This is a BAD news

sexta-feira, 24 de agosto de 2007

Essa notícia me deixa triste, pois vai de contra às minhas espectativas do ser humano deixar de usufluir do sofrimento.

Infelizmente acho que nos países árabes é onde mais longe está essa evolução. Já vi vídeos gravados no marrocos e tunísia sobre o tratamento que dão aos camêlos. São cenas horríveis!


This news let me so sad, cus its agaist my wishes of the human don´t use the surfering in your own good.

Unhappyly I think that in the Arabs countries it is where we are more far from this evolution. Already saw recorded videos in Morocco and Tunisia on the treatment that give to the camels. They are horrible scenes!

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São Paulo – As importações brasileiras de peles e couros de ovinos e caprinos, destinados à indústria calçadista, devem aumentar no próximo semestre. É que foi aprovada nesta semana a isenção do imposto de importação destes itens. Entre os fornecedores externos do Brasil estão países árabes. "Os maiores fornecedores de couro caprino e ovino são os países africanos e entre eles alguns países árabes", afirmou o diretor-executivo do Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil (CICB), Luiz Bittencourt.

De janeiro a julho deste ano, as importações brasileiras de peles e couros em geral dos países árabes somaram US$ 1,34 milhão. Entre os principias fornecedores árabes estão Egito, Arábia Saudita e Argélia, de onde o Brasil importa couro bovino, de caprinos e ovinos. Nos primeiros sete meses de 2007, as compras dos dois últimos itens somaram US$ 390 mil. "Com certeza as importações brasileiras vão aumentar", disse Bittencourt.

Segundo ele, a produção brasileira de couro de caprinos e ovinos não atende a demanda interna. Atualmente, a capacidade de produção nacional é de 12 milhões de unidades por ano, mas os criadores só conseguem ofertar 7 milhões de unidades, por isso há a necessidade de importar. Estes tipos de couros detêm entre 15% e 20% do mercado, sendo que praticamente toda a produção está concentrada nos estados do Nordeste. "O couro da região Nordeste é sem lã, ou seja, é aplicado nos calçados porque parece um tipo de couro bovino. Já as peles da região Sul não podem ser aplicadas neste ramo", disse Bittencourt.

Em anos anteriores, o Brasil chegou a importar também couro dos Emirados Árabes Unidos e da Somália, o que pode voltar a ocorrer com a isenção do imposto. No total, as importações brasileiras de couro em geral nos primeiros sete meses deste ano somaram US$ 89,76 milhões, um aumento de 11,8% em relação ao mesmo período de 2006. Os dados são da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do governo brasileiro.

Exportações

Apesar do Brasil precisar importar couros e peles de caprinos e ovinos, o país é um dos maiores produtores mundiais de couros, com capacidade para processar cerca de 45 milhões de unidades. Além disso, o Brasil é o maior exportador de couros, com embarques de 35 milhões de peças por ano. Um dos principais motivos para essa liderança é a abundancia de oferta de matéria-prima, são mais de 200 milhões de cabeça de gado bovino, o que leva o país a ter o maior rebanho comercial do mundo.

O couro está entre os principais produtos exportados pelo Brasil. De janeiro a julho, o país exportou o equivalente a US$ 1,28 bilhão, um aumento de 26,5% em relação ao mesmo período do ano passado. Só para se ter uma idéia, as vendas externas de carne bovina renderam US$ 2,5 bilhões no acumulado dos sete primeiros meses de 2007.

O complexo industrial do setor é formado por 800 empresas que atuam na produção e processamento de couros. A atividade movimenta no país cerca de US$ 3 bilhões e emprega 45 mil pessoas, segundo o CICB.


Marina Sarruf
http://www.anba.com.br/noticia.php?id=15701

Sweet Almond 'Briks' (Pareve)

quinta-feira, 23 de agosto de 2007

A mixture of nuts may be substituted for almonds. One tablespoon of plain yogurt may be substituted for the egg yolk, making the dish dairy.

1 cup finely ground almonds
2 Tbsps. sugar
1 tsp. rose water
1 egg, divided
1 Tbsp. pareve margarine, melted
5-6 Chinese egg-roll wrappers
oil for frying
2 Tbsps. honey, warmed*
2 tsps. lemon juice
*may substitute 1 Tbsp. confectioners' sugar

In a small bowl, combine the nuts, sugar, rose water, egg yolk and melted margarine. Set aside.

Cut each egg-roll wrapper diagonally in half. Place 1 tablespoon of the almond mixture on the center of each triangle.

Brush the edges with the egg white, lightly beaten. Cover as in a triangular turnover and press the edges to seal.

Heat 2 cups olive or vegetable oil in a deep heavy saucepan or skillet to 375°. Test by tossing in a small bread cube, which should brown in 60 seconds.

Carefully slide the briks into the hot oil, two or three at a time.

Fry the briks, turning once, 20 to 25 seconds, or until golden-brown. Remove with a slotted spoon. Drain on paper towels.

Combine the honey and lemon juice. Brush over briks, or just dust with confectioners' sugar.

Makes 10 to 12.

Approximate nutrients per brik: calories, 198; protein, 3 g; carbohydrates, 8 g; fat, 18 g; cholesterol, 19 mg; sodium, 18 mg.

Recipe: Tunisian Tea (Pareve)

quarta-feira, 22 de agosto de 2007

Tunisian tea is served in very small glasses (4 oz. to 6 oz. each). Often, instead of pine nuts, the mint tea is served with a bowl of white, silky almonds alongside.

3 cups boiling water
2 tea bags, such as Darjeeling or English Breakfast
4-5 sprigs fresh mint
1 Tbsp. sugar
4 Tbsps. pine nuts

In a heat-proof pitcher, pour the boiling water over the tea bags. Squeeze the mint sprigs between your fingers to help extract the flavor. Stir into the tea.

Add the sugar and stir to dissolve. Let stand at room temperature 3 to 4 hours, stirring occasionally. Strain.

If desired, add more sugar or sweetener to taste. Reheat the tea in the microwave.

Place 1 tablespoon of pine nuts into each of four heat-proof glasses. Pour the hot tea over.

Serves 4.

Approximate nutrients per serving: calories, 60; protein, 2 g; carbohydrates, 4 g; fat, 4 g; cholesterol, 0 mg; sodium, 0 mg.

Petróleo na Tunísia

Brasília – Mais de 50 companhias estrangeiras e locais exploram e produzem petróleo na Tunísia, com um investimento total de US$ 200 milhões. As informações são do jornal árabe Al Hayat. De acordo com o Ministério da Energia do país árabe, existem hoje 41 licenças em vigor para exploração de petróleo em uma área de 140 mil quilômetros quadrados, o equivalente a 70% do território total da Tunísia.

Ainda assim, o governo tunisiano está desenvolvendo diversos projetos para utilizar gás natural como fonte alternativa de energia. O plano nacional tunisiano para desenvolvimento de fontes de energia, com duração prevista para até 2030, tem como meta aumentar para 50% a participação do gás natural no suprimento da demanda interna por energia, dentro de cinco anos.

A Companhia Nacional de Eletricidade e Gás, que pertence ao governo da Tunísia, criou um plano de expansão da rede de fornecimento de gás natural às cidades. O plano prevê a inclusão de 14 novas regiões, e deverá levar gás natural a uma grande quantidade de centros industriais e áreas turísticas.

O grupo britânico British Gas Group (BG), que é o maior produtor de gás da Tunísia, pretende ampliar suas atividades de exploração e buscar novas oportunidades de investimento no país árabe, utilizando seu know-how em redes de distribuição de gás natural.

O grupo britânico é responsável por cerca de 50% da produção total de gás doméstico do país. O BG possui concessões para exploração de gás no Golfo de Gabes, no sul da Tunísia. O Golfo tem uma área total de 4.088 quilômetros quadrados. O grupo britânico é responsável por 100% do gás produzido no campo de Miskar, no Golfo de Gabes. O BG controla 100% das operações no campo de Miskar desde junho de 1996.

Robert Wilson, presidente do British Gas Group, disse que o clima de investimento na Tunísia é "excepcional". Os planos do BG prevêem investimentos de aproximadamente US$ 1,3 bilhões. Wilson disse ainda que o grupo pretende investir mais para que a Tunísia possa utilizar mais gás natural e reduzir suas importações de petróleo.


*Tradução de Gabriel Pomerancblum
http://www.anba.com.br/noticia.php?id=15675

Wikitravel

terça-feira, 21 de agosto de 2007

Everything good in the web I will post here in my blog.
Enjoy!

Wikitravel é um projeto que visa criar um guia mundial de viagens livre, completo, atualizado e disponível para todos. Até o momento, temos 1 620 guias de destinos e outros artigos escritos e editados por Wikiviajantes de todo o mundo. Veja a página de ajuda para saber como você mesmo pode criar novas páginas e editar as existentes já!

Wikitravel is a project to create a free, complete, up-to-date, and reliable world-wide travel guide. So far we have 16,141 destination guides and other articles written and edited by Wikitravellers from around the globe. Check out the Help page to see how you can edit any page right now, or the Project page for more information about Wikitravel and getting involved.

http://wikitravel.org

Tunísia sai na frente na busca pela vaga olímpica

Luanda (Angola) - A seleção da Tunísia já venceu seus dois primeiros jogos no Campeonato Africano de Basquete Masculino, que está sendo realizado em Angola, e desponta como uma das favoritas à conquista do título da competição, que dá uma vaga nos Jogos Olímpicos de Pequim, em 2008.

Os tunisianos estrearam na sexta-feira com vitória por 72 a 66 sobre a África do Sul e, neste sábado, bateram Moçambique por 73 a 61. No outro jogo do grupo D já realizado, Camarões passou pelos moçambicanos por 66 a 54.

O resultado mais expressivo até agora foi a vitória da Nigéria sobre a Libéria, por 139 a 35, na abertura do grupo C. Na outra partida já realizada, a República Centro-Africana passou pela República Democrática do Congo por 66 a 58.

Na partida de estréia do grupo A, a Angola atropelou Ruanda por 109 a 66. Neste sábado, Ruanda perdeu novamente, desta vez por 78 a 64 para Marrocos, que havia caído diante de Cabo Verde na primeira rodada (85 a 80).

Pelo grupo B, Senegal estreou com vitória por 85 a 70 sobre Mali, mas, neste sábado, foi derrotado por 65 a 63 pela Costa do Marfim, que perdera para o Egito por 73 a 65 na primeira rodada.


http://www.gazetaesportiva.net

Telefonia celular no Bahrein

São Paulo – De acordo com uma pesquisa encomendada pela Autoridade Reguladora de Telecomunicações do Bahrein (TRA, na sigla em inglês) e realizada pela empresa de consultoria AC Nielsen, dos Estados Unidos, junto aos consumidores do país, praticamente 100% dos domicílios no Bahrein conta com telefones celulares e 11% das pessoas têm mais de um aparelho. As informações foram divulgadas no site árabe de notícias MENA FN.

Por outro lado, a telefonia fixa continua sendo importante no país árabe: cerca de dois terços dos domicílios pesquisados têm pelo menos uma linha fixa e 52% têm acesso à internet.

A pesquisa revela ainda que 100% das empresas no Bahrein utilizam linhas fixas, 64% usam serviços de telefonia móvel e 67% têm acesso à internet. Os usuários em geral consideram o acesso à internet caro e as conexões, lentas.

"A pesquisa deixa claro que a concorrência é cada vez maior nos setores de telefonia móvel e de chamadas internacionais, principalmente para destinos como a Índia (devido à grande quantidade de expatriados indianos que vivem no Bahrein)", disse o diretor-geral da TRA, Alan Horne, de acordo com o MENA FN.

"No entanto, ainda existe uma necessidade de conscientizar os consumidores com relação aos diferentes provedores de serviços de telefonia. A TRA apóia a realização de campanhas educacionais e de conscientização pública pelos provedores, com o objetivo de aumentar a adesão aos serviços oferecidos", acrescentou Horne.

Foram consultados 1.052 consumidores residenciais e 159 empresas. O Bahrein tem uma população de 700 mil pessoas.


*Tradução de Gabriel Pomerancblum
http://www.anba.com.br/noticia.php?id=15665

segunda-feira, 20 de agosto de 2007

You lose
my young life,
all my smiles,
you lose, you lose
My big eyes shinning for you
but you lose, you lose, you lose
The sweet taste of my kisses
And I can´t believe
How loser you are
While my hands are so free
You lose
I carresing you
I holding you
I being your belly dancer
See
Everyday and everynight
So many amazing things you lose
For what? Have you a good reason?
I want know
What make you loser
Cus I can´t believe
This
A prince that lose his lady
The king that lose his queen
A habib that lose habibt
It´s really make you so stupid
Sorry baby
But I can´t forgive you
Loser
Loser
You are
Cus i´m the best girl for you
I´m sure
And also I can prove
Cus I´m here
And where are you?
Sorry baby
But I can´t forgive you
Loser
Loser
Loser
You are



Mirela
20/08/2007

Caminho Para Guantánamo - lançamento em dvd setembro 2007.


Caminho para Guantánamo já entrou para a história. Conta o drama real de quatro jovens ingleses de descendência paquistanesa, moradores da cidade de Tipton, Inglaterra, que, confundidos com terroristas, são arbitrariamente presos na base naval americana de Guantánamo, Cuba.
 

Desde que o filme foi lançado no Festival de Berlim 2006, Asif, Ruhel e Shafiq se tornaram o símbolo da luta contra os horrores daquela prisão. Depois de sacudir Berlim - assim como Fahrenheit 11 de Setembro fez em Cannes 2004 - o filme foi visto por um milhão e 600 mil ingleses quando exibido na TV de lá.

 

Em 11 de julho de 2006, a Corte Suprema americana derrotou o governo e os argumentos do presidente George Bush, declarando ilegais os tribunais militares lá realizados. No dia 28 do mesmo mês, o Comitê de Direitos Humanos da ONU pediu o fechamento imediato de Guantánamo (entre outras prisões secretas do Afeganistão e Iraque), alertando que os prisioneiros que lá estão sejam apresentados a um tribunal capaz de decidir sobre a legalidade de sua detenção.

 

Art Films S.A

Visite: http://www.cinetotal.com.br

 

Filme Iraniano: A Caminho de Kandahar (Safar and Ghandehar, Iran, 2001)

(portuguese)

O filme esteve em cartaz na Mostra Internacional de Cinema de São paulo e trouxe ao Brasil sua musa inspiradora e atriz principal, a jornalista Niloufar Pazira, que viveu até os 16 anos no Afeganistão e depois de se exilar no Canadá tentou voltar para socorrer uma amiga.
Em setembro de 1996, depois de dez anos de guerra com a ex-União Soviética, o Afeganistão entrou em um período de obscurantismo com o Taleban. A radical milícia islâmica assumiu o poder em grande parte do território do país e instaurou um brutal regime de censura e repressão. Foram proibidos a música, a fotografia, a pintura e qualquer reprodução da imagem do homem. O objetivo da milícia era criar um novo homem, livre de dogmas e idolatrias ocidentais. As mulheres foram obrigadas a usar a burga, uma túnica escura que as cobre da cabeça aos pés, e perderam todo e qualquer tipo de liberdade. É a história de uma delas que o cineasta iraniano Makhmalbaf decidiu contar. Nafas é uma jornalista afegã refugiada no Canadá, mas que decidiu voltar clandestinamente a seu país natal depois de receber uma carta de sua irmã menor em que ela promete suicidar-se no próximo eclipse do sol, pois não suporta mais a repressão às mulheres no país.

A Caminho de Kandahar foi filmado no próprio Afeganistão.
O filme recebeu a medalha de ouro Fellini, concedida pela Unesco.

Direção
Mohsen Makhmalbaf

Elenco
Nelofer Pazira
Hassan Tantai
Sadou Teymouri
Hoyatala Hakimi

Roteiro

Mohsen Makhmalbaf

Gênero

drama

Idiomas
persa, inglês, pachto, polonê


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(english)

From internationally acclaimed director Mohsen Makhmalbaf comes an epic tale of hope and courage. Kandahar is a fiction/documentary hybrid, charting a woman's perilous journey through Afghanistan to find her sister.
Nafas (Nelofer Pazira), an Afghan-born journalist living in exile in Canada receives a letter from her sister, who was maimed by a landmine and left behind during the escape, about her intentions to end her life.
Despondent over her oppressed and hopeless situation in Taliban-controlled Kandahar, she vows to kill herself during the last eclipse of the century, which happens in a mere 3 days. Desperately racing against time, Nafas sets out on a perilous journey into a land where it's illegal for women to travel alone...
Before Sept 11, few knew of Kandahar; few cared about the ravages of civil war and Taliban rule in Afghanistan. Now the world sees the news value in Mohsen Makmalbat's true tale of a woman crossing the desert incognito to find her sister. Even without the headlines, this Iranian film boasts a visual and emotional magnificence.

Tunisiano começa a comprar autopeças do Brasil

São Paulo – O empresário tunisiano Hassen Sassi, da empresa CCE Pieces Autos & Agricol Station Services, que comercializa autopeças em Túnis e região, fechou sua primeira importação do Brasil no final da semana passada. Ele passou três dias em São Paulo e fez negócio com a OEM, trading que atua exclusivamente no setor, para a compra de dois contêineres de diversos tipos de peças.

Sassi esteve no Brasil pela primeira vez em março, quando entrou em contato com a Câmara de Comércio Árabe Brasileira, que lhe forneceu uma lista de potenciais exportadores, entre eles a OEM. Ele encomendou principalmente peças para carros Fiat e Ford. "Eu gostei muito do Brasil e gosto de me aventurar em novos mercados. E esta foi uma boa aventura, pois sabia que o país tem uma das maiores indústrias de peças Fiat do mundo. Vim prospectar e a prospecção resultou neste pedido", disse.

O empresário já importava de países como Turquia, Tailândia e Espanha. Ele vende as peças no varejo, para reposição, e também para indústrias locais. Segundo Sassi, sua companhia é de pequeno porte, mas está crescendo, e ele espera crescer ainda mais com as importações do Brasil.

De acordo com ele, a qualidade dos produtos foi o fator decisivo na hora de fechar o negócio. Agora ele vai testar a aceitação das peças brasileiras no mercado tunisiano e acredita que passará a comprar regularmente. Com o tempo, caso haja boa receptividade, Sassi disse que poderá importar somente do Brasil. "Gostei da OEM, são pessoas de confiança", declarou.

Sassi acrescentou que trabalha no ramo há 15 anos e que comercializa todos os tipos de autopeças. Na Tunísia, os carros mais utilizados são de marcas também bastante conhecidas no Brasil, como Fiat, Volkswagen, Opel (General Motors), Renault, Citroën, entre outras.

O Brasil já exporta diversos tipos de autopeças para a Tunísia, mas não em grande volume. De janeiro a julho deste ano, foram embarcados produtos como peças para ignição eletrônica, bombas de combustível, rodas, pneus, pára-choques, faróis, embreagens, alternadores, partes de reposição para carrocerias e velas para ignição.


Alexandre Rocha
http://www.anba.com.br

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domingo, 19 de agosto de 2007

I´m now on facebook too :)
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Filme Turco: Anlat Istanbul (Contos de Istambul, Istanbul Tales, 2005)

Cinco diretores diferentes, cinco histórias que se cruzam. Através delas podemos encontrar a pulsação de uma cidade, com seus dramas, suas passagens engraçadas, finais felizes ou tristes. Caóticas como a vida.

CONTOS DE ISTAMBUL retrata a respiração genuína de uma cidade, a honestidade e a poesia, a consciência da magia do cinema, fomentada num engenhoso trabalho de edição, uma fotografia crua mas maravilhosa e um grande trabalho do elenco inteiro.
Ao contrário de muitos filmes sobre cidades – este aqui não só oferece um catálogo de vidas reais. Os contos do título são de alguma maneira contos de fadas verdadeiros (há até as “fadas madrinhas”), acontecidos no dia-a-dia de pessoas comuns, que poderiam ser nossos vizinhos. São versões e referências contemporâneas de “A Bela Adormecida”, “Cinderela”, “Branca de Neve”, “Chapeuzinho Vermelho”, “O Flautista Mágico”, contadas com integridade surpreendente, interconectadas matematicamente.


Visit: http://postmaster-br.blogspot.com

Filme Iraniano: Baran (2001)

Título Original: Baran
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 95 minutos
Ano de Lançamento (Irã: 2001
Site Oficial: http://baran.cinemajidi.com
Distribuição: Miramax Films / Imagem Filmes
Direção: Majid Majidi
Roteiro: Majid Majidi
Produção: Majid Majidi e Fouad Nahas
Música: Ahmad Pezhman
Fotografia: Mohammad Davudi
Desenho de Produção: Behzad Kazzazi
Figurino: Behzad Kazzazi e Malek Jahan Khazai
Edição: Hassan Hassandoost

Elenco
Hossein Abedini (Lateef)
Zahra Bahrami (Baran / Najaf)
Mohammad Amir Naji (Memar)
Abbas Rahimi (Soltan)
Gholam Ali Bakhshi (Najaf)
Jafar Tawakoli (Inspetor)
Yadollah Hedayati (Chefe dos trabalhadores)
Parviz Larijani (Dono da loja)
Hossein Mahjoub

Sinopse
A história de um grupo de refugiados afegãos que trabalham ilegalmente no Irã é vista através dos olhos de Lateef (Hossein Abedini), um adolescente iraniano. Lateef trabalha numa construção servindo comida e chá para os afegãos, que fazem serviços pesados por um salário miserável. O rapaz também recebe um pagamento irrisório. Quando Najaf (Gholam Ali Bakhshi), um dos operários, sofre uma queda durante o trabalho e fere-se gravemente o emprego de todos fica ameaçado, pois as autoridades não podem saber como se deu o acidente. O filho de Najaf, Rahmat (Zahra Bahrami), passa a substituí-lo na construção e nasce uma rivalidade entre ele e Lateef. Porém uma descoberta inesperada fará o garoto iraniano mudar de atitude.

Premiações
- Recebeu uma indicação ao Screen International Awards, no European Film Awards.
- Ganhou os prêmios de Melhor Diretor e Melhor Roteiro, no Festival de Cinema de Gijón.

Filme Iraniano: O Balão Branco (Badkonake Sefid, 1995)

» Direção: Jafar Panahi
» Gênero: Drama
» Origem: Irã
» Duração: 85 minutos
» Sinopse: Durante as festividades do ano novo persa, uma garotinha insiste que sua mãe compre um peixe dourado bonito e gordo, ao invéz dos magros que tem na fonte na casa da família, mas eles estão quase sem dinheiro. Após muito insistir, o irmão da garota acaba conseguindo o dinheiro, mas no caminho à loja, ela perde os 200 tomãs diversas vezes, e os adultos ao seu redor estão muito ocupados dar atenção aos seus problemas.

Prêmio Câmera de Ouro no Festival de Cannes de 1995, "O Balão Branco" (Badkonake Sefid - Irã -1995 - 90 min. - de Jafar Panahi) traz a nosso coração a imagem de uma criança que não desiste de seu propósito, apesar de todas as dificuldades que encontra em seu longo caminho. Sem aceitar os "nãos" dos adultos persistente, mesmo quando ignorada e rejeitada - e até ludibriada - ela supera as lágrimas...fazendo de sua fragilidade, a sua força incansável. Para a menina, desistir é inaceitável!

Protagonistas deste filme, premiado internacionalmente: Aida Mohammad Khani e Mohsen Khalifi.

"Na véspera do Ano Nova iraniano, a menina Razieh deposita suas esperanças na compra de um peixinho dourado. Convence a mãe a lhe dar suas últimas economias, mas perde o dinheiro no mercado, iniciando uma busca singela, com muita fé, pelas ruas de Teerã."

No lago artificial de sua casa, há peixinhos dourados, insiste a mãe da criança. Entretanto, Razieh quer outro peixinho dourado: o que vai comprar na cidade.

Acompanhando a garota, vemos uma sociedade insensível... neste drama urbano contemporâneo, onde conhecemos os preconceitos da comunidade tradicional iraniana, que não poupa nem as crianças do sexo feminino, muito menos as mulheres. Só têm deveres e nenhum direito, ainda que sejam esposas e mães devotadas.

Destaques: direção, roteiro e interpretação da protagonista fotografia: temas e personagens e o silêncio que fala, grita, expressa o sofrimento profundo e solitário.

sábado, 18 de agosto de 2007




Nunca imaginé, la vida sin ti
En todo lo que me planteé siempre estabas tú
Sólo tú sabes bien quien soy
De donde vengo y a donde voy

Nunca te he mentido nunca te he escondido nada
Siempre me tuviste cuando me necesitabas
Nadie mejor que tu sabrá, que di todo lo que pude dar

Ohhh y ahora tu te vas, así como si nada (y tú te vas)
Acórtandome la vida, agachando la mirada
Y tú te vas, y yo
Que me pierdo entre la nada (y tú te vas)
Donde quedan las palabras y el amor que me jurabas
Y tú te vas ohhh, ohhh

Si es que te he fallado dime cómo y cuándo ha sido
Si es que te has cansado y ahora me echas al olvido
No habrá nadie que te amará
Así como yo te puedo amar

Ohhh y ahora tu te vas, así como si nada (y tú te vas)
Acórtandome la vida, agachando la mirada
Y tú te vas, y yo
Que me pierdo entre la nada (y tú te vas)
Donde quedan las palabras y el amor que me jurabas
Y tú te vas ohhh

Por más que busco no encuentro razón
Por más que intento no puedo olvidar
Eres como una llama que arde en el fondo de mi corazón

(Y tú te vas)
Y tú te vas
(Y tú te vas)
Acórtandome la vida, agachando la mirada
(Y tú te vas)
Y tú te vas
(Y tú te vas)
Acórtandome la vida, agachando la mirada
(Y tú te vas)
Y tú te vas, como si nada

Receita Shish Barak

Ingredientes:

1 1/2 litro de coalhada fresca
1 colher (sopa) de maizena
1 clara batida
1/2 litro de água
hortelã seca
manteiga
sal

Massa:

5 colheres (sopa) de farinha de trigo
2 colheres (sopa) rasas de manteiga
1/2 xícara (chá) de água
1 pitada de fermento em pó
1 pitada de sal

Recheio:

1/2 kg de carne moída
2 cebolas pequenas picadas
1/2 maço de salsa picada
pinhõezinhos
pimenta
canela
sal

Preparo

Para fazer a massa, misture a farinha com o fermento e despeje sobre o mármore seco. Faça um monte com um buraco no centro. Adicione a manteiga e despeje a água aos poucos, misturando tudo com as mãos até a massa ficar bem lisa e leve. Deixe-a descansar por meia hora. Enquanto isso, prepare o recheio dourando a cebola na manteiga com alguns pinhõezinhos. Refogue a carne na mesma panela. Quando estiver pronta, junte um pouco de água e deixe cozinhar para, ao final, temperar com o sal, a pimenta, a canela e a salsa. Isto pronto, passe à confecção dos capeletes, abrindo a massa com o rolo até que fique bem fina. Dentro de cada circulo coloque o recheio, dobre a massa e una as pontas formando um capelete. Unte uma assadeira com manteiga, ponha os capeletes e leve ao forno por alguns minutos, para corar. Enquanto isso, misture a coalhada fresca, a maizena, a clara de ovo, uma pitada de sal e a água. Peneire tudo. Leve ao fogo brando até ferver. Cozinhe os capeletes em água. Por fim, junte-os à coalhada e sirva pulverizados com hortelã seca.

Alfabeto e pronúncia são desafios iniciais para quem quer aprender árabe

Pronúncia e o alfabeto fazem parte do aprendizado inicial do idioma árabe, ainda mais para aqueles que vivem em um país que fala português, língua de origem latina. Michel Sleiman, professor do departamento de Língua e Literatura árabe da USP, ministra desde o dia 17 de agosto o curso “Introdução à Língua Árabe (alfabetização e nível básico)”.

O curso realizado pelo Serviço de Cultura e Extensão Universitária da FFLCH, que conta também com a coordenação da professora Safa Jubran, pretende “ser um começo, com a alfabetização e também com a demonstração da gramática básica, os aspectos gráficos das letras árabes”, conta Sleiman. A partir daí, diz o professor, o aluno pode buscar estudos mais aprofundados da língua árabe.

Um dos pontos que funcionam como conhecimento de base é a dimensão fonológica do idioma, diferente da do português. O sírio Georges Fayez Khouri, que dá aulas de árabe no Club Homs, diz que nos primeiro quatro meses de curso, dá maior atenção ao ensino da conversação em árabe. Somente depois desse período, que dá início ao ensino da escrita. Ele diz que o curso serve de base para quem quer aprender a gramática mais aprofundada.

Foued Saâdaoui, que dá aulas particulares no Rio de Janeiro, explica que, apesar das diferenças entre o árabe e o português, “a língua é um fenômeno social, comum a todos por ser um instrumento de comunicação”. Desse modo, um dos primeiros passos de Foued é fazer o aluno entender que “em qualquer língua há um pronome”.

ÁRABE CLÁSSICO – O árabe geralmente ensinado nos cursos no país é o clássico. A secretária do Centro Cultural árabe-sírio, Rukaia Escandar, explica que isso é natural, já que, como comparação, o árabe popular é como se fosse o português coloquial.

Para Foued, o árabe que ensina é um “árabe que não é o das poesias antigas, um árabe que não envolve nem sotaques nem gírias específicas de cada região”.

Já Georges, sírio, diz que ensina o árabe que se fala na Síria e no Líbano, que entre si têm poucas diferenças. No entanto, ele admite que o árabe desses dois países é muito mais próximo do árabe clássico, diferente do que se fala no Marrocos, uma versão da língua que sofreu influência das tribos berberes do norte africano. É como entendermos, por exemplo, a diferença entre os dialetos que se falam no norte e no sul Itália. Muitas vezes uma população do sul não entende o que fala outra do norte.


MAIS INFORMAÇÕES SOBRE CURSOS:

- Abertos ao público em geral:

Centro Cultural Árabe-Sírio (parte da missão diplomática do Estado árabe-sírio, único em todo o continente americano)- EM SÃO PAULO

Duração: 1 ano e meio (3 módulos de 4 meses cada)
Tel: (11) 3259-4880

Club Homs – EM SÃO PAULO
Duração: 1 ano


Aulas particulares:

Foued Ben Hédi Saâdaoui – NO RIO DE JANEIRO
Acerto com o professor
Contato: (21) 3181.5138 (residência) - (021) 9309-7183;
E-mail: tradutor1973@hotmail.com


Clubes (só para sócios):

Clube Monte Líbano – SÃO PAULO
Preço: acertar direto com o professor

Esporte clube sírio – SÃO PAULO
Preço: acertar direto com o professor

sexta-feira, 17 de agosto de 2007

Não tenho coragem de agredir você, engraçado, parece que sente a mesma coisa, com motivos diferentes, eu porque te amo, você porque não... eu porque não te amava, você porque amava... eu porque estou longe demais.. você porque tem o tempo e espaço nas mãos...
 
Se eu pudesse entender, se eu pudesse nada... eu sei que a vida não passa de uma ilusão, sei que .. nada sei..  e nem dá pra acreditar se é amor .. se é ódio.. se é nada...
 
Você também sabe, as mesmas coisas que eu... com as mesmas intensidades, hoje um pouco, o Sol me tocou... só eu e você sabemos, mesmo que sem notar.
 
Escute bem ... que me importa o que pensa e o que você sente? Que me importa o que faz, e se há eu em você, tu não és dono de nada, nem eu...

Tunísia, Tunisie

quinta-feira, 16 de agosto de 2007

Halva, halwa, halvah, halava, helva, halawa, halawi

Basic Indian halava

There are many kinds of halwas in India, but the most common are the carrot (gajar) halwa and the semolina (sooji or rava) halwa. Halwa is also made from atta flour. Here is the recipe for semolina halwa.

7/8 cup milk
7/8 cup water
3/4 cup sugar (1 cup if you like it very sweet)
1 cup semolina
3/4 cup butter or ghee (US: 1 1/2 sticks)
1/2 teaspoon cardamom
1/4 teaspoon nutmeg (optional)
crushed toasted pistachios (optional)

Melt butter or ghee over medium heat, add semolina and stir-fry for about 10 minutes until nutty aroma develops. Meanwhile, bring milk, water and sugar to a boil in a separate pot, remove from heat and stir in spices. Turn off stove and pour liquid over fried semolina while stirring rapidly to contain sputtering.

Pour into forms or let cool in pot and cut into pieces later. Serve at room temperature.
Option, garnish with crushed toasted pistachios.

Persian halva

250 grams semolina
200 g sugar
200 g vegetable oil
1 c boiling water
1/2 cup rosewater
1/2 teaspoon saffron
crushed toasted almonds

Heat oil over medium heat, add semolina, stir-fry for about 10 minutes until nutty aroma develops and remove from heat. Dissolve sugar in boiling water, stir in rosewater and saffron and pour onto fried semolina while stirring rapidly. Garnish with crushed toasted almonds.

Greek halva

1 cup olive oil
2 cups semolina
3 cups sugar
4 cups water
1/2 lemon, sliced
1 stick cinnamon
chopped almonds
sesame seeds
Cook semolina and almonds in oil until golden. Meanwhile, heat the water and sugar just enough to completely dissolve the sugar and add lemon and cinnamon. Pour liquid onto semolina while stirring rapidly. Continue heating mixture until it thickens, then pour into cake form. Garnish with sesame seeds and serve at room temperature.

Jewish Halvah

400 g Tahini
oil drained from Tahini plus margarine to make 1 1/2 cups
4 c semolina or wheat flour
1 c honey
1/2 c sesame seeds
Heat oil and margarine, stir in flour and cook over low flame while stirring constantly, until light brown. Then add tahini. Using a candy thermometer, heat honey to the soft ball stage (112 °C). Combine honey and sesame seeds with flour mixture and mix well. Pour onto greased form; cut as soon as solid enough.


Next post find in portuguese (receita)

Halva, halwa, halvah, halava, helva, halawa, halawi

Halva é um doce do Médio Oriente feito de sementes de gergelim torradas, moídas e misturadas com açúcar derretido. É por vezes temperado com pistácios, mel ou baunilha.

Originally derived from the Arabic root حلوى halwā (sweet), is used to describe many distinct types of sweet confection, across the Middle East, Central Asia, and South Asia. Halva based on semolina is popular in Turkey, Pakistan, and Persia. Another common type, based on tahini (sesame paste), is more popular in the eastern Mediterranean and Balkan regions, in countries such as Greece, Israel, and Lebanon as well as the Palestinian territories. Halva may also be made from a variety of other ingredients, including sunflower seeds, various nuts, beans, lentils, and vegetables—such as carrots, pumpkins, yams, and squashes.

Read more here: http://en.wikipedia.org/wiki/Halva

Recipe

Sesame halvah

6 cup Sesame Seeds
1 ½ cup Honey
1 teaspoon Ginger
1 teaspoon Cinnamon
1 teaspoon Allspice

Toast 6 cups of sesame seeds in a skillet or oven. Blend the seeds in a blender one cup at a time. Add honey, ginger, cinnamon and allspice and mix in well. Pat into a 13" X 9" pan and refrigerate. Cut into squares.


HALAWE (doce de gergelim)

* 200 g de purê de gergelim (tahine)
* 100 g de mel
* 100 g de açúcar
* 1 colher de açúcar vanile
* 1 colher de suco de limão

Misturar todos os ingredientes e bater até formar uma mistura homogênea. Enformar e levar ao refrigerador. Para variar a receita, pode-se misturar pstache, chocolate, etc. O gergelim é que deve dar esse gosto de amendoim.

Saudi Girls

quarta-feira, 15 de agosto de 2007

I was reading some Saudi Girls blogs here http://www.xanga.com/Philosophy_Cafe and I feel so happy to find these blogs...

All are writing in english, they are students .. and when I was reading I feel so nice, I could know how I´m right in think that there isn´t any diference between people, and how much we lost time in think that there are one right way to live.

My interresting in write in my blog isn´t discuss about politics, religion, so I will not do it... unless someone asked my opinion, cus also I think that is important to have a opinion about everything.

But I believe in feelings like friendship and love... maybe it´s so abstract thing but sometimes it´s become real.

Ah and to finished I saw in blogs the girls say things about what they are grateful, and so i will do the same:

- First I´m grateful for my parents, and brother
- I´m grateful for being buddhist
- I´m grateful for have friends
- I´m grateful for not be like everybody ;)
- I´m grateful for have "this" strong feeling inside me, its really keep me alive.

Well its all for now..

Liga Árabe

A Liga Árabe, nome corrente para a Liga de Estados Árabes (جامعة الدول العربية) é uma organização de estados árabes fundada em 1945 no Cairo por sete países, com o objectivo de reforçar e coordenar os laços económicos, sociais, políticos e culturais entre os seus membros, assim como mediar disputas entre estes. Actualmente a Liga Árabe compreende vinte e dois estados, que possuem no total uma população de 200 milhões de habitantes.

Os países-membros originais eram Líbano, Egito, Iraque, Síria, Jordânia, Arábia Saudita, Iêmen (Yemen) e representantes dos árabes palestinos. Posteriormente juntaram-se Sudão, Líbia, Tunísia, Marrocos, Kuait, Argélia, Iêmem do Sul, Bahrein, Qatar, Omã, Emirados Árabes Unidos, Mauritânia, Somália, a OLP (Organização para a Libertação da Palestina) e Djibuti.

This is a GREAT news!!

Emirates plans to fly non-stop between Dubai and Sao Paulo

DUBAI -- Emirates airlinesEmirates airlines plans to operate non-stop flights between Dubai and Sao Paulo from October has remained unchanged despite the aviation crisis that hit Brazil this month.

In a prepared statement sent to Khaleej Times, an official spokesperson from the Dubai-based carrier confirmed that " Emirates' plans to launch services to Sao Paulo's Guarulhos Airport in October continue."

The spokesperson added that the airline is working closely with relevant authorities "to ensure that the highest standards of safety are in place" for their passengers and crew.

Brazil's civil aviation system and air safety standards have been heavily criticised recently by both the foreign media and the International Federation of Air Traffic Controllers Association (IFATCA), particularly following the July 17 crash of a TAM Airlines Airbus plane at the Congonhas Airport in Sao Paulo. The International Herald Tribune even reported IFATCA as commenting that air safety in Brazil was " currently compromised and is a danger to the travelling public. "

The recent tragedy, which killed nearly 200 people and has been considered as the worst so far in Brazil's aviation history, came barely a year after a mid-air collision of two aeroplanes over the Amazon caused the death of 154 people. The air crisis also resulted to the replacement on Wednesday, July 25, of a Brazilian government official in charge of the country's civil aviation authority.

Emirates' six-flights-per-week operation to Sao Paulo, which will start on October 1, has been deemed as the first direct service between the Middle East and South America. The carrier will use new fleet of Boeing 777-200LR that will leave Dubai at 9:30am on all days except Thursday.




São Paulo – Mais do que aproveitar a demanda já existente de brasileiros que viajam a Dubai, a Emirates Airline, companhia aérea dos Emirados Árabes Unidos, quer criar um novo mercado de passageiros com o vôo direto entre São Paulo e Dubai, que será inaugurado no dia 01 de outubro. "Acreditamos que a ligação de dois grandes centros comerciais, o maior da América do Sul e o maior do Oriente Médio, tem que ser um sucesso", disse o vice-presidente sênior de operações comerciais para as Américas da companhia, Nigel Paige, durante entrevista coletiva realizada ontem (14) em São Paulo.

Como exemplo, ele citou a rota entre o emirado e Nova York, iniciada em junho de 2004. "No ano passado 350 mil norte-americanos estiveram em Dubai, 100% a mais do que em 2005, a maioria a negócios", disse. "A lógica com relação a São Paulo é similar", acrescentou. O grande diferencial, em sua avaliação, será a economia de tempo, pois hoje o passageiro precisa fazer conexões, principalmente na Europa, e perde horas dentro de um aeroporto entre um vôo e outro.

Neste sentido, a companhia espera ter um alto nível de ocupação em seus seis vôos semanais. Embora a rota ainda não tenha sido inaugurada, a procura pode ser medida, uma vez que já é possível fazer reservas por meio de agência de viagens. "Estamos convencidos de que a ocupação será muito boa", afirmou o diretor-geral da Emirates para o Brasil, Ralf Aasmann. "Vou ficar desapontado se não tivermos pelo menos 80% de ocupação. Aí eu vou ligar de Nova York para o Ralf e a linha telefônica vai derreter!", brincou Paige.

Mais do que criar uma nova demanda além daquela já existente, os executivos acreditam que a nova rota vai incentivar os negócios entre o Brasil e os Emirados. "São grandes negócios que podemos criar entre os dois países. E não só negócios, mas atrair o interesse turístico para o Brasil e para Dubai", afirmou Paige. "Queremos também estreitar os laços entre os dois países e as duas cidades", acrescentou Aasmann.

Promoção

Neste sentido, a empresa pretende promover seus serviços e destinos. De acordo com Aasmann, a partir da próxima semana a Emirates vai iniciar sua campanha de mídia no Brasil. Paralelamente a isso, ela vem desenvolvendo seu relacionamento com as agências de turismo. Durante o mês de agosto, a companhia realiza, em São Paulo e no Rio de Janeiro, road shows para profissionais do setor. São esperados 2,4 mil participantes nos eventos.

"A idéia é mostrar os atrativos de Dubai, como sua importância como pólo de distribuição. Além disso, em outubro uma delegação de funcionários da empresa que trabalham em diversos lugares virá ao Brasil para conhecer o país e poder vender o destino lá fora", declarou Aasmann. Ainda em outubro o presidente da Emirates, Ahmed Bin Saeed Al-Maktoum, virá ao Brasil para participar dos eventos oficiais de inauguração da rota.

Segundo Paige, como centro de distribuição de produtos e serviços, Dubai atende a uma região que vai do Egito, no Norte da África, à Índia. "Só na Zona Franca de Jebel Ali existem mais de 6 mil empresas instaladas. O potencial para as companhias brasileiras é enorme", afirmou ele à ANBA.

Além de atender os que desejam ir aos Emirados, a Emirates quer também abocanhar a demanda de passageiros para outros destinos no Oriente Médio, África, Ásia e Oceania, já que oferece conexões para diversos destinos nestas regiões. Na outra ponta, segundo Aasmann, a companhia fechou um acordo com a TAM para oferecer conexões para outras cidades brasileiras e da América do Sul.

No caso de Nova York, segundo Paige, de 50% a 60% dos passageiros têm Dubai como destino final e o restante busca outros locais. Com relação ao Brasil ele considera difícil ainda fazer uma previsão, mas acredita numa taxa de 50% para 50%. "Dubai pode ser uma alternativa mais rápida e mais agradável para conexões para destinos como China e Japão, por exemplo", afirmou.

Paige afirmou que este será o primeiro vôo entre o Brasil e o Oriente Médio feito sem escalas. A viagem de São Paulo a Dubai vai demorar 14h40. No sentido contrário, a duração do trajeto será de 15h30. Na rota, a Emirates vai utilizar o jato Boeing 777-200 LR, configurado com oito assentos na primeira classe, 42 na executiva e 216 na econômica.

Para cativar o cliente, a companhia aposta também em serviços diferenciados, como 600 canais de vídeo para todas as classes e tripulação poliglota de 100 nacionalidades diferentes. "A Emirates é focada nos serviços, em atender bem o cliente. A idéia é que o cliente voe uma vez e depois voe sempre", afirmou Aasmann. "E temos tarifas para todas as classes, não só de luxo", acrescentou. O preço básico será de US$ 1.355,00 por uma passagem de ida e volta.

O quadro de funcionários já conta com cerca de 200 brasileiros que atuam em diferentes rotas, e a companhia continua a recrutar gente no Brasil. No dia 19, segundo Aasmann, haverá uma nova seleção no Rio de Janeiro.

Cargas

Outra aposta da empresa é no ramo de cargas, onde ela já vem operando por meio de acordos com a Varig Log e com a TAM, que levam produtos do Brasil para a Europa, que depois são transportados para Dubai e além pela Emirates. De acordo com o gerente de desenvolvimento de vendas de cargas, Prakash Nair, mesmo voando lotados de passageiros, os 777-200 LR têm capacidade para levar 18 toneladas de carga.

A Emirates tem hoje uma frota de 106 aeronaves e atende 92 destinos em 59 países. No último ano fiscal (2006-2007) o Grupo Emirates teve um lucro líquido de US$ 942 milhões, ante US$ 762 milhões no exercício anterior. No mesmo período, foram transportadas 1,2 milhão de toneladas de carga e os vôos tiveram uma taxa média de ocupação de 76,2%.

Contato

Emirates no Brasil
Tel: +55 (11) 3443-7448 (número provisório)
E-mail: ralf.aasmann@emirates.com


Alexandre Rocha
http://www.anba.com.br

terça-feira, 14 de agosto de 2007

Art Mundi, apresenta artesanato árabe

São Paulo – O artesanato árabe vai estar presente na segunda edição da Feira Mundial de Artesanato (Art Mundi 2007), que vai ocorrer entre os dias 07 e 16 de setembro em São Paulo. Segundo a organização, a mostra terá produtos do Egito, Marrocos, Tunísia, Síria, Palestina e Iêmen trazidos por sete expositores, sendo dois brasileiros e os demais estrangeiros.

A Império Árabe, importadora e loja que fica em Curitiba, no Paraná, vai expor mercadorias da Síria e do Líbano. De acordo com a proprietária da empresa, Carolina Raad, serão apresentados produtos de decoração, presentes, confecções, móveis marchetados, narguilés, turbantes, entre outros.

"Temos a loja há oitos anos e participamos de eventos como este no Brasil todo também faz oito anos", disse Carolina, que é casada com um imigrante libanês. Os produtos são importados diretamente. O casal viaja ao Líbano e à Síria e escolhe as mercadorias, que depois são enviadas ao Brasil por navio. A Império Árabe importa seis contêineres de produtos por ano, de acordo com a empresária.

Outro exemplo é o da importadora El Baraka, que pertence ao egípcio Amin Mohamed e seu irmão. Eles vendem no Brasil produtos do Egito e da Índia, que também são comprados diretamente, como no caso da Império Árabe. Só que o volume é maior. De acordo com Mohamed, o total importado é de um contêiner por mês. As duas empresas já participaram da primeira edição da mostra.

As mercadorias abastecem cinco lojas que os irmãos têm em São Paulo e também pontos-de-venda de terceiros. Para a feira, Mohamed vai levar shishas – como são conhecidos os narguilés no Egito - e fumo, toalhas de mesa, capas para almofadas, bijuterias, entre outros itens. Mohamed está no Brasil há 12 anos, e seu irmão há 15. A El Baraka, segundo ele, existe faz quatro anos.

De acordo com a organização, vão ser expostos produtos de 33 países de quatro continentes e de 22 estados do Brasil, feitos por um total de 1,5 mil artesãos. A feira vai ter 300 estandes espalhados por 11 mil metros quadrados do Pavilhão Oeste do Anhembi, na zona norte de São Paulo. As peças estarão disponíveis para vendas no atacado e no varejo.

Serviço

Art Mundi 2007
De 07 a 16 de setembro
Das 13 às 21 horas para o público em geral. O dia 10 será reservado somente para lojistas
Ingresso: para maiores de 12 anos R$ 12,00. Maiores de 60 pagam meia. Menores de 11 não pagam

Mais informações

Diretriz Empreendimentos
Tel: +55 (41) 3075-1100


Alexandre Rocha
http://www.anba.com.br

segunda-feira, 13 de agosto de 2007

I did i mistake in my blog so I lost all layout and links :-)
 
I´m stupid rs
 
But i will do it again...
 
thanks

Nam-Myoho-Renge-Kyo, Buddhist Practice

domingo, 12 de agosto de 2007

The invocation of Nam-myoho-renge-kyo was established by Nichiren on April 28, 1253. Having studied widely among all the Buddhist sutras, he had concluded that the Lotus Sutra contains the ultimate truth of Buddhism: that everyone without exception has the potential to attain Buddhahood. The title of the Lotus Sutra in its Japanese translation is Myoho-renge-kyo. But to Nichiren, Myoho-renge-kyo was far more than the title of a Buddhist text, it was the expression, in words, of the Law of life which all Buddhist teachings in one way or another seek to clarify. What follows is a brief and unavoidably limited explanation of some of the key concepts expressed by this phrase.

Nam
The word nam derives from Sanskrit. A close translation of its meaning is "to devote oneself." Nichiren established the practice of chanting Nam-myoho-renge-kyo as a means to enable all people to put their lives in harmony or rhythm with the law of life, or Dharma. In the original Sanskrit, nam indicates the elements of action and attitude, and refers therefore to the correct action one needs to take and the attitude one needs to develop in order to attain Buddhahood in this lifetime.

Myoho
Myoho literally means the Mystic Law, and expresses the relationship between the life inherent in the universe and the many different ways this life expresses itself. Myo refers to the very essence of life, which is "invisible" and beyond intellectual understanding. This essence always expresses itself in a tangible form (ho) that can be apprehended by the senses. Phenomena (ho) are changeable, but pervading all such phenomena is a constant reality known as myo.

Renge
Renge means lotus flower. The lotus blooms and produces seeds at the same time, and thus represents the simultaneity of cause and effect. The circumstances and quality of our individual lives are determined by the causes and effects, both good and bad, that we accumulate (through our thoughts, words and actions) at each moment. This is called our "karma." The law of cause and effect explains that we each have personal responsibility for our own destiny. We create our destiny and we can change it. The most powerful cause we can make is to chant Nam-myoho-renge-kyo; the effect of Buddhahood is simultaneously created in the depths of our life and will definitely manifest in time.

The lotus flower grows and blooms in a muddy pond, and yet remains pristine and free from any defilement, symbolizing the emergence of Buddhahood from within the life of an ordinary person.

Kyo
Kyo literally means sutra, the voice or teaching of a Buddha. In this sense, it also means sound, rhythm or vibration. Also, the Chinese character for kyo originally meant the warp in a piece of woven cloth, symbolizing the continuity of life throughout past, present and future. In a broad sense, kyo conveys the concept that all things in the universe are a manifestation of the Mystic Law.

Primary Practice
Chanting Nam-myoho-renge-kyo--also known as "Daimoku"--is the primary practice of SGI members. Through this practice, one is able to reveal the state of Buddhahood in one's life, experienced as the natural development of joy, increased vitality, courage, wisdom and compassion.


"When deluded, one is called an ordinary being, but when enlightened, one is called a Buddha. This is similar to a tarnished mirror that will shine like a jewel when polished. A mind now clouded by the illusions of the innate darkness of life is like a tarnished mirror, but when polished, it is sure to become like a clear mirror, reflecting the essential nature of phenomena and the true aspect of reality. Arouse deep faith, and diligently polish your mirror day and night. How should you polish it? Only by chanting Nam-myoho-renge-kyo."
--Nichiren, On Attaining Buddhahood in This Lifetime


http://www.sgi.org

flôr de lótus (2)

Sakyamuni declara: “Se deseja compreender as causas que existiram no passado, observe os resultados que elas manifestam no presente. E se quiser saber que resultados serão manifestados no futuro, observe as causas presentes.” Existe, então, a absoluta possibilidade de transformar o futuro com os esforços presentes. Mas o que pode ser feito a respeito das causas já formadas no passado? A personalidade, o caráter e o destino são todos conseqüências do que a pessoa era e do que fez no passado. No Sutra de Lótus, Sakyamuni direcionou as pessoas para uma fonte de força que podia romper as correntes das forças cármicas, mas ele não a identificou especificamente. Foi Nitiren Daishonin que explicou a entidade da vida, em oposição ao fenômeno da vida, e como ela permanece livre das influências cármicas por toda a eternidade. Essa entidade ou Lei da vida, que ele chamou Nam-myoho-rengue-kyo, é a causa que capacita a superar toda a inércia cármica e permite que novos efeitos surjam da vida de cada ser humano. A luta para vencer a inércia cármica das más causas criadas desde épocas passadas é naturalmente muito difícil e requer um esforço vitalício. Porém, o fato de essa luta certamente resultar em vitória dissipa os sentimentos de fatalismo e faz surgir a esperança em um futuro brilhante.

A palavra rengue (literalmente, flor de lótus), de Nam-myoho-rengue-kyo, simboliza o princípio de que a causa e o efeito existem simultaneamente em um único momento da vida. Conseqüentemente, isso significa que a determinação de uma pessoa no presente determinará o futuro, ou o efeito pelo qual ela está se empenhando. A determinação de uma pessoa é forte o bastante para mudar seu destino? O poder da determinação opera nos níveis conscientes da psique humana ao passo que o carma existe nos níveis inconscientes, ou ainda mais profundamente. Evidentemente, a humanidade necessita de alguma força que possa alterar o ritmo da própria vida, e essa força é e sempre foi o Nam-myoho-rengue-kyo. Cientes dessa poderosa chave para essa inesgotável e inerente força vital dos seres humanos, as pessoas ficam confiantes de que podem fazer causas para libertarem-se completamente de seu carma negativo. Com essa chave, tudo o que resta é extrair a energia vital do Nam-myoho-rengue-kyo das profundezas de sua própria vida. Isso é possível com uma firme e sincera recitação de Daimoku ao Gohonzon, a incorporação do Nam-myoho-rengue-kyo.

Texto extraído do livro "Fundamentos do Budismo", Editora Brasil Seikyo, © 2004. Direitos reservados.

flôr de lótus (1)

Olhada com respeito e veneração pelos povos orientais, a rara flor de lótus está em plena floração nos poucos locais de cultivo existentes no Brasil e foi flagrada terça-feira em uma chácara no distrito de Sousas, em Campinas. Efêmera por ter duração de um a três dias e depender de condições especiais para brotar, a lótus é uma planta aquática nativa do Sudeste da Ásia, principalmente Japão, Filipinas e Índia. Suas folhas arredondadas e flores brancas, azuis ou rosadas esbanjam uma beleza que emerge das impurezas do lodo ou da lama.

As plantas vistas terça-feira na chácara de Sousas ocupavam um lago em toda a sua extensão, com flores já abertas em sua plenitude, outras apenas com seu miolo sem as pétalas e algumas dezenas em forma de botão. Com até 25 centímetros de diâmetro, a lótus tem características próprias, muito diferente da grande maioria das plantas.

O cultivo do distrito pertence à paisagista Catarina Lins Menucci, que é proprietária da Avis Rara Floricultura e coleciona milhares de espécies raras de flores, frutas e plantas. Catarina disse que trouxe sementes da Índia e em apenas um ano as plantas já tinham invadido todo o lago em sua área de cultivo de plantas.

As plantas levam uma semana para realizar sua floração, desde o botão até a abertura plena da flor. "Depois de abertas, eles ficam no máximo três dias, dependendo do vento e do clima", afirmou Catarina. Além disso, a lótus pode ficar aberta com suas pétalas apenas por um dia, dependendo do lugar de cultivo.

A paisagista disse que a planta é medicinal e muito utilizada na culinária e como chá. "É boa para combater as doenças respiratórias, a frigidez e a impotência, entre outros benefícios sentidos pelos orientais e por aqueles que se utilizam da planta como alimento ou chá", disse.

Da família das ninfeáceas (Nymphaea lotus), a flor de lótus é conhecida também por lótus-egípcio, lótus-sagrado ou lótus-da-Índia e é cultivada com fins medicinais e de ornamentação.

A fama da flor de lótus atrai estudiosos da botânica. Pesquisadores da universidade de Adelaide na Austrália, por exemplo, estudam uma característica incomum: assim como os seres humanos, ela é capaz de manter sua temperatura em torno de 35°C graus. Esse sistema de auto-regulação de calor, compreensível em organismos complexos, como ocorre com os mamíferos, continua inexplicável para a ciência.

Outros cientistas, do Instituto Botânico da Universidade de Bonn, na Alemanha, estudam outra curiosidade da lótus: suas folhas são autolimpantes, isto é, têm a propriedade de repelir microrganismos e poeira. Devido a isto consideram-na potencialmente útil para ser aplicada na limpeza doméstica e afins.

Catarina lembrou da propriedade da lótus como alimento, desde sua raiz e caule até folhas, flores e sementes. A espécie já era empregada há mais de 2,5 mil anos, na fabricação de pão e para uma espécie de bebida. Segundo estudiosos, servia como alimento ao povo da Líbia. Lendas gregas contam que seu suco teria a propriedade de gerar nos estrangeiros a vontade de permanecer na terra e não regressar. Na África setentrional existia um povo que se alimentava desta planta.

É identificada na cultura brasileira com a vitória-régia, planta também da família das Ninfáceas e nativa da região Amazônica. Algumas espécies florescem em áreas do Mato Grosso e nas Guianas.

A planta cobre as planícies alagadas do Oriente, do Egito à China, e é uma paixão asiática cultivada desde tempos remotos. É referência em todo o mundo para milhões de pessoas que a consideram o símbolo máximo da pureza espiritual.

Chegou ao Ocidente 400 anos antes de Cristo. Presenteados pelos egípcios, os gregos foram os primeiros a conhecê-la. A flor espalhou-se pelo restante da Europa, onde foi apreciada por sua beleza, particularmente pelos pintores.

A história conta que certos povos da América Central já a conheciam. Sacerdotes do México, por exemplo, embriagavam-se com o efeito alucinógeno produzido por um extrato da planta pouco antes dos primeiros espanhóis pisarem na América. No Brasil, a flor de lótus foi trazida pelos japoneses no século 20.

Planta é associada a Buda, aos chacras e à elevação espiritual

Simbologia remete ao nascimento no lodo e o desabrochar além da superfície da água

A flor de lótus é freqüentemente associada a Buda por representar a pureza emergindo imaculada de águas lodosas. No Japão, é tão admirada que, quando chega a Primavera, é costume ir aos lagos para ver o botão se transformando.

O monge Geden, do Centro Budista Avalokiteshvara, de Campinas, disse que a lótus é o símbolo da expansão espiritual, do sagrado, do puro. Segundo o monge, a lenda budista relata que quando Siddhartha, que mais tarde se tornaria o Buda, tocou o solo e deu seus primeiros sete passos, sete flores de lótus cresceram. "Assim, cada passo do Bodhisattva é um ato de expansão espiritual. Os Budas em meditação são representados sentados sobre flores de lótus, e a expansão da visão espiritual na meditação (dhyana) está simbolizada pelas flores de lótus completamente abertas, cujos centros e pétalas suportam imagens, atributos ou mantras de vários Budas e Boddhisattvas", explicou.

O monge Geden lembrou que, do mesmo modo, os centros da consciência no corpo humano, os chacras, estão representados como flores de lótus, cujas cores correspondem ao seu caráter individual e o número de pétalas às suas funções.

O significado original deste simbolismo pode ser visto na comparação entre a planta e o ser humano. "A flor do lótus cresce da escuridão do lodo, abrindo sua flores somente após ter-se erguido além da superfície, ficando imaculada de ambos, terra e água, que a nutriram", disse. "Do mesmo modo, a mente nascida no corpo humano, expande as verdadeiras qualidades após ter-se erguido dos fluidos turvos da paixão e da ignorância."


Curiosidades sobre a planta

Origem: Sudeste da Ásia.
Família: Ninfeáceas.
Porte: Sua haste pode alcançar mais de um metro acima do nível da água.
Período de floração: Primavera e início do Verão.
Flores: Produz flores brancas, cor-de-rosa ou brancas com as bordas rosadas.
Multiplicação: Por meio de sementes ou divisão de rizomas.
Luminosidade: Sol pleno.
Esoterismo: Os povos orientais têm esta flor como símbolo da espiritualidade, pois acreditam que ela desabrocha aqui na Terra somente depois de ter nascido no mundo espiritual. O lótus também representaria a pureza, pois emerge limpa e imaculada do meio de águas turvas e lodosas.
Cultivo: Pode ser cultivada em vasos imersos, tanques de jardim, lagos ou lagoas. Seu cultivo em vaso necessita de duas partes de terra argilosa, uma parte de esterco bovino bem curtido ou composto orgânico. Por ser uma planta aquática dispensa regas.


Gilson Rei
Cosmo On line

sábado, 11 de agosto de 2007




Queria ser como você
Vermelha
Destroçada, judiada
Chegada desfalecida
Uma dor a mais
Uma a menos
Que diferença faz?
Mutilada, abandonada
Feia borralheira
Ferida


Queria ser como você
Vermelha
Alvoroçada, mimada
Desfila bonita
Uma alegria a mais
Uma a menos
Que felicidade faz?
Satisfeita, amada
Princesa reina
Gata


(For Aisha)

Good morning

Tunísia

Passos,
Eu sei que andas rápido.
sua pressa,
Um encontro...
Dentre tantos no seu dia.
O sol sobre sua cabeça, te vejo.
Seu trabalho, seu suor, seu cheiro.
Seu medo, sua vergonha.
Você bebe.
Você é meu quando engoles.
E seu olhar perdido.
Meu olhar perdido.
Estou aqui a escrever.
Você não.
Você não sofre assim.
Assumiste a culpa.
Se priva de mim.
Humanos!!
Somos tão complicados, quando poderíamos ser tão felizes.
Sinto também vergonha.
Também sinto remorso.
Também te odeio.
Também queria tanto esquecer.
Mas são refúgios.
Eu quero você.
Dia após dia.
Habib, você!

08/08/2007

sexta-feira, 10 de agosto de 2007

After I eat my Ice cream, thats my dinner for today I´m watching a old movie... For The Love of Benji, yes did u remember it? That smart dog, old movie.. 1977 nice memories... now i´m going rest a little... I hope forget sad things for while.. cus i´m really tired.. i need rest.. but don´t worry soon I´m ready to face it again.. until I got THE ANSWER

Português para Falantes de Árabe

Português para Falantes de Árabe é um livro didático que pode ser utilizado por qualquer nativo que conheça os alfabetos árabe e latino. Ao dispor do conteúdo que também oferece CD com diálogos e glossário, o aluno árabe estará apto a se comunicar em Português, além de aprender cerca de mil palavras ao longo do curso.

Lançamento da Almádena Editora, o livro didático Português para Falantes de Árabe – assinado por João Baptista de M. Vargens, acompanhado pelas professoras da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) Geni Harb, Suely Ferreira Lima, Bianca Graziela da Silva e Heloisa Ellery – surge no mercado editorial brasileiro como exclusivo material de apoio destinado aos falantes de árabe que desejam ou necessitam aprender o Português.

Embora o livro esteja chegando agora às livrarias, a idéia para a sua produção surgiu há um bom tempo. Entre os anos de 1992 e 1994 – quando lecionava o idioma Português na Universidade de Abdel Malik Essaadi, localizada em Tetuão, cidade do norte de Marrocos – Vargens notou que seria fundamental produzir um livro que suprisse adequadamente as necessidades dos alunos nativos e abordasse as gramáticas das duas línguas – o Árabe e o Português – de forma contrastiva.

Passada a fase da idealização, a segunda etapa – a de estruturação da obra – não poderia ter sido melhor. Todo o conteúdo que constitui o livro "Português para Falantes do Árabe" é resultado de um curso de pós-graduação ministrado pela Faculdade de Letras da UFRJ. Isso significa dizer que – ao longo de dois anos – cada capítulo do livro passou por um constante processo de aprimoramento.

"Pudemos somar minha longa vivência como professor de Língua Portuguesa em países árabes, como Síria e Marrocos, à experiência coletiva de professores e à colaboração efetiva dos alunos da UFRJ durante um curso de 360 horas/aula – o que nos permitiu produzir um material didático que esclarece pontualmente as dúvidas de falantes do Árabe diante da complexidade da Língua Portuguesa", explica Vargens.

No entanto, o critério e o rigor que marcam a produção deste livro não pararam por aí. Entre a revisão final de cada uma das 26 unidades, gravação de CD de diálogos, escolha da capa e a liberação para o prelo, lá se foi mais um ano de dedicação. "Por isso, podemos afirmar que 'Português para Falantes do Árabe' é um material didático único", reforça o editor.

Além de se basearem nas mais recentes orientações da Lingüística Aplicada, o grupo de autores ainda buscou um diferencial para os temas das lições. "Estruturamos o livro de forma cronológica, 'passeando' pelo calendário nacional, de janeiro a dezembro, destacando todas as épocas do ano e datas comemorativas, inclusive as folclóricas. Assim, enquanto aprendem a língua, os estudantes têm a chance de conhecer melhor a cultura popular brasileira", explica Geni Harb, também professora do Setor de Estudos Árabes da UFRJ e uma das co-autoras do livro.

Além de glossário, um CD com diálogos acompanha o livro, já que o método de aula proposto enfoca compreensão auditiva, prática da escrita e leitura, melhora de pronúncia e sedimentação de vocabulário. "Ao concluir o volume, o aluno estará no estágio intermediário de Português", afirma Vargens.

De acordo com estudos realizados por Antônio Houaiss – professor, filólogo e lexicógrafo – com um conhecimento básico de gramática e domínio de 400 palavras, uma pessoa está apta a se comunicar em uma língua estrangeira. "O método proposto pelo livro 'Português para Falantes de Árabe', além de contrastar as duas gramáticas, ainda reúne cerca de mil palavras em Português", compara Vargens.

Falantes de Árabe. Quem são e onde estão? - Hoje, da África ao Oriente Médio, estima-se que nos 22 países – onde o árabe é o idioma oficial – vivam cerca de 350 milhões de habitantes. Além disso, há um número expressivo de árabes que – por razões diversas – emigram para diferentes partes do globo. Os indicadores numéricos apontam para o fato de que mais de 10 milhões de árabes e descendentes estejam vivendo no Brasil.

"A maioria dos árabes que vive aqui fala o português, todavia não conhece bem as normas gramaticais do idioma", analisa Vargens. E acrescenta: "Há, também, árabes que precisam da Língua Portuguesa para suas atividades profissionais, tais como diplomatas, estudantes, colônias recentes, no Brasil e em Portugal. Neste sentido, o livro tem muito a contribuir".

PORTUGUÊS PARA FALANTES DE ÁRABE
Autores: João Baptista M. Vargens, Geni Harb, Suely Ferreira Lima,
Bianca Graziela da Silva e Heloisa Ellery de Menezes
Editora: Almádena
Área: Livro didático
ISBN: 987-85-60651-00-9
Livro didático em Português
1 CD em bolso - contém glossário português-árabe
Inclui bibliografia
1ª Edição – 2007 – 248 páginas
R$ 65,00

Nasce no Rio - em janeiro de 2007 - a Almádena. Trata-se da única editora do mercado nacional que incorpora às suas atividades a missão de estimular a publicação de obras que promovam o acesso ao amplo universo de interatividade entre as culturas árabe e brasileira.

Embora recentemente fundada, a Almádena chega ao mercado editorial brasileiro como a síntese da longa trajetória de seu próprio idealizador - o Prof. Doutor João Baptista de Medeiros Vargens.

Desde 1974, ano em que se bacharelou e se licenciou pelo Setor de Estudos Árabes da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Vargens tem-se dedicado não apenas aos estudos dos idiomas Árabe e Português, mas – também – à análise dos desdobramentos sociais, culturais, políticos e religiosos, resultantes do contato entre os dois povos.

Doutor em Lingüística Portuguesa pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, professor do Setor de Estudos Árabes da UFRJ e editor, Vargens iniciou suas atividades como autor em 1978. Já em 1982 publicou seu primeiro livro sobre temas árabes: "Islamismo e Negritude". Hoje, como diretor da Almádena Editora, tem preparado uma série de novos livros, promovendo o acesso ao amplo universo das culturas árabe e brasileira.

Mais informações para a imprensa:

Janaina Sombra (Mtb. 30.860)
Telefones: (11) 3536-6358 / (11) 7350-4794
E-mail: janaina@aldonia-online.com
Website: www.almadenaeditora.com

quinta-feira, 9 de agosto de 2007

Tunísia


Como poder recuperar tu amor
como sacar la tristeza
de mi corazón
mi mundo solo gira por ti

Como sanar este profundo dolor
siento correr por mis venas
tu respiración
estoy tan conectada a ti
que hasta en mis sueños te veo
sin ti yo me muero

Y este corazón que te robaste
cuando te marchaste
y te marchaste con mis besos
con mis besos y mis sueños

Y este corazón esta latiendo
cada vez mas lento
y estoy sintiendo en mis adentros
como el fuego no se apago

No se apago

Como calmar esta profunda obsesión
como le explico a mi alma
que se termino
me estoy volviendo loco por ti
y hasta en mis sueños te veo
sin ti yo me muero

Y este corazón que te robaste
cuando te marchaste
y te marchaste con mis besos
con mis besos y mis sueños

Y este corazón esta latiendo
cada vez mas lento
y estoy sintiendo en mis adentros
como el fuego no se apago

Sigue ardiendo
mientras exista el amor
no se apago el amor
y este corazón

Y este corazón que te robaste
cuando te marchaste
y te marchaste con mis besos
con mis besos y mis sueños

Y este corazón esta latiendo
cada vez mas lento
y estoy sintiendo en mis adentros
como el fuego no se apago
(RDB)

Livros para aprender árabe

São Paulo – Filha de pai e mãe libaneses, Olga Creidy, nascida em Porto Alegre, capital do Rio Grande do Sul, sempre falou árabe em casa, mas o que ela nunca pensou é que um dia o idioma falado com os pais e irmãos despertaria tanto interesse nos brasileiros. Isso pôde ser notado após Olga ter publicado o livro "Lições de Árabe", que já está na quarta edição, com mais de cinco mil cópias vendidas, o que levou a autora a lançar o segundo volume há dois meses.

"Fiz o livro pensando nas pessoas que têm interesse em aprender a falar árabe. O livro tem um vocabulário simples e textos curtos porque pode ser utilizado como um guia de viagem também", afirmou Olga, que dá aulas particulares de árabe. Segundo ela, o segundo volume traz mais informações sobre o Líbano, como história, geografia, moeda, culinária, música, dança e literatura. São mais de mil palavras novas.

De acordo com Olga, como o segundo volume foi planejado como uma espécie de guia de viagem, o livro apresenta sentenças curtas e fáceis que ajudam o leitor a se comunicar no dia-a-dia, como, por exemplo, perguntar onde fica tal lugar, pedir um prato e saber quanto custa tal coisa. "O livro ajuda a pessoa a se virar no país", disse.

A idéia de escrever o segundo volume de "Lições de Árabe" surgiu depois de Olga ter visto o sucesso do primeiro publicado em 2000. De início, foram publicados mil exemplares, já nas edições seguintes foram dois mil em cada. "O livro teve uma boa aceitação e bons resultados", disse Olga, que teve um aluno que viajou para o Líbano e conseguiu se virar com o livro.

O primeiro volume apresenta ao leitor 960 palavras, como cores, números, dias da semana, meses do ano, estações do ano e algumas frases usadas no dia-a-dia. Segundo Olga, no final de cada lição existem exercícios de vocabulário e gramática.

A diferença dos livros de Olga é que o aluno não precisa saber ler em árabe para falar o idioma. As palavras em árabe estão escritas da maneira como o falante do português pronuncia cada uma, ou seja, pela fonética das palavras. "Do lado esquerdo da página eu escrevo em português e do lado direito em árabe", explica Olga. Ela disse ainda que no final dos dois volumes existem páginas em branco para o aluno fazer suas anotações e palavras cruzadas.

De acordo com ela, um fato que pode estar contribuindo para as vendas é o fato do comércio do Brasil e dos países árabes estar aumentando. No primeiro semestre deste ano, as exportações brasileiras para a região somaram US$ 3,23 bilhões, um aumento de 20,8% em relação ao mesmo período do ano passado. Já as importações de produtos árabes somaram US$ 2,65 bilhões no primeiro semestre, o que levou a corrente comercial para US$ 5,9 bilhões.

Segundo Olga, em Porto Alegre há muitos descendentes de árabes e eles são os que mais procuram por suas aulas particulares. "De certa forma, eu fiz o livro como uma homenagem aos árabes que saem de seus países e se mudam para o Brasil, principalmente os libaneses", afirmou.

Didática

Olga, que tem 86 anos, é professora aposentada de inglês. Ela lecionou o idioma em diversas escolas de Porto Alegre, inclusive literatura inglesa na Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS). Além do diploma de mestrado em inglês na Escócia, Olga também fez cursos de espanhol no Chile. "Gosto muito de idiomas. Já cheguei a falar seis línguas fluentemente", disse.

Segundo ela, por ter muita prática e experiência como professora, Olga acabou escrevendo livros didáticos da língua inglesa para os estudantes brasileiros. "Aí eu pensei, por que não fazer um livro didático para ensinar árabe?", disse.

Serviço

Lições de Árabe II
De: Olga Creidy
Editora Sulina
Páginas: 208
Preço: R$ 29,90
Site: http://www.editorasulina.com.br/




Marina Sarruf
http://www.anba.com.br

Brasil compra mais fosfato da Tunísia

São Paulo – O Brasil aumentou em 337% as suas importações de fosfato da Tunísia, país árabe que fica no Norte da África, nos sete primeiros meses deste ano em comparação ao mesmo período de 2006. As compras brasileiras de fosfato tunisiano ficaram em US$ 66,25 milhões entre janeiro de julho de 2007, contra US$ 15,15 milhões nos mesmos meses do ano passado. O fosfato é utilizado principalmente na produção de fertilizantes. "Como a produção agrícola brasileira tem aumentado, há necessidade de mais fertilizantes para as lavouras", diz o secretário-geral da Câmara de Comércio Árabe Brasileira, Michel Alaby.

Em volume, as importações brasileiras de fosfato da Tunísia também aumentaram, mas em menor proporção. Elas saíram de 86,5 mil toneladas entre janeiro e julho do ano passado para 282,87 mil toneladas no mesmo período deste ano. O aumento foi de 226%. "O mercado mundial está aquecido. A oferta foi reduzida nos últimos anos e a demanda aumentou, então os preços explodiram", explica Tomás Huyer, da Intertrade Group, empresa gaúcha que trabalha com importação do produto.

De acordo com ele, entre os principais fatores para o aquecimento da demanda mundial do fosfato estão a produção de etanol, que vem ganhando fôlego no Brasil e nos Estados Unidos, e também o cultivo da soja, em função dos bons preços da commodity. De acordo com Huyer, o consumo brasileiro de fertilizantes começou a se recuperar no ano passado, depois de enfrentar um período de baixa, em 2005, o que está se refletindo nas importações da Tunísia. O consumo, que em 2005 estava em cerca de 18 milhões de toneladas deve ir para mais de 23 milhões este ano.

A maior parte das compras brasileiras da Tunísia, no setor, foi de superfosfato. O produto, que é semitransformado, pode ser utilizado para fabricação de adubos e também para aplicação direta na lavoura. O Brasil também comprou fosfato diamônio do país árabe, que tem o mesmo destino que o superfosfato, e fosfatos de cálcio naturais e moídos, que são aplicados diretamente no solo. Apesar de muitos países utilizarem a rocha fosfática, que é o que a Tunísia produz, para aplicação direta no solo, a utilização do produto é para a fabricação de adubos.

A Tunísia está entre os cinco maiores fabricantes de fosfato do mundo. A mineração está entre as suas principais atividades econômicas. O país árabe tem, porém, uma economia diversificada. Também tem forte atividade nos setores industrial, agrícola, de energia e turismo. Entre os recursos naturais existentes em território tunisiano estão petróleo, fosfato, ferro, chumbo, zinco e sal. Na mineração, a produção maior é de fosfato e de ferro. O país tem um Produto Interno Bruto de US$ 30 bilhões e população de cerca de 10 milhões de pessoas. A economia cresce cerca de 5% ao ano.


Isaura Daniel
http://www.anba.com.br

My free translation: Vanessa da Mata - Não me Deixe só

Don't leave me alone
I'm afraid of the darkness
I'm afraid of the unsafe
The ghosts in my voice

Don't leave me alone
I'm afraid of the darkness
I'm afraid of the unsafe
The ghosts in my voice

Don't leave me alone
I have bigger desires
I want unfinishe kisses
Until change the color of my eyes

Don't leave me alone
I'm afraid of the darkness
I'm afraid of the unsafe
The ghosts in my voice

Don't leave me alone
cus my destiny is unkind
I don't need one diamond
I just want the taste of a sincere love

Stay long
Cus I liked in stay with you
I won't anybody else
Now I know who make me better

Don't leave me alone
Cus I fight Capoeira
I'm danger, I'm macumbeira
I'm in peace, I'm good girl, but...

Don't leave me alone
I'm afraid of the darkness
I'm afraid of the unsafe
The ghosts in my voice

Don't leave me alone

But don't leave me alone
I'm afraid of the darkness
I'm afraid of the unsafe
The ghosts in my voice

Don't leave me alone


Não me deixe só
Vanessa da Mata



Não me deixe só
Eu tenho medo do escuro
Eu tenho medo do inseguro
Dos fantasmas da minha voz

Não me deixe só
Eu tenho medo do escuro
Eu tenho medo do inseguro
Dos fantasmas da minha voz

Não me deixe só
Tenho desejos maiores
Eu quero beijos intermináveis
Até que os olhos mudem de cor

Não me deixe só
Eu tenho medo do escuro
Eu tenho medo do inseguro
Dos fantasmas da minha voz

Não me deixe só
Que o meu destino é raro
Eu não preciso que seja caro
Quero gosto sincero de amor

Fique mais
Que eu gostei de ter você
Não vou mais querer ninguém
Agora que sei quem me faz bem

Não me deixe só
Que eu saio na capoeira
Sou perigosa, sou macumbeira
Eu sou de paz, eu sou do bem, mas...

Não me deixe só
Eu tenho medo do escuro
Eu tenho medo do inseguro
Dos fantasmas da minha voz
Não me deixe só

Mas não me deixe só
Eu tenho medo do escuro
Eu tenho medo do inseguro
Dos fantasmas da minha voz
Não me deixe só

Madeinusa (2006)

quarta-feira, 8 de agosto de 2007

Não foi muito fácil assistir esse filme, deu vontade de parar a película no meio. Acontecimentos bizarros que fazem você temer pelo desenrolar da história... mas achei que valia a pena insistir e ver até o fim.

Primeiro filme peruano que vejo, mostra um ritual santo bastante interessante e tem uma fotografia bonita. Nestes aspectos achei o filme belíssimo, para quem gosta de filmes alternativos!








Madeinusa (Magaly Solier) é uma menina de 14 anos que vive no vilarejo de Manayaycuna, localizado em algum ponto remoto das montanhas da Cordilheira Branca peruana. Os habitantes desse povoado são conhecidos pelo fervor religioso e por um estranho ritual, celebrado tradicionalmente todos os anos. Para eles da Sexta-Feira Santa ao Domingo de Páscoa o pecado não existe, pois Deus está morto. Assim todas as pessoas do povoado podem fazer o que quiserem no decorrer desses dias, sem nenhum remorso ou culpa. Porém a chegada acidental do jovem geólogo Salvador (Carlos J. de la Torre) ao vilarejo, justamente na véspera da celebração, desperta a curiosidade de Madeinusa.


...


Madeinusa es una niña de 14 años y dulce rostro indígena que vive en un pueblo perdido de la cordillera blanca del Perú. Este extraño lugar se distingue por su fervorosa religiosidad. A partir del Viernes Santo, a las tres de la tarde -justo cuando Cristo muere crucificado- hasta el Domingo de Resurrección, el pueblo entero puede hacer lo que le venga en gana. Durante los 2 días santos no existe pecado: Dios está muerto, no los ve. Todo es aceptado y permitido, sin remordimiento alguno año tras año Madeinusa, su hermana Chale y su padre Don Cayo, el alcalde y mandamás, conservan esta tradición sin cuestionarla, pero todo se verá cuestionado con la llegada de Salvador, un joven geólogo de Lima que viajará al pueblo y sin querer, cambiará el destino de la muchacha.


...


Madeinusa is a girl aged 14 with a sweet Indian face who lives in an isolated village in the Cordillera Blanca Mountain range of Peru. This strange place is characterized by its religious fervor. From Good Friday at three o'clock in the afternoon (the time of day when Christ died on the cross) to Easter Sunday, the whole village can do whatever it feels like. During the two holy days sin does not exist: God is dead and can't see what is happening. Everything is accepted and allowed, without remorse. Year after year, Madeinusa and her sister Chale, and her father Don Cayo, the Mayor and local big shot, maintain this tradition without questioning it. However, everything changes with the arrival in the village of Salvador, a young geologist from Lima, who will unknowingly change the destiny of the girl.


...


"That Llosa has never directed for the camera before is remarkable considering how accomplished the film is...."
-- Robert Koehler, Variety

Último Adeus

Eu tinha que ir...

então lhe dei as costas,

firmei meus passos trôpegos..

e parti,,,

olhos em lágrimas,

para trás olhei,,,

visualiz ei você,

estava eu distante

tuas lágrimas se houve... não vi,

elas gotejavam em minha alma

então tua dor sorvi!

DeDê Camillo 5-08-07

(my father)

The Islamic months

  1. Muharram محرّم (long form: Muharram ul Haram)
  2. Safar صفر (long form: Safar ul Muzaffar)
  3. Rabi' al-awwal (Rabī' I) ربيع الأول
  4. Rabi' al-thani (or Rabī' al Thānī, or Rabī' al-Akhir) (Rabī' II) ربيع الآخر أو ربيع الثاني
  5. Jumada al-awwal (Jumādā I) جمادى الأول
  6. Jumada al-thani (or Jumādā al-akhir) (Jumādā II) جمادى الآخر أو جمادى الثاني
  7. Rajab رجب (long form: Rajab al Murajab)
  8. Sha'aban شعبان (long form: Sha'abān ul Moazam)
  9. Ramadan رمضان (or Ramzān, long form: RamaDān ul Mubarak)
  10. Shawwal شوّال (long form: Shawwal ul Mukarram)
  11. Dhu al-Qi'dah ذو القعدة
  12. Dhu al-Hijjah ذو الحجة


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