiro que a influência árabe se mostra mais forte. "Aqui a cultura árabe está entranhada nas pessoas e se mostra mais musicalmente e também no clima quente, que é muito parecido com o dos países árabes. Observo também o modo de falar simples, direto e caloroso parecido com o dos árabes", explica.

O site do músico está em fase de finalização e estará disponível a partir do dia 11 de maio, acessando o www.ivesahar.com.br .


Contato

E-mail: contato@ivesahar.com.br
Telefone: +55 (71) 8733-5854

Sobre o Islã, de Ali Kamel

Oscar Cabral

Kamel: desassombro e didatismo em seu novo livro


Artigo da VEJA - Publicado em 2007

Ali Kamel, diretor executivo de jornalismo da Rede Globo, tornou-se um especialista em dinamitação de lugares-comuns e idéias fora do lugar. Para tanto, conta com rigor e aplicação vários metros acima dos níveis habituais dos ensaístas destas plagas. Ele também exibe bastante destemor em seus bons combates. No asilo de conceitos que é o Brasil, há que ter couraça das mais duras (e estômago dos mais fortes), para agüentar os golpes desferidos pelos velhos patrulheiros da imprensa e da universidade – golpes sempre vindos da esquerda e, portanto, abaixo da linha da cintura. Há um ano, Kamel lançou o livro Não Somos Racistas,no qual demonstra que as "ações afirmativas" para favorecer os negros, como o regime de cotas nas faculdades, são de uma irracionalidade tonitruante para uma questão não existente no país – o racismo de matiz americano. O problema nacional, enfatiza Kamel, não é racismo, mas pobreza – que não diferencia milhões de negros de milhões de brancos e de milhões de pardos. Apesar da patrulha, Não Somos Racistas entrou na lista de mais vendidos de VEJA e conseguiu abrir um enorme buraco no monólito conceitual que domina a discussão sobre o assunto no Brasil. Agora, seu autor lança-se a um outro desafio, com o perdão da palavra batida: provar que o islamismo não é uma religião violenta em sua essência (não mais do que o judaísmo e o cristianismo, pelo menos). E que – quanta intrepidez – a guerra travada no Iraque não é tão absurda como faz crer a maioria dos comentaristas. Tais são os temas de Sobre o Islã – A Afinidade entre Muçulmanos, Judeus e Cristãos e as Origens do Terrorismo (Nova Fronteira; 320 páginas; 34,90 reais).

Como revela em parte seu próprio nome, Kamel tem um pé no enredo religioso que aborda não só com desassombro, mas também com didatismo. Seu pai é sírio e muçulmano. Pelo lado materno, as raízes são brasileiras – e católicas. Sua mulher é de origem judaica. "Eu acredito que minha história familiar me possibilita um olhar especial sobre as três religiões monoteístas", escreve ele. O livro começa com o relato pormenorizado de um encontro, registrado em vídeo, de Osama bin Laden e asseclas com um chefe muçulmano que havia chegado ao Afeganistão em novembro de 2001. Na conversa, eles comemoram os atentados nos Estados Unidos e tecem loas a Deus por ter propiciado a carnificina. Alguns dos terroristas falam das supostas visões antecipatórias que tiveram sobre o que consideram ser uma bênção divina. "Como podem envolver Deus nisso? Que processo leva essas pessoas a criar, a partir de uma religião que se quer pacífica, um dos movimentos políticos mais violentos que o mundo já viu, uma das maiores ameaças ao nosso estilo de vida, às liberdades essenciais do ser humano?", pergunta-se o autor, extravasando uma perplexidade que está longe de ser geral, visto que se disseminou no Ocidente um juízo negativo a respeito do Islã.

Para separar o que é dado religioso daquilo que não passa de interpretação indevida ou apropriação indébita, Kamel empreende uma tarefa hercúlea. Seu objetivo expresso – e plenamente alcançado – é o de demonstrar como o islamismo, em que pesem suas vestes exóticas aos olhos ocidentais, baseia-se nos mesmos pilares do judaísmo e do cristianismo. Nessa direção, ele se aprofunda na gênese comum das três religiões, por meio da comparação entre passagens da Bíblia e do Corão que narram a vida de personagens fundadores, como Noé, Abraão, Isaac, Ismael e José, até chegar a Jesus. No que se refere a este último, uma curiosidade – na visão dos muçulmanos, ele não é filho de Deus, e sim um profeta maior do que todos os outros. Tanto que, como relata Kamel, "o Islã não aceita a sua crucificação: tudo não teria passado de uma ilusão, já que Jesus teria subido aos céus em seu corpo físico. Seus algozes teriam sido iludidos, viram uma crucificação que nunca houve. Jesus, portanto, não morreu, mais um milagre que Deus concedeu a ele". No final dos tempos, porém, acreditam os islamitas, Jesus voltará à Terra, para derrotar o Anticristo e governar o mundo por 45 anos. Em sua segunda vinda, ele se casará, gerará filhos e morrerá normalmente.

Para os leigos, é surpreendente a figura de Maomé que emerge da síntese do Corão feita por Kamel. Do profeta iniciador do islamismo pode-se dizer que foi humano, demasiado humano. Teve uma infância cheia de dificuldades, permaneceu analfabeto até cerca de 40 anos, quando foi visitado pelo arcanjo Gabriel, e suas primeiras visões causaram-lhe angústia. Uma vez imbuído da missão de levar adiante a palavra do Deus único (ou Revelação), experimentou grande resistência para convencer seu povo a abandonar o politeísmo. Em visita ao Paraíso – sim, de acordo com a tradição, ele esteve lá quando vivo –, chegou a negociar com Deus o número de orações diárias a ser feitas pelos muçulmanos, por orientação de um judeu: ninguém menos do que Moisés(veja trecho). Maomé também jamais teve controle algum sobre os versículos que lhe eram soprados por Gabriel e viriam a compor o Corão, cuja forma escrita só seria consolidada depois da morte do profeta. Não há registro de que tenha operado milagres. Afirma Kamel: "O certo é que Maomé, ao longo de sua vida, nunca escondeu que era um homem como outro qualquer e, dizem as tradições, gostava de lembrar aos fiéis o que dele dizia o Corão: Maomé não é mais do que um Mensageiro a quem outros precederam".

Esse simples mensageiro deixou uma família dividida, que se digladiaria em torno da sucessão de Maomé e da qual o islamismo, por seu turno, herdaria as vertentes sunita e xiita. A diferença entre ambas, explicada em detalhes por Kamel, é basicamente a seguinte: para os sunitas, o profeta não indicou sucessor, a Revelação encontrou o seu termo com a morte de Maomé e só o que há a fazer é seguir a Suna, os mandamentos legados pelo profeta. Para os xiitas, Maomé foi sucedido por um primo, Ali, o primeiro imã (ou guia espiritual), e a Revelação ainda guarda aspectos ocultos, a ser desvendados por outros imãs. A palavra xiita vem do árabe shi' at'Ali, cujo significado é "partidários de Ali". Da dissensão entre sunitas e xiitas nasceria grande parte das animosidades que explodem no interior do Islã e também de dentro dele em relação ao exterior – cujo lado mais apavorante é o terrorismo.

Apesar da divisão interna do Islã, Kamel explica que a concepção de que se trata de uma religião movida pelo ódio é fruto da ignorância ocidental e do despotismo de seguidores seus que compõem uma minoria. Há mensagens de violência no Corão? Sim, mas também há na Bíblia judaico-cristã. Boa parte da expansão muçulmana foi realizada pela força da espada? Sim, mas tanto quanto a cristã. Seus mandamentos e prescrições são por vezes contraditórios? Sim, mas qual religião não embute contradições? Para o autor, o que importa é que, deixando de lado certas vicissitudes, o Islã no mais das vezes teve – e tem – como regra a boa convivência com as outras religiões. Diz Kamel, depois de citar versículos do Corão simpáticos ao judaísmo e ao cristianismo: "Não tenho muitas dúvidas de que, ao longo da maior parte de sua história, a ênfase na repulsa a judeus e cristãos sempre foi bem menos intensa do que a ênfase no acolhimento".

Nos capítulos derradeiros do livro, Kamel defende a tese segundo a qual chamar os radicais islâmicos de fundamentalistas é um equívoco que os "enobrece" do ponto de vista religioso. Na realidade, eles seriam apenas totalitários políticos – mais próximos, assim, de um Hitler do que de um Jim Jones, na comparação do autor. É por combater esse totalitarismo que a guerra no Iraque seria, mais do que circunstancialmente necessária, moralmente justa. Inclusive para a sobrevivência do próprio Islã. Maomé e Bush do mesmo lado, quem diria. A lógica da máquina do mundo pode ser infernal. E a coragem de Kamel, assim como Alá, é grande.

ALÁ FEZ UM ABATIMENTO

"Por fim, ouviu a voz de Deus, que o mandou de volta com a ordem de instruir seus seguidores a rezar cinqüenta vezes ao dia. Ao começar seu caminho de volta, Moisés perguntou-lhe o que lhe fora ordenado, e Maomé respondeu: 'Orar cinqüenta vezes ao dia'. Moisés então lhe disse que o seu povo seria incapaz de cumprir o mandamento. 'Eu tentei com o meu povo e não consegui. Volte ao Senhor e lhe peça que alivie o seu povo dessa obrigação.' Maomé aceitou o conselho, voltou a Deus, que o liberou de dez orações. Mas, ao passar por Moisés, Maomé ouviu novamente o conselho de Moisés: 'Volte lá e peça nova redução. Eu tentei com meu povo e não consegui'. Isso se repetiu outras tantas vezes, até que Maomé voltou e disse: 'Meu Senhor manda que meu povo ore cinco vezes ao dia.' Moisés tornou a insistir que o fardo seria grande, mas Maomé se recusou a voltar, alegando ter vergonha de perturbar Deus novamente. 'Estou satisfeito e resignado.' E assim, segundo a tradição, ficou estabelecido um dos pilares do islamismo: as cinco orações diárias."

Trecho de Sobre o Islã

http://arquivoetc.blogspot.com/2007/08/sobre-o-isl-de-ali-kamel.html



10 Worst Countries to be a Blogger

quinta-feira, 30 de abril de 2009

CPJ names the worst online oppressors. Booming online cultures in many Asian and Middle Eastern nations have led to aggressive government repression. Burma leads the dishonor roll.




A Tunísia está na lista :(

Dica de Livro: ABC do Mundo Árabe

terça-feira, 28 de abril de 2009

ABC DO MUNDO ÁRABE
Farah, Paulo Daniel
Editora : EDICOES SM
Área : LITERATURA
ISBN : 8576750333
Páginas : 48
Publicação : 2006
Edição : 1º
Sinopse
Os árabes estiveram na Europa, na Ásia e na África. Por isso, milhares de palavras portuguesas e espanholas são de origem árabe. O mundo todo herdou da cultura árabe conhecimentos de aritmética, arquitetura, agricultura, medicina, astronomia, filosofia e literatura. E uma boa maneira de começar a entender e aprender essa cultura é com este ABC.
 
Onde comprar:
 

Peças de Arte Africana

Ola´Brother African Art

Veja essa e outras imagens das peças de arte na minha galeria de fotos no Flickr.


Please if u are a Gallary or person interresting please contact me!

Novo link adicionado no menu Lugares onde ir

http://catracalivre.uol.com.br/


Proposta

O Site Catraca Livre é uma experiência de jornalismo comunitário para transformar a cidade numa constante experiência de aprendizado - e não só para uma elite, mas para todos.

Nosso foco é a cidade de São Paulo, onde diariamente fazemos um levantamento das possibilidades de diversão e aprendizado gratuitos ou a preços populares, sempre investigando sua qualidade.

Leia mais em 

http://catracalivre.uol.com.br/proposta-catraca/

Sugestão para o Dia das Mães: SPA oferece rituais do Antigo Egito

segunda-feira, 27 de abril de 2009

São Paulo – Um spa de Santa Catarina resolveu colocar rituais do Antigo Egito em suas sugestões de presentes para o Dia das Mães. O spa Recanto das Águas montou um pacote de relaxamento físico e mental que pode ser dado de presente na data, do qual fazem parte um banho e uma massagem egípcia. O spa fica no hotel Praia dos Amores, no Balneário Camboriú, e os serviços e produtos dele são oferecidos para hóspedes e público em geral.

Divulgação Divulgação

Spa oferece vários tipos de terapias, entre elas indianas

O pacote sugerido pelo spa para o Dia das Mães se chama "Day Spa da Ternura". A massagem egípcia oferecida é feita com sache de camomila. Em vez de a massagem ser feita diretamente com as mãos, é passado sobre o corpo o sache embebido em óleo. De acordo com a terapeuta do Recanto das Águas, Flávia Silva de Jesus, a massagem é uma tradição antiga do Egito. Ela é feita em cerca de cinqüenta minutos.

Também faz parte do pacote "Day Spa da Ternura" o banho egípcio. É um banho de leite como costumava tomar a rainha do Egito Cleópatra. Segundo Flávia, o leite usado na terapia – em pó – faz bem para a pele. Os ativos das proteínas do leite são hidratantes. O banho é feito em um ofurô do spa e dura entre vinte minutos e meia hora.

Também fazem parte do pacote a gomage, que é uma esfoliação, a terapia cervical, que é uma massagem na região do pescoço, rejuvenescimento facial, massagem no rosto com cremes – escolhidos segundo a pele do cliente -, além de spa dos pés, com escalda, hidratação de massagem dos pés. O pacote inclui coquetel de boas vindas, almoço, lanche, chás e sucos, e as terapias são executas em meio a aromas e com música. Custa R$ 380.

O spa Recanto das Águas conta com 20 salas. Isso inclui espaços com equipamentos, restaurantes, sala de fitness com vista para o mar, salas de massagens, de consultas, salão de beleza, sala de dança e saunas. Também há, no resort, estrutura de lazer e esporte. Além das opções que integram o pacote "Day Spa da Ternura", o local oferece outras terapias de beleza e relaxantes, como as indianas, tratamentos a base de chocolate, ofurô e massagem com ervas medicinais, e ainda, massagem dos pés para estimular pontos de energia.
 

Evento: Café Aberje - Mídias Digitais, amanhã 23/04 em Campinas/SP

quinta-feira, 23 de abril de 2009

 O próximo encontro do Café Aberje Campinas será amanhã! 
Será um debate sobre a importância das mídias digitais para a comunicação empresarial. 
Presença de especialistas da Editora Abril, Vivo, Banco Santander e Polipress.
Os profissionais compartilharão conosco suas experiências na utilização de veículos como a internet, a intranet, blogs e tv para a comunicação em suas empresas.

Data: 24 de abril (sexta-feira)Local: Café Filosófico (CPFL Cultura)
Horário: das 8h45 às 11h30

Evento: Contação de Histórias Árabes para Criançãs amanhã 23/04 na Filc

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Checando a programação do 1. Festival Internacional de Leitura de Campinas vi que amanhã, 23 de abril às 15h00 na Tenda Musical terá contação de histórias infantis árabes para crianças, com Viviane Coentro e Gláucia Rodrigos, do Instituto Jerusalém de Campinas.
 
 
 

Campanha "Keep discovering Dubai" Até maio, 2.300 agentes de viagem e jornalistas de todo o mundo serão levados para conhecer as maravilhas do país

terça-feira, 21 de abril de 2009

Entre março, abril e maio, dois mil agentes de viagens, agentes de MICE (meetings, incentives, conference and exhibitions) e operadoras de turismo de cinqüenta países, estarão visitando Dubai durante 3 dias, dentro da campanha  "Keep discovering Dubai, orçada em 50 milhões de dihrans, (aproximadamente US$ 14 milhões), numa iniciativa do Grupo Emirates e Emirates Airline, em parceria com o Departamento de Turismo e Marketing Comercial de Dubai, hotelaria e Destination Management Companies. Também serão convidados do "Keep discovering Dubai" 300 jornalistas dos mesmos paises. 

Do Brasil foram escolhidos 8 participantes representando jornais e revistas do trade e do turismo, acompanhados por  Julienne Gananian, relações de imprensa da Interamerican, que representa a Emirates na América do Sul, com sede em São Paulo. Os jornalistas visitaram alguns dos principais hotéis, como o mítico  Burj Al Arab e o Atlantis e ficaram  hospedados no One and Only Royal Mirage, conhecendo a tradicional hospitalidade árabe. 

Experimentaram da cozinha marroquina, internacional e moderna, se emocionaram com o pôr do sol no deserto e com as ousadas manobras dos 4 x 4 no safári das  dunas, jantaram sob a luz das estrelas, sobre tapetes espalhados pela areia,  passearam em dromedários, fizeram tatuagens de henna, fumaram sheesha, passaram pela tradicional Bastakiya, tendo contato com a diversidade de opções oferecidas pela cidade. 

Para o Sheik Ahmed bin Saeed Al-Maktoum, presidente e CEO da Emirates Airline e do Grupo Emirates, a companhia aérea criada em 1985 sempre foi embaixadora de Dubai, tornando a região que mais cresce no mundo  em um dos destinos mais populares entre turistas e executivos. Lá tudo se transforma num piscar de olhos: quem viu o aeroporto há  cerca de cinco meses, com certeza vai ficar surpreendido pelas novas instalações do Terminal 3, exclusivo da Emirates. Dubai continua transformando areia em ouro. 

Até 2015 Dubai espera receber 15 milhões de visitantes ao ano. Para entender isso, basta visitar o Museu de Dubai, no Al Fahid Fort, que exemplifica em montagens e cenários o que foi o princípio de tanta riqueza e modernidade. Em menos de 10 anos surgiram 400 hotéis luxuosos, oferecendo 41.000 quartos. A vida é movimentada nos inúmeros shoppings centers e malls, e nos 4.000 restaurantes e cafés com amostragem da culinária internacional, resultado das 160 nacionalidades que formam a população de 1,67 milhão, número que deverá chegar a 3,5 milhões em 2010, dos quais apenas 20% são de nacionais e 80% de estrangeiros.



Eu também quero ir!

Rede Social para Mulçumanos

segunda-feira, 20 de abril de 2009

Muxlim is a social networking service for Muslims. It is the Muslim equivalent ofYahoo, Facebook and Youtube and has been recognized as one of Europe's best tech start-ups by a leading American technology magazine[citation needed][1]. Muxlim.com was launched in 2006 by two Finland based entrepreneurs, with the objective of creating a Muslim social media website that would not expose users to vulgarity, offensive content, and adult material[2].


Fonte: Wikipédia

Twitter

domingo, 19 de abril de 2009


http://twitter.com/AfricanProverbs

Dubai lança companhia aérea de baixo custo

sexta-feira, 17 de abril de 2009

Dubai – A flydubai, primeira linha aérea de baixo custo de Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, anunciou que vai iniciar suas operações em junho, com um vôo para Beirute, capital do Líbano, no dia 01, e outro para Amã, na Jordânia, no dia seguinte.

A nova companhia aérea escolheu Líbano e Jordânia como destinos inaugurais devido ao grande número de expatriados dos dois países que vivem em Dubai e no resto do país, além da grande quantidade de libaneses e jordanianos que desejam visitar o emirado. A data foi escolhida pela proximidade do início do verão na região.

A passagem de ida para um dos dois destinos vai custar 250 dirhans (US$ 68). O valor inclui a poltrona, todos os impostos e espaço para até 10 quilos de bagagem. Pagando valores adicionais, os passageiros poderão levar malas de até 32 quilos, escolher a poltrona e o cardápio de comidas e bebidas.

De acordo com o presidente da flydubai, Ahmed bin Saeed Al Maktoum, a filosofia de negócios da nova companhia é bem simples: "Nossa meta é oferecer aos nossos passageiros o melhor preço e mais opções. Vamos operar com eficiência e evoluir constantemente para fornecer o melhor produto possível aos nossos consumidores. Nosso compromisso é trazer uma nova opção ao mercado regional de linhas aéreas de baixo custo, que está em expansão. Isto deverá favorecer nossa economia, nosso povo e o setor de turismo como um todo", afirmou.

"Estamos oferecendo uma alternativa de baixo custo para os habitantes de Dubai, Líbano e Jordânia que querem viajar a passeio, ou visitar parentes e amigos com maior freqüência. A flydubai torna a viagem de avião mais acessível e fácil do que nunca", disse Maktoum.

A flydubai vai operar no recém-reformado Terminal 2 do Aeroporto Internacional de Dubai. Novos destinos serão anunciados em breve. Todos os vôos terão duração máxima de quatro horas e meia. A flydubai vai utilizar aeronaves modelo Boeing 737-800 Next Generation, com 189 poltronas na classe econômica. 

De acordo com o jornal Khaleej Times, de Dubai, a nova companhia aérea deverá receber seus primeiros dois Boeings no mês de maio.

O presidente da flydubai negou que a expansão da nova companhia possa agravar o problema de falta de passageiros que as linhas aéreas da região vêm enfrentando. Com a recessão global, a demanda por vôos de e para a Europa e os Estados Unidos diminuiu, levando algumas companhias a reduzir seus serviços para esses mercados e concentrar seus esforços no Oriente Médio.

"O aeroporto de Dubai oferece um ambiente competitivo onde hoje operam 125 companhias. A flydubai vai concorrer somente no setor de baixo custo, que está em franca expansão", disse Maktoum.

Para ele, que é também presidente da Emirates Airline e do Departamento de Aviação Civil de Dubai, não haverá concorrência entre a Emirates e a flydubai: "A Emirates Airline tem um mercado-alvo diferente. A flydubai só vai voar a preços populares", explicou Maktoum.

As prováveis concorrentes da flydubai na região serão outras companhias aéreas de baixo custo, como a Air Arabia, do emirado de Sharjah, a Al Jazeera, do Kuwait, a Bahrain Air, do Bahrein, e a Air India Express, da Índia.

Em junho do ano passado, na Feira Aeronáutica de Farnborough, no Reino Unido, a flydubai encomendou 54 Boeings, num pedido avaliado em US$ 4 bilhões. A encomenda incluiu um pedido firme de 50 aeronaves e um contrato de leasing com a empresa Babcock & Brown Aircraft Management para quatro aeronaves adicionais, ainda segundo o Khaleej Times. 

Mais informações

www.flydubai.com

*Tradução de Gabriel Pomerancblum


Agência de turismo se especializa em viagens para a Tunísia

São Paulo – A agência de turismo HR, da capital paulista, resolveu se especializar em viagens para a Tunísia. A empresa, além de atuar como agência, também é operadora - monta pacotes - e criou um departamento apenas para tratar do destino Tunísia. De acordo com a diretora da HR, Helena Romano, a Tunísia não é um país conhecido no Brasil e entre os brasileiros que mais têm procurado o destino para turismo estão pessoas com mais de 35 anos, que normalmente já conhecem a Europa e procuram lugares exóticos.

"Uma turista uma vez me falou 'Helena, nunca imaginei que a Tunísia fosse um lugar tão bonito, obrigada!'. Eles voltam encantados", conta a proprietária, que começou a trabalhar com o destino há cerca de um ano e meio. Helena tem um grupo fixo, para o qual monta viagens há vários anos, e foi na busca de algo diferente para essas pessoas que ela se deparou com o país árabe. A primeira viagem ocorreu em novembro de 2007 e de lá para cá a HR já levou três grupos para fazer turismo em terras tunisianas.

Divulgação Divulgação

Dromedário é atração na Tunísia

A agência oferece tanto viagens para grupos quanto individuais. Nos pacotes grupais são visitadas cerca de 10 locais e cidades, entre atrações arqueológicas, culturais e históricas, pontos de referência à religião muçulmana, e a costa marítima. Também é feita uma viagem ao deserto, com possibilidade de pernoitar em acampamentos, é visitada uma feira freqüentada pelos locais, que tem desde animais até comidas e artesanato, são feitos passeio com dromedário e é oferecida a possibilidade de ver o deserto do alto, de parapente.

"Os europeus normalmente procuram as praias, na Tunísia, mas para os brasileiros o mais interessante é o interior", afirma Helena, se referindo ao fato de que o Brasil já tem praias em abundância. As viagens individuais podem ter o mesmo roteiro das grupais, mas também há a possibilidade de atividades mais exóticas, como com talassoterapia ou golfe. A Tunísia tem vários campos de golfe e possui hotéis cinco estrelas com centro de talassoterapia, que são tratamentos com água do mar e seu entorno: algas e areia.

Divulgação Divulgação

Helena se especializou no destino Tunísia

As viagens são feitas via as companhias aéreas Air France ou Alitalia, com escala na Europa, e um pacote grupal custa ao redor de US$ 2,6 mil, incluindo o aéreo. Uma viagem individual, de sete noites, especializada em talassoterapia e com hotel cinco estrelas, custa ao redor de US$ 750. Isso sem a passagem de avião, que tem preço de cerca de US$ 1 mil. Esses valores são de baixa temporada, segundo Helena, que vai até começo de julho. A HR está fazendo um site especializado no destino Tunísia. 

Helena, fundadora da HR, é paulistana e tem formação em História. Ela trabalhava em uma produtora de vídeos, quando começou a pensar em trabalhar com turismo, por sugestão de um dono de operadora. Ela atuou um ano como free-lancer e resolveu, então, abrir sua própria empresa. A HR trabalha também com outros destinos turísticos internacionais e nacionais. 

HR Turismo
Telefone: +55 (11) 3539 8140
Site: www.hrturismo.com.br
E-mail: contato@hrturismo.com.br