Livro de Mandela traz contos da África Do Marrocos: sultão e encantador de serpentes Oriente-se
O conto marroquino que o ex-presidente sul-africano, líder da luta contra a segregação racional no seu país, escreve é "O astuto encantador de serpentes". Na introdução do conto, Mandela diz: "Do Marrocos vem esta história divertida sobre um encantador de serpentes que sabia como ajudar sua sorte. Mais uma vez, há três charadas para serem respondidas". O conto fala sobre um sultão que chamava artistas para entretê-los. Quando se cansava deles, mandava cortar suas cabeças. Assustados, então, todos os artistas sumiram da cidade.
O lançamento do livro também está sendo utilizado para promover a Copa do Mundo do ano que vem, que vai ocorrer na África do Sul. A obra tem 156 páginas e ilustrações bem coloridas, feitas por diferentes artistas. A tradução, para o português, é de Luciana Garcia. Mandela foi presidente da África do Sul entre 1994 e 1999 e foi escolhido para o Prêmio Nobel de 1993 por seus esforços para acabar com a segregação racial.
Livro
Meus Contos Africanos
Autor: Nelson Mandela
Editora: Martins Fontes
Preço: 54,80
Páginas: 156
Martins Fontes lançou no Brasil o livro 'Meus Contos Africanos', de Nelson Mandela.
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Postado por Mirela Goi às 09:02 0 comentários
Curitiba tem um centro cultural e gastronômico dedicado ao egípcio Alberto Massuda,
São Paulo – Quem passa pela altura do número 443 na rua Trajano Reis, em Curitiba, vai se deparar com um bonito sobrado, de tom amarelo. Aparentemente é apenas uma construção antiga bem preservada com algum funcionamento comercial. Mas um passo para dentro do sobrado revela que ali, além de serem servidas as delícias da culinária italiana, há arte. O local guarda obras que um egípcio deixou no Paraná. O nome dele é Alberto Massuda, nascido no Cairo em 1925 e naturalizado brasileiro em 1958. A família de Massuda, falecido no ano 2000, abriu o espaço, que mistura restaurante e arte, para manter viva a sua obra. Massuda deixou cerca de 400 peças O Grupo Um, na década de 60 Familiares de artistas organizaram mostra
O Grupo Um durou cinco anos e os pintores, apesar de continuarem amigos, resolveram cada um tomar o seu rumo já que tinham estilos artísticos diferentes. Mas enquanto permaneceram unidos como grupo, Álvaro Borges, Érico Silva, Renné Bittencourt, Waldemar Rosa e Massuda fizeram exposições em salas próximas de locais públicos, como as praças. Na exposição que ocorre no sobrado, denominado Centro Cultural e Gastronômico Alberto Massuda, há seis obras de cada um, além de um quadro onde os cinco foram retratados juntos e três pintados por eles em conjunto.
Massuda dedicou toda a sua vida profissional à arte. Quando se mudou do Egito, primeiramente para a Itália, já era um artista conhecido. "Na Itália ele era respeitado pelo reconhecimento que tinha no Egito", conta Adriano. Massuda cursou Belas Artes no Egito e Cenografia de Cinema na Itália. Sua obra, com mais de 400 peças, está espalhada por várias partes do mundo, como o Museu de Arte do Cairo, Museu de Arte Moderna de Alexandria, Museu de Arte do Paraná e Museu de Arte de Joinville, e também em acervos particulares em regiões como Europa, Oriente Médio e América do Sul.
Exposição - Grupo Um
No Centro Cultural e Gastronômico Alberto Massuda
Até 03 de outubro
Endereço: rua Trajano Reis, 443 – Curitiba
Telefone: + 55 (41) 3076 7202
E-mail: contato@albertomassuda.com.br
Postado por Mirela Goi às 08:59 0 comentários
Psicóloga Síria Maria Mohamed, filha de libanês lança livro educativo
São Paulo – A psicóloga Síria Maria Mohamed, filha de um libanês, lançou neste mês o seu primeiro livro. A obra se chama "Kiwi, o pintinho diferente" e orienta pais e filhos a como lidar com o preconceito e a discriminação nas primeiras inserções sociais das crianças. Síria tem 47 anos, é psicóloga clínica e da infância e atua há cerca de 20 anos na área. O livro fará parte de uma coleção que tratará também, em uma linguagem própria para adultos e para pequenos, do déficit de atenção e da infertilidade feminina. Livro conta a história de um pintinho verde Síria: herdei a 'força' do povo árabe
"Os meus pais achavam que era preguiça, limitação", lembra a autora. A disfunção cognitiva faz com que a criança tenha dificuldade de absorver, elaborar os conteúdos e executar o que aprendeu. No caso de Síria, o que causou o problema foi a falta de oxigenação no cérebro na hora do parto. "Oriento os pais a cuidar do sentimento de humilhação do filho, entender a dor da criança e sustentar o universo sentimental dela", descreve a psicóloga. Síria tem uma filha, Maria Augusta, de seis anos.
Em seu consultório, a psicóloga não trabalha diretamente com crianças, mas atende pais e mães. "Cuido da criança interna dos adultos", diz. Síria é formada em Psicologia pelo Centro Universitário Celso Lisboa, do Rio de Janeiro. Apesar de ter sempre morado em São Paulo, ela se mudou para o Rio de Janeiro, logo após o falecimento do pai, em 1985, para cursar Psicologia. Atualmente, porém, ela trabalha em São Paulo. Síria conta que seu pai, Mohamed Zein El Abdine Sammour, apesar de muçulmano xiita, sempre fez questão de que ela estudasse. "Dava valor ao estudo da mulher" conta.
Filha e escritora
A filha de libanês, apesar de não falar árabe e não ter muitas lembranças da cultura árabe em sua infância, acredita que herdou do seu pai e do povo árabe a força. "O povo árabe tem uma capacidade de superação incrível", afirma ela, que já foi três vezes ao Líbano, uma delas logo após uma guerra. O pai de Síria desembarcou do Líbano no Brasil lá pela década de 50 e trouxe com ele, no navio, segundo a psicóloga, apenas uma pedrinha na mão. Ele acreditava que a pedrinha, que ainda existe e está nas mãos de Síria, o ajudaria.
No Brasil, Sammour se casou com uma mineira. Por isso, a língua árabe não era falada na casa de Síria. Mas a comida árabe a sua mãe, mesmo sendo brasileira, aprendeu a fazer. Sammour teve quatro filhos no Brasil. Além de Síria, teve mais uma filha, administradora de empresas, e dois filhos, médicos. Apesar do pai ser muçulmano, Síria se define como eclética e mais voltada para a linha espiritualista. "Mas tenho profundo respeito pela cultura muçulmana e também pelas mulheres muçulmanas", fala.
Mais educação
A obra "Kiwi, o pintinho diferente" foi lançado neste mês na Bienal do Livro do Rio de Janeiro. Síria também pretende lançar um vídeo educativo para gestantes e mães de recém-nascidos. Nele será mostrada a importância dos três primeiros meses de vida da criança para o seu desenvolvimento futuro e dadas informações como o fato de que o bebê, em seus primeiros meses, não deve, por exemplo, frequentar lugares como shopping centers, deve mamar em silêncio e não ser exposto a barulhos, como o da televisão. A idéia é preparar novos pais.
O primeiro livro de Síria foi lançado pela Editora Vida & Consciência. O desenvolvimento da obra teve apoio da psicopedagoga Mônica Salomão, do médico homeopata José Carlos do Vale, direção de arte de Luiz Antonio Gasparetto e apoio, para a publicação, da diretora da Vida & Consciência, Silvana Gasparetto. O livro tem 64 páginas. Síria está preparando um lançamento para a obra também na cidade de São Paulo.
Serviço
Livro: Kiwi, o pintinho diferente
Autora: Síria Maria Mohamed
Editora: Vida & Consciência
Páginas: 64
Preço: R$ 23
Postado por Mirela Goi às 08:57 0 comentários
Empresas brasileiras já possuem certificação halal, você sabe o que é isso?
Mais de 300 empresas brasileiras já receberam a certificação halal, garantindo que seus produtos possam ser consumidos nos países muçulmanos. Cresce produção halal no Brasil Certificação halal cresce na indústria brasileira
Divulgação
Este enorme mercado já atrai o interesse das indústrias brasileiras de alimento há mais de 30 anos. De acordo com Ali Saifi, vice-presidente do Centro de Divulgação do Islam para a América Latina (CDIAL), uma das instituições que certifica frigoríficos para o abate halal de carne bovina e de aves, atualmente cerca de 90% das novas empresas já preparam seus espaços para receber a certificação halal. "Acredito que, em questão de tempo, não haverá empresa que não faça o abate halal", afirma Saifi.
De acordo com dados da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne, em 2008, o Brasil exportou 290.994 toneladas de carne bovina in natura e 14.138 toneladas de carne industrializada para 16 países islâmicos, árabes e não árabes.
Em 1980, quando o CDIAL começou a emitir a certificação, apenas três empresas o receberam. A primeira delas foi a Sadia. Hoje, o centro já garantiu que cerca de 100 empresas pudessem vender seus produtos com o selo halal. Já a Federação das Associações Muçulmanas do Brasil (Fambras), que fornece o certificado halal no país desde 1977, tem 200 empresas em sua lista, e não apenas produtoras de carne, mas também de açúcar, doces, aromas e outros produtos destinados ao consumo humano.
Segundo a Fambras, o mercado de produtos halal no mundo movimentou, somente em 2008, US$ 580 bilhões. "As empresas brasileiras estão perfeitamente conscientes da importância do halal, não questionando as exigências necessárias para a obtenção do certificado. Elas sempre demonstram o maior interesse em se adaptar, quando é o caso, entendendo que a obtenção da certificação halal para os seus produtos, longe de ser um empecilho, é um acréscimo à sua qualidade e excelência", diz o diretor-executivo da Fambras, Mohamed El Zoghbi.
Postado por Mirela Goi às 08:54 0 comentários
Beach Handball na Tunísia
Opening of election village at El Menzah
The election village set up at El Menzah sports city under the motto "with Ben Ali to take up challenges " opened its doors on Friday to the public. This village will host several cultural and leisure activities and is notably intended to explain the different items of the new election platform of president Zine El Abidine Ben Ali.
The village is made up of some 10 tents put up on an area of 3 hectares with areas devotes to women, youth, new technologies, health, civil society, science, forum of dialogue, sports, arts and youth shows.
There is also a giant screen displaying documentary films on the main achievements of the change in different fields and on the 24 items of the new presidential election programme "together we meet challenges ".
The election village has a high-speed connection to the Internet and is characterised by the use of renewable energies like solar and wind energy.
It is also a non-smoking area in compliance with the National Year of Fight Against Smoking.
The activities, which will last until next October 23, include as well International Competitions of Handball, women's Beach-Ball with attendance of famous teams of Brazil and Europe.
Postado por Mirela Goi às 08:35 0 comentários
Marcadores: Tunísia
Copa do Mundo! Nigéria ou Tunisia? :(
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
Um gol de Obinna nos acréscimos da partida contra Moçambique deu à Nigéria um pouco mais de esperança de ir à Copa do Mundo de 2010. Ao vencer o jogo por 1 a 0, os nigerianos ainda têm chances matemáticas de figurarem no Mundial, embora a missão seja muito difícil, pois a Tunísia também venceu seu compromisso contra o Quênia e segue líder.
O tento solitário anotado por Victor Obinna aos 48 minutos do jogo no Estádio Nacional de Abuja garantiu os três pontos à Nigéria, que ainda fica na cola da Tunísia na classificação do Grupo 2 das Eliminatórias africanas da Copa. Com a vitória, os nigerianos vão a nove pontos na chave, mantendo a distância de dois pontos para o selecionado tunisiano.
Se na Nigéria o clima mistura alívio e aflição, tudo está mais tranquilo do lado da Tunísia, que venceu o Quênia por 1 a 0, com gol de Issam Jomaa logo no primeiro minuto de jogo e pulou para 11 pontos, e só depende de si mesma para ir à Copa. Na última rodada das Eliminatórias, os tunisianos enfrentam Moçambique, fora de casa, e não podem perder se quiserem manter a vaga.
Postado por Mirela Goi às 07:36 0 comentários
Anúnciada a visita de Ahmadinejad ao Brasil, e já aparecem protestos, como o artigo de Silvana Mascagna (leia abaixo)
Está confirmada a visita do presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, ao Brasil no final de novembro. Estarei de férias e quem sabe não me junto aos protestos que, imagino - ou pelo menos, espero -, vão pipocar pelo país. Razões não faltam para todos os cidadãos de bem deste país se manifestarem contra a visita desse sujeito ao Brasil. Começa pela sua controversa reeleição, a qual nosso presidente foi o primeiro a reconhecer como legítima, antes mesmo do Conselho da Revolução Islâmica. E como se não bastasse, Ahmadinejad ainda reprimiu com violência os manifestantes que, num ato de coragem, saíram às ruas daquele país para protestar contra a fraude do pleito, o que resultou inclusive na morte de uma jovem. Mas isso não é tudo. Mahmoud Ahmadinejad é um ditador, que subjuga as mulheres, reprime os homossexuais, afirma que não há presos políticos no Irã, que o Holocausto não existiu e prega o fim do Estado de Israel. Ahmadinejad seria cômico, se o que diz e faz não tivesse consequências trágicas para suas vítimas. Numa visita à Universidade da Columbia, por exemplo, o presidente do Irã arrancou risadas da plateia quando disse: "Nós não temos homossexuais como em seu país (EUA). Nós não temos isso em nosso país. Não temos este fenômeno". Na verdade, a declaração mostra o desejo de Ahmadinejad, que gostaria que não houvesse gays em seus país. Porque os que lá estão, para sobreviver, são obrigados a deixar o país ou mesmo viver escondidos, com medo de serem surrados, presos ou mesmo mortos. Que o diga o idealizador da ONG Iranian Queer Organization, Arsham Parsi, um exilado na Turquia que vive para denunciar as atrocidades praticadas pelo governo iraniano contra seus pares. Quanto às mulheres, a coisa não é muito diferente. Lá a repressão à mulher é legalizada. De acordo com a Anistia Internacional, defensores e defensoras de direitos humanos das mulheres são frequentemente objeto de detenção e reclusão. "A perseguição e a intimidação das autoridades contra os ativistas dos direitos da mulher se tornaram mais evidentes e agudas a partir do início da Campanha pela Igualdade, em 27 de agosto de 2006, que tem por objetivo reunir um milhão de assinaturas de iranianos numa petição pelo fim da discriminação legal da mulher", diz um texto da organização. A Anistia Internacional quer acabar com essa situação. Trabalha para mudar a legislação discriminatória que, entre outras coisas, "exclui as mulheres dos postos mais importantes da administração do Estado bem como sua nomeação como juízas; é negada a igualdade de direitos em relação aos homens em matéria de matrimônio, divórcio, custódia dos filhos e herança, e ainda determina que seus testemunhos num tribunal tenham a metade do valor do testemunho de um homem". A violência não se restringe apenas aos gays e às mulheres, mas a todo e qualquer ser que se manifeste contra o governo. Não à toa, organizações que lutam pelos direitos humanos no mundo vivem denunciando prisão, tortura e morte dos dissidentes do regime iraniano. O pior, no entanto, é que o Irã de Ahmadinejad adquiriu informação suficiente para desenvolver e produzir uma bomba atômica, como publicou o "New York Times", em matéria no começo deste mês. A reportagem se baseia num estudo da ONU, que diz que os mísseis seriam capazes de atingir o Oriente Médio e parte da Europa a partir do Irã. Ahmadinejad não é apenas uma afronta ao mundo livre e democrático, com seus atos e discursos fascistas. Ele é uma ameaça à paz, em todos os sentidos. E essa ameaça está prestes a desembarcar no país. Vamos ficar calados? http://www.otempo.com.br/otempo/colunas/?IdEdicao=1449&IdColunaEdicao=9838
Postado por Mirela Goi às 03:32 0 comentários
Brasileiro apoia restrições a imigração
Apesar de ser formada em boa parte por descendentes de estrangeiros —africanos, portugueses, italianos, espanhóis e japoneses, principalmente —, a população brasileira tende a defender restrições à imigração, mostra uma pesquisa destacada no RDH (Relatório de Desenvolvimento Humano) de 2009, do PNUD. O levantamento aponta que 43% dos brasileiros são a favor de limitar ou proibir a imigração. Outros 45% dizem que o Brasil deve "permitir que as pessoas cheguem desde que haja empregos disponíveis". Apenas 9% acreditam que se deve permitir a entrada de qualquer pessoa que deseje imigrar ao país — posição mais próxima da defendida pelo PNUD no relatório, que defende que poder decidir onde viver é uma liberdade crucial e que a entrada de estrangeiros geralmente aumenta o emprego e as taxas de investimento. A posição dos brasileiros é parecida com a de outros países da América Latina — como Argentina e México, em que o apoio a regras restritivas é de cerca de 39% — e também de nações europeias como Espanha (cuja política de controle de migração já causou conflito com o governo brasileiro) e Itália. A imigração é rejeitada por 43% dos espanhóis e 42% dos italianos. Esse sentimento dos brasileiros vai ao encontro da evolução das políticas do governo sobre imigração. O relatório do PNUD destaca que no Brasil e em outros países da América do Sul, como a Argentina, a chegada de imigrantes foi muito mais intensa até antes da Primeira Guerra Mundial. O Brasil, que no século 19 estimulava a imigração entregando terras aos estrangeiros, passou a retirar esses benefícios. No pós-guerra, o crescimento econômico na Europa fez cessar o fluxo dos que vinham ao Brasil. "Na Argentina e no Brasil, a diminuição no número de pessoas nascidas no exterior deveu-se a uma diminuição no número daqueles que provêm dos países mais pobres da Europa, uma vez que esses mesmos países experimentaram um enorme crescimento no pós-guerra, ao passo que uma grande parte da América Latina estagnou", diz o texto. A partir dos anos 60, a migração passou a ser dos países em desenvolvimento para os países desenvolvidos. Em 1960, o Brasil tinha cerca de 2% de sua população formada por estrangeiros, a maioria de países desenvolvidos. Em 2000, essa taxa já seria pelo menos 2 terços menor. O RDH afirma que, com exceção dos países do Golfo Pérsico, na maior parte do mundo os fluxos de imigração estão estabilizados. "No resto do mundo, contudo, a fração de pessoas nascidas no estrangeiro tem-se revelado estável ou em queda. Estas reduções são mais significativas na América Latina e Caribe, onde a migração internacional diminuiu para menos de metade", aponta. Migração interna Se a presença de imigrantes estrangeiros tem diminuído no Brasil, a migração interna, de um Estado para outro, é destacada pelo RDH. O estudo aponta que a migração estimula o combate à desigualdade de renda. "Os estudos têm associado uma maior mobilidade de trabalho interna com a redução de disparidades de rendimento inter-regionais no Brasil, na Índia, na Indonésia e no México", afirma. "Isto porque, com o aumento da mobilidade entre as duas regiões, os seus mercados de trabalho tornam-se mais integrados e grandes diferenças salariais tornam-se mais difíceis de manter". De acordo com o RDH, índios brasileiros que se deslocavam para outras regiões tinham uma considerável melhora na renda. Apesar disso, o documento destaca que é preciso garantir que as regiões de destino tenham infraestrutura suficiente. O texto cita a construção da Barragem de Tucuruí, no Pará, que tirou de suas regiões cerca de 30 mil indígenas parakanã, asurini e parkateje. Assim como em casos ocorridos na Índia, o RDH alerta para riscos de os indígenas perderem bens, sofrerem com o desemprego, a escravidão para pagamento de dívidas, a fome e a desintegração social.
Postado por Mirela Goi às 03:14 0 comentários
Novidades na Emirates E-Newsletter
terça-feira, 13 de outubro de 2009
Outubro 2009
Arabian Airpass
Tendo Dubai como base, você pode visitar 12 cidades da região. Não há obrigatoriedade de permanência mínima e os bilhetes custam a partir de USD 50 por trecho em Classe Econômica.
Business Rewards
Inscreva sua empresa gratuitamente online. Sua empresa e seus funcionários receberão milhas que poderão ser trocadas por vôos da Emirates.
Multiplique suas milhas ao voar com a Emirates para Luanda
Duplique ou triplique milhas ao voar de Dubai para Luanda entre 25 de outubro e 30 de novembro.
Postado por Mirela Goi às 09:08 0 comentários
Marcadores: Emirates
Líder da África do Sul faz visita estratégica ao Brasil
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
SÃO PAULO - O presidente da África do Sul, Jacob Zuma, começou ontem em São Paulo uma visita de dois dias ao Brasil para melhorar as relações bilaterais entre os dois países. Esta é a primeira visita oficial de Zuma a um país de fora da África - até agora, ele esteve apenas em Angola. Segundo o governo sul-africano, a escolha reflete a importância dada por Zuma ao Brasil.Ao contrário de seu antecessor, Thabo Mbeki, que era considerado um líder pouco carismático, Zuma esbanjou simpatia em um encontro com empresários brasileiros e sul-africanos em um centro de convenções da capital paulista. Além de improvisar algumas palavras em português, ele distribuiu apertos de mão e promessas de que seu país está pronto para aprender com os brasileiros.
Postado por Mirela Goi às 06:53 0 comentários
Barco pesqueiro com Nigerianos encalha em Búzios
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
Durante toda à tarde e início da noite de ontem prestaram depoimento na sede da Polícia Federal, em Lagoa Nova, os seis estrangeiros que estavam no barco pesqueiro LA 263 encalhado na praia de Búzios, litoral sul do Estado, desde sábado passado. Cinco deles são nigerianos e um ganês. Franklin da Silva, Aidia Gadi, Willians Egbolodye, Atsu Fiawogbe, Salako Leandre e Charles Kwaku Umishio (Ganês), em depoimento, aos policiais da Delegacia de Imigração manifestaram interesse em voltar para a África. Ainda não há data para deportação, entretanto, o delegado regional executivo da PF, Sandro Caron de Moraes espera que os procedimentos para os estrangeiros voltarem ao país de origem aconteçam nos próximos dias. "Entramos em contato com a embaixada de Gana e da Nigéria. Estamos esperando a documentação dos tripulantes do barco pesqueiro. A empresa aérea não aceita passageiro sem passaporte e apenas um deles possui o documento. O pagamento das passagens aéreas é realizado pela União".
Barco pesqueiro LA 263 encalhou na praia de Búzios, litoral sul
O delegado afirma que o ganês e os nigerianos pescavam na África quando o barco apresentou problemas mecânicos. "Eles não tinham intenção de vir para o Brasil, mas foram trazidos pelas correntes marinhas".
No dia 02 de setembro, os seis estrangeiros saíram de Lagos, na Nigéria. Dez dias após, o barco apresentou pane mecânica. De lá para cá ficaram à deriva. "Eles não estão presos. Nós estamos fazendo apenas a apuração administrativa dos fatos. O barco não é apreendido pela PF, pois, não foi usado para prática de crime.
No final da manhã de ontem, os agentes da Polícia Federal seguiram com destino à praia de Tabatinga onde os estrangeiros estão abrigados em uma casa de veraneio. Os tripulantes do barco foram levados para a PF em um micro-ônibus. Abatidos, preferiram não falar sobre a permanência no país. Segundo informações do pescador e vigia Renato Francisco da Silva, os africanos estão preocupados com os familiares. "Além do motor, ocorreu pane também nos equipamentos de comunicação. Por este motivo, não tiveram como entrar em contato com familiares", diz Renato.
Renato afirma que os tripulantes são funcionários de uma empresa pesqueira. "Quase todos os peixes que pescaram tiveram que jogar no mar para diminuir o peso da embarcação. Os peixes também já estavam estragados. Durante estes dias que permaneceram à deriva só tinham peixe e arroz para comer. Não havia água. Eles estavam muito debilitados", conta o pescador.
O comerciante Lenildo Alves, afirma que a embarcação foi saqueada no domingo. "Levaram alguns equipamentos como o GPS (Sistema de Posicionamento Global) e até peixes podres que estavam em um dos compartimentos do barco", lamenta.
No sábado (03), por volta das 19h30, um dos nigerianos foi encontrado caído, em uma barraca na praia de Búzios. Ao lado do rapaz havia um caiaque. "Quando cheguei no local parecia estar morto, mas foi socorrido e levado para o hospital. Estava desidratado. Avistei quatro deles em uma boia, ainda no mar. Eles conseguiram chegar em terra bem de saúde. O sexto tripulante estava com colete salva vidas. Ao chegar na beira da praia estava machucado. Teve escoriações leves. Por causa das ondas fortes bateu no casco do barco e se feriu", detalha o comerciante.
Postado por Mirela Goi às 10:25 0 comentários
Marcadores: Nigeria
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
(Mercury and Mike Moran)
When all the salt is taken from the sea
I stand dethroned, I'm naked and I bleed
But when your finger points so savagely
Is anybody there to believe in me
To hear my plea and take care of me?
How can I go on, from day to day
Who can make me strong in every way
Where can I be safe, where can I belong
In this great big world of sadness
How can I forget those beautiful dreams that we shared
They're lost and they're nowhere to be found
How can I go on?
Sometimes I seem to tremble in the dark, I cannot see
When people frighten me
I try to hide myself so far from the crowd
Is anybody there to comfort me
Lord, take care of me
How can I go on (how can I go on)
From day to day (from day to day)
Who can make me strong (who can make me strong)
In every way (in every way)
Where can f be safe (where can I be safe)
Where can I belong (where can I belong)
In this great big world of sadness
(In this great big world of sadness)
How can I forget (how can I forget)
Those beautiful dreams that we shared
(Those beautiful dreams that we shared)
They're lost and they're nowhere to be found
How can I go on?
How can I go on? How can I go on? Go on, go on, go on
Postado por Mirela Goi às 16:20 0 comentários
Marcadores: music

Suddenly you take my breath away
Softly as the wind the words you say
There's no rush, in my heart
It's a dream when you're here with me, here with me
I can here you call from miles away
Softly as the wind the words you say
There's no rush, in my heart
It's a dream when you're here with me, here with me
I've been down, without you by my side
All my life I just need you to stay, here with me
Postado por Mirela Goi às 11:26 0 comentários
Eid al-Fitr
sábado, 19 de setembro de 2009
Islam is one of the world's major religions, and is the final link in the Judeo-Christian-Islamic tradition of monotheism (belief in One God). Islam has two major religious celebrations. One of them, known as Eid al-Adha (Festival of Sacrifice), takes place during the time of the Hajj, or annual pilgrimage to the city of Makkah (in modern-day Saudi Arabia). The other celebration occurs after the completion of Ramadan, the Islamic month during which Muslims (believers in Islam) fast daily from dawn to sunset as part of an effort towards self-purification and betterment. This holiday is known as Eid al-Fitr (Festival of Breaking the Fast). The Lunar Calendar Among the most important duties for a Muslim is fasting during the Islamic month of Ramadan, which is the ninth of the twelve months in the Islamic lunar calendar. Muslims use a lunar calendar for many of their religious observances. A new month in the lunar calendar is determined by the appearance of a new crescent moon. Since this occurs every 29 or 30 days, the lunar month is generally 1 or 2 days shorter than a typical month in the Gregorian calendar. Similarly, a lunar year is about 11 days shorter than a typical Gregorian year. As a result, dates of events in the Islamic lunar year "move forward" about 11 days every year. For example, in 1995 Ramadan began on February 1, and in 1996, it began on January 22. The Importance of Ramadan Ramadan is important for Muslims is because it is believed to be the month in which the first verses of the Holy Quran (the divine scripture) were revealed by Allah (God) to Prophet Muhammad (570-632 C.E.). From time to time, Muhammad used to go out from Makkah, where he was born and where he worked as a caravan trader, to reflect and meditate in solitude. Like Abraham before him, he had never accepted his people's worship of many gods, and felt a need to withdraw to a quiet place to reflect on the One God. One night, while contemplating in a cave near Makkah, he heard a voice call out, telling him to "Read!" Muhammad protested that he was unable to read. The voice insisted again, and then a third time, and Muhammad found himself reciting the first verses of the Quran: "Read, in the name of thy Lord, Who created– Created man, out of a clot (embryo). Proclaim! And thy Lord is Most Bountiful, He Who taught the use of the pen– Taught man that which he knew not. Nay, but man doth transgress all bounds, In that he looketh upon himself as self-sufficient. Verily, to thy Lord is the return (of all)." (ch.96: 1-8) The voice was that of the angel Gabriel, and he confirmed that Muhammad was selected for an important and challenging mission–he was to call people to monotheism and righteousness. Muslims consider the Quran to be God's speech recorded in the Arabic language, and transmitted to humanity through Muhammad, who is considered the last of the prophets. This tradition of God-chosen prophets or messengers is believed to include such figures as Adam, Noah, Abraham, Moses, David, and Jesus. Muslims believe that over a period of twenty-three years, various verses and chapters of the Quran were revealed to Muhammad through Gabriel. The Quran is comprised of 114 chapters of varying length, with titles such as "Abraham," "The Pilgrimage," "Mary," and "Repentance." During Ramadan, Muslims fast from dawn to sunset every day. This means not consuming food and drink, including water, during the daylight hours. For married adults, it also includes refraining from marital relations during the hours of fasting (i.e. the daylight hours). In the Arabic language, fasting is known as Sawm. Muslims arise early in the morning during Ramadan to have a pre-dawn breakfast meal, known as Suhoor. At the end of the day, the fast is completed by taking the Iftar meal, which usually includes dates, fresh fruits, appetizers, beverages and dinner. Later in the evening, Muslims attend special nightly Tarawih prayers at their local Masjid. Each night during Ramadan, approximately 1/30th of the Quran is recited in the Tarawih prayers, so that the entire scripture is recited in the course of the 29 or 30 days of the month. Why Muslims Fast For Muslims, fasting has a number of benefits: 1. It helps one to feel compassion for those who are less fortunate and underprivileged, since each day Muslims feel greater appreciation for what they have as a result of feeling hunger and thirst. 2. It allows one to build a sense of self-control and willpower, which can be beneficial throughout life in dealing with temptations and peer pressure. Through fasting, Muslims learn to control their natural urges such as hunger and thirst, and thus are able to better resist temptations for things which are not necessary, such as drugs or other unhealthy or harmful substances and behaviors. 3. It offers a time for Muslims to "purify" their bodies as well as their souls, by developing a greater sense of humility, spirituality and community. Ramadan is a very spiritual time for Muslims, and often they invite each other to one another's homes to break the fast and pray together. A greater sense of generosity and forgiveness is also characteristic of this time. As with other duties in Islam, fasting becomes obligatory (i.e. one becomes accountable) after the age of puberty. Eid al-Fitr After the end of Ramadan, a very festive and joyous holiday is celebrated by Muslims, known as Eid al-Fitr [eed ul fit-ur], the Festival of Breaking the Fast. On the day of the Eid, Muslims attend special congregational prayers in the morning, wearing their nicest clothes. After the completion of prayers and a special sermon, Muslims rise to greet and hug one another, saying "Eid Mubarak," which means "Holiday Blessings." Later on, Muslim families visit each other's homes, and have special meals together. Children are often rewarded with gifts, money, and sweets. Lights and other decorations mark the happy occasion. VOCABULARY LIST Ramadan & the lunar calendar Ramadan – the 9th month of the Islamic lunar calendar, during which Muslims fast from dawn to sunset. Sawm – Arabic word meaning "fasting." Suhoor – the pre-dawn breakfast meal eaten before beginning the daily fast. Iftar – the evening meal, taken after sunset to break the daily fast. Tarawih – special prayers offered nightly during Ramadan, in which approximately 1/30th of the Quran is recited each night. Eid al-Fitr – Festival at the end of Ramadan, in celebration of completing the month of fasting. This takes place on the 1st day of the next month, Shawal. People: Muhammad – a prophet and righteous person believed by Muslims to be the final messenger of God, whose predecessors are believed to include prophets Adam, Noah, Abraham, Moses, David, and Jesus, among others. Gabriel – Muslims believe that among God's many creations are angels. Gabriel is believed to be one of the most important angels, as he was responsible for transmitting God's divine revelations to all of the human prophets, ending with Muhammad. Places: Arafat - a place where pilgrims travel to as part of the Hajj. There pilgrims offer prayers throughout the day. Makkah (Mecca) - the sacred city of Muslims, in modern-day Saudi Arabia, where the Kaba is located. Mina - a place where pilgrims camp, located on the outskirts of Makkah. Muzdalifa - a place where pilgrims stay overnight and pray during the Hajj. Safa and Marwah - two hills near the Kaba. Miscellaneous: Allah – the Arabic name for the One God. "Eid Mubarak" – a greeting used by Muslims during the Eid holidays. It means "Holiday Blessings!" Makkah (Mecca) – the sacred city of Muslims, in modern-day Saudi Arabia, where the Kaba (house of worship built by Abraham) is located. Masjid – Muslim house of worship. (also known as "mosque.") Monotheism – belief in One God. Polytheism – belief in many gods. Quran (Koran) – the holy book of Muslims containing God's revelation to Muhammad. Discussion Questions: After reading the information provided, the following discussion questions can be used for a written or oral activity. (Appropriate answers are indicated in parentheses). 1. What is the month of Ramadan? (the Islamic lunar month of fasting) 2. Why is this month important for Muslims? (because it is believed by Muslims to be the month in which the first verses of the Quran were revealed to Prophet Muhammad) 3. What does fasting mean? (to abstain from food and drink during the daylight hours) 4. At what age does fasting become a requirement for Muslims? (puberty) 5. Explain the terms SAWM, SUHOOR, IFTAR. (Sawm = fasting, Suhoor = pre-dawn breakfast meal, Iftar = meal at the end of the daily fast) 6. What are the benefits of fasting? (to feel compassion for the poor and underprivileged, to build a sense of self-control, and to purify the body and the soul) 7. How does fasting enable one to feel compassion for those who are less fortunate and underprivileged? 8. How can fasting help to deal with peer pressure? 9. What marks the end of Ramadan? (Eid al-Fitr holiday) 10. If you were to fast for one day, what would you miss the most? Why? Is it possible to change one's habits by fasting? (Example: eating junk food) 11. How would you have to change your schedule to accommodate fasting? What dietary changes do you think you would have to make? Include the pre-dawn meal of Suhoor in your schedule. 12. How do Muslims finish off the month of Ramadan? 13. After reading, "A Day in the Life of Hasan," what do you think of Hasan's lifestyle, especially during Ramadan? Suggested student activities: 1. Interview a Muslim who is fasting. Ask him or her how they feel about fasting and how it helps them in their lives. 2. Invite a representative from the local Islamic Center or Masjid (mosque) to speak about the spirit of Ramadan, and have students prepare questions for the visitor. (Teachers may also arrange for students to be part of an Iftar gathering at the Islamic Center or a parent's home.) 3. Plan an Eid party. Explain how you would feel after successfully fasting for one month. What physical changes might one experience? Emotional changes? 4. One of the key lessons to be learned during the month of Ramadan is compassion for those who are underprivileged and have a more difficult time in getting food for themselves. Pretend you have been fasting for 1 month. Describe your reactions to one of the following and why you would react in this way: a. A woman and child asking for food and money on a street corner. b. Homeless people in your own city. c. Television portrayals of hungry children in far-away lands. d. An expensive, luxury restaurant that disposes of all unused foods. This information sheet has been adapted from teacher notes prepared by the Council on Islamic Education, a national, non-profit educational resource organization, dedicated to providing information on Islam and Muslims to public school teachers, textbook publishers, and others involved in the education field.
Postado por Mirela Goi às 17:51 1 comentários
GHAZAL , GHAZEL, GASAL ou GAZEL
sábado, 29 de agosto de 2009
Postado por Mirela Goi às 12:54 0 comentários
Vagas de Emprego Dubai e Emirados Árabes
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
Ultimamente muita gente do setor hoteleiro brasileiro está de malas prontas buscando um novo início em um novo país, o destino de muitos deles é Dubai. Mas por quê afinal Dubai? A resposta está na crescente ascensão que está cidade anda tendo nos últimos anos. Além disso, a presença de diversos hotéis de luxo, inclusive um dos poucos 7 estrelas do mundo, contribuem para que brasileiros optem para ir tentar a vida por lá. Para quem também está pensando em começar uma vida profissional lá nos Emirados Árabes, a Empregolândia selecionou uma lista de sites com oportunidades de emprego na região e que podem ajudá-lo nesta busca. Os sites são os seguintes:
Postado por Mirela Goi às 07:21 0 comentários
