Damasco é a capital da cultura árabe de 2008

quarta-feira, 9 de janeiro de 2008

São Paulo – Todos os anos os países árabes elegem uma capital para ser o centro de sua cultura. Este ano a escolhida foi Damasco, na Síria. A cidade vai abrigar diversos eventos culturais durante o ano, como teatro, música, dança, conferências e grupos de discussões de intelectuais árabes. A cerimônia de abertura, que vai dar início aos eventos, será realizada na sexta-feira (11). As informações são da agência de notícias da Síria Syrian Arab News Agency (Sana).

Um dos eventos mais esperados é o show da cantora libanesa Fairuz, que fará seis apresentações no Opera House, a partir do dia 28 de janeiro. A organização do evento também promete trazer diversos outros artistas do mundo árabe e de outros países não árabes. Entre os convidados estão o lingüista e pensador norte-americano Noam Chomsky, o escritor tcheco Milan Kundera a escritora chilena Isabel Allende.

Segundo a secretária-geral do evento, Hanan Qassab Hassan, as apresentações musicais vão ser bem variadas para mostrar a riqueza cultural do mundo árabe e também do Ocidente. Entre os ritmos que serão trazidos estão o pop, rock, jazz e techno.

Hanan anunciou também que a Síria fará a publicação de diversos livros, incluindo quatro volumes sobre a poesia síria escritos por críticos, especialistas e tradutores estrangeiros. Na área de cinema, haverá um festival de filmes de diretores árabes e estrangeiros.

O governo brasileiro, representado pela embaixada do Brasil na Síria, também estuda a possibilidade de organizar algum espetáculo de dança e música ou fazer um festival de filmes em Damasco.

Desde 1996, a Liga Árabe, por meio da Organização Árabe para Educação, Cultura e Ciência (Alesco), escolhe anualmente uma cidade para receber o título de Capital da Cultura Árabe, que tem como objetivo mostrar a riqueza da herança cultural árabe nas artes e na literatura.

No ano passado, a capital escolhida foi Argel, na Argélia, onde ocorreram diversas exposições de livros, encontros literários, festival de poesias, peças teatrais e shows musicais, entre eles a apresentação do grupo brasileiro Choro & Cia, que fez duas apresentações.

Capital mais antiga

Damasco é considerada uma das cidades habitadas mais antigas do mundo, com mais de cinco mil anos. Ela está situada num planalto de quase 700 metros acima do nível do mar. A parte velha da cidade é cercada por uma grande muralha romana, onde podem ser encontradas mesquitas antigas, ruas de pedras, ruínas, palácios e souks (mercados).

Segundo dados do site da UNESCO, Damasco tem cerca de 125 monumentos de diferentes períodos da história. Um dos mais espetaculares é a Mesquita de Omayyad, construída no século 8, no ano 705, quando a cidade era a capital do Império Árabe Islâmico. Próximo à mesquita há também outro atrativo turístico, a tumba de Saladin, soberano árabe da época das Cruzadas.

Na parte nova da cidade há o Museu Nacional, que guarda muitas relíquias da história da Síria. Entre as peças está uma coleção de papiros escritos no século 14 a.C., utilizando o primeiro alfabeto conhecido no mundo. No local, também podem ser apreciadas armas antigas, esculturas de mármore, instrumentos cirúrgicos e diversos objetos que remontam ao início da civilização. 

De acordo com os últimos dados publicados pela Organização Mundial do Turismo, o turismo na Síria vem crescendo. Em 2006 o país recebeu 4,4 milhões de turistas, um aumento de 31% em relação ao ano anterior.

Síria

O país árabe, que está localizado no Oriente Médio, faz fronteira com Iraque, Líbano, Jordânia, Turquia e Israel. Sua principal atividade econômica é o petróleo, que representa 70% de suas exportações. A agricultura também é um setor importante, responsável por mais de 25% do Produto Interno Bruto (PIB).

Com uma população de cerca de 20 milhões de habitantes, o PIB do país chegou a US$ 26,3 bilhões em 2006, segundo dados da Câmara de Comércio Árabe Brasileira. As exportações brasileiras para Síria de janeiro a novembro de 2007 somaram US$ 182,46 milhões, o que representou um aumento de 9,5% em relação ao mesmo período de 2006. Os principais produtos brasileiros embarcados foram açúcar, café, automóveis, pasta química, carne de frango, chassis com motor e granito.

As importações brasileiras da Síria nos 11 primeiros meses do ano passado foram de US$ 9,3 milhões, contra US$ 40 milhões no mesmo período de 2006. Sementes de cominho e de anis foram os principais produtos sírios importados.


http://www.anba.com.br/noticia.php?id=17047

Tradutor Online

Achei um site bem interessante, ele traduz em vários idiomas inclusive o árabe

http://www.1-800-translate.com/machine_trans/

É um tradutor bom para traduzir palavras, mas para traduzir frases é fraco.

Quem não tem outra alternativa este tradutor é bom especialmente porque tem do português para árabe.

Para quem iniciar pesquisa de palavras em árabe, é legal!

Numa Boa

terça-feira, 8 de janeiro de 2008

Um portal diferente em português do Brasil
Informática, Criptografia, Tutoriais, Notícias, Arte e Humor

http://www.numaboa.com/

Esse site ensina até árabe ;)

http://www.numaboa.com/content/view/616/116/

Guias do estadão: Dubai

Muito bom o Guia do Estadão sobre Dubai...

http://www.guiatimeout.estadao.com.br/6162


Enjoy It

Curiosidades sobre Dubai

Ok ok eu estou muito curiosa sobre Dubai...
Ok ok i´m very interresting about Dubai... 

E não paro de procurar informações sobre lá.. humm humm
I still looking for information about it like crazy ... hummmm

Achei o blog que o Marcelo Toledo sócio da Mbrazil escreveu quando esteve lá, bem legal, pra quem gosta de curiosidades, e o que sente uma pessoa quando descobre a Cultura Árabe rs

I found the Blog of Marcelo Toledo partner at MBrazil Agency, he wrote when been there, very cool, to you curious like me, and want know more about Arabic Culture rs

http://marcelotoledo.zip.net/

Enjoy It!

Agência no brasil oferece trabalho em dubai

Já falei dela aqui, mas vale repetir!
I already told about it but i will repet!

Não só para dubai mas a MBrazil agencia trabalhos em diversos países
Not only in Dubai, but MBrazil agency jobs in many countrys.

http://site.mbrazil.com.br/

Enjoy It

Alugar casas para férias em diversos países

Casa de férias em França, Espanha, Itália, Portugal ...

Você encontra até casas e apartamento na Tunísia, Marrocos e outros países de língua árabe, na África e também no Oriente!

http://pt.vacances.com/

Site de Portugal.

Sair do Brasil

Dicas e matérias para quem deseja morar ou trabalhar no exterior (outros países).

http://www.sairdobrasil.com/

Vocês estão gostando né, rss

Trabalho em Dubai (work in Dubai)

Dubai fica situado nos Emirates árabes unidos e é não somente uma das cidades crescentes as mais rápidas do mundo, mas é também um epicenter para o emprego e oportunidades de trabalho novas. Estima-se que ao redor 30 companhias novas estão estabelecidas nesta cidade burgeoning cada semana; e este foi o caso desde 2002 atrasado.

Mas por que é Dubai uma cidade tão atrativa a viver dentro e trabalhar? A resposta curta Dubai é imposto livre. Se você viver e trabalho na área você está pagado seu salário bruto com nenhum imposto deduzido desta quantidade. Por que? Inacreditàvel, o taxation pessoal direto está de encontro à lei, significando que toda a renda que você fizer é 100% seu.

Se você estiver olhando nos campos do tourism, os meios ou as finanças, e são qualificados em sua área, há uma abundância de oportunidades de trabalho que esperam para ser agarrado acima. Cada ano, milhares de povos internacionais está fazendo o movimento a Dubai assentar bem na parte do workforce e fazer algum dinheiro real, tax-free.

Do mesmo modo, se você estiver olhando para estabelecer seu próprio negócio no Emirate, os incentives numerosos das ofertas do governo ao negócio ultramarino a fazer exame acima nas zonas do comércio livre. Há atualmente 15 zonas do comércio livre, com os 7 de planeamento mais por os meses e os anos de vinda. Estas zonas permitem para que os negócios extrangeiros estabeleçam-se e cresçam-se sem impostos incorporados e sem uma estrutura do shareholding. Você realizará rapidamente porque há uma abundância de oportunidades de trabalho em Dubai.

A fim trabalhar em Dubai, você será requerido prender um visto da licença e do residency de trabalho. A maioria de empregadores arranjarão para que estes detalhes estejam classificados para seus empregados uma vez que são apontados para sua posição dentro da companhia. Na uma mão, se você estiver planeando um feriado a Dubai, você será emitido com um visto provisório (dependendo do país você é de), e você pode usar esta oportunidade de scout ao redor e procurar oportunidades de trabalho. Uma vez que você fêz este, o processo de aplicar-se para uma licença e um visto de trabalho é razoavelmente direto.

Uma diferença notável em Dubai é as horas de funcionamento, a que você se tornará rapidamente usado. Muitos negócios fecham-se por algumas horas cada tarde e sexta-feira tende a ser um dia em que nenhuma reunião for realizada.

Dubai, como uma cidade, é inacreditável. O padrão vivo para expatriates é maravilhoso, como é a vida onde social rápido-passeada muitos destes povos aprecíam. Preparar para jogar duramente e trabalhar, e apreciar muitas maravilhas que Dubai tem que oferecer do skiing indoor, a jogar o golf, ou fazer exame de um safari 4wd no deserto Dubai tem-no todo.

Você nunca sentirá sozinho em Dubai. A maioria da população atual é composta de expatriates e você não terá nenhuns conhecimento da reunião do problema e amigo novo quase imediatamente. O ambiente multi cultural permite para que clubes sociais numerosos e os eventos incentivem povos novos encontrar-se com. Toda a esta ajuda a residentes novos facilitar em sua vida nova em Dubai.


Texto por: Stephen Davis is an IT professional and operates the Stephen Davis is an IT professional and operates the Dubai Hotels and Dubai Jobs Website - a resource for job opportunities, news and information relating to Dubai.

Data de Publicação: 17-10-2006

Fonte: http://pt.articlesbase.com/article_63798.html

Check this website: http://www.dubaihotelsandjobs.com/

Para você que quer entender Os Emirados Árabes:

segunda-feira, 7 de janeiro de 2008

Os Emirados Árabes Unidos são compostos por 7 emirados:

Abu Dhabi
'Ajman
Al Fujayrah
Sharjah
Dubai
Ra's al Khaymah
Umm al Qaywayn


A Nação "Emirados Árabes Unidos" é constituída por estas 7 regiões administrativas; os 7 Emirados.

Cada emirado é uma monarquia controlada por uma família real, com uma certa soberania sobre o território regional. Dessas 7 divisões regionais, o Emirado de Abu Dhabi, que cobre 86.7 % da área total do país, é dividido em 3 sub-emirados: o sub-emirado que compreende a cidade de Abu Dhabi, um sub-emirado leste e um sub-emirado oeste. Existe um Supremo Conselho Federal: formado pelos 7 emires, que se reúne regularmente 4 vezes ao ano, sendo que os emires de Abu Dhabi e de Dubai tem o poder de veto. A cada 5 anos o conselho de emires se reúne para eleger um Presidente e um Vice-presidente entre eles. Zayed Bin Sultan Al Nahyan, emir de Abu Dhabi desde 1966 e líder político da nação desde sua independência, em 1971, foi reeleito sucessivas vezes pelos emires até sua morte, em 2 de novembro de 2005. Como Emir em seu lugar, assumiu seu filho, Khalifa Bin Zayed Al Nahyan, e inclusive foi eleito unânimamente Presidente em 3 de novembro de 2005 para estar a frente do país. Em eleição realizada entre os emires. O Vice-presidente do país é Muhammad bin Rashid al-Maktum, Emir de Dubai, que teve seu mandato reafirmado dia 3 de novembro de 2005 em eleição unânime entre os mesmos emires.


Os Emirados Árabes Unidos situam-se no sudoeste da Ásia, têm costa no golfo de Omã e no golfo Pérsico e fronteiras com Omã e com a Arábia Saudita. O país é uma planície costeira plana e estéril que se funde no interior com as dunas de areia do deserto arábico. Há também montanhas no leste do país. A sua localização estratégica ao longo das aproximações de sul ao estreito de Ormuz faz do país um ponto de trânsito vital para o petróleo bruto mundial. Considera-se que os Emiratos Árabes Unidos são um dos quinze estados que constituem o chamado "Berço da Humanidade".


Baseada no petróleo, uma economia fortíssima. Com isso, os E.A.U. é um dos países mais ricos do mundo. Existem comprovadas reservas de mais de 90 bilhões de barris de petróleo no território. Hoje o turismo também é uma actividade forte na região, principalmente frequentada por estadunidenses.

A cada dia, os Emirados Árabes Unidos vêm construindo uma sociedade mais desenvolvida. Seja através de investimentos oníricos, como a construção de ilhas artificiais, seja com a a construção de uma sociedade mais aberta à diversidade, sendo Dubai o principal emirado em desenvolvimento do país.

Qualquer empreendimento ou lucro é totalmente isento de impostos ou taxas em todo o território nacional, com isso, o país consegue atrair gigantescas somas em investimentos do mundo inteiro, principalmente das grandes economias. O Estado arrecada fundos através de suas estatais, como as empresas de petróleo e como as companhias aéreas Emirates e Al Etihad, adoptando um sistema de arrecadação que lembra aspectos da Suíça e de Mónaco, porém, muito mais intenso e muito mais incentivador.


Bahrein ou Bahrain

É um pequeno estado insular do Golfo Pérsico, com fronteiras marítimas com o Irão a nordeste, com o Qatar a leste e com a Arábia Saudita a sudoeste. Capital: Manama.

O Bahrein conseguiu independência em 1971, e se transformou em emirado. Em 1973, foi promulgada uma constituição, que estabeleceu o regime monárquico tradicional e criou uma câmara parlamentar.

O Bahrein é um arquipélago de trinta ilhas e ilhotas que fica no Golfo Pérsico, a leste da Arábia Saudita e a noroeste do Qatar. A maior das ilhas é a dhkle Bahrein, com 16km de extensão no sentido leste-oeste e 48km no sentido norte-sul. A ilha principal é unida ás pequenas ilhas de Muharraq e Sitra por uma estrada. Em 1986 uma ponte que liga Bahrein à Arábia Saudita foi inaugurada. A superfície total do país é de 692km².


Fonte: wikipedia

Amary Jr. em Dubai

domingo, 6 de janeiro de 2008

http://www.amauryjr.com.br

Algumas Informações que retirei do site do Amaury Jr.

Dubai tem 3.900 km2. A extravagância não vem apenas de sua arquitetura feérica, mas de suas audaciosas soluções. Estamos no deserto, mas água não falta, quer para lagos artificiais, centenas de ilhas também artificiais, desvios incomensuráveis das águas do Golfo Pérsico e neve sob um calor de 40 graus.

A população nativa de Dubai, um dos sete Emirados Árabes, hoje é minoritária. Estrangeiros do sul da Ásia e das Filipinas dominam a mão de obra. O idioma oficial é o árabe, mas o inglês é ensinado nas escolas e amplamente utilizado. A capital federal é Abu Dhabi.


Mas Dubai é a capital do turismo e do entretenimento. É, portanto, o mais liberal de todos os Emirados, à luz do Alcorão.

Certas informações e cuidados têm que ser levados a sério:

Antes de embarcar ouvi dizer que era proibido beber, prática pecaminosa pelo Alcorão. Não é verdade. Isso vale para os muçulmanos, não para turistas. Contudo, turistas não podem beber nas ruas, só nos restaurantes e hotéis.

* Mulheres ocidentais têm que andar cobertas. Também não é verdade. Podem se vestir como quiser e não são obrigadas a cobrir os ombros em público. Mas é de bom tom se vestir de maneira conservadora, para se sentir mais à vontade.

* Homossexualidade é ilegal. Verdade.
Todas as relações sexuais fora do casamento tradicional são ilegais. Como casamentos gays não são reconhecidos pela lei islâmica, todos os atos homossexuais são ilegais.

* É barrada a entrada no país de quem for soropositivo. Isto acontece mesmo, mas não há teste na chegada do país. Entretanto se você for descoberto como soropositivo, é deportação no ato.

* Cuidado com amassos exagerados na rua, mesmo que seja com sua mulher. Demonstrações acaloradas podem resultar em multa ou prisão.

* Sempre aceite coisas e comidas com a mão direita. A mão esquerda é considerada impura. Mas turistas são perdoados.

* Não cruzar as pernas exibindo a sola do sapato, especialmente se estiver apontando a sola para alguma pessoa. Isso não é educado. Não me perguntem porquê...

* Gordura é sinal de formosura. Os muçulmanos adoram mulheres cheinhas, e vice versa.

* Natal não tem a eloquência do ocidente. Encontrei banners atenuantes com os dizeres: “Natal não é uma data, é um estado de espírito”.


(Lembrando que essas citações do Amauri referece a sua visita à DUBAI, se vc for para a Arábia Saudita por exemplo, as leias são mais rígidas!)

Trabalho em Dubai

Ainda há boas alternativas para quem deseja trabalhar no exterior. A reportagem apurou pelo menos 2.859 vagas para os próximos meses, grande parte para funções que não exige terceiro grau completo, como trabalhadores agrícolas na Nova Zelândia, ou cozinheiros, copeiros e auxiliares de serviços gerais em hotéis localizados em Dubai, nos Emirados Árabes. Os vencimentos variam entre US$ 300 e US$ 1,9 mil ao mês.

Apesar da constante necessidade de trabalhadores menos qualificados, também há vagas para profissionais com nível técnico, tecnológico e universitário. A província de Québec, no Canadá, necessita de 45 mil estrangeiros para trabalhar na região em 2008. Este pessoal tem a perspectiva de inserção por conta do crescimento econômico mundial.

Em alguns países, o contingente populacional não acompanha a ampliação do mercado de trabalho, o que obriga seus governos a importar mão-de-obra qualificada, algo que ocorre também na Nova Zelândia, Austrália, e países em reconstrução, como Angola.
Apesar do déficit populacional, o mercado internacional é extremamente criterioso na seleção de pessoal para compor seus quadros. A dentista Bianca Muriel Class sentiu na pele as dificuldades para conquistar uma vaga lá fora. Há pelo menos dois anos, ela trabalha na Nova Zelândia, como assistente de dentista. Após muita batalha contra a burocracia neozelandesa, ela finalmente conseguiu visto de residente, e vai poder fazer um mestrado numa universidade na terra do kiwi.

“O problema é que com o visto de turista não se pode trabalhar legalmente, daí ter que encontrar alguém que te ofereça emprego, para o qual tu proves ser mais qualificado que as pessoas que vivem aqui; tem que convencer a imigração que eles precisam de ti”, relembra Bianca.

ILEGAL – Algo que sequer pode passar pela cabeça de quem pretende trabalhar no exterior é aventurar-se na informalidade em algum país estrangeiro. Cada vez mais, o mercado internacional fecha o cerco para os ilegais. Há países nos quais é exigido do estrangeiro um certo valor em conta corrente para permanência. Caso não tenha como comprovar o valor, a pessoa é deportada no ato, sem sequer sair do aeroporto.

Por outro lado, algo que tornou menos atrativa a perspectiva de trabalhar no estrangeiro é a valorização do real ante ao dólar americano, e mesmo em relação ao euro. “Em 2002 (com o dólar a R$ 4), faziam fila na porta da minha agência para trabalhar fora, mas isso agora virou lembrança”, observa Marcelo Toledo, diretor-geral da MBrazil Intercâmbio.
Ainda assim, o executivo tem o que comemorar, pois a empresa, com dez anos de mercado, já exportou três mil trabalhadores brasileiros para o exterior. Na MBrazil, estão em curso a intermediação para trabalho em hotéis dos Emirados Árabes, e na agricultura da Nova Zelândia.

Os programas de trabalho neozelandeses chegam a custar R$ 8 mil, enquanto a inscrição para trabalho nos hotéis é gratuita. A MBrazil informa que o resgate do investimento ocorre, em média, em três meses.

Já a província de Québec, no Canadá, faz jus ao slogan de “terra de oportunidades”, com suas 45 mil vagas para trabalhadores do mundo inteiro. O perfil solicitado é de pessoal com formação técnica, tecnológica ou universitária, além de experiência profissional comprovada, ter até 35 anos de idade, e possuir conhecimentos em inglês e francês. Outra fronteira de avanço para a mão-de-obra brasileira é Angola. O país africano ressurge das cinzas, após anos de guerras intestinas.

http://www.atarde.com.br/economia/noticia.jsf?id=816057

Site da MBrazil: http://site.mbrazil.com.br/

Cultura egípcia no interior do Brasil

sexta-feira, 4 de janeiro de 2008

São Paulo – O município fica no interior do Brasil, mas nem por isso ali falta cultura egípcia. Em Ponta Grossa, a 156 quilômetros de Curitiba, capital do Paraná, um pequeno museu trata de abastecer a curiosidade da comunidade local a respeito da terra dos faraós. O Museu de Arqueologia tem em exposição 260 réplicas de objetos do berço do Egito Antigo. São desde pequenos amuletos até peças maiores como a cabeça de rainha Nefertiti ou a reprodução de um sarcófago que está no Museu Britânico. O local abriga também um objeto original, uma máscara de múmia do século 2 a.C.

De acordo com o egiptólogo Moacir Elias Santos, proprietário do museu, a máscara foi adquirida na França e doada ao local. As informações que existem sobre o objeto são de que se trata de uma máscara masculina confeccionada em papiro, gesso e linho. As réplicas que fazem parte do acervo foram feitas pelo artista Eduardo Vilela e também pelo próprio Santos. O museu, na verdade, tem em um acervo de mais de 600 objetos, mas apenas parte deles está em exposição. O local tem duas salas com um total de 60 metros quadrados.

Tudo começou com a curiosidade do proprietário do museu a respeito do Egito. Com cerca de nove anos, Santos viu postais do busto de bronze da Nefertiti que seu tio, que havia participado como praça das Nações Unidas da Guerra dos Seis Dias, trouxe ao Brasil. Foi aí que o egiptólogo começou a ler e pesquisar sobre o tema. Na adolescência, Santos já estava reproduzindo objetos do Egito Antigo e entre 14 e 15 anos estava fazendo exposições itinerantes com as suas peças. As primeiras eram feitas em argila, mas depois ele passou a usar também materiais como gesso, cerâmica, madeira, resinas de poliéster e fibra de vidro.

Santos chegou a levar sua exposição para outras cidades, além de Ponta Grossa, e o estado de Santa Catarina. Depois de concluir o ensino médio, o egiptólogo estudou Arqueologia na Universidade Estácio de Sá, no Rio de Janeiro, e fez mestrado na mesma área na Universidade Federal Fluminense. Foi nesta época, em 2001, que ele resolveu criar em sua cidade de origem, Ponta Grossa, um museu para que a comunidade local pudesse ter contato com o Egito Antigo. "Do interior fica difícil ir para os grandes centros como Rio de Janeiro e São Paulo para conhecer os museus", afirma Moacir Elias Santos.

O museu, que no começo era chamado de Galeria de Egiptologia, fica em um bairro de Ponta Grossa chamado Oficinas. As visitas são feitas com hora marcada. De acordo com Santos, o grande público do espaço é o estudantil do ensino fundamental e médio. Nos meses de maio e junho, quando os escolares normalmente estão estudando o Egito Antigo, o museu chega a receber turmas nos três turnos. É cobrada uma entrada de R$ 2 para estudantes e de R$ 3 para turistas e visitantes em geral.

Contato

Tel: +55 (41) 9637-6288
E-mail: moacirsadowski@hotmail.com


http://www.anba.com.br/orientese.php?id=99

Notícias de um blogueiro

São Paulo – Quando a ex-mulher, Yasmin, se mudou para Dubai com o pequeno Jeremy em 2005, Marcelo ficou um pouco sem chão. Os Emirados Árabes Unidos pareciam um destino dos mais improváveis. Mas a distância do filho, hoje com sete anos, foi o suficiente para Marcelo Cunha, um gaúcho de Porto Alegre, deixar a vida consolidada em São Paulo e um trabalho numa agência de publicidade para trás. Primeiro ele fez um teste. Foi passar férias em Dubai para sentir o território. Gostou, voltou, pediu demissão, fez a mala e se mudou para o país em janeiro de 2007.

Foi sem emprego, sem falar inglês fluente – "que é a língua mais falada por aqui" – e sem um projeto. Simplesmente foi. "O gaúcho vai embora mesmo. Essa coisa de viver perto de fronteira dá essa dimensão de amplitude, essa vontade de sair e conquistar o mundo", explica. Chegou lá com seu computador debaixo do braço, 5 kg de feijão, 5 kg de erva-mate para chimarrão e um pouco de carne-seca. Levou também seu cachorro e três gatos. Poucos meses depois começou a detectar a quantidade de coisas que poderia fazer por ali. Os 20 e tantos anos trabalhando em Recursos Humanos de grandes empresas ficaram para trás. Agora ele quer mergulhar no comércio exterior, tamanhas as possibilidades da cidade árabe sempre em obras.

"Aqui em Dubai a velocidade é outra, as coisas acontecem, os árabes sabem o que fazem. Em uma semana, a paisagem muda. Um amigo meu, engenheiro, diz que 25% das gruas do mundo estão em Dubai", contextualiza. Lá ele percebeu que existe uma enorme demanda por produtos que o Brasil pode exportar. Marcelo busca a fluência no inglês para poder ser representante de alguma empresa brasileira no país árabe. Enquanto isso não acontece, ele se comunica com muitos empresários brasileiros interessados nos Emirados. Já falou com exportadores de fruta do Nordeste, com empresas de tecnologia do Rio Grande do Sul e até com produtores de pão de queijo.

"Para você ter uma idéia de como tem espaço para crescer aqui, a Sadia, que é muito forte, volta e meia deixa de abastecer o mercado com alguns produtos. Já faz dois meses que estamos sem pão de queijo nas prateleiras dos supermercados. Ou seja, tem espaço para outras empresas também", conclui. "E nos mercadinhos pequenos, a demanda é ainda maior. Você vai ao mercado da esquina e pergunta: tem maracujá? Goiaba vermelha? E o dono do comércio, normalmente um asiático que veio tentar a vida aqui, responde: não, mas se você conseguir para mim, eu compro de você."

Entusiasmado com o universo que descobriu – e ainda está descobrindo - Marcelo resolveu criar um blog. A idéia era comunicar aos brasileiros que existe um lugar no mundo chamado Emirados Árabes Unidos, que também pode ser alcunhado como terra das oportunidades. "Pensei em fazer o blog para aproximar os brasileiros de informações sobre Dubai. Não queria falar sobre minha vida aqui, mas sobre as coisas que acontecem por aqui, ajudar a tirar um pouco o preconceito que os brasileiros no geral têm em relação aos árabes – que eu mesmo tinha", conta.

O blog "Brasileiro em Dubai, apaixonado por churrasco e chimarrão" (www.marcelodubai.blogspot.com) foi criado em maio e, de lá para cá, já teve 8.880 acessos. Rastreando a origem dos visitantes, Marcelo descobriu que tem gente da África, Estados Unidos, Ásia. A grande maioria, claro, é de brasileiros – já que a maior parte do conteúdo é em português. E dos brasileiros, a maioria é de São Paulo.

"Muitos empresários já entraram em contato comigo por causa do blog. Alguns até me convidaram para ir na Big Five para conhecê-los", diz. A feira, do setor de construção, ocorreu em novembro de 2007 em Dubai. E jornalistas também contactam Marcelo via blog. "Desde que foi inaugurado o vôo da Emirates, o Brasil se voltou para cá. Senti isso até no blog, aumentou o número de visitas". No começo eram 15 acessos diários. Hoje varia entre 70 e 90.

Projeto chimarrão

Entre as muitas idéias de projeto na vida nova em Dubai, Marcelo quer levar uma de suas grandes paixões para lá: o chimarrão. Mais que importar erva-mate, a cuia e outros apetrechos, o brasileiro quer introduzir essa cultura tão gaúcha, a arte de beber chimarrão, no país – mesmo sendo um lugar quente (a bebida normalmente é servida quente). "Para alguns até refresca", garante. "Vou montar kits com as peças e com a história do chimarrão para dar para os xeques daqui", diz.

Saudades do Brasil

Marcelo sente falta do verde, de ver o filho subindo em árvores. "A cidade é linda, há flores, plantas ornamentais, tudo constantemente irrigado – mas falta verde. É deserto né?" E sente falta também da liberdade que o Brasil oferece. "E claro, da família, dos amigos...eles me acharam maluco de ter vindo."

Já a razão principal de sua mudança, o filho Jeremy, se adaptou bem à nova vida. O menino estuda numa escola internacional. Uma das razões que fez com que Yasmin – que é filha de libaneses - se mudasse para Dubai era justamente a chance de dar uma boa educação ao filho. Na escola, ele estuda com crianças da Austrália, Nova Zelândia, Estados Unidos, Índia, China, do próprio Emirados, etc, aprendendo desde cedo como é diverso o mundo em que vive. "Lidar com diferentes culturas na infância é o que te dá paz no futuro", resume o paizão coruja.


http://www.anba.com.br/noticia.php?id=16688


Parabéns Marcelo!
Sucesso para você!

Livro: Gramática do árabe moderno

quarta-feira, 26 de dezembro de 2007

Traduzida e adaptada para o português da obra do estudioso David Cowan, Gramática do árabe moderno é um guia que permite fácil acesso às principais regras gramaticais da língua árabe clássica e moderna a todos aqueles que queiram se familiarizar com ela. O livro inicia-se com a descrição de características básicas – incluindo curiosidades – do idioma, como, por exemplo, a constituição de seu alfabeto, a pronúncia das consoantes e métodos genéricos sobre acentuação e pontuação.

Dividida em 25 lições, nessa gramática são contemplados também aspectos como identificação dos artigos, dos gêneros, das frases nominais, dos pronomes pessoais singulares e partículas interrogativas, além das formas plurais. Nas Lições V a VII, apresentam-se regras que variam desde a formação das declinações até a apresentação das preposições, passando pela identificação dos adjetivos (e respectivos comparativos e superlativos) e advérbios, sem as questões envolvendo a ordem das palavras e a formação de frases verbais e nominais. Com as Lições VIII e IX, é a vez de se conhecer os dois tempos verbais da língua: o perfectivo e o imperfectivo, e sua aplicação em verbos mais utilizados, como "ser" e "estar". A Lição X, por sua vez, trata dos pronomes demonstrativos, relativos e interrogativos. É a partir da Lição XI – estendendo-se até a Lição XXIII – que a gramática se dedicará de maneira bastante peculiar aos tempos verbais, incluindo sua classificação e pormenorizando o imperfectivo dos verbos simples, o modo subjuntivo, o modo jussivo, o verbo simples duplo, a existência de verbos chamados "fracos", os verbos derivados e os verbos "côncavos". Destacam-se, ao final da obra, na Lição XXIV, regras a respeito dos números cardinais e ordinais, além das frações, e os ensinamentos a respeito da escrita relativamente aos dias da semana, dos meses, das festas e datas de maior relevância do mundo árabe.

A última lição trata de alguns ensinamentos complementares sobre sintaxe e sobre as orações condicionais. Por fim, o autor foi bastante cuidadoso ao explicar em apêndices curiosidades sobre a fonética por meio de alguns exemplos básicos.
 
Trata-se de um manual que tanto os iniciantes e estudiosos como também os curiosos que tenham interesse no aprendizado de uma língua tão estranha aos povos ocidentais como é o árabe poderão utilizar. Consiste, sobretudo, em uma verdadeira inovação na bibliografia do estudo da língua árabe, já que é a primeira gramática publicada no Brasil voltada para a referida língua, inteiramente traduzida e adaptada do inglês para o português por Safra Jubran. Nas palavras do autor, "A intenção é explicar ao estudante, de uma maneira tão concisa quanto possível, a estrutura gramatical da língua árabe literal moderna tal como se verifica hoje nos jornais, periódicos, livros, rádios e através do discurso oral. Eu me esforcei para restringir o material ao mínimo possível que possa servir como ponto de partida para um estudo mais aprofundado da língua árabe. Uma vez dominados seus conceitos, o estudante terá uma noção da gramática da língua, e poderá direcionar oportunamente seus estudos para a compreensão da literatura moderna ou clássica de acordo com suas necessidades e inclinações".


Título: Gramática do Árabe Moderno 
Outor: David Cowan
Editora: Globo 
Assunto: Ensino De Linguas Estrangeiras 
Idioma: Português 
Tipo de Capa: BROCHURA 
Edição: 1 
Número de Páginas: 200 

Comida árabe no Natal dos brasileiros

terça-feira, 18 de dezembro de 2007

São Paulo – Esfiha, quibe, coalhada seca, charutinhos, babaganuche, homus, pistache, tahine, água de rosas vão fazer parte da ceia deste Natal de muitos brasileiros. O restaurante Arabesco e a distribuidora de alimentos árabes Maxifour estão prontos para abastecer as casas dos brasileiros com produtos árabes nesse final de ano. "A maioria das encomendas que recebemos não são de descendentes de árabes, são de brasileiros", afirma o proprietário do Arabesco, Beto Isaac.

O restaurante, que tem duas unidades em São Paulo e funciona desde 1987, está cheio de encomendas para entregar no Natal. Segundo Isaac, que é neto de sírio-libaneses, essa época do ano é uma das mais movimentadas para o restaurante. Até o momento já foram encomendadas 30 ceias de Natal. Além das ceias, o Arabesco vem preparando desde o final de novembro, diversas encomendas de pratos árabes para confraternizações de finais de ano.

De acordo com Isaac, a procura pelas ceias árabes cresce a cada ano. Desde a novela brasileira "O Clone", que retratava histórias de uma família árabe, a demanda no restaurante Arabesco aumentou. "No ano da novela foi um absurdo. Desde então não paramos mais", diz Isaac.

As ceias de Natal oferecem um cardápio diversificado e atende o paladar de todos. "A gente sugere e o cliente escolhe", diz Issac. Os pratos podem variar dos mais simples, como esfihas e quibes, até os mais tradicionais, como cordeiro ao molho de gengibre, kafta, arroz marroquino e abobrinha recheada. O preço das ceias varia de R$ 30 a R$ 75 por pessoa.

Segundo Isaac, um dos sucessos do restaurante, que emprega 50 funcionários, está nas receitas da família. "Não inventamos nada, nós seguimos uma tradição da minha família. É a nossa maneira de fazer", acrescenta.

Outras opções de comidas árabes para as festas de final de ano são as cestas e kits de Natal do Maxifour, que oferecem produtos importados, como azeite de oliva do Líbano, tahine (pasta de grão de bico), pistache, amêndoas, semente de abóbora, figo, damasco, água de rosas, entre outros. As cestas também são montadas de acordo com o gosto do cliente.

A rede de supermercados Maxifour, também em São Paulo, oferece mais de mil tipos de produtos. Sua história começou em 1990, quando um imigrante libanês resolveu abrir uma padaria no bairro do Brás. Atualmente, a empresa também abastece restaurantes e hotéis brasileiros.

Contatos

Arabesco
Tel. 11 3872-8164
Site: www.arabesco.com.br

Maxifour
Tel. 11 6099-0000
Site: www.maxifour.com.br



Marina Sarruf
http://www.anba.com.br/noticia.php?id=16808

quarta-feira, 5 de dezembro de 2007

Essa notícia, é muito legal!!!
Uuuuhuuuu



São Paulo – O governo da Arábia Saudita vai facilitar a emissão de vistos para empresários brasileiros. A decisão foi comunicada na semana passada pelo encarregado de negócios da embaixada do país em Brasília, Omar Al-Oyaidi, à Câmara de Comércio Árabe Brasileira. "Queremos dar mais abertura aos empresários, para que eles viagem à Arábia Saudita, vejam as possibilidades de investimentos. Existem muitos projetos em andamento por lá, diversas oportunidades e boas chances de se conseguir negócios", disse Al-Oyaidi ontem (04) à ANBA.

A partir de agora, quem tiver interesse em ir ao país a negócios poderá solicitar e obter o visto de entrada diretamente na embaixada, mediante o preenchimento de formulário, pagamento de taxa e apresentação de passaporte e foto. Antes era preciso um convite prévio de uma empresa ou entidade local, que informava o Ministério das Relações Exteriores, que posteriormente autorizava a emissão do visto pela embaixada.

Segundo Al-Oyaidi, a emissão do visto de múltiplas entradas será feita rapidamente, até no mesmo dia, e, além disso, os empresários brasileiros terão direito de usar corredores especiais na área de imigração nos aeroportos do Reino, como ocorre com os diplomatas.

Na carta enviada à Câmara Árabe, ele acrescentou que as medidas foram tomadas em vista da "destacada posição" das relações entre os dois países e em obediência à determinação do governo saudita de eliminar restrições e obstáculos ao comércio e aos investimentos. "O Reino tem grandes oportunidades de negócios e os empresários vão encontrá-las", disse o diplomata.

A Arábia Saudita é o principal parceiro comercial do Brasil no mundo árabe e, segundo o secretário-geral da Câmara Árabe, Michel Alaby, a medida vai despertar mais ainda o interesse dos empresários brasileiros pelo país. "É uma forma dos brasileiros despertarem mais para o principal mercado individual do Golfo Arábico", afirmou.

Alaby informou que a facilitação de vistos é uma demanda antiga da Câmara Árabe frente aos governos do Brasil e dos países árabes. A entidade já defendeu diversas vezes em reuniões internacionais a medida como forma de incentivar os negócios entre os países. De acordo com ele, pelo processo antigo a obtenção de um visto saudita chegava a demorar 20 dias. Hoje somente a Tunísia e o Marrocos não exigem vistos de brasileiros.

O próprio Al-Oyaidi já havia falado sobre a disposição de seu governo em facilitar os vistos durante um seminário da Federação das Câmaras de Comércio Exterior (FCC), realizado no Rio de Janeiro no mês passado.

Potência árabe

Entre janeiro e outubro deste ano a Arábia Saudita figurou como principal mercado e maior fornecedor do Brasil no mundo árabe. As exportações para lá renderam US$ 1,22 bilhão, um aumento de 3,4% em comparação com os primeiros 10 meses de 2006. Os itens no topo da pauta foram carne de frango, minério de ferro, açúcar, carne bovina e farelo de soja.

As importações somaram US$ 1,47 bilhão, uma redução de 2,7% em relação ao mesmo período do ano passado. Os principais itens importados pelo Brasil foram petróleo, propano liquefeito, óleo diesel, resíduos de alumínio e enxofre. Os dados são do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.

A participação do Brasil, no entanto, ainda é pequena na balança comercial saudita. Só para se ter uma idéia, o Reino exportou o equivalente a US$ 207,8 bilhões em 2006 e importou US$ 64,16 bilhões, segundo estimativas da Economist Intelligence Unit (EIU), serviço de análise econômica da revista britânica The Economist.

O país é o principal exportador de petróleo do mundo e tem as maiores reservas da commodity. De acordo com informações da Câmara Árabe, a indústria petrolífera representa 35% do Produto Interno Bruto (PIB) saudita, 75% das receitas do governo e 85% das exportações.

Com o aumento do preço do petróleo, o país tem investido as receitas do setor na diversificação de sua economia. Durante encontro em maio deste ano, o ministro brasileiro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Miguel Jorge, ouviu do ministro das Finanças saudita, Ibrahim Al-Assaf, que o país tem um programa que prevê investimentos de US$ 400 bilhões em quatro anos em áreas como infra-estrutura e refino de petróleo.

A Arábia Saudita tem também grandes projetos imobiliários em andamento, a exemplo de outros países do Golfo. O maior projeto na região é a King Abdullah Economic City, localizado na costa saudita do Mar Vermelho. Os sauditas só perdem para os Emirados Árabes Unidos no volume de empreendimentos em desenvolvimento.

Com um PIB de quase US$ 350 bilhões, segundo estimativa da EIU, a Arábia Saudita tem a maior economia entre os países árabes e uma população de 25,3 milhões de pessoas.

Mais informações:

Embaixada da Arábia Saudita em Brasília
Tel: (61) 3248-3525
Fax: (61) 3248-2905



Alexandre Rocha
http://www.anba.com.br/noticia.php?id=16733

segunda-feira, 3 de dezembro de 2007

Devo estar ruim da cabeça mesmo!

Li por ai em algum lugar:

No programa Saia Justa, do GNT, Jorge Forbes fala sobre o amor. Comenta histórias clássicas de amor da literatura. "Amor impossível é o amor que não tem intermediação. É o amor do encontro, é o amor da surpresa, do inusitado – sem lugar".

Hemm??? Que???

Onde já se viu eu ler algo sobre isso, não entender e ainda por cima, não ter nada para comentar?

"Eu quero um terraço,
de preferência com goteira.
Onde chova você
a noite inteira".

Zaiman de Brito Franco 
Jornalista - Campinas


Bonitinho né!
Embora hoje não me sinta romântica!
Devo estar com febre!
Mas legal essa sensação, bem rara em mim.


I`m so happy. I have now The Qur´ãn

Really i´m so Happy, it´s have some meaning, and how it come to my hands like magic.

Shukran!