Parte III - Fundamentos do Budismo: Macrocosmo e microcosmo, uma busca pelo uno

segunda-feira, 14 de abril de 2008

Há hoje um consenso em todo o mundo, nos diversos campos da atuação humana, de que, de alguma forma, macro e microcosmo estão intimamente relacionados. De fato, afirmar o contrário seria ir contra quase todas as tendências existentes. Chega a causar admiração imaginar que, em eras anteriores, o homem considerava o macro e o micro como sistemas separados e sem nenhum vínculo entre si. A história dessa fenomenal mudança de visão é a própria história do pensamento ocidental, como se verá nas páginas seguintes. E ela aponta para uma direção: a de que a conscientização quanto a essa questão — mais especificamente, que não há motivos para uma distinção formal entre o macro e microcosmo — traz também uma maior conscientização do papel do homem neste vasto, enigmático, porém magnífico, Universo.

Em tudo, um pouco de tudo — a cisão entre o macro e o micro

Na história do Ocidente, foram os gregos os primeiros a procurar entender o que é o Universo e tudo o que nele existe. A idéia básica era simples: para se entender o todo (o macrocosmo), é preciso primeiro entender do que ele é feito. Assim, a busca pelo conhecimento do Universo iniciou com o estudo da menor estrutura de que ele seria feito (o microcosmo). Leucipo e Demócrito (com maior ênfase neste último) foram os primeiros a postular a existência de um vazio em meio ao qual se moveriam os átomos (as menores partículas existentes). Para eles, todo o Universo seria basicamente um vazio contínuo, incorpóreo e infinito entremeado por partículas corpóreas e descontínuas, os átomos.1

Atualmente, a ciência sabe com certeza que o átomo não é a menor partícula do Universo e se especula que o "vácuo" de que ele é feito não seja exatamente vazio [leia mais adiante]. No entanto, pode-se perceber já nesta alvorada do pensamento ocidental uma tentativa abrangente de compreender (ou pelo menos de se equacionar) o Universo, busca esta que originou um sem número de diferentes cosmogonias.

Leucipo, Demócrito e outros gregos são considerados os pais da filosofia ocidental. E logo se percebeu que a Filosofia, em sua hercúlea tarefa de universalizar o conhecimento, sozinha, era insuficiente. Aos poucos, o homem se deu conta de que era preciso se especializar. Assim, aos filósofos, antes ávidos em conhecer tudo, coube a missão de investigar as questões da alma. Alguns, como Hipócrates, que buscavam suas respostas na fisiologia humana, deram origem às Ciências Biológicas. Da mesma forma, a Matemática, Química, Astronomia e praticamente todos os grandes ramos das Ciências Naturais originaram-se dos esforços pioneiros dos filósofos gregos em sua busca pelo conhecimento.

Assim, a própria necessidade pela especialização do conhecimento — que, de fato, rendeu imensos progressos à humanidade —, criou o que poderia ser considerado uma compartimentalização do saber, gerando também a distinção entre o macro e o microcosmo.

Em busca do uno perdido: um eterno retorno



Mas algo estava errado. Algo sempre esteve errado. É como se bem no íntimo da alma humana, alguma coisa martelasse a mente do homem lembrando que a compreensão do Universo estava incompleta sem uma busca pelo uno, o que também pode ser entendido aqui, talvez, como uma ânsia por uma verdade universal ou um retorno à origem, ao estado original, quando tudo era perfeito.

Afinal de contas, a Natureza, com suas leis harmônicas, não cessava de dar pistas da existência de uma ordem natural em tudo. Por exemplo, desde a Antiguidade se conhecia fatos como a Razão Áurea [leia no box das págs. 8–9] e a mitologia e as artes jamais se cansaram de expressar sua preocupação pelo retorno do homem à origem: não seria o esforço de Adão e Eva de voltar ao Paraíso como um retorno à sua condição primeva? Os cavaleiros do rei Arthur não procuravam retornar o santo cálice ao seu local de origem? Moisés não prometeu retornar todo o seu povo à terra prometida? Mesmo clássicos modernos baseados em tradições mitológicas, como a trilogia O Senhor dos Anéis, apregoam o retorno à uma origem harmônica e perfeita.

Pode-se afirmar que, de certa forma, a religiosidade e as diferentes correntes místicas em geral de certa forma tentaram, ou tentam, ocupar uma função na psique humana que as próprias ciências naturais não foram capazes de preencher.

Na filosofia, Friedrich Nietsche, partindo de duas premissas básicas — o tempo é infinito e as forças são finitas — acreditava que a idéia do retorno era uma necessidade lógica. É dele a famosa Doutrina do Eterno Retorno, e são dele estas palavras: "Pensemos este pensamento em sua forma mais terrível: a existência, assim como é, sem sentido e alvo, mas inevitavelmente retornando, sem um final ao nada: o eterno retorno.

"Essa é a mais extrema forma do niilismo: o nada (o 'sem sentido') eterno!

"Forma européia do budismo: a energia do saber e da força coage a uma tal crença. É a mais científica de todas as hipóteses possíveis. Negamos alvos finais: se a existência tivesse um, teria alcançado."2 [NR: Os grifos são do próprio Nietzsche.]

No campo da psicanálise, Carl Jung foi um dos primeiros a identificar o retorno ao uno como uma necessidade psicológica natural do ser humano. Para ele, esse retorno seria a busca pelo Self (em alemão, Selbst): "Um novo centro ontológico e antropológico é retomado pelo Romantismo e pela psicologia junguiana, o qual é chamado de Selbst. Selbst é um substantivo alemão neutro que revela a concepção do homem que se funda sobre tudo que se denominou de substância ou sobre tudo que se denominou de espiritualmente essencial. O Selbst para os românticos seria o centro que se situa no coração espiritual de cada ser humano. Centro de convergência do 'de fora' e do 'de dentro', espaço da imaginação ativa, expressão da unidade dos opostos, e onde o microcosmo que é o homem une-se ao macrocosmo que é o divino ou a Natureza, o que define a eternidade da nossa existência e de nossa consciência."3

NOTAS 1. Cf. Pré-Socráticos, Coleção Os Pensadores, São Paulo, Editora Nova Cultural, 1996, pág. 31. 2. Nietzsche, Coleção Os Pensadores, São Paulo, Nova Cultural, 1987, vol. II, pág. 163. 3. http://www.rubedo.psc.br/artigosb/visaopsi.htm

A Física moderna e a mente de Deus

 

Se, por um lado, as ciências naturais, a mitologia e as artes sempre intuíram a necessidade de um retorno ao uno — em outras palavras, a reunificação do macrocosmo e do microcosmo —, por outro lado, não se pode negar que atualmente as ciências exatas estão dando passos gigantescos nessa direção. Segundo alguns cientistas, é apenas uma questão de tempo.

E o principal protagonista disso é uma área do conhecimento científico relativamente nova, comparada às outras: a Física. Atualmente, os cientistas explicam o Universo com base em duas grandes correntes teóricas: a Teoria da Relatividade Geral e a Mecânica Quântica. Infelizmente, ambas descrevem o Universo apenas de forma parcial.

A Teoria da Relatividade Geral, elaborada pelo gênio alemão no início do século XX, descreve a força da gravidade e o Universo em grande escala. A Mecânica Quântica é a física das pequenas partículas, em escalas que chegam a um milionésimo de milionésimo de centímetro [leia no box das págs. 12–13]. Atualmente, os cientistas buscam uma terceira teoria que unifique as duas primeiras e que chamam de Teoria Quântica da Gravidade. Em outras palavras: a ponta de lança da Física moderna hoje é justamente encontrar uma linha de pensamento que descreva o macrocosmo e o microcosmo, ao mesmo tempo. Sem exageros, aquele que primeiro conseguir unificá-las certamente se juntará a Albert Einstein no panteão dos grandes intelectos da humanidade.

Einstein (que, aliás, rejeitava a idéia bíblica de Deus) afirmou que "Deus não joga dados", para defender a existência de uma ordem no Universo. Talvez numa alusão ao cientista alemão, Stephen Hawking, um dos mais importantes físicos teóricos da atualidade, assim descreveu sua própria busca por uma teoria unificada: "Se realmente descobrirmos uma teoria completa, seus princípios gerais deverão ser, no devido tempo, compreensíveis para todos, e não apenas para uns poucos cientistas. Então, todos nós, filósofos, cientistas e simples pessoas comuns, seremos capazes de participar da discussão de por que é que nós e o Universo existimos. Se encontrarmos uma resposta para essa pergunta, seria o triunfo último da razão humana — porque, então, conheceríamos a mente de Deus".4

A Mecânica Quântica ou Física Quântica e a Relatividade Geral revelaram um leque de novas e antes impensadas probabilidades. Com base particularmente em complexas equações matemáticas, esses novos ramos das ciências prevêem a existência de buracos negros, espaço–tempo curvo e pontes entre diferentes regiões do espaço–tempo (hoje denominadas de "buracos de minhoca"). Elas também afirmam que o espaço "vazio" poderia, na verdade, estar preenchido com pares de partículas e antipartículas virtuais. Essas partículas teriam comprimento, mas nenhuma outra dimensão, assemelhando-se a finíssimas cordas, o que ficou conhecido como Teorias das Cordas (por serem várias teorias que adotam essa hipótese).5

Mas nem tudo é consenso. Alguns autores mais críticos argumentam que, pelo fato de a Mecânica Quântica ser extremamente complexa e por haver um universo (literal e metaforicamente falando) entre ela e a Teoria da Relatividade Geral, algumas de suas conclusões poderiam levar a se afirmar quase tudo sobre tudo, por exemplo, a existência de fenômenos paranormais, como a telepatia, levitação, cura pela imposição de mãos, teleportação, e assim por diante.6

Um Universo sistêmico

No início do século XX, uma nova forma de pensar começou a tomar forma e a expandir-se para as artes e as ciências humanas, ganhando terreno em disciplinas como a Lingüística, a Psicologia, a História, a Semiótica, a Epistemologia, a Matemática e uma em especial: o Estruturalismo. Basicamente, é uma forma de pensar e um método de análise que examina grandes estruturas, as relações e funções entre seus componentes e as relações com outras estruturas. Nomes como Lévi-Strauss, Althusser, Merleu-Ponty, Bachelard, Foucault, Derrida, Adorno, Arendt, Eco, Peirce, Saussure, Barthes e muitos outros passaram a ser conhecidos de quase todos os estudantes de Ciências Humanas.7 Sua importância para se entender a cultura do século XX é tamanha que o Estruturalismo ganhou força de movimento, chegando a influenciar ideologias, como o Marxismo.

De certa forma, o Estruturalismo pode ser pensado como uma tentativa de se entender agregados de sistemas. Em outras palavras, estudar as relações entre as partes para se entender o todo. Poderia se pensar, com certa dose de ironia e liberdade de expressão, que a busca pelo conhecimento compartimentalizado iniciado com os gregos (para se entender o microcosmo), no século XX voltou-se a totalizar na busca da compreensão do macrocosmo.

A partir dessas premissas, autores mais recentes propuseram uma união do racional ao espiritual, surgindo assim as abordagens holísticas, justamente para se chegar a um denominador comum entre o macro e o microcosmo. Entre esses, um dos autores que mais se destacam é Fritjof Capra. Por exemplo, ele afirma: "A concepção sistêmica vê o mundo em termos de relações e de integração. Os sistemas são totalidades integradas, cujas propriedades não podem ser reduzidas às de unidades menores. Em vez de se concentrar nos elementos ou substâncias básicas, a abordagem sistêmica enfatiza princípios básicos de organização. Os exemplos de sistemas são abundantes na natureza. Todo e qualquer organismo — desde a menor bactéria até os seres humanos, passando pela imensa variedade de plantas e animais — é uma totalidade integrada e, portanto, um sistema vivo. As células são sistemas vivos, assim como os vários tecidos e órgãos do corpo, sendo o cérebro humano o exemplo mais complexo. Mas os sistemas não estão limitados a organismos individuais e suas partes. Os mesmos aspectos de totalidade são exibidos por sistemas sociais — como o formigueiro, a colméia ou uma família humana — e por ecossistemas que consistem numa variedade de organismos e matéria inanimada em interação mútua. O que se preserva numa região selvagem não são árvores ou organismos individuais, mas a teia complexa de relações entre eles."8

Assim, não haveria uma separação clara e definida entre o macrocosmo e o microcosmo, e eles poderiam ser concebidos como uma infinidade de sistemas entrelaçando-se, influenciando-se e formando um único e gigantesco organismo. O próprio uno em si.

Budismo: sabedoria universal

 

Para se entender qualquer filosofia oriental, é necessário, antes de mais nada, que o indivíduo se abstraia da estrutura greco–hebraica pela qual se apóia o modo de vida ocidental. Harold Bloom, um dos mais importantes e conhecidos críticos literários do mundo, acredita piamente que o homem do Ocidente pensa como os gregos (que, afinal, fundaram a civilização ocidental) e sente como os hebraicos (que, por sua vez, fundaram as mais importantes religiões do Ocidente).9

O budismo não é exceção. Somente a partir dessa abstração é possível entender plenamente conceitos como "existência e não-existência" (kuu), "três mil mundos num único momento da vida" (itinen sanzen) e outros. E somente assim é possível se admirar com as espantosas semelhanças entre esses conceitos e alguns mistérios que apenas recentemente as ciências, em particular a Física, vêm desvendando.

Einstein, com sua Teoria da Relatividade Geral, demoliu totalmente a noção convencional de tempo, ao explicar que ele é relativo, o que muito lembra o conceito de "tempo sem início" (kuon ganjo). A Mecânica Quântica, ao propor a existência de matéria e antimatéria e afirmar que o "vazio" do Universo não é exatamente "vazio", parece fazer ressoar o conceito budista de "existência e não-existência" (kuu).

Assim como a Física propõe a teoria do Big Bang para explicar a origem do Universo, o budismo também fala de um passado inimaginavelmente remoto, chamado gohyaku jintengo, e de uma causa original e um efeito original.

Conceitos como a unicidade do ser vivo e seu ambiente (esho funi) e da mente e seu corpo (shiki shin funi) são hoje bem assimilados pela Ecologia e pela Medicina [leia nos boxes das págs. 14 e 15].

O budismo também propõe um retorno do indivíduo (o microcosmo) ao seu "eu" original e macrocósmico —, em outras palavras, a manifestação do estado de Buda original de cada um. Além disso, a idéia de que todos os fenômenos no Universo estão relacionados entre si também encontra eco no budismo, que explica o conceito de origem dependente [engui, leia no box da pág. 15]. E os impressionantes esforços dos cientistas para elaborar uma Teoria da Gravidade Quântica (e, assim, unificar suas concepções de macrocosmo e microcosmo) encontram paralelo nos igualmente impressionantes esforços de Nitiren Daishonin de desvendar uma lei geral do Universo, unificando os mundos natural e espiritual, a qual ele denominou Nam-myoho-rengue-kyo.

Por outro lado, é grande o número de autores ocidentais que associam conceitos budistas ao pensamento ocidental. Além dos já mencionados Nietzsche, Jung, Capra, poderiam ainda ser listados autores como Arthur Schopenhauer, James Lovelock e outros.

O presidente da SGI, Daisaku Ikeda, assim explica a visão budista de macro e microcosmo: "O budismo afirma que a vida interior dos indivíduos corresponde à vastidão do 'cosmo exterior' do mundo dos fenômenos. O mundo interior vibra com a ilimitada energia da benevolência, amor, sabedoria, razão, assim como as várias emoções, impulsos e desejos. A cada instante, essa energia surge de dentro para criar, em interação com o cosmos que habitamos, um novo ser, um novo mundo. Quando nosso cosmo interior está em harmonia dinâmica, sua energia criativa é comunicada ao mundo em ondas de alegria, encontrando uma expressão concreta nas ações marcadas pela razão, sabedoria e benevolência. Em contraste, quando o cosmo interior perde seu ritmo essencial, sua energia assume aspectos destrutivos, agressivos e dominadores, como a cobiça e outros impulsos obscuros. Nessas circunstâncias, a vida interior é uma terra desolada. A desertificação exterior do planeta corresponde exatamente à desertificação espiritual da vida interior.

"A forma como nos relacionamos com nós mesmos (nossa vida interior) está intimamente ligada à forma como nos relacionamos com nossos companheiros (nossa vida na sociedade). E isso está inextricavelmente ligado a como nos relacionamos com o mundo natural. Seres humanos cujo ambiente interno é despojado e desolado caem facilmente presas de uma espécie de egocentrismo que inevitavelmente se manifesta em atos de dominação, exploração e destruição nos mundos social e natural.

"Mas o inverso é igualmente verdade. A natureza íntima e mutuamente interativa da ecologia da Terra, da sociedade humana e da vida interior dos indivíduos significa que a influência harmonizadora da benevolência e da sabedoria que brota de dentro do indivíduo pode ter um efeito transformador positivo até mesmo nos problemas em escala global. A chave para a transformação é a vontade consciente nas profundezas da vida do indivíduo.

"Focando inicialmente nossa vida interior — nosso relacionamento com nós mesmos — o budismo revela e ilumina a lei de causalidade que governa os processos pelos quais tanto os padrões positivos (criativos) quanto os negativos (destrutivos) são registrados e as energias potenciais armazenadas na profundeza de nossa vida. Ao mesmo tempo, o budismo objetiva direcionar a luz da sabedoria budista para o exterior, para revelar a natureza verdadeira e original de todos os fenômenos e gerar suas possibilidades mais criativas, incluindo as sociedades e culturas humanas.

"O mundo fenomenal constitui uma grande rede de elementos mutuamente interativos e sobrepostos, entrelaçados por meio dos fios da causalidade. Essa rede de relacionamento mútuo estende-se para o exterior, abrangendo os mais distantes limites do Universo. Dessa forma, o budismo vê todos os fenômenos do Universo — não somente aqueles que são explicitamente vivos do ponto de vista biológico — como partes integrantes da vida, como entidades 'vivas'."10

Cada vez mais, ciência e budismo parecem chegar a uma convergência de idéias e conceitos sobre os grandes mistérios do Universo. A Física, e em especial a Teoria da Gravidade Quântica, oferece perspectivas animadoras. Mas, aonde essa jornada humana para se entender a ordem do Universo levará? Que resultados trará? Ainda é cedo para respostas. De concreto, sabe-se apenas que essa é a mais fantástica jornada já empreendida pelo esforço humano em todos os tempos. Só essa jornada já valerá a pena.

Notas 4. Hawking, Stephen e Mlodinow, Leonard. Uma Nova História do Tempo. Rio de Janeiro, Ediouro, 2005, pág. 145. 5. Todos esses conceitos encontram-se no livro de Hawking & Mlodinow. 6. Cf. Toben, Bob e Wolf, Fred Alan. Espaço–Tempo e Além, Rumo a uma Explicação do Inexplicável — A Nova Edição. São Paulo, Editora Cultrix, 1982. 7. Uma introdução didática do pensamento estruturalista pode ser encontrada em Fifty Key Contemporary Thinkers — From Structuralism to Postmodernity, John Lechte, Londres e Nova York, Routledge. 8. Capra, Fritjof. O Ponto de Mutação. São Paulo, Editora Cultrix, 1997, pág. 260. 9. Cf. Bloom, Harold. Onde Encontrar a Sabedoria. São Paulo, Editora Objetiva, 2005, pág. 50. 10. SGI Quarterly, abril de 2006, págs. 12–13.

Razão áurea

O homem sempre teve necessidade de estar ligado a crenças divinas e de buscar a origem do Universo, tentando encontrar nas respostas suas próprias raízes. Para tanto, procurou ordenar tudo que o rodeava. Dessa busca, pode-se dizer, chegou-se à razão áurea, também chamada de proporção áurea, razão de ouro, número de ouro, número áureo ou divina proporção. É uma constante transcendente que tem sido motivo de estudo desde os mais remotos tempos e representa, segundo os estudiosos, a mais agradável proporção entre dois segmentos ou duas medidas. Essa proporção foi identificada como sendo equivalente a 1,618, e convencionou-se chamá-la de Phi ( ), em homenagem ao arquiteto grego Fídias (Phidias), construtor do Partenon e que utilizou o número de ouro em muitas de suas obras.

Não se sabe ao certo quem começou a estudar esse misterioso número. A primeira definição dessa proporção aparece no livro II dos Elementos de Euclides, mas muitos acreditam que este se baseou em estudos anteriores de Theodoro de Cyrene ou de Pitágoras.

Como pode ser visto, o número Phi não é objeto exclusivo da Geometria. Sua utilização é freqüente em pinturas renascentistas. Este número está envolvido com a natureza do crescimento e pode ser encontrado na proporção em conchas (o náutilo, por exemplo), seres humanos (o tamanho das falanges, ossos dos dedos), plantas e em inúmeros outros exemplos que envolvem a ordem de crescimento.

O homem também se valeu da razão áurea para construir inúmeras obras e monumentos (outros exemplos famosos além do Partenon são as pirâmides do Egito), para compor peças musicais (há artigos que a relacionam às composições de Mozart, Beethoven e Schubert) por ser o número que expressa a mais perfeita relação de harmonia já conseguida pelas mãos humanas. Ainda hoje, faz-se presente nos estudos e criação de novos produtos para que sejam visualmente atrativos.

No entanto, torna-se difícil separar a eterna procura por relações com as divindades, iniciada pelos gregos, com relações matemáticas concretas. Em muitas situações não há respostas claras para questões sobre o surgimento da razão áurea em alguns elementos. Será que ela aparece por ser realmente importante ou é apenas uma "coincidência" forçada pelo homem? Essa incerteza, no entanto, é o que a torna ainda mais fascinante.

Se o ponto C é tal que AB/AC = AC/CB, então AB/AC = AC/CB = Phi

Euclides definiu a razão a partir de um segmento e usou essa razão para calcular áreas, construir o pentágono regular, o icosaedro e o dodecaedro.

Física Quântica

 

A Física Quântica é uma teoria elaborada pelo físico alemão Max Planck em 1900, portanto, há mais de um século. No entanto, ainda hoje causa muitas discussões entre físicos e filósofos. Quando Plank estudava a emissão de luz de um material, observou que, em certas temperaturas, a luz dava saltos de uma intensidade para outra. Pelo conhecimento da época, a intensidade da luz deveria variar continuamente. Mas os resultados da experiência teimavam em contrariar tudo o que era afirmado até então. Plank descobriu que a energia não é absorvida ou gerada de modo contínuo, mas sim em pequenos "pacotes", que batizou de quantum (ou quanta, no plural), palavra que significa quantidade, em latim. Na realidade, Planck não tinha a intenção de romper com a física tradicional, ou seja, a física clássica, mas apenas resolver um problema. Por ser uma teoria totalmente inédita, levou quase trinta anos para ser bem-definida, exigindo o trabalho dos físicos mais brilhantes do século XX, incluindo Albert Einstein. Os quanta só ganharam reconhecimento quando Einstein, em 1905, demonstrou cientificamente que eles realmente existiam e, mais tarde, ensinou como usá-los para gerar os poderosos raios laser que hoje em dia têm impacto de valor inestimável.

As aplicações desta teoria vêm ocorrendo continuamente. Na Física Quântica, em determinadas circunstâncias os elétrons encontram uma barreira extremamente fina e há probabilidade de que eles simplesmente a ignorem e sigam em frente, o que é chamado efeito túnel. Seria apenas mais uma descoberta teórica se, em 1981, uma equipe do laboratório da IBM em Zurique, na Suíça, não tivesse transformado essa maluquice do elétron num aparelho de enxergar átomos, o microscópio de efeito túnel. O invento valeu a Gerd Binnig e Heinrich Rohrer o Prêmio Nobel de Física, em 1986, e levou a um avanço extraordinário na indústria de componentes eletrônicos.

Planck certamente não poderia imaginar a contribuição que sua descoberta teria para os dias de hoje. A teoria quântica está presente na vida cotidiana de todos, por exemplo, em telefones celulares, CD players, computadores e em inúmeros equipamentos eletrônicos utilizados na atualidade. Foi também decisiva para os grandes avanços práticos e teóricos em áreas como Astronomia, Medicina, Química e Biologia. Na Biologia, os cientistas procuram relacionar alguns efeitos quânticos no cérebro através das redes neurais.

Seus conceitos ainda geram discussões acerca da forma como se vê o comportamento dos elétrons que constituem o átomo e que faz parte do universo em que todos vivem.

Em termos de teoria, é possível entender melhor os fenômenos desconhecidos do Universo, como a teoria do Big Bang. Na verdade, a tentativa de explicar os resultados experimentais de um comportamento da matéria implicou em uma nova teoria que revolucionou a forma de compreender a natureza do Universo.

Colaboração: Ricardo Yoshioka, vice-coordenador do Departamento de Cientistas (Depac) da Coordenadoria Cultural da BSGI.

Unicidade do ser vivo e seu ambiente (esho funi)

 

O princípio da unicidade do ser vivo e seu ambiente (esho funi) significa que a vida (sho) e seu ambiente (e) são inseparáveis (funi). Funi significa "dois no fenômeno, mas não dois na essência", ou seja, embora as pessoas percebam as coisas como algo separado delas, há uma dimensão de sua vida que é uma com o Universo. No nível mais fundamental da vida, não há separação entre o ser e o ambiente. Esse nível fundamental é chamado de realidade última e foi definido por Nitiren Daishonin como Nam-myoho-rengue-kyo.

Unicidade do corpo e da mente (shiki shin funi)

 

 

 

 

 

 

 

 

Origem dependente (engui)

 

Este conceito budista ensina que toda vida está inter-relacionada, que nada existe isoladamente.

Literalmente, o termo engui quer dizer "surgimento em conexão". Em outras palavras, todos os seres e fenômenos existem ou ocorrem somente por causa de sua relação com outros seres ou fenômenos. Tudo no mundo vem a existir em resposta a causas e condições.

Sakyamuni usou a imagem de dois feixes de junco encostados um no outro para explicar a origem dependente. Ele descreveu como os dois feixes podem manter-se de pé enquanto estiverem apoiados um no outro.

A vida dos seres desenvolve-se de forma dinâmica, numa sinergia de causas internas (personalidade, experiência, perspectiva sobre a vida, entre outras) e as condições externas e relações imediatas. Cada existência individual contribui para criar o ambiente que sustenta todas as outras existências.

O cânone budista apresenta uma parábola que mostra como todos os fenômenos se inter-relacionam gerando uma harmonia perfeita e sutil: "Suspensa no alto do palácio de Indra, o deus budista que simboliza as forças naturais que protegem e nutrem a vida, está uma enorme rede. Uma brilhante jóia está ligada a cada nó da rede. Cada jóia contém e reflete a imagem de todas as outras jóias da rede, que brilha com magnificência em sua totalidade".1 Essa descrição ilustra o conceito de origem dependente, expondo a simbiose do microcosmo e do macrocosmo, que se unem como um único organismo.

NOTA 1. Terceira Civilização, edição nº 345, maio de 1997, pág. 16.

JULHO DE 2006 — TC EDIÇÃO Nº 455

Travel tips in order to make your trip to the UAE

segunda-feira, 7 de abril de 2008

Information from: http://www.government.ae/gov/en/visitors/uae/tips.jsp

Travel Tips

We have included a wide range of travel tips in order to make your trip to the UAE an outstanding success but do be aware that these are guidelines and some information, such as entry formalities, are subject to sudden changes and should be checked with your nearest UAE embassy before departure.

SECURITY
Personal safety

The UAE is one of the safest places in the world to visit. In fact, it has been designated the world's safest holiday destination by the international travel industry on two occasions. Nevertheless, it is a good idea to take out travel insurance and to take the normal precaution to safeguard yourself and your valuables.

Police Headquarters

Abu Dhabi 02 4461461

Dubai 04 2292222

Sharjah 06 5631111

Ajman 06 7436000

Umm al-Qaiwain 06 5656662

Ra's al-Khaimah 07 2333888

Fujairah 09 2370000

Dubai Police hotline (Al Ameen service) 8004888 alalmeen@emirates.net.ae

Emergency Numbers

Ambulance 998 or 999

Fire 997

Police 999

Coastguard 04 3450520

East Coast Coastguard 09 2380380

Helicopter Service

If you dial 999 or 04 2821111, Dubai Police guarantee that in an emergency a police helicopter will be with you within 8 minutes

TIPPING

Tipping is not expected, but is common practice. Gratuities to staff at hotels are at your discretion. Most restaurants add service charges to the bill (Abu Dhabi 16 per cent; Sharjah 15 per cent; Dubai 10 per cent). If this charge is not included, add 10 per cent of the total to the bill. Taxi drivers do not expect to be tipped. Supermarket baggers, bag carriers and windscreen washers at petrol stations are generally given Dh2.

PHOTOGRAPHY

Film is readily available, so too are processing facilities and colour prints are produced in record time. Ask permission before photographing people in general. Avoid photographing Muslim women and do not photograph airports, docks, telecommunications equipment, government buildings, military and industrial installations.

TIME

The UAE is four hours ahead of GMT. The time does not change during the summer. This means that there is a three hour difference between UK and UAE local times in summer and a four hour difference in winter.

ELECTRICITY

Domestic supply is 220 volts. Sockets suitable for three-pin 13 amp plugs of British standard design are the norm, however it is a good idea to bring an adaptor with you just in case. Adaptors can be purchased in local supermarkets. Appliances purchased in the UAE will generally have two-pin plugs attached.

WEIGHTS AND MEASURES

The UAE uses the metric system, although British and US standard weights and measures are understood.

CLOTHING

Lightweight summer clothing is ideal with a wrap, sweater or jacket for cooler winter nights and air-conditioned premises. Although the dress code in the UAE is generally casual, guests in the larger hotels do tend to dress more formally in the evening. Since you are visiting a Muslim country, bikinis, swimsuits, shorts and revealing tops should be confined to beach resorts. Women are usually advised not to wear short skirts and to keep their shoulders covered. Note that in Sharjah women are prohibited from wearing swimsuits on public beaches.

TOILETS

Most shopping centres, public gardens, museums etc have clean, well-maintained public toilets. Public toilets in souqs and bus stations are usually just for men. Outside of the cities, you can find public toilets at restaurants and petrol stations, however they may not be in good condition and will generally lack toilet paper.

FOOD AND WATER

The standard of food hygiene and water quality is extremely high, especially in all of the larger centres, as is evidenced by the Which survey. You should take the time to investigate conditions in smaller cafes in remote areas, although again standards are usually good. Raw salads and shawarmas (meat cooked on a spit and served in a pittta bread sandwich) are to be avoided if you have any doubts.

Water is usually produced by desalination so it is normally safe to drink, nevertheless you may prefer the taste of bottled water. In any case it is advisable to drink plenty of water in the heat so carry a bottle with you at all times.

OPENING HOURS AND HOLIDAYS
OPENING HOURS

Shops Normal shopping hours are from 9.00 a.m.-1 p.m. and 4.00- 9.00 p.m. however many shops, particularly in Dubai and Abu Dhabi stay open all day. Most shopping centres open from 10 a.m to 10 p.m - frequently later. Some supermarkets are open for 24 hours. Although shops and shopping centres are fully air conditioned, the cool of the evening is a favourite time for shopping. Shopping centres and most shops are open on Friday, the Islamic day of rest, but they all close for Juma (Friday) prayers from 11.30 a.m. to 1.30 p.m.

All shops are required to close at prayer times in Ra's al-Khaimah.

Offices

Government offices open at 7.30 a.m. and close at 3.00 p.m. but you would be wise to visit in the morning. Private offices tend to keep longer hours, coming back to work in the evening after an extended mid-day break. Some private businesses open from 8 a.m. to 5 p.m. All government offices close for the weekend at mid-day on Thursday and do not open again until Saturday morning. Some offices outside the public sector are open on Thursday and close on Friday and Saturday.

PUBLIC HOLIDAYS

Since Muslim festivals are timed according to local sightings of phases of the moon, the dates outlined below for Islamic religious holidays are approximate. The precise dates are not announced until a day or so before they occur. If a public holiday falls on a weekend, the holiday is usually taken at the beginning of the next working week.

A three-day mourning period is usually announced when a member of the ruling families or a government minister or the head of a neighbouring state dies. Government offices and some private companies will close for the period.

COMMUNICATIONS AND MEDIA
COMMUNICATIONS
Telephone and fax

The telephone network operated by the national telecommunication organization ETISALAT is superb: local calls are free and direct dialling is available to 150 countries.

The international dial code for UAE is +971. Cheap rates for international direct calls apply from 9 p.m. to 7 a.m. and all day on Fridays and public holidays. There is a complete list of rates at the back of each telephone directory. You do not need to use the emirate access code when dialling an internal number in that emirate. In other words to ring a number in Dubai from Abu Dhabi you must use the 04 prefix. If you are dialling a number in Abu Dhabi from another location in that emirate you will not need to use a prefix.

Yellow page directories are available for each emirate (see also www.emirates.net.ae). These can be purchased at ETISALAT offices.

Pay phones, both card and coin operated, are located throughout the UAE. Phone cards for local use (Dh30 or Dh45) are usually available from ETISALAT offices, supermarkets, pharmacies etc. Coin operated phones take Dh1 and 50 fils.

UAE Exchange National Access Code
International Access Code

Abu Dhabi - 02 (+ 9712)

Ajman - 06 (+ 9716)

Al Ain - 03 (+ 9713)

Dubai - 04 (+ 9714)

Fujairah - 09 (+ 9719)

Jebel Ali - 04 (+ 9714)

Khor Fakkan - 09 (+ 9719)

Ras al-Khaimah - 07 (+ 9717)

Sharjah - 06 (+ 9716)

Umm al-Qaiwain - 06 (+ 9716)

ETISALAT information service - 144

Directory enquiries - 180/181

HEALTH

Remarkably, the UAE was one of only two countries with no reported cases of holiday illnesses recorded in a survey by the leading British consumer magazine, Holiday Which? This is a tribute to the success of government immunization programmes, the provision of adequate clean water and high standards of cleanliness in hotels and restaurants.

Vaccinations

No special immunizations are required, however it would be wise to check beforehand if you are travelling from a health-risk area. Tetanus inoculations are usually recommended if you are considering a long trip. Polio has been virtually eradicated in the UAE and hepatitis is very rare and can be avoided by taking precautions. Hepatitis A is transmitted by contaminated food and water, Hepatitis B, C, D through sexual contact, the use of unsterilized needles and blood transfusions.

Malaria

There are very few mosquitoes in the towns and cities and, since it is not considered to be a risk, malaria tablets are rarely prescribed for travel in the UAE. However, mosquitoes will find you if you are camping near the mountains or exploring wadis or date groves in the evening, so cover up and use a suitable insect repellent as it is always safer to avoid being bitten. If you are in any doubt consult your doctor or your nearest tropical medical centre before your trip.

Sunburn

The sun can be fierce throughout the year so heatstroke and heat exhaustion are always a risk. Adequate sunglasses, hats and high factor sun creams are essential, especially for children.

Health insurance

Public hospitals, where the medical facilities are very good, will deal with emergencies free of charge, however it would be wise to take out medical insurance to cover all eventualities, especially if you need to attend a private hospital or clinic where treatment can be quite expensive. In all instances, medical procedures, including the use of sterilized needles and the provision of blood transfusions are very reliable.

Doctors

If you need a doctor, ask at your hotel, or ring your embassy for recommendations. If you need emergency treatment and are unable to contact a doctor, try one of the major hospitals listed below.

Pharmacies

Most medicines are readily available at pharmacies. Each emirate has at least one pharmacy open 24 hours a day. Check in local newspapers for information. In some emirates a 24-hour municipality emergency number (Abu Dhabi 02 777 929; Dubai 04 2232323) lists the locations of open chemists.

Dentists

Good dentists are readily available, including orthodontists.

Alternative medicine

Chinese medicine is readily available. There is also a homeopathic hospital.

Ambulance service 998 or 999

Airport facilities

In June 2001 Emirates airline designated a special handling area at departures and arrivals for passengers with special needs. As a result, wheelchair passengers will receive a more personalized service.

Package trips

Mare Nostrum (Germany O711 2858202)

Email: geiss@mare-nostrum.de

Website: www.mare-nostrum.de

Vaihingerstr.55, 70567 Stuttgart, Germany organize package trips for disabled individuals or groups from Germany, UK or United States. They will provide English-speaking guides. See also www.routesinternational.com

TRAVELLING WITH CHILDREN

The UAE is a family-oriented environment and small children are welcome and appreciated everywhere. The larger hotels have a good selection of kids' meals, especially in room service. Very small children do not normally eat out at night, but are often welcome. Phone ahead to check. In any case baby-sitting services are available in the main hotels.

There are lots of activities for children, both in and around the five-star hotels, special amusement parks and the many green areas. Children under 12 usually qualify for discounts on admission fees to most museums, amusement parks, swimming pools and entertainment centres.

COMMERCIAL AGENCIES >>

Details on the UAE's Commercial Agency Law, rules and regulations etc.

MARINE LIFE OF THE UAE >>

Coral fish are just one of the many species covered in the marine section of UAEinteract

SPECIAL FACILITIES FOR TRAVELLERS
WOMEN TRAVELLERS

The UAE is extremely safe for women travellers, nevertheless women travelling alone are a novelty and you may find yourself the focus of unwanted attention. You will probably have a more relaxed visit if you stay in one of the four or five star hotels, especially if you can use the hotel's private beach facilities.

Women in the UAE have a much more liberal lifestyle than many of their Gulf counterparts (i.e. women are permitted to drive, work etc) however, women travellers should be aware that they are visiting a society which has strong traditional roots. If you wish to avoid hassle or risk causing offence, do not wear tight or revealing clothes away from the beach clubs and resorts. You will also find that clothing suitable for the more cosmopolitan cities may not be comfortable or convenient for independent travel in rural areas. Loose trousers and a long sleeved cotton shirt will satisfy a wide range of situations.

When socializing in local company wait until a hand is offered to you for a handshake, some devout Muslims prefer not to shake hands with a woman.

Ignore unwelcome comments and above all maintain a sense of humour! Remember that one advantage of being a woman in the UAE is that women are normally served first and banks and post offices, police stations and other government offices frequently have separate queues for women.

DISABLED TRAVELLERS

Several five-star hotels have specially-adapted rooms and other facilities for handicapped people.

Airport facilities

In June 2001 Emirates airline designated a special handling area at departures and arrivals for passengers with special needs. As a result, wheelchair passengers will receive a more personalized service.

Package trips

Mare Nostrum (Germany O711 2858202)

Email: geiss@mare-nostrum.de

Website: www.mare-nostrum.de

Vaihingerstr.55, 70567 Stuttgart, Germany organize package trips for disabled individuals or groups from Germany, UK or United States. They will provide English-speaking guides. See also www.routesinternational.com

TRAVELLING WITH CHILDREN

The UAE is a family-oriented environment and small children are welcome and appreciated everywhere. The larger hotels have a good selection of kids' meals, especially in room service. Very small children do not normally eat out at night, but are often welcome. Phone ahead to check. In any case baby-sitting services are available in the main hotels.

There are lots of activities for children, both in and around the five-star hotels, special amusement parks and the many green areas. Children under 12 usually qualify for discounts on admission fees to most museums, amusement parks, swimming pools and entertainment centres.

Don't forget hats, suncream and water when travelling with children - the tropical sun can be very fierce.

Dubai constrói ciclovias e corredores para ônibus

São Paulo - O Departamento de Estradas e Transporte (RTA) de Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, delimitou quatro áreas para a construção de ciclovias no emirado. A informação foi publicada no site do jornal Khaleej Times.

De acordo com Essa Al Dossari, CEO da Agência de Transporte Público do RTA, as ciclovias devem ser inauguradas em 2009. "As pistas estão sendo projetadas", afirmou Dossari. As quatro pistas deverão ser construídas ao longo da Jumeirah Road, que acompanha a orla marítima do emirado.

Além das ciclovias, haverá estacionamentos e outras instalações exclusivas para ciclistas, segundo o jornal Emirates Evening Post.

O engenheiro Salem Ali Al Shafei, também do RTA, disse que o departamento prevê modificações abrangentes em todo o emirado.

Este será o primeiro projeto do gênero na região do Golfo. Além das rotas e estacionamentos para ciclistas, será criado um conjunto de leis para regulamentar o uso de bicicletas em Dubai.

Um estudo realizado recentemente pelo Departamento de Planejamento Estratégico do RTA apontou o potencial das bicicletas para solucionar problemas como congestionamentos, poluição do ar por veículos e problemas de saúde como obesidade e sedentarismo.

Al Dossari disse também que o RTA quer criar corredores exclusivos para ônibus. O objetivo é incentivar a população a usar mais o transporte público. Atualmente, apenas 7% da população de Dubai utiliza esse meio de locomoção.

"Vamos importar ônibus de primeira linha, com o máximo de conforto e conveniência, para que as pessoas possam viajar bem e economizar tempo", disse Dossari.

*Tradução de Gabriel Pomerancblum

http://www.anba.com.br/noticia.php?id=17907

A arte do artista plástico M’Hamed Marzouk nascido na Tunísia mas no Brasil desde 1975

Divulgação
Tela inspirada na vida de Gibran está em exposição no Monte Líbano
Tela inspirada na vida de Gibran está em exposição no Monte Líbano

São Paulo – O artista plástico M'Hamed Marzouk, nascido na Tunísia, veio para o Brasil em 1975 como parte de um programa internacional para trabalhar durante dois anos como engenheiro elétrico, que é sua formação acadêmica, mas a paixão pelas artes plásticas mudou sua vida. "Vim para trabalhar aqui como engenheiro, mas meu dom artístico era bastante conflitante. Como adorei o Brasil, resolvi me dedicar à pintura e ficar por aqui", afirmou Marzouk.

No ano passado, Marzouk foi convidado para pintar uma tela sobre o escritor e pintor libanês Gibran Khalil Gibran, que completaria 125 anos de vida em 2008. Para conseguir inspiração, o artista tunisiano leu muito sobre a biografia do poeta, que nasceu no Líbano, mas morou nos Estados Unidos e na Europa divulgando a sua poesia. Após dois meses de trabalho, Marzouk conseguiu retratar numa tela de 90 centímetros por 70 centímetros um pouco da história do poeta.

As cores verde, amarelo, azul, vermelho, branco e laranja se misturam na tela de Marzouk em homenagem a Gibran e formam pedaços da Estátua da Liberdade, em Nova York, dos prédios de Boston, da Torre Eiffel, em Paris, das gaivotas do Líbano e de um suposto navio em que o poeta deveria viajar mundo a fora. "Na verdade, eu me envolvi muito com as idéias de Gibran. Também me identifiquei muito com ele e saiu este quadro", afirmou Marzouk, que está expondo sua obra até quarta-feira (09) no Clube Atlético monte Líbano, em São Paulo.
 
Marzouk sempre tenta retratar em seus quadros as gaivotas, que o fazem lembrar de sua cidade natal, Mahares, no Mediterrâneo, onde de sua janela ele podia vê-las voando em liberdade. "Talvez Gibran sentisse a mesma liberdade que sentem as gaivotas", disse Marzouk explicando o porque dos pássaros na obra.

Em janeiro, o artista foi premiado pela Galeria Mali Villas-Bôas, em São Paulo. A tela, de 120 centímetros por 100 centímetros, leva o nome de sua cidade natal. As obras de Marzouk já foram expostas em diversas galerias em São Paulo e também fora do país, como Bélgica e França, onde o artista já morou e fez cursos de artes plásticas, e na própria Tunísia. Agora ele está sendo convidado para expor em Nova York.

Marzouk define seu estilo como expressionismo abstrato. Suas telas são sempre coloridas e têm um tom figurativo. "Qualquer lugar no Brasil me inspira. Aqui tem muita luz", disse. De acordo com ele, um dos principias motivos de ter ficado no país foi a hospitalidade do povo brasileiro. "Quando cheguei aqui, logo fiz amigos e me adaptei muito bem", afirmou.

Atêlie Editorial inaugura coleção dedicada a estudos árabes

 

   
A Ateliê Editorial, o Programa de Pós-Graduação em Língua, Literatura e Cultura Árabe e Livraria da Vila-Lorena, com o apoio do Instituto da Cultura Árabe, convidam para o lançamento dos livros "A Arte do Zajal", de Michel Sleiman, "O Intelecto em Ibn Sina", de Miguel Attie Filho, e "O Simbolismo dos Padrões Geométricos da Arte Islâmica", de Sylvia Leite.

Tomás Bolognani Martins, produtor da Ateliê Editorial, diz que esses serão os três primeiros lançamentos da Coleção de Estudos Árabes, uma série que pretende dedicar-se à publicação de estudos relativos à cultura árabe em seus mais diversos aspectos. "Este é um assunto que, apesar de aparecer sempre pelo lado negativo na imprensa, tem uma grande importância histórica. Nesses primeiros livros, temos estudos de Filosofia, de poesia e de formas geométricas produzidos pela cultura árabe. Existe aí uma carga histórica e cultural de enorme importância".

Em "A Arte do Zajal", o professor do departamento de Língua e Literatura Árabe da USP, Michel Sleiman aprofunda seus estudos sobre a rica poética feita em árabe. Na obra, ele faz um estudo comparativo da poesia árabe do Oriente e da poesia árabe do Alandalus. Para isso, escolheu dois gêneros de poesia, o zajal e a qasida. Em seu texto, quer mostrar como nesses dois gêneros, que aparentemente são diferentes, há indícios de que seguem as mesmas convenções de composição literária.

Em "O Intelecto em Ibn Sina", Miguel Attie Filho ocupa-se em sua pesquisa do Livro da Alma, uma das obras de Ibn Sina, mais conhecido no Ocidente como Avicena, que mais tiveram repercussão dentro do Ocidente Medieval Latino, e também no mundo árabe-islâmico. Attie Filho, além de ir ao texto árabe, traz inúmeras passagens importantes numa tradução inédita do árabe ao português, acompanhada da tradução latina medieval.

Já em "O Simbolismo dos Padrões Geométricos da Arte Islâmica", Sylvia Leite se debruça sobre os aspectos mais célebres da civilização engendrada sob a égide do Islã, uma das mais ricas que história conheceu. Sua cultura multifacetada e plural produziu obras-primas em todos os ramos do saber, e aqui Leite se concentra nos padrões geométricos que têm encantado sucessivas gerações de apreciadores de arte.


Para informações entre em contato através do site: http://www.atelie.com.br

Dicas de sites: Quer ir ou está indo para Dubai?

quinta-feira, 3 de abril de 2008

Dubai tem alguns serviços de acesssibilidade para pessoas que usam cadeira de rodas.
Veja tudo que encontrei sobre esse assunto, em sites oficiais de Dubai.


Dubai Turismo
http://www.dubaitourism.ae/default.asp

Aeroporto de Dubai
http://www.dubaiairport.com/dia/english/home/

Transporte em Dubai (Taxi Agency)
http://dtc.dubai.ae/


Transporte Acessível: Special Needs Vehicles

1- Transporte em Dubai (Taxi Agency)
http://dtc.dubai.ae/en.portal?dtcfleet,Article_000017,1,&_nfpb=true&_pageLabel=view

2- To order please give 24 hrs notice by phone or by internet:
Tel: +9714 2245331
Website: www.dubaitransport.gov.ae/index.asp


Acessibilidade no Aeroporto de Dubai
http://www.dubaitourism.ae/Disabled/default.asp?SubCatID=56

Neste link, ao lado direito você encontra outros links sobre acessibilidade, serviços de carro, cinemas, parks, shoppings, tours entre outros.

Dica de Site: Budismo de Nitiren Daishonin

Existem poucos sites onde possamos encontrar textos e estudos sobre o budismo de Nitiren Daishonin.

Vale muito a pena conhecer o site "As mais belas histórias budistas" apesar do nome não sugerir, nele encontramos centenas de informações importantes sobre o budismo de Nitiren Daishonin, sobre a Soka Gakkai e sobre as pessoas que praticam esse budismo.

É possível até encontrar arquivos para Download, como o livro:

Um inverno rigoroso de Takashi Ishigami - livro em pdf (332 kb)

Então aproveitem e navegem bastante nele:

http://www.vertex.com.br/USERS/SAN/portal.htm

Parte II - Fundamentos do Budismo - Três obstáculos e quatro maldades (sansho shima)

O conceito budista de "três obstáculos e quatro maldades" (sansho shima) elucida e classifica os diversos tipos de obstáculos e impedimentos que surgem ao praticar o budismo. O Buda Original Nitiren Daishonin refere-se a esse princípio em várias de suas escrituras, como na "Carta aos Irmãos", na qual consta a seguinte passagem: "Se professar o Verdadeiro Budismo, os sansho shima surgirão em sucessão." (As Escrituras de Nitiren Daishonin, vol. 1, pág. 239.)

Nessa frase, Nitiren Daishonin incentiva os irmãos Ikegami, mostrando que os obstáculos surgem justamente por se aprofundarem na prática da fé. Em outras palavras, os três obstáculos e as quatro maldades surgem a todo momento, tentando, de alguma forma, impedir nossa prática diária. Por isso, devemos estar sempre preparados para enfrentá-los.

Os três obstáculos são: 1) obstáculos dos desejos mundanos (bonno-sho), ou obstáculos causados pelos três venenos da avareza, ira e estupidez); 2) obstáculo do carma (go-sho), ou obstáculo gerado pelo mau carma criado por cometer qualquer um dos cinco pecados fundamentais ou dez maus atos. Esse obstáculo também é interpretado como oposição da esposa e dos filhos; e 3) obstáculo da retribuição (ho-sho), ou obstáculo das causas negativas criadas por ações dos três maus caminhos (Inferno, Fome e Animalidade). Pode ser interpretado também como os obstáculos impostos pelos soberano, pais ou outros em posição de autoridade.

As quatro maldades são: 1) impedimento dos cinco componentes (on-ma), ou obstruções causadas pelas funções físicas e mentais da pessoa; 2) impedimento dos desejos mundanos (bonno-ma), ou obstruções originadas dos três venenos, criando dúvida no Gohonzon; 3) impedimento da morte (shi-ma), ou obstrução à prática causada pelo medo que a morte vincula; e 4) impedimento do Demônio do Sexto Céu (tenshi-ma), tradicionalmente a perseguição por parte de homens do poder.

O ponto importante é reconhecer que os obstáculos e as maldades são funções tentando nos influenciar e nos amedrontar de forma a obstruir o desenvolvimento de nossa prática da fé. O surgimento dos obstáculos é, na verdade, a maior prova do progresso da nossa fé. Portanto, quando identificamos essas funções, devemos manifestar a força e a coragem para desafiá-las, e jamais permitir que nos derrotem. Quando enfrentamos com toda a perseverança e ultrapassamos esses obstáculos, podemos elevar a nossa condição de vida. Esse é o verdadeiro caminho dos seres humanos para a felicidade.

Mas de onde se originam os obstáculos?

As escrituras de Nitiren Daishonin ensinam que, de forma geral, derivam-se da escuridão fundamental inerente na vida (gampon no mumyo, em japonês). Essa escuridão é a fonte de todas as ilusões e age para obscurecer nossa natureza de Buda. Todos possuem dentro de si tanto a natureza iluminada como a escuridão fundamental. A iluminação e a ilusão possuem uma única entidade. Elas são, por assim dizer, dois possíveis aspectos ou expressões da vida. Porém, quando nos dedicamos à prática budista, podemos extrair e perceber a preciosa realidade da nossa natureza de Buda. Em contrapartida, quando preferimos a ilusão, nossa natureza de Buda permanece encoberta pela escuridão fundamental.

A ilusão, ou seja, a escuridão e o negativismo, manifesta-se na vida na forma de vários obstáculos, tanto internos como externos. Para superá-los, é importante empenhar-se na prática da fé buscando manifestar o estado de Buda e se dedicar tanto para a própria felicidade como para a de outros.

Na escritura "Carta aos Irmãos", consta a seguinte passagem: "O sutra Rokuharamitsu afirma que se deve tornar senhor da sua mente em vez de permitir à sua mente dominá-lo." (As Escrituras de Nitiren Daishonin, vol. 1, pág. 243.) Nessa frase, Nitiren Daishonin ensina a jamais permitirmos ser dominados pelo sentimentalismo gerado pelas maldades ou forças negativas. Devemos, sim, ativar as forças protetoras e positivas do universo por meio da sincera oração ao Gohonzon. Assim, manifestaremos a alegria em todas as questões da vida, crescendo e nos desenvolvendo até chegarmos à nossa revolução humana.

Naturalmente, como seres humanos, mesmo sendo fervorosos praticantes do budismo, há ocasiões em que ficamos doentes ou nos acidentamos; outras vezes, podemos enfrentar incêndios ou calamidades, como enchentes ou secas; ou ainda, em nosso dia-a-dia, podemos ter aborrecimentos no trabalho ou até mesmo na comunidade. Todas essas dificuldades podem ser classificadas como os 'três obstáculos e quatro maldades' tentando impedir nossa atuação em prol da paz mundial. Por outro lado, essas mesmas dificuldades podem ser interpretadas como elementos que contribuem para a transformação do nosso carma, assim como a flor de lótus nasce em meio a águas lamacentas.


Fonte: Jornal Brasil Seikyo, edição nº 1628 / 1629

Dica de Site: Consulta de Vôos (Infraero)

quarta-feira, 2 de abril de 2008

Muito legal esse site, você pode acompanhar os vôos nos principais aeroportos do país.

http://www.infraero.gov.br/voos/

Turismo: Direitos do Viajante

O órgão oficial que atende a queixas, reclamações e sugestões de passageiros é o Departamento de Aviação Civil (DAC), por meio das Seções de Aviação Civil (SACs), instaladas em cada aeroporto.

Vôos Cancelados
Se a viagem for cancelada pela empresa aérea, o passageiro tem direito ao reembolso do valor pago pela passagem. A companhia aérea só pagará o reembolso de imediato se o bilhete tiver sido pago à vista. Se o passageiro pagou a passagem com cartão de crédito, o reembolso será creditado em seu cartão.

Atraso ou interrupção de vôos
Interrupção ou atraso de vôo por mais de quatro horas em aeroporto de escala dão ao passageiro o direito de endosso do bilhete - que permite viajar em outra companhia ou devolução imediata do valor pago. Todas as despesas decorrentes do atraso ou da interrupção do vôo devem correr por conta da empresa aérea. O prazo para fazer as reclamações é de dois anos. É necessário apenas provar o atraso, o que é possível com a própria passagem e informações sobre o horário em que o vôo atrasado de fato ocorreu.

Overbooking
Ocorre quando é vendido um número de passagens maior que o de lugares disponíveis no avião. A prática acontece porque às vezes passageiros confirmados em um vôo simplesmente não comparecem. Assim, essa venda adicional de passagens compensaria as ausências.

Em setembro de 2000, o governo e as companhias aéreas firmaram um acordo para regulamentar as compensações em caso de overbooking. A partir de dezembro, os passageiros que ficarem de fora de um vôo com overbooking optam por uma série de benefícios oferecidos pelas companhias.

Eles podem escolher entre uma quantia em dinheiro ou serviços da própria empresa, como uma passagem adicional, upgrade para classe superior e pagamento de excesso de bagagem.

Em todos os casos, além da compensação, ele continua tendo o direito de embarcar em outro vôo com o mesmo bilhete. O consumidor também terá a garantia de hospedagem, alimentação e transporte pagos pela companhia aérea enquanto não embarca em outro vôo.

As empresas, por sua vez, ganham o direito de recomprar lugares nos vôos - acomodando passageiros que precisam embarcar imediatamente e recompensando quem aceita deixar o avião.

O acordo tem duração de um ano. No fim deste período, será realizada uma versão definitiva do texto.

Bagagem
O passageiro tem direito a levar 20 kg de bagagem na classe econômica e 30 kg ou 40 kg na primeira classe e na executiva. Nas linhas internacionais, a franquia segue normas dos países de destino. Nas linhas regionais, a franquia é de 10 kg em aviões com até 20 assentos e de 20 kg em aviões com mais de 20 assentos.

As tarifas para excesso de bagagem variam de acordo com o valor do bilhete aéreo, mas geralmente correspondem a 1% do valor do bilhete. As franquias de bagagem não incluem o transporte de animais de estimação, o que obriga o pagamento de novas taxas por excesso de peso.

Em caso de dano ou sinais de violação da bagagem, o passageiro deve entrar em contato com a empresa aérea. Se a bagagem for extraviada, a empresa aérea indeniza o passageiro com um valor máximo de US$ 400 em vôos internacionais.

Em vôos nacionais, a indenização será feita com base no Código Brasileiro de Bagagem. Se a localização da bagagem demorar mais de três dias ou se houver extravio definitivo, o passageiro pode processar a empresa e fazê-la pagar uma multa.

Todo passageiro tem a opção de declarar os valores atribuídos a sua bagagem antes do embarque, e pagar uma taxa suplementar estipulada pela empresa, uma espécie de seguro. Neste caso, o passageiro deverá receber o valor declarado e aceito pela empresa. Sempre que houver um valor declarado, a empresa tem o direito de verificar o conteúdo da bagagem. Se o passageiro não fizer a declaração especial de interesse na entrega e não pagar taxa suplementar, não terá direito à indenização integral.

Atendimento Especial
Os portadores de deficiências físicas têm direito, durante a viagem, à assistência plena da empresa aérea, do administrador aeroportuário e das empresas de serviços auxiliares. O deficiente deve informar antecipadamente à empresa aérea suas necessidades durante a viagem.

Portadores de deficiência devem ser embarcados com uma antecedência mínima de 20 minutos em relação aos demais passageiros. Cadeiras de rodas e aparelhos necessários a deficientes serão transportados gratuitamente na cabine de passageiros do avião e caso não haja espaço disponível serão considerados bagagem prioritária.

O atestado de sanidade animal é obrigatório para o transporte de cão treinado para auxiliar portador de deficiência visual. O animal pode viajar na cabine de passageiros, no chão da aeronave, preso a uma coleira e com protetor no focinho.


http://www.odeontur.com.br/?url=direitos_viajante

Dubai terá cidade cultural gigante, com dezenas de teatro, museus e galerias.

ABU DHABI - O emirado de Dubai, que conseguiu se converter em um centro de atração turística e comercial, almeja ser também um grande centro cultural com um gigantesco projeto que incluirá mais de 70 instituições culturais. O projeto, segundo informações publicadas recentemente pela imprensa local, será construído sobre uma superfície de 20 quilômetros quadrados e incluirá dez museus, sete bibliotecas, 11 galerias de arte e 14 teatros, além de uma casa de ópera, entre outros.

As fontes, que não divulgaram o custo do projeto, indicaram que o novo complexo será erguido na área de Jor Dubai, e que entre os museus haverá um que exibirá os costumes do profeta Maomé outros de arte contemporânea.

- Jor Dubai será uma área de natureza única, em que poderão ser vistas diferentes culturas, literaturas e arte mundial do passado e do presente - disse o governante de Dubai e primeiro-ministro dos Emirados Árabes Unidos, xeique Mohamed bin Rached, na cerimônia de lançamento da pedra fundamental do projeto realizada na quinta-feira, informou o jornal "Khallej times", em seu site na internet.

O custo e o tempo de duração da obras não foram detalhados. Mas o xeique Mohamed disse que o projeto forma parte do "plano estratégico (cultural) de Dubai de 2015", de cuja execução vão participar os setores público e privado.

Omar bin Sulaiman, diretor do Departamento de Cultura y Arte de Dubai, afirma que o "projeto converterá a área num destino cultural mundial, e consolidará a imagem de Dubai como uma cidade multicultural".

Dubai, um dos sete Emirados Árabes Unidos, investiu, nas últimas décadas, centenas de milhões de dólares em projetos turísticos e na construção de arranha-céus e construções inovadoras, e em janeiro passado anunciou que a torre "Burj Dubai" já é o edifício mais alto do mundo, com 598 metros de altura.


Fonte: EFE

Dica de Cinema (São Paulo): 13º festival de documentários É Tudo Verdade

1-
Jimmy Carter - Man From Plains
(Jimmy Carter - O Homem de Plains)
Projeções Especiais

JONATHAN DEMME

EUA / USA
125', cor, 35mm, 2007
Diálogos: FALADO EM INGLÊS / ENGLISH DIALOGUES
Legenda: LEGENDAS ELETRÔNICAS EM PORTUGUÊS / ELECTRONIC PORTUGUESE SUBTITLES

PONTO CINE GUADALUPE (RIO DE JANEIRO - RJ) - 02/04 - 16H00 Guadalupe Shopping: Estrada do Camboatá 2.300.

UNIBANCO ARTEPLEX (RIO DE JANEIRO - RJ) - 03/04 - 17H30 r. Frei Caneca, 569, Cerqueira César

PONTO CINE GUADALUPE (RIO DE JANEIRO - RJ) - 03/04 – 18H00

Prêmio Nobel da Paz em 2002, o ex-presidente norte-americano Jimmy Carter está longe da aposentadoria. Aos 83 anos, atua incansavelmente na solução de conflitos mundiais, focando mais do que nunca no Oriente Médio. O cineasta Jonathan Demme (Oscar por "O Silêncio dos Inocentes") acompanha este ex-fazendeiro da Geórgia na campanha de lançamento de seu livro "Palestine Peace Not Apartheid". O homem que em seu governo conseguiu o armistício entre Israel e Egito que vigora até hoje não desiste de procurar uma solução definitiva para as trágicas pendências entre judeus e palestinos. Com a mesma simplicidade com que carrega suas próprias malas e lê a Bíblia diariamente, procura encontrar um denominador comum em benefício da paz.

2-
Kol wahaad wa Falastino
(Minha Palestina)

O Estado das Coisas

NADINE NAOUS
LÍBANO, FRANÇA / LEBANON, FRANCE
57', cor, DVCAM, 2006
Diálogos: FALADO EM ÁRABE / ARABIC DIALOGUES

Legenda: LEGENDAS EM INGLÊS; LEGENDAS ELETRÔNICAS EM PORTUGUÊS / ENGLISH SUBTITLES; ELECTRONIC PORTUGUESE SUBTITLES


RESERVA CULTURAL (SÃO PAULO - SP) - 01/04 - 22H00 av. Paulista, 900

RESERVA CULTURAL (SÃO PAULO - SP) - 03/04 - 14H00

No estúdio de um fotógrafo, diversos refugiados de origem palestina nascidos no Líbano são convidados a escolher o fundo de sua própria fotografia, tendo como opções quatro paisagens de cidades míticas – Nova York, Beirute e Jerusalém. Cada um tem sua própria história de vida, seus projetos de futuro e questionamentos.

3-
Qui a tué Sergio Vieira de Mello?

(Quem Matou Sérgio Vieira de Mello?)

O Estado das Coisas

AMAL MOGHAIZEL
FRANÇA / FRANCE
53', cor, Betacam SP, 2005

Diálogos: FALADO EM FRANCÊS, INGLÊS / FRENCH, ENGLISH DIALOGUES

Legenda: LEGENDAS EM INGLÊS; LEGENDAS ELETRÔNICAS EM PORTUGUÊS / ENGLISH SUBTITLES; ELECTRONIC PORTUGUESE SUBTITLES

RESERVA CULTURAL (SÃO PAULO - SP) - 02/04 - 20H00

INSTITUTO MOREIRA SALLES (RIO DE JANEIRO - RJ) - 05/04 - 18H00 Rua Marquês de São Vicente, 476, Gávea

CENTRO CULTURAL BANCO DO BRASIL (BRASÍLIA - DF) - 19/04 - 18H00. Clubes Esportivos Sul, trecho 2, lote 22 - Zona 0

Funcionário da ONU por 34 anos, o brasileiro Sérgio Vieira de Mello prestou grandes serviços à paz, no Líbano, Timor Leste e ex-Iugoslávia. Um carro-bomba, colocado diante de seu escritório em Bagdá, matou-o em agosto de 2003. Cinco anos depois, ainda se especula quais os verdadeiros responsáveis por trás deste atentado.

4-

The Last Days of Yasser Arafat

(Os Últimos Dias de Yasser Arafat)

O Estado das Coisas

SHERINE SALAMA

PALESTINA / PALESTINE

77', cor, Mini-DV, 2006

Diálogos: FALADO EM INGLÊS, ÁRABE / ENGLISH, ARABIC DIALOGUES

Legenda: LEGENDAS EM INGLÊS; LEGENDAS ELETRÔNICAS EM PORTUGUÊS / ENGLISH SUBTITLES; ELECTRONIC PORTUGUESE SUBTITLES


RESERVA CULTURAL (SÃO PAULO - SP) - 03/04 - 16H00

INSTITUTO MOREIRA SALLES (RIO DE JANEIRO - RJ) - 01/04 - 14H00

INSTITUTO MOREIRA SALLES (RIO DE JANEIRO - RJ) - 05/04 - 16H00

CENTRO CULTURAL BANCO DO BRASIL (BRASÍLIA - DF) - 20/04 - 20H00.

Em outubro de 2004, a cineasta Sherine Salama gravou uma entrevista com o presidente palestino Yasser Arafat. Um mês depois, ele morria em seu quartel-general, em Ramallah. Trata-se do epílogo da história de uma das figuras mais controversas de nossa época.


http://www.icarabe.org

Empresários da Síria, dos Emirados Árabes e do Brasil divulgaram ontem, na sede da Câmara Árabe, o projeto Braziland, que pretende ser um Brasil em miniatura numa das ilhas artificiais de Dubai.

São Paulo – Os empresários da Síria, Firas Tlass, dos Emirados Árabes, Haitham Ahmed Belhasa, e do Brasil, Mario Garnero, estão lançando um projeto em Dubai chamado Braziland. Os três estiveram ontem (01) na sede da Câmara de Comércio Árabe Brasileira, em São Paulo, para apresentar o novo negócio a empresários locais e pedir o apoio da entidade. "A idéia é fazer um Brasil em miniatura em Dubai, mostrando a cultura brasileira e as oportunidades de negócios oferecidas pelo país", afirmou Tlass.

O projeto é um grande empreendimento imobiliário, a ser erguido em um terreno de 1,3 milhão de metros quadrados, localizado numa das ilhas do Dubai Waterfront. Segundo Tlass, a idéia é simular no terreno as praias brasileiras, os hotéis, restaurantes - como as churrascarias -, lojas, festas de carnaval, centro esportivo voltado para o futebol e centro de negócios. "A Braziland vai proporcionar aos visitantes, que não têm condições financeiras de visitar o Brasil, conhecer melhor a cultura brasileira. Já os que têm condições vão se sentir atraídos a virem ao país", disse o empresário sírio.

De acordo com Tlass, cada empresa interessada em participar do projeto terá seu pedaço de terra para construção do seu próprio negócio. "Não sei quanto será investido no projeto, pois depende do quanto cada empresa irá investir", disse. Segundo o empresário, existe também o interesse de levar as empresas brasileiras que já estão nos Emirados Árabes para o Braziland. "A idéia é reuni-las num único centro comercial. Isso facilitaria os negócios e fortaleceria as empresas brasileiras", acrescentou.

A escolha de Dubai se deu por sua localização. "É um ponto central entre o Oriente e Ocidente. Além disso, é uma região que está crescendo cada vez mais", disse Tlass. No ano passado, cerca de 30 milhões de passageiros passaram pelo aeroporto de Dubai e a meta do governo árabe é ampliar a capacidade dos aeroportos para atender 100 milhões de passageiros até 2015.

O empresário brasileiro Mario Garnero, presidente da Brasilinvest, agência privada de desenvolvimento, é o parceiro local do projeto. "No momento estamos fazendo contatos políticos e empresariais para divulgar o projeto. Semana que vem vou para Dubai para me encontrar com autoridades locais para dar continuidade ao projeto", disse Garnero. Segundo ele, a idéia é representar a particularidade de cada estado brasileiro no Braziland. "Queremos levar o caráter brasileiro para lá", afirmou.

Centro de distribuição

Outro plano de Tlass é a construção de um centro de distribuição de produtos brasileiros. Estamos estudando a possibilidade de abrir na Síria ou em Dubai", disse. Nos Emirados, o centro ficaria próximo ao Braziland e, na Síria, próximo ao porto de Tartous. "Estamos dispostos a entrar em contato com qualquer empresa brasileira que esteja interessada em participar do projeto de Dubai e fazer parte do centro de distribuição. O Brasil é um país muito rico e tem grande potencial. Agora é a melhor época para desenvolvermos ainda mais as relações comerciais", disse.

De acordo com o presidente da Câmara Árabe, Antonio Sarkis Jr., já existe um projeto de distribuição parecido com esse em Dubai, que é o Dragon Mart, de produtos da China. Segundo Tlass, após esse centro chinês, o comércio entre o país árabe e a China aumentou em quatro vezes. "Esse projeto é uma excelente oportunidade e a Câmara Árabe está disposta a viabilizar o interesse das empresas brasileiras", acrescentou Sarkis.

Além de Sarkis, os empresários foram recebidos na Câmara Árabe pelos vice-presidentes de Relações Internacionais, Helmi Nasr, de Comércio Exterior, Salim Schahin, de Marketing, Rubens Hannun, e Administrativo, Paulo Atallah. Além deles também estavam presentes os diretores da entidade Adel Auada, Sami Roumieh e Mário Rizkallah e o cônsul da Síria em São Paulo, Ghazi Deeb.

A entidade ofereceu um almoço para cerca de 30 empresários de diversos setores, que ouviram uma apresentação do empresário Tlass sobre o Braziland. O sírio é presidente do Grupo Econômico Mas, com sede em Damasco, e atua em diversos setores, como investimentos, imobiliário, cimento, entre outros.

Contato

Firas Tlass
Tel. +963 11 333-3653
Fax +963 11 224-0198
Email: firastlass@masgroup.net


http://www.anba.com.br/noticia.php?id=17882

CPFL Cultura - Programação 2008

CPFL Cultura
Programação 2008

     Em 2008, a programação do Espaço Cultural CPFL vai atender a um público ainda maior. O Café Filosófico será levado a várias cidades da área de concessão da CPFL Energia e também para São Paulo. A partir deste ano o Espaço Cultural CPFL também está mudando de nome, passando a se chamar CPFL Cultura, mais que um espaço, agora um conceito que estará presente em diversas regiões e também em meio digital, além de na já tradicional grade de programação da TV Cultura.

    A partir de maio, o Café Filosófico poderá ser freqüentado também em Ribeirão Preto, Bauru, Sorocaba, Santos e Caxias do Sul (RS). No segundo semestre, o site CPFL Cultura (novo endereço: www.cpflcultura.com.br) ganhará nova roupagem, contendo todo o acervo da programação, desde 2004, em formato digital, e permitindo ao usuário assistir na íntegra às atividades registradas em mídia audiovisual. Essa é uma grande conquista e demonstra o crescimento e ampliação das reflexões discutidas aqui.

    Para tornar a descentralização do conteúdo da CPFL Cultura possível, a programação em Campinas será condensada. A grade de atividades na cidade será a seguinte:

Quinta-feira: Café Filosófico – série Tendências
Início no primeiro semestre de 2008, em data a ser definida. Temas que estão em pauta na imprensa, universidades, institutos de pesquisa e também nas rodas de conversa.

Sexta-feira: Café Filosófico
Início no primeiro semestre de 2008, em data a ser definida. Reflexão sobre o comportamento do indivíduo frente a tantas mudanças no mundo contemporâneo.

Sábado: Música Erudita
Início em abril. Uma vitrine das práticas musicais contemporâneas.

Domingo: Teatro Infantil
Início em abril. A programação para as crianças está garantida com o teatro infantil, todos os domingos, em dois horários.

           
PROGRAMAÇÃO ABRIL EM CAMPINAS

5/4 - sábado
20h Música Erudita
Cabaré Erudito
Com Martha Herr, soprano e André Rangel, piano.

6/4 - domingo
10h e 11h30 Teatro Infantil
De cabelo em pé
Cia. Polichinelo
*Retirada de ingressos uma hora antes do início do evento.

12/4 - sábado
20h Música Erudita
Cabaré: Berlim, Anos 20
Com Cida Moreira, piano e voz.

13/4 - domingo
10h e 11h30 Teatro Infantil
Guarda Zool
Cia. Teatro das Coisas
*Retirada de ingressos uma hora antes do início do evento.

19/4 - sábado
Não haverá programação.

20/4 - domingo
10h e 11h30 Teatro Infantil
A Princesa e o Sapo
Packer Cia. de Dança
*Retirada de ingressos uma hora antes do início do evento.

26/4 - sábado
20h Música Erudita
Cabaré latino-americano
Com Cássia Carrascoza, flauta e Ricardo Bologna, percussão

27/4 - domingo
10h e 11h30 Teatro Infantil
Um Ratinho e a Lua
Asterion Teatro
*Retirada de ingressos uma hora antes do início do evento.

 

Programação gratuita e por ordem de chegada.



Há mais muçulmanos do que católicos no mundo, diz Vaticano

terça-feira, 1 de abril de 2008

O número de muçulmanos superou, pela primeira vez, o de católicos, fazendo do Islamismo seja a religião com maior número de adeptos no mundo, de acordo com o Vaticano.
Dados recolhidos em 2006 indicavam que 19,2% da população mundial é formada por muçulmanos, enquanto 17,4% são católicos, disse o editor do Anuário Pontifício, monsenhor Vittorio Formenti, em entrevista publicada na edição deste domingo do jornal do Vaticano, L'Osservatore Romano.
Formenti diz, contudo, que o número de cristãos pode chegar a 33%, se forem levados em conta também os adeptos da igreja ortodoxa, os anglicanos e os protestantes.
A maior proporção de católicos, 49,8%, está na América Latina, segundo o editor do anuário do Vaticano.
O Anuário diz que a proporção da população de católicos do mundo é razoavelmente estável, mas a porcentagem de muçulmanos vem aumentando por causa da alta taxa de natalidade neste grupo.

Fonte: O Globo On Line

Mais de 1,5 mil pessoas estiveram presentes na abertura da exposição 'Marrocos', no Museu de Arte Brasileira da FAAP, em São Paulo.

São Paulo – Paredes cobertas por tapetes, quadros, véus, portas e painéis de mosaico. Vasos e pratos pré-históricos, manuscritos do século 19, jóias com pedras preciosas, vestimentas típicas, móveis e instrumentos musicais fazem parte dos 500 objetos marroquinos que foram trazidos para a exposição "Marrocos", em São Paulo. Inaugurada ontem à noite (30), no Museu de Arte Brasileira da Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP), mais de 1,5 mil pessoas visitaram a mostra.

"Essa exposição é muito importante por diversas razões. Primeiro eu acho que nós temos que mostrar a cultura do Marrocos no Brasil e vice-versa. Em segundo, acho que temos que estreitar ainda mais as relações culturais e comerciais com o Marrocos e em terceiro lugar é uma exposição para os nossos alunos e para os brasileiros também", afirmou a presidente do Conselho de Curadores da FAAP, Celita Procopio de Carvalho.

Todas as peças marroquinas foram trazidas dos principais museus do país árabe. "Essa é a primeira vez que o Marrocos traz uma exposição ao Brasil. É muito importante que as pessoas conheçam a nossa riqueza cultural", disse a chefe de gabinete do Ministério da Cultura do Marrocos, Radia Laraki. Segundo ela, na mostra é possível perceber que o Marrocos teve influência de diversas religiões, como judaísmo, islamismo e cristianismo. Na divisão "As Origens", da mostra, o público pode comprovar essa influência religiosa com um rolo do Torá, livro sagrado dos judeus. O livro escrito em hebraico é datado do início do século 18.

Entre as peças mais antigas da exposição estão os manuscritos do início do século 18 e os objetos arqueológicos, como jarro, vaso e pratos feitos em cerâmica com inscrições fenícias do século 3 a.C. Há também um vaso em pedra mais antigo ainda datado de 3.800 a.C. "São muitas peças importantes que montam a história do Marrocos", disse Radia. De acordo com ela, essa mostra pode ser a primeira troca cultural com o Brasil de muitas outras.

Essa também foi a opinião do presidente da Câmara de Comércio Árabe Brasileira, Antonio Sarkis Jr, que esteve na inauguração da mostra. "Pode ser o início de um intercâmbio cultural. Acho que o Brasil também pode levar uma exposição ao Marrocos mostrando toda a sua riqueza cultural, como a música e o artesanato, por exemplo", afirmou. Segundo ele, a exposição está muito rica e bem montada. "Está com um acervo muito interessante e vale a pena vir visitar com tempo", disse.

Uma parte da mostra que chamou atenção dos visitantes de ontem foi das vestimentas típicas e das jóias. As manequins expostas trajavam vestidos brancos e coloridos do início do século 20. Os trajes de veludo, lã e algodão eram feitos muitas vezes em fios de prata e ouro. Entre elas também estavam trajes de mulheres judias, o que mostrava mais uma vez a diversidade religiosa do país. Outra parte rica da exposição é a divisão das jóias, do início do século 20, com brincos de ouro, anéis, pulseiras e colares com safiras, esmeraldas e brilhantes.

De acordo com o diretor do Patrimônio Cultural do Ministério da Cultura do Marrocos, Abdellah Salih, que também é o curador geral da mostra, a iniciativa de fazer essa exposição em São Paulo foi da embaixadora do Marrocos em Brasília, Farida Jaïdi. "Aqui em São Paulo existem muitos descendentes de árabes e eu acho muito importante que esses jovens descendentes venham conhecer a cultura marroquina, que é muito rica e aborda a cultura árabe em geral", afirmou.

Entre os convidados da Câmara Árabe que compareceram ontem estava o vice-presidente de Relações Internacionais, Helmi Nasr, o vice-presidente de Comércio Exterior, Salim Schahin, e os diretores Mário Rizkallah e Adel Auada. Além deles, também estavam presentes o diretor executivo da FAAP, Antonio Bias Bueno Guillon, Milú Vilela, presidente do Museu de Arte Moderna de São Paulo e a embaixadora do Marrocos em Brasília, Farida Jaidi.

Serviço

Exposição "Marrocos"
Data: 31 de março a 22 de junho
Local: Museu de Arte Brasileira da FAAP
Endereço: Rua Alagoas, 903, Higienópolis, São Paulo
Horário: terças a sextas-feiras das 10h às 20h
Sábados, domingos e feriados das 10h às 17h
Informações: (11) 3662-7198
Visitas Educativas: agendamento (11) 3662-7200
Entrada Gratuita


http://www.anba.com.br/noticia.php?id=17857

Parte II - Fundamentos do Budismo - Transformação do veneno em remédio (Hendoku Iyaku)

O budismo ensina que os efeitos de nossas ações, boas ou más, são sentidos na nossa própria vida. Essa é a lei infalível de causa e efeito. Assim sendo, todos os nossos sofrimentos derivam das más causas que cometemos. Porém, o Gohonzon possui os poderes da Lei e do Buda e nós, os poderes da fé e da prática. Quando esses quatro poderes se unem, todo sofrimento pode ser transformado em alegria. Esse é o princípio de hendoku iyaku ou a transformação do veneno em remédio.

A expressão "transformar o veneno em remédio" apareceu pela primeira vez no Daitido Ron (Tratado sobre o Sutra da Perfeita Sabedoria) de Nagarjuna, um estudioso do Budismo Mahayana que viveu na Índia entre o segundo e o terceiro século. Nessa obra, Nagarjuna compara o Sutra de Lótus a "um grande médico que transforma o veneno em remédio" e ensina que as pessoas dos dois veículos (Erudição e Absorção) podem atingir o estado de Buda.

Os dois veículos, nesse caso, representam aqueles que se dedicam à busca da iluminação por meio da erradicação dos desejos conforme ensinado pelo Budismo Hinayana. Contudo, o Sutra de Lótus ensina que todas as pessoas, sem exceção, mesmo aquelas dos dois veículos, podem atingir o estado de Buda. Por essa razão, Nagarjuna comparou-o a um grande médico que transforma o veneno em remédio.

Nitiren Daishonin interpreta esse princípio num sentido mais amplo e universal. Ele nos ensina que podemos transformar os três caminhos — dos desejos mundanos, do carma e do sofrimento — nas três virtudes do Buda — as propriedades da Lei, da sabedoria e da liberdade.

No Ongui Kuden (Registro dos Ensinos Orais) consta: "Agora, Nitiren e seus seguidores recitam o Nam-myoho-rengue-kyo... queimam a madeira dos desejos mundanos e revelam a chama da sabedoria iluminada." Nitiren Daishonin afirma que por existirem os desejos mundanos, a iluminação pode ser atingida.

A nossa vida está repleta de desejos mundanos. Mesmo sem eliminá-los podemos purificá-la e atingir a iluminação. Desejos mundanos indicam ilusão, ao passo que a iluminação é o despertar para a verdade, ou seja, o reconhecimento do potencial do estado de Buda inerente em nós. Quando elevamos nossa condição de vida ao estado de Buda, lançamos luz sobre os desejos mundanos ou ilusões. Assim, o que era sofrimento dá lugar à alegria e os problemas se transformam em oportunidades para o nosso crescimento. Essa é uma forma de descrever o processo da revolução humana. Os relatos de experiência apresentados nas reuniões elucidam perfeitamente o princípio da transformação do veneno em remédio. As pessoas não poderiam relatar sobre os benefícios da prática sem antes terem enfrentado obstáculos. Tampouco poderiam falar com convicção de sua alegria sem terem vencido os sofrimentos.

Sobre o conceito de hendoku iyaku, o presidente da SGI, Daisaku Ikeda, disse: "A Lei Mística que Nitiren Daishonin revelou é o princípio que permite que os efeitos negativos sejam transformados em benefícios e o veneno em remédio. Portanto, não importam os atos que tenham cometido em existências prévias ou o carma que tenham criado no passado, jamais devem ser vencidos por eles. É vital que considerem tudo de uma forma positiva e construtiva deste momento em diante, e que vivam vigorosamente tendo como base a sua fé.

"Um verdadeiro praticante deste budismo deve ser capaz de sobrepujar os efeitos do mau carma e assegurar uma vida de vitória em meio à realidade da sociedade. Uma vida de corajosa recitação de Daimoku ao Gohonzon, a fonte de ilimitados benefícios, é centena de vezes mais valiosa do que aquela que sempre se encontra presa ao carma do passado. Somente praticando dessa maneira é que podem convencer as pessoas do poder do Gohonzon e abrir amplamente o caminho do Kossen-rufu."1

Uma pessoa que possui essa firme convicção pode desfrutar a verdadeira felicidade e liberdade.Y Nota: 1. Buddhism in Action (Budismo em ação). Tóquio, NSCI, 1988, vol. 3, pág. 71.

Fonte: Revista Terceira Civilização, Editora Brasil Seikyo Ed. Nº 407, pág 5, julho 2002.

Dica de sites: English-language translations for Arabic songs

1-

This web site offers you English-language translations for more than 100 songs sung in Arabic, Armenian, Turkish, Greek, and Hebrew.
Middle Eastern Music: Translated Song Lyrics by Shira
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http://www.arabicmusictranslation.com/

Chegou por e-mail: Subject: tv ao vivo - Aljazeera Assinem a petição para Mr.Sami Al Haj


Solictando sua colaboracao para divulgar e apoiar pela libertacao de Mr.Sami Al Haj  , nesso momento preso e sendo torturado em Guantanamo Bay.
 
Mr. Sami Al Haj eh um camara man que foi aprisionado pelos americanos em Dezembro de 2001 e levado para Guantanamo Bay. Ele tem sido submetido a tortura emocional e fisica continuamente. A informacao so veio a tona quando advogados voluntarios conseguiram atraves de atos judiciais ter acesso ao campo de tortura em Guantanamo Bay, Cuba, ja em 2006. Ele continua sob tortura em Guantanamo Bay sem qualquer acusacao.
 
Apesar da ilegalidade do processo os americanos continuam submetendo pessoas a estas atrocidades sem qualquer restricao por haverem fabricado um sistema ACIMA DAS LEIS, como se consideram.
 
Mr. Sami tem sobrevivido mas seus advogados afirmam que seu estado mental e fisico deteriora violentamente a cada visita , devido a tortura continua. Por favor, caso interesse, assine e divulgue ou remeta uma carta de apoio a Mr. Sami, que talvez seja lida para ele em solidariedade e para mante-lo consciente de que ha pessoas sabendo do que ocorre, ao contarrio do que lhe dizem seus torturadores.
 
Vivo no Canada, sou brasileira  e estou remetendo essa informacao, caso Interesse. Obrigada.
 
Peticao para libertacao de Mr.Sami, prisioneiro 345 em Guantanamo :
 
 
E uma informacao sobre TV Al Jazeera, ao vivo, em arabe e em Ingles, uma das unicas emissoras ainda divulgando noticias isentas :
 
 
 
 
 From: Telma Alencar - racnela@gmail.com
 
 
 
 
 
 

John Tofik Karam, neto de libaneses nascido nos Estados Unidos, deve lançar até o final do ano, no Brasil, o livro 'Um outro arabesco'.

São Paulo – O norte-americano de origem libanesa John Tofik Karam vai lançar no Brasil o livro "Um outro arabesco" pela Martins Editora. A obra é resultado da tese de doutorado que Karam fez a respeito da comunidade árabe no Brasil e mostra a valorização ocorrida com os árabes no país no final do século 20.

"Mostra a maior visibilidade que o árabe ganhou na época neoliberal", explicou Karam em entrevista por telefone à ANBA. De acordo com o descendente de libaneses, até metade do século 20 o árabe era marginalizado em função do estereótipo de bom negociante, que sempre queria ter mais ganhos no comércio. "De repente esta idéia virou vantagem na época neoliberal", diz.

A tese de Karam já foi publicada como livro nos Estados Unidos no ano passado. Ela foi defendida na conclusão do doutorado do escritor, em Antropologia Cultural, na Syracuse University, em 2004. No Brasil, o norte-americano acredita que o livro será lançado até o final do ano. A obra acaba de ser traduzida para o português por Denise Bottman e deve entrar em fase de revisão.

Karam ficou três anos estudando dentro da própria universidade, entre 1997 e 2000, e depois partiu para a pesquisa de campo. Ficou no Brasil de setembro de 2000 até o final de 2001, com uma bolsa do Departamento de Educação dos Estados Unidos. No país, entrevistou cerca de cem pessoas da comunidade árabe.

"Falei com comerciantes, donas de casa, profissionais liberais como médicos, advogados e até dançarinas do ventre", afirma Karam. Ele também participou, na época, de uma viagem feita por descendentes de libaneses do Brasil ao Líbano patrocinada pelo Ministério de Imigração do país árabe.

Karam conta que também ia, na época, aos eventos, como seminários, promovidos pela Câmara de Comércio Árabe Brasileira sobre comércio do Brasil com os árabes. Ali ele entrava em contato com empresários brasileiros que queriam negociar com os países árabes e se inteirava de suas opiniões. "O Dr. Michel ensinava a negociar com os árabes", conta Karam, referindo-se ao secretário-geral da Câmara Árabe, Michel Alaby.

Brasil de Karam

Apesar de Karam ser do interior de Nova York, de uma cidade chamada Utica, a sua avó materna é brasileira. Ela nasceu onde hoje fica o estado de Rondônia e morou no local até os dez anos de idade. "Depois foi mandada de volta para o Líbano (na época Grande Síria). Chegou no porto, em Beirute, sem falar árabe", conta o norte-americano. Aos 15 anos, ela conheceu o avô de Karam, casou-se e os dois se mudaram para os Estados Unidos.

A história de Karam com o Brasil continuou quando ele resolveu, aos 17 anos, fazer um intercâmbio pelo Rotary. A intenção do então adolescente era ir para a Europa, mas foi mandado para o Brasil. Desde então Karam voltou ao país inúmeras vezes. Desde os 17 anos, somando todas as vezes que esteve no Brasil, o antropólogo calcula que tenha ficado uns seis anos.

Essa ligação tão estreita fez com que ele quisesse se dedicar ao estudo da comunidade árabe no Brasil no seu doutorado. "Estou felicíssimo pela publicação do livro no Brasil. Vai pelo menos adicionar mais uma voz ao diálogo que já está acontecendo sobre economia global", afirma Karam. O neto de libaneses afirma que o nacionalismo brasileiro abriu espaço para o árabe se identificar como tal, enquanto que nos Estados Unidos isso nunca ocorreu.

Karam é atualmente professor assistente no Programa de Estudos Latino-Americanos e Latinos na DePaul University, em Chicago. Ele já atuou também em outras instituições de ensino dos Estados Unidos. A sua graduação e pós-graduação também foram feitas na área de Antropologia.

Leia a seguir alguns trechos do livro de Karam:

  • Sigo até o Club Homs, na avenida principal [Paulista]. Conhecido como 'a casa dos árabes', ele faz parte da meia-dúzia de clubes para os descendentes dos imigrantes do Oriente Médio que existem na região. Essa noite, o clube está dando uma festa chique em comemoração ao Dia Nacional da Síria. Atravesso o portão de entrada e vou me juntar a um grupo de brasileiros, na maioria de origem árabe. Entre os empresários importantes ali presentes, está um sírio-libanês de terceira geração que foi elogiado pelo presidente Fernando Henrique Cardoso [Paulo Atallah], por treinar executivos brasileiros no setor de exportações para o mundo árabe. Ele é o presidente da Câmara de Comércio Árabe-Brasileira, que fica logo do outro lado da avenida. Há também dezenas de dignitários estrangeiros e políticos nacionais, como uma vereadora libanesa de segunda geração que organiza a comemoração anual do dia da independência libanesa na Câmara Municipal.

 

  • Meu livro mostra que, em época anterior, a etnicidade árabe era basicamente desvalorizada, mas conquistou maior reconhecimento no presente. Na primeira metade do século XX, por exemplo, as elites luso-brasileiras tratavam os descendentes dos imigrantes do Oriente Médio de modo depreciativo, como comerciantes naturalmente espertos que acumulavam imensas riquezas, mas não produziam nada para a nação (Campos 1987; Karam 2004; Lesser 1999). Hoje, porém, a idéia corrente de uma astúcia comercial inata dos árabes é elogiada pelos exportadores brasileiros no mercado "livre".

 

  • Comecei a aprender o que é ser árabe no Brasil quando fui fazer uma pesquisa preliminar em São Paulo, em junho de 1999. Lembro que, dois dias depois de chegar, eu estava no prédio de um amigo no centro da cidade e liguei para alguns contatos. Uma pessoa aceitou marcar um encontro: o editor-chefe de Chams, uma revista da colônia árabe. Naquela primeira semana, ele expôs suas idéias sobre a "colônia", citou os eventos que iam acontecer nos clubes e fez a ponte para eu conversar com executivos e empresários. Foi com essas reflexões, reuniões e indicações que fui formalmente apresentado à experiência árabe no Brasil. Naqueles dias e nos meses seguintes, algumas vezes fui tomado por jornalista, e me senti como tal, entrevistando ou batendo papo com profissionais liberais e cobrindo suas festas e reuniões. Com um bloco de notas enfiado no bolso, mais de uma vez me vi ao lado de outros jornalistas – étnicos e nacionais – anotando trechos de longos discursos e participando de conversas interessantes.

Contato

John Tofik Karam
E-mail: jkaram2@depaul.edu

http://www.anba.com.br/orientese.php?id=106