terça-feira, 14 de agosto de 2007

Art Mundi, apresenta artesanato árabe

São Paulo – O artesanato árabe vai estar presente na segunda edição da Feira Mundial de Artesanato (Art Mundi 2007), que vai ocorrer entre os dias 07 e 16 de setembro em São Paulo. Segundo a organização, a mostra terá produtos do Egito, Marrocos, Tunísia, Síria, Palestina e Iêmen trazidos por sete expositores, sendo dois brasileiros e os demais estrangeiros.

A Império Árabe, importadora e loja que fica em Curitiba, no Paraná, vai expor mercadorias da Síria e do Líbano. De acordo com a proprietária da empresa, Carolina Raad, serão apresentados produtos de decoração, presentes, confecções, móveis marchetados, narguilés, turbantes, entre outros.

"Temos a loja há oitos anos e participamos de eventos como este no Brasil todo também faz oito anos", disse Carolina, que é casada com um imigrante libanês. Os produtos são importados diretamente. O casal viaja ao Líbano e à Síria e escolhe as mercadorias, que depois são enviadas ao Brasil por navio. A Império Árabe importa seis contêineres de produtos por ano, de acordo com a empresária.

Outro exemplo é o da importadora El Baraka, que pertence ao egípcio Amin Mohamed e seu irmão. Eles vendem no Brasil produtos do Egito e da Índia, que também são comprados diretamente, como no caso da Império Árabe. Só que o volume é maior. De acordo com Mohamed, o total importado é de um contêiner por mês. As duas empresas já participaram da primeira edição da mostra.

As mercadorias abastecem cinco lojas que os irmãos têm em São Paulo e também pontos-de-venda de terceiros. Para a feira, Mohamed vai levar shishas – como são conhecidos os narguilés no Egito - e fumo, toalhas de mesa, capas para almofadas, bijuterias, entre outros itens. Mohamed está no Brasil há 12 anos, e seu irmão há 15. A El Baraka, segundo ele, existe faz quatro anos.

De acordo com a organização, vão ser expostos produtos de 33 países de quatro continentes e de 22 estados do Brasil, feitos por um total de 1,5 mil artesãos. A feira vai ter 300 estandes espalhados por 11 mil metros quadrados do Pavilhão Oeste do Anhembi, na zona norte de São Paulo. As peças estarão disponíveis para vendas no atacado e no varejo.

Serviço

Art Mundi 2007
De 07 a 16 de setembro
Das 13 às 21 horas para o público em geral. O dia 10 será reservado somente para lojistas
Ingresso: para maiores de 12 anos R$ 12,00. Maiores de 60 pagam meia. Menores de 11 não pagam

Mais informações

Diretriz Empreendimentos
Tel: +55 (41) 3075-1100


Alexandre Rocha
http://www.anba.com.br

segunda-feira, 13 de agosto de 2007

I did i mistake in my blog so I lost all layout and links :-)
 
I´m stupid rs
 
But i will do it again...
 
thanks

Nam-Myoho-Renge-Kyo, Buddhist Practice

domingo, 12 de agosto de 2007

The invocation of Nam-myoho-renge-kyo was established by Nichiren on April 28, 1253. Having studied widely among all the Buddhist sutras, he had concluded that the Lotus Sutra contains the ultimate truth of Buddhism: that everyone without exception has the potential to attain Buddhahood. The title of the Lotus Sutra in its Japanese translation is Myoho-renge-kyo. But to Nichiren, Myoho-renge-kyo was far more than the title of a Buddhist text, it was the expression, in words, of the Law of life which all Buddhist teachings in one way or another seek to clarify. What follows is a brief and unavoidably limited explanation of some of the key concepts expressed by this phrase.

Nam
The word nam derives from Sanskrit. A close translation of its meaning is "to devote oneself." Nichiren established the practice of chanting Nam-myoho-renge-kyo as a means to enable all people to put their lives in harmony or rhythm with the law of life, or Dharma. In the original Sanskrit, nam indicates the elements of action and attitude, and refers therefore to the correct action one needs to take and the attitude one needs to develop in order to attain Buddhahood in this lifetime.

Myoho
Myoho literally means the Mystic Law, and expresses the relationship between the life inherent in the universe and the many different ways this life expresses itself. Myo refers to the very essence of life, which is "invisible" and beyond intellectual understanding. This essence always expresses itself in a tangible form (ho) that can be apprehended by the senses. Phenomena (ho) are changeable, but pervading all such phenomena is a constant reality known as myo.

Renge
Renge means lotus flower. The lotus blooms and produces seeds at the same time, and thus represents the simultaneity of cause and effect. The circumstances and quality of our individual lives are determined by the causes and effects, both good and bad, that we accumulate (through our thoughts, words and actions) at each moment. This is called our "karma." The law of cause and effect explains that we each have personal responsibility for our own destiny. We create our destiny and we can change it. The most powerful cause we can make is to chant Nam-myoho-renge-kyo; the effect of Buddhahood is simultaneously created in the depths of our life and will definitely manifest in time.

The lotus flower grows and blooms in a muddy pond, and yet remains pristine and free from any defilement, symbolizing the emergence of Buddhahood from within the life of an ordinary person.

Kyo
Kyo literally means sutra, the voice or teaching of a Buddha. In this sense, it also means sound, rhythm or vibration. Also, the Chinese character for kyo originally meant the warp in a piece of woven cloth, symbolizing the continuity of life throughout past, present and future. In a broad sense, kyo conveys the concept that all things in the universe are a manifestation of the Mystic Law.

Primary Practice
Chanting Nam-myoho-renge-kyo--also known as "Daimoku"--is the primary practice of SGI members. Through this practice, one is able to reveal the state of Buddhahood in one's life, experienced as the natural development of joy, increased vitality, courage, wisdom and compassion.


"When deluded, one is called an ordinary being, but when enlightened, one is called a Buddha. This is similar to a tarnished mirror that will shine like a jewel when polished. A mind now clouded by the illusions of the innate darkness of life is like a tarnished mirror, but when polished, it is sure to become like a clear mirror, reflecting the essential nature of phenomena and the true aspect of reality. Arouse deep faith, and diligently polish your mirror day and night. How should you polish it? Only by chanting Nam-myoho-renge-kyo."
--Nichiren, On Attaining Buddhahood in This Lifetime


http://www.sgi.org

flôr de lótus (2)

Sakyamuni declara: “Se deseja compreender as causas que existiram no passado, observe os resultados que elas manifestam no presente. E se quiser saber que resultados serão manifestados no futuro, observe as causas presentes.” Existe, então, a absoluta possibilidade de transformar o futuro com os esforços presentes. Mas o que pode ser feito a respeito das causas já formadas no passado? A personalidade, o caráter e o destino são todos conseqüências do que a pessoa era e do que fez no passado. No Sutra de Lótus, Sakyamuni direcionou as pessoas para uma fonte de força que podia romper as correntes das forças cármicas, mas ele não a identificou especificamente. Foi Nitiren Daishonin que explicou a entidade da vida, em oposição ao fenômeno da vida, e como ela permanece livre das influências cármicas por toda a eternidade. Essa entidade ou Lei da vida, que ele chamou Nam-myoho-rengue-kyo, é a causa que capacita a superar toda a inércia cármica e permite que novos efeitos surjam da vida de cada ser humano. A luta para vencer a inércia cármica das más causas criadas desde épocas passadas é naturalmente muito difícil e requer um esforço vitalício. Porém, o fato de essa luta certamente resultar em vitória dissipa os sentimentos de fatalismo e faz surgir a esperança em um futuro brilhante.

A palavra rengue (literalmente, flor de lótus), de Nam-myoho-rengue-kyo, simboliza o princípio de que a causa e o efeito existem simultaneamente em um único momento da vida. Conseqüentemente, isso significa que a determinação de uma pessoa no presente determinará o futuro, ou o efeito pelo qual ela está se empenhando. A determinação de uma pessoa é forte o bastante para mudar seu destino? O poder da determinação opera nos níveis conscientes da psique humana ao passo que o carma existe nos níveis inconscientes, ou ainda mais profundamente. Evidentemente, a humanidade necessita de alguma força que possa alterar o ritmo da própria vida, e essa força é e sempre foi o Nam-myoho-rengue-kyo. Cientes dessa poderosa chave para essa inesgotável e inerente força vital dos seres humanos, as pessoas ficam confiantes de que podem fazer causas para libertarem-se completamente de seu carma negativo. Com essa chave, tudo o que resta é extrair a energia vital do Nam-myoho-rengue-kyo das profundezas de sua própria vida. Isso é possível com uma firme e sincera recitação de Daimoku ao Gohonzon, a incorporação do Nam-myoho-rengue-kyo.

Texto extraído do livro "Fundamentos do Budismo", Editora Brasil Seikyo, © 2004. Direitos reservados.

flôr de lótus (1)

Olhada com respeito e veneração pelos povos orientais, a rara flor de lótus está em plena floração nos poucos locais de cultivo existentes no Brasil e foi flagrada terça-feira em uma chácara no distrito de Sousas, em Campinas. Efêmera por ter duração de um a três dias e depender de condições especiais para brotar, a lótus é uma planta aquática nativa do Sudeste da Ásia, principalmente Japão, Filipinas e Índia. Suas folhas arredondadas e flores brancas, azuis ou rosadas esbanjam uma beleza que emerge das impurezas do lodo ou da lama.

As plantas vistas terça-feira na chácara de Sousas ocupavam um lago em toda a sua extensão, com flores já abertas em sua plenitude, outras apenas com seu miolo sem as pétalas e algumas dezenas em forma de botão. Com até 25 centímetros de diâmetro, a lótus tem características próprias, muito diferente da grande maioria das plantas.

O cultivo do distrito pertence à paisagista Catarina Lins Menucci, que é proprietária da Avis Rara Floricultura e coleciona milhares de espécies raras de flores, frutas e plantas. Catarina disse que trouxe sementes da Índia e em apenas um ano as plantas já tinham invadido todo o lago em sua área de cultivo de plantas.

As plantas levam uma semana para realizar sua floração, desde o botão até a abertura plena da flor. "Depois de abertas, eles ficam no máximo três dias, dependendo do vento e do clima", afirmou Catarina. Além disso, a lótus pode ficar aberta com suas pétalas apenas por um dia, dependendo do lugar de cultivo.

A paisagista disse que a planta é medicinal e muito utilizada na culinária e como chá. "É boa para combater as doenças respiratórias, a frigidez e a impotência, entre outros benefícios sentidos pelos orientais e por aqueles que se utilizam da planta como alimento ou chá", disse.

Da família das ninfeáceas (Nymphaea lotus), a flor de lótus é conhecida também por lótus-egípcio, lótus-sagrado ou lótus-da-Índia e é cultivada com fins medicinais e de ornamentação.

A fama da flor de lótus atrai estudiosos da botânica. Pesquisadores da universidade de Adelaide na Austrália, por exemplo, estudam uma característica incomum: assim como os seres humanos, ela é capaz de manter sua temperatura em torno de 35°C graus. Esse sistema de auto-regulação de calor, compreensível em organismos complexos, como ocorre com os mamíferos, continua inexplicável para a ciência.

Outros cientistas, do Instituto Botânico da Universidade de Bonn, na Alemanha, estudam outra curiosidade da lótus: suas folhas são autolimpantes, isto é, têm a propriedade de repelir microrganismos e poeira. Devido a isto consideram-na potencialmente útil para ser aplicada na limpeza doméstica e afins.

Catarina lembrou da propriedade da lótus como alimento, desde sua raiz e caule até folhas, flores e sementes. A espécie já era empregada há mais de 2,5 mil anos, na fabricação de pão e para uma espécie de bebida. Segundo estudiosos, servia como alimento ao povo da Líbia. Lendas gregas contam que seu suco teria a propriedade de gerar nos estrangeiros a vontade de permanecer na terra e não regressar. Na África setentrional existia um povo que se alimentava desta planta.

É identificada na cultura brasileira com a vitória-régia, planta também da família das Ninfáceas e nativa da região Amazônica. Algumas espécies florescem em áreas do Mato Grosso e nas Guianas.

A planta cobre as planícies alagadas do Oriente, do Egito à China, e é uma paixão asiática cultivada desde tempos remotos. É referência em todo o mundo para milhões de pessoas que a consideram o símbolo máximo da pureza espiritual.

Chegou ao Ocidente 400 anos antes de Cristo. Presenteados pelos egípcios, os gregos foram os primeiros a conhecê-la. A flor espalhou-se pelo restante da Europa, onde foi apreciada por sua beleza, particularmente pelos pintores.

A história conta que certos povos da América Central já a conheciam. Sacerdotes do México, por exemplo, embriagavam-se com o efeito alucinógeno produzido por um extrato da planta pouco antes dos primeiros espanhóis pisarem na América. No Brasil, a flor de lótus foi trazida pelos japoneses no século 20.

Planta é associada a Buda, aos chacras e à elevação espiritual

Simbologia remete ao nascimento no lodo e o desabrochar além da superfície da água

A flor de lótus é freqüentemente associada a Buda por representar a pureza emergindo imaculada de águas lodosas. No Japão, é tão admirada que, quando chega a Primavera, é costume ir aos lagos para ver o botão se transformando.

O monge Geden, do Centro Budista Avalokiteshvara, de Campinas, disse que a lótus é o símbolo da expansão espiritual, do sagrado, do puro. Segundo o monge, a lenda budista relata que quando Siddhartha, que mais tarde se tornaria o Buda, tocou o solo e deu seus primeiros sete passos, sete flores de lótus cresceram. "Assim, cada passo do Bodhisattva é um ato de expansão espiritual. Os Budas em meditação são representados sentados sobre flores de lótus, e a expansão da visão espiritual na meditação (dhyana) está simbolizada pelas flores de lótus completamente abertas, cujos centros e pétalas suportam imagens, atributos ou mantras de vários Budas e Boddhisattvas", explicou.

O monge Geden lembrou que, do mesmo modo, os centros da consciência no corpo humano, os chacras, estão representados como flores de lótus, cujas cores correspondem ao seu caráter individual e o número de pétalas às suas funções.

O significado original deste simbolismo pode ser visto na comparação entre a planta e o ser humano. "A flor do lótus cresce da escuridão do lodo, abrindo sua flores somente após ter-se erguido além da superfície, ficando imaculada de ambos, terra e água, que a nutriram", disse. "Do mesmo modo, a mente nascida no corpo humano, expande as verdadeiras qualidades após ter-se erguido dos fluidos turvos da paixão e da ignorância."


Curiosidades sobre a planta

Origem: Sudeste da Ásia.
Família: Ninfeáceas.
Porte: Sua haste pode alcançar mais de um metro acima do nível da água.
Período de floração: Primavera e início do Verão.
Flores: Produz flores brancas, cor-de-rosa ou brancas com as bordas rosadas.
Multiplicação: Por meio de sementes ou divisão de rizomas.
Luminosidade: Sol pleno.
Esoterismo: Os povos orientais têm esta flor como símbolo da espiritualidade, pois acreditam que ela desabrocha aqui na Terra somente depois de ter nascido no mundo espiritual. O lótus também representaria a pureza, pois emerge limpa e imaculada do meio de águas turvas e lodosas.
Cultivo: Pode ser cultivada em vasos imersos, tanques de jardim, lagos ou lagoas. Seu cultivo em vaso necessita de duas partes de terra argilosa, uma parte de esterco bovino bem curtido ou composto orgânico. Por ser uma planta aquática dispensa regas.


Gilson Rei
Cosmo On line

sábado, 11 de agosto de 2007




Queria ser como você
Vermelha
Destroçada, judiada
Chegada desfalecida
Uma dor a mais
Uma a menos
Que diferença faz?
Mutilada, abandonada
Feia borralheira
Ferida


Queria ser como você
Vermelha
Alvoroçada, mimada
Desfila bonita
Uma alegria a mais
Uma a menos
Que felicidade faz?
Satisfeita, amada
Princesa reina
Gata


(For Aisha)

Good morning

Tunísia

Passos,
Eu sei que andas rápido.
sua pressa,
Um encontro...
Dentre tantos no seu dia.
O sol sobre sua cabeça, te vejo.
Seu trabalho, seu suor, seu cheiro.
Seu medo, sua vergonha.
Você bebe.
Você é meu quando engoles.
E seu olhar perdido.
Meu olhar perdido.
Estou aqui a escrever.
Você não.
Você não sofre assim.
Assumiste a culpa.
Se priva de mim.
Humanos!!
Somos tão complicados, quando poderíamos ser tão felizes.
Sinto também vergonha.
Também sinto remorso.
Também te odeio.
Também queria tanto esquecer.
Mas são refúgios.
Eu quero você.
Dia após dia.
Habib, você!

08/08/2007

sexta-feira, 10 de agosto de 2007

After I eat my Ice cream, thats my dinner for today I´m watching a old movie... For The Love of Benji, yes did u remember it? That smart dog, old movie.. 1977 nice memories... now i´m going rest a little... I hope forget sad things for while.. cus i´m really tired.. i need rest.. but don´t worry soon I´m ready to face it again.. until I got THE ANSWER

Português para Falantes de Árabe

Português para Falantes de Árabe é um livro didático que pode ser utilizado por qualquer nativo que conheça os alfabetos árabe e latino. Ao dispor do conteúdo que também oferece CD com diálogos e glossário, o aluno árabe estará apto a se comunicar em Português, além de aprender cerca de mil palavras ao longo do curso.

Lançamento da Almádena Editora, o livro didático Português para Falantes de Árabe – assinado por João Baptista de M. Vargens, acompanhado pelas professoras da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) Geni Harb, Suely Ferreira Lima, Bianca Graziela da Silva e Heloisa Ellery – surge no mercado editorial brasileiro como exclusivo material de apoio destinado aos falantes de árabe que desejam ou necessitam aprender o Português.

Embora o livro esteja chegando agora às livrarias, a idéia para a sua produção surgiu há um bom tempo. Entre os anos de 1992 e 1994 – quando lecionava o idioma Português na Universidade de Abdel Malik Essaadi, localizada em Tetuão, cidade do norte de Marrocos – Vargens notou que seria fundamental produzir um livro que suprisse adequadamente as necessidades dos alunos nativos e abordasse as gramáticas das duas línguas – o Árabe e o Português – de forma contrastiva.

Passada a fase da idealização, a segunda etapa – a de estruturação da obra – não poderia ter sido melhor. Todo o conteúdo que constitui o livro "Português para Falantes do Árabe" é resultado de um curso de pós-graduação ministrado pela Faculdade de Letras da UFRJ. Isso significa dizer que – ao longo de dois anos – cada capítulo do livro passou por um constante processo de aprimoramento.

"Pudemos somar minha longa vivência como professor de Língua Portuguesa em países árabes, como Síria e Marrocos, à experiência coletiva de professores e à colaboração efetiva dos alunos da UFRJ durante um curso de 360 horas/aula – o que nos permitiu produzir um material didático que esclarece pontualmente as dúvidas de falantes do Árabe diante da complexidade da Língua Portuguesa", explica Vargens.

No entanto, o critério e o rigor que marcam a produção deste livro não pararam por aí. Entre a revisão final de cada uma das 26 unidades, gravação de CD de diálogos, escolha da capa e a liberação para o prelo, lá se foi mais um ano de dedicação. "Por isso, podemos afirmar que 'Português para Falantes do Árabe' é um material didático único", reforça o editor.

Além de se basearem nas mais recentes orientações da Lingüística Aplicada, o grupo de autores ainda buscou um diferencial para os temas das lições. "Estruturamos o livro de forma cronológica, 'passeando' pelo calendário nacional, de janeiro a dezembro, destacando todas as épocas do ano e datas comemorativas, inclusive as folclóricas. Assim, enquanto aprendem a língua, os estudantes têm a chance de conhecer melhor a cultura popular brasileira", explica Geni Harb, também professora do Setor de Estudos Árabes da UFRJ e uma das co-autoras do livro.

Além de glossário, um CD com diálogos acompanha o livro, já que o método de aula proposto enfoca compreensão auditiva, prática da escrita e leitura, melhora de pronúncia e sedimentação de vocabulário. "Ao concluir o volume, o aluno estará no estágio intermediário de Português", afirma Vargens.

De acordo com estudos realizados por Antônio Houaiss – professor, filólogo e lexicógrafo – com um conhecimento básico de gramática e domínio de 400 palavras, uma pessoa está apta a se comunicar em uma língua estrangeira. "O método proposto pelo livro 'Português para Falantes de Árabe', além de contrastar as duas gramáticas, ainda reúne cerca de mil palavras em Português", compara Vargens.

Falantes de Árabe. Quem são e onde estão? - Hoje, da África ao Oriente Médio, estima-se que nos 22 países – onde o árabe é o idioma oficial – vivam cerca de 350 milhões de habitantes. Além disso, há um número expressivo de árabes que – por razões diversas – emigram para diferentes partes do globo. Os indicadores numéricos apontam para o fato de que mais de 10 milhões de árabes e descendentes estejam vivendo no Brasil.

"A maioria dos árabes que vive aqui fala o português, todavia não conhece bem as normas gramaticais do idioma", analisa Vargens. E acrescenta: "Há, também, árabes que precisam da Língua Portuguesa para suas atividades profissionais, tais como diplomatas, estudantes, colônias recentes, no Brasil e em Portugal. Neste sentido, o livro tem muito a contribuir".

PORTUGUÊS PARA FALANTES DE ÁRABE
Autores: João Baptista M. Vargens, Geni Harb, Suely Ferreira Lima,
Bianca Graziela da Silva e Heloisa Ellery de Menezes
Editora: Almádena
Área: Livro didático
ISBN: 987-85-60651-00-9
Livro didático em Português
1 CD em bolso - contém glossário português-árabe
Inclui bibliografia
1ª Edição – 2007 – 248 páginas
R$ 65,00

Nasce no Rio - em janeiro de 2007 - a Almádena. Trata-se da única editora do mercado nacional que incorpora às suas atividades a missão de estimular a publicação de obras que promovam o acesso ao amplo universo de interatividade entre as culturas árabe e brasileira.

Embora recentemente fundada, a Almádena chega ao mercado editorial brasileiro como a síntese da longa trajetória de seu próprio idealizador - o Prof. Doutor João Baptista de Medeiros Vargens.

Desde 1974, ano em que se bacharelou e se licenciou pelo Setor de Estudos Árabes da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Vargens tem-se dedicado não apenas aos estudos dos idiomas Árabe e Português, mas – também – à análise dos desdobramentos sociais, culturais, políticos e religiosos, resultantes do contato entre os dois povos.

Doutor em Lingüística Portuguesa pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, professor do Setor de Estudos Árabes da UFRJ e editor, Vargens iniciou suas atividades como autor em 1978. Já em 1982 publicou seu primeiro livro sobre temas árabes: "Islamismo e Negritude". Hoje, como diretor da Almádena Editora, tem preparado uma série de novos livros, promovendo o acesso ao amplo universo das culturas árabe e brasileira.

Mais informações para a imprensa:

Janaina Sombra (Mtb. 30.860)
Telefones: (11) 3536-6358 / (11) 7350-4794
E-mail: janaina@aldonia-online.com
Website: www.almadenaeditora.com

quinta-feira, 9 de agosto de 2007

Tunísia


Como poder recuperar tu amor
como sacar la tristeza
de mi corazón
mi mundo solo gira por ti

Como sanar este profundo dolor
siento correr por mis venas
tu respiración
estoy tan conectada a ti
que hasta en mis sueños te veo
sin ti yo me muero

Y este corazón que te robaste
cuando te marchaste
y te marchaste con mis besos
con mis besos y mis sueños

Y este corazón esta latiendo
cada vez mas lento
y estoy sintiendo en mis adentros
como el fuego no se apago

No se apago

Como calmar esta profunda obsesión
como le explico a mi alma
que se termino
me estoy volviendo loco por ti
y hasta en mis sueños te veo
sin ti yo me muero

Y este corazón que te robaste
cuando te marchaste
y te marchaste con mis besos
con mis besos y mis sueños

Y este corazón esta latiendo
cada vez mas lento
y estoy sintiendo en mis adentros
como el fuego no se apago

Sigue ardiendo
mientras exista el amor
no se apago el amor
y este corazón

Y este corazón que te robaste
cuando te marchaste
y te marchaste con mis besos
con mis besos y mis sueños

Y este corazón esta latiendo
cada vez mas lento
y estoy sintiendo en mis adentros
como el fuego no se apago
(RDB)

Livros para aprender árabe

São Paulo – Filha de pai e mãe libaneses, Olga Creidy, nascida em Porto Alegre, capital do Rio Grande do Sul, sempre falou árabe em casa, mas o que ela nunca pensou é que um dia o idioma falado com os pais e irmãos despertaria tanto interesse nos brasileiros. Isso pôde ser notado após Olga ter publicado o livro "Lições de Árabe", que já está na quarta edição, com mais de cinco mil cópias vendidas, o que levou a autora a lançar o segundo volume há dois meses.

"Fiz o livro pensando nas pessoas que têm interesse em aprender a falar árabe. O livro tem um vocabulário simples e textos curtos porque pode ser utilizado como um guia de viagem também", afirmou Olga, que dá aulas particulares de árabe. Segundo ela, o segundo volume traz mais informações sobre o Líbano, como história, geografia, moeda, culinária, música, dança e literatura. São mais de mil palavras novas.

De acordo com Olga, como o segundo volume foi planejado como uma espécie de guia de viagem, o livro apresenta sentenças curtas e fáceis que ajudam o leitor a se comunicar no dia-a-dia, como, por exemplo, perguntar onde fica tal lugar, pedir um prato e saber quanto custa tal coisa. "O livro ajuda a pessoa a se virar no país", disse.

A idéia de escrever o segundo volume de "Lições de Árabe" surgiu depois de Olga ter visto o sucesso do primeiro publicado em 2000. De início, foram publicados mil exemplares, já nas edições seguintes foram dois mil em cada. "O livro teve uma boa aceitação e bons resultados", disse Olga, que teve um aluno que viajou para o Líbano e conseguiu se virar com o livro.

O primeiro volume apresenta ao leitor 960 palavras, como cores, números, dias da semana, meses do ano, estações do ano e algumas frases usadas no dia-a-dia. Segundo Olga, no final de cada lição existem exercícios de vocabulário e gramática.

A diferença dos livros de Olga é que o aluno não precisa saber ler em árabe para falar o idioma. As palavras em árabe estão escritas da maneira como o falante do português pronuncia cada uma, ou seja, pela fonética das palavras. "Do lado esquerdo da página eu escrevo em português e do lado direito em árabe", explica Olga. Ela disse ainda que no final dos dois volumes existem páginas em branco para o aluno fazer suas anotações e palavras cruzadas.

De acordo com ela, um fato que pode estar contribuindo para as vendas é o fato do comércio do Brasil e dos países árabes estar aumentando. No primeiro semestre deste ano, as exportações brasileiras para a região somaram US$ 3,23 bilhões, um aumento de 20,8% em relação ao mesmo período do ano passado. Já as importações de produtos árabes somaram US$ 2,65 bilhões no primeiro semestre, o que levou a corrente comercial para US$ 5,9 bilhões.

Segundo Olga, em Porto Alegre há muitos descendentes de árabes e eles são os que mais procuram por suas aulas particulares. "De certa forma, eu fiz o livro como uma homenagem aos árabes que saem de seus países e se mudam para o Brasil, principalmente os libaneses", afirmou.

Didática

Olga, que tem 86 anos, é professora aposentada de inglês. Ela lecionou o idioma em diversas escolas de Porto Alegre, inclusive literatura inglesa na Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS). Além do diploma de mestrado em inglês na Escócia, Olga também fez cursos de espanhol no Chile. "Gosto muito de idiomas. Já cheguei a falar seis línguas fluentemente", disse.

Segundo ela, por ter muita prática e experiência como professora, Olga acabou escrevendo livros didáticos da língua inglesa para os estudantes brasileiros. "Aí eu pensei, por que não fazer um livro didático para ensinar árabe?", disse.

Serviço

Lições de Árabe II
De: Olga Creidy
Editora Sulina
Páginas: 208
Preço: R$ 29,90
Site: http://www.editorasulina.com.br/




Marina Sarruf
http://www.anba.com.br

Brasil compra mais fosfato da Tunísia

São Paulo – O Brasil aumentou em 337% as suas importações de fosfato da Tunísia, país árabe que fica no Norte da África, nos sete primeiros meses deste ano em comparação ao mesmo período de 2006. As compras brasileiras de fosfato tunisiano ficaram em US$ 66,25 milhões entre janeiro de julho de 2007, contra US$ 15,15 milhões nos mesmos meses do ano passado. O fosfato é utilizado principalmente na produção de fertilizantes. "Como a produção agrícola brasileira tem aumentado, há necessidade de mais fertilizantes para as lavouras", diz o secretário-geral da Câmara de Comércio Árabe Brasileira, Michel Alaby.

Em volume, as importações brasileiras de fosfato da Tunísia também aumentaram, mas em menor proporção. Elas saíram de 86,5 mil toneladas entre janeiro e julho do ano passado para 282,87 mil toneladas no mesmo período deste ano. O aumento foi de 226%. "O mercado mundial está aquecido. A oferta foi reduzida nos últimos anos e a demanda aumentou, então os preços explodiram", explica Tomás Huyer, da Intertrade Group, empresa gaúcha que trabalha com importação do produto.

De acordo com ele, entre os principais fatores para o aquecimento da demanda mundial do fosfato estão a produção de etanol, que vem ganhando fôlego no Brasil e nos Estados Unidos, e também o cultivo da soja, em função dos bons preços da commodity. De acordo com Huyer, o consumo brasileiro de fertilizantes começou a se recuperar no ano passado, depois de enfrentar um período de baixa, em 2005, o que está se refletindo nas importações da Tunísia. O consumo, que em 2005 estava em cerca de 18 milhões de toneladas deve ir para mais de 23 milhões este ano.

A maior parte das compras brasileiras da Tunísia, no setor, foi de superfosfato. O produto, que é semitransformado, pode ser utilizado para fabricação de adubos e também para aplicação direta na lavoura. O Brasil também comprou fosfato diamônio do país árabe, que tem o mesmo destino que o superfosfato, e fosfatos de cálcio naturais e moídos, que são aplicados diretamente no solo. Apesar de muitos países utilizarem a rocha fosfática, que é o que a Tunísia produz, para aplicação direta no solo, a utilização do produto é para a fabricação de adubos.

A Tunísia está entre os cinco maiores fabricantes de fosfato do mundo. A mineração está entre as suas principais atividades econômicas. O país árabe tem, porém, uma economia diversificada. Também tem forte atividade nos setores industrial, agrícola, de energia e turismo. Entre os recursos naturais existentes em território tunisiano estão petróleo, fosfato, ferro, chumbo, zinco e sal. Na mineração, a produção maior é de fosfato e de ferro. O país tem um Produto Interno Bruto de US$ 30 bilhões e população de cerca de 10 milhões de pessoas. A economia cresce cerca de 5% ao ano.


Isaura Daniel
http://www.anba.com.br

My free translation: Vanessa da Mata - Não me Deixe só

Don't leave me alone
I'm afraid of the darkness
I'm afraid of the unsafe
The ghosts in my voice

Don't leave me alone
I'm afraid of the darkness
I'm afraid of the unsafe
The ghosts in my voice

Don't leave me alone
I have bigger desires
I want unfinishe kisses
Until change the color of my eyes

Don't leave me alone
I'm afraid of the darkness
I'm afraid of the unsafe
The ghosts in my voice

Don't leave me alone
cus my destiny is unkind
I don't need one diamond
I just want the taste of a sincere love

Stay long
Cus I liked in stay with you
I won't anybody else
Now I know who make me better

Don't leave me alone
Cus I fight Capoeira
I'm danger, I'm macumbeira
I'm in peace, I'm good girl, but...

Don't leave me alone
I'm afraid of the darkness
I'm afraid of the unsafe
The ghosts in my voice

Don't leave me alone

But don't leave me alone
I'm afraid of the darkness
I'm afraid of the unsafe
The ghosts in my voice

Don't leave me alone


Não me deixe só
Vanessa da Mata



Não me deixe só
Eu tenho medo do escuro
Eu tenho medo do inseguro
Dos fantasmas da minha voz

Não me deixe só
Eu tenho medo do escuro
Eu tenho medo do inseguro
Dos fantasmas da minha voz

Não me deixe só
Tenho desejos maiores
Eu quero beijos intermináveis
Até que os olhos mudem de cor

Não me deixe só
Eu tenho medo do escuro
Eu tenho medo do inseguro
Dos fantasmas da minha voz

Não me deixe só
Que o meu destino é raro
Eu não preciso que seja caro
Quero gosto sincero de amor

Fique mais
Que eu gostei de ter você
Não vou mais querer ninguém
Agora que sei quem me faz bem

Não me deixe só
Que eu saio na capoeira
Sou perigosa, sou macumbeira
Eu sou de paz, eu sou do bem, mas...

Não me deixe só
Eu tenho medo do escuro
Eu tenho medo do inseguro
Dos fantasmas da minha voz
Não me deixe só

Mas não me deixe só
Eu tenho medo do escuro
Eu tenho medo do inseguro
Dos fantasmas da minha voz
Não me deixe só

Madeinusa (2006)

quarta-feira, 8 de agosto de 2007

Não foi muito fácil assistir esse filme, deu vontade de parar a película no meio. Acontecimentos bizarros que fazem você temer pelo desenrolar da história... mas achei que valia a pena insistir e ver até o fim.

Primeiro filme peruano que vejo, mostra um ritual santo bastante interessante e tem uma fotografia bonita. Nestes aspectos achei o filme belíssimo, para quem gosta de filmes alternativos!








Madeinusa (Magaly Solier) é uma menina de 14 anos que vive no vilarejo de Manayaycuna, localizado em algum ponto remoto das montanhas da Cordilheira Branca peruana. Os habitantes desse povoado são conhecidos pelo fervor religioso e por um estranho ritual, celebrado tradicionalmente todos os anos. Para eles da Sexta-Feira Santa ao Domingo de Páscoa o pecado não existe, pois Deus está morto. Assim todas as pessoas do povoado podem fazer o que quiserem no decorrer desses dias, sem nenhum remorso ou culpa. Porém a chegada acidental do jovem geólogo Salvador (Carlos J. de la Torre) ao vilarejo, justamente na véspera da celebração, desperta a curiosidade de Madeinusa.


...


Madeinusa es una niña de 14 años y dulce rostro indígena que vive en un pueblo perdido de la cordillera blanca del Perú. Este extraño lugar se distingue por su fervorosa religiosidad. A partir del Viernes Santo, a las tres de la tarde -justo cuando Cristo muere crucificado- hasta el Domingo de Resurrección, el pueblo entero puede hacer lo que le venga en gana. Durante los 2 días santos no existe pecado: Dios está muerto, no los ve. Todo es aceptado y permitido, sin remordimiento alguno año tras año Madeinusa, su hermana Chale y su padre Don Cayo, el alcalde y mandamás, conservan esta tradición sin cuestionarla, pero todo se verá cuestionado con la llegada de Salvador, un joven geólogo de Lima que viajará al pueblo y sin querer, cambiará el destino de la muchacha.


...


Madeinusa is a girl aged 14 with a sweet Indian face who lives in an isolated village in the Cordillera Blanca Mountain range of Peru. This strange place is characterized by its religious fervor. From Good Friday at three o'clock in the afternoon (the time of day when Christ died on the cross) to Easter Sunday, the whole village can do whatever it feels like. During the two holy days sin does not exist: God is dead and can't see what is happening. Everything is accepted and allowed, without remorse. Year after year, Madeinusa and her sister Chale, and her father Don Cayo, the Mayor and local big shot, maintain this tradition without questioning it. However, everything changes with the arrival in the village of Salvador, a young geologist from Lima, who will unknowingly change the destiny of the girl.


...


"That Llosa has never directed for the camera before is remarkable considering how accomplished the film is...."
-- Robert Koehler, Variety

Último Adeus

Eu tinha que ir...

então lhe dei as costas,

firmei meus passos trôpegos..

e parti,,,

olhos em lágrimas,

para trás olhei,,,

visualiz ei você,

estava eu distante

tuas lágrimas se houve... não vi,

elas gotejavam em minha alma

então tua dor sorvi!

DeDê Camillo 5-08-07

(my father)

The Islamic months

  1. Muharram محرّم (long form: Muharram ul Haram)
  2. Safar صفر (long form: Safar ul Muzaffar)
  3. Rabi' al-awwal (Rabī' I) ربيع الأول
  4. Rabi' al-thani (or Rabī' al Thānī, or Rabī' al-Akhir) (Rabī' II) ربيع الآخر أو ربيع الثاني
  5. Jumada al-awwal (Jumādā I) جمادى الأول
  6. Jumada al-thani (or Jumādā al-akhir) (Jumādā II) جمادى الآخر أو جمادى الثاني
  7. Rajab رجب (long form: Rajab al Murajab)
  8. Sha'aban شعبان (long form: Sha'abān ul Moazam)
  9. Ramadan رمضان (or Ramzān, long form: RamaDān ul Mubarak)
  10. Shawwal شوّال (long form: Shawwal ul Mukarram)
  11. Dhu al-Qi'dah ذو القعدة
  12. Dhu al-Hijjah ذو الحجة


    Try this url for more information: http://en.wikipedia.org/wiki/Islamic_calendar

رمضان




Ramadan or Ramadhan (Arabic: رمضان)

O Ramadã é um feriado não fixo que se movimenta a cado ano e se localiza no nono mês do calendário muçulmano. Acredita-se que no mês do Ramadan o Alcorão sagrado foi enviado do céu como uma orientação aos homens e como um meio de sua salvação. É durante este mês que os muçulmanos jejuam. Este mês é chamado de Jejum do Ramadã e dura um mês inteiro. O Ramadã é um período quando os muçulmanos se concentram na sua fé e gastam menos tempo nas suas preocupações cotidianas. É um período de adoração e contemplação.

Em 2007 o Ramadã começa em meados de setembro e termina em meados de outubro - não foi determinado ainda porque depende de ciclos lunares.


Durante o jejum do Ramadã várias restrições rígidas são feitas nas vidas diárias dos muçulmanos. Não é permitido comer ou beber durante as horas que se tem luz do dia. Fumar e manter relações sexuais também são proibidas durante o jejum. Ao término de cada dia o jejum é finalizado com uma oração e uma refeição chamada "iftar". Na noite que segue ao iftar é habitual que os muçulmanos saiam com a família para visitar amigos e familiares. O jejum é retomado na manhã seguinte.


De acordo com o Alcorão sagrado: A pessoa pode comer e beber a qualquer hora durante a noite "até que ela possa distinguir uma linha branca de uma linha preta pela luz do dia: e então ela deve manter o jejum até noite".


O bem feito pelo jejum pode ser destruído através de cinco situações: contar uma mentira, calunia, denunciar uma pessoa pelas costas, um falso juramento, ganância ou cobiça. Geralmente estas coisas são consideradas ofensivas, mas é muito mais ofensivo durante o jejum do Ramadã.


Durante o Ramadã, é comum aos muçulmanos irem à Mesquita e passar várias horas rezando e estudando o Alcorão. Além das cinco orações diárias, durante o Ramadã os muçulmanos recitam uma oração especial chamada a oração de Taraweeh (Oração Noturna). A duração desta oração é de 2 a 3 vezes maior que as orações diárias. Alguns muçulmanos passam a noite inteira em oração.


Na noite do 27º dia do mês, os muçulmanos celebram o Laylat-al-Qadr (a Noite do Poder). Acredita-se que nesta noite Maomé recebeu a revelação do Alcorão sagrado. E de acordo com o Alcorão, neste dia Deus determina o curso do mundo durante o ano seguinte.


Quando o jejum termina (no primeiro dia do mês de Shawwal), um feriado chamado Id-al-Fitr (o Banquete do Termino do Jejum) é celebrado durante três dias. Presentes são trocados. Amigos e familiares rezam em congregação e fazem banquetes. Em algumas cidades festividades são feitas para celebrar o fim do jejum do Ramadã.

I would like be

terça-feira, 7 de agosto de 2007

That sun there
and the wind that touch you
in your mouth the test of a fruit
and in your night the sleep
I would like be


This voice on the radio
and the fire of your cigarret
in your skin the water
and in your night the dream
I would like be


so many things around you
now somethjng you touch
later something you drink
and in the night your gout
i would like be


Mirela 13-05-2003

Poems 2005

Encontrei o valor de calar
o sabor daquilo que não se tem
algo que controla a saudade
que impede o desespero


talves eu saiba onde lhe encontrar
como de outras vezes
que chamei, e você voltou


agora encontrei a paz em calar
mesmo te seguindo
assisto esse amor no camarote
acima dos aceanos
acima dos céus


meus olhos seguem você
mas desta vez não vou gritar
eu vôo sobre nosso amor
não importa se meu desejo será real algum dia
eu vou estar sempre seguindo você
até o dia que seu amor também o guie pra casa


Mirela - 9/02/2005



Só o amor me faz ainda lembrar você
Por tudo a minha volta ainda querer você
E pensar que muito tempo ainda não te fez se perder de mim
Amar é me iludir, amor lúdico e calmo.
Vem... não dá pra sentir
perceber ou notar
e quando vemos estamos fadados a amar
não há tempo ou espaço, ele fica quanto quiser
um hospedeiro que suga a paz
e me dá a missão de te achar
sem importar a razão, se queres ou não


Mirela Goi - 26 de maio de 2005



In my color, rose
I keep you in secret
your sweet lips on mine

In my color, blue
I keep you in secret
your strong hand on mine

In my color, orange
I keep you in secret
your fast tong on mine

In my color, rubi
I keep you in secret
your sexy way on mine

My colors
My secrets

I keep you
my violet

Mirela Goi - 03 junho de 2005



De todo encanto, um vazio sepulcral. Algo se dilacera em mim, sem que nínguem possa ver.
Fico angustiada, temerosa, absolta do que me cerca. Evito pensar.
Tantas razões inúteis eu já aceitei conformada com o destino.
Essa maltida racionalidade, se não a tivesse, eu, você, teríamos sorrido muito mais.
Teria experimentado meu lado mais doce, mais bonito do que viu, mais brilhante e feliz que qualquer outra.
Minha felicidade não é simples, nem ocorre tão facilmente, por isso pode te alegrar muito mais.
Ah sim! enquanto eu conjeturo de cá, você daí se conforma também.
Nâo vou te culpar, te chamar covarde ou incapaz do que cativas.
Eu também quero entender tanta ignorância sobre a vida.
Talvez seja melhor viver ai seus dias esquecidos de mim e enterrar seus subtos.
Você não deve precisar como eu, deve ter sua fonte.
Não é possível fazer poesia assim, não estou comovida, nem emocionada.
Estou doente, magoada, de olhos apagados, de coração fraco e muda.
Com uma quarta-feira, que no mínimo será sordida comigo, se aproximando,
e mesmo a revelia me empurrando esperanças doloridas, que sei, vão piorar meu quadro.

Mirela Goi - 19 Julho 2005



Respostas

Porque as vezes parece que você está perto
que vai chegar e me confortar
mas ao passar de um segundo eu sinto uma imensidão
Me perco nesse sentimento
Tento entender esse machucado, aquelas palavras rudes
Quem não pode amar, eu acho que tenta odiar

Porque as vezes eu sinto que vou realizar meu desejo
que você vai me beijar e me matar a dor
Mas nem mesmo terminei de pensar, percebo a solidão
Me sinto impotente
Tento entender a nossa tentativa, os nossos erros
Quem deseja amar, eu acho que não devia escapar


Mirela Goi - 07/08/2005



Cárcere

Vida,
Olha essa dura pena,
Que crime? Precisa contar

E Vida,
como somos sábios. Ha ha!
Coloca em cárcere
Quem deve pagar


Vida,
Você não tem limite, é esquisita demais
Uns pensam que podem prender
Outros que podem escapar

Mas da vida
Não se sai ileso
A morte, nem preciso dizer,
vai chegar

Somos todos responsáveis
Mas você não quer me ajudar
Se sente melhor
Não vindo me visitar


Mirela Goi
27/08/2005