Edição polêmica de HQ de Tin TIn é relançada no Brasil. No episódio o jornalista vai à África e a história é cheia de estereótipos preconceituosos.

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

  www.tintin.com
   
A Folha de S. Paulo publicou interessante matéria na edição de hoje por ocasião do lançamento em português da coleção de HQs do personagem TinTin, do belga Georges Remi, o Hergé. Na verdade, a reportagem foca uma edição polêmica que tem o título original "Tintin au Congo". Foi considerada uma das visões mais preconceituosas da série de aventuras do personagem jornalista. Na reportagem de Pedro Cirne, o texto informa que quando a edição foi lançada na Inglaterra pela editora Edgmont, em 2005, trazia um aviso alertando leitores sobre os estereótipos e o conteúdo ofensivo da história. Em 2007, a Comissão para Igualdade Racial (CRE) pediu às livrarias britânicas que retirassem de suas prateleiras a HQ.

Veja trecho da matéria "Polêmica HQ de Tintim é relançada" de Pedro Cirne, na Folha:


"Nesta aventura, Tintim viaja à África para escrever reportagens. Chega ao Congo Belga (que depois viria a se chamar Zaire e, atualmente, República Democrática do Congo), então uma colônia da Bélgica (curiosamente, na primeira edição portuguesa, o nome foi alterado e virou "Tim-Tim em Angola", então colônia de Portugal). É nesse ponto que começam as questões que trariam problema aos futuros editores.

Tintim aparece como mais forte e inteligente que os africanos, retratados com inocência infantil e subservientes. Em uma cena, após causar um acidente que derruba um trem, ele convence os congoleses a colocar a máquina de volta aos trilhos sem que ele mesmo precise fazer força. Em outra, o jornalista substitui o professor dos jovens africanos e leciona aos congoleses sobre a sua "pátria, a Bélgica".

Quando Tintim volta à Europa, os africanos criam um ídolo de madeira para adorá-lo como se fosse um deus.

Há, ainda, cenas de violência contra animais. Em uma passagem, Tintim explode um rinoceronte com uma dinamite. Além disso, derruba mais de dez antílopes a tiro."

mostra, que ocorre neste mês, terá réplicas em miniatura e imagens das dinastias de Akhenaton, Tutankhamon e Ramsés II. Elas foram trazidas do país árabe pela egiptóloga Marisa Castello Branco.

São Paulo – O programa Oriente Ocidente da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) traz desta vez a mostra "Reis do Egito - Akhenaton, Tutankhamon e Ramsés II", que será inaugurada no dia 23 deste mês no Palácio Universitário da Praia Vermelha, no Rio de Janeiro, e segue até o dia 26. O acervo conta com cerca de 20 réplicas em miniatura e 80 imagens pertencentes às três dinastias do Antigo Egito.
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Olhos de Hórus é uma das peças expostas



Todas as peças são do acervo pessoal da filósofa e egiptóloga Marisa Castello Branco, que já viajou ao Egito 29 vezes e se prepara para sua 30ª ida em outubro. Marisa, que também é professora da UFRJ, ainda é guia turística da agência de turismo Abbatour e já perdeu as contas de quantos brasileiros viajaram com ela. "A próxima caravana tem 30 passageiros", disse ela, que está com 75 anos. Foi Marisa quem montou o roteiro e o chama de Caravana Isis. Desta vez, autoridades egípcias farão uma homenagem por sua 30ª viagem ao país.

Foi durante essas viagens, desde 1985, que Marisa começou a colecionar as réplicas dos tesouros dos reis egípcios. Entre as peças em miniaturas que serão expostas estão vasos, tronos dos faraós, jóias, estatuetas de alguns deuses, olho de Hórus, entre outras. Já numa outra parte da exposição, os visitantes vão poder entender melhor sobre a história e a vida de cada um dos faraós egípcios. "As imagens retratam desde os templos construídos, obras, quanto jóias e outros objetos pessoais", afirmou Marisa.

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Tutankhamon será tema da palestra de Marisa

No dia da abertura da mostra, Marisa também vai fazer uma palestra sobre "Tutankhamon e seu fabuloso tesouro". Sua sepultura foi uma das raras que foram encontradas quase intactas e ao ser aberta, em 1922, ainda continha peças em ouro, tecidos, mobília e textos sagrados sobre o Antigo Egito.

Após a palestra, os convidados poderão assistir uma apresentação de dança árabe, que será feita no Salão Dourado da UFRJ. A exposição tem o apoio do Consulado Geral do Egito no Rio de Janeiro e a entrada é franca.

De acordo com Marisa, em novembro ela vai organizar uma outra exposição, que será realizada no Forte de Copacabana, de 17 a 30. "Essa vai ser só de papiros importados pintados à mão", disse.

Programa Oriente Ocidente

O programa faz parte da programação do Fórum de Ciência e Cultura da UFRJ, que tem como objetivo aproximar culturalmente os países e divulgar sua arte, história, culinária e dança no Brasil. O programa é desenvolvido em parceria com os consulados e os últimos trabalhos apresentados foram da Bélgica, China e Rússia.

Serviço

Reis do Egito - Akhenaton, Tutankhamon e Ramsés II
Data: 24 a 26 de setembro
Local: Palácio Universitário da Praia Vermelha
Endereço: Avenida Pasteur, 250, 2º andar
Horário: 10h às 21h
Tel: (21) 2295-1595

Heart of Darkness

domingo, 14 de setembro de 2008

My Dear,

 

Now is 7pm (19h o´clock) Sunday 14 september.

 

I feel brokren inside, I try be happy here around my home, with my family, and also my work, also my friends and also my country. But all what I feel is dark feelings, I feel myself so hurt, so brokren and when i´m writing this lettler (email for you) I think so I should not let you know it. I should hide from you my empty life, my unhappy life. Cus I know this make you sad, and I unhappy too. And I didn't liked to turn your life dark like my life…

 

I´m sorry, if you receive this lettler its means I still in this condition of deep lost. But also means You are the oly person in this word that I can trust. That I feel some special to make me share my feelings.

 

I think the problem is not only a problem inside me. Because I see myself as a stronger person.

 

I do all I can do to still living and making good things for people around me. But people around me don't see my effort, they don't see I deserve also tender, also smiles in my face.

They thik that all I do its what I should do, or what they expect I do like normal things. But its not normal.

 

Its not normal that a woman that don't have moves on her body, take care of a husband a house, work and study, eat and take shower by her self.

 

I wish die.

 

Its all I wish.

 

I´m in a deep depression, I know that. Sometimes I see that if i´m not complete crazy already. Its because i´m inteligent, and I can study myself, I can see from outside how depress am I, how sorrow am I, how down am I, how weak.

 

And I dream with you, its what keep my heart. And I thank you because when I meet you I asked you not insist to be my friend.

Algumas coisinhas para lembrar:

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

1) Estou adorando as aulas de Teoria Literária. Fiz um texto bem legal sobre o trabalho de referências do filme Apocalipse Now. Quando o professor corrigir pretendo colocar no CineTotal.
 
2) Fui na premier do filme Mamma Mia, um músical com 22 canções do ABBA, no elenco a Meryl Streep! Encontrei amigos, Vini, Dea, Ca... bom D+, pena que o filme é muito tosco. Apesar da idéia ter sido válida, mas o resultado desastroso.
 
3) Terminei de ler um dos livros: A Biblioteca Mágica de Bibbi Bokken - Jostein Gaarder e Klaus Hagerup.
 
4) Não tenho grandes novidades...

Atletas árabes disputam competição no Brasil

terça-feira, 9 de setembro de 2008

São Paulo – Atletas de cinco países árabes vão participar de um campeonato mundial de corrida no Brasil no próximo mês. Eles virão do Catar, Iêmen e Bahrein, no Golfo Arábico, e também do Marrocos e Egito, na África, para o Campeonato Mundial IAAF/Caixa de Meia Maratona, que vai ocorrer no dia 12 de outubro no Rio de Janeiro.

Ainda não há a confirmação de quantos atletas cada país vai enviar. A corrida faz parte do calendário da Associação Internacional das Federações de Atletismo (IAAF) e no Brasil tem a organização da Confederação Brasileira de Atletismo e o patrocínio da Caixa Econômica Federal.

São esperados 225 atletas de 59 países. Da Ásia, além dos países árabes, virão representantes do Tadjiquistão, Japão, Macau, Butão, Nepal e Turcomenistão. Da África ainda virão corredores do Quênia, Botsuana, Etiópia, África do Sul, Gana, Suazilândia, Cabo Verde, Eritréia, Ruanda, Uganda, Tanzânia, Angola, Burundi e Zimbábue.

A competição vai ter atletas de nove países da Ásia, 11 da América do Sul, 16 da África, cinco da América Central e do Norte, 17 da Europa e 01 da Oceania. As provas serão masculina e feminina em várias categorias, como por equipe e individual. Do total de participantes, 134 serão homens e 91 mulheres.

No ano passado, a competição ocorreu em Udine, na Itália, e no ano anterior na cidade de Debrecen, na Hungria. O Brasil ganhou a medalha de bronze da competição, em 1992, na categoria por equipe, com os atletas Artur de Freitas Castro, Ronaldo Costa e Delmir Alves dos Santos. Em 1994 ganhou bronze na prova individual com Ronaldo da Costa.

A grande expectativa é para a participação dos países que têm tradição de bom desempenho neste tipo de competição, caso de Quênia, Etiópia e Eritréia. A IAAF organiza diversos tipos de competições mundiais, o que inclui desde a meia maratona até cross country e marcha olímpica. O Brasil é um dos tradicionais participantes.
 

A escritora síria Salwa al Neimi rompe tabus com um romance erótico

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Ignacio Cembrero
Em Paris

"Chegava a sua casa umedecida. Ele introduzia um dedo entre minhas coxas para recolher o mel, como o chamava. O provava e…" Essas frases seriam inócuas em um romance erótico editado no Ocidente, mas escritas em árabe, por uma mulher árabe e publicadas em um país árabe adquirem outro calado. Sua autora se transforma imediatamente na "mais ousada das romancistas árabes", segundo a rede de televisão Al Jazira. Salwa al Neimi, síria radicada em Paris, já tem anos de audácia em seus livros de poesia árabe, mas teve de publicar uma novela erótica, "A Comprovação Através do Mel", para que seus compatriotas e aqueles que hoje a lêem em outras línguas tomem consciência de sua ousadia.

"Deve ser porque ninguém mais lê poesia", comenta desiludida em um café parisiense essa mulher falante, que solta gargalhadas e respira alegria pelos quatro costados, mas que guarda com receio vários fragmentos de sua vida de militante política e também sua idade.

"Não é fácil escrever sobre sexo em árabe, porque o corretor ortográfico sublinha em vermelho montes de palavras adequadas - começando por 'trepar' -, mas que foram indevidamente desterradas da língua", prossegue Neimi. "Está programado para castrar a linguagem, como muitos de meus compatriotas", brinca. "É um computador eunuco", ri. "No entanto, o árabe é a língua do sexo, por mais que se esforce para esquecê-lo", salienta, agora com gesto grave. "Não é em vão que em nossa cultura o prazer sexual é uma amostra do paraíso."

Apesar da rejeição do corretor, Neimi escreve "trepo, logo existo" e relata em 172 páginas a relação entre a protagonista, que escreve na primeira pessoa, e seu principal parceiro, que chama de O Pensador, um homem ao qual não faltam idéias sobre como acasalar-se. Com ele "minha curiosidade sexual se aprofundou como um abismo".

Tal narrativa incitou os censores a proibir o romance em grande parte do mundo árabe, exceto no Líbano, onde só os maiores de idade podem comprá-lo, nos Emirados Árabes Unidos e, curiosamente, no Magreb. "Me fecharam as portas da feira do livro de Damasco, minha cidade, mas me abriram as de Casablanca", constata.

"A Comprovação Através do Mel" foi publicado há um ano pela editora libanesa Ryad El-Rayyess e, com uma velocidade surpreendente para o que costumam demorar as obras árabes a ser conhecidas no Ocidente, acaba de ser posta à venda na França pela editora Robert-Lafont. Também está sendo traduzida para outros 17 idiomas. Os direitos para a Espanha foram adquiridos pela Planeta. Apesar da proibição, a obra gerou muitos comentários na imprensa árabe, começando pela dos países em que é distribuída clandestinamente depois de ser baixada da Internet. Houve, é claro, jornais como o governista "Al Thawra", de Damasco, que tacharam a autora de prostituta que relembra suas aventuras.

Mas, apesar do puritanismo reinante, essa não foi a tônica geral. "'A Comprovação Através do Mel' é uma obra refinada e que se alça à categoria de grandes artes", afirma, por exemplo, o "Al Ahram", principal jornal do Egito, onde o livro foi vetado.

Mais ainda que a transbordante imaginação sexual do Pensador e a personalidade da autora, o que chocou as elites muçulmanas foi o fato de Neimi apelar para cientistas e poetas árabes para reivindicar a felicidade sexual. "Não eram marginais, mas eruditos de prestígio os que a defendiam em seus escritos há sete ou oito séculos", afirma a autora.

"Tenho fome de coito, como tenho fome de alimentos", proclamava o sufi Abdul Qasim al Junaid, enquanto Sidi Mohamed al Nafzawi escreveu: "A vulva não se acalma nem se apazigua, não está satisfeita enquanto não tiver a visita do membro masculino. O membro do homem encontra sua salvação na vagina". Essas e muitas outras citações salpicam a obra, como que para legitimar o relato erótico.

"Salwa al Neimi reivindica através de sua novela que se deixe de escrever e falar de sexo mediante alusões e apela aos antigos livros árabes que evocam com franqueza os nomes dos órgãos e as posições sexuais e indicam aquelas que proporcionam mais prazer e bem-estar", afirma o jornal libanês "Al Akhbar".

"Aquele que lê os antigos livros eróticos árabes não pode continuar vivendo na atual miséria [sexual] teórica e prática" de que sofre o mundo árabe, acrescenta o poeta libanês Yahia Jabeur en Al Qods. É o caso da protagonista da obra, para quem "a liberdade de expressão dos antigos sábios me ofuscava, com seu cortejo de palavras que não ouso pronunciar e nem sequer escrever. Uma linguagem excitante. Não podia ler nem uma linha sem ficar úmida".

"O que mais me alegrou não são as críticas jornalísticas, mas os comentários dos jovens em fóruns na Internet ou algum e-mail que me chegou através da editora", lembra Neimi. "Você nos reconciliou com nossos corpos", me escreveu um jornalista sírio. Neimi menciona em sua novela até os "hadiths" do profeta, as palavras de Maomé recolhidas por seus companheiros e que serve para interpretar o Corão. "Pode-se pronunciar uma 'fatwa' [édito islâmico] contra uma obra que cita os textos sagrados?", pergunta-se o jornal "Le Temps" de Túnis, antes de dar por certo que a escritora não terá a sorte de Salman Rushdie, autor de "Versículos Satânicos", que o aiatolá Khomeini condenou à morte.

A autora, mãe de dois filhos, também não acredita que esteja ameaçada, mas toma precauções. Pede que se omita o nome da instituição onde trabalha e o de seu marido, porque com seu sobrenome seria fácil encontrar seu endereço. Neimi não é a primeira intelectual árabe que desempoeira velhos volumes para ressuscitar um patrimônio cultural sepultado por séculos de rigor e décadas de integralismo. "A marcha para trás começa no século 17″, explica.

Malek Chebel, um antropólogo argelino radicado em Paris, escreveu há dois anos "O Kama Sutra Árabe" para "exumar os grandes textos do erotismo em terras do islã". Agora se desfaz em elogios para o romance de Neimi, que considera "precursora de uma geração de mulheres árabes decididas a se desfazer dos tabus".

"Não sou uma pioneira", ela responde com modéstia. "Há outras escritoras, como as libanesas Hoda Barakat, Iman Humaydane Younes ou Alawiya Sobh, que também ousam", afirma. Suas novelas mais recentes podem incluir algum episódio sexual, mas comparadas com "A Comprovação Através do Mel" são relatos inocentes. "Somos cada vez mais", insiste Neimi, "e por isso um jornal do golfo Pérsico se referiu à 'intifada sexual feminina'" depois de séculos de submissão. Por que durou tanto? A autora suspira: "A pergunta exige uma resposta longa demais".

Tradução: Luiz Roberto Mendes Gonçalves

do site do El País
 

Brasileira produz bonecas árabes

São Paulo – No ateliê da artesã Renata de Sordi, no Distrito Federal, algumas das bonecas que estão ali em produção são feitas com panos longos enrolados ao corpo, véu na cabeça ou até o rosto tampado, com um tecido cobrindo quase toda face, bem ao estilo muçulmano. Elas são as bonecas árabes que fazem parte da coleção "Mundo" produzida pela artesã.

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Bonecas árabes levam bebê nos braços

Renata nasceu no Brasil, mas é descendente de libaneses. "Acho bonito os tecidos jogados, o brilho", diz a artesã, cujo avó materna tinha o sobrenome Abdalla e o avô materno Malin. Renata conta, porém, que a criação da boneca árabe aconteceu meio que ao acaso. "Fui enrolando um pano nela, ficou parecendo uma árabe", explica.

A boneca árabe foi uma das suas primeiras criações. Hoje, porém, faz parte de uma gama maior de bonecas da coleção Mundo pertencentes a outras nacionalidades e origens, como a africana e a espanhola. O ateliê também confecciona as bonecas da coleção "Brasil", com os diferentes estilos brasileiros, e da "Santas", reproduzindo santas.

Elas são usadas para decoração e feitas de pano com alguns acessórios. Levam bebês nos braços. A coleção Brasil, por exemplo, inclui a lavadeira, a carregadora de frutas, a quebradeira de babaçu, a bóia-fria. Já nas bonecas africanas da coleção Mundo, os tecidos são bem coloridos e elas levam, por exemplo, colares como acessórios.

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Algumas peças têm estilo muçulmano

As peças têm entre 18 e 20 centímetros de altura. Neste ano, Renata apresentou, durante uma feira, a Craft Design, que ocorreu em agosto, em São Paulo, também uma boneca-luminária. O corpo dela fica todo iluminado. Uma delas, árabe, com dourado, foi vendida na mostra. As bonecas são comercializadas por cerca de R$ 60 e as luminárias por R$ 380.

O ateliê de Renata, onde ela trabalha juntamente com duas ajudantes, produz cerca de cem bonecas ao mês. Elas são vendidas em alguns pontos-de-venda e também diretamente ao consumidor. A artista-empreendedora pretende ampliar a sua produção para poder exportar. De acordo com ela, algumas bonecas chegam a ser compradas, por pessoas no Brasil, para serem vendidos depois no exterior.

Embaixo da mesa

Renata de Sordi começou a confeccionar as bonecas há cerca de 15 anos, mas o trabalho se profissionalizou mesmo há uns sete anos. Ela é filha da costureira Laila e quando criança costumava ficar embaixo da mesa onde a mãe costurava, esperando caírem os retalhos com os quais poderia brincar. "Os tecidos que eu podia usar, ela deixava cair no chão", conta.

Quando a mãe morreu, em 1991, deixou vários retalhos para a filha. Renata também recebeu retalhos de uma tia, chamada Adélia, que atuava com alta costura e mantinha um ateliê na Avenida Angélica, na cidade de São Paulo. Foi assim que começou a produzir as bonecas, hoje a sua principal atividade profissional.

Contato
Ateliê Renata de Sordi
Telefone: +55 (61) 33681257
E-mail: renatadesordi@gmail.com
 

Nunca se Detenha


Tenha sempre presente que a pele se enruga,

o cabelo embranquece,

os dias convertem-se em ano...

mas o que é importante não muda.

A tua força e convicção não tem idade.

O teu espírito é como qualquer teia de aranha.

Atrás de cada linha de chegada, há uma de partida.

Atrás de cada conquista, vem um novo desafio.

Enquanto estiver vivo, sinta-se vivo.

Se sentir saudades do que fazia, volte a fazê-lo.

Não viva de fotografias amareladas...

Continue, quando todos esperam que desista.

Não deixe que enferruje o ferro que existe em você.

Faça com que em vez de pena, tenham respeito por você...

Quando não conseguir correr através dos anos, trote.

Quando não conseguir trotar, caminhe.

Quando não conseguir caminhar, use bengala,

mas nunca,

nunca se detenha!


( Madre Teresa de Calcutá )

Presidente nigeriano efectua operação de transplante renal

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Lagos, Nigéria (PANA) - O Presidente da Nigéria, Umaru Yar'Adua, cuja saúde é objecto constante de preocupação desde o seu juramento a 29 de Maio de 2007, efectuou uma operação de transplante renal num hospital da Arábia Saudita, noticiou domingo o diário privado "Leardership".

O jornal precisa que a operação decorreu no Hospital Rei Abdulaziz de Djedda, na Arábia Saudita, sem indicar a data exacta.

Esta informação não foi confirmada por fontes independentes.

Altos responsáveis do Governo federal indicaram que o chefe de Estado se deslocou à Arábia Saudita para efectuar a pequena peregrinação muçulmana, a "Oumrah", mas esta informação foi desmentida pela imprensa, sobretudo depois da anulação da visita oficial que Umaru Yar'Adua devia efectuar ao Brasil e a chamada dos membros da missão de reconhecimento.

No início deste ano, o chefe de Estado nigeriano esteve na Alemanha para efectuar um tratamento médico relativamente longo.

Lagos - 01/09/2008
 

Artista libanês expõe em São Paulo. Naji Ayoub mostra seis obras no Espaço Cultural Citi, na capital paulista, a partir de terça-feira (2).

São Paulo – O artista plástico libanês radicado no Brasil, Naji Ayoub, abre no dia 2 de setembro, terça-feira, a mostra "O Novo Expressionismo", no Espaço Cultural Citi, na avenida Paulista, em São Paulo. Integram a exposição trabalhos de outros dois artistas, Hélio Cabral e Ivo Perelman. A mostra vai até 17 de outubro. A curadoria é do crítico de arte Jacob Klintowitz.

Ayoub nasceu em 1954, em Beirute, no Líbano. Nos anos 70, viajou pelos países europeus estudando e captando material para os seus trabalhos. Veio para o Brasil em 1972. Formado em Administracão de Empresas, Ayoub passou a se dedicar às artes plásticas aos 35 anos, mas nunca deixou de lado o trabalho na empresa da família. "Acho até mais produtivo dividir o tempo entre os negócios e a arte", diz.

Mas a pintura de Ayoub está longe de ser um hobby. Sua primeira exposicão coletiva no país foi em 1989, no Sétimo Salão Paulista de Arte Contemporânea. De lá pra cá, foram várias participações em mostras coletivas e individuais e muitos elogios da critica. Em 1996, levou seu trabalho ao Museu Brasileiro de Escultura (MUBE). Em 2005, lançou um livro com suas obras e expôs na galeria Monica Filgueiras, também na capital paulista.
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Os quadros de Ayoub já foram expostos em diversas mostras em São Paulo



Segundo Ayoub, seu trabalho pode ser dividido em fases como a geométrica, a gestual e a figurativa. "Quando se esgosta, mudo de fase, estou sempre buscando coisas novas", explica. O trabalho que estará exposto no Espaço Cultural Citi, por exemplo, se enquadra na fase gestual. "É pura emoção, muito expressivo, é o prazer de pintar, de descobrir. Acho que é uma forma mais livre, mas solta, muito diferente da fase geométrica, por exemplo, que exige um estudo, uma preparação do que se vai colocar na tela", diz.

Na mostra "O Novo Expressionismo", Ayoub expõe seis telas inéditas, Ivo Perelman 10 e Hélio Cabral também apresenta seis de seus trabalhos. O tema da exposição, segundo o curador, Klintowitz, é uma arte feita com "a força motriz direta da sensibilidade e do sentimento".

Para Jacob Klintowitz, o trabalho de Ayoub é de grande delicadeza. "(o artista) Se aproxima da pintura como se vislumbrasse mudanças sutis em cores imaginárias e tivesse o intuito de registrá-las no suporte antes que sumissem deste horizonte. Alguma coisa de inalcançável que ele deseja fixar", escreve. E completa: "e o faz em pinturas silenciosas, tonais, nas quais, aqui e ali, um novo elemento, uma pincelada tátil ou uma cor mais vibrante, se colocasse como parâmetro de um novo diálogo, uma comparação entre dois mundos".

Serviço

Espaço Cultural Citi
Avenida Paulista, 1111, térreo
Horário: de segunda a sexta das 9h às 19h e sábados e domingos das 10h às 17h
Entrada gratuita

Ramadã

Inicio do mês sagrado para os muçulmanos.

Casa da Nigéria é reaberta no Pelourinho

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

Salvador - A antiga idéia de ter diversas casas representantes de países africanos no Pelourinho ganha força com a reinauguração da Casa da Nigéria. O imóvel, que pertence à Santa Casa de Misericórdia, foi aberto nesta sexta-feira (29), às 14h30, pelo príncipe Adetokumbo Kayode, ministro de Estado da Cultura e o Embaixador da Nigéria no Brasil, Kayode Garrick, acompanhados pela delegação do país.

No dia 28, às 20h, os 19 bailarinos integrantes da Nigéria National Troupe - Companhia Nacional de Dança que integram a comitiva se apresentam no Teatro Miguel Santana, no Pelourinho.

A Casa da Nigéria é um centro cultural que conta com museu de peças do artesanato nigeriano, acervos de livros para consulta e outros materiais com informações sobre a Nigéria. Fechada para reforma há 2 meses, a Casa da Nigéria possui um espaço multimídia para exibições de filmes e vídeos, cursos de línguas como o iorubá, além de história e civilização e turismo. O local deve se tornar uma referência no intercâmbio cultural entre Brasil e Nigéria.
 

III Mostra Mundo Árabe de Cinema - Centro Cultural São Paulo e CineSesc de 8 a 14 de setembro de 2008

A idéia de apresentar e debater filmes e produções árabes está presente desde o início do Instituto da Cultura Árabe (ICArabe), que em outubro agora completará 4 anos de existência e de intensas atividades. Este ano, a Mostra Mundo Árabe trará alguns dos filmes mais aclamados na Seleção Oficial da Bienal de Cinema do IMA de 2006. A seleção, feita pela curadoria do IMA e do ICArabe, apresenta produções de origem libanesa, argelina, marroquina, tunisiana, egípcia, iraquiana, palestina, algumas delas com co-produções francesa, inglesa e canadense.

Informações Gerais

8 a 14 de setembro de 2008 – Centro Cultural São Paulo e CineSesc
(Suporte em 35mm, DVD e Betacam)

Locais de exibição:

Centro Cultural São Paulo
Sala Lima Barreto – entrada franca
Bilheterias começam a disponibilizar ingressos uma hora antes das sessões
(1 ingresso por pessoa)
Rua Vergueiro, 1000 - Paraíso
Setor de Informações - 3383-3401/3402

Cine Sesc
Rua Augusta, 2075 - Cerqueira César
Setor de Informações: 3087-0500

Instituto da Cultura Árabe – ICArabe
contato@icarabe.org
Tel: 5084-5131

Programação no CineSesc

8 de setembro – segunda-feira
21h
Abertura
Pocket Show com Sami Bourdokan
Estréia da Mostra com exibição do filme "Caramel"

Dia 9 de setembro – terça-feira
19h30
Barakat!
21h30
O Ônibus

Dia 10 de setembro – quarta-feira
19h30
Littoral
21h30
Barakat!

Dia 11 de setembro – quinta-feira
19h30
O Ônibus
21h30
Littoral

Programação no Centro Cultural São Paulo

9 de setembro – terça-feira
16h
Barakat!
18h
Beirute: Verdades, mensagens e vídeos
20h
Caramel

10 de setembro – quarta-feira
16h
Porta do Sol, seguido de mesa-redonda

11 de setembro – quinta-feira
16h
Beirute: Verdades, mensagens e vídeos
18h
Littoral
20h
Filmes Ruins, Árabes Malvados
Como Hollywood Vilificou um Povo, seguido de debate

12 de setembro – sexta-feira
16h
Juanita de Tanger
18h
O Ônibus
20h
Cosmópolis, seguido de conversa com o diretor

13 de setembro - sábado
16h
Caramel
18h
Barakat!
20h
Retorno ao País das Maravilhas

14 de setembro - domingo
16h
Filmes Ruins, Árabes Malvados
Como Hollywood Vilificou um Povo
18h
Juanita de Tanger
20h
Littoral


Sinopses

Barakat !
(Barakat! - 94 min, cores, Argélia-França, 2005, 35 mm -Árabe e francês com legendas em português)
Direção: Djamila Sahraoui
Elenco: Rachida Brakni, Fettouma Bouamari, Zahir Bouzrar, Malika Belbey, Ahmed Benaïssa

Em uma Argélia plena de fanastismo integrista, Khadija, uma enfermeira de cerca de sessenta anos, decide acompanhar Amel, uma jovem médica, na busca de seu marido, jornalista seqüestrado por terroristas. Ao fim de uma intensa procura, as duas mulheres irão descobrir-se e confrontar-se com as contradições dos homens.

Seleção Oficial da 8ª Bienal de Cinema do Institut du Monde Árabe

Beirute: Verdades, mensagens e vídeos
(Beyrouth: vérités, mensonges et vidéos - 70 min, documentário, cores, Líbano, 2006, DVD - Árabe com legendas em português)
Direção, Cenário e Som: Mai Masri

Por meio da história de Nadine, o filme é uma reflexão sobre a evolução da juventude atual de Beirute, logo após o assassinato do primeiro-ministro Rafik Hariri. São apresentadas as questões mais prementes e as reflexões dos jovens em um período de crise. Os depoimentos dos jovens de diversas origens e posições políticas mostram que a juventude libanesa tem uma consciência maior dos desafios, maturidade para enfrentar as dificuldades e uma necessidade de unificar o país.

Prêmio do Júri de Melhor Documentário da 8ª Bienal do Institut du Monde Arabe de Paris 2006 - Mulheres Diretoras


Caramel
(Sukkar banat – 96 min, cores, Líbano, 2007, 35mm e DVD - Árabe com legendas em português)
Direção: Nadine Labaki
Escrito por: Nadine Labaki e Rodney El Haddad
Elenco: Nadine Labaki, Adel Karam, Yasmine Al Masri, Joanna Moukarzel, Gisèle Aouad, Smaïl Antar, Sihame Haddad, Aziza Semaan, Fadia Stella, Fatmeh Safa

Layale trabalha em um salão de beleza em Beirute, juntamente com outras duas mulheres, Nisrine e Rima. Cada uma tem um problema: Layale está presa em um relacionamento sem futuro com um homem casado; Nisrine não é mais virgem, mas irá se casar em breve com um homem de família tradicional e religiosa; Rima sente atração por outra mulher. Em meio a isso, Jamale, uma cliente regular do salão, é uma atriz que está preocupada sobre estar envelhecendo; e Rose é uma costureira que devotou sua vida a cuidar de sua irmã mais velha, que tem um desequilíbrio mental, mas encontrou seu primeiro amor. O filme trata de forma delicada a vida dessas cinco mulheres que buscam a felicidade. O nome Caramel é uma referência ao método de depilação usado em diversos países árabes e que consiste na confecção caseira de uma massa feita com açúcar queimado, água e suco de limão.

O filme foi selecionado em diversos Festivais e ganhou diversos prêmios, entre os quais o Festival de Filmes de San Sebastian (Espanha) e Festival Internacional de Cinema do Oriente Médio (Abu Dhabi). Participou da Seleção Oficial do Festival de Cannes.

Seleção Especial da Caravana Euro-Árabe 2008


Cosmópolis
(55 min, documentário, cores, Brasil, 2007, Betacam – Português)
Direção: Camilo Tavares, Otávio Cury e Cói Belluzzo

Hilário, italiano, ex-tenor de ópera, dono de uma loja de material elétrico; Peneira e
Sonhador, poetas nordestinos de rua; Sérgio, sírio, é dono de uma loja junto com o irmão; Leke, nigeriano, filho de Ogum, vende produtos africanos. Eles são alguns dos 12 milhões de habitantes de São Paulo, a maior metrópole do Brasil. São imigrantes estrangeiros que vivem a transformação urbana e participam da miscigenação que marca a cidade desde a sua origem. O documentário faz um paralelo entre a história da cidade e o universo privado desses habitantes, mesclando também cenas de arquivo e fotos antigas.

Especial sobre imigrantes árabes no Brasil
Roda de Conversa (bate-papo)
Com o Diretor Otávio Cury sobre a Imigração Árabe no Brasil (e o trabalho do Centro de Estudos da Imigração Árabe no Brasil do ICArabe (Al-Máhjar)
21h, 12 de setembro (sexta-feira), após a exibição do filme


Littoral
(Littoral, 90 min, cores, Líbano-Canadá-França, DVD - Árabe e francês com legendas em português)
Direção: Wajdi Mouawad
Elenco : Steve Laplante, Gilles Renaud, Isabelle Leblanc, Miro, David Boutin, Pascal Contamine, Manon Brunelle, Estelle Clareton, Hani Mattar, Abla Farhoud
Produção : EGM Productions et les Films de Cinéma

Wahab é um adolescente de Montreal de origem libanesa. Logo após seu aniversário, seu pai morre, causando uma mudança brusca em sua vida. Para sua enorme tristeza, seus tios e tias recusam-se terminantemente a enterrar seu pai no Líbano, ao lado de sua mãe. Ele procura incansavelmente, nos pertences de seu pai, uma fita-cassete gravada onde seu pai faz diversos registros pessoais. Wahab descobre então uma verdade que ele não conhecia a respeito da morte de sua mãe: a escolha trágica que ela teve que fazer para que seu filho pudesse viver. Por isso, ele se rebela contra os membros de sua família e decide levar o seu pai para ser enterrado em seu vilarejo natal, Kfar Ryat, no Líbano.

Seleção Oficial da 8ª Bienal de Cinema do Institut du Monde Arabe

Filmes Ruins, Árabes Malvados
Como Hollywood Vilificou um Povo

(Reel Bad Arabs - 60 min, documentário, cores, Estados Unidos, DVD - Inglês com legendas em português)
Direção: Sut Jhally
Baseado no livro Reel Bad Arabs, de Jack Shaheen
Com Dr. Jack Shaheen

Documentário que expõe de maneira detalhada como o cinema de Hollywood, desde o início da sua história até os mais recentes blockbusters, mostrou os árabes de forma distorcida e preconceituosa. O filme tem como apresentador o aclamado autor do livro "Reel Bad Arabs", Dr. Jack Shaheen, Professor da Universidade de Illinois e estudioso do assunto. O filme faz uma análise, baseado em uma longa lista de imagens de filmes, de como os árabes são apresentados como beduínos bandidos, mulheres submissas, homens violentos, sheiks sinistros ou idiotas perdulários, ou ainda como terroristas armados e prestes a explodir pessoas e lugares. Uma maneira brilhante de mostrar em uma narrativa bem construída, como as imagens contribuíram e contribuem para formar os estereótipos em torno dos árabes, suas origens e sua cultura. Para escrever o livro, o autor analisou mais de 900 filmes, o que possibilitou formar esta contra-narrativa, reforçando a necessidade de mostrar a realidade e a riqueza da Cultura e da História Árabes. O filme foi exibido em diversos festivais nos EUA, Europa e Mundo Árabe e recebeu o apoio do Comite Anti-Discrimição dos Árabes Americanos.

Debatendo o Filme: "A Arte de Ser Árabe no Mundo Contemporâneo: o papel do cinema" - 21h, 11 de setembro (quinta-feira), após a exibição do filme
Isabelle Somma, jornalista, trabalhou no jornal Folha de S. Paulo. É mestre pelo Programa de Língua e Literatura Árabe da USP, onde realizou dissertação sobre a distorção da imagem do árabe em jornais de grande circulação após o 11 de setembro de 2001.

José Arbex Jr., jornalista e escritor. Doutor em História pela USP, professor de Jornalismo da PUC-SP e FAAP. Foi editor de Mundo da Folha de S. Paulo. Autor de "Terror e Esperança na Palestina" e "Showrnalismo".

José Roberto Sadek, mestre e doutor em comunicação pela Escola de Comunicação da USP. Dirigiu a TV Escola do Ministério da Educação. Atuou na TV Cultura, Fundação Roberto Marinho e Instituto Itaú Cultural. Desde 2004 é secretário-adjunto da Cultura de São Paulo e lançou recentemente o livro "Um olhar do cinema".

Otávio Cury, diretor de cinema. Recentemente lançou o filme Cosmópolis, que participou do Festival Internacional de Cinema de São Paulo de 2007. É produtor de cinema e co-proprietário da Mutante Filmes.

Coordenação – Francisco Miraglia, professor Titular do Instituto de Matemática da Universidade de São Paulo (USP). É mestre e doutor em Lógica pela Universidade de Yale. Professor visitante da Universidade de Paris VII. Diretor cultural do Instituto da Cultura Árabe (ICArabe).


Juanita de Tanger
(Juanita de Tanger, 105 min, cores, Marrocos/Espanha, 2005, DVD - Árabe com legendas em português)
Direção: Farida Benlyazid
Elenco : Mariola Fuentes, Salima Benmoumen, Cheta Lera, Lou Doillon, Nabila Baraka, Mariana Cordero, Paco Algora, Abdellah Montassir, Concha Cuetos

Juanita, filha de pai inglês e mãe andalusa, conta estórias e fala sobre as mulheres da sua vida. Sua irmã, Helena, que estudou no liceu francês e busca por liberdade. Ester, sua jovem amiga judia marroquina e sua intensa história de amor impossível com um jovem marroquino muçulmano. E enfim, Hamruch, a fiel empregada, que cuida de toda a família quando os outros não estão lá. Como pano de fundo é mostrada a história de Tanger, no Marrocos, à época da Guerra Civil Espanhola, com a entrada das tropas do califado sob as ordens dos franquistas e com a com a chegada dos refugiados de toda a Europa, na época da 2ª Guerra Mundial. O filme é baseado na obra "La vida perra de Juanita Narboni", de Angel Vazquez.

Seleção Oficial da 8ª Bienal de Cinema do Institut du Monde Arabe

O Ônibus
(Bosta , L'Autobus, 112 min, cores, Líbano, 2005, 35 mm e DVD - Árabe com legendas em português)
Direção e Cenário: Philppe Aractingi
Elenco: Rodney el-Haddad, Nadine Labaki, Nada Abou Farhat, Omar Rajeh, Liliane Nemri, Bishara Atallah, Mounir Malaeb, Mahmoud Mabsout, Rana Alamudin Karam
Produção : Fantascope Production

Após 15 anos de exílio na França, Kamal retorna à Beirute e tenta reconstituir o grupo de dança que formava com seus amigos de infância. Misturando a dança tradicional libanesa, o dabke e a música eletrônica, o grupo inventa um novo estilo coreográfico e tenta participar do tradicional Festival de Anjar. O grupo então decide partir a bordo de um fantástico ônibus escolar passando pelas vilas libanesas para apresentar a sua nova criação ao público. O processo termina sendo uma viagem interior para cada um, um resgate de tudo que fizeram e passaram e do que eles agora podem recuperar.

Seleção Oficial da 8ª Bienal de Cinema do Institut du Monde Arabe

A Porta do Sol
(Bab El Chams, La Porte du Soleil - 260 min, cores, Egito-Palestina-França, 2006, DVD -Árabe com legendas em português)
Direção : Yousry Nasrallah
Baseado no livro homônimo de Elias Khoury
Elenco: Rim Turki , Orwa Nyrabeya , Hiam Abbass , Bassel Khay y at , Nadira Omran (Om-Hassan), Hala Omran (Chams), Mohtasseb Aref , Hanan El-Haj-Aly , Fady Abou-Samra

Filme retratado em dois episódios, conta a história de Yunis, um velho palestino da resistência que está em coma em hospital nos arredores de Beirute. Sua trajetória é narrada por Khalil, enfermeiro que fica a seu lado dia e noite, recusando-se a admitir que seu herói jamais ganhe consciência novamente. Vemos sua infância, seu casamento com Nahila, sua ausência no momento em que sua vila é destruída em 1948. Na segunda parte, Khalil fala de sua própria vida, sobre a guerra civil libanesa. Trata-se de um filme de ficção, mas que tem como pano de fundo a história palestina e mostra, com clareza e beleza, imagens difusas ao longo dos anos de ocupação. Mostra a humanidade e, com delicadeza, o enorme sofrimento de um povo que perde o seu lar e a sua pátria.


Sessão Especial em Homenagem à obra de Elias Khoury e Lançamento da Versão Brasileira do Livro "A Porta do Sol"
Mesa Redonda: "Diversos olhares sobre A Porta do Sol: o livro, o filme, a realidade e as questões atuais" - 20h, 10 de setembro (quarta-feira), após a exibição do filme

Marcia Camargos, jornalista, doutora em História Social pela USP. Biógrafa de Monteiro Lobato. Conselheira editorial e voluntária da Editora Expressão Popular. Coordena o Centro de Documentação e Memória da Pinacoteca do Estado. Ganhadora dos prêmios Jabuti e da Academia Paulista de Letras. Tem publicado os livros "Monteiro Lobato: Furacão na Botocúndia", "A Semana de 22: Entre Vaias e Aplausos" e "A Travessia do Albatroz", sucesso de crítica e público.

Safa Jubran, bacharel em Letras, mestre em Lingüística e doutora em Lingüística pela USP. É também professora da USP, no Departamento de Letras Orientais. Tradutora, verteu do português ao árabe o romance "Dois Irmãos", de Milton Hatoum, e do árabe ao português o livro "A Porta do Sol", de Elias Khoury.

José Farhat, cientista político e empresário. Fez estudos superiores em universidades libanesas. É colunista de diversos sites, inclusive do ICArabe.

Coordenação: Soraya Smaili, Professora livre-docente da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp)/Escola Paulista de Medicina (EPM). Atual presidente do ICArabe.


Retorno ao País das Maravilhas
(Retour au pays des merveilles - 88 min, documentário, cores, Iraque-Reino Unido-França-Alemanha, DVD - Árabe e inglês com legendas em português)
Direção, montagem, imagem e som: Maysoon Pachachi

Após 35 anos de ausência, a diretora Maysson Pachachi volta ao Iraque com o seu pai de 80 anos, Adnan Pachachi, que viveu no exílio e agora retorna para assumir cargo como membro do novo Conselho do Governo Iraquiano. A câmera percorre da esfera política às questões do cotidiano de um povo que resiste e não sucumbe ao desespero, mesmo diante da ocupação de seu país.

Documentário premiado na 8ª Bienal do Institut du Monde Arabe de Paris - Mulheres Diretoras

BRASIL e Nigéria trocam experiências Tema abordado foi a área de planejamento de turismo

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

As ações de planejamento do Turismo brasileiro, executadas pelo Ministério do Turismo, poderão servir de subsídios para a Nigéria elaborar políticas semelhantes. Em reunião realizada nesta terça-feira (26) entre os ministros do Turismo do Brasil, Luiz Barretto, e da Nigéria, Adetokumbo Kayode, ficou acertada uma parceria entre os dois países para troca de experiências na área do Turismo. "Precisamos trabalhar conjuntamente e estabelecer uma forte parceria entre nossos países", disse Kayode. Para ele, as grandes dificuldades enfrentadas pelo seu país são em relação a planejamento, investimentos e qualificação.

Barretto destacou que o Brasil trabalha hoje com dois horizontes: a Copa do Mundo de 2014, que já é uma realidade, e os Jogos Olímpicos de 2016, que poderão ser realizados no Rio de Janeiro. "Para auxiliar no planejamento para atender a demanda gerada por estes eventos, o Ministério do Turismo realiza, em parceria com a Fundação Getúlio Vargas, um estudo aprofundado sobre os 65 destinos indutores do turismo nacional", explica Barretto. A partir deste estudo será possível saber quais as reais necessidades dos principais destinos brasileiros e definir sobre a aplicação dos recursos públicos.

O ministro do Turismo brasileiro entregou ao seu colega nigeriano uma cópia do estudo de competitividade dos 65 destinos e também uma cópia do Plano Nacional de Turismo (PNT). O PNT possui como foco a inclusão social e é um instrumento de planejamento e gestão que coloca o turismo como indutor do desenvolvimento e da geração de emprego e de renda no Brasil. O príncipe nigeriano disse que vai ler com atenção os documentos e colocou sua equipe à disposição para realizar uma troca de experiências com a equipe do Ministério do Turismo Brasileiro. Ainda nesta semana, técnicos dos dois países darão início aos trabalhos.
 

Dia 28 de agosto é dia de Santo Agostinho, o "pai do existencialismo cristão", que nasceu no ano 354 na Tunísia

Dia 28 de agosto é dia de Santo Agostinho, o "pai do existencialismo cristão", que nasceu no ano 354 e viveu por muitos anos entre os boêmios. Os devotos acreditam que Santo Agostinho é capaz de iluminar pessoas "perdidas" na vida justamente por já ter sido uma delas.

Divulgação
"O Livro Das Graças" reúne histórias dos principais santos venerados no Brasil

As informações são do "Livro das Graças", disponível no site da Publifolha.

Ilustrado com relicários, o livro mostra como fazer pedidos de amor, saúde, financeiros, de trabalho e estudos aos principais santos venerados no Brasil.

Em comemoração ao dia de Santo Agostinho, a Publifolha oferece abaixo trecho do livro que traz breve relato sobre Santo Agostinho e ensina como pedir ao santo uma graça para livrar pessoas do vício.

Pedidos de Saúde
SANTO AGOSTINHO
28 de agosto

PARA LIVRAR PESSOAS DO VÍCIO

Santo Agostinho, dizem seus devotos, é capaz de iluminar pessoas "perdidas" na vida, como ele um dia foi. Em 28 de agosto, reze um pai-nosso e prometa que ficará longe de bebida alcoólica por seis meses se determinada pessoa [indique o nome dela] abandonar o vício. Assim que conseguir a graça, fique seis meses sem tocar em nada que contenha álcool - evite até chocolates com licor e pratos que levem bebida.

Santo Agostinho

Considerado o pai do existencialismo cristão e um dos pensadores mais importantes da Antiguidade, Agostinho nasceu no ano 354, na Tunísia, filho de pai pagão e mãe cristã (Mônica, mais tarde canonizada).

Muito inteligente e curioso, Santo Agostinho, antes de ter adotado o cristianismo, experimentou várias seitas e filosofias. Por muitos anos, viveu entre os boêmios e declamou poemas de amor. Foi apaixonado por uma mulher de quem não se sabe o nome e com a qual teve um filho.

Agostinho, depois de muita insistência da mãe, um dia se converteu ao cristianismo e foi batizado em Milão, em 387, pelo famoso bispo Ambrósio, que mais tarde também viraria santo. Tempos depois, Agostinho voltou para a África, onde se tornou bispo de Hipona.

Santo Agostinho é autor de Confissões, uma das obras mais importantes e apaixonantes da literatura antiga.

"O Livro das Graças"
Autor: Carolina Chagas
Editora: Publifolha
Páginas: 144
Quanto: R$ 26,90

Amal Murkus fará quatro concertos na capital paulista e interior em setembro. A cantora, cujo estilo reúne influências mediterrâneas, é conhecida mundialmente pela defesa da música palestina e árabe.

Reprodução Reprodução

CD de Amal Murkus: Hortelã, minha hortelã

São Paulo – A cantora palestina Amal Murkus virá ao Brasil no mês de setembro para fazer uma série de concertos. Amal canta um estilo musical pós-moderno, que reúne diferentes influências mediterrâneas, e é conhecida por defender a valorização mundial da música da sua terra e dos países árabes. A turnê no Brasil é promovida pelo Instituto Jerusalém do Brasil, começa no dia 25, na capital paulista, e termina no dia 02 de outubro, em Campinas.

A cantora interpreta músicas populares, árabes e palestinas, de domínio público. "Ela canta a luta do povo palestino, das mulheres, a saudade dos que partiram, a alegria do povo", explica o superintendente do Instituto Jerusalém do Brasil, Ali El-Khatib. De acordo com El-Khatib, o Instituto resolveu trazer Amal ao país em função do sucesso das suas outras apresentações no Brasil, nos anos de 2002 e 2004.

Na primeira vez que Amal Murkus esteve em terras brasileiras, ela foi convidada pelo Sesc e cantou com Nana Caymmi, no Projeto Todos os Canto do Mundo. A segunda foi já uma promoção do Instituto Jerusalém. Essa terceira viagem foi acertada com Amal durante a ida do superintendente do instituto à Palestina, em janeiro deste ano. Segundo El-Khatib, Amal foi convidada também para fazer um concerto com a Orquestra Sinfônica de Campinas no ano que vem.

Divulgação Divulgação

Palestina faz shows pelo mundo afora

Amal vai cantar, nesta turnê, a música brasileira Manhã de Carnaval, em árabe. A cantora palestina mostrará, nos shows, um pouco da cultura árabe-brasileira que já vivenciou. Os concertos começam com uma apresentação no Sesc Vila Mariana, no dia 25 de setembro, seguem com um show no Sesc de São José do Rio Preto, no dia 26, uma apresentação no Centro de Convivência Cultural Carlos Gomes, em Campinas, no dia 28, e terminam com a abertura do Campinas Festival Café, em 02 de outubro.

Na turnê de setembro, Amal se apresentará acompanhada do seu maestro, Nassem Dakwar, que toca alaúde e violino, e também pelos músicos brasileiros Sami Bordokan, no alaúde, Willian Bordokan, no derbak, além de Cláudio Kairós, no canun. Eles formam um dos grupos de música árabe mais conhecidos no Brasil.

O último CD lançado pela cantora chama-se Na'na' ya Na'na', que quer dizer, em português, Hortelã, minha hortelã. A palestina canta desde os cinco anos de idade e já ganhou vários prêmios em festivais de músicas. Além de cantora, Amal é também atriz. Em 2003, recebeu o prêmio de Melhor Atriz no Haifa Theatre Festival. Em função do seu estilo e o perfil humanitário do seu trabalho, Amal já foi convidada para cantar em diversos países com músicos locais.

Serviço

Shows Amal Murkus no Brasil
Dias 25, 26, 28 de setembro e 02 de outubro
Informações: Instituto Jerusalém do Brasil
Telefone:             +55 (19) 3243-8329       

Nadador é recebido como herói na Tunísia

terça-feira, 26 de agosto de 2008

TÚNIS (AFP) — O tunisiano Oussama Mellouli, medalha de ouro na natação nos Jogos Olímpicos de Pequim, fez um regresso triunfal a seu país, onde uma multidão o esperava, neste sábado, na capital.

Melloulli, de 24 anos, é o primeiro tunisiano a ganhar o ouro em Jogos Olímpicos desde o atleta Mohamed Gammoudi nos 5.000 metros do México-1968.

"Realizamos um sonho de mais de 40 anos, graças a Oussama", declarou Gammoudi, que também aguardava a chegada do compatriota.

Dia resumido by Mirela Goi

Eu sinto muito não poder escrever aqui textos meus. O engraçado é que quando eu podia escrever, ou seja, quando estava de férias, ou quando antigamente, não trabalhava tanto, não havia muito o que contar. Hoje há tantas coisas para contar, as vezes muitas coisas acontecidas em um mesmo dia, mas não há tempo para refletir sobre elas e elaborar textos interessantes.
 
Mas algo preciso fazer.
 
Então. Não todos os dias, mas quando possível, irei fazer um resumo do meu dia. Falando dos acontecimentos bacanas e um pouco dos meus pensamentos, e se você ler, e de repende, quiser saber mais, me escreva.
 
Primeiro tópico
 
Logo pela manhã, depois de ter publicado aqui as notícias que o presidente da Nigéria visitaria o Brasil, liguei em Brasília, pois queria mais informações, e eis que fui informada que a visita foi cancelada, ou seja, ele não virá, tentei descobrir o motivo, mas todos diziam que a informação era apenas que havia sido cancelado. Indaguei se, teria sido problema de visto? (uma piadinha minha) mas na Embaixada da Nigeria me informaram, O CONVITE TINHA SIDO DO PRÓPRIO PRESIDENTE LULA, enfim...
 
Próximo tópico
 
Assisti o case da Elektro e o case da RGE no SAMP (Seminário Abradee de Mellhores Práticas) de Responsabilidade Social e Qualidade da Gestão evento da ABRADEE (Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica) este ano realizado no Auditório Umuarama, na CPFL Energia.
 
Próximo
 
No Happy Hour à noite, ao som de música cubana com o Compay Tumbao. Gostei, pena que tive que sair rapidinho, para ir à faculdade.
 
Último
 
 
Boa noite!
 
 
 

Presidente da Nigéria visita a Câmara na quarta-feira (27)

A Câmara recebe na quarta-feira (27), às 15h30, a visita oficial do presidente da Nigéria, Umaru Yar'Adua. A recepção ocorrerá no Salão Nobre.

A Nigéria é um país africano com 148 milhões de habitantes e tem o petróleo como um dos principais produtos de exportação. Em 2008, a Câmara criou um grupo de trabalho interparlamentar com a Nigéria e aprovou dois acordos de cooperação com o país (PDC
2539/06, que trata de serviços aéreos para turismo e transporte de cargas; e PDC 2380/06, de combate ao tráfico de drogas e lavagem de dinheiro).

Da Redação/PT

(Reprodução autorizada desde que contenha a assinatura 'Agência Câmara')

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Tel. (61) 3216.1851/3216.1852
Fax. (61) 3216.1856
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MR

O presidente do Senado, Garibaldi Alves, recebe, nesta quarta-feira (27), o presidente da Nigéria, Umaru Yar'Adua, que visita o Brasil.

O presidente do Senado, Garibaldi Alves, recebe, nesta quarta-feira (27), o presidente da Nigéria, Umaru Yar'Adua, que visita o Brasil no propósito de estreitar os laços de cooperação entre seu país e o Brasil. De acordo com o Itamaraty, a Nigéria é o principal parceiro comercial do Brasil na África. O fluxo do comércio bilateral, nos dois sentidos, superou US$ 6,5 bilhões no ano passado.

O Ministério das Relações Exteriores informa ainda que, na 6ª Reunião da Comissão Mista Brasília-Nigéria, realizada em junho deste ano, os dois países deram continuidade à construção de uma relação de alcance estratégico, com a intensificação da cooperação e do intercâmbio, conforme planejada pelos presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Umaru Yar'Adua, em encontro que tiveramem 2007.

A África é uma das prioridades da política externa brasileira, conforme afirma o Itamaraty, lembrando as oito visitas que o presidente Lula fez àquele continente. O presidente brasileiro já visitou 20 países africanos, alguns mais de uma vez. E hoje há embaixadas brasileiras residentes em 34 países africanos.

As exportações brasileiras para a África cresceram 200% desde 2003 para um total de US$ 8,5 bilhões em 2007. No mesmo ano, as importações chegaram a US$ 11,3 bilhões, 244% a mais que em 2003. Essa corrente de comércio (exportação + importação) representa hoje 7,1% do comércio exterior brasileiro. Considerada como um todo, a África é o quarto maior parceiro comercial do Brasil, depois de Estados Unidos, Argentina e China.

http://www.paraiba.com.br/noticia.shtml?77010