Dubai constrói ciclovias e corredores para ônibus

segunda-feira, 7 de abril de 2008

São Paulo - O Departamento de Estradas e Transporte (RTA) de Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, delimitou quatro áreas para a construção de ciclovias no emirado. A informação foi publicada no site do jornal Khaleej Times.

De acordo com Essa Al Dossari, CEO da Agência de Transporte Público do RTA, as ciclovias devem ser inauguradas em 2009. "As pistas estão sendo projetadas", afirmou Dossari. As quatro pistas deverão ser construídas ao longo da Jumeirah Road, que acompanha a orla marítima do emirado.

Além das ciclovias, haverá estacionamentos e outras instalações exclusivas para ciclistas, segundo o jornal Emirates Evening Post.

O engenheiro Salem Ali Al Shafei, também do RTA, disse que o departamento prevê modificações abrangentes em todo o emirado.

Este será o primeiro projeto do gênero na região do Golfo. Além das rotas e estacionamentos para ciclistas, será criado um conjunto de leis para regulamentar o uso de bicicletas em Dubai.

Um estudo realizado recentemente pelo Departamento de Planejamento Estratégico do RTA apontou o potencial das bicicletas para solucionar problemas como congestionamentos, poluição do ar por veículos e problemas de saúde como obesidade e sedentarismo.

Al Dossari disse também que o RTA quer criar corredores exclusivos para ônibus. O objetivo é incentivar a população a usar mais o transporte público. Atualmente, apenas 7% da população de Dubai utiliza esse meio de locomoção.

"Vamos importar ônibus de primeira linha, com o máximo de conforto e conveniência, para que as pessoas possam viajar bem e economizar tempo", disse Dossari.

*Tradução de Gabriel Pomerancblum

http://www.anba.com.br/noticia.php?id=17907

A arte do artista plástico M’Hamed Marzouk nascido na Tunísia mas no Brasil desde 1975

Divulgação
Tela inspirada na vida de Gibran está em exposição no Monte Líbano
Tela inspirada na vida de Gibran está em exposição no Monte Líbano

São Paulo – O artista plástico M'Hamed Marzouk, nascido na Tunísia, veio para o Brasil em 1975 como parte de um programa internacional para trabalhar durante dois anos como engenheiro elétrico, que é sua formação acadêmica, mas a paixão pelas artes plásticas mudou sua vida. "Vim para trabalhar aqui como engenheiro, mas meu dom artístico era bastante conflitante. Como adorei o Brasil, resolvi me dedicar à pintura e ficar por aqui", afirmou Marzouk.

No ano passado, Marzouk foi convidado para pintar uma tela sobre o escritor e pintor libanês Gibran Khalil Gibran, que completaria 125 anos de vida em 2008. Para conseguir inspiração, o artista tunisiano leu muito sobre a biografia do poeta, que nasceu no Líbano, mas morou nos Estados Unidos e na Europa divulgando a sua poesia. Após dois meses de trabalho, Marzouk conseguiu retratar numa tela de 90 centímetros por 70 centímetros um pouco da história do poeta.

As cores verde, amarelo, azul, vermelho, branco e laranja se misturam na tela de Marzouk em homenagem a Gibran e formam pedaços da Estátua da Liberdade, em Nova York, dos prédios de Boston, da Torre Eiffel, em Paris, das gaivotas do Líbano e de um suposto navio em que o poeta deveria viajar mundo a fora. "Na verdade, eu me envolvi muito com as idéias de Gibran. Também me identifiquei muito com ele e saiu este quadro", afirmou Marzouk, que está expondo sua obra até quarta-feira (09) no Clube Atlético monte Líbano, em São Paulo.
 
Marzouk sempre tenta retratar em seus quadros as gaivotas, que o fazem lembrar de sua cidade natal, Mahares, no Mediterrâneo, onde de sua janela ele podia vê-las voando em liberdade. "Talvez Gibran sentisse a mesma liberdade que sentem as gaivotas", disse Marzouk explicando o porque dos pássaros na obra.

Em janeiro, o artista foi premiado pela Galeria Mali Villas-Bôas, em São Paulo. A tela, de 120 centímetros por 100 centímetros, leva o nome de sua cidade natal. As obras de Marzouk já foram expostas em diversas galerias em São Paulo e também fora do país, como Bélgica e França, onde o artista já morou e fez cursos de artes plásticas, e na própria Tunísia. Agora ele está sendo convidado para expor em Nova York.

Marzouk define seu estilo como expressionismo abstrato. Suas telas são sempre coloridas e têm um tom figurativo. "Qualquer lugar no Brasil me inspira. Aqui tem muita luz", disse. De acordo com ele, um dos principias motivos de ter ficado no país foi a hospitalidade do povo brasileiro. "Quando cheguei aqui, logo fiz amigos e me adaptei muito bem", afirmou.

Atêlie Editorial inaugura coleção dedicada a estudos árabes

 

   
A Ateliê Editorial, o Programa de Pós-Graduação em Língua, Literatura e Cultura Árabe e Livraria da Vila-Lorena, com o apoio do Instituto da Cultura Árabe, convidam para o lançamento dos livros "A Arte do Zajal", de Michel Sleiman, "O Intelecto em Ibn Sina", de Miguel Attie Filho, e "O Simbolismo dos Padrões Geométricos da Arte Islâmica", de Sylvia Leite.

Tomás Bolognani Martins, produtor da Ateliê Editorial, diz que esses serão os três primeiros lançamentos da Coleção de Estudos Árabes, uma série que pretende dedicar-se à publicação de estudos relativos à cultura árabe em seus mais diversos aspectos. "Este é um assunto que, apesar de aparecer sempre pelo lado negativo na imprensa, tem uma grande importância histórica. Nesses primeiros livros, temos estudos de Filosofia, de poesia e de formas geométricas produzidos pela cultura árabe. Existe aí uma carga histórica e cultural de enorme importância".

Em "A Arte do Zajal", o professor do departamento de Língua e Literatura Árabe da USP, Michel Sleiman aprofunda seus estudos sobre a rica poética feita em árabe. Na obra, ele faz um estudo comparativo da poesia árabe do Oriente e da poesia árabe do Alandalus. Para isso, escolheu dois gêneros de poesia, o zajal e a qasida. Em seu texto, quer mostrar como nesses dois gêneros, que aparentemente são diferentes, há indícios de que seguem as mesmas convenções de composição literária.

Em "O Intelecto em Ibn Sina", Miguel Attie Filho ocupa-se em sua pesquisa do Livro da Alma, uma das obras de Ibn Sina, mais conhecido no Ocidente como Avicena, que mais tiveram repercussão dentro do Ocidente Medieval Latino, e também no mundo árabe-islâmico. Attie Filho, além de ir ao texto árabe, traz inúmeras passagens importantes numa tradução inédita do árabe ao português, acompanhada da tradução latina medieval.

Já em "O Simbolismo dos Padrões Geométricos da Arte Islâmica", Sylvia Leite se debruça sobre os aspectos mais célebres da civilização engendrada sob a égide do Islã, uma das mais ricas que história conheceu. Sua cultura multifacetada e plural produziu obras-primas em todos os ramos do saber, e aqui Leite se concentra nos padrões geométricos que têm encantado sucessivas gerações de apreciadores de arte.


Para informações entre em contato através do site: http://www.atelie.com.br

Dicas de sites: Quer ir ou está indo para Dubai?

quinta-feira, 3 de abril de 2008

Dubai tem alguns serviços de acesssibilidade para pessoas que usam cadeira de rodas.
Veja tudo que encontrei sobre esse assunto, em sites oficiais de Dubai.


Dubai Turismo
http://www.dubaitourism.ae/default.asp

Aeroporto de Dubai
http://www.dubaiairport.com/dia/english/home/

Transporte em Dubai (Taxi Agency)
http://dtc.dubai.ae/


Transporte Acessível: Special Needs Vehicles

1- Transporte em Dubai (Taxi Agency)
http://dtc.dubai.ae/en.portal?dtcfleet,Article_000017,1,&_nfpb=true&_pageLabel=view

2- To order please give 24 hrs notice by phone or by internet:
Tel: +9714 2245331
Website: www.dubaitransport.gov.ae/index.asp


Acessibilidade no Aeroporto de Dubai
http://www.dubaitourism.ae/Disabled/default.asp?SubCatID=56

Neste link, ao lado direito você encontra outros links sobre acessibilidade, serviços de carro, cinemas, parks, shoppings, tours entre outros.

Dica de Site: Budismo de Nitiren Daishonin

Existem poucos sites onde possamos encontrar textos e estudos sobre o budismo de Nitiren Daishonin.

Vale muito a pena conhecer o site "As mais belas histórias budistas" apesar do nome não sugerir, nele encontramos centenas de informações importantes sobre o budismo de Nitiren Daishonin, sobre a Soka Gakkai e sobre as pessoas que praticam esse budismo.

É possível até encontrar arquivos para Download, como o livro:

Um inverno rigoroso de Takashi Ishigami - livro em pdf (332 kb)

Então aproveitem e navegem bastante nele:

http://www.vertex.com.br/USERS/SAN/portal.htm

Parte II - Fundamentos do Budismo - Três obstáculos e quatro maldades (sansho shima)

O conceito budista de "três obstáculos e quatro maldades" (sansho shima) elucida e classifica os diversos tipos de obstáculos e impedimentos que surgem ao praticar o budismo. O Buda Original Nitiren Daishonin refere-se a esse princípio em várias de suas escrituras, como na "Carta aos Irmãos", na qual consta a seguinte passagem: "Se professar o Verdadeiro Budismo, os sansho shima surgirão em sucessão." (As Escrituras de Nitiren Daishonin, vol. 1, pág. 239.)

Nessa frase, Nitiren Daishonin incentiva os irmãos Ikegami, mostrando que os obstáculos surgem justamente por se aprofundarem na prática da fé. Em outras palavras, os três obstáculos e as quatro maldades surgem a todo momento, tentando, de alguma forma, impedir nossa prática diária. Por isso, devemos estar sempre preparados para enfrentá-los.

Os três obstáculos são: 1) obstáculos dos desejos mundanos (bonno-sho), ou obstáculos causados pelos três venenos da avareza, ira e estupidez); 2) obstáculo do carma (go-sho), ou obstáculo gerado pelo mau carma criado por cometer qualquer um dos cinco pecados fundamentais ou dez maus atos. Esse obstáculo também é interpretado como oposição da esposa e dos filhos; e 3) obstáculo da retribuição (ho-sho), ou obstáculo das causas negativas criadas por ações dos três maus caminhos (Inferno, Fome e Animalidade). Pode ser interpretado também como os obstáculos impostos pelos soberano, pais ou outros em posição de autoridade.

As quatro maldades são: 1) impedimento dos cinco componentes (on-ma), ou obstruções causadas pelas funções físicas e mentais da pessoa; 2) impedimento dos desejos mundanos (bonno-ma), ou obstruções originadas dos três venenos, criando dúvida no Gohonzon; 3) impedimento da morte (shi-ma), ou obstrução à prática causada pelo medo que a morte vincula; e 4) impedimento do Demônio do Sexto Céu (tenshi-ma), tradicionalmente a perseguição por parte de homens do poder.

O ponto importante é reconhecer que os obstáculos e as maldades são funções tentando nos influenciar e nos amedrontar de forma a obstruir o desenvolvimento de nossa prática da fé. O surgimento dos obstáculos é, na verdade, a maior prova do progresso da nossa fé. Portanto, quando identificamos essas funções, devemos manifestar a força e a coragem para desafiá-las, e jamais permitir que nos derrotem. Quando enfrentamos com toda a perseverança e ultrapassamos esses obstáculos, podemos elevar a nossa condição de vida. Esse é o verdadeiro caminho dos seres humanos para a felicidade.

Mas de onde se originam os obstáculos?

As escrituras de Nitiren Daishonin ensinam que, de forma geral, derivam-se da escuridão fundamental inerente na vida (gampon no mumyo, em japonês). Essa escuridão é a fonte de todas as ilusões e age para obscurecer nossa natureza de Buda. Todos possuem dentro de si tanto a natureza iluminada como a escuridão fundamental. A iluminação e a ilusão possuem uma única entidade. Elas são, por assim dizer, dois possíveis aspectos ou expressões da vida. Porém, quando nos dedicamos à prática budista, podemos extrair e perceber a preciosa realidade da nossa natureza de Buda. Em contrapartida, quando preferimos a ilusão, nossa natureza de Buda permanece encoberta pela escuridão fundamental.

A ilusão, ou seja, a escuridão e o negativismo, manifesta-se na vida na forma de vários obstáculos, tanto internos como externos. Para superá-los, é importante empenhar-se na prática da fé buscando manifestar o estado de Buda e se dedicar tanto para a própria felicidade como para a de outros.

Na escritura "Carta aos Irmãos", consta a seguinte passagem: "O sutra Rokuharamitsu afirma que se deve tornar senhor da sua mente em vez de permitir à sua mente dominá-lo." (As Escrituras de Nitiren Daishonin, vol. 1, pág. 243.) Nessa frase, Nitiren Daishonin ensina a jamais permitirmos ser dominados pelo sentimentalismo gerado pelas maldades ou forças negativas. Devemos, sim, ativar as forças protetoras e positivas do universo por meio da sincera oração ao Gohonzon. Assim, manifestaremos a alegria em todas as questões da vida, crescendo e nos desenvolvendo até chegarmos à nossa revolução humana.

Naturalmente, como seres humanos, mesmo sendo fervorosos praticantes do budismo, há ocasiões em que ficamos doentes ou nos acidentamos; outras vezes, podemos enfrentar incêndios ou calamidades, como enchentes ou secas; ou ainda, em nosso dia-a-dia, podemos ter aborrecimentos no trabalho ou até mesmo na comunidade. Todas essas dificuldades podem ser classificadas como os 'três obstáculos e quatro maldades' tentando impedir nossa atuação em prol da paz mundial. Por outro lado, essas mesmas dificuldades podem ser interpretadas como elementos que contribuem para a transformação do nosso carma, assim como a flor de lótus nasce em meio a águas lamacentas.


Fonte: Jornal Brasil Seikyo, edição nº 1628 / 1629

Dica de Site: Consulta de Vôos (Infraero)

quarta-feira, 2 de abril de 2008

Muito legal esse site, você pode acompanhar os vôos nos principais aeroportos do país.

http://www.infraero.gov.br/voos/

Turismo: Direitos do Viajante

O órgão oficial que atende a queixas, reclamações e sugestões de passageiros é o Departamento de Aviação Civil (DAC), por meio das Seções de Aviação Civil (SACs), instaladas em cada aeroporto.

Vôos Cancelados
Se a viagem for cancelada pela empresa aérea, o passageiro tem direito ao reembolso do valor pago pela passagem. A companhia aérea só pagará o reembolso de imediato se o bilhete tiver sido pago à vista. Se o passageiro pagou a passagem com cartão de crédito, o reembolso será creditado em seu cartão.

Atraso ou interrupção de vôos
Interrupção ou atraso de vôo por mais de quatro horas em aeroporto de escala dão ao passageiro o direito de endosso do bilhete - que permite viajar em outra companhia ou devolução imediata do valor pago. Todas as despesas decorrentes do atraso ou da interrupção do vôo devem correr por conta da empresa aérea. O prazo para fazer as reclamações é de dois anos. É necessário apenas provar o atraso, o que é possível com a própria passagem e informações sobre o horário em que o vôo atrasado de fato ocorreu.

Overbooking
Ocorre quando é vendido um número de passagens maior que o de lugares disponíveis no avião. A prática acontece porque às vezes passageiros confirmados em um vôo simplesmente não comparecem. Assim, essa venda adicional de passagens compensaria as ausências.

Em setembro de 2000, o governo e as companhias aéreas firmaram um acordo para regulamentar as compensações em caso de overbooking. A partir de dezembro, os passageiros que ficarem de fora de um vôo com overbooking optam por uma série de benefícios oferecidos pelas companhias.

Eles podem escolher entre uma quantia em dinheiro ou serviços da própria empresa, como uma passagem adicional, upgrade para classe superior e pagamento de excesso de bagagem.

Em todos os casos, além da compensação, ele continua tendo o direito de embarcar em outro vôo com o mesmo bilhete. O consumidor também terá a garantia de hospedagem, alimentação e transporte pagos pela companhia aérea enquanto não embarca em outro vôo.

As empresas, por sua vez, ganham o direito de recomprar lugares nos vôos - acomodando passageiros que precisam embarcar imediatamente e recompensando quem aceita deixar o avião.

O acordo tem duração de um ano. No fim deste período, será realizada uma versão definitiva do texto.

Bagagem
O passageiro tem direito a levar 20 kg de bagagem na classe econômica e 30 kg ou 40 kg na primeira classe e na executiva. Nas linhas internacionais, a franquia segue normas dos países de destino. Nas linhas regionais, a franquia é de 10 kg em aviões com até 20 assentos e de 20 kg em aviões com mais de 20 assentos.

As tarifas para excesso de bagagem variam de acordo com o valor do bilhete aéreo, mas geralmente correspondem a 1% do valor do bilhete. As franquias de bagagem não incluem o transporte de animais de estimação, o que obriga o pagamento de novas taxas por excesso de peso.

Em caso de dano ou sinais de violação da bagagem, o passageiro deve entrar em contato com a empresa aérea. Se a bagagem for extraviada, a empresa aérea indeniza o passageiro com um valor máximo de US$ 400 em vôos internacionais.

Em vôos nacionais, a indenização será feita com base no Código Brasileiro de Bagagem. Se a localização da bagagem demorar mais de três dias ou se houver extravio definitivo, o passageiro pode processar a empresa e fazê-la pagar uma multa.

Todo passageiro tem a opção de declarar os valores atribuídos a sua bagagem antes do embarque, e pagar uma taxa suplementar estipulada pela empresa, uma espécie de seguro. Neste caso, o passageiro deverá receber o valor declarado e aceito pela empresa. Sempre que houver um valor declarado, a empresa tem o direito de verificar o conteúdo da bagagem. Se o passageiro não fizer a declaração especial de interesse na entrega e não pagar taxa suplementar, não terá direito à indenização integral.

Atendimento Especial
Os portadores de deficiências físicas têm direito, durante a viagem, à assistência plena da empresa aérea, do administrador aeroportuário e das empresas de serviços auxiliares. O deficiente deve informar antecipadamente à empresa aérea suas necessidades durante a viagem.

Portadores de deficiência devem ser embarcados com uma antecedência mínima de 20 minutos em relação aos demais passageiros. Cadeiras de rodas e aparelhos necessários a deficientes serão transportados gratuitamente na cabine de passageiros do avião e caso não haja espaço disponível serão considerados bagagem prioritária.

O atestado de sanidade animal é obrigatório para o transporte de cão treinado para auxiliar portador de deficiência visual. O animal pode viajar na cabine de passageiros, no chão da aeronave, preso a uma coleira e com protetor no focinho.


http://www.odeontur.com.br/?url=direitos_viajante

Dubai terá cidade cultural gigante, com dezenas de teatro, museus e galerias.

ABU DHABI - O emirado de Dubai, que conseguiu se converter em um centro de atração turística e comercial, almeja ser também um grande centro cultural com um gigantesco projeto que incluirá mais de 70 instituições culturais. O projeto, segundo informações publicadas recentemente pela imprensa local, será construído sobre uma superfície de 20 quilômetros quadrados e incluirá dez museus, sete bibliotecas, 11 galerias de arte e 14 teatros, além de uma casa de ópera, entre outros.

As fontes, que não divulgaram o custo do projeto, indicaram que o novo complexo será erguido na área de Jor Dubai, e que entre os museus haverá um que exibirá os costumes do profeta Maomé outros de arte contemporânea.

- Jor Dubai será uma área de natureza única, em que poderão ser vistas diferentes culturas, literaturas e arte mundial do passado e do presente - disse o governante de Dubai e primeiro-ministro dos Emirados Árabes Unidos, xeique Mohamed bin Rached, na cerimônia de lançamento da pedra fundamental do projeto realizada na quinta-feira, informou o jornal "Khallej times", em seu site na internet.

O custo e o tempo de duração da obras não foram detalhados. Mas o xeique Mohamed disse que o projeto forma parte do "plano estratégico (cultural) de Dubai de 2015", de cuja execução vão participar os setores público e privado.

Omar bin Sulaiman, diretor do Departamento de Cultura y Arte de Dubai, afirma que o "projeto converterá a área num destino cultural mundial, e consolidará a imagem de Dubai como uma cidade multicultural".

Dubai, um dos sete Emirados Árabes Unidos, investiu, nas últimas décadas, centenas de milhões de dólares em projetos turísticos e na construção de arranha-céus e construções inovadoras, e em janeiro passado anunciou que a torre "Burj Dubai" já é o edifício mais alto do mundo, com 598 metros de altura.


Fonte: EFE

Dica de Cinema (São Paulo): 13º festival de documentários É Tudo Verdade

1-
Jimmy Carter - Man From Plains
(Jimmy Carter - O Homem de Plains)
Projeções Especiais

JONATHAN DEMME

EUA / USA
125', cor, 35mm, 2007
Diálogos: FALADO EM INGLÊS / ENGLISH DIALOGUES
Legenda: LEGENDAS ELETRÔNICAS EM PORTUGUÊS / ELECTRONIC PORTUGUESE SUBTITLES

PONTO CINE GUADALUPE (RIO DE JANEIRO - RJ) - 02/04 - 16H00 Guadalupe Shopping: Estrada do Camboatá 2.300.

UNIBANCO ARTEPLEX (RIO DE JANEIRO - RJ) - 03/04 - 17H30 r. Frei Caneca, 569, Cerqueira César

PONTO CINE GUADALUPE (RIO DE JANEIRO - RJ) - 03/04 – 18H00

Prêmio Nobel da Paz em 2002, o ex-presidente norte-americano Jimmy Carter está longe da aposentadoria. Aos 83 anos, atua incansavelmente na solução de conflitos mundiais, focando mais do que nunca no Oriente Médio. O cineasta Jonathan Demme (Oscar por "O Silêncio dos Inocentes") acompanha este ex-fazendeiro da Geórgia na campanha de lançamento de seu livro "Palestine Peace Not Apartheid". O homem que em seu governo conseguiu o armistício entre Israel e Egito que vigora até hoje não desiste de procurar uma solução definitiva para as trágicas pendências entre judeus e palestinos. Com a mesma simplicidade com que carrega suas próprias malas e lê a Bíblia diariamente, procura encontrar um denominador comum em benefício da paz.

2-
Kol wahaad wa Falastino
(Minha Palestina)

O Estado das Coisas

NADINE NAOUS
LÍBANO, FRANÇA / LEBANON, FRANCE
57', cor, DVCAM, 2006
Diálogos: FALADO EM ÁRABE / ARABIC DIALOGUES

Legenda: LEGENDAS EM INGLÊS; LEGENDAS ELETRÔNICAS EM PORTUGUÊS / ENGLISH SUBTITLES; ELECTRONIC PORTUGUESE SUBTITLES


RESERVA CULTURAL (SÃO PAULO - SP) - 01/04 - 22H00 av. Paulista, 900

RESERVA CULTURAL (SÃO PAULO - SP) - 03/04 - 14H00

No estúdio de um fotógrafo, diversos refugiados de origem palestina nascidos no Líbano são convidados a escolher o fundo de sua própria fotografia, tendo como opções quatro paisagens de cidades míticas – Nova York, Beirute e Jerusalém. Cada um tem sua própria história de vida, seus projetos de futuro e questionamentos.

3-
Qui a tué Sergio Vieira de Mello?

(Quem Matou Sérgio Vieira de Mello?)

O Estado das Coisas

AMAL MOGHAIZEL
FRANÇA / FRANCE
53', cor, Betacam SP, 2005

Diálogos: FALADO EM FRANCÊS, INGLÊS / FRENCH, ENGLISH DIALOGUES

Legenda: LEGENDAS EM INGLÊS; LEGENDAS ELETRÔNICAS EM PORTUGUÊS / ENGLISH SUBTITLES; ELECTRONIC PORTUGUESE SUBTITLES

RESERVA CULTURAL (SÃO PAULO - SP) - 02/04 - 20H00

INSTITUTO MOREIRA SALLES (RIO DE JANEIRO - RJ) - 05/04 - 18H00 Rua Marquês de São Vicente, 476, Gávea

CENTRO CULTURAL BANCO DO BRASIL (BRASÍLIA - DF) - 19/04 - 18H00. Clubes Esportivos Sul, trecho 2, lote 22 - Zona 0

Funcionário da ONU por 34 anos, o brasileiro Sérgio Vieira de Mello prestou grandes serviços à paz, no Líbano, Timor Leste e ex-Iugoslávia. Um carro-bomba, colocado diante de seu escritório em Bagdá, matou-o em agosto de 2003. Cinco anos depois, ainda se especula quais os verdadeiros responsáveis por trás deste atentado.

4-

The Last Days of Yasser Arafat

(Os Últimos Dias de Yasser Arafat)

O Estado das Coisas

SHERINE SALAMA

PALESTINA / PALESTINE

77', cor, Mini-DV, 2006

Diálogos: FALADO EM INGLÊS, ÁRABE / ENGLISH, ARABIC DIALOGUES

Legenda: LEGENDAS EM INGLÊS; LEGENDAS ELETRÔNICAS EM PORTUGUÊS / ENGLISH SUBTITLES; ELECTRONIC PORTUGUESE SUBTITLES


RESERVA CULTURAL (SÃO PAULO - SP) - 03/04 - 16H00

INSTITUTO MOREIRA SALLES (RIO DE JANEIRO - RJ) - 01/04 - 14H00

INSTITUTO MOREIRA SALLES (RIO DE JANEIRO - RJ) - 05/04 - 16H00

CENTRO CULTURAL BANCO DO BRASIL (BRASÍLIA - DF) - 20/04 - 20H00.

Em outubro de 2004, a cineasta Sherine Salama gravou uma entrevista com o presidente palestino Yasser Arafat. Um mês depois, ele morria em seu quartel-general, em Ramallah. Trata-se do epílogo da história de uma das figuras mais controversas de nossa época.


http://www.icarabe.org

Empresários da Síria, dos Emirados Árabes e do Brasil divulgaram ontem, na sede da Câmara Árabe, o projeto Braziland, que pretende ser um Brasil em miniatura numa das ilhas artificiais de Dubai.

São Paulo – Os empresários da Síria, Firas Tlass, dos Emirados Árabes, Haitham Ahmed Belhasa, e do Brasil, Mario Garnero, estão lançando um projeto em Dubai chamado Braziland. Os três estiveram ontem (01) na sede da Câmara de Comércio Árabe Brasileira, em São Paulo, para apresentar o novo negócio a empresários locais e pedir o apoio da entidade. "A idéia é fazer um Brasil em miniatura em Dubai, mostrando a cultura brasileira e as oportunidades de negócios oferecidas pelo país", afirmou Tlass.

O projeto é um grande empreendimento imobiliário, a ser erguido em um terreno de 1,3 milhão de metros quadrados, localizado numa das ilhas do Dubai Waterfront. Segundo Tlass, a idéia é simular no terreno as praias brasileiras, os hotéis, restaurantes - como as churrascarias -, lojas, festas de carnaval, centro esportivo voltado para o futebol e centro de negócios. "A Braziland vai proporcionar aos visitantes, que não têm condições financeiras de visitar o Brasil, conhecer melhor a cultura brasileira. Já os que têm condições vão se sentir atraídos a virem ao país", disse o empresário sírio.

De acordo com Tlass, cada empresa interessada em participar do projeto terá seu pedaço de terra para construção do seu próprio negócio. "Não sei quanto será investido no projeto, pois depende do quanto cada empresa irá investir", disse. Segundo o empresário, existe também o interesse de levar as empresas brasileiras que já estão nos Emirados Árabes para o Braziland. "A idéia é reuni-las num único centro comercial. Isso facilitaria os negócios e fortaleceria as empresas brasileiras", acrescentou.

A escolha de Dubai se deu por sua localização. "É um ponto central entre o Oriente e Ocidente. Além disso, é uma região que está crescendo cada vez mais", disse Tlass. No ano passado, cerca de 30 milhões de passageiros passaram pelo aeroporto de Dubai e a meta do governo árabe é ampliar a capacidade dos aeroportos para atender 100 milhões de passageiros até 2015.

O empresário brasileiro Mario Garnero, presidente da Brasilinvest, agência privada de desenvolvimento, é o parceiro local do projeto. "No momento estamos fazendo contatos políticos e empresariais para divulgar o projeto. Semana que vem vou para Dubai para me encontrar com autoridades locais para dar continuidade ao projeto", disse Garnero. Segundo ele, a idéia é representar a particularidade de cada estado brasileiro no Braziland. "Queremos levar o caráter brasileiro para lá", afirmou.

Centro de distribuição

Outro plano de Tlass é a construção de um centro de distribuição de produtos brasileiros. Estamos estudando a possibilidade de abrir na Síria ou em Dubai", disse. Nos Emirados, o centro ficaria próximo ao Braziland e, na Síria, próximo ao porto de Tartous. "Estamos dispostos a entrar em contato com qualquer empresa brasileira que esteja interessada em participar do projeto de Dubai e fazer parte do centro de distribuição. O Brasil é um país muito rico e tem grande potencial. Agora é a melhor época para desenvolvermos ainda mais as relações comerciais", disse.

De acordo com o presidente da Câmara Árabe, Antonio Sarkis Jr., já existe um projeto de distribuição parecido com esse em Dubai, que é o Dragon Mart, de produtos da China. Segundo Tlass, após esse centro chinês, o comércio entre o país árabe e a China aumentou em quatro vezes. "Esse projeto é uma excelente oportunidade e a Câmara Árabe está disposta a viabilizar o interesse das empresas brasileiras", acrescentou Sarkis.

Além de Sarkis, os empresários foram recebidos na Câmara Árabe pelos vice-presidentes de Relações Internacionais, Helmi Nasr, de Comércio Exterior, Salim Schahin, de Marketing, Rubens Hannun, e Administrativo, Paulo Atallah. Além deles também estavam presentes os diretores da entidade Adel Auada, Sami Roumieh e Mário Rizkallah e o cônsul da Síria em São Paulo, Ghazi Deeb.

A entidade ofereceu um almoço para cerca de 30 empresários de diversos setores, que ouviram uma apresentação do empresário Tlass sobre o Braziland. O sírio é presidente do Grupo Econômico Mas, com sede em Damasco, e atua em diversos setores, como investimentos, imobiliário, cimento, entre outros.

Contato

Firas Tlass
Tel. +963 11 333-3653
Fax +963 11 224-0198
Email: firastlass@masgroup.net


http://www.anba.com.br/noticia.php?id=17882

CPFL Cultura - Programação 2008

CPFL Cultura
Programação 2008

     Em 2008, a programação do Espaço Cultural CPFL vai atender a um público ainda maior. O Café Filosófico será levado a várias cidades da área de concessão da CPFL Energia e também para São Paulo. A partir deste ano o Espaço Cultural CPFL também está mudando de nome, passando a se chamar CPFL Cultura, mais que um espaço, agora um conceito que estará presente em diversas regiões e também em meio digital, além de na já tradicional grade de programação da TV Cultura.

    A partir de maio, o Café Filosófico poderá ser freqüentado também em Ribeirão Preto, Bauru, Sorocaba, Santos e Caxias do Sul (RS). No segundo semestre, o site CPFL Cultura (novo endereço: www.cpflcultura.com.br) ganhará nova roupagem, contendo todo o acervo da programação, desde 2004, em formato digital, e permitindo ao usuário assistir na íntegra às atividades registradas em mídia audiovisual. Essa é uma grande conquista e demonstra o crescimento e ampliação das reflexões discutidas aqui.

    Para tornar a descentralização do conteúdo da CPFL Cultura possível, a programação em Campinas será condensada. A grade de atividades na cidade será a seguinte:

Quinta-feira: Café Filosófico – série Tendências
Início no primeiro semestre de 2008, em data a ser definida. Temas que estão em pauta na imprensa, universidades, institutos de pesquisa e também nas rodas de conversa.

Sexta-feira: Café Filosófico
Início no primeiro semestre de 2008, em data a ser definida. Reflexão sobre o comportamento do indivíduo frente a tantas mudanças no mundo contemporâneo.

Sábado: Música Erudita
Início em abril. Uma vitrine das práticas musicais contemporâneas.

Domingo: Teatro Infantil
Início em abril. A programação para as crianças está garantida com o teatro infantil, todos os domingos, em dois horários.

           
PROGRAMAÇÃO ABRIL EM CAMPINAS

5/4 - sábado
20h Música Erudita
Cabaré Erudito
Com Martha Herr, soprano e André Rangel, piano.

6/4 - domingo
10h e 11h30 Teatro Infantil
De cabelo em pé
Cia. Polichinelo
*Retirada de ingressos uma hora antes do início do evento.

12/4 - sábado
20h Música Erudita
Cabaré: Berlim, Anos 20
Com Cida Moreira, piano e voz.

13/4 - domingo
10h e 11h30 Teatro Infantil
Guarda Zool
Cia. Teatro das Coisas
*Retirada de ingressos uma hora antes do início do evento.

19/4 - sábado
Não haverá programação.

20/4 - domingo
10h e 11h30 Teatro Infantil
A Princesa e o Sapo
Packer Cia. de Dança
*Retirada de ingressos uma hora antes do início do evento.

26/4 - sábado
20h Música Erudita
Cabaré latino-americano
Com Cássia Carrascoza, flauta e Ricardo Bologna, percussão

27/4 - domingo
10h e 11h30 Teatro Infantil
Um Ratinho e a Lua
Asterion Teatro
*Retirada de ingressos uma hora antes do início do evento.

 

Programação gratuita e por ordem de chegada.



Há mais muçulmanos do que católicos no mundo, diz Vaticano

terça-feira, 1 de abril de 2008

O número de muçulmanos superou, pela primeira vez, o de católicos, fazendo do Islamismo seja a religião com maior número de adeptos no mundo, de acordo com o Vaticano.
Dados recolhidos em 2006 indicavam que 19,2% da população mundial é formada por muçulmanos, enquanto 17,4% são católicos, disse o editor do Anuário Pontifício, monsenhor Vittorio Formenti, em entrevista publicada na edição deste domingo do jornal do Vaticano, L'Osservatore Romano.
Formenti diz, contudo, que o número de cristãos pode chegar a 33%, se forem levados em conta também os adeptos da igreja ortodoxa, os anglicanos e os protestantes.
A maior proporção de católicos, 49,8%, está na América Latina, segundo o editor do anuário do Vaticano.
O Anuário diz que a proporção da população de católicos do mundo é razoavelmente estável, mas a porcentagem de muçulmanos vem aumentando por causa da alta taxa de natalidade neste grupo.

Fonte: O Globo On Line

Mais de 1,5 mil pessoas estiveram presentes na abertura da exposição 'Marrocos', no Museu de Arte Brasileira da FAAP, em São Paulo.

São Paulo – Paredes cobertas por tapetes, quadros, véus, portas e painéis de mosaico. Vasos e pratos pré-históricos, manuscritos do século 19, jóias com pedras preciosas, vestimentas típicas, móveis e instrumentos musicais fazem parte dos 500 objetos marroquinos que foram trazidos para a exposição "Marrocos", em São Paulo. Inaugurada ontem à noite (30), no Museu de Arte Brasileira da Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP), mais de 1,5 mil pessoas visitaram a mostra.

"Essa exposição é muito importante por diversas razões. Primeiro eu acho que nós temos que mostrar a cultura do Marrocos no Brasil e vice-versa. Em segundo, acho que temos que estreitar ainda mais as relações culturais e comerciais com o Marrocos e em terceiro lugar é uma exposição para os nossos alunos e para os brasileiros também", afirmou a presidente do Conselho de Curadores da FAAP, Celita Procopio de Carvalho.

Todas as peças marroquinas foram trazidas dos principais museus do país árabe. "Essa é a primeira vez que o Marrocos traz uma exposição ao Brasil. É muito importante que as pessoas conheçam a nossa riqueza cultural", disse a chefe de gabinete do Ministério da Cultura do Marrocos, Radia Laraki. Segundo ela, na mostra é possível perceber que o Marrocos teve influência de diversas religiões, como judaísmo, islamismo e cristianismo. Na divisão "As Origens", da mostra, o público pode comprovar essa influência religiosa com um rolo do Torá, livro sagrado dos judeus. O livro escrito em hebraico é datado do início do século 18.

Entre as peças mais antigas da exposição estão os manuscritos do início do século 18 e os objetos arqueológicos, como jarro, vaso e pratos feitos em cerâmica com inscrições fenícias do século 3 a.C. Há também um vaso em pedra mais antigo ainda datado de 3.800 a.C. "São muitas peças importantes que montam a história do Marrocos", disse Radia. De acordo com ela, essa mostra pode ser a primeira troca cultural com o Brasil de muitas outras.

Essa também foi a opinião do presidente da Câmara de Comércio Árabe Brasileira, Antonio Sarkis Jr, que esteve na inauguração da mostra. "Pode ser o início de um intercâmbio cultural. Acho que o Brasil também pode levar uma exposição ao Marrocos mostrando toda a sua riqueza cultural, como a música e o artesanato, por exemplo", afirmou. Segundo ele, a exposição está muito rica e bem montada. "Está com um acervo muito interessante e vale a pena vir visitar com tempo", disse.

Uma parte da mostra que chamou atenção dos visitantes de ontem foi das vestimentas típicas e das jóias. As manequins expostas trajavam vestidos brancos e coloridos do início do século 20. Os trajes de veludo, lã e algodão eram feitos muitas vezes em fios de prata e ouro. Entre elas também estavam trajes de mulheres judias, o que mostrava mais uma vez a diversidade religiosa do país. Outra parte rica da exposição é a divisão das jóias, do início do século 20, com brincos de ouro, anéis, pulseiras e colares com safiras, esmeraldas e brilhantes.

De acordo com o diretor do Patrimônio Cultural do Ministério da Cultura do Marrocos, Abdellah Salih, que também é o curador geral da mostra, a iniciativa de fazer essa exposição em São Paulo foi da embaixadora do Marrocos em Brasília, Farida Jaïdi. "Aqui em São Paulo existem muitos descendentes de árabes e eu acho muito importante que esses jovens descendentes venham conhecer a cultura marroquina, que é muito rica e aborda a cultura árabe em geral", afirmou.

Entre os convidados da Câmara Árabe que compareceram ontem estava o vice-presidente de Relações Internacionais, Helmi Nasr, o vice-presidente de Comércio Exterior, Salim Schahin, e os diretores Mário Rizkallah e Adel Auada. Além deles, também estavam presentes o diretor executivo da FAAP, Antonio Bias Bueno Guillon, Milú Vilela, presidente do Museu de Arte Moderna de São Paulo e a embaixadora do Marrocos em Brasília, Farida Jaidi.

Serviço

Exposição "Marrocos"
Data: 31 de março a 22 de junho
Local: Museu de Arte Brasileira da FAAP
Endereço: Rua Alagoas, 903, Higienópolis, São Paulo
Horário: terças a sextas-feiras das 10h às 20h
Sábados, domingos e feriados das 10h às 17h
Informações: (11) 3662-7198
Visitas Educativas: agendamento (11) 3662-7200
Entrada Gratuita


http://www.anba.com.br/noticia.php?id=17857

Parte II - Fundamentos do Budismo - Transformação do veneno em remédio (Hendoku Iyaku)

O budismo ensina que os efeitos de nossas ações, boas ou más, são sentidos na nossa própria vida. Essa é a lei infalível de causa e efeito. Assim sendo, todos os nossos sofrimentos derivam das más causas que cometemos. Porém, o Gohonzon possui os poderes da Lei e do Buda e nós, os poderes da fé e da prática. Quando esses quatro poderes se unem, todo sofrimento pode ser transformado em alegria. Esse é o princípio de hendoku iyaku ou a transformação do veneno em remédio.

A expressão "transformar o veneno em remédio" apareceu pela primeira vez no Daitido Ron (Tratado sobre o Sutra da Perfeita Sabedoria) de Nagarjuna, um estudioso do Budismo Mahayana que viveu na Índia entre o segundo e o terceiro século. Nessa obra, Nagarjuna compara o Sutra de Lótus a "um grande médico que transforma o veneno em remédio" e ensina que as pessoas dos dois veículos (Erudição e Absorção) podem atingir o estado de Buda.

Os dois veículos, nesse caso, representam aqueles que se dedicam à busca da iluminação por meio da erradicação dos desejos conforme ensinado pelo Budismo Hinayana. Contudo, o Sutra de Lótus ensina que todas as pessoas, sem exceção, mesmo aquelas dos dois veículos, podem atingir o estado de Buda. Por essa razão, Nagarjuna comparou-o a um grande médico que transforma o veneno em remédio.

Nitiren Daishonin interpreta esse princípio num sentido mais amplo e universal. Ele nos ensina que podemos transformar os três caminhos — dos desejos mundanos, do carma e do sofrimento — nas três virtudes do Buda — as propriedades da Lei, da sabedoria e da liberdade.

No Ongui Kuden (Registro dos Ensinos Orais) consta: "Agora, Nitiren e seus seguidores recitam o Nam-myoho-rengue-kyo... queimam a madeira dos desejos mundanos e revelam a chama da sabedoria iluminada." Nitiren Daishonin afirma que por existirem os desejos mundanos, a iluminação pode ser atingida.

A nossa vida está repleta de desejos mundanos. Mesmo sem eliminá-los podemos purificá-la e atingir a iluminação. Desejos mundanos indicam ilusão, ao passo que a iluminação é o despertar para a verdade, ou seja, o reconhecimento do potencial do estado de Buda inerente em nós. Quando elevamos nossa condição de vida ao estado de Buda, lançamos luz sobre os desejos mundanos ou ilusões. Assim, o que era sofrimento dá lugar à alegria e os problemas se transformam em oportunidades para o nosso crescimento. Essa é uma forma de descrever o processo da revolução humana. Os relatos de experiência apresentados nas reuniões elucidam perfeitamente o princípio da transformação do veneno em remédio. As pessoas não poderiam relatar sobre os benefícios da prática sem antes terem enfrentado obstáculos. Tampouco poderiam falar com convicção de sua alegria sem terem vencido os sofrimentos.

Sobre o conceito de hendoku iyaku, o presidente da SGI, Daisaku Ikeda, disse: "A Lei Mística que Nitiren Daishonin revelou é o princípio que permite que os efeitos negativos sejam transformados em benefícios e o veneno em remédio. Portanto, não importam os atos que tenham cometido em existências prévias ou o carma que tenham criado no passado, jamais devem ser vencidos por eles. É vital que considerem tudo de uma forma positiva e construtiva deste momento em diante, e que vivam vigorosamente tendo como base a sua fé.

"Um verdadeiro praticante deste budismo deve ser capaz de sobrepujar os efeitos do mau carma e assegurar uma vida de vitória em meio à realidade da sociedade. Uma vida de corajosa recitação de Daimoku ao Gohonzon, a fonte de ilimitados benefícios, é centena de vezes mais valiosa do que aquela que sempre se encontra presa ao carma do passado. Somente praticando dessa maneira é que podem convencer as pessoas do poder do Gohonzon e abrir amplamente o caminho do Kossen-rufu."1

Uma pessoa que possui essa firme convicção pode desfrutar a verdadeira felicidade e liberdade.Y Nota: 1. Buddhism in Action (Budismo em ação). Tóquio, NSCI, 1988, vol. 3, pág. 71.

Fonte: Revista Terceira Civilização, Editora Brasil Seikyo Ed. Nº 407, pág 5, julho 2002.

Dica de sites: English-language translations for Arabic songs

1-

This web site offers you English-language translations for more than 100 songs sung in Arabic, Armenian, Turkish, Greek, and Hebrew.
Middle Eastern Music: Translated Song Lyrics by Shira
http://www.shira.net/lyrics.htm

2-
Blog With over 600 songs of over 135 artists from all over the Arabic speaking world in translation.
http://www.arabicmusictranslation.com/

Chegou por e-mail: Subject: tv ao vivo - Aljazeera Assinem a petição para Mr.Sami Al Haj


Solictando sua colaboracao para divulgar e apoiar pela libertacao de Mr.Sami Al Haj  , nesso momento preso e sendo torturado em Guantanamo Bay.
 
Mr. Sami Al Haj eh um camara man que foi aprisionado pelos americanos em Dezembro de 2001 e levado para Guantanamo Bay. Ele tem sido submetido a tortura emocional e fisica continuamente. A informacao so veio a tona quando advogados voluntarios conseguiram atraves de atos judiciais ter acesso ao campo de tortura em Guantanamo Bay, Cuba, ja em 2006. Ele continua sob tortura em Guantanamo Bay sem qualquer acusacao.
 
Apesar da ilegalidade do processo os americanos continuam submetendo pessoas a estas atrocidades sem qualquer restricao por haverem fabricado um sistema ACIMA DAS LEIS, como se consideram.
 
Mr. Sami tem sobrevivido mas seus advogados afirmam que seu estado mental e fisico deteriora violentamente a cada visita , devido a tortura continua. Por favor, caso interesse, assine e divulgue ou remeta uma carta de apoio a Mr. Sami, que talvez seja lida para ele em solidariedade e para mante-lo consciente de que ha pessoas sabendo do que ocorre, ao contarrio do que lhe dizem seus torturadores.
 
Vivo no Canada, sou brasileira  e estou remetendo essa informacao, caso Interesse. Obrigada.
 
Peticao para libertacao de Mr.Sami, prisioneiro 345 em Guantanamo :
 
 
E uma informacao sobre TV Al Jazeera, ao vivo, em arabe e em Ingles, uma das unicas emissoras ainda divulgando noticias isentas :
 
 
 
 
 From: Telma Alencar - racnela@gmail.com
 
 
 
 
 
 

John Tofik Karam, neto de libaneses nascido nos Estados Unidos, deve lançar até o final do ano, no Brasil, o livro 'Um outro arabesco'.

São Paulo – O norte-americano de origem libanesa John Tofik Karam vai lançar no Brasil o livro "Um outro arabesco" pela Martins Editora. A obra é resultado da tese de doutorado que Karam fez a respeito da comunidade árabe no Brasil e mostra a valorização ocorrida com os árabes no país no final do século 20.

"Mostra a maior visibilidade que o árabe ganhou na época neoliberal", explicou Karam em entrevista por telefone à ANBA. De acordo com o descendente de libaneses, até metade do século 20 o árabe era marginalizado em função do estereótipo de bom negociante, que sempre queria ter mais ganhos no comércio. "De repente esta idéia virou vantagem na época neoliberal", diz.

A tese de Karam já foi publicada como livro nos Estados Unidos no ano passado. Ela foi defendida na conclusão do doutorado do escritor, em Antropologia Cultural, na Syracuse University, em 2004. No Brasil, o norte-americano acredita que o livro será lançado até o final do ano. A obra acaba de ser traduzida para o português por Denise Bottman e deve entrar em fase de revisão.

Karam ficou três anos estudando dentro da própria universidade, entre 1997 e 2000, e depois partiu para a pesquisa de campo. Ficou no Brasil de setembro de 2000 até o final de 2001, com uma bolsa do Departamento de Educação dos Estados Unidos. No país, entrevistou cerca de cem pessoas da comunidade árabe.

"Falei com comerciantes, donas de casa, profissionais liberais como médicos, advogados e até dançarinas do ventre", afirma Karam. Ele também participou, na época, de uma viagem feita por descendentes de libaneses do Brasil ao Líbano patrocinada pelo Ministério de Imigração do país árabe.

Karam conta que também ia, na época, aos eventos, como seminários, promovidos pela Câmara de Comércio Árabe Brasileira sobre comércio do Brasil com os árabes. Ali ele entrava em contato com empresários brasileiros que queriam negociar com os países árabes e se inteirava de suas opiniões. "O Dr. Michel ensinava a negociar com os árabes", conta Karam, referindo-se ao secretário-geral da Câmara Árabe, Michel Alaby.

Brasil de Karam

Apesar de Karam ser do interior de Nova York, de uma cidade chamada Utica, a sua avó materna é brasileira. Ela nasceu onde hoje fica o estado de Rondônia e morou no local até os dez anos de idade. "Depois foi mandada de volta para o Líbano (na época Grande Síria). Chegou no porto, em Beirute, sem falar árabe", conta o norte-americano. Aos 15 anos, ela conheceu o avô de Karam, casou-se e os dois se mudaram para os Estados Unidos.

A história de Karam com o Brasil continuou quando ele resolveu, aos 17 anos, fazer um intercâmbio pelo Rotary. A intenção do então adolescente era ir para a Europa, mas foi mandado para o Brasil. Desde então Karam voltou ao país inúmeras vezes. Desde os 17 anos, somando todas as vezes que esteve no Brasil, o antropólogo calcula que tenha ficado uns seis anos.

Essa ligação tão estreita fez com que ele quisesse se dedicar ao estudo da comunidade árabe no Brasil no seu doutorado. "Estou felicíssimo pela publicação do livro no Brasil. Vai pelo menos adicionar mais uma voz ao diálogo que já está acontecendo sobre economia global", afirma Karam. O neto de libaneses afirma que o nacionalismo brasileiro abriu espaço para o árabe se identificar como tal, enquanto que nos Estados Unidos isso nunca ocorreu.

Karam é atualmente professor assistente no Programa de Estudos Latino-Americanos e Latinos na DePaul University, em Chicago. Ele já atuou também em outras instituições de ensino dos Estados Unidos. A sua graduação e pós-graduação também foram feitas na área de Antropologia.

Leia a seguir alguns trechos do livro de Karam:

  • Sigo até o Club Homs, na avenida principal [Paulista]. Conhecido como 'a casa dos árabes', ele faz parte da meia-dúzia de clubes para os descendentes dos imigrantes do Oriente Médio que existem na região. Essa noite, o clube está dando uma festa chique em comemoração ao Dia Nacional da Síria. Atravesso o portão de entrada e vou me juntar a um grupo de brasileiros, na maioria de origem árabe. Entre os empresários importantes ali presentes, está um sírio-libanês de terceira geração que foi elogiado pelo presidente Fernando Henrique Cardoso [Paulo Atallah], por treinar executivos brasileiros no setor de exportações para o mundo árabe. Ele é o presidente da Câmara de Comércio Árabe-Brasileira, que fica logo do outro lado da avenida. Há também dezenas de dignitários estrangeiros e políticos nacionais, como uma vereadora libanesa de segunda geração que organiza a comemoração anual do dia da independência libanesa na Câmara Municipal.

 

  • Meu livro mostra que, em época anterior, a etnicidade árabe era basicamente desvalorizada, mas conquistou maior reconhecimento no presente. Na primeira metade do século XX, por exemplo, as elites luso-brasileiras tratavam os descendentes dos imigrantes do Oriente Médio de modo depreciativo, como comerciantes naturalmente espertos que acumulavam imensas riquezas, mas não produziam nada para a nação (Campos 1987; Karam 2004; Lesser 1999). Hoje, porém, a idéia corrente de uma astúcia comercial inata dos árabes é elogiada pelos exportadores brasileiros no mercado "livre".

 

  • Comecei a aprender o que é ser árabe no Brasil quando fui fazer uma pesquisa preliminar em São Paulo, em junho de 1999. Lembro que, dois dias depois de chegar, eu estava no prédio de um amigo no centro da cidade e liguei para alguns contatos. Uma pessoa aceitou marcar um encontro: o editor-chefe de Chams, uma revista da colônia árabe. Naquela primeira semana, ele expôs suas idéias sobre a "colônia", citou os eventos que iam acontecer nos clubes e fez a ponte para eu conversar com executivos e empresários. Foi com essas reflexões, reuniões e indicações que fui formalmente apresentado à experiência árabe no Brasil. Naqueles dias e nos meses seguintes, algumas vezes fui tomado por jornalista, e me senti como tal, entrevistando ou batendo papo com profissionais liberais e cobrindo suas festas e reuniões. Com um bloco de notas enfiado no bolso, mais de uma vez me vi ao lado de outros jornalistas – étnicos e nacionais – anotando trechos de longos discursos e participando de conversas interessantes.

Contato

John Tofik Karam
E-mail: jkaram2@depaul.edu

http://www.anba.com.br/orientese.php?id=106

Minha viagem Dubai e Nigéria

segunda-feira, 31 de março de 2008

Oi Pessoal,

Tenho tantas novidades para contar que o tempo vai passando e acabdo deixando as minhas novidades de lado. Prefiro mater o site atualizado com o máximo de informações atuais que consigo.

Bem, mas na útima semana, o blog atingiu a média semanal de 90 visitas/dia e estou muito feliz por isso. Eu sinto que ainda tem muito a crescer.

Espero que os visitantes comecem a participar mais, por exemplo comentando os posts ou me mandando email com suas críticas e sugestões.

Eu decidi viajar nas minhas férias, vou para Nigéria visitar um amigo. Optei por viajar pela Emirates. Ainda não tenho a data exata, mas será em Maio, isso se meu visto para Nigéria sair, o que saberei em até sexta-feira, assim espero.

Claro que optei viajar pela Emirates por causa da conexao em Dubay.

Mas tenho muitas coisas para resolver antes de ter essa viagem como certa. Enquanto aguardo o visto, estou vendo na Emirates o meu problema de viajar sozinha e levar minha cadeira de rodas motorizada. O problema não é exatamente levar a cadeira, mas conseguir ficar com ela durante a escala em Dubay. Com certeza quero passear no aeroporto.

Me surprrendi ao saber que a Emirates pagará meu pernoite num hotel próximo ao aeroporto e que providenciará o visto de transito em Dubai, este visto é válido por 96 horas.

Quando contei pro Sami (meu amigo saudita) sobre a viagem ele ficou super empolgado, pensamos em passar 2 dias em Dubai juntos passeando, mas ele não conseguiu férias, e agora está vendo se consegue encaixar o final de semana dele, com minha chegada em Dubai na volta da minha viagem (na Arábia Saudita o final de semana acontece na quinta e sexta-feira).

Caso ele não possa ir, vou ficar em Dubay apenas as 10 horas entre um Vôo e outro, o que vai ser anoite. Portanto só vou conhecer o Hotel e o Aeroporto. Mas para mim, além de voar pela Emirates, tenho certeza que já será um grande acontecimento.

Não tenho coragem de ficar sozinha lá, apesar de que estou muito tentada a fazer isso. Mas para isso eu precisaria de mais tempo para planejar, encontrar hotel e transporte acessível para cadeira de rodas. Não me assusta o fato de estar sozinha, sei até falar um pouquinho de árabe rs mas meu medo é não poder aproveitar o tempo ou gastar demais por ter que fazer as coisas sem tempo de pesquisar.

Eu entrei em contato com a Emirates e até o momento estou recebendo todas as informações que preciso para a viagem e sinto os funcionários bem empenhados em resolver meu problema com a cadeira de rodas motorizada a qual quero estar sempre com ela.

Eles me pediram um atestado médico em inglês (disseram que o hotel e acho que a Emirates lá em Dubay pedem isso). Eu não sei se isso é exigido em outras companhias, mas vou providenciar, já tenho uma consulta médica marcada para amanhã.

Sendo assim, vou contando aqui no blog o andamento dos acontecimentos.

Por enquanto é isso.

Vacinas Antes de Viajar para o Exterior

Orientação ao Viajante

Antes de viajar

Dependendo de para onde o viajante está se deslocando, é preciso tomar alguns cuidados sobre os riscos de adoecer. Por isso, as informações e orientações necessárias para os viajantes devem fazer parte do planejamento de viagem. Algumas medidas devem ser previstas com antecedência como, por exemplo, a vacina contra febre amarela que é obrigatória para o ingresso em alguns países e deve ser tomada pelo menos dez dias antes da viagem.

A vacinação deve ser registrada no Certificado Internacional de Vacinação que é emitido em qualquer um dos postos da Anvisa em Portos, Aeroportos e Fronteiras. Caso tenha algum problema de saúde que contra indique a vacinação, consulte seu médico e solicite um atestado e apresente em um dos nossos postos para emissão do Certificado Internacional de Isenção de Vacinação
(PDF).

Outras vacinas são recomendadas como medida de prevenção do viajante que se desloca para qualquer país, como a tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola) e a dT (difteria e tétano) e hepatite B, e no deslocamento para áreas endêmicas, a poliomielite, influenza e meningite meningocócica. A principal orientação da Anvisa é que o viajante esteja em dia com seu calendário vacinal do Programa Nacional de Imunização do Ministério da Saúde.


Mais informações podem ser obtidas no site da ANVISA
http://www.anvisa.gov.br/paf/viajantes/index.htm


Para saber quais vacinas você precisa tomar antes de viajar consulte o consulado do país que está indo ou um posto da ANVISA.