Um olhar árabe sobre o Brasil Império

terça-feira, 23 de outubro de 2007

São Paulo – O único registro conhecido do olhar de um árabe muçulmano sobre a sociedade brasileira do século 19. Este é o conteúdo do livro "Deleite do estrangeiro em tudo o que é espantoso e maravilhoso: estudo de um relato de viagem bagdali", que será lançado amanhã (24) no Palácio do Itamaraty, em Brasília. Trata-se da tradução comentada de um manuscrito feito pelo imã Abdurrahmán Al-Baghdádi, nascido em Bagdá e criado na Síria, sobre os três anos em que viveu no Brasil, de 1865 a 1868.

As traduções, comentários e análises, feitas pelo professor Paulo Farah, da Universidade de São Paulo (USP), foram reunidas em um único volume que traz os textos em três idiomas: português, árabe e espanhol. O livro é o primeiro da Biblioteca América do Sul-Países Árabes, iniciativa lançada durante a Cúpula América do Sul-Países Árabes (Aspa), realizada em maio de 2005, e foi editado pelas bibliotecas nacionais de Argel, Caracas, Rio de Janeiro e pela Biblioteca Ayacucho, da Venezuela.

"Creio que o livro é uma fonte muito importante não só para entender a presença árabe e muçulmana no Brasil, mas também para outras áreas de estudo, como a lingüística, história, geografia, entre outras", disse Farah à ANBA. Embora tenha sido escrito totalmente em caracteres árabes, o manuscrito contém palavras em diversas línguas além do árabe, como turco-otomano, persa, grego, francês, português e tupi, com as quais Al-Baghdádi travou contato durante seus estudos e viagens.

Em especial, Farah destaca a importância da obra para o estudo da história social da escravidão no Brasil. Durante a maior parte do tempo em que esteve no país, o imã conviveu com escravos muçulmanos vindos da África, entre eles remanescentes da revolta do malês, levante de escravos urbanos ocorrido em 1835, em Salvador.

"Isto nos ajuda a compreender um pouco mais os mecanismos da escravidão no Brasil, o cotidiano dos escravos visto por alguém que conviveu intimamente com esta realidade e teve acesso a tais informações", afirmou o professor.

Além de autoridade religiosa, Al-Baghdádi era também um erudito que estudou literatura, jurisprudência, teologia, árabe e persa. Portanto, mais do que observações sobre religião e de cunho social, o imã fez relatos sobre a fauna, a flora, a cultura e a organização política do Brasil. Vindo do império otomano, que na época dominava boa parte do Norte da África e do Oriente Médio, o autor viu o país também com olhos de alguém acostumado com a diversidade étnica, cultural e religiosa. "Ele reproduziu o olhar de alguém que respeita uma sociedade plural", disse Farah.

Todos estes fatores fizeram com que o relato de Al-Baghdádi fosse diferente daqueles feitos por viajantes europeus e norte-americanos da mesma época. Ao falar sobre a estrutura social brasileira e da burocracia imperial, por exemplo, ele analisa a proibição, na época, da prática de religiões não católicas e de que maneira isto influía no dia a dia dos escravos, com orações clandestinas, e na organização destes povos. Segundo Farah, como religioso, o imã procurou destacar a grandiosidade da obra divina no Brasil.

"(Os muçulmanos de Pernambuco) possuem uma forte inclinação para os quadrados mágicos, a geomancia, a numerologia e o sentido místico das letras árabes. Por causa disso, escondem-se menos do que (os muçulmanos) nas primeiras cidades (Rio de Janeiro e Salvador), pois os cristãos confiam muito neles e acreditam no que eles demonstram de suas intenções", diz o imã em uma das passagens do manuscrito. Em sua estada no Brasil ele morou no Rio, Salvador e no Recife.

Sobre o estado brasileiro, Al-Baghdádi relata: "É um território que pertence à América do Sul. Foi conquistado pelos filhos de Portugal, que desprenderam um grande esforço para erguer e embelezar suas construções e sua arquitetura. Depois disso, nomearam um dos filhos de seus reis para governar o país. Mas ele se apoderou (do governo do Brasil), opôs-se ao pai e tornou-se independente dele." O trecho refere-se a D. Pedro I, que proclamou a independência do país em 1822.

Ao falar do sabor e da aparência das frutas brasileiras, o imã as compara com plantas existentes no Oriente Médio, como romã, tâmaras, uvas e nozes. "Neste país há uma árvore do tamanho da grande nogueira; ou melhor, é ainda maior. Possui frutos maiores do que a abóbora, pendurados no tronco e nos grossos galhos da árvore. A parte externa assemelha-se à pele de um crocodilo e seu interior, a olho, tem o aspecto de uma romã, embora a semente seja como uma tâmara, e no interior de cada semente há um núcleo semelhante (à semente). Seu sabor se parece com um doce feito de farinha e mel", diz ele em outra passagem, provavelmente se referindo à jaqueira e à jaca.

Viajantes

Al-Baghdádi chegou ao Brasil a bordo de um navio do Império Otomano vindo de Istambul. Originalmente ele deveria seguir viagem para Basra, hoje parte do Iraque, mas decidiu ficar após saber da presença de muçulmanos no país. "No segundo dia, os oficiais de nossas forças militares islâmicas saíram para inspecionar esta magnífica cidade (Rio de Janeiro), e assim, quando me dirigi ao porto e contemplava as imagens e as feições, um negro veio a mim e disse 'as-salámu alaykum' ('que a paz esteja contigo', tradicional saudação muçulmana). Ele reservou sua saudação a mim apenas e não para as demais pessoas, pois minha roupa integrava um turbante e um traje formal e evidenciava o aspecto de erudição", relata o imã.

Segundo Farah, depois de passar três anos no Brasil, Al-Baghdádi iniciou sua viagem de volta. Passou por Lisboa, Gibraltar, Argel, Alexandria, fez a peregrinação a Meca, visitou sua família em Damasco e finalmente chegou a Istambul. E foi numa biblioteca da cidade turca onde o professor brasileiro encontrou o manuscrito original.

Farah topou pela primeira vez com uma menção ao manuscrito há cerca de 10 anos, quando morava na Síria. Três anos depois, após pesquisas na Síria, Iraque e Turquia, encontrou o documento em Istambul. "As narrativas de viagem me interessam muito. Quando encontro alguma coisa que me desperta o interesse eu vou atrás, para ver se o interesse se confirma", disse.

E se confirmou. Quando encontrado, o manuscrito, segundo o professor, estava em boas condições de conservação. Escrito em linguagem rebuscada e em alguns trechos poética, o documento consumiu sete anos de trabalho desde sua liberação pela biblioteca turca até a publicação do livro. Farah se dedica muito ao estudo de documentos escritos em línguas não-européias, tendo inclusive uma coleção deles.

Descendente de árabes, Farah, de 35 anos, é professor de graduação e pós-graduação da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP, diretor do Centro de Estudos Árabes da Universidade e da Biblioteca Aspa. Ele já escreveu outros livros, como "O Islã, glossário de termos islâmicos" e "ABC do Mundo Árabe", uma obra didática para crianças. Ele também já traduziu publicações como "O Beco do Pilão", de Naguib Mahfuz, egípcio Prêmio Nobel de Literatura que morreu no ano passado.

Durante cinco anos Farah morou na Síria, Egito e no Kuwait. Durante suas viagens, ele já esteve nos 22 países árabes.

Serviço

"Deleite do estrangeiro em tudo o que é espantoso e maravilhoso: estudo de um relato de viagem bagdali"
De Paulo Daniel Elias Farah
Editada pelas bibliotecas nacionais da Argélia, Caracas, Rio de Janeiro e pela Biblioteca Ayacucho, da Venezuela
Volume trilíngüe (árabe, português e espanhol) com 480 páginas



Alexandre Rocha
http://www.anba.com.br/noticia.php?id=16294

Sete mulheres integram novo governo marroquino

segunda-feira, 22 de outubro de 2007

São Paulo - Sete mulheres fazem parte do novo governo marroquino. Abbas El Fassi foi nomeado na última segunda-feira (15) como primeiro-ministro do país árabe. El Fassi foi designado para o cargo pelo rei Mohammed VI após a vitória do seu partido, o Istiqlal, que quer dizer Independência, nas eleições legislativas ocorridas no último mês.

Entre as mulheres que ocupam cargos no novo governo estão a ministra da Saúde Yasmina Baddou, a do Desenvolvimento Social, Família e Solidariedade, Nouzha Skalli, a secretária de estado para Assuntos Estrangeiros e Cooperação, Latifa Akharbach, e a secretária de Estado para o Ensino, Latifa Labida. A informação foi publicada na imprensa africana.


http://www.anba.com.br/noticia.php?id=16255

Mauritânia e Tunísia lançam nova empresa aérea

Brasília – Uma nova companhia aérea, a Mauritanian Airlines, vai ser inaugurada nas próximas semanas com capital de US$ 10 milhões da Tunísia e da Mauritânia. As informações foram publicadas pelo jornal árabe Al-Sharq.

A nova empresa, que deverá atender rotas regionais e internacionais, é resultado de uma parceria entre o governo da Mauritânia, o setor privado do país e a companhia aérea tunisiana Tunisair. A Tunisair terá uma participação de 51%; o banqueiro e presidente da Câmara de Comércio da Mauritânia, Mohamed Ould Bouamatou, uma fatia de 39%; e o governo mauritano outra de 10%.

A criação da linha aérea foi anunciada após o governo da Mauritânia ter decretado a liquidação da Air Mauritanie, empresa estatal do país que tinha uma dívida de US$ 2,7 milhões em aluguéis de aeronaves. O vôo inaugural da Mauritanian Airlines está previsto para 08 de novembro deste ano.

A liquidação da Air Mauritanie ocorreu apesar de manifestações contrárias por parte da oposição do país, liderada pelo presidente da Coligação das Forças Democráticas (RFD), Ahmed Ould Daddah, segundo a agência de notícias africana Panapress. Um grupo de investidores britânicos, juntamente com o empresário local Sid'Ould Abeidna, ainda discute com o governo a possibilidade de relançar a companhia, de acordo com a agência de notícias Reuters.

Tunisair

A Tunisair, que terá a maior parte da nova empresa, foi fundada em 21 de outubro de 1948 e operou inicialmente com uma frota de aviões alugados da Air France. Em 1962 foi inaugurado o Aeroporto Internacional de Túnis, permitindo o pouso e decolagem de aviões Boeing. A Tunisair adquiriu seu primeiro Boeing em 1971.

De lá para cá, a companhia ampliou seu número de rotas e hoje atende cerca de 50 destinos. Ela tem uma frota de 29 aeronaves de última geração, sendo 18 Boeings e 11 Airbus.

Air Mauritanie

Fundada em 1973, a Air Mauritanie vinha enfrentando dificuldades operacionais. Em setembro deste ano, a estatal mauritana teve dois de seus aviões apreendidos no aeroporto parisiense de Orly, na França, pela International Leasing Finance Corporation (ILFC), com a qual tinha a dívida de US$ 2,7 milhões, segundo a Panapress.

*Tradução de Gabriel Pomerancblum e Silwan Abbassi


http://www.anba.com.br/noticia.php?id=16261

Filmes árabes estão em mostra de São Paulo


São Paulo – Filmes produzidos por países árabes estão na programação da 31ª Mostra Internacional de Cinema que começa nesta sexta-feira (19) e segue até 01 de novembro na cidade de São Paulo. Os filmes serão exibidos em 15 locais da capital paulista. como Espaço Unibanco, Centro Cultural São Paulo, Memorial da América Latina, HSBC Belas Artes, Reserva Cultural. Em cinco locais, como Centro Cultural São Paulo, Cine Olido, Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP), Memorial da América Latina e Vão Livre do Museu de Artes de São Paulo (MASP).

Entre as produções árabes que integram a programação estão o argelino A Casa Amarela, de 2007 e direção de Amor Hakkar. O filme conta a história de uma família que tenta resgatar o corpo de um dos filhos, um policial morto em um acidente. Outro filme árabe é Ali Zaoua, marroquino feito no ano 2000, que conta a história de meninos de rua. Também Caos, dos diretores Youssef Chahine e Khaled Youssef, uma produção egípcia e francesa, faz parte da mostra. O filme conta a história de uma cidade que convive com um chefe de polícia autoritário. A única pessoa que aplaca a fúria do homem é a jovem professora da cidade, por qual ele é apaixonado e que por sua vez, gosta de um promotor público.

Há ainda outros filmes integrando a mostra internacional. Ela terá mais de 350 produções de várias partes do mundo, inclusive filmes brasileiros. A maior parte dos filmes é inédita no Brasil, nunca foi exibida em salas nacionais. Maiores informações sobre a programação podem ser obtidas pelo site www.mostra.org. Durante o evento também serão promovidos prêmios, como na área de imagem, na qual concorrem as produções brasileiras, e oficinas de cinema para o público interessado na área.


http://www.anba.com.br/noticia.php?id=16265

Carioca lança livro sobre idioma árabe em Portugal


São Paulo – O carioca João Baptista Vargens vai lançar no próximo mês, em Portugal, um livro sobre a herança árabe no idioma português. A obra, chamada "Léxico português de origem árabe – subsídios para os estudos de filologia", será lançada na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa no dia 12 de novembro. A publicação teve como origem a tese de doutorado que Vargens fez na instituição, há cerca de sete anos. O trabalho acadêmico foi aprimorado e transformado em livro. Ele será publicado pela Almádena Editora, do Rio de Janeiro, que é de propriedade do autor e tem como foco temas da cultura árabe.

Na obra, Vargens lista palavras em português que tiveram origem no idioma árabe e explica a evolução fonética pela qual passaram até chegar ao português. De acordo com o autor, o árabe é o segundo idioma de maior influência no português após o latim. No livro, Vargens também relata como as palavras vieram parar no vocabulário dos brasileiros. De acordo com o editor, tudo começou com a presença árabe na Península Ibérica, entre 744 e 1492, quando as palavras em árabe se disseminaram na região. O passo seguinte, que aproximou o árabe do português, foi a expansão portuguesa no mundo árabe, a partir de 1415.

O idioma árabe também influenciou o português, segundo Vargens, por meio de outros idiomas, como o francês, o espanhol e o italiano, o que ocorreu nos séculos 18 e 19. No próprio Brasil, a língua árabe entrou primeiro por meio de negros muçulmanos, chamados malês, a partir de 1850, e depois pela imigração síria e libanesa. Com esses imigrantes, segundo Vargens, chegaram principalmente as palavras da culinária, parte do árabe levantino, falado na Palestina, Síria, Líbano e Jordânia.

Muitas palavras, porém, ganharam no português um sentido diferente do empregado no árabe. É caso, relata ele, da palavra "azar", que originalmente quer dizer flores - azhar. Ela ganhou sentido de má sorte, no português, por causa de um jogo de dados praticado na Idade Média. O dado levava diferentes tipos de flores em cada uma das suas faces. Ele era lançado e ganhava o apostador que acertava a tipo de flor que ficaria na parte superior do objeto. Como no jogo das flores eram apostadas grandes fortunas, a palavra veio para o português com o sentido de má sorte. Algumas palavras também tiveram evolução fonética para se adaptar ao novo idioma, caso de alface, que em árabe é al-hasat.

Para concluir sua obra, o carioca analisou dicionários de português publicados de 1950 para cá. No total, incluindo dicionários e outros tipos de livros, foram 250 títulos consultados em línguas ocidentais e em árabe. O livro tem 272 páginas e custará R$ 55. Em Lisboa, Vargens pretende fazer convênio com uma livraria local para distribuir a obra. Este é o segundo lançamento da Almádena Editora. O primeiro, também de autoria de Vargens, foi Português para Falantes de Árabe, lançado no começo deste ano. O próximo deve uma terceira edição do livro de contos "À sombra das tamareiras", de Humberto Campos.  

No Brasil, o lançamento do livro Léxico no Brasil deve ocorrer logo após o de Portugal, no Rio de Janeiro e em São Paulo. A partir deste mês, porém, Vargens já começará a fazer palestras itinerantes sobre o assunto do livro para estudantes de Letras. Serão visitadas, até o final de dezembro, faculdades e universidades da capital paulista. As instituições interessadas em receber a palestra devem entrar em contato com a Almádena pelo telefone (21) 3634-7637 ou pelo e-mail almadena@uol.com.br . Vargens é professor do Setor de Estudos Árabes da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Ufrj).

Serviço

Léxico português de origem árabe – subsídios para os estudos de filologia
Autor: João Baptista de M. Vargens
Editora: Almádena
Páginas: 272
Preço: R$ 55


Isaura Daniel
http://www.anba.com.br/noticia.php?id=16226

Seleção de professores interessados em dar aulas de português e cultura brasileira no país árabe

O Ministério da Educação e o Itamaraty estão fazendo uma seleção de professores interessados em dar aulas de português e cultura brasileira no país árabe. As inscrições estão abertas até 08 de novembro. O profissional escolhido vai atuar na Universidade de Oran, uma das dez maiores cidades argelinas.

Divulgação
Brasileiro vai atuar na Faculdade de Línguas Estrangeiras da Universidade de Oran
Brasileiro vai atuar na Faculdade de Línguas Estrangeiras da Universidade de Oran

São Paulo – O Ministério de Educação (MEC) e o Ministério das Relações Exteriores (MRE) estão com as inscrições abertas para brasileiros interessados em dar aulas de português e cultura brasileira na Argélia. O processo é levado adiante pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), do MEC, e pelo Departamento Cultural do Itamaraty. Os interessados podem se inscrever até o dia 08 de novembro, de acordo com informações divulgadas pela assessoria de imprensa da Capes. A pessoa selecionada vai dar aulas na Universidade de Oran, cidade no Noroeste da Argélia.

A Capes está procurando alguém que tenha mestrando em língua portuguesa, literatura brasileira ou lingüística, experiência no ensino do idioma português para estrangeiros, além de domínio do francês, um dos idiomas oficiais do país árabe. O profissional terá direito a passagem aérea de ida e volta e auxílio financeiro mensal de US$ 1,5 mil. A Universidade de Oran ficará encarregada de providenciar acomodação para o professor. A Capes faz a análise dos currículos recebidos e os pré-seleciona, mas é a instituição argelina que avalia os pré-selecionados e faz a escolha final, segundo o edital do processo.

De acordo com o ministro do Departamento Cultural do Itamaraty, Jorge Kadri, essa avaliação no Brasil é feita por doutores convidados pela Capes. Eles selecionam três pessoas, de acordo com o perfil solicitado pela universidade, e a instituição estrangeira, então, faz a sua escolha entre essas três. O professor, segundo Kadri, envia relatórios periódicos das suas atividades ao Departamento de Promoção da Língua Portuguesa, ligado ao Departamento Cultural do Itamaraty. Ao final de dois anos, de acordo com a vontade da universidade, o contrato pode ser renovado por mais dois anos.

Kadri afirma que esse processo de escolha de leitores, como são chamados os professores enviados para lecionar língua portuguesa e cultura brasileira, é feito duas vezes por ano. Na edição em curso também serão escolhidos profissionais para atuar em Angola, Bolívia, Eslovênia, Guiana, Jamaica e Paraguai. Todos precisam ter nacionalidade brasileira, experiência no ensino da língua portuguesa para estrangeiros, fluência na língua do país para o qual irá, ter 18 anos no mínimo e estar em dia com obrigações militares.

Segundo o ministro do Departamento Cultural do Itamaraty, normalmente o processo começa com a manifestação de interesse da universidade, que encaminha o seu pedido por meio das embaixadas ou consulados do Brasil no país. O Ministério de Relações Exteriores é quem banca o auxílio financeiro ao professor no período em que ele estiver atuando no exterior. "O objetivo é divulgar a língua portuguesa e a cultura brasileira", diz Kadri.

Oran, no Mediterrâneo

A Universidade de Oran, na Argélia, começou as suas atividades em 1961 como uma escola de medicina. Em 1965, já com a criação de outros cursos, ela se tornou formalmente um centro universitário. Hoje abriga a Faculdade de Direito, Ciências Políticas e Relações Internacionais, Faculdade de Ciências Sociais, Faculdade de Medicina, Faculdade de Ciências Econômicas e Gestão, Faculdade de Letras, Línguas Estrangeiras e Artes, Faculdade de Ciências Humanas e Civilização Islâmica, além da Faculdade de Ciências da Terra, Geografia e Manejo de Solo. Ela oferece cursos de graduação e também de pós-graduação.

Oran é a capital de uma província argelina que leva o mesmo nome. A cidade fica na costa do Mediterrâneo e é o maior ponto comercial e industrial de toda a região Oeste da Argélia. Ela está entre as dez maiores cidades do país árabe. O governo brasileiro tem promovido aproximação com a Argélia, não apenas na área cultural e educacional, mas também no setor econômico.

Serviço

Acesse o edital no site: www.capes.gov.br/bolsas/cooperacao/multinacional/leitorado.html



Isaura Daniel
http://www.anba.com.br/noticia.php?id=16271

carreira profissional

quarta-feira, 17 de outubro de 2007

Agora para galgar novos degraus em sua carreira profissional foram lançando diversos cursos de atualização.

Se você atualmente está no nível básico, não perca nossas oportunidades:

Curso Dinâmico Básico Júnior
Duração: 2 anos e meio

Curso Extensivo Básico Pleno
Duração: 1 ano integral 
 
Curso MBA Básico Senior
Duração: 3 anos 

Em apenas 6 anos e meio você será um básico senior

Esta é a oportunidade da sua vida!

Valorize e matricule-se.

Festival árabe reúne mais de 7 mil pessoas em Campinas

terça-feira, 16 de outubro de 2007

O evento atraiu desde crianças a empresários que tinham interesse em saber um pouco mais sobre a cultura dos países árabes. A mostra, que teve como objetivo comemorar os 26 anos de cultura árabe na cidade, contou com diversas atrações culturais.

Celso de Menezes
Mostra cultural árabe em Campinas: de música a artesanato
Mostra cultural árabe em Campinas: de música a artesanato

Da redação

São Paulo – O evento "Campinas, 26 anos de Cultura Árabe", que terminou ontem (14) em Campinas, interior de São Paulo, atraiu pessoas de várias idades e de diferentes ocupações. De quinta-feira a domingo, o Centro de Convivência Cultural Carlos Gomes foi palco de espetáculos de danças, músicas, poesias, culinária e artesanato árabe.

A mostra foi aberta pelo prefeito de Campinas, Hélio de Oliveira Santos, pela embaixadora da Palestina em Brasília, Mayada Bamie, e pelo organizador do evento, El Khatib, do Instituto Jerusalém do Brasil.

Mayada falou que Campinas é irmã da cidade palestina Jericó e que era um prazer fazer parte da cerimônia de abertura do evento, que reuniu cerca de 600 pessoas. Também estavam presentes na cerimônia o secretário-geral da Câmara de Comércio Árabe Brasileira, Michel Alaby, e o diretor da entidade, Bechara Ibrahim.

O evento, decorado com tendas árabes, também ofereceu aos convidados produtos árabes, como tapetes, narguilés e bijuterias. Os visitantes também puderam conhecer, por fotos, um pouco mais sobre os países árabes. Desde a abertura do evento, a mostra reuniu mais de 7 mil visitantes.


[15/10/2007 - 18:02]
http://www.anba.com.br/noticia.php?id=16212

Marketing de Relacionamento

Há quase três anos trabalho com marketing mas não gosto de comentar assuntos profissionais aqui no meu blog por isso é a primeira vez que falo isso.

No meu dia à dia realizo ações de marketing de relacionamento, uma delas é o desenvolvimento de brindes, pesquisando hoje sobre o assunto encontrei esse texto e achei interessante.
[4/9/2007] - Além de diferencial competitivo de mercado, os brindes promocionais atuam como ferramenta do marketing relacional Autor:

Roberto Marinho - diretor de contas da PPI Wordwide - Promoções Premier Internacional.

 
Quando se imagina que os produtos e serviços, mesmo que, de marcas diferentes, estão muito parecidos enfrentando uma forte pressão para a redução de preços, imaginamos logo, o cenário ideal para um campo de batalha, num palco chamado marketing promocional, e, uma guerra com o nome de preços. Uma pergunta rápida para ser respondida: Onde está à milícia, linha de frente, que irá ajudar nessa batalha? Minha resposta: Brinde promocional.
 
Os brindes promocionais, ou "premiuns" - como muitos preferem-, além de diferencial competitivo de mercado, atuam como ferramenta do marketing relacional, dando sua contribuição às marcas e levando às empresas atuarem de forma absoluta e se tornarem a queridinha do consumidor final, lá no PDV, no ato da compra. Neste momento, alguns segmentos e empresas percebem a valiosa contribuição que os brindes promocionais dão às marcas quando se fala na elevação do volume de vendas, além de gerar nova experimentação e fidelização do consumidor final.
 
Os segmentos: alimentício de consumo de massa, o da música, o do futebol, o editorial, dentre outros, são os primeiros a utilizar essa ferramenta promocional e comunicacional. Com os resultados positivos, vivem uma euforia chamada elevação na curva de vendas. Portanto, contrariando muitas vezes, dados da própria economia o setor de brindes promocionais, vai muito bem, obrigado e está em franco crescimento. Eu arrisco dizer que estamos vivendo a era do brinde storm.
 
Ao analisar o potencial de retenção que os brindes promocionais promovem, pode-se assegurar que eles são capazes de gerar um impacto positivo, imediato, além de trazer um resultado final na conquista de preços, sem falar que, se o item escolhido consegue atender um desejo inconsciente que o consumidor carrega, ele vira uma febre e daí mania nacional e internacional.
 
Grata surpresa - Assim como o brinde pode ser uma grata surpresa para o consumidor final lá no PDV, ele também pode torna-se uma forte ameaça às marcas se for percebido como algo banal e sem apelo. Se isso ocorre vemos nascer mais uma ação de comunicação saturada, e o item deixa de ser objeto de desejo, logo não é uma mania. Como se concebe um item de sucesso? Outra pergunta que alguém, mais que rapidamente, faria. Para as indústrias e empresas de serviços, donas de grandes marcas e os players do mercado de brindes, a solução para que seja evitada a saturação e uma ação promocional fracassada, recomenda-se o planejamento estratégico de cada ação e a escolha de um item exclusivo, aceito pelo consumidor. Se for criança, pelos pais que tem o poder de compra e influência sobre a criança.
 
Veja o exemplo que tenho para contar. Planejei uma ação que achei seria à volta de uma mania nacional. Todos acharam a idéia genial. Sobretudo, tive o ímpeto de perguntar às crianças, aos pais e depois as mães dessas crianças. Até então, tudo pronto para o início do planejamento de comunicação e a confecção do item. Por meio de pesquisas, os meninos gostaram do item, os pais também, eles sentiram uma volta à infância. Para resumir, cem por cento de aprovação. Curiosamente, quando fomos perguntar às mães. Elas disseram "de forma nenhuma, meu filho brinca dentro do apartamento", e daí surgiu uma série de restrições. Notamos também, que, nesse caso, a mãe era a responsável pela compra do item. Logo, a promoção poderia não ter o sucesso desejado. Diante do risco, reavaliamos o conceito e postergamos a ação, que, aliás, ainda não aconteceu.
 
Em épocas de crise - Em épocas de crise, as empresas deveriam buscar comunicar-se com os clientes muito mais, melhor e por menos dinheiro. Nesse cenário, os brindes são os investimentos ideais. São possíveis grandes campanhas, com elevadas quantidade de brindes e baixo custos. Portanto, as promoções com a entrega de brindes continuam sendo uma excelente alternativa ao investimento nos planejamentos de mídia. Aliás, muito eficaz e mais econômico.
 
Ainda que existam empresas preferindo motivar à compra por meio de oferta de produto (único meio que encontram para escoar stocks elevados), outras preferem apostar mais fortemente, em promoção. Prova disso, basta entrar em supermercados, farmácias, e observa o PDV na cadeia de varejo para concluirmos que todos querem brindes.
 
Há alguns anos neste segmento, observo um cenário de crescente procura pelo brinde promocional. Se observarmos, está havendo um aumento no investimento por parte das grandes empresas, o que justifica, muitas vezes, indicadores do consumo em geral diminuírem. Numa lógica de marketing, a redução do poder de compra obriga as marcas destinadas ao grande público incrementar políticas de diferenciação dos seus produtos e serviços. Sendo que, o mercado de brindes torna-se o mais competitivo em termos de preço e com melhor relação custo/benefício/retorno/fidelização à marca.
 
Portanto, está implícito que existe uma crescente aposta nas ações de comunicação, com foco nos brindes promocionais, mesmo que os budgets sejam, em absoluto, mais reduzidos. Nota-se, maior canalização de recursos para esta solução, em detrimento de outras ações. Daí considera a surgimento de uma grande e nova onda que estão chamando de brinde storm.
 
Acredito que, o principal atrativo do brinde reside na difícil e inexplicável capacidade de vender um determinado produto pela sua simples junção. Por isso, fica fácil afirmar que a aposta das marcas em brindes, tem uma meta definida, onde o primeiro objetivo é sempre o mesmo: vender mais! Em seguida, vem o mais importante: manter as vendas em alta, porque na verdade os brindes significam um valor acrescentado ao produto, diferenciando-o da concorrência. Resta saber se este elenco de argumentos distintos que agregam realmente valor é também percebido pelos clientes.
 
Finalmente, o que motiva os clientes e para que um brinde tenha realmente sucesso, é necessário que se pense em produtos de qualidade, com design e cor exclusivos. Na minha visão, brindes devem ser objetos de uso e criados sob medida para que não sejam imitados e com preços baixos a fim de que se possa oferecê-los massivamente.

Cultura árabe no Espaço CPFL em Campinas


Qua | 24 de Out | 20h

Sarau de Música - Poesia e música árabe

Apresentação de música e recital de poesia cantada árabe. Participação de convidados especiais.


Ter | 30 de Out | 20h

Dança| A Corda da Alma | Com Isis Zahara e Sami Bordokan Essemble, Síria/Líbano/Brasil

Obra poética criada a partir de melodias arabo-andaluzas do séc XIII, folclore e clássicos da música árabe contemporânea. O diálogo entre música e poesia será interpretado através da dança.



Entrada franca

Endereço e Telefone
Rod. Campinas Mogi-Mirim, Km 2,5
Rua Jorge Figueiredo Corrêa, 1632 - Portaria IV
Chácara Primavera
CEP - 13087-490
Telefone (19) 3756-8000

Usf

segunda-feira, 15 de outubro de 2007

Poderia dizer "não vá", vamos mudar o mundo, somos tão rebeldes.
Mas eu não sei, o que tanto te aflige.
... acho que me amas.

Eu não entendo.
Eu não posso fazer nada para te ajudar, então foi melhor assim.
Esta é minha desculpa.

Não posso sequer culpá-lo por covardia, se sou tanto quanto você.
Queria te dizer tantas coisas, verdades, mas eu escondo junto com a minha saudade.

Acho que perdemos uma grande chance.

No fundo eu queria te jogar na cara que sua desculpa não cola, que você quer fugir de mim porque não me aceita, que é por isso que não enfrenta sua religião e sua família, você não enfrenta nem a si mesmo.

Mas deixa...
Eu também não enfrento!

Eu só sinto saudade, você também? E ficamos esperando o destino...
Se eu fosse Deus, também não intercederia por nós.

Jovens pretendem fazer um documentário sobre identidade árabe

São Paulo – Os árabes são muito mais parecidos com os brasileiros, ou com cidadãos de qualquer outra parte do mundo, do que o senso comum indica. Mulheres árabes também são intelectuais, como as européias, homens árabes também são cristãos, como grande parte dos brasileiros. Com o propósito de desmistificar alguns estereótipos formados no Ocidente sobre o mundo árabe, dois universitários cariocas, estudantes de Filosofia na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) resolveram colocar sua filmadora na mochila e sair em busca de argumentos para produzir um documentário. Laura Magalhães e Humberto Giancristofado devem concluir até o final do ano um filme que aborda a identidade árabe.

Os dois já tem dez horas de imagens gravadas no Rio de Janeiro e em São Paulo. No filme, vão mostrar entrevistas e contar histórias de descendentes de árabes que recém chegaram no Brasil, de árabes em passagem pelo país e de moradores que há muito tempo vieram do Oriente Médio ou Norte da África para viver em meio aos brasileiros. A intenção é comprovar, segundo Humberto, que existem sim diferenças e particularidades na cultura e modo de viver árabe, mas que as similaridades são muito maiores do que se pensa. Laura e Humberto vão entrevistar árabes que desenvolvem no Brasil atividades iguais a qualquer outro ocidental, como, por exemplo, chefes de cozinha e artistas.

Um dos objetivos é desfazer a idéia de que todos os árabes são muçulmanos e mostrar que eles também são coptas, druzos, cristãos ortodoxos. O filme pretende esclarecer onde as questões étnica e religiosa se encontram e apresentar as diferenças entre uma e outra. "Não é complicado entender", diz Humberto. Os dois futuros filósofos não pretendem fazer um documentário didático, cheio de discurso, mas mostrar, através das imagens e histórias, a sua teoria. Colocar mulheres artistas e intelectuais árabes falando, por exemplo, segundo Humberto, é uma maneira de desfazer a idéia de que elas são sempre oprimidas.

A idéia do documentário partiu de um trabalho acadêmico, mas hoje o projeto, apesar de contar com o auxílio de professores da UFRJ, está desvinculado da universidade. Humberto pensou em fazer o filme a partir de uma disciplina do seu curso, Laboratório de História do Tempo Presente. No laboratório é desenvolvida uma linha de pesquisa sobre identidade nacional dos países da Ásia e da África. A princípio o documentário seria um trabalho de conclusão da disciplina. Humberto, porém, convidou sua colega Laura para participar do projeto e o levou mais além. Agora os dois estão fazendo o documentário por conta própria e farão desde as filmagens até a edição no computador e a distribuição.

Humberto é filho de uma descendente de italianos que nasceu no Egito, mas segundo ele, não foi a descendência o principal motivo que o levou a ter vontade de fazer o filme. "Foi a situação sócio-política. O objetivo do documentário é humanitário. Estamos buscando trazer esclarecimento", diz o estudante de 26 anos. Laura, de 20 anos, não tem origem árabe, mas fez um curso técnico de cinema. Os dois pretendem começar a editar o filme em novembro. Depois a intenção é divulgá-lo em universidades, institutos e festivais, entre outros espaços. Após concluido o documentário, eles querem levar outros projetos de cinema adiante. O filme deve se chamar Sete Véus.


Isaura Daniel
http://www.anba.com.br/orientese.php?id=90

Festival árabe começa hoje em Campinas

quinta-feira, 11 de outubro de 2007

São Paulo – Faz 26 anos que a cidade de Campinas, no interior de São Paulo, comemora a cultura árabe. A partir de hoje (11), até domingo, o Centro de Convivência Cultural Carlos Gomes vai ser palco de exposições, contos, teatros, músicas e danças árabes. "Campinas, 26 anos de Cultura Árabe" é um evento organizado pelo Instituto Jerusalém do Brasil com apoio de diversas entidades, inclusive da Câmara de Comércio Árabe Brasileira.

"A comunidade árabe em Campinas é grande e bem representativa. Os árabes estão presentes em diversas áreas, principalmente nos setores empresarial, acadêmico e político", disse Ali El Khatib, organizador da mostra e superintendente do Instituto Jerusalém do Brasil. Segundo ele, desde a primeira vez que foi realizada uma mostra de cultura árabe na cidade, os eventos sempre tiveram boa aceitação do público. "No ano passado foi aprovada a lei 26/2006, de autoria do vereador Sérgio Benassi, instituindo a 'Semana da Cultura Árabe' no calendário oficial do município", acrescentou El Khatib.

A abertura do evento, que será realizada hoje à noite, será feita pelo prefeito de Campinas, Hélio de Oliveira Santos, e pela embaixadora da Palestina em Brasília, Mayada Bamie, além de El Khatib. Após a cerimônia, haverá apresentações de dança, recital de poesia, música andaluza, teatro e um coquetel para os convidados. Até domingo, os visitantes que passarem pela mostra vão poder conhecer um pouco mais sobre a Palestina, num espaço dedicado ao país árabe; também terão a oportunidade de conhecer os jogos antigos que os árabes jogavam; degustar a gastronomia do mundo árabe; e comprar tapetes e objetos de decoração da região.

Na sexta-feira, vai haver também o lançamento do livro "A Cozinha libanesa do Dia-a-Dia", de Rosely Nassim Jorge Santos. No final de semana, vão ocorrer apresentações de danças folclóricas da Síria, teatro, gastronomia e música árabe, além da feira de artesanato. Durante a mostra, representantes da Câmara Árabe também vão ter um espaço para explicar os serviços da entidade, que tem como objetivo aproximar os árabes e os brasileiros comercialmente.

De acordo com El Khatib, a cultura árabe em Campinas também ajuda na geração de renda e emprego. Nos anos 80, por exemplo, a cidade contava com apenas um restaurante árabe, hoje eles já somam mais 10, além de contar com outros 20 estabelecimentos que também incluíram a gastronomia árabe em seus cardápios. Outro exemplo da diversificação da cultura árabe em Campinas está na dança. "Há alguns anos só havia uma professora de dança árabe. Agora são mais de 30", disse El Khatib.

O Instituto Jerusalém do Brasil também vem contribuindo para divulgar a cultura árabe na cidade. No ano passado, ele deu apoio às Faculdades de Campinas (Facamp) para a criação do núcleo de estudos árabes dentro do curso de Relações Internacionais, que permite aos alunos pesquisarem história, cultura, economia e política dos 22 países da Liga Árabe.

Outro projeto iniciado recentemente pelo instituto é da "Orquestra Jovem de Percussão Árabe", projeto social com parceria do Ministério da Cultura, que ensina crianças carentes e em situação de risco a tocar instrumentos árabes, como o Derbak, principal instrumento árabe de percussão. "Esse projeto tem um papel fundamental de agregar as famílias", disse El Khatib. Na segunda fase do projeto, a idéia é ensinar a dança árabe às mulheres carentes e, como terceira fase, ensiná-las a preparar pratos árabes. "Depois elas podem vender as comidas como forma de gerar renda", acrescentou. Este projeto tem parceria também da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e da Companhia de Habitação Popular de Campinas (Cohab). "Tudo isso mostra que são 26 anos de trabalho da própria coletividade. Nosso objetivo é a integração da comunidade", concluiu El Khatib.

Serviço

Campinas, 26 anos de cultura árabe
Data: 11 a 14 de outubro
Local: Centro de Convivência Cultural Carlos Gomes
Endereço: Praça Imprensa Fluminense s/n°, Campinas
Informações: (19) 2116-0743


http://www.anba.com.br/noticia.php?id=16181

26 anos de Cultura Árabe em Campinas

domingo, 7 de outubro de 2007

Comemorando os 26 anos da Cultura Árabe em Campinas, o Instituto Jerusalém do Brasil realiza entre os dias 11 à 14 de outubro, das 14h às 22h, no Centro de Convivência Cultural Carlos Gomes a Semana da Cultura Árabe.

O Evento conta com o apoio de diversas instituições e com a parceria da prefeitura municipal de Campinas, apresentando uma agenda repleta de atrações gratuitas. Seminários de estudos, mostras culturais, exposições, apresentações de música clássica, de dança folclórica e da rica gastronomia árabe.

O intuito da Semana da Cultura Árabe é o de desmistificar e trazer um pouco dos países árabes para a população da cidade de Campinas e região metropolitana. Em 2006 foi aprovado o projeto de lei 26/2006 da Câmara Municipal, criando a Semana da Cultura árabe, incluindo-a no calendário oficial do município.

Um dos destaques do evento é o projeto Roteiro Turístico-Cultural Árabe, um percurso planejado por estudantes da PUC-Campinas em conjunto com o Instituto Jerusalém do Brasil, que passa por sete pontos arquitetônicos da cidade. Estes foram influenciados pela arquitetura árabe, sendo eles: O Coreto da Praça do Teatro Castro Mendes, o Coreto do Largo do Pará, o Palácio dos Azulejos, a Residência da Rua Ferreira Penteado, a Igreja São Charbel, a Mesquita islâmica no Parque São Quirino e o Mercado Municipal.

Serviço - Mostra da Cultura Árabe
QUANDO: 11 à 14 de outubro
HORÁRIO: 14hs às 22h
LOCAL: Centro de Convivência Cultural Carlos Gomes
ENDEREÇO: Praça Imprensa Fluminense s/n° - Cambuí
Fone: (19) 3232-4168
Informações: por e-mail:culturaarabe@terra.com.br ou nos telefones: (19)3243-8329/ Ali El-Khatib (19) 97742014


PROGRAMAÇÃO

Centro de Convivência:
10 de outubro - quarta-feira, das 10h às 21h: Abertura da exposição exclusiva para alunos da rede pública municipal: literatura, contos e brincadeiras infantis árabes.
11 de outubro - quinta-feira, às 20h: Abertura Oficial para convidados - Teatro e galerias.
12 de outubro - sexta-feira, às 20h - Teatro interno: Teatro e Danças Folclóricas, Lançamento do livro "A Cozinha Libanesa do Dia-a-Dia", de Rosely Nassim Jorge Santos.
13 de outubro-sábado, às 18h30 e 20h30 - Teatro interno: Teatro e Danças Folclóricas.
12,13 e 14 - Das 14h às 21h nas galerias: Exposição e Gastronomia Árabe.

Mercado Municipal:
13 de outubro - Sábado às 10h30: Apresentação de Danças Folclóricas.

Feira de Artesanato Centro de Convivência:
13 de outubro - Sábado às 11h30: Apresentação de Danças Folclóricas.
14 de outubro - Domingo às 11h30: Apresentação de Danças Folclóricas.

Bairro da COHAB:
20 de outubro- Sábado, ás 15h30:Atividades Culturais e danças Folclóricas.

Bairro Lafayette Álvaro:
21de outubro- Domingo às 17h30:Atividades Culturais e Danças Folclóricas.

Câmara municipal de Campinas:
27 de Novembro-Sábado às 9h30:Como Negociar com os Árabes.


Info: Cosmo online

Vanessa da Mata - Unimed Arte Novembro

sábado, 6 de outubro de 2007



Artista: Vanessa da Mata
Data: 08 de novembro - quinta - feira.
Primeira sessão: 19h00
Segunda sessão: 21h30

Local: Teatro Interno - Centro de Convivência Cultural

Início das vendas: 30 de outubro, nas bilheterias do Centro de
Convivência, de terça à domingo das 16h às 20h.

Preços:
Inteira: R$ 50,00
Clientes Unimed Campinas: R$ 40,00
Funcionários e Cooperados: R$ 35,00
Estudantes e maiores de 65 anos: R$ 25,00


Espero vocês lá!!

quinta-feira, 4 de outubro de 2007

Digo que é melhor não pensar em você
se não tenho como advinhar o que faz
porque se foi
melhor esquecer
 
Se muitas vezes,posso por horas esquecer de você
parece que as vezes eu me forço a lembrar
ou simplesmente é mesmo impossível esquecer?
 
Que hoje nem parece tão belo aquele amor
ou porque posso sentir outros?
um monte de mentiras dessa vida ridícula
 
Ainda, no fundo queria você
mesmo de madrugada te ligar
Mas se não me atende quando brilha o sol
o que faria acordar ou atrapalhar por mim?
 
Não sei mais, se nos sonhos ou em outras vidas
vou te alcançar
me ensina esquecer
olhos, seu rosto
 
Com essa minha mágoa, se tivesse uma borracha
eu apagaria você
como naquele filme
 
Eu apagaria não apenas você
mas quase tudo
continuaria assistindo
acho que não queria sentir
 
As vezes eu luto,
mas estou pronta para aprender
a dor de nunca ter você
que seja assim
 
Se você ver, nunca deixou de estar comigo!
Isso também deve ser bom

sinto um vazio
não é só uma saudade
ou vontade
é realmente um vazio
um nada
espaço desocupado
livre
 

mas penso que esse espaço
não tem par
a vida é crul e boa, penso!
como sou estúpida e má
quando fui melhor
fui pior
pronta para deixar que tudo isso acabe
em nada
 
eu quero aquele poder
que eu não sei se era meu ou seu
mas fazia sentido pra mim
essa minha fraqueza é um castigo
eu só lamento, tola!
quando acho que estou fazendo algo por nós
sou tão covarde que estou deixando sozinho
esquecido
 

ou então sou burra
 
Mirela Goi - 04/10/2007

estranha

minha vida está muito estranha, parece que estou sentada num trem enquanto olho pela janela as coisas acontecerem e passarem rapidamente...
 
estou feliz, estou triste, estou cansada, estou fazendo planos, estou confusa, estou certa...
 
estou com saudade, estou completa, estou melhor que todos, estou sozinha, estou acompanhada demais
 
ainda não perdi a mania de não contar a verdade...
 

Marroquina é candidata a diretora geral da Unesco

terça-feira, 2 de outubro de 2007

São Paulo - O Marrocos apresentou a candidatura da sua embaixadora junto à Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciências e Cultura (UNESCO), Aziza Bennani, ao posto de diretora geral da instituição. As eleições vão ocorrer neste mês de outubro de 2009. A informação é agência de notícias Panapress.

Aziza é doutora em Letras pela Universidades do Marrocos e da França, foi decana da Faculdade de Letras e Ciências Humanas da Universidade de Mohammedia e ex-secretária de Estado do Marrocos para a Cultura. Ela ocupou também o posto de alta comissária para os Deficientes no Marrocos.

http://www.anba.com.br/noticia.php?id=16073

Vôos para Jeddah no Ramadã


Emirates News Agency*

Dubai – A empresa aérea Emirates anunciou que vai ampliar em 10 o seu número de vôos semanais entre os aeroportos de Dubai e Jeddah durante o mês sagrado de Ramadã. Os vôos adicionais, que seguirão até o dia 12 de outubro, serão exclusivos para passageiros com vistos para a peregrinação. Os passageiros que viajam para a cidade saudita por outras razões poderão utilizar os vôos regulares para Jeddah, diariamente às 7:20, 9:00 e 12:00.

Segundo o vice-presidente da empresa para operações comerciais na região do Golfo, Oriente Médio e Irã, Nabil Sultan, a Arábia Saudita concedeu uma permissão especial para que os aviões da Emirates aumentassem suas freqüências ao país vizinho.

"As visitas à Arábia Saudita para peregrinação enchem os nossos vôos em todo o mundo, principalmente nos últimos dez dias do Ramadã. Notamos forte aumento no número de passageiros que transportamos durante o mês de Ramadã nos últimos anos", declarou Sultan.

No dia 01 de outubro, a Emirates vai lançar um vôo direto entre Dubai e São Paulo. As aeronaves partirão de Dubai às 10h00 todos os dias, exceto quinta-feira, chegando em São Paulo às 18h30 do mesmo dia. Já de São Paulo para Dubai, os vôos partirão à 1h25 todos os dias, exceto sexta-feira, chegando em Dubai às 23:05.

*Tradução de Mark Ament, com informações da redação da ANBA
http://www.anba.com.br/noticia.php?id=15979

São Paulo – O vôo da Emirates Airline que saiu na madrugada desta terça-feira (02) do Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo, para Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, levou no seu comando dois brasileiros. O piloto paulista Nicolau Moraes Barros e o carioca Marcelo Taborda Peixoto foram os responsáveis por conduzir o Boeing 777-200 LR, sua carga e passageiros, de São Paulo até Dubai. Os co-pilotos também eram dois brasileiros: Marcelo Brasil Dias e Kalina Comenha. Essa foi a estréia da rota São Paulo-Dubai, a primeira linha direta ligando Brasil e Oriente Médio, e a Emirates, apesar de ter sede nos Emirados, fez questão de incluir brasileiros na operação.

Além dos quatro pilotos, outros cinco brasileiros faziam parte da tripulação na aeronave que partiu nesta madrugada. O vôo que chegou em São Paulo, vindo de Dubai, no final da tarde de ontem, o primeiro de lá para cá, também teve brasileiros na tripulação. A Emirates mantém atualmente 69 pilotos brasileiros em seus quadros, que é integrado por quase dois mil pilotos, e pretende ter 74 até o final do ano. As informações foram dadas na manhã (01) de ontem pelos comandantes Barros e Peixoto, em coletiva à imprensa, na sede da Emirates, em São Paulo. Além do grande número de pilotos também há, segundo eles, 250 comissários brasileiros na equipe de funcionários da Emirates.

Na manhã de ontem, cerca de 15 horas antes de embarcar para os Emirados, o comandante Barros parecia emocionado por estar à frente de um dos primeiros vôos da rota. O piloto afirmou que quando começou a sua carreira, nos anos 80, na TAM, não imaginava chegar ali. "No mercado de pilotos a Emirates é hoje o que existe de melhor. E eu pude colaborar com esse projeto gigantesco. É muito bom fazer parte disto", disse Barros a respeito do planejamento da rota. Barros ficou na TAM como piloto por 17 anos e está na Emirates há três anos e meio. Ele tem 15 mil horas de vôo e é comandante há 14 anos. O paulista saiu da TAM quando estava no auge da sua carreira, acreditando no seu futuro na Emirates.

O comandante Peixoto chegou na Emirates da Varig, onde trabalhou por 18 anos. O carioca está na companhia aérea dos Emirados há um pouco mais um ano. Tanto Peixoto quanto Barros moram em Dubai, para onde se mudaram com as suas famílias. Para viver no país árabe, segundo eles, receberam toda a assistência da empresa. A companhia se encarregou de aspectos como providenciar a residência e sua manutenção. Barros conta que recebeu a chave da sua casa de 350 metros quadrados, em Dubai, ainda no aeroporto, e quando chegou no local se surpreendeu com pequenos detalhes organizados pela Emirates como a cama feita e geladeira cheia. "A Emirates não só custeia, mas também administra a casa", conta Peixoto.

O vôo São Paulo-Dubai vai levar, de acordo com os pilotos, 14h10min. Ele sairá de São Paulo, cruzando o espaço aéreo do Rio de Janeiro e Espírito Santo. Do estado capixaba ele vai para a costa Oeste da África, passa pela região de Acra, em Gana, de Lagos, na Nigéria, e vai então para Arábia Saudita, por onde entra no Oriente Médio e chega em Dubai. A diferença do fuso-horário entre Dubai e São Paulo é de sete horas. A linha tem tripulação dupla – e, portanto, também dois comandantes – em função da duração do vôo, maior do que os convencionais. O vôo mais longo operado pela Emirates Airline é entre Dubai e Sydney, na Austrália, com 16 horas.

http://www.anba.com.br/noticia.php?id=16066

news

sexta-feira, 28 de setembro de 2007

Mídia Independente

Site para quem gosta de imparcialidade...

http://www.midiaindependente.org/

Enjoy!

Palestinos

quarta-feira, 26 de setembro de 2007

O Ministério da Justiça informou que os 35 refugiados palestinos, que chegaram ao Brasil nesta sexta-feira (21), terão proteção jurídica e diplomática, e os direitos civis assegurados. Receberão ajuda financeira durante os primeiros 12 ou 24 meses no país e terão acesso aos benefícios sociais. Terão direito a um documento de identidade, carteira de trabalho e um passaporte especial para refugiados.

O secretário-executivo do Ministério da Justiça, Luiz Paulo Barreto, que integra o Comitê Nacional para os Refugiados, explicou que o governo dará condições para que os refugiados possam reconstruir a vida no Brasil.

"Não há nenhum tipo de paternalismo ou assistencialismo. Eles terão que caminhar com as próprias pernas", disse o secretário.

O grupo de 35 refugiados palestinos desembarcou às 5h45 desta sexta no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos. Dez foram para cidades do interior do Rio Grande do Sul. Os demais foram levados para cidades do interior de São Paulo. Os locais em que serão instalados não foram divulgados. Segundo o secretário Luiz Paulo Barreto, eles estão assustados e serão preservados neste primeiro momento.

No total, o país deve receber 117 palestinos até outubro. Eles viviam em Bagdá antes da invasão norte-americana e foram levadas para um acampamento para refugiados na Jordânia, a 60 km da fronteira com o Iraque. Neste acampamento, viviam em instalações infestadas de escorpiões e sujeitos às tempestades de areia. A área era cercada e controlada pelo governo, sem o reconhecimento das autoridades jordanianas.

 

Com a decisão do Brasil de acolher os palestinos, o campo de refugiados de Ruweished será fechado. O refúgio no Brasil foi uma opção, ressaltou o secretário do Ministério da Justiça. Outros grupos foram levados para o Canadá e Nova Zelândia.

"A primeira sensação que eles tiveram foi de paz. Um país que não tem guerras, um país em que eles podem usar o véu, uma vestimenta, podem professar uma fé. E sabem que isso vai ser respeitado, tolerado, e que a sociedade brasileira não discrimina por serem palestinos, estrangeiros ou de outra religião, outra etnia", disse Luiz Paulo Barreto.

 Integração

O governo brasileiro aposta que os palestinos não terão dificuldade de adaptação por causa da comunidade árabe residente no país. Cerca de 14 milhões de árabes e descendentes vivem no Brasil, observou Luiz Paulo Barreto. Segundo ele, há 300 voluntários da sociedade civil envolvidos com a integração destes palestinos. Entre os refugiados que chegaram nesta sexta, há comerciantes, professores e profissionais liberais.

Dos 35 refugiados, 75% são adultos, a maioria homens. Há quatro famílias, com crianças, adolescentes e idosos. O governo dará um salário mínimo por pessoa, sendo que membros de uma mesma família receberão valores menores. O governo arcará também com as despesas com aluguel, luz, água e gás. O orçamento do Ministério da Justiça para atender refugiados é de R$ 680 mil em 2007. A ajuda será dada nos dois primeiros anos, mas pode ser extendida se o refugiado ainda estiver vulnerável.

 Refugiados no Brasil

O representante do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (Acnur) no Brasil, Luis Vasere, elogiou o acolhimento dos palestinos.

"O governo do Brasil deu uma resposta efetiva e imediata a este drama humanitário. Trata-se de uma política de Estado", disse Vasere.

Estão hoje no país 3,4 mil refugiados de 69 nacionalidades diferentes. A maioria, segundo o Ministério da Justiça, é africana. Do Afeganistão, por causa da guerra, vieram para o Brasil 23 pessoas, sendo que 12 já foram repatriados, ou seja, voltaram para o país de origem.


FONTE: G1

Brasil acolhe palestinos

sexta-feira, 21 de setembro de 2007

São Paulo – A partir de hoje (21), o Brasil começa a receber uma parte dos refugiados da Palestina que estão morando há quatro anos num campo de refugiados no meio do deserto da Jordânia, em Ruweished. No total, o governo brasileiro vai acolher 117 palestinos que serão enviados para os estados de São Paulo e do Rio Grande do Sul. Nesse primeiro grupo, cerca de 40 refugiados, entre idosos, homens, mulheres e crianças, chegam ao país.

A decisão de trazer os palestinos foi do Comitê Nacional para Refugiados (CONARE), órgão ligado ao Ministério da Justiça, que junto com o Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR) e de organizações não-governamentais vão dar todo o apoio necessário. "Esse gesto demonstra todo o caráter humanitário brasileiro", afirmou a embaixadora da Palestina em Brasília, Mayada Bamie.

De acordo com ela, essa não é a solução para o problema da Palestina, mas é uma ajuda. "A solução seria o retorno dos refugiados aos seus lares na Palestina, conforme a Resolução 194 da ONU", acrescentou Mayada. Segundo ela, o governo brasileiro e o ACNUR vão dar apoio na área da saúde, educação e habitação. "O Brasil fará todas as ações e esforços para ajudar esses palestinos", diz Mayada.

Segundo o presidente da Liga Parlamentar Brasil-Países Árabe, Nelson Mourão, o Brasil tem uma posição a favor da Palestina. "Essa ação é um passo importante para a solidariedade do Brasil com o povo palestino", afirmou ele, que pretende levar um grupo de deputados árabes para conversar com os refugiados.

Antes de chegarem ao campo Ruweished, o grupo estava refugiado no Iraque, mas abandonou o país após a queda do regime de Saddam Hussein, em 2003. Muitos palestinos conseguiram fugir para a Jordânia e Síria, onde foram abrigados em campos na fronteira com o Iraque. Segundo dados do ACNUR, calcula-se que atualmente cerca de 15 mil palestinos ainda estão no Iraque.

As condições em Ruweished, que fica a 70 km da fronteira com o Iraque, são muito precárias. Segundo informações do ACNUR, o campo é infestado por escorpiões, as tempestades de areia são constantes e as variações climáticas tornam a região inóspita.

"Queremos chamar a comunidade palestina e árabe em geral para ajudar e colaborar para que a vida dos refugiados palestinos no Brasil seja a mais normal possível", disse o secretário-geral da Federação Árabe Palestina do Brasil (Fepal), Emir Mourad.

Refugiados no Brasil

Atualmente, o Brasil possui cerca de 3,4 mil refugiados reconhecidos, provenientes de 69 nacionalidades diferentes. Segundo dados da CONARE, 78,1% dos refugiados vieram do continente africano, 8,94% do continente europeu, 6,85% do americano e 6,1% do asiático. Desse total, 74% são do sexo masculino e 26% do sexo feminino.

Desde 2004, o Brasil conta com o Programa de Reassentamento Solidário, que beneficia cerca de 200 refugiados, a maioria colombiana. Segundo informações do ACNUR, o reassentamento é uma medida de proteção que oferece um ambiente mais seguro para os refugiados que continuam enfrentando ameaças, perseguições e problemas de integração no país de refúgio.

Canal Futura quer parceria com televisões árabes

quarta-feira, 19 de setembro de 2007

São Paulo – O canal brasileiro de televisão Futura tem interesse em formar parcerias com canais de televisões árabes para o intercâmbio de profissionais, programas e co-produções. A afirmação foi feita à ANBA pela gerente-geral do Canal Futura, Lúcia Araújo. O Futura já tem parcerias com Moçambique, México e Equador. "Somos o primeiro canal do Brasil com um repórter africano no ar e queremos ser também o primeiro a ter um repórter árabe", afirmou Lúcia.

Um dos motivos para essa parceria é o fato do Brasil ter uma grande comunidade de árabes e descendentes e um dos ideais do Canal Futura é, justamente, mostrar para a população a formação da identidade brasileira. "Os brasileiros já sabem muito da contribuição japonesa e italiana, por exemplo, na formação da nossa cultura. Agora, queremos mostrar também a influência dos árabes, não só no quibe e na esfiha, mas também na dança, literatura e comércio", disse Lúcia,

Segundo ela, o Canal Futura já realizou programas com índios, africanos e europeus no Brasil. "Seria bem interessante fazer um programa sobre a convivência de árabes e judeus, por exemplo, no Brasil. O país daria um ótimo 'case' sobre essa convivência", disse Lúcia, que já tem várias idéias de programas. "Podíamos fazer vários programas mostrando essa herança cultural árabe para apresentar tanto aqui quanto lá (nos países árabes)", acrescentou.

De acordo com Lúcia, a idéia de ter parcerias com canais árabes seria para proporcionar mais informações sobre essa contribuição árabe no Brasil. "Gostaria de tentar traçar pontes para o reencontro das raízes", disse. A troca de programas e de repórteres, segundo ela, seria muito positiva.

Há três anos, Lúcia visitou a sede da Al Jazeera, rede de televisão árabe no Catar, e ficou bem entusiasmada com a emissora. "Precisamos restabelecer os contatos", disse.

Mais que um canal

O Canal Futura, com sede no Rio de Janeiro, foi criado em 1997 com o objetivo de levar mais educação ao povo brasileiro, não só educação escolar, mas em todas as áreas. Atualmente, sua programação é levada para 60 milhões de pessoas, por meio de antenas parabólicas, TV por assinatura e TV aberta.

Os programas do Futura também são utilizados por cerca de 12 mil instituições, entre escolas, creches, presídios, hospitais, centros de saúde, universidades, bibliotecas, ONGs, sindicatos, empresas e órgãos públicos. O conteúdo dos programas também é trabalhado por jovens e líderes comunitários em todos esses locais.

O Futura conta com a parceria de diversas empresas e associações, que além de contribuírem financeiramente, atuam ativamente da sua gestão e do desenvolvimento de seus programas e ações sociais. A qualidade do conteúdo do Canal Futura já despertou o interesse de redes internacionais, tanto que seus programas já foram licenciados para tvs da Europa, África, Estados Unidos, Ásia e América do Sul.

Contato

Canal Futura
Tel.+55 (21) 2502-0022
Email: lucia@futura.org.br
Site: www.futura.org.br


http://www.anba.com.br/noticia.php?id=15942

Hoje: palestra sobre arabismo - São Paulo

segunda-feira, 17 de setembro de 2007

São Paulo  - A Casa do Saber, espaço de cultura que tem duas sedes na cidade de São Paulo, receberá, na próxima segunda-feira (17), em sua unidade no Jardim Paulistano, o debate "Desdobramentos do Arabismo no Brasil".

O debate será seguido do lançamento do livro "Gramática do Árabe Moderno", de David Cowan, traduzido e adaptado por Safa Jubran. Também será lançada a Tiraz 3 – Revista de Estudos Árabes e das Culturas do Oriente Médio, publicação anual da Pós-Graduação em Língua, Literatura e Cultura Árabe da Universidade de São Paulo (USP).

O evento é uma promoção da Livraria da Vila, Instituto de Cultura Árabe, Editora Globo e Área de Língua, Literatura e Cultura Árabe da USP. Participam do encontro os articulistas e editores Adma Muhana, Antonio Brancaglion Jr., Leon Kossovitch, Mamede Mustafa Jarouche, Michel Sleiman, Miguel Attie Filho e Safa Jubran.

O debate ocorre entre 19h e 20h, no segundo andar da Casa do Saber, no auditório. O lançamento do livro e da revista acontece no andar térreo da Casa do Saber, onde fica a Livraria da Vila, das 20h às 22h. A Casa do Saber fica na rua Doutor Mário Ferraz, 414, no Jardim Paulistano, em São Paulo. A entrada é gratuita.

http://www.anba.com.br/noticia.php?id=15903

Prefeitura de São Paulo promove eventos culturais árabes

São Paulo – Dança folclórica da Síria, canções folclóricas libanesas, aula de poesia árabe, oficina de gastronomia, seminários e debates sobre a cultura árabe fazem parte da programação de setembro da Secretaria Municipal da Cultura da Prefeitura de São Paulo.   

Os eventos estão sendo realizados no Centro Cultural da Juventude (CCJ), espaço da prefeitura dedicado aos jovens, na Vila Nova Cachoeirinha e são gratuitos. Hoje (15), por exemplo, o Chef Samir, do Restaurante Folha de Uva, vencedor do prêmio "Melhor Prato do Brasil Servido em Restaurante", vai ensinar alguns pratos da culinária síria-libanesa.

Amanhã, no laboratório de idiomas do CCJ, as professora doutora em História, Arlene Clemesha, da Universidade de São Paulo (USP) e a presidente do Instituo da Cultura Árabe (Icarabe), Soraya Smaili, vão falar sobre a formação do mundo árabe e as influências da cultura árabe no mundo através dos tempos. No domingo (16), no projeto Café Cultural, encontro mensal que ocorre no CCJ, as professoras Arlene e Isabelle Soma, também da USP, discutir as atualidades do mundo árabe e o papel da mídia na divulgação dos fatos.

Na biblioteca do CCJ, no dia 19, os jovens vão aprender um pouco mais sobre a literatura e poesia árabe com o professor Michel Sleiman, tradutor e autor de "A Poesia Árabe- Andaluzza" e "Literatura Doutrinada na Corte de Avis".

No dia 20, é dia de música e dança. O grupo Mabruk vai apresentar um espetáculo de danças folclóricas da Síria, enquanto o músico e compositor Sami Bordokan vai dar um show de músicas folclóricas libanesas.

Para saber mais informações sobre a programação do CCJ acesse o site http://ccjuve.prefeitura.sp.gov.br/

A programação vai até o dia 29.

http://www.anba.com.br/noticia.php?id=15906




My great love

quinta-feira, 13 de setembro de 2007

Eu sonhei
I have been dreaming
e esperei
and waiting
por seu amor
for your love
e o meu coração se acostumou
and my heart have habit
a sonhar com você
of dreaming with you
E de repente eu te encontrei
and suddenly I found you
eu vi no seu olhar
I saw in your eyes
a paixão que eu sonhei pra mim
the passion that I dreamed

Quando eu te vi,

When I saw you
acreditei
I believed
Que o amor
That love
Não era só um sonho meu
wasn´t only a dream of mine
Eu acordei
I wake up
e o mundo inteiro acendeu
And the hole world has light
Não pára de brilhar
Don´t stop of shinning
E o meu olhar
and my eyes
só vê o seu
only see your eyes
eu encontrei
I have found
Meu grande amor
My great love

Pode chover
It can rain
o céu cair
the sky to fall
que nada vai
that nothing
tirar o que eu guardei
can take what I keep
dentro de mim
Inside me
é só pensar em você
Only think about you
no amor que guia
this love the guide
os nossos corações
our hearts
Se o mundo te esconder
If the world hide you
por traz de muros e prisões
behind walls and prisons
Te encontrarei
I will found you
Meu grande amor
My great love

Só os tolos podem pensar
Only the fools can think
que o amor se deixa enganar
that we can lie to the love
nada poderá
nothing can
mudar os rumos da paixão
change the routes of passion
Foi ele que nos escolheu
Was the love that choice us
não foi você nem eu
was not you or I
Meu grande amor
My great love

Aconteceu
It just happened
estava escrito assim
Maktube
eu em você, você em mim
I in you, you in me
Eu te encontrei
I found you
Meu grande amor
My great love


Music: Lara Fabian
Free translation: Mirela Goi

Mulheres árabes entre as 100 mais influentes do mundo

São Paulo - Cinco mulheres árabes fazem parte da lista das 100 mulheres mais influentes do mundo publicada na última semana pela revista Forbes. A publicação norte-americana é especializada em economia e negócios. As árabes ocupam o 72º, 79º, 82º, 97º e 99º lugares. O primeiro lugar na lista, entre as árabes, é de Maha Al-Ghunaim, presidente e diretora administrativa da companhia de investimentos Global Investment House (GIC), do Kuwait.

Maha tem 47 anos de idade e fundou, em 1998, a Global Investment House. Acabou cedendo, porém, o cargo de chefia a um banqueiro de mais idade. O motivo: por ser mulher, Maha não podia comparecer a reuniões informais na casa de executivos após o expediente, como reza a tradição do Kuwait, e é nesses encontros que muitas vezes negócios são fechados.

Em março de 2007, ela finalmente chegou à presidência da empresa. "A história e a experiência me ensinaram que se você fecha negócios, as pessoas entram em contato com você", diz. Sob seu comando, o banco de investimentos cresceu e hoje administra ativos de mais de US$ 7 bilhões. Recentemente, a companhia recebeu permissão para operar no Catar e agora pretende entrar na Arábia Saudita.

Maha Al-Ghunaim acredita que existem muitas oportunidades no Oriente Médio e Norte da África. Ela participa de mais de meia dúzia de conselhos, é presidente no Kuwait da organização pan-árabe Young Arab Leaders, que promove a educação e o empreendedorismo.

A mulher árabe de número 79 na lista da Forbes é Mozah Bint Nasser Al-Missned, primeira-dama do Catar. Mozah vem usando sua influência crescente para promover a educação e o desenvolvimento no mundo árabe e em seu país, rico em reservas de gás natural e sede da rede de TV Al-Jazeera, que pertence ao seu marido, o emir Hamad Ben Khalifa Al-Thani. Em maio último, Mozah viajou pelos Estados Unidos, onde fez uma série de discursos sobre as concepções errôneas que os ocidentais têm das mulheres muçulmanas e sobre a necessidade de se combater a violência no Oriente Médio por meio da erradicação da pobreza e da falta de esperança.

Recentemente, Mozah anunciou a criação da Fundação Árabe para a Democracia, com uma doação de US$ 10 milhões do seu marido, o emir do Catar. A fundação deverá incentivar o desenvolvimento da sociedade civil e estimular a liberdade de imprensa, entre outras ações. Mozah já defende a liberdade de expressão nos debates que ocorrem em Doha, capital do Catar, fóruns mensais onde são debatidas questões polêmicas com a participação de convidados como lideranças de Israel.

Uma das maiores realizações de Mozah Bint Nasser Al-Missned é a Cidade da Educação, um campus de 4,046 mil metros quadrados perto de Doha, que abriga filiais das universidades de Georgetown, Carnegie Mellon e Virginia Commonwealth.

A rainha da Jordânia, Rania Al-Abdullah, ocupa a 82ª posição na lista da revista Forbes. Rania é uma grande defensora dos direitos das mulheres no Oriente Médio. A rainha também chama a atenção para a necessidade de ajudar a juventude do mundo árabe. Muitas mudanças estão acontecendo por influência da rainha Rania. Um exemplo: a Injaz al-Arab, organização não-governamental (ONG) voltada para a educação de crianças em países árabes. Em abril deste ano, a Jordânia inaugurou seu primeiro museu interativo para crianças.

O trabalho de Rania for reconhecido nos Estados Unidos: em maio, a Universidade de Harvard batizou duas bolsas de estudo para mulheres jordanianas com o nome da rainha.

A 97ª posição na lista das 100 mulheres mais influentes do mundo, segundo a revista Forbes, é ocupada por Vidya Chhabria, presidente da companhia Jumbo Group, dos Emirados Árabes Unidos, com capital avaliado em US$ 2 bilhões. Chhabria assumiu a presidência do conglomerado em 2002, após a morte de seu marido, Manu Chhabria.

Sediado em Dubai, o grupo administra 28 companhias operando em mais de 50 países, nos setores de bens duráveis, produtos químicos, maquinário, bebidas alcoólicas e agricultura. A companhia é mais conhecida como proprietária da Jumbo Electronics, uma das maiores distribuidoras de produtos eletrônicos, tecnologia da informação, produtos para o setor de telecomunicações e eletrodomésticos do mundo.

O 99º lugar na lista da Forbes é ocupado por Lubna Al Qasimi, ministra da Economia dos Emirados Árabes Unidos. Lubna assumiu o cargo em 2004. Ela ficou em evidência no ano passado, após a tentativa da companhia Dubai Ports World de assumir a administração de importantes portos nos Estados Unidos. Coube a Lubna tranqüilizar o mercado internacional.

Em abril deste ano, Lubna foi aos Estados Unidos em missão especial e reuniu-se com 30 congressistas, durante quatro dias, para "mostrar a cara dos Emirados Árabes Unidos", como ela mesma diz, com um sotaque norte-americano perfeito. Em seu país, Lubna implementou leis mais rigorosas para evitar a ação de especuladores no mercado de ações, exigiu maior transparência e introduziu conceitos de governança corporativa. A ministra de 49 anos de idade viaja para quatro países por mês para promover relações comerciais. "Estamos construindo nossa 'marca'", ela afirma.

Formada em ciência da computação pela California State University, Lubna foi diretora de tecnologia da informação do Departamento de Portos de Dubai. Posteriormente, o vice-presidente dos Emirados Árabes Unidos, Mohammed Bin Rashid Al Maktoum, encarregou Lubna de cuidar de uma nova empresa de comércio eletrônico (www.tejari.com), que ela transformou na maior companhia on-line de business-to-business (B2B) do Oriente Médio.

Em junho deste ano, Qasimi lançou um perfume com seu nome, na loja de artigos de luxo Saks Fifth Avenue em Dubai, e doou 20% do lucro para a organização de Dubai Amigos dos Pacientes de Câncer, onde é membro do conselho administrativo. O restante do lucro ficou com o criador do perfume e com a Saks.

Pelo segundo ano consecutivo, Angela Merkel, primeira mulher a ser eleita chanceler da Alemanha, encabeça a lista de mulheres mais influentes do mundo. Entre outras realizações, Merkel conseguiu fazer com que os países membros do G8 concordassem em reduzir de forma significativa a emissão de gás carbônico e convenceu os países da União Européia (UE) a assinar um acordo para modificar a Constituição Européia.

*Tradução de Gabriel Pomerancblum
http://www.anba.com.br/noticia.php?id=15802

Akon - Sorry, Blame It On Me

sábado, 8 de setembro de 2007

As life goes on I’m starting to learn more and more about responsibility
I realize everything I do is affecting the people around me
So I want to take this time out and apologize for things I have done
And things that have not occurred yet
And the things they don’t want to take responsibility for

I’m sorry for the times I left you home
I was on the road and you were alone
I’m sorry for the times that I had to go
I’m sorry for the fact that I did not know
That you were sitting home just wishing we
Could go back to when it was just you and me
I’m sorry for the times I would neglect
I’m sorry for the times I disrespect

I’m sorry for the wrong things that I’ve done
I’m sorry I’m not always there for my son
I’m sorry for the fact that I am not aware
That you can’t sleep at night when I am not there
Because I am in the streets like everyday
Sorry for the things that I did not say
Like how you are the best thing in my world
And how I am so proud to call you my girl

Chrous:
I understand that there’s some problems
And I’m not too blind to know
All the pain you kept inside you
Even though you might not show

If I can't apologize for being wrong
Then it’s just a shame on me
I’d be the reason for your pain
And you could put the blame on me

you could put the blame on me
you could put the blame on me
you could put the blame on me
you could put the blame on me

said, you could put the blame on me
said, you could put the blame on me
said, you could put the blame on me
you could put the blame on me

I'm sorry for the things that he put you through
and all the times you didn't know what to do
I'm sorry that you had to go and sell those bags
To try to stay busy till you heard from dad
You would rather be home with all your kids
as one big family with love and bliss
Even though pops treated us like kings
He got a second wife and you didn't agree

He got up and left you there all alone
I'm sorry that you had to do it on your own
I'm sorry that I went and added to your grief
I'm sorry that you son was once a thief

I'm sorry that I grew up way to fast
I wish I would've listened and not be so bad
I'm sorry that your life turned out this way
I'm sorry that the feds came and took me away

I understand that there’s some problems
And I’m not too blind to know
All the pain you kept inside you
Even though you might not show

If I can't apologize for being wrong
Then it’s just a shame on me
I’d be the reason for your pain
And you could put the blame on me

you could put the blame on me
you could put the blame on me
you could put the blame on me
you could put the blame on me

said, you could put the blame on me
said, you could put the blame on me
said, you could put the blame on me
you could put the blame on me

I’m sorry that it took so long to see
But they were dead wrong, trying to put it on me
I’m sorry that it took so long to speak
But I was on tour with Gwen Stefani

I’m sorry for the hand that she was dealt
And for the embarrassment that she felt
She’s just a little young girl tryin to have fun
But daddy should of never let her out that young

I’m sorry for Club Zen getting shut down
I hope they manage better next time around
How was I to know she was underage
In a 21 and older club they say

Why doesn’t anybody want to take blame
Verizon backed out, disgracing my name
I’m just a singer trying to entertain
Because I love my fans, I’ll take that blame

Even though the blame’s on you
Even though the blame’s on you
Even though the blame’s on you
I’ll take that blame from you

And you could put that blame on me
And you could put that blame on me
you could put that blame on me
you could put that blame on me

And you could put the blame on me
And you could put the blame on me

My personal CD (listening)

1- Fergie - Big Girls Don´t Cry
2- Akon - Dont Matter
3- R. Kelly - The Storm is Over
4- Shakira - Don´t Bother
5- Madonna - The Power of Good-bye
6- Biquini Cavadão - Quando eu te encontrar
7- Rihanna - Umbrella
8- Akon - Sorry, Blame It On Me
9- Marina Lima - Eu te amo você
10- Vanessa da Mata - Gatos
11- Westlife - Flying Without Wings
12- Lara Fabian - Meu Grande Amor
13- Whigfield - Junto a ti
14- Natacha Atlas - Gafsa
15- Nelly Furtado feat.Timbaland- Say it righ

Everybody's looking for that something
One thing that makes it all complete
You'll find it in the strangest places
Places you never knew it could be

Some find it in the face of their children
Some find it in their lover's eyes
Who can deny the joy it brings
When you've found that special thing
You're flying without wings

Some find it sharing every morning
Some in their solitary lives
You'll find it in the words of others
A simple line can make you laugh or cry

You'll find it in the deepest friendship
The kind you cherish all your life
And when you know how much that means
You've found that special thing
You're flying without wings

So, impossible as they may seem
You've got to fight for every dream
Cos who's to know which one you let go
Would have made you complete

Well, for me it's waking up beside you
To watch the sunrise on your face
To know that I can say I love you
In any given time or place

It's little things that only I know
Those are the things that make you mine
And it's like flying without wings
Cos you're my special thing
I'm flying without wings

And you're the place my life begins
And you'll be where it ends

I'm flying without wings
And that's the joy you bring
I'm flying without wings


"Flying Without Wings" - Westlife

A picture because i´m happy today

quinta-feira, 6 de setembro de 2007

Mesmo tento os mesmos motivos de tristeza!
Eu estou muito feliz hoje! :-)

Já ouviu alguém dizer, eu não prometi nada!

Isso não existe, a promessa é algo que não precisa ser dita, ou pensada. Quando damos carinho a alguém, a promessa surge como pode surgir o amor, ou a amizade.

Promessa é sentimento.

Próxima atração do Unimed Arte

- Artista: Marina Lima

- Datas: 02 e 03 de outubro

- Horário: 21h00

- Local: Teatro Interno do Centro de Convivência Cultural

- Início das vendas: 25 de setembro - terça à domingo, nas bilheterias do centro de convivência cultural, das 16h às 20h.
25 de setembro até 28 de setembro, das 12h às 15h - exclusivo para cooperados e funcionários - sede da Unimed Campinas.

- Preços:
Inteira: R$ 50,00
Clientes Unimed Campinas: R$ 40,00
Estudantes e maiores de 65 anos: R$ 25,00


rss desta vez eu vou!!

Love you I

Acho que não sei não
I don´t think so, no
Eu não queria dizer
I won´t wanna say
Tô perdendo a razão
I´m losing my mind
Quando a gente se vê
When we see each other

É tudo tão difícil
Eut everything is so hard
Que eu não vejo a hora
That I can´t expect the time
Disso terminar
of the end
E virar só uma canção
and turn it only a song
Na minha guitarra
in my guitar

Eu te amo você
Love you I
Já não dá prá esconder
Also I can´t hide
Essa paixão
This passion

Eu queria te ver
I wanna see you
Sentindo esse lance
feeling the same thing
Tirando os pés do chão
Foots in the air
Típico romance
Kind romantic

Mas tudo é tão difícil
But, everything is so hard
Que era mais fácil
That was easy
Tentarmos esquecer
Try to forget
E virar só uma ilusão
And turn it only a ilusion
Nessa madrugada
In this night

Eu te amo você
Love you I
Já não dá prá esconder
Also I can´t hide
Essa paixão
This passion

Mas não quero te ver
But won´t see you
Me roubando o prazer da
Stolen my preasure
Solidão
of loniness

Eu te amo
I love you
Te amo você
Love you I
Não precisa dizer
Dont need say
O mesmo não
The same, no
Mas não quero te ver
But won´t see you
Me roubando o prazer da
Stolen my preasure
Solidão
of loniness


Marina Lima

Free translation: Mirela Goi

Jogo dos Faraós

São Paulo – Um dos jogos de tabuleiro de madeira mais vendido pela empresa paulista Mitra - Oficina de Criação é o Senet, ou Jogo dos Faraós. Originário do Antigo Egito, há mais de cinco mil anos, e considerado como o precursor do gamão, o Senet hoje ajuda as crianças brasileiras a desenvolver o raciocínio e aprender história.

A idéia de produzir e adaptar o jogo para as crianças foi da professora de Educação Artística, Marta Giartini, que junto com seu marido, Jorge Massao Takehara, formado em engenharia, criou a pequena empresa Mitra, que produz 18 tipos diferentes de jogos de tabuleiro de madeira. Segundo Marta, o jogo mais vendido por eles é o Futebox, de futebol, e em segundo lugar está o Senet. "É um jogo que tem uma bagagem cultural muito forte. Foram encontrados milhares de fragmentos do jogo em diversas escavações arqueológicos no Egito", afirmou.

De acordo com Marta, os faraós tinham tabuleiros bem mais rebuscados, feitos com material mais nobre, do que o resto da população. Existem relatos de que foi encontrado um tabuleiro de ébano e marfim, com as peças em ouro, no túmulo de Tutankamon, um dos faraós mais famosos do Egito.

No tabuleiro adaptado por Marta há cinco hieróglifos desenhados. Cada um representa uma "casa de proteção", ou uma armadilha. O Senet, que é para ser jogado entre duas pessoas, é composto por um tabuleiro de madeira com 30 casas, cinco peças brancas, cinco peças escuras e quatro bastões, que são usados como dados para o jogador avançar as casas. "É um jogo de percurso. Ganha quem percorrer primeiro com todas as peças até a última casa", explicou Marta.

Segundo ela, junto com o jogo vai um papel com as instruções e a história da origem do jogo. Isso se repete para cada um dos jogos produzidos pela empresa. A linha desenvolvida pela Mitra vem de tradições populares, desde as civilizações mais antigas até as atuais "Trabalhamos com vários dos jogos mais antigos do mundo", disse Marta. Entre os países de origem estão China, Ilha de Madagascar, Nepal, Dinamarca e diversas outras nações da Europa e África.

O curioso é que todos os jogos da Mitra, quando estão com os tabuleiros fechados, têm o formato de um livro. "No começo fazíamos estojos, mas sobrava muito espaço vazio dentro da caixa, então resolvi adaptar em formato de livro. Acho que foi uma boa idéia, porque o livro tem um respeito maior das crianças do que os brinquedos em geral. Elas tomam mais cuidado", disse Marta.

Cinco anos

A Mitra está há cinco anos no mercado brasileiro. Além dos jogos de tabuleiro, como damas, trilha e gamão, a empresa trabalha também com outros jogos educativos e desafios individuais. Todos são feitos com madeira reflorestada. Na produção, trabalham apenas Marta, seu marido e mais uma artesã. Mesmo assim, a Mitra fornece, atualmente, para mais de 150 lojas no Brasil.

Segundo Marta, eles produzem entre 500 e 600 jogos por mês, mas têm capacidade para produzir até 2 mil. "Nossa idéia agora é começar a exportar. Já estamos fazendo curso para capacitação e vendo algumas feiras", disse.

Contato

Mitra – Oficina de Criação
Tel. +55 (11) 5845-1544
Fax +55 (11) 5845-0803
Site: www.mitraciacao.com.br


Marina Sarruf
http://www.anba.com.br/noticia.php?id=15801

The Storm Is Over Now

segunda-feira, 3 de setembro de 2007


I was in a tunnel
And couldn't see the light
And whenever I'd look up
I couldn't see the sky
Sometimes when I'm standin'
It seems like I done walked for miles
And my heart could be cryin'
Dead in the middle of a smile

But then I climbed the hills
And saw the mountains
I hollered help 'cause I was lost
Then I felt the strong wind
Heard a small voice sayin'

The storm is over
(The storm is over now)
And I can see the sunshine
(Somewhere beyond the clouds)
I feel Heaven, yeah
(Heaven is over me)
Come on and set me free, whoa

Now in the midst of my battle
All hope was gone
Downtown in a rushed crowd
And felt all alone
And every now and then
I felt like I would lose my mind
I've been racin' for years
And still no finish line, oh

But then I climbed the hills
And saw the mountains (Mountains)
I hollered help 'cause I was lost
Then I felt the strong wind
And then a small voice sayin'

The storm is over
(The storm is over now)
And I can see the sunshine
(Somewhere beyond the clouds)
I can feel Heaven, yeah
(Heaven is over me)

Come on and set me free

Somehow my beginning stepped right in (Right in)
Then faith became my friend (My friend)
And now I can depend
On the voices of the wind
When it's sayin' (Sayin')

The storm is over
(The storm is over now)
And I can see the sunshine
(Somewhere beyond the clouds)
I can feel Heaven, yeah
(Heaven is over me)

Won't you come and set me free
Won't you set me free

The storm is over
(The storm is over now)
And I can see the sunshine
(Somewhere beyond the clouds)
I can feel Heaven, yeah
(Heaven is over me)
Won't you come and set me free