7 de abril 2008 - Palestra “Renda básica de cidadania como forma de democratização e pacificação do Iraque e do Brasil”, com o senador Eduardo Suplicy

segunda-feira, 24 de março de 2008

O Núcleo de Estudos Edward Said, do Instituto da Cultura Árabe, em parceria com o Centro de Estudos Árabes do Departamento de Letras Orientais da USP, promove no próximo dia 7 de abril palestra com o senador Eduardo Suplicy, que falará da experiência e de suas observações na viagem que fez ao Iraque no mês de janeiro. Lá, Suplicy falou do programa renda mínima para autoridades locais.

7 de abril, segunda-feira, 19h, no auditório Camargo Guarnieri, FFLCH, USP

Terça-feira, é comemorado o Dia da Comunidade Árabe em São Paulo - Club Homs homenageia cinco personalidades árabes e descendentes.

São Paulo – O Club Homs, tradicional instituição paulista fundada por imigrantes sírios, vai homenagear cinco personalidades árabes e descendentes que tenham se destacado na coletividade árabe brasileira. Um deles é o professor egípcio da Universidade de São Paulo (USP) Helmi Nasr, que também é vice-presidente de Relações Internacionais da Câmara de Comércio Árabe Brasileira. A solenidade de comemoração vai ser realizada terça-feira (25) na sede da entidade.

Desde o final da década de 90, o clube elege alguns árabes ou descendentes para homenagear nesta data, quando é comemorado o Dia da Comunidade Árabe em São Paulo. A data faz referência ao trabalho dos imigrantes na Rua 25 de Março, onde se instalaram os primeiros comerciantes de origem árabe que imigraram para o Brasil. "Nos primeiros anos, os homenageados eram sempre comerciantes", afirmou o presidente da diretoria do Club Homs, Fuad Antacli.

Segundo ele, com o passar dos anos, a diretoria do Club Homs resolveu estender a data para homenagear também outras entidades de classe. "Já prestamos homenagens para pessoas dos mais variados setores, como medicina, voluntariado, engenharia, educação", disse Antacli.

Este ano, além do professor Helmi, os homenageados são o empresário Lourenço Chohfi, o engenheiro Raul Nahas, o deputado federal Ricardo Izar e o desembargador Rubens Carmo Elias. "Nós tivemos e temos muitas pessoas da colônia que merecem ser destacadas", acrescentou Antacli.

No ano passado, o Club Homs homenageou o presidente da Câmara Árabe, Antonio Sarkis Jr., a procuradora de justiça Luiza Nagib Eluf, o secretário Municipal de Coordenação das Subprefeituras, Andrea Matarazzo, e o advogado e empresário Rezkalla Tuma.

Nacionalidade egípcia

Helmi Nasr nasceu no Egito e veio para São Paulo em 1962 para fundar o departamento de Língua Árabe da USP, a pedido do ex-presidente brasileiro Jânio Quadros, que no ano anterior havia se encontrado com o então presidente egípcio Gamal Abdul Nasser. O professor veio para o Brasil para ficar apenas um ano, mas até hoje está no país.

Entre os trabalhos realizados por Helmi está a tradução do Alcorão para o português, a organização do primeiro dicionário árabe-português e a tradução do português para o árabe do livro "Novo Mundo nos Trópicos", do sociólogo pernambucano Gilberto Freyre.

http://www.anba.com.br/noticia.php?id=17740

Dubai vai comprar 1,6 mil novos ônibus

Emirates News Agency*

Dubai – A Agência de Transportes Públicos de Dubai, empresa do Departamento de Ruas e Transporte (RTA), vai comprar 1.616 novos ônibus para transporte público no emirado. Segundo o site de notícias arabianbusiness.com, esta é a maior compra de ônibus já feita por uma empresa no mundo. A agência deu início ao processo de licitação em novembro deste ano e apresentou o projeto aos fabricantes interessados em reunião em sua sede no final de fevereiro. Os ônibus serão fornecidos por marcas internacionalmente reconhecidas.

Na reunião, no último mês, Eissa Abdul Rahman Al Dosari, diretor do Departamento de Transporte Público da RTA, declarou que os fornecedores devem apresentar design inovador, tecnologia moderna e altos padrões técnicos. "O desenho interno dos ônibus deve oferecer espaço e luxo condizente com o rápido progresso dos Emirados, especialmente de Dubai, e mais especificamente no que se trata da indústria turística, que se transformou em uma das principais indústrias do emirado", declarou Al Dosari.

Segundo o executivo, os novos ônibus terão tamanhos e formatos diferentes e seguirão os mais elevados padrões de segurança. Os veículos terão sistemas de alto falantes informando a próxima parada, sistemas de contagem de passageiros e de posicionamento global (GPS) ligados ao Centro de Controles na RTA, além de monitores internos e externos.

Com a chegada destes ônibus, em 2009, o número destes veículos operados pela RTA alcançará 2,5 mil, garantindo cobertura de transporte público em 95% das áreas de Dubai. O objetivo é que eles também transportem passageiros até o sistema de Metrô de Dubai. A meta do governo local é aumentar o número de pessoas usando os sistemas de transporte coletivo da cidade dos atuais 7% para 30% até 2020.

"Os ônibus certamente contribuirão para ampliar a integração do transporte público e ajudarão no crescimento demográfico de Dubai, motivado pelo rico potencial comercial em vários setores do emirado", acrescentou Al Dosari.

Segundo o diretor do Departamento de Transporte Público, os ônibus terão motores Euro IV, padrão de emissões veiculares adotado na Europa a partir de janeiro de 2005, e sistema de transmissão I-Shift, que oferece opção automática ou manual de mudança de marchas. Os veículos também terão modernos sistemas de freio e programas eletrônicos de estabilidade (ESP), garantindo maior conforto ao motorista e passageiros e economia de combustível.

Al Dosari acrescentou que a RTA busca sempre formas de reduzir os problemas de trânsito causados pelo maior número de veículos particulares, baixar as emissões de poluentes melhorar a saúde pública e aumentar a produtividade de todos os setores da comunidade.

Segundo o site árabe de notícias financeiras AMEInfo, a Agência de Transportes Públicos de Dubai está preparando um Plano Mestre para o Sistema de Ônibus da cidade. O projeto inclui a criação de faixas exclusivas para ônibus, que possibilitem tráfego mais rápido e seguro, expansão da rede de transporte público, melhoria na eficiência, padronização das especificações técnicas dos veículos, criação da infra-estrutura adequada e marketing do sistema, entre outros. Também está prevista a construção de seis estações terminais para ônibus nos bairros de Jebel Ali, Al Qouz, Motor City, Dubai Silicon Oasis, Al Qusais e no Aeroporto de Jebel Ali.

Segundo o arabianbusiness.com, em novembro do ano passado a RTA anunciou que a infra-estrutura de transportes de Dubai receberá até 2020 investimento de mais de US$ 20 bilhões. Segundo o site, estão previstos investimentos de cerca de US$ 12 bilhões em ruas e estradas, US$ 5 bilhões nos sistemas de transporte marítimo e por bonde, US$ 6 bilhões no metrô e US$ 600 milhões em novos ônibus.

*Com informações da redação. Tradução de Mark Ament

http://www.anba.com.br/noticia.php?id=17750

Os Emirados Árabes Unidos querem ser o primeiro país árabe a ter taxa zero de analfabetismo

Emirates News Agency*

Abu Dhabi – Os Emirados Árabes Unidos querem ser o primeiro país árabe a ter uma taxa de alfabetização de 100% até 2015, ou antes. Uma pesquisa recente mostra que a taxa de analfabetismo nos Emirados caiu de 22% no ano 2000 para 9% em 2005. Em uma área que se estende do Mediterrâneo ao Golfo Arábico, mais de 100 milhões de árabes não sabem ler e escrever, de acordo com relatório estatístico divulgado pela Organização Educacional, Científica e Cultural Islâmica (ISESCO).

Atualmente, milhares de cidadãos dos Emirados freqüentam 86 escolas noturnas para adultos em todo o país. Muitos têm mais de 50 anos de idade. Grande parte daqueles que se formam nessas escolas matriculam-se no ensino superior em diversas universidades.

As aulas acontecem em associações de mulheres, organizações de bem-estar social, associações para educação adulta e familiar e clubes femininos, de acordo com Abdul Jalil Oqail, diretor do Setor de Assuntos Estudantis do Ministério da Educação dos Emirados.

Dos 86 centros de ensino para adultos existentes no país árabe, sete estão no emirado de Ras Al Khaimah. Esses sete centros contam com 3.474 alunos, entre homens e mulheres. "A presença desses centros comprova o interesse do governo em reduzir a taxa de analfabetismo no país", afirmou Oqail. "O número de indivíduos que concluíram o ensino secundário está crescendo", disse.

Oqail explicou que muitos dos alunos são autodidatas que trabalham em escritórios e querem melhorar seu nível de instrução, para terem acesso a melhores oportunidades profissionais.

O governo dos Emirados Árabes Unidos também está oferecendo uma oportunidade para que cidadãos expatriados de outros países árabes concluam seus estudos e assim freqüentem os centros de educação para adultos. Nesses centros, segundo o representante do Ministério da Educação, cidadãos de todo o Conselho de Cooperação do Golfo (GCC) são tratados em pé de igualdade com os nativos dos Emirados.

"Me matriculei nas aulas para adultos porque quero concluir meus estudos. Ainda sou jovem", disse a estudante Amna Mohammed Salem Al Shehi.

"Com o firme propósito de construir um sistema educacional condizente com os padrões internacionais, o governo dos Emirados Árabes Unidos definiu 2015 como meta para atingir uma taxa de alfabetização de 100% para os cidadãos do país", afirmou na última segunda-feira (17) o editorial do jornal Khaleej Times. Se a meta for cumprida, os Emirados serão o primeiro país árabe sem analfabeto.

No ano passado, o vice-presidente e primeiro-ministro dos Emirados, Mohammed bin Rashid Al Maktoum, criou um fundo de US$ 10 bilhões para promover o desenvolvimento humano e melhorar a infra-estrutura de conhecimento no mundo árabe.

A criação do fundo deve ajudar a erradicar o analfabetismo, não só nos Emirados Árabes Unidos como em todo o mundo árabe, ainda segundo o Khaleej Times.

*Tradução de Gabriel Pomerancblum

http://www.anba.com.br/noticia.php?id=17751

Não posso dizer

quinta-feira, 20 de março de 2008

Se eu pudesse diria agora, aquilo que me comove
Que me remete a essa loucura
Incapaz de cometer
Pelos infortúnios da vida e da covardia
Minha
Sinto-me presa e sem poder reivindicar
Assumindo a pena com pena de mim
Inexplicavelmente quero que o mundo pare
E que tudo fique sem movimentos e sem som
E te imagino aqui
Ó é evidente e óbvio
Como todo o branco ao redor, sem atrativos, nos cega
Quero desvendar teu corpo
Saber por que és doce
Quero ver-lhe nu e calado
Porque não podemos falar?
Nem nos conhecer?
Admiro como se tu foste uma pintura
E desenho nossos enlaces apaixonados
Impossível decifrar-te pelos olhos acostumados com o clarão
Quero tocar-te agora
Não posso e se toco não sinto
Não sou nada, não encontro nenhuma inteligência em mim
Quando acredito que posso entender-te, mas insisto
Quero trazer-te e dominá-lo, sou branca
E admiro-te como se foste diferente de mim
E é o que sinto e por isso não posso dizer
Mirela Goi
20/03/2008

Parte II - Fundamentos do Budismo - Dez Estados da Vida (Jikkai)

Os Dez Estados da Vida, também conhecidos como Dez Mundos, compõem a base da filosofia de vida do Budismo de Nitiren Daishonin. É uma teoria profunda e prática que esclarece, com simplicidade, as complicadas questões da vida.

Os diversos estados de vida, ou reações da vida que se manifestam em resposta às ações externas, foram escalonados em dez categorias básicas: Inferno, Fome, Animalidade, Ira, Tranqüilidade, Alegria, Erudição, Absorção, Bodhisattva e Buda. Esses estados não são condições fixas em que uma pessoa terá de viver por toda sua existência, mas condições fundamentais que existem de forma latente na vida de todos, sejam budistas ou não.

Os Dez Estados da Vida não se manifestam numa seqüência do mais baixo ao mais elevado, como se subíssemos uma escada. Em função dos fatores externos e de sua intensidade, subitamente, podemos sair do estado de Alegria para o estado de Inferno, por exemplo, ou vice-versa. Portanto, esses estados não são sentimentos meramente emocionais, espirituais ou físicos. Eles estão latentes na vida e manifestam-se no interior de uma pessoa como uma reação imediata e diretamente proporcional às influências externas, negativas ou positivas.

Costuma-se também classificar os Dez Estados da Vida agrupando-os em função de suas características, conforme breve descrição a seguir:

• Três e Quatro Maus Caminhos: Os três estados inferiores — Inferno, Fome e Animalidade — são conhecidos como Três Maus Caminhos; e, juntamente com o estado de Ira, constituem os Quatro Maus Caminhos. São estados de vida que se caracterizam pelo sofrimento em conseqüência do mau carma acumulado pelas pessoas.

• Ciclo dos Seis Caminhos: Os seis estados constituídos pelos Quatro Maus Caminhos e acrescidos dos estados de Tranqüilidade e de Alegria formam o Ciclo dos Seis Caminhos. Na vida diária, as pessoas manifestam esses seis estados em função de influências externas e são arrastadas por elas, não conseguindo manter autocontrole sobre as circunstâncias de sua vida.

• Dois Veículos: São os estados de Erudição e de Absorção, nos quais as pessoas conquistam uma certa independência na vida por meio da percepção obtida da verdade parcial. Entretanto, as pessoas nos Dois Veículos ficam apegadas à percepção apenas para o bem de si mesma e não se dedicam à felicidade dos outros.

• Quatro Nobres Caminhos: Os Dois Veículos — Erudição e Absorção — acrescidos pelos estados de Bodhisattva e Buda, formam os Quatro Nobre Caminhos, que são os quatro estados de vida superiores. São condições de vida alcançadas pelos esforços desenvolvidos pelas próprias pessoas quando conseguem se libertar do domínio negativo.


Fonte: Jornal Brasil Seikyo, edição nº 1616, 18/08/2001, página A6.

Manifestantes pedem que tocha olímpica não vá ao Tibet

O percurso da tocha olímpica de Pequim transformou-se em mais uma polêmica para o Comitê Olímpico Internacional (COI). Nesta segunda-feira, quase 500 manifestantes protestaram em frente ao à sede do comitê, pedindo que a tocha não passe pelo Tibet.

O protesto foi organizado por entidades, inclusive brasileiras, de apoio ao dalai-lama diante da repressão sofrida pelos monges nos últimos dias pela polícia chinesa. Os manifestantes ainda pediram que o COI se posicionasse diante da crise no país sede dos Jogos Olímpicos.

Segundo os tibetanos, a passagem da tocha pelas montanhas do Tibet será usada pela China como uma demonstração de soberania de Pequim sobre a área, que pede sua independência. "Nossas montanhas são sagradas e a tocha pode representar uma ameaça a nossas intenções de acabar com a invasão chinesa", afirmou um manifestante, que preferiu não se identificar para evitar que sua família sofra conseqüências na China. A passagem da tocha pela capital do Tibet, Llasa, está prevista para junho.

http://www.atarde.com.br/esporte/noticia.jsf?id=853609

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Nota da Big Eyes:

NÃO QUERO A TOCHA OLÍMPICA NO TIBET !!

Ato de solidariedade à Gaza chama atenção de passantes na Sé

Foto: Aline Baker
Passante olha para a montagem GAZA escrita com flores vermelhas.
   
Na última sexta-feira, dia 14, o Mopat (Movimento Palestina para Todos) realizou um ato simbólico como homenagem e solidariedade às vítimas dos últimos ataques israelenses à Gaza.

Além de lembrar a incursão à Gaza que matou aproximadamente 150 pessoas, o ato foi o início de um movimento de entidades e da sociedade civil brasileira que irá fazer questão de lembrar os 60 anos da nakba palestina, a catástrofe de 15 de maio de 1948, quando foi iniciado um processo de expulsão de cerca de 500 mil árabes que tinham raízes no território que hoje é Israel.

O ato de solidariedade foi constituído por uma performance, uma encenação com flores artificiais cercadas por bandeiras palestinas. No final, as flores eram molhadas e soltavam uma tinta vermelha, a representação do sangue derramado em fevereiro e março de 2008.

A coordenação do Mopat que organizou a cerimônia afirmou que houve um bom retorno do público que passava no local, a Praça da Sé, em pleno meio-dia. Ainda que a questão palestina seja central dentro das relações internacionais, ainda existe uma parte da população que pouco conhece a realidade do conflito. Entre as perguntas ouvidas pela coordenação, estavam "o que era Gaza?", ou "o que exatamente nós temos a ver com isso?".


por Arturo Hartmann

http://www.icarabe.org/CN02/curtas/curtas_det.asp?id=39

Equipe Ferrari de Fórmula 1 fechou um acordo com a Etihad Airways, companhia aérea dos Emirados Árabes Unidos

quarta-feira, 19 de março de 2008

MELBOURNE, 13 MAR (ANSA) - A equipe Ferrari de Fórmula 1 fechou um acordo com a Etihad Airways, companhia aérea dos Emirados Árabes Unidos, que a partir de hoje começa a fazer parte dos patrocinadores oficiais da escuderia italiana.
    "Estamos contentes em iniciar esta nova parceria, que reforça nossas ligações com os Emirados Árabes Unidos", declarou o presidente da Ferrari, Luca di Montezemolo.
    "A colaboração com a Etihad Airways vem acrescentar àquela com a Mubadala Development Company, que já é nossa patrocinadora oficial além de acionista da empresa. Além disso, Abu Dhabi irá hospedar o primeiro parque temático da Ferrari, atualmente em construção na ilha de Yas", continuou Montezemolo.
    A logomarca da Etihad estará presente nos aerofólios posteriores e nos spoilers laterais dos carros, e também nos capacetes dos pilotos.
    O acordo de patrocínio tem uma duração de três anos.

(ANSA)

13/03/2008

O Ministério da Cultura do país árabe, em parceria com a FAAP, vai realizar a partir do dia 31 a exposição 'Marrocos'.

São Paulo – A partir do dia 31 os brasileiros vão poder conhecer de perto um pouco mais da história do Marrocos. É que o Ministério da Cultura do país árabe, em parceria com a Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP), traz para São Paulo a exposição "Marrocos", que vai reunir cerca de 500 peças dos mais importantes museus marroquinos. A mostra, que será realizada no Museu de Arte Brasileira da FAAP, ficará aberta ao público até 22 de junho.

"O objetivo da exposição é reforçar as relações culturais entre os países em desenvolvimento e também mostrar ao povo brasileiro os componentes da riqueza do patrimônio cultural do Marrocos", afirmou à ANBA o diretor do Patrimônio Cultural do Ministério da Cultura marroquino, Abdellah Salih, um dos organizadores da mostra. Segundo ele, esse tipo de ação aproxima as nações e permite um maior conhecimento mútuo de cada sociedade para uma verdadeira parceria.

A idéia de fazer uma exposição sobre o país árabe na FAAP surgiu em 2006, quando a embaixadora do Marrocos em Brasília, Farida Jaïdi, foi convidada para fazer uma visita oficial à faculdade. Na época, o museu da FAAP estava realizando uma exposição sobre a Grécia. "Era uma grande exposição e tinha muita coisa. Fiquei impressionada. Aí eu sugeri fazer uma exposição sobre o Marrocos", disse a embaixadora. Desde então ela trabalhou para que a mostra ocorresse.

Segundo Farida, a realização da mostra em 2008 não é por acaso. "Vai ser um ano importante porque vai ocorrer a segunda reunião de Cúpula América do Sul-Países Árabes", disse. O encontro de chefes de estado e governo está programado para ocorrer no segundo semestre, em Doha, capital do Catar. "Espero que a exposição sirva para mostrar mais a cultura do Marrocos, que é muito rica", acrescentou a embaixadora.

De acordo com Salih, a exposição deverá contribuir não somente para aproximar dois povos, mas também para um aumento no fluxo de turistas entre os dois países. O diretor do Patrimônio Cultural do Marrocos virá o Brasil junto com a ministra da Cultura do país árabe, Touria Jabrane Kryatif, e de outros representantes de instituições culturais marroquinas.

A exposição

O Marrocos, que está localizado no extremo norte da África, se encontra próximo do continente europeu, o que resultou em séculos de trocas e dominações recíprocas. Mesmo com uma miscigenação de culturas e fortes influências externas, o Marrocos nunca perdeu sua verdadeira identidade. As obras que serão apresentadas em São Paulo vão tentar contar um pouco dessa história, desde sua antiguidade até os tempos atuais.

A exposição será dividida em quatro partes. Primeiro, "As origens", que incluem peças como vasos decorados do período Neolítico e inscrições rupestres da Idade do Bronze. A Antiguidade e os séculos até o início do período muçulmano são ilustrados por objetos marroquinos de uso diário.

A segunda parte, chamada de "Artes Tradicionais", traz aspectos das práticas espirituais e intelectuais da vida cotidiana da cidade e do campo. Para representar essa arte, serão expostos diversos objetos, como jóias, bordados, tecelagens, trajes, cerâmicas e armas. É nesta parte que o público também vai poder ver um espaço cenográfico que interpreta o interior de uma casa marroquina. Salas com baús, estantes em madeira entalhada, chão coberto por tapetes típicos do Marrocos, almofadas e espelhos fazem parte desse cenário.

Em seguida, "O olhar dos artistas orientalistas e pintores viajantes", que vai da segunda metade do século 19 até a metade do século 20. Nessa seção, a exposição vai abordar o olhar estrangeiro de desenhistas, pintores, escritores e fotógrafos que passaram pelo país árabe, que é considerado um destino que exerce forte influência e fascínio em seus visitantes.

Por último, "A Arte Contemporânea", que traz pinturas e fotografias de artistas marroquinos que dão um panorama da produção artística contemporânea do país árabe.

Serviço

Exposição "Marrocos"
Data: 31 de março a 22 de junho
Local: Museu de Arte Brasileira da FAAP
Endereço: Rua Alagoas, 903, Higienópolis, São Paulo
Horário: terças a sextas-feiras das 10h às 20h
Sábados, domingos e feriados das 10h às 17h
Informações: (11) 3662-7198
Visitas Educativas: agendamento (11) 3662-7200
Entrada Gratuita


http://www.anba.com.br/orientese.php?id=105

Dubai terá companhia aérea de baixo custo

terça-feira, 18 de março de 2008

Emirates News Agency*

Dubai – O emir de Dubai, Mohammed Bin Rachid Al Maktoum, determinou a criação de uma nova empresa aérea no emirado para dar conta do aumento do fluxo de passageiros para os Emirados Árabes Unidos, que vem crescendo ano a ano. A recomendação de Maktoum é de que a companhia leve em consideração as condições financeiras dos passageiros. Ou seja, os preços das passagens devem ser compatíveis com tais condições.

Segundo o presidente do departamento de Aviação Civil de Dubai, Ahmed Bin Saeed Al Maktoum, que também é presidente do grupo Emirates, a determinação do emir será posta em prática imediatamente, de modo que a nova empresa ofereça serviços de baixo custo. Mohammed Al Maktoum definiu também que Ghaith Saeed Al-Ghais seja nomeado presidente executivo da companhia.

*Tradução de Saleh Haidar

http://www.anba.com.br/noticia.php?id=17719

Milton Hatoun faz lançamento do seu novo livro "Órfãos do Eldorado" na Livraria Saraiva hoje em Campinas

Participe do bate-papo com Milton Hatoum sobre seu novo livro "Orfãos do Eldorado" editora Companhia das Letras. 

Na obra, o autor concentra — num relato de sonho e pesadelo, ambientado no final do ciclo seringueiro na Amazônia — a vasta matéria que vem explorando desde Relato de um certo Oriente, Dois irmãos e Cinzas do Norte.

Hoje: 18/3, terça-feira, 19h

SARAIVA MEGA STORE SHOPPING CENTER IGUATEMI CAMPINAS

Endereço:
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Campinas - SP
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Tel: (19) 3252-0223
Fax: (19) 3254-6903

Parte II - Fundamentos do Budismo - A inseparabilidade do corpo e da mente

segunda-feira, 17 de março de 2008

Desde a antiguidade, filósofos e teólogos vêm formulando conceitos variados sobre a relação entre mente e corpo. Embora numerosas e de tipos diferentes, as doutrinas nascidas desses conceitos situam-se sem exceção em uma de duas categorias gerais: materialistas e espiritualistas. No entanto, nem materialismo nem espiritualismo são explicações satisfatórias da realidade, se consideradas como explicações exclusivas. A matéria não pode ser compreendida em termos de espírito nem, reciprocamente, o espírito em termos de matéria. São compreensíveis somente em termos de unidade.

A relação entre corpo e mente é expressa no conceito budista de shiki shin funi. A palavra shiki (corpo) representa todos os fenômenos da vida que podem ser compreendidos por meios científicos ou fisioquímicos. Em outras palavras, shiki é o aspecto material da vida. Ele inclui tudo aquilo que pode ser discernido, como por exemplo, a cor, a forma e a textura. Shin (mente ou espírito) refere-se aos vários aspectos fenomenais da vida e aos distintos tipos de atividades espirituais que são invisíveis e não podem ser apreendidos em termos de métodos fisioquímicos. Incluídos em shin estão a razão, o intelecto, os desejos e as emoções que são objeto de investigação dos espiritualistas.

Nos ensinamentos budistas esses aspectos são ao mesmo tempo separados e unos e são indicados pela palavra funi, que significa "dois mas não dois" e "não dois mas dois". Isso até pode parecer algum tipo de enigma ou advinhação, mas não é. Embora possamos observar mente e corpo separadamente, em essência eles são unos. Nenhum é originado pelo outro. Além disso, um não pode existir sem o outro.

Uma pessoa pode conhecer a mente de uma outra ouvindo sua voz. Isto porque o aspecto físico revela o aspecto espiritual. Assim, os aspectos físico e espiritual, que são unos em essência, manifestam-se como dois aspectos distintos. Todas as funções da vida são reveladas tanto física como espiritualmente. Por exemplo, o sono que revigora o corpo tem também um papel psicológico vital. A leitura de um livro que estimula e distrai nossa mente, envolve o uso de nosso corpo.

As atividades espirituais e invisíveis da vida são, naturalmente, mais difíceis de serem analisadas do que as ações visíveis. Elas só podem ser observadas por suas manifestações físicas.

Na sociedade como um todo observamos uma ênfase no aspecto material. No entanto, certos acontecimentos, na maioria das vezes trágicos como o ataque terrorista de 11 de setembro de 2001, em Nova York, Estados Unidos, levam a humanidade a repensar a questão e a concluir que é impossível estabelecer uma sociedade realmente próspera sem considerar o aspecto espiritual. Isso não quer dizer que a humanidade deva ignorar o aspecto material. As pessoas necessitam de valores, como a honestidade, mesmo na busca do materialismo. Uma sociedade próspera deve atribuir igual importância a ambos os valores, espiritual e material. Como eles são inseparáveis, o bem-estar mental não pode existir sem o bem-estar físico e vice-versa.

A prática do Budismo de Nitiren Daishonin não está voltada unicamente para a iluminação espiritual. Ela influencia nossa vida no nível fundamental. A recitação do Nam-myoho-rengue-kyo nos afeta mentalmente em vários aspectos, dando surgimento ao otimismo, à determinação e à alegria. Ao mesmo tempo, ela afeta cada célula em nosso corpo. Por essa razão, a boa postura, a concentração e o ritmo constante são importantes durante a recitação do Daimoku.

O objetivo da prática budista é melhorar a vida de uma pessoa em todos os aspectos. Portanto, a oração contribui para a melhoria das circunstâncias materiais como também para o bem-estar espiritual das pessoas.

O Budismo de Nitiren Daishonin define dois tipos de benefício: conspícuo e inconspícuo. O primeiro pode ser entendido como a melhoria das circunstâncias materiais ou físicas, enquanto o segundo, como a melhoria de nosso caráter, o desenvolvimento de nossa sabedoria e o aumento de nossa energia vital. Em essência, esses dois tipos de benefícios não podem ser separados. Por exemplo, a elevação da sabedoria e energia contribui para uma vida mais saudável e mais ativa na sociedade.

ABRIL DE 2002 — Revista Terceira Civilização - Editora Brasil Seikyo
 EDIÇÃO Nº 404

Abu Dhabi quer atrair três milhões de turistas por ano

Abu Dhabi – O Departamento de Turismo de Abu Dhabi (ADTA) estabeleceu como meta atrair três milhões de turistas por ano ao emirado até 2015 e planeja a construção de 25 mil novos quartos de hotel até lá. O emirado, onde fica a capital dos Emirados Árabes Unidos, pretende triplicar a atual média anual de turistas, segundo informa o gerente-geral do hotel InterContinental Abu Dhabi, Simon Stamper.

Para o executivo, a expansão de US$ 6,8 bilhões que está sendo feita no Aeroporto Internacional de Abu Dhabi e a ampliação da Etihad Airways, empresa aérea do emirado, vão apoiar este crescimento.

Segundo Stamper, a cidade de Abu Dhabi passa por uma fase de grande desenvolvimento turístico, tanto de lazer quanto de negócios, o que gera elevados níveis de ocupação nos hotéis. Estão sendo construídos grandes pólos de entretenimento e resorts. Outro fator para a elevada ocupação no emirado é a forte expansão comercial pela qual ele está passando.

Outra estratégia da ADTA para atrair turistas é a promoção de conferências, encontros e exposições. Em parceria com a Empresa Nacional de Exposições de Abu Dhabi (ADNEC), foram trazidas para o emirado uma série de feiras de negócios atrativas para empresas do mundo todo, como a Exposição e Encontro de Incentivo ao Turismo de Negócios no Golfo (GIBTM) e a Cityscape, mostra do setor imobiliário.

Para Stamper, a Etihad Airways tem papel fundamental no crescimento do emirado. Segundo ele, a expansão da empresa aérea não só levou à criação de milhares de empregos, mas também ajuda a mover o turismo, o comércio e os investimentos.

A estratégia da companhia de ampliar suas rotas internacionais e o número de vôos para grandes cidades ao redor do mundo está transformando Abu Dhabi em mais um pólo turístico global, diz o executivo.

InterContinental Abu Dhabi

Para suprir a crescente demanda hoteleira em Abu Dhabi, o InterContinental, presente na cidade há meio século, passou recentemente por uma grande reforma. Foi criado um moderno auditório com 234 poltronas para servir aos eventos empresariais que chegam à cidade. O hotel também ampliou o número de quartos, de 330 para 390 e modernizou seus restaurantes.

O InterContinental também ganhou sete modernas salas de reunião, dois salões de baile e jardins que podem receber até 2,5 mil hóspedes para eventos externos. "Trabalhamos em parceria com a ADTA para identificar formas de contribuir para o desenvolvimento econômico da capital e também para colocar Abu Dhabi firmemente no mapa global", declarou Stamper.

*Tradução de Mark Ament

http://www.anba.com.br/noticia.php?id=17697

O fotógrafo brasileiro Hélio Shiino busca imigrantes e descendentes de libaneses residentes no Rio de Janeiro para retratar a adaptação de seus costumes e tradições ao modo de vida carioca

São Paulo – O fotógrafo brasileiro Hélio Shiino pretende realizar em 2009 uma exposição de fotografias com o tema "Líbano-Carioca: essa gente mostrando o seu valor" e, para isso, está em busca de imigrantes ou descendentes de libaneses que moram no Rio de Janeiro. "Muitas pessoas que lêem o projeto, logo pensam que o trabalho é sobre a imigração libanesa, mas o tema é sobre a atual comunidade libanesa na cidade do Rio de Janeiro. A imigração foi um fato passado e o projeto tentará mostrar um retrato atual", afirmou Shiino.

Antes de sair pelo Rio fotografando libaneses, Shiino está, desde o ano passado, estudando a história e a cultura do país árabe. Segundo ele, essa busca por informações não está sendo fácil. "Falta uma instituição no Rio, acessível à pesquisa pública, que concentre materiais como livros, jornais, periódicos, teses, CDs de músicas, filmes e documentários sobre a cultura libanesa", disse Shiino, que pretende mostrar a adaptação dos costumes, cultura e tradições libanesas ao modo carioca de viver.

De acordo com o fotógrafo, o objetivo do projeto também é o de retratar a forma como esta adaptação está sendo transmitida de geração para geração. "Tudo isso sob um contexto inserido no meio urbano, traçando uma análise comportamental em torno dos temas: família/educação, festividade (religiosa e folclórica), trabalho e lazer", afirmou.

Entre suas pesquisas, o fotógrafo encontrou o livro "Os imigrantes libaneses no Brasil. Uma bibliografia comentada", do escritor e historiador Roberto Khatlab, que nasceu no Brasil, mas mora no Líbano há mais de 20 anos e trabalha como pesquisador do Departamento da América Latina do Centro de Pesquisa sobre a Imigração Libanesa da Universidade Notre Dame (NDU). "Mesmo do Líbano, se não fosse por ele, não estaria conseguindo muitas coisas que eu consegui até agora", disse Shiino, cujo trabalho está sendo coordenado por Khatlab.

A exposição fotográfica é um projeto pessoal de Shiino, que já realizou outras três mostras individuais e seis coletivas. Segundo ele, em nenhuma de suas exposições individuais anteriores ele colocou um tema que envolvesse um estudo sobre as pessoas. "Achei que estava na hora e logo me veio à mente estudar um povo ou uma comunidade", disse o fotógrafo. O interesse pela comunidade libanesa veio depois de ter lido diversas reportagens e matérias antigas arquivadas por ele. Uma delas, de novembro de 1995, intitulada "Um povo indestrutível", escrita pelo jornalista Mansour Challita, realmente chamou sua atenção.

A matéria foi escrita no dia 22 de novembro, data em que o Líbano comemora sua independência. O autor escreve sobre as lutas que o povo libanês teve que sustentar século após séculos em defesa de sua soberania. "Depois dessa leitura, não tive mais dúvida. Seria sobre a comunidade libanesa. E durante a pesquisa, a cada nova descoberta, fico ainda mais fascinado por esta pátria, seu povo, bem como os seus descendentes", afirmou Shiino.

Se tudo der certo, o fotógrafo pretende levar a exposição também para o Líbano. "Boa parte da realização de qualquer grande evento depende de patrocinadores. Nossa intenção é levar ao Líbano, desde que tenhamos apoio", disse. Outro interesse de Shiino é o de publicar seu estudo. "Sempre é interessante deixar registrado toda e qualquer exposição de fotografias que venhamos a realizar, ainda mais quando o tema se trata de um registro de memória social como é a comunidade libanesa na cidade do Rio de Janeiro."

De acordo com Shiino, o Centro de Estudos sobre a Imigração Libanesa já demonstrou interesse em publicar o estudo pela editora acadêmica da Universidade Notre Dame do Líbano. A publicação seria em três idiomas: português, árabe e inglês.

Contato

Hélio Shiino
Email: libcar@bol.com.br

Em Lisboa: Teatro Nacional D. Maria II - Apresenta Noite Árabe

sexta-feira, 14 de março de 2008

O Teatro Nacional D. Maria II estreia, a 12 de Março próximo, na Politécnica, um dos mais interessantes autores do novo teatro alemão.

A peça que apresenta este dramaturgo entre nós é "A Noite Árabe", um texto já traduzido para árabe, catalão, dinamarquês, espanhol, francês, holandês, inglês, italiano, polaco, russo e romeno.

"Subúrbios de uma grande cidade portuguesa, bairro com muitos imigrantes. Verão: o sistema de água de um conjunto de prédios está avariado. A água chega até ao sétimo andar e depois desaparece. No sétimo vive Francisca, uma jovem mulher que não se lembra de nada. Não se lembra de como era a sua vida antes de ter co-alugado este apartamento com a sua amiga Fátima."

Uma co-produção do TNDM II e Paulo Filipe, com textos de Roland Schimmelpfennig, encenação e tradução de Paulo Filipe, cenografia e figurinos de Vera Castro, música original de Nuno Rebelo, desenho de luz de José Carlos Nascimento e interpretação de Dinarte Branco, João Grosso, Sara Carinhas, Teresa Sobral e Victor Gonçalves.

Outro Teatro para descobrir. Até dia 27 de Março.


Serviço:

Teatro Nacional D. Maria II
Rua da Escola Politécnica 56 - Princípe Real - Lisboa - Portugal

Aberto ao Público
10 Euros 
 
www.teatro-dmaria.pt 

Feira Big 5 Show - 23 a 27 de Novembro de 2008 em Dubai - UAE

A Feira Big 5 é o evento mais importante para a indústria de construção no Oriente Médio e o maior trade show para a indústria de construção do Golfo Árabe.
 
Um evento único, contando com mais de 2000 empresas de 67 países.
 
É o evento mais expressivo do ano para construtores, especialistas, arquitetos, engenheiros e compradores.

A Big 5 é o local de encontro anual para todos os profissionais da indústria, reunindo 41.000 compradores chaves e tomadores de decisão dos setores públicos e privados.

Uma das feiras mais comerciais e de sucesso de Dubai, a Big 5 Show possui pavilhões nacionais dos maiores exportadores do mundo, perto dos importantes desenvolvedores locais, construtores, importadores, "manufaturadores" e distribuidores.

A Câmara Árabe contará com um estande de 480 m² para as empresas brasileiras exporem seus produtos para o público na feira.

Para mais informações, entre em contato:
Câmara Árabe – Departamento de Marketing
Fone: 11 3147-4073/4072
E-mail: marketing@ccab.org.br

Feira de Damasco - 15 a 22 de Agosto de 2008 em Damasco – Síria, multisetorial

A Síria é um país com uma economia diversificada, baseada na agricultura, na indústria e na produção de energia. A exportação de petróleo é o pilar da economia, pois representa 70% das exportações.
 
O setor industrial representa 22% do PIB e emprega 29% da força de trabalho. As principais indústrias são as de processamento de alimentos e as têxteis.
 
Atualmente a Síria tem passado por reformas estruturais, entre as quais a modernização do sistema bancário e abertura econômica, com a gradual permissão, para importar novos produtos que poderão contribuir para o desenvolvimento da economia local, além de permitir a abertura de filiais de bancos estrangeiros.

A Câmara Árabe contará com um estande de 54 m² para as empresas brasileiras exporem seus produtos para o público na feira.

Para a participação, será cobrado em torno de R$ 1.600,00 de cada expositor.

Para mais informações, entre em contato:
Câmara Árabe – Departamento de Marketing
Fone: 11 3147-4073/4072
E-mail: marketing@ccab.org.br

Parte II - Fundamentos do Budismo - Esho Funi - Inseparabilidade da Vida e seu Ambiente

O budismo expõe a relação entre a vida humana e seu meio ambiente (Esho Funi). Um ser vivo e seu ambiente são dois fenômenos independentes, porém unos em sua existência fundamental.

Literalmente, Esho Funi tem o seguinte significado:

Esho
é a combinação das primeiras sílabas de E-ho e Sho-ho. Shoho denota o sujeito, dotado de vida, ou algo que realiza as atividades associadas à vida. Eho denota o objeto que apoia o Shoho. Portanto, Shoho são os seres vivos e Eho, seu meio ambiente. O primeiro pode ser comparado ao objeto, e o segundo, a sua sombra, sendo portanto evidente a impossibilidade da existência isolada de qualquer um deles.

F
uni significa dois como fenômenos, porém, não dois como números. Esho Funi significa que um ser vivo e seu ambiente são dois fenômenos independentes, porém unos em sua existência fundamental. É inegável o fato de o homem e seu ambiente serem inseparáveis; porém, Esho Funi não é uma mera explicação da relação inseparável entre os dois. Significa sim que um ser vivo e seu ambiente formam uma vida única e completa, nenhum pode existir separadamente.

Uma passagem das escrituras budistas diz: "Sem a vida, o meio ambiente não pode existir...", ou seja, a vida e seu ambiente são dois aspectos integrantes de uma mesma entidade. O ambiente, que abarca todo fenômeno universal, não pode existir exceto numa dinâmica relação com a atividade internamente gerada da própria vida.

O presidente Ikeda escreveu: "Cada vida é individual e, enquanto se manifesta neste mundo, a particular existência formada simultaneamente configura um meio ambiente com o qual seja compatível. Para ver a verdade disso basta olhar a circunvizinhança de uma pessoa particular, pois - nesse meio - podemos distinguir claramente todas as inclinações e características da sua vida. Se tentarmos imaginar um ser humano sem meio ambiente, estaremos falando de nada, configurando-o místicamente.

"Na medida em que a vida estende sua influência à circunvizinhança, o meio ambiente automaticamente muda de acordo com a condição da vida. Então, o meio ambiente que é um reflexo da vida interior dos seus habitantes - sempre adquire as características dos que nele existem." (Vida - Um Enigma, uma Jóia Preciosa, Editora Record, 1993, pág.173.)

Conforme exposto acima, uma pessoa que vive em meio à guerra e agonia nunca poderá dizer que se encontra no estado de Alegria. A condição interna da vida de uma pessoa manifesta-se em seu ambiente, e o ambiente reflete a vida de quem o habita.

Nesse contexto, podemos concluir que a harmonia é um fator essencial para a vida. Assim, a questão mais importante é gerar essa harmonia através das fontes de energia e sabedoria existentes dentro de nós, tendo como base o respeito pela dignidade da vida.

Desenvolver ou fazer reflorescer o respeito, a amizade, o amor, etc. -- sentimentos essenciais para a relação homem - homem, homem - ambiente - é essencial para que se possa criar essa harmonia.

Boicote Árabe ameaça Homenagem a Israel e gera polêmica em Salão do Livro de Paris



A homenagem feita a Israel no Salão do Livro de Paris, a ser inaugurado nesta quinta-feira pelo presidente israelense, Shimon Peres, causou grande polêmica e provocou o boicote de inúmeros países árabes e até mesmo de alguns escritores israelenses ao evento, em protesto contra a política de Israel nos territórios palestinos.

Israel é o convidado de honra do maior evento literário da França, visitado por cerca de 200 mil pessoas, por ocasião do 60° aniversário da criação do Estado hebreu. Participam das homenagens 39 escritores israelenses.

Após o apelo de boicote lançado pela Liga Árabe, inúmeros países, incluindo o Líbano, tido como o bastião da língua francesa no mundo árabe, decidiram não participar do evento.

"Todos os países árabes francófonos, como a Tunísia, a Argélia e o Líbano declararam que deixarão seus estandes vazios", informou à BBC Brasil a assessoria de imprensa do Salão do Livro de Paris.

"O Marrocos não declarou oficialmente o boicote, mas sabemos que o país também não participará", diz a assessoria.

Outros países árabes que não tinham pavilhões oficiais, como o Irã, o Iemen, a Arábia Saudita e Omã também boicotam o evento, como ainda a União dos Escritores Palestinos e associações de editores egípcios, argelinos e marroquinos.

Literatura

O Sindicato Nacional da Edição da França, que organiza o salão, ressalta que "é a literatura israelense que está sendo homenageada e não o Estado de Israel".

O presidente Shimon Peres, em visita oficial à França desde segunda-feira, lamentou o boicote e disse que os escritores que não participam "estão punindo a si mesmos".

"Sou contra o boicote dos livros. Eles são feitos para despertar a reflexão, para tentar unir idéias", declarou Peres após um encontro com o presidente francês, Nicolas Sarkozy.

Como Sarkozy participa de uma reunião do Conselho Europeu, em Bruxelas, a ministra da Cultura, Christine Albanel, deve inaugurar o salão ao lado de Peres.

O evento ocorre sob fortíssimo esquema de segurança. Os visitantes terão de passar por detectores de metal e terão seus pertences vasculhados.

Além de autores árabes, alguns escritores israelenses, poucos, no entanto, como o poeta Aaron Shabbtaï, também boicotam o salão.

"Será uma ocasião para Israel fazer propaganda e se apresentar como um Estado que tem uma cultura e esconder que eles estão cometendo crimes terríveis", disse Shabbtaï.

No entanto, mesmo autores isralenses críticos em relação à política de seu país participam do salão e criticam o boicote.

Um dos mais famosos escritores israelenses, Amoz Oz, disse que "os que estão boicotando o salão não se opõem à política israelense, mas sim à existência do Estado de Israel".

O Salão do Livro de Paris ocorre até o dia 19 de março.

http://www.olhardireto.com.br/noticias/noticia.asp?cod=91411