Chegou por e-mail: Subject: tv ao vivo - Aljazeera Assinem a petição para Mr.Sami Al Haj

terça-feira, 1 de abril de 2008


Solictando sua colaboracao para divulgar e apoiar pela libertacao de Mr.Sami Al Haj  , nesso momento preso e sendo torturado em Guantanamo Bay.
 
Mr. Sami Al Haj eh um camara man que foi aprisionado pelos americanos em Dezembro de 2001 e levado para Guantanamo Bay. Ele tem sido submetido a tortura emocional e fisica continuamente. A informacao so veio a tona quando advogados voluntarios conseguiram atraves de atos judiciais ter acesso ao campo de tortura em Guantanamo Bay, Cuba, ja em 2006. Ele continua sob tortura em Guantanamo Bay sem qualquer acusacao.
 
Apesar da ilegalidade do processo os americanos continuam submetendo pessoas a estas atrocidades sem qualquer restricao por haverem fabricado um sistema ACIMA DAS LEIS, como se consideram.
 
Mr. Sami tem sobrevivido mas seus advogados afirmam que seu estado mental e fisico deteriora violentamente a cada visita , devido a tortura continua. Por favor, caso interesse, assine e divulgue ou remeta uma carta de apoio a Mr. Sami, que talvez seja lida para ele em solidariedade e para mante-lo consciente de que ha pessoas sabendo do que ocorre, ao contarrio do que lhe dizem seus torturadores.
 
Vivo no Canada, sou brasileira  e estou remetendo essa informacao, caso Interesse. Obrigada.
 
Peticao para libertacao de Mr.Sami, prisioneiro 345 em Guantanamo :
 
 
E uma informacao sobre TV Al Jazeera, ao vivo, em arabe e em Ingles, uma das unicas emissoras ainda divulgando noticias isentas :
 
 
 
 
 From: Telma Alencar - racnela@gmail.com
 
 
 
 
 
 

John Tofik Karam, neto de libaneses nascido nos Estados Unidos, deve lançar até o final do ano, no Brasil, o livro 'Um outro arabesco'.

São Paulo – O norte-americano de origem libanesa John Tofik Karam vai lançar no Brasil o livro "Um outro arabesco" pela Martins Editora. A obra é resultado da tese de doutorado que Karam fez a respeito da comunidade árabe no Brasil e mostra a valorização ocorrida com os árabes no país no final do século 20.

"Mostra a maior visibilidade que o árabe ganhou na época neoliberal", explicou Karam em entrevista por telefone à ANBA. De acordo com o descendente de libaneses, até metade do século 20 o árabe era marginalizado em função do estereótipo de bom negociante, que sempre queria ter mais ganhos no comércio. "De repente esta idéia virou vantagem na época neoliberal", diz.

A tese de Karam já foi publicada como livro nos Estados Unidos no ano passado. Ela foi defendida na conclusão do doutorado do escritor, em Antropologia Cultural, na Syracuse University, em 2004. No Brasil, o norte-americano acredita que o livro será lançado até o final do ano. A obra acaba de ser traduzida para o português por Denise Bottman e deve entrar em fase de revisão.

Karam ficou três anos estudando dentro da própria universidade, entre 1997 e 2000, e depois partiu para a pesquisa de campo. Ficou no Brasil de setembro de 2000 até o final de 2001, com uma bolsa do Departamento de Educação dos Estados Unidos. No país, entrevistou cerca de cem pessoas da comunidade árabe.

"Falei com comerciantes, donas de casa, profissionais liberais como médicos, advogados e até dançarinas do ventre", afirma Karam. Ele também participou, na época, de uma viagem feita por descendentes de libaneses do Brasil ao Líbano patrocinada pelo Ministério de Imigração do país árabe.

Karam conta que também ia, na época, aos eventos, como seminários, promovidos pela Câmara de Comércio Árabe Brasileira sobre comércio do Brasil com os árabes. Ali ele entrava em contato com empresários brasileiros que queriam negociar com os países árabes e se inteirava de suas opiniões. "O Dr. Michel ensinava a negociar com os árabes", conta Karam, referindo-se ao secretário-geral da Câmara Árabe, Michel Alaby.

Brasil de Karam

Apesar de Karam ser do interior de Nova York, de uma cidade chamada Utica, a sua avó materna é brasileira. Ela nasceu onde hoje fica o estado de Rondônia e morou no local até os dez anos de idade. "Depois foi mandada de volta para o Líbano (na época Grande Síria). Chegou no porto, em Beirute, sem falar árabe", conta o norte-americano. Aos 15 anos, ela conheceu o avô de Karam, casou-se e os dois se mudaram para os Estados Unidos.

A história de Karam com o Brasil continuou quando ele resolveu, aos 17 anos, fazer um intercâmbio pelo Rotary. A intenção do então adolescente era ir para a Europa, mas foi mandado para o Brasil. Desde então Karam voltou ao país inúmeras vezes. Desde os 17 anos, somando todas as vezes que esteve no Brasil, o antropólogo calcula que tenha ficado uns seis anos.

Essa ligação tão estreita fez com que ele quisesse se dedicar ao estudo da comunidade árabe no Brasil no seu doutorado. "Estou felicíssimo pela publicação do livro no Brasil. Vai pelo menos adicionar mais uma voz ao diálogo que já está acontecendo sobre economia global", afirma Karam. O neto de libaneses afirma que o nacionalismo brasileiro abriu espaço para o árabe se identificar como tal, enquanto que nos Estados Unidos isso nunca ocorreu.

Karam é atualmente professor assistente no Programa de Estudos Latino-Americanos e Latinos na DePaul University, em Chicago. Ele já atuou também em outras instituições de ensino dos Estados Unidos. A sua graduação e pós-graduação também foram feitas na área de Antropologia.

Leia a seguir alguns trechos do livro de Karam:

  • Sigo até o Club Homs, na avenida principal [Paulista]. Conhecido como 'a casa dos árabes', ele faz parte da meia-dúzia de clubes para os descendentes dos imigrantes do Oriente Médio que existem na região. Essa noite, o clube está dando uma festa chique em comemoração ao Dia Nacional da Síria. Atravesso o portão de entrada e vou me juntar a um grupo de brasileiros, na maioria de origem árabe. Entre os empresários importantes ali presentes, está um sírio-libanês de terceira geração que foi elogiado pelo presidente Fernando Henrique Cardoso [Paulo Atallah], por treinar executivos brasileiros no setor de exportações para o mundo árabe. Ele é o presidente da Câmara de Comércio Árabe-Brasileira, que fica logo do outro lado da avenida. Há também dezenas de dignitários estrangeiros e políticos nacionais, como uma vereadora libanesa de segunda geração que organiza a comemoração anual do dia da independência libanesa na Câmara Municipal.

 

  • Meu livro mostra que, em época anterior, a etnicidade árabe era basicamente desvalorizada, mas conquistou maior reconhecimento no presente. Na primeira metade do século XX, por exemplo, as elites luso-brasileiras tratavam os descendentes dos imigrantes do Oriente Médio de modo depreciativo, como comerciantes naturalmente espertos que acumulavam imensas riquezas, mas não produziam nada para a nação (Campos 1987; Karam 2004; Lesser 1999). Hoje, porém, a idéia corrente de uma astúcia comercial inata dos árabes é elogiada pelos exportadores brasileiros no mercado "livre".

 

  • Comecei a aprender o que é ser árabe no Brasil quando fui fazer uma pesquisa preliminar em São Paulo, em junho de 1999. Lembro que, dois dias depois de chegar, eu estava no prédio de um amigo no centro da cidade e liguei para alguns contatos. Uma pessoa aceitou marcar um encontro: o editor-chefe de Chams, uma revista da colônia árabe. Naquela primeira semana, ele expôs suas idéias sobre a "colônia", citou os eventos que iam acontecer nos clubes e fez a ponte para eu conversar com executivos e empresários. Foi com essas reflexões, reuniões e indicações que fui formalmente apresentado à experiência árabe no Brasil. Naqueles dias e nos meses seguintes, algumas vezes fui tomado por jornalista, e me senti como tal, entrevistando ou batendo papo com profissionais liberais e cobrindo suas festas e reuniões. Com um bloco de notas enfiado no bolso, mais de uma vez me vi ao lado de outros jornalistas – étnicos e nacionais – anotando trechos de longos discursos e participando de conversas interessantes.

Contato

John Tofik Karam
E-mail: jkaram2@depaul.edu

http://www.anba.com.br/orientese.php?id=106

Minha viagem Dubai e Nigéria

segunda-feira, 31 de março de 2008

Oi Pessoal,

Tenho tantas novidades para contar que o tempo vai passando e acabdo deixando as minhas novidades de lado. Prefiro mater o site atualizado com o máximo de informações atuais que consigo.

Bem, mas na útima semana, o blog atingiu a média semanal de 90 visitas/dia e estou muito feliz por isso. Eu sinto que ainda tem muito a crescer.

Espero que os visitantes comecem a participar mais, por exemplo comentando os posts ou me mandando email com suas críticas e sugestões.

Eu decidi viajar nas minhas férias, vou para Nigéria visitar um amigo. Optei por viajar pela Emirates. Ainda não tenho a data exata, mas será em Maio, isso se meu visto para Nigéria sair, o que saberei em até sexta-feira, assim espero.

Claro que optei viajar pela Emirates por causa da conexao em Dubay.

Mas tenho muitas coisas para resolver antes de ter essa viagem como certa. Enquanto aguardo o visto, estou vendo na Emirates o meu problema de viajar sozinha e levar minha cadeira de rodas motorizada. O problema não é exatamente levar a cadeira, mas conseguir ficar com ela durante a escala em Dubay. Com certeza quero passear no aeroporto.

Me surprrendi ao saber que a Emirates pagará meu pernoite num hotel próximo ao aeroporto e que providenciará o visto de transito em Dubai, este visto é válido por 96 horas.

Quando contei pro Sami (meu amigo saudita) sobre a viagem ele ficou super empolgado, pensamos em passar 2 dias em Dubai juntos passeando, mas ele não conseguiu férias, e agora está vendo se consegue encaixar o final de semana dele, com minha chegada em Dubai na volta da minha viagem (na Arábia Saudita o final de semana acontece na quinta e sexta-feira).

Caso ele não possa ir, vou ficar em Dubay apenas as 10 horas entre um Vôo e outro, o que vai ser anoite. Portanto só vou conhecer o Hotel e o Aeroporto. Mas para mim, além de voar pela Emirates, tenho certeza que já será um grande acontecimento.

Não tenho coragem de ficar sozinha lá, apesar de que estou muito tentada a fazer isso. Mas para isso eu precisaria de mais tempo para planejar, encontrar hotel e transporte acessível para cadeira de rodas. Não me assusta o fato de estar sozinha, sei até falar um pouquinho de árabe rs mas meu medo é não poder aproveitar o tempo ou gastar demais por ter que fazer as coisas sem tempo de pesquisar.

Eu entrei em contato com a Emirates e até o momento estou recebendo todas as informações que preciso para a viagem e sinto os funcionários bem empenhados em resolver meu problema com a cadeira de rodas motorizada a qual quero estar sempre com ela.

Eles me pediram um atestado médico em inglês (disseram que o hotel e acho que a Emirates lá em Dubay pedem isso). Eu não sei se isso é exigido em outras companhias, mas vou providenciar, já tenho uma consulta médica marcada para amanhã.

Sendo assim, vou contando aqui no blog o andamento dos acontecimentos.

Por enquanto é isso.

Vacinas Antes de Viajar para o Exterior

Orientação ao Viajante

Antes de viajar

Dependendo de para onde o viajante está se deslocando, é preciso tomar alguns cuidados sobre os riscos de adoecer. Por isso, as informações e orientações necessárias para os viajantes devem fazer parte do planejamento de viagem. Algumas medidas devem ser previstas com antecedência como, por exemplo, a vacina contra febre amarela que é obrigatória para o ingresso em alguns países e deve ser tomada pelo menos dez dias antes da viagem.

A vacinação deve ser registrada no Certificado Internacional de Vacinação que é emitido em qualquer um dos postos da Anvisa em Portos, Aeroportos e Fronteiras. Caso tenha algum problema de saúde que contra indique a vacinação, consulte seu médico e solicite um atestado e apresente em um dos nossos postos para emissão do Certificado Internacional de Isenção de Vacinação
(PDF).

Outras vacinas são recomendadas como medida de prevenção do viajante que se desloca para qualquer país, como a tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola) e a dT (difteria e tétano) e hepatite B, e no deslocamento para áreas endêmicas, a poliomielite, influenza e meningite meningocócica. A principal orientação da Anvisa é que o viajante esteja em dia com seu calendário vacinal do Programa Nacional de Imunização do Ministério da Saúde.


Mais informações podem ser obtidas no site da ANVISA
http://www.anvisa.gov.br/paf/viajantes/index.htm


Para saber quais vacinas você precisa tomar antes de viajar consulte o consulado do país que está indo ou um posto da ANVISA.

Ato público pelo fim do cerco à Gaza

sexta-feira, 28 de março de 2008

No domingo, ocorrerá ato público em memória às vítimas do mais recente ataque israelense à população da Faixa de Gaza.

O Comitê de Solidariedade aos Povos Árabes chama a sociedade civil para se reunir no domingo, a partir das 10h, na pça. Oswaldo Cruz, próxima à estação Paraíso do metrô como uma demonstração de repúdio às ações militares israelenses na Palestina. A ação também será uma homenagem ao Dia da Terra na Palestina, lembrança feita à memória de seis jovens árabes mortos em 1976 em manifestações que iam contra a tomada de casas de famílias palestinas no interior de Israel.

Local: pça. Oswaldo Cruz, próximo ao metrô Paraíso - São Paulo, 10 horas

Expansão de aeroportos no Oriente Médio, África e Sul da Ásia recebem US$ 68 bilhões em investimentos

São Paulo – O setor aeroportuário do Oriente Médio, África e Sul da Ásia tem projetos de construção e expansão avaliados em US$ 68 bilhões. A informação foi divulgada pelo jornal Bahrain Tribune. Os países do Golfo concentram a maior parte, ou US$ 43 bilhões em empreendimentos.

Somente nos Emirados Árabes Unidos o custo das obras em execução chega a US$ 21 bilhões. Outros projetos importantes em andamento na região do Oriente Médio incluem o Aeroporto Internacional do Bahrein, de US$ 815 milhões, o Aeroporto Internacional do Kuwait, de US$ 2,1 bilhões, e o Aeroporto Internacional Rainha Alia, na Jordânia, de US$ 600 milhões.

Na semana passada o governo do Bahrein revisou o orçamento do plano de expansão do terminal de passageiros do aeroporto. O custo da obra, originalmente estimado em 126 milhões de dinares barenitas (US$ 334,3 milhões), subiu para 300 milhões de dinares (US$ 795,9 milhões) em conseqüência da alta nos preços de materiais de construção na região.

A Companhia de Aeroportos do Bahrein informou que o projeto de expansão tem como objetivo atender as necessidades de transporte aéreo do país nas próximas duas décadas. Atualmente o terminal recebe um fluxo anual superior a sete milhões de passageiros. Esse volume cresce em média 9% ao ano e o volume de carga aumenta cerca de 7%.

Expansão generalizada

O padrão de expansão dos aeroportos nas três regiões, impulsionado pelo forte crescimento econômico e pelo aumento no tráfego de passageiros, foi revelado em pesquisa realizada pelo Streamline Marketing Group, companhia responsável pela organização da Airport Expo Dubai, feira comercial para os setores de construção, operação, tecnologia e serviços aeroportuários que deve ocorrer entre 02 e 04 de junho deste ano.

A pesquisa revela uma fase intensa de construção e expansão de aeroportos nos países do Golfo, Jordânia, Iraque, Índia, Sri Lanka e no continente africano.

Encabeçando a lista de investimentos, com custo total de US$ 10 bilhões, está o novo Aeroporto Internacional Al Maktoum, em Jebel Ali, nos Emirados Árabes Unidos. Após o término das obras, o aeroporto deverá ser o maior do mundo, com capacidade anual para 120 milhões de passageiros.

Em seguida na lista de aeroportos mais caros vêm o Aeroporto Internacional de Abu Dhabi, com US$ 6,8 bilhões, e o novo Aeroporto Internacional de Doha, no Catar, com US$ 5,5 bilhões.

Outras obras incluem os aeroportos Rei Abdul Aziz, Madinah e Tabuk, na Arábia Saudita, com custos somados de US$ 11,3 bilhões, bem como a modernização de aeroportos de menor porte na Índia, com US$ 4 bilhões, além de projetos avaliados em US$ 3,5 bilhões na Líbia e de US$ 2 bilhões em Bagdá.

Obras aeroportuárias em andamento na África incluem o Aeroporto Internacional do Cairo e outras no Egito, com custo total de US$ 850 milhões; o Aeroporto Internacional Mohammed V e o Aeroporto de Benslimane, no Marrocos, no valor de US$ 565 milhões; os aeroportos internacionais de Tambo, de Joanesburgo e outros na África do Sul, com obras avaliadas em US$ 725 milhões; o novo Aeroporto Internacional de Cartum, no Sudão, ao custo de US$ 530 milhões; e os aeroportos de Enfidha e Monastir, na Tunísia, com obras avaliadas em US$ 532 milhões, ainda segundo o Bahrain Tribune.

*Tradução de Gabriel Pomerancblum


http://www.anba.com.br/noticia.php?id=17834

Universidade do Líbano oferece curso sobre imigração

São Paulo – O Centro de Pesquisa sobre a Imigração Libanesa, da Universidade Notre Dame, no Líbano, vai oferecer um curso acadêmico sobre o estudo da emigração, imigração, remigração, refugiados e trânsito migratório entre os dias 24 e 29 de abril. O curso é voltado para profissionais e estudantes de todas as nacionalidades.

O objetivo do treinamento é apresentar a metodologia de pesquisa sobre os temas relacionados à imigração. O programa vai explorar os conceitos teóricos atuais, promover discussões ligadas à migração internacional, discutir a forma de integração dos imigrantes nos países que os recebem e o impacto da emigração sobre os países de origem. O curso pretende ainda ajudar a desenvolver a capacidade de reflexão de jovens profissionais, pesquisadores, estudantes, jornalistas e pessoas ligadas a Organizações Não Governamentais.

O Líbano é um dos países que tem uma das maiores populações vivendo no exterior. No Brasil, por exemplo, existem mais libaneses e descendentes do que no próprio país árabe. A questão da emigração libanesa exige muitos estudos, principalmente nos tempos de hoje com o aumento do fluxo imigratório. Nos últimos anos, o Centro de Pesquisa sobre a Imigração Libanesa está formando um banco de dados sobre a emigração do país árabe.

O número de participantes do curso é limitado a 35 pessoas e os interessados devem se registrar até sexta-feira (04).

Mais informações

Centro de Pesquisa sobre Imigração Libanesa
Site: www.ndu.edu.lb/newsandevents/current/imiscoe.htm


http://www.anba.com.br/noticia.php?id=17832

Marketing de Relacionamento: Fornecedores de Havaianas Personalizadas

quinta-feira, 27 de março de 2008

1-

A Have Fun, RK Intermediação de Negócios, desenvolve diversas criações nas Havainas.

(21) 2516-9206 / (21) 9368-0910
Localidade: Rio de Janeiro, RJ
Contato: Silvia


2-

A Juliana também desenvolve personalização nas Havainas.

(19) 81760676
Localidade: Campinas, SP
Contato: Juliana


3-

A Signmaker® inova na utilização da VUTEK PressVu. Impressão digital em Sandálias! O processo permite TOTAL personalização e alta qualidade de impressão – 600dpi's reais.

Telefone: (11) 5070-5070
E-mail: signmaker@signmaker.com.br
Site: http://www.signmaker.com.br
 
4-

Outros sites

http://www.chineloseacessorios.com.br
http://www.tudoarte.com.br/havaianasbordadas/index.html

Arábia Saudita: Primeiro hotel exclusivamente para mulheres inaugurado


Lisboa, 21 Mar (Lusa) - A Arábia Saudita inaugurou o primeiro hotel do Médio Oriente destinado exclusivamente a mulheres, que não terão de vestir o traje islâmico dentro da unidade turística, contrariando as leis do país.

Num país onde as mulheres têm de se cobrir da cabeça aos pés e são separadas dos homens em muitos locais públicos, o Luthan Hotel, em Riad, apresenta-se como "um refúgio das pressões quotidianas", dirigido sobretudo a empresárias em viagens de negócios e a estrangeiras residentes na Arábia Saudita.

Dentro do hotel, que conta com 25 suites e oferece serviços 24 horas por dia, incluindo um spa e uma piscina, as mulheres não terão de vestir o traje obrigatório imposto pela legislação nacional, já que, segundo a gerente, "é como se estivessem em qualquer outro lugar do mundo".

Os Estados Unidos, a Alemanha e a antiga Jugoslávia já têm de hotéis deste género, enquanto o Reino Unido dispõe de uma unidade hoteleira que reservou um piso inteiro apenas para o sexo feminino.

JPB.

Lusa/Fim

Dica de site: Amigos do Livro

O portal Amigos do Livro foi inaugurado no dia 6 de outubro de 2001 e pertence ao Grupo Editorial Scortecci.

Um endereço para estudo, pesquisa, divulgação e promoção do livro e do hábito da leitura.

Tudo nele é grátis.

Você encontra: autores, editoras, livrarias e sebos, gráficas, bibliotecas, grupos literários e academias, prêmios e concursos, associações literárias e culturais, profissionais do livro, instituições, fundações, ONGs, casas de cultura, noticias sobre o mundo do livro e serviços.


http://www.amigosdolivro.com.br

Hoje: Monte Líbano relembra os 125 anos do nascimento de Gibran Khalil Gibran

O Clube Monte Líbano abre nesta quinta, às 20h30, a semana Gibran Khalil Gibran, que ocorrerá de 1º a 9 de abril, com exibição de filmes e fotos, entre eles o filme Gibran Khalil Gibran", cedido pelo acervo do Instituto da Cultura Árabe.

Gibran Khalil Gibran, poeta, pintor e filósofo libanês, nasceu na cidade de Becharré, ao norte do Líbano. Emigrou para Nova York em 1895 e, em companhia de sua mãe, seu irmão e suas duas irmãs. Lá faleceu no dia 10 de abril de 1931. Gibran, cuja está traduzida para o português, tornou-se conhecido pelo seu célebre livro "O Profeta", escrito em inglês e traduzido em 40 idiomas.

Serviço:

Clube Atlético Monte Líbano - av. República do Líbano, nº 2267 - quinta-feira - 27/03/2008, às 20h30

Fonte:

http://www.icarabe.org

Aquarelas serão expostas, a partir de sexta-feira, no Clube Atlético Monte Líbano, em São Paulo.


Divulgação
Aquarela pintada por Sonia Madruga inspirada na terra do poeta libanês Gibran khalil
Aquarela pintada por Sonia Madruga inspirada na terra do poeta libanês Gibran khalil

São Paulo – Com a água cristalina das montanhas do Vale de Kadisha, no Líbano, a artista plástica carioca Sonia Madruga pintou 38 aquarelas. A ida ao país árabe, que ocorreu em 2003, fez parte de um grande sonho da artista em conhecer a terra natal do poeta e pintor libanês Gibran Khalil Gibran. Duas das obras vão estas expostas, a partir de sexta-feira (28), no Clube Atlético Monte Líbano, em São Paulo, que terá uma programação especial para comemorar os 125 anos do nascimento do escritor.

"A inspiração veio da emoção de pisar na terra firme do que sempre foi um lindo sonho. Estava lá e procurei retratar cenas do cotidiano, os costumes, as cores daquele verão, as matinês nas montanhas, os passeios, a exuberante natureza, a simetria das colinas cultivadas, a arquitetura", descreve Sonia. As aquarelas inspiradas na terra do poeta foram denominadas pela artista de "Caminhos de Gibran".

O primeiro contato de Sonia com a literatura de Gibran se deu na adolescência, quando ela leu o livro "O Profeta". Em seu site, ela conta que o contato com o trabalho teve influência determinante em sua vida, mesmo sem ter nenhuma descendência libanesa. "Fiquei tão fascinada que resolvi estudar árabe. Queria ler O Profeta no texto original para tentar estar mais próxima de Gibran", conta Sonia, que anos mais tarde descobriu que a obra original havia sido escrita em inglês.

Em sua viagem ao Líbano, a artista fez questão de conhecer a casa do poeta libanês, em Becharre, o museu de Gibran, a floresta de cedros, o mar Mediterrâneo. "Beirute foi um impacto. Encontrei a cidade magnífica, reconstruída, vibrante, elegante; comida deliciosa e exótica. Um país pequeno com uma diversidade cultural fascinante, natureza privilegiada e vegetação exuberante", conta Sonia.

Na bagagem de volta, a artista trouxe ainda um pouco da água que havia coletado no Líbano. Quando chegou ao Rio de Janeiro, a saudade e as lembranças do país árabe ficaram marcadas na memória de Sonia. "Passei dias isolada pintando até a última gota da água que havia trazido de lá. Nem saía de casa, numa tentativa de preservar as cores e o frescor daquelas lembranças", lembra a artista. "Revendo as telas que pintei na volta percebo imagens impregnadas de sentimentos e emoções, de lembranças inesquecíveis tendo o Líbano como metáfora", acrescentou.

Segundo Sonia, sua idéia agora é lançar um livro-álbum de aquarelas para contar a sua história com Gibran. O plano é que o livro seja editado em francês e português. "Gostaria de poder apresentar Gibran à nova geração a partir da minha história, de fazer esta homenagem", disse. Após a exposição das duas obras "Gibran For Ever" e "Clair de Lune" no Clube Monte Líbano, a artista pensa em vender a série como uma coleção. "Vejo que não devo guardar apenas para mim. É preciso desapego e deixar a magia se espalhar. É uma história cheia de esperança e magia", diz Sonia.

Outra idéia da artista, que já viajou por diversos países do Oriente, como Egito, Marrocos e Turquia, é levar uma exposição de aquarelas do Brasil para mostrar a beleza brasileira para o mundo. As obras da artista são comercializadas em seu próprio site, seu atelier e em galerias de arte no Rio de Janeiro. Suas aquarelas também já foram vendidas para Estados Unidos, França, Itália, Espanha, Inglaterra, Alemanha, Holanda, Líbano, Austrália, Argentina. No país árabe, as obras de Sonia podem ser encontradas na Gallery Emmagoss, em Beirute.

No Clube Monte Líbano, as aquarelas da série "Caminhos de Gibran" vão ficar expostas até quarta-feira 09 de abril no Hall do Teatro e Boulevard do clube paulista.

Contato

Sonia Madruga
www.soniamadruga.com


http://www.anba.com.br/noticia.php?id=17810

Marketing de Relacionamento: Havaianas - Brinde Personalizado

quarta-feira, 26 de março de 2008

Havaianas é um dos casos de sucesso mais comentados no mundo dos negócios. Fala-se da propaganda com celebridades, da mudança de posicionamento da marca e do aumento do portfólio. Mas se o chinelo de borracha é hoje o mais celebrado no mundo, deve isso a uma mudança profunda no Mix de Marketing da marca que superou a sua categoria e virou artigo de moda.
"As legítimas" começaram a ser fabricadas em 1962 pela Alpargatas. "Foi uma marca lançada para a classe média que, com o passar do tempo, todo mundo passou a usar e o resultado é que ela acabou se popularizando demais", conta Rui Porto (foto), Diretor de Mídia e Comunicação das Havaianas em entrevista ao Mundo do Marketing.
Este era o problema. A massificação do produto, por incrível que possa parecer, levou a rentabilidade aos menores níveis nos anos 1980 e o enquadrou na categoria de commodity. Com a fabricação de um único modelo, a operação corria riscos e não seria apenas mudanças na comunicação que alteraria este cenário. A estratégia da Alpargatas para Havaianas foi provocar uma mudança drástica no mix de marketing. "Mexemos em todos os compostos de marketing", afirma Porto.

O Marco Top

De acordo com o novo posicionamento posto em prática em 1994, o primeiro passo foi criar outros modelos do chinelo. A estréia foi com a linha Havaianas Top que, com novas cores e formatos diferenciados, criaram uma segmentação do produto. Em seguida, a distribuição também passou a ser focada em nichos de mercado. Cada ponto de venda recebia um modelo diferente, de acordo com seu target.
Outra mudança foi na exposição do produto no ponto de venda. Ao invés das grandes cestas com os pares misturados, criou-se um display para valorizar o produto e facilitar escolha e, claro, impulsionar as vendas. "Sabíamos que a questão do PDV era muito importante", informa Rui Porto. "Era querer demais que o consumidor mergulhasse dentro de uma cesta para achar o produto", ressalta.
Agora sim, com o produto certo para as pessoas certas, muda-se a comunicação. Deixa-se de falar sobre o produto (as tiras não soltam e não tem cheiro), para destacar o usuário e suas atitudes. Entre as estratégias está o patrocínio de eventos de moda e o trabalho de assessoria de imprensa e RP junto aos formadores de opinião e a imprensa. Nos anúncios para TV, jornais e revistas, as campanhas mostravam o espírito de boas coisas brasileiras com artistas famosos colocando o pé à mostra com suas Havaianas Top. Com cenas irreverentes, os comerciais fizeram com que a marca fosse querida pelas pessoas. Assim como na moda, Havaianas lança coleção verão.

Marca Global

O resultado, em 12 anos, é que Havaianas virou artigo de moda e a marca se colocou do lado de grandes empresas internacionais como Channel, que, aliás, vende pares de sua marca junto com a de Havaianas numa ação de co-brand. Só em 2006, 160 milhões de pares foram vendidos, dos quais 10% foram para mais de 80 países espalhados pelo mundo. E se antes era apenas um modelo que ia no pé de todo mundo, hoje são 80, dos quais metade são destinados ao exterior.
O que mantém a áurea de um simples chinelo vivo é o fato de ter se transformado em marca. "Havaianas está ligado ao estilo da moda e como hoje ela é uma marca, como Channel, estará sempre na moda", informa Rui Porto, que vê seu produto vendido desde a farmácia da esquina até às lojas mais requintadas de Paris e Nova York.
"Muita gente quer uma fórmula mágica do sucesso, mas não existe. Não foi do dia para a noite que tudo aconteceu. Começou em 94 e demorou três anos para decolar - foi um processo", elucida o diretor. "E isso só foi possível graças ao comprometimento com a mudança, com investimento em pesquisa sobre o consumidor e comunicação", garante Rui Porto ao site.

Texto por Bruno Mello
http://www.mundodomarketing.com.br


Nota da Big Eyes

Em 2007 a Gift Bag do Oscar 2007 tinha uma Havaianas desenvolvida exclusivamente para a festa. O modelo, avaliado em US$ 1,5 mil, tem nas tiras 10 estrelas em ouro branco cravejadas de diamantes. A textura do solado apresenta pequenas estrelas.

Você também pode personalizar as havaianas como brinde de relacionamento.

Não precisa gastar muito. Em geral os fornecedores desse brinde fazem a impressão (silk) de uma arte, que pode ser criada até pela sua agência de publicidade nas havainas, a embalagem você pode desenvolver como quiser.


Conheça o site das Havaianas
http://www.havaianas.com.br

Dica de site: Sua língua portuguesa

Uma dica de site sobre Língua Portuguesa. Para quem está procurando dicas ou estudando para o vestibular!

http://www.sualingua.com.br


Divirtam-se!

Túnis e São Paulo: cidades irmãs

São Paulo - Túnis, capital da Tunísia, e São Paulo, a capital econômica do Brasil, deverão se tornar cidades irmãs. A relação entre os dois municípios foi tema de reuniões ontem (25) do embaixador do país árabe em Brasília, Sefeddine Cherif, com o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, e com o vereador José Rogério Farhat (PTB). O parlamentar protocolou esta semana, na Câmara Municipal, um projeto para tornar as duas cidades irmãs. O político acredita que o projeto será votado ainda no primeiro semestre.

Cherif esteve com o prefeito e o vereador acompanhado do presidente da Câmara de Comércio Árabe Brasileira, Antonio Sarkis Jr., e do vice-presidente de Marketing da entidade, Rubens Hannun, que também é cônsul honorário da Tunísia em São Paulo. Na prefeitura, o embaixador tunisiano levou a Kassab a mensagem de que, atendendo a um pedido do próprio prefeito paulistano, Abbés Mohsen, prefeito de Túnis, visitará a capital paulista este semestre. Kassab ficou entusiasmado com a idéia e prometeu retribuir a visita, indo também a Túnis.

"É um incentivo às relações culturais e econômicas entre as duas cidades", afirmou Kassab a respeito dos futuros encontros dos dois prefeitos. Ele lembrou que São Paulo costuma fazer este tipo de intercâmbio com várias regiões do mundo. De acordo com Cherif, a vinda do prefeito de Túnis a São Paulo será uma oportunidade para promover as relações entre as duas cidades, fazer com que os brasileiros descubram mais a Tunísia e o país árabe descubra mais o Brasil, além de examinar o que pode ser feito em conjunto. Outro motivo da vinda de Mohsen será a possibilidade de tornar Túnis e São Paulo irmãs.

A idéia do projeto que será votado na Câmara de Vereadores foi uma sugestão de Hannun a Farhat, que é descendente de libaneses. "O projeto formaliza o estreitamento de laços e isso facilita as relações esportivas, culturais e comerciais", afirmou o vereador à ANBA. Hannun afirma que as duas cidades têm muito em comum. "São cidades vivas, com muito movimento, desenvolvimento, humores parecidos, estilos de vida parecidos. Por isso as pessoas das duas cidades se dão bem. O próprio prefeito de Túnis, que fala português e tem um filho corintiano, é uma demonstração desta proximidade", disse Hannun.

O embaixador Cherif foi levado por Farhat para conhecer o Plenário da Câmara. O diplomata, Hannun e Sarkis também foram homenageados pelo vereador, com a entrega de um bóton e um chaveiro com o distintivo da Casa. O encontro com Kassab foi acompanhado também pelo secretário municipal de Relações Internacionais, Alfredo Cotait Neto, e o secretário adjunto da área, Flávio Goldman.

O embaixador falou a eles sobre a admiração que os tunisianos têm pelo Brasil. De acordo com ele, a Tunísia quer aprender com as experiências brasileiras. "Temos problemas similares, quero transmitir o que eu aprender ao meu país", afirmou o diplomata. Cherif lembrou que já existe um comércio de qualidade entre o Brasil e a Tunísia. Ele afirmou, porém, que o comércio pode crescer ainda mais e que vai trabalhar para isso. De acordo com o embaixador, o Brasil exporta principalmente café, açúcar e carnes para a Tunísia e o país árabe tem como principais produtos exportados ao Brasil os fertilizantes.

Ontem foi o último dia da visita oficial do embaixador Cherif a São Paulo. Em entrevista à ANBA, Cherif agradeceu a colaboração da Câmara Árabe na sua passagem pela capital paulista. Ele teve, em São Paulo, uma série de encontros com autoridades locais, políticas e empresariais, e também com jornalistas, entre a segunda-feira (24) e a terça-feira (25). "Ficou acima das minhas expectativas", disse Cherif.


http://www.anba.com.br/noticia.php?id=17793


Nota da Big Eyes

Pois é, nunca a Tunísia esteve tão perto ...
e tão longe!

Parte II - Fundamentos do Budismo - Fé, prática e estudo

Nitiren Daishonin ensina que os fundamentos da religião budista são a fé, a prática e o estudo. Fé significa crer no Gohonzon e ter fé em que o Gohonzon do Nam-myoho-rengue-kyo é idêntico à própria vida. A forte fé é a manifestação do estado de Buda inerente na vida da pessoa. No entanto, essa crença deve ser aprofundada e fortalecida com a prática e o estudo do ensino de Nitiren.

A prática se divide em duas partes — a Prática Individual e a Prática Altruística. A Prática Individual significa realizar o Gongyo e recitar o Daimoku e a Prática Altruística significa ensinar a outras pessoas para que elas possam perceber a grandiosidade do budismo e obter benefícios do Gohonzon. A prática de recitar o Nam-myoho-rengue-kyo com fé no Gohonzon faz com que a vida entre em perfeita fusão com o Gohonzon para tornar-se una com a Lei do Nam-myoho-rengue-kyo.

A prática para os outros inclui o incentivo às pessoas para que tenham fé e a participação nas várias atividades em prol do Kossen-rufu e do movimento de propagação da Lei Mística. Ao realizar essa prática, a pessoa está cumprindo sua missão de salvar os outros como emissárias de Nitiren Daishonin, o Buda dos Últimos Dias da Lei.

É importante lembrar que ensinar o budismo a outras pessoas também é uma causa para a própria revolução humana. Nesse sentido, Prática Altruística é o mesmo que praticar para si mesmo. Por esse motivo, os dois tipos de práticas capacitam a pessoa a tornar-se iluminada para a realidade máxima da própria vida, isto é, o Nam-myoho-rengue-kyo. Os jovens acadêmicos, por exemplo, tornam-se especialistas em seu campo porque estudam todos os dias em seu campo de especialização. Os estudantes de arte tornam-se enfim reconhecidos por seu trabalho. A prática contínua é essencial se a pessoa deseja ficar totalmente desperta para a realidade da própria vida. O estudo significa procurar compreender a filosofia budista, especialmente o ensino que revela a força e a natureza do Gohonzon. Além disso, significa compreender, por meio da razão, os pontos divergentes e concordantes entre esse ensino e outros sistemas de pensamento e filosofias. Uma vez que as pessoas são seres racionais, elas conseguem aprofundar e fortalecer sua crença com uma compreensão clara da filosofia budista. Para ensinar e explicar o budismo para outras pessoas, é preciso compreender os princípios budistas. Dessa forma, o estudo também envolve tanto a Prática Individual como a Prática Altruística.

A fé é o que há de mais importante para atingir o estado de Buda. A fé dá origem à prática e ao estudo, e ambos, por sua vez, servem para aprofundar a fé da pessoa. A fé se aprofunda com o equilíbrio entre a prática e o estudo. Porém, é igualmente verdadeiro que a energia que brota da fé é a base para a prática e o estudo contínuos.

Fonte:
FUNDAMENTOS DO BUDISMO, Capítulo Fé, Prática e Estudo, págs. 168 / 183

Parte II - Fundamentos do Budismo - “Gohonzon” O objeto de devoção do Budismo de Nitiren Daishonin

"Os homens sacrificam-se para defender sua honra e as mulheres morrem por seus maridos. Os peixes em uma lagoa desejam viver em segurança e, deplorando sua pouca profundidade, cavam buracos no fundo para se esconderem. Porém, iludidos pela isca, mordem o anzol... O mesmo é verdadeiro para os seres humanos. É geralmente por assuntos seculares insignificantes e raramente pelo importante budismo que as pessoas sacrificam sua vida. Por essa razão, poucas pessoas podem atingir o estado de Buda."1 Esta frase das escrituras de Nitiren Daishonin nos ensina um importante ponto: a que devemos devotar a nossa vida? Dinheiro, conforto, amor e família são importantes, sem dúvida. No entanto, o problema encontra-se no forte apego a esses fatores que estão sujeitos à mudança. Se nossa felicidade depender totalmente deles, será extremamente frágil. Se não temos dinheiro para obter o que queremos, sentimos uma imensa frustração. Se não somos correspondidos pela pessoa amada, sentimo-nos desolados. Essa é a tendência do ser humano.

Contudo há algo ainda mais importante e duradouro a que podemos devotar a vida. Algo que nos possibilita um eterno desenvolvimento. Esse algo é o Gohonzon.

Literalmente hon significa base, zon, respeito, e go é um prefixo honorífico que indica "digno de honra". Portanto, Gohonzon quer dizer "objeto de respeito fundamental". O Gohonzon contém a condição de vida iluminada do Buda que não é afetada por circunstâncias mutáveis. Nitiren Daishonin deixou o Gohonzon para toda a humanidade, inscrevendo-o em 12 de outubro de 1279 com o desejo de que todas as pessoas atinjam a mesma condição de vida iluminada por ele alcançada.

Sofremos a influência de vários fatores externos. Uma pintura pode nos evocar alegria, paz ou tristeza, dependendo da relação que temos com ela. A função do Gohonzon é possibilitar-nos evidenciar nossa natureza de Buda inata. A idéia de um objeto de devoção pode parecer estranha aos ocidentais. Mas o Gohonzon é muito diferente de um ídolo. Nós não nos devotamos a algo superior ou separado de nós. Ao contrário, Nitiren Daishonin nos legou uma representação gráfica da condição de vida iluminada do Universo e da nossa própria vida. Com a recitação do Nam-myoho-rengue-kyo, nós nos unimos ao Gohonzon e experimentamos nossa própria condição de vida iluminada. É exatamente como afirma a seguinte escritura: "Quando reverenciamos o Myoho-rengue-kyo inerente em nossa própria vida como objeto de devoção, a natureza de Buda dentro de nós é convocada e manifestada por nossa recitação do Nam-myoho-rengue-kyo; é isto o que quer dizer 'Buda'. Por exemplo, quando um pássaro engaiolado canta, os pássaros que estão voando no céu são atraídos e se reúnem ao seu redor, fazendo com que o primeiro comece a lutar para se libertar. Quando recitamos a Lei Mística, nossa natureza de Buda é evocada emergindo infalivelmente."2

O uso de um objeto para concentração e meditação é muito comum no budismo. O Gohonzon é chamado de mandala, uma palavra sânscrita, cujo significado original é "círculo". Na Índia antiga um círculo era desenhado na areia em torno dos participantes das cerimônias religiosas significando proteção. Um círculo compreende tudo que está dentro dele e, portanto, representa a universalidade e a totalidade, englobando o macrocosmo e o microcosmo.

O Gohonzon também é descrito como "concentração de benefícios" e "perfeitamente dotado". A nossa vida está perfeitamente dotada de tudo de que necessitamos para nossa felicidade. Nossa natureza inata de Buda responde à nossa recitação do Nam-myoho-rengue-kyo ao Gohonzon. Daishonin nos incentiva dizendo: "Eu, Nitiren, inscrevi minha vida em tinta sumi, assim, creia no Gohonzon com todo o seu coração."3 O Gohonzon é um pergaminho escrito em caracteres chineses e sânscritos. No centro, está escrito Nam-myoho-rengue-kyo Nitiren, significando a unicidade da Pessoa (Nitiren Daishonin) e da Lei (Nam-myoho-rengue-kyo). Representantes dos Dez Mundos (Inferno, Fome, Animalidade, Ira, Tranqüilidade, Alegria, Erudição, Absorção, Bodhisattva e estado de Buda) aparecem reunidos em torno da inscrição central. Alguns deles são personagens históricos, enquanto outros são figuras míticas ou divindades budistas. Nitiren Daishonin utilizou-os para representar as funções do Universo e da nossa própria vida.

Diversas escolas budistas veneram imagens de Sakyamuni e de outras divindades. Nitiren Daishonin foi o primeiro a estabelecer um objeto de devoção com base na palavra escrita por atribuir a ela o mais alto valor. Assim como seus ensinamentos, que foram escritos de próprio punho em cartas, tratados e teses endereçados aos seus seguidores, o Gohonzon é um legado a toda a humanidade e está livre de deturpações em seu significado.

Notas: 1. As Escrituras de Nitiren Daishonin, vol. 1, págs. 194–195. 2. Ibidem, vol. 6, pág. 231. 3. Ibidem, vol. 1, pág. 276. Onde ler mais a respeito: Terceira Civilização, edição no 354, fevereiro de 1998, págs. 12–20.
Fonte: TERCEIRA CIVILIZAÇÃO, EDIÇÃO Nº 404, PÁG. 11, ABRIL DE 2002.

Embaixador da Tunísia, Sefeddine Cherif, disse à ANBA que cada vez mais companhias tunisianas procuram na embaixada informações sobre o mercado brasileiro.

São Paulo – Cada vez mais empresas tunisianas buscam informações sobre o Brasil e companhias brasileiras procuram dados sobre a Tunísia. A informação foi dada ontem (24) à ANBA pelo embaixador tunisiano em Brasília, Sefeddine Cherif, que visitou a sede da Câmara de Comércio Árabe Brasileira, em São Paulo. "Muitas empresas têm demonstrado esse interesse", disse o diplomata.

Segundo ele, prestar informações sobre os mercados dos dois países faz parte do dia-a-dia da embaixada. "É uma preocupação importante que nós temos", afirmou. De acordo com Cherif, procuram a representação diplomática especialmente companhias brasileiras que querem exportar produtos industrializados e alimentos, assim como empresas tunisianas interessadas em vender mercadorias como azeite de oliva, tâmaras e peças de reposição.

"É muito importante aumentar as trocas comerciais entre os dois países. Os nossos produtos, por exemplo, são muito confiáveis", afirmou o embaixador. "Nesse sentido, é importante também intensificar as viagens de delegações, assim os empreendedores podem identificar oportunidades, com a ajuda das embaixadas e da Câmara de Comércio", acrescentou.

Cherif destacou a relevância do conhecimento mútuo. Como exemplo, ele citou a vinda ao Brasil no início deste mês de representantes do grupo tunisiano Elloumi, que planeja ter no país uma fábrica de cabos elétricos para a indústria automobilística. "Eles vão fazer um bom trabalho por aqui", declarou.

Para o embaixador, incentivar os investimentos recíprocos é uma de suas prioridades. Ele quer também que companhias brasileiras invistam na Tunísia. "Somos um país aberto, com estabilidade política e econômica, muito perto da Europa e a partir do início deste ano nossa parceria com a União Européia passou a valer de maneira mais ampla", afirmou. As alíquotas de importação de produtos industrializados foram zeradas.

Ele acrescentou que se instalar na Tunísia pode significar uma vantagem para empresas do Brasil que querem acessar o mercado europeu. "As licenças para investimentos saem em 24 horas. As coisas são fáceis, não temos barreiras burocráticas, pois queremos incentivar esses investimentos", disse. "E as companhias brasileiras atuam em uma grande variedade de atividades que podem se encaixar na Tunísia", ressaltou.

Cherif lembrou que os dois países têm relações diplomáticas sólidas há mais de 40 anos, sendo que o Brasil foi um dos primeiros países a ter um consulado em Túnis no final dos anos 50. E essas relações, segundo ele, têm se fortalecido nos últimos anos com visitas de autoridades, a formação da Comissão Mista Bilateral, a criação do Conselho Empresarial Brasil-Tunísia, que terá sua próxima reunião este ano, e a realização de missões empresariais.

O embaixador acrescentou que as duas nações já têm acordos de cooperação assinados nas áreas de cultura e educação e que negociam atualmente um tratado no ramo do turismo, com o objetivo de fomentar a troca de experiências e o fluxo bilateral de turistas. "Este fluxo está crescendo, mais tunisianos vêm ao Brasil e mais brasileiros vão à Tunísia", declarou.

Ele ressaltou que o turismo é uma atividade muito importante para a economia tunisiana, pois o país recebe anualmente mais de 6 milhões de visitantes. "Os brasileiros gostam de viajar e muitos têm condições de ir à Tunísia, que dará as suas boas vindas", disse.

Cherif, de 45 anos, está no Brasil há quatro meses e uma das coisas que mais lhe chamou a atenção foi o desenvolvimento da economia brasileira. "A economia brasileira é ampla, cresceu mais de 5% no ano passado e está resistindo à crise financeira internacional. Isso, aliado ao volume de reservas internacionais, mostra que o país está andando para frente com confiança e sabedoria", destacou.

Ontem, além da Câmara Árabe, Cherif visitou a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e, no domingo, participou de um almoço com a comunidade tunisiana que vive na cidade para comemorar o aniversário da independência do país, ocorrida em 20 de março de 1956. Hoje ele visitará o Hospital Sírio-Libanês, terá um encontro com o prefeito Gilberto Kassab e uma reunião da Câmara Municipal.

As exportações do Brasil para a Tunísia chegaram a quase US$ 170 milhões no ano passado, um aumento de 12,6% sobre 2006. Os principais produtos embarcados foram açúcar, aços laminados, café, vergalhões e chapas de alumínio. Já as importações somaram US$ 121 milhões, um crescimento de 48%. Os principais itens comprados foram fertilizantes e outros produtos químicos, resíduos de alumínio, cabos para a indústria automobilística, tâmaras secas e peças para máquinas registradoras.


http://www.anba.com.br/noticia.php?id=17777

Dubai terá maior reservatório de água do mundo

São Paulo – Dubai terá os maiores reservatórios de concreto para armazenagem de água do mundo. A obra tem como objetivo atender à demanda crescente gerada pelos projetos de construção em andamento no emirado, avaliados em bilhões de dólares. As informações foram divulgadas pelo site do jornal árabe Gulf News.

Os três reservatórios retangulares, cada um com capacidade para cerca de 270 milhões de litros por dia, ficarão na região de Mushrif. A empresa responsável pela construção é o Mammut Group, dos Emirados Árabes Unidos. O valor do contrato para implementação do projeto é de US$ 168,6 milhões.

Os reservatórios de Mushrif fazem parte de um pacote de projetos de infra-estrutura avaliado em 12 bilhões de dirhams (US$ 3,3 bilhões) lançado recentemente pelo Departamento de Águas e Eletricidade de Dubai (Dewa) para atender à demanda por água e energia elétrica gerada pelos projetos de construção no emirado.

As instalações deverão ocupar uma área total de 165 mil metros quadrados. Os reservatórios terão 372 metros de comprimento, 169 metros de largura e 5,6 metros de profundidade. Deverão ser utilizados 270 mil metros cúbicos de concreto e 27 mil toneladas de aço reforçado.

"Quando concluídos, os três reservatórios irão comportar cerca de 820 milhões de água potável por dia, o que vai representar uma grande expansão na infra-estrutura de Dubai", disse Behzad Ferdows, presidente e CEO do Mammut Group, em nota à imprensa.

"A rápida expansão populacional e o desenvolvimento econômico geram um crescimento exponencial na demanda por água e os governos regionais estão sempre aumentando o fornecimento para acompanhar a demanda", afirmou.

Atualmente, o maior reservatório de água feito de concreto do mundo é o Earl Thomas Reservoir, em San Diego, Califórnia, que comporta aproximadamente 160 milhões de litros de água.

De acordo com estatísticas do Dewa, Dubai tem hoje uma capacidade diária de armazenagem de 1,2 bilhão de litros de água. A previsão é de que esse volume chegue a quase 3.6 bilhão até 2015.

Os reservatórios de Mushrif deverão expandir a capacidade de armazenagem do Dewa dos atuais 1,2 bilhão de litros para cerca de 1,9 bilhão de litros por dia.

As obras têm duração prevista de 15 meses e serão realizadas pelo Mammut Group em parceria com o Max Boegel Group, da Alemanha, ainda segundo o Gulf News.

*Tradução de Gabriel Pomerancblum

http://www.anba.com.br/noticia.php?id=17774

Saiba o que está rolando na Feira Internacional do Cairo e também sobre o programa exibido sobre o Brasil na TV Nilo

São Paulo –Em sete dias de Feira Internacional do Cairo, o estande do Brasil recebeu cerca de cem contatos promissores. Foram importadores e empresários do país árabe e da região que procuraram o espaço, organizado pela Câmara de Comércio Árabe Brasileira, interessados em comprar produtos brasileiros. De acordo com o analista de Desenvolvimento de Mercados da Câmara Árabe, Jean Gonçalves da Silva, e a analista de Comércio Exterior da entidade, Francisca Barros, que estão na mostra, o interesse do público da feira vai desde os produtos do agronegócio, cosméticos e autopeças até produtos para construção, médico-hospitalares e maquinários.

Silva afirma que desde que a feira abriu para o público em geral, o que ocorreu na última sexta-feira (21), também tem havido um interesse maior por utensílios domésticos, como porcelanas, copos e talheres. De acordo com Francisca, o grande interesse dos importadores da feira é saber da competitividade dos produtos brasileiros frente aos chineses. A analista observa que um dos fatores que têm chamado a atenção para as mercadorias brasileiras é o fato de elas terem uma qualidade superior às asiáticas e também de estar ocorrendo um aumento, na região, dos preços de produtos da China. "O interesse pelo Brasil alia-se ainda à falta de oferta por parte dos produtores europeus e norte-americanos", diz Francisca.

Nestes dias em que a feira foi aberta ao público em geral, além dos empresários buscando produtos para importação, há uma grande procura, no estande, por informações sobre o Brasil. As dúvidas vão desde negócios até curiosidades sobre o país em matéria de cultura, sociedade, esportes e política. A idéia, nestes dias, de acordo com Silva, é divulgar também junto aos consumidores egípcios o Brasil e a sua produção. Os contatos que chegam até o estande serão trazidos pelos profissionais da Câmara Árabe ao Brasil e depois repassados a empresas interessadas em fazer negócios na área.

Ontem (24) foi ao ar na TV Nilo, canal de televisão aberta do Egito, um programa sobre o Brasil. Nele, a analista de comércio exterior da Câmara Árabe foi entrevistada e falou sobre a missão da entidade, de aproximar empresas brasileiras e árabes. Ela também falou a respeito das ações e serviços oferecidos pela Câmara Árabe como a consulta comercial prestada pelo Departamento de Comércio Exterior. O departamento aproxima empresas brasileiras e árabes cadastradas interessadas em fazer negócios. Francisca também falou sobre os resultados da mostra, na qual várias empresas procuraram o estande brasileiro interessadas em importador produtos made in Brazil.

A Feira Internacional do Cairo começou da última semana e termina na próxima sexta-feira (28). Esta é a 41ª edição da mostra. A feira é multissetorial e traz oportunidades de negócios para empresas de setores como o agrícola, alimentício, eletro-eletrônico, têxtil, de materiais de construção, de artesanato, de máquinas e equipamentos. Até o final da mostra são esperados um milhão de visitantes. A feira ocorre desde 1968 e é uma das mais tradicionais no país árabe.

http://www.anba.com.br/noticia.php?id=17770