quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

Essa poesia é perfeita!
Para o momento.

Entenda como quiser...


A esmola de Dulce  - Augusto dos Anjos
Ao Alfredo A.

E todo o dia eu vou como um perdido
De dor, por entre a dolorosa estrada,
Pedir a Dulce, a minha bem amada,
A esmola dum carinho apetecido.

E ela fita-me, o olhar enlanguescido,
E eu balbucio trêmula balada:
- Senhora, dai-me u'a esmola - e estertorada
A minha voz soluça num gemido.

Morre-me a voz, e eu gemo o último harpejo,
Estendo à Dulce a mão, a fé perdida,
E dos lábios de Dulce cai um beijo.

Depois, como este beijo me consola!
Bendita seja a Dulce! A minha vida
Estava unicamente nessa esmola

Poesia - Saudade ...chegando dia 31 de janeiro...

quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

Céu Árabe
Terça-feira, 8 de Maio de 2007

Assim, sem te ver nunca mais
Meu coração é triste mas é seguro
E jamais amarei
Tudo é passageiro

Você não atente meus telefonemas
Por certo imaginas que era improvável
Sua força, sua paixão, mas o seu sonho não morreu
Ele vive agora dentro de mim
Maktube
Encontrou no meu peito outra morada

E o brilho dos seus olhos brilham nos meus
Habib, Habib ya albi
Tenho força por nós dois
Esperança, paciência e lágrimas
E assim nosso amor sobrevive
Carrego agora ele por nós dois
Vou nesta caminhada por montanhas e desertos
Montanhas e desertos

Mas quem disse
Que você não está caminhando ao meu encontro
Que seus pesadelos não se transfomaram em sonhos
E seus arrependimentos serão descobertos, libertados
Quem disse que não?

Mas quem disse
Que seus pecados não serão perdoados
Que seu coração ainda não se abrirá desejando seu velho sonho
A nuvem de desespero choverá quando seus olhos baterem nos meus
Mas quem disse, mas quem disse ya Habib?

Somente Allah sabe
Somente ele é capaz de entender
A mim cabe Habib
Andar neste fio suspenso
Vendo o abismo do medo e solidão

Somente Allah sabe
Somente ele é capaz de entender
A mim cabe Habib
Carregar nosso imenso diamante
Vendo adiante a imensidão

Nosso pecado Allah perdoará
E coroará com flores nossa união
Que começou num remoto tempo
O que é unido Inshaalla
Ninguém pode e nada separa

Maashallah
Nossos filhos brincando sobre o céu árabe
Aheback ya habib

Mirela Goi
http://www.myarabicheart.blogspot.com

O caso Benazir: uma hipótese a considerar

O que pode haver em comum entre o assassinato de John Kennedy em 1963, os atentados de 11 de setembro de 2001 e o assassinato da ex-primeira ministra paquistanesa e líder oposicionista Benazir Bhutto, no último 27 de dezembro?

A pergunta não se refere aos motivos dos atentados, e sim ao que há em comum na estrutura dos atos, na seqüência de suas etapas e no desfecho de cada um. O motivo da pergunta é a fragilidade das versões oficiais e as controvérsias sobre quem de fato cometeu o crime e por qual motivo.

Passaram-se já 44 anos e persiste a dúvida: a quem interessava o assassinato de JFK? Desde 11/9/2001, os norte-americanos repetem a mesma indagação: quem derrubou as torres de Nova York? Quem atacou o Pentágono e por qual motivo? Nos dias atuais, é legítimo que surja a mesma pergunta sobre o assassinato da Benazir Bhutto. Qual versão que devemos aceitar: a do governo paquistanês ou a das testemunhas oculares? O governo alega que a líder da oposição morreu ao bater a cabeça em uma barra de ferro no teto do carro, quanto tentava fugir dos disparos do atirador, que em seguida detonou os explosivos presos a seu corpo. A oposição, convicta de que a Benazir foi atingida na cabeça por um tiro, rejeita essa versão e acusa o governo de esconder a verdade.

Nos três atentados, algumas questões são idênticas. Limpeza imediata da área do crime, revelação do nome do criminoso antes de qualquer investigação e a morte do suspeito antes de qualquer confissão.

De fato, no caso paquistanês, duas equipes de bombeiros lavaram intensamente a área do crime tão logo se consumou o assassinato, antecipando-se a qualquer investigação. Quase ao mesmo tempo, o governo apressou-se em denunciar o grupo Al-Qaeda, que por sua vez negou qualquer participação no atentado. Quanto ao atirador, morreu no local com a detonação de explosivos ligados ao corpo.

A mesma seqüência ocorreu nos atentados de 2001, seja no WTC ou no Pentágono: imediata limpeza do local e pronta acusação à Al-Qaeda, que negou o crime. As duas torres gêmeas, atingidas por dois aviões, caíram misteriosamente logo em seguida. O prédio sete, um pouco distante das duas torres, cai também misteriosamente oito horas após, sem ser atingido por nenhum avião. Em 15 dias toda a área já estava limpa, milhares de toneladas de aço e entulhos foram tirados do local, apagando todo o cenário do crime e não permitindo investigações técnicas e coleta de material para análise. O lado atingido do Pentágono foi reconstruído em velocidade recorde e também sem uma investigação técnica qualificada.

Os assassinos de Benazir e de Kennedy morreram logo após os atentados, embora de maneiras distintas. Lee Oswald foi morto a tiros e o paquistanês, como já foi dito, "explodiu-se". É muito difícil acreditar que um atirador profissional de elite tenha resolvido explodir-se por conta própria, após cumprir sua missão. Em cenários políticos, o atirador, após terminar sua tarefa, se entrega à polícia ou tenta escapar – possivelmente de cabeça erguida, sentindo-se, na sua lógica, um herói. Operações suicidas são, nesses casos, praticadas apenas quando não há meio de usar o tiro. O "guerreiro" infiltra-se na multidão, aproxima-se do alvo e detona o explosivo, atingindo o alvo e a si próprio, além do público circundante.

Partindo desse princípio, cabe então perguntar o que aconteceu realmente no Paquistão. A resposta leva a imaginar uma situação parecida com a que ocorreu no caso John Kennedy, em 1963, quando uma fonte de informação valiosa, o suposto assassino, foi eliminada. No caso paquistanês, bastaria que ao assassino, um "matador de aluguel", fosse oferecido um colete à prova de balas para supostamente protegê-lo da reação dos agentes de segurança da candidata de oposição. Aos interessados no assassínio de Benazir pouco interessaria a sobrevivência do matador, bastando-lhes, suponhamos, prover seu colete com carga explosiva a ser detonada por controle remoto. E eis o crime com todas as características de um atentado seguido de suicídio.

Não se trata de fato provado, naturalmente, mas de uma hipótese a ser pensada. Resta saber se ao governo paquistanês interessa apurar o assunto por este ângulo, tratando-se de um crime que afinal resultou tão absolutamente profilático, a começar pela morte do assassino e, em seguida, concluindo com o desrespeito a uma regra básica das investigações periciais sérias, que é a de isolar e preservar pelo tempo necessário todo o cenário do crime.

Por que, nos três casos mencionados neste artigo, repetiu-se o mesmo esquema? A pergunta deve ser dirigida aos senhores que, nos três casos, ordenaram semelhante faxina. Material e humana.
 

por Mohamed Habib, foi diretor do Instituto de Biologia e é pró-reitor de Extensão e Assuntos Comunitários da Unicamp. 

http://icarabe.org/CN02/artigos/arts_det.asp?id=143

News from all Africa

Notícias de toda Africa, em Inglês, Português, Árabe e Francês:

Muito bom este site de notícias, você pode escolher por país e idioma.

http://www.panapress.com


:)

Tunísia acolhe Atelier sobre "Educação Para Todos"

Túnis, Tunísia (PANA) - Um atelier sob o lema "A educação para todos no Magrebe: reformas, desafios e perspectivas" iniciou-se segunda-feira em Túnis, soube-se de fonte oficial na capital tunisina.

Na abertura deste encontro, a secretária-geral da Comissão Nacional para a Educação, Ciência e a Cultura e coordenadora nacional do programa tunisino "Educação Para Todos", Fatma Tarhouni, indicou que o seu país fez da reforma fundamental do seu sistema um maior objectivo nacional.

Salientou que o arranque do programa "Educação Para Todos" coincidiu com a promulgação da lei de orientação relativa à educação e ao ensino escolar, em Julho de 2002, e do seu plano de execução 2002/2007.

Estas duas conquistas, sublinhou, constituem "uma nova baliza na via da instauração da escola de amanhã" que deve ser "a escola de todos e a via para a exelência e o desenvolvimento das competências nacionais".

"A Educação Para todos" é um programa lançado em 2000 pela Organização das Nações Unidas para a Ciência, Educação e Cultura (UNESCO) durante o seu congresso internacional realizado em Dakar, a capital senegalesa.

Em virtude deste programa, a comunidade internacional é chamada a atingir, até 2015, um leque de objectivos, dos quais a garantia do ensino gratuito e obrigatório para todas as crianças, a melhoria da qualidade do ensino e a redução, para a metade, da taxa de analfabetismo nos adultos em cada país.

O atelier de Túnis, que acontece em previsão da realização, de 19 a 21 de Fevereiro de 2008 em Doha (Qatar), dum fórum árabe sobre a "Educação Para Todos, propõe-se a avaliar, durante três dias, o progresso deste programa nos países magrebinos e elaborar um relatório regional sobre a mesma matéria.


http://www.panapress.com/freenewspor.asp?code=por011605&dte=21/01/2008

My name is "Luka"

My name is Luka
I live on the second floor
I live upstairs from you
Yes, I think you've seen me before
If you hear something late at night
Some kind of trouble
Some kind of fight
Just don't ask me what it was
Just don't ask me what it was
Just don't ask me what it was
I think it's 'cause I'm clumsy
I try not to talk too loud
Maybe it's because I'm crazy
I try not to act too proud
They only hit until you cry
And after that you don't ask why
You just don't argue anymore
You just don't argue anymore
You just don't argue anymore
Yes I think I'm okay
I walked into the door again
Well, if you ask that's what I'll say
And it's not your business anyway
I guess I'd like to be alone
With nothing broken, nothing thrown
Just don't ask me how I am
Just don't ask me how I am
Just don't ask me how I am

Luka - Suzanne Vega


:((((((

Rede brasileira Bristol vai construir hotel no Marrocos

São Paulo - A Bristol, operadora do setor hoteleiro com sede em Belo Horizonte, Minas Gerais, pretende construir um hotel no Marrocos, país árabe do Norte da África. De acordo com o diretor presidente da rede, Antônio Bispo, a empresa já elaborou um estudo para a criação da unidade, que deve começar a ser construída dentro de um ano. A Bristol administra e é investidora de 21 empreendimentos hoteleiros, entre hotéis e flats, nos estados brasileiros de Minas Gerais, Espírito Santo e Goiás.

Os hotéis da rede no Brasil são mantidos por investidores, que normalmente aplicam seu dinheiro no empreendimento antes que seja construído. No Marrocos, a empresa vai primeiro fazer o hotel para depois captar investidores. Segundo Bispo, também sócio da Bristol, a companhia já tem disponível financiamento de uma instituição financeira dos Estados Unidos para construir o hotel no país árabe. A rede mantém no Marrocos um colaborador que está ajudando a viabilizar o projeto.

O hotel terá 96 apartamentos e ficará em um terreno de oito mil metros quadrados na cidade de Rabat, capital do país, das quais cerca de 30% será de área construída. Ele terá apartamentos de quarto e sala. Alguns apartamentos terão dois quartos para atender as famílias, segundo Bispo. O nome será o mesmo que têm as unidades da rede no Brasil: Bristol. O espaço destinado a restaurantes será maior no hotel do Marrocos do que nos empreendimentos no Brasil. "Os marroquinos costumam freqüentar restaurantes em hotéis", afirma o empresário.

O empreendimento terá entre três e quatro estrelas. Bispo afirma que esse tipo de hotel é justamente uma das carências do mercado marroquino. "Ou eles são muito simples, ou de luxo", diz.  O empresário acredita que as obras deverão ser concluídas em um ano e seis meses a partir do seu início. Bispo vai participar, entre os dias 27 e 29 de abril, de um encontro chamado Vision 2010, no Marrocos, no qual serão discutidas a metas turísticas do país árabe. Ele foi convidado pelo Ministério do Turismo e deve ter contato, na oportunidade, com operadores de turismo e representantes de fundos de investimentos.

A entrada no Marrocos faz parte de um plano maior de internacionalização da rede. A Bristol está discutindo também um possível investimento na Argélia. Os estudos para o projeto de expansão ao exterior começaram em 2003. O foco, segundo Bispo, será Norte da África e Oriente Médio. "São locais que, no nosso entender, vão ter desenvolvimento, e oferecem oportunidades para crescer", afirma. A região, segundo o empresário, ainda não tem uma competitividade tão acirrada quanto outras partes do mundo, como Europa.

A Bristol tem outros dois sócios, além de Bispo. A empresa foi criada em 1987 em Belo Horizonte e se expandiu para o Espírito Santo em 1993. Hoje ela é a maior rede de hotéis do estado, com nove unidades nas cidades de Vila Velha, Vitória, Guarapari e Aracruz. A empresa pretende construir um resort, que se chamará Vila de Santa Luzia, em uma área de 70 mil metros quadrados. Ele terá uma praia particular e 166 apartamentos. Antônio Bispo é também presidente da Associação Brasil-Marrocos.

Contato

Bristol
Telefone: +55 (27) 3315-0505
Site: www.orgbristol.com.br


http://www.anba.com.br/noticia.php?id=14326

Faturamento dos hotéis de Dubai cresce 16%


São Paulo – O ramo hoteleiro de Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, teve um faturamento de 12,5 bilhões de dirhams (US$ 3,4 bilhões) em 2007, um aumento de 15,7% em comparação com 10,8 bilhões de dirhams (US$ 2,9 bilhões, pelo câmbio atual) registrados em 2006. A informação foi publicada no site do jornal Gulf News, de Dubai.

"A demanda contínua deverá estimular a indústria do turismo em Dubai a crescer ainda mais", disse Shujaat Yar, diretor de vendas e marketing da rede hoteleira Starwood Hotels and Resorts para os Emirados. "A demanda é maior do que a oferta de hotéis. Ainda assim, estamos otimistas e acreditamos que em 2008 teremos resultados semelhantes", afirmou Yar.

Em 2006, os hotéis do emirado receberam a maior quantidade de turistas da história até então: 6,5 milhões de hóspedes em 414 hotéis. No mesmo ano, o número de quartos em hotéis e flats cresceu 6,9%, totalizando 40.862.

Em janeiro de 2007, o emirado bateu um recorde mundial: os estabelecimentos hoteleiros da cidade registraram a mais alta taxa de ocupação do mundo (85%), superando Hong Kong (83,8%), Sydney (76,6%), Tóquio (73%) e Londres (71,5%).

De acordo com o diretor-geral do Departamento de Turismo e Marketing Comercial de Dubai (DTCM), Khalid Bin Sulayem, o investimento total em projetos em andamento no setor de turismo nos Emirados é de 858 bilhões de dirhams (US$ 233,6 bilhões), o equivalente a 86% de todos os empreendimentos do ramo no Conselho de Cooperação do Golfo (GCC), bloco do qual fazem parte Arábia Saudita, Bahrein, Catar, Emirados, Kuwait e Omã.

Desse total, de acordo com Sulayem, 454 bilhões de dirhams (US$ 123,6 bilhões), ou aproximadamente 45%, estão em Dubai. Na região do GCC como um todo, os projetos turísticos já somam 1 trilhão de dirhams (US$ 272,2 bilhões). A contribuição direta do setor de turismo para a economia de Dubai é de 18%. Já a contribuição indireta é de quase 30%.

O governo de Dubai tem como meta receber 15 milhões de visitantes em 2010. Os projetos para construção de novos hotéis deverão ajudar o emirado a atingir a meta, ainda segundo o Gulf News. O ramo de hotelaria por lá cresceu 500% entre 1996 e 2006. O emirado deverá ter 554 hotéis em 2016, segundo previsão de Sulayem, conforme noticiado anteriormente pela ANBA.

*Tradução de Gabriel Pomerancblum com informações da redação da ANBA


http://www.anba.com.br/noticia.php?id=17180

Etíope vence Maratona de Dubai

segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

São Paulo – O maratonista Haile Gebrselassie, da Etiópia, venceu no último dia 18 a Maratona de Dubai, que pagou o maior prêmio total da história. Gebrselassie concluiu a prova em duas horas, quatro minutos e 53 segundos, o segundo melhor tempo já registrado nesse tipo de corrida. O recorde mundial é do próprio maratonista. As informações foram divulgadas pelo site do jornal árabe Gulf News.

Gebrselassie, 34, pretendia bater o recorde estabelecido por ele mesmo em Berlim, Alemanha, em setembro do ano passado, conquistando o prêmio máximo de US$ 1 milhão, mas concluiu a maratona em um tempo 27 segundos maior do que o recorde. O maratonista receberá US$ 250 mil pela vitória.

Os quenianos Isaac Macharia (2:07:16) e Sammy Korir (2:08:01) chegaram em segundo e terceiro lugares, respectivamente.

Gebrselassie disse que correu rápido demais no início da prova. "Preciso ser mais cuidadoso na etapa inicial", afirmou. "Lamento não ter conseguido, mas quebrar um recorde mundial não é tão fácil quanto pode parecer." Sua próxima tentativa de estabelecer um novo recorde deve acontecer na maratona olímpica de Pequim.

*Tradução de Gabriel Pomerancblum



http://www.anba.com.br/noticia.php?id=17139

Duas compradoras de países árabes estão participando do São Paulo Fashion Week

sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

São Paulo – Em meio ao burburinho e aos flashes do São Paulo Fashion Week (SPFW), ao menos 15 pessoas têm analisado as novidades das passarelas interessados em fazer bons negócios. São os compradores internacionais que vieram a convite da Associação Brasileira de Estilistas, Abest. Dos 15, duas vieram de países árabes: Sandie Bontout, da Boutique 1 de Dubai, e Malak Beydoun, da Aïshti, de Beirute. Ambas chegaram ao longo da semana e, na quarta-feira, primeiro dia do evento de moda mais badalado do país, elas já acompanharam desfiles como o de Alexandre Hercovitch e da Cori.

A francesa Sandie Bontout, que antes de ir para Dubai trabalhava na Galeria Lafayette, em Paris, já esteve no SPFW duas vezes. Além de acompanhar os desfiles, ela tem circulado pela cidade para conhecer grandes lojas como a Daslu, a rua Oscar Freire e shoppings como o Iguatemi.

Sandie busca roupas e acessórios na linha de moda praia, vestidos longos, saídas de banho, sandálias e acessórios para mulheres usarem à beira da piscina ou para caminhar à beira mar. "O que eu sei que não vou comprar são terninhos e roupas de executiva, já que a nossa clientela é um tipo de mulher que não trabalha e que tem bastante dinheiro", conta.

A Boutique 1 existe há pouco menos de um ano. Antes, a loja era franquia da Villa Moda, um grupo do Kuwait com lojas na Síria e no Catar. "Mas a franquia ficou cara e a proprietária resolveu abrir sua própria loja", conta Sandie, que acredita que o Brasil é o lugar certo para se achar roupas apropriadas para Dubai, já que o clima é parecido.

Além das árabes dos emirados, a compradora da Boutique 1 conta que o segundo maior público da loja são as russas. "Há muitos russos indo para os Emirados passar férias. E, para eles, é muito mais barato comprar lá". Libaneses e europeus também fazem parte da seleta clientela da butique.

Sobre Dubai, Sandie diz que não estava interessada na cidade quando recebeu a proposta de trabalho – antes ela vivia em Paris – mas sim no novo desafio. "Minha vida não é lá. Passo a maior parte do tempo viajando", diz. Ainda assim, acha a cidade fascinante. "Tudo cresce e muda muito rápido ali".

Ontem, quinta (17), Sandie começou o dia vendo o desfile de Tereza Santos pela manhã. Depois, seguiu para o Shopping Iguatemi, onde entrou em algumas lojas de sapatos, bolsas e moda praia. Ficou especialmente interessada nos sapatos da Zeferino, uma grife nacional de sapatos de luxo, parceria dos empresários Eduardo Rabinovich, Jorge Guimarães e Paulo Borges – o criador e organizador do SPFW. Depois, seguiu para o showroom da Osklen e voltou para o SPFW para ver o desfile da Maria Bonita Extra.

Aïshti

A libanesa Malak Beydoun está no Brasil pela primeira vez. Como a loja que ela representa, a Aïshti, uma espécie de Daslu do Líbano, congrega diferentes marcas e tipos de roupa, Malak está atenta a tudo o que vê. Quer tanto conhecer as grifes de roupa femininas mais sofisticadas quanto as marcas de roupas mais jovens. "Quero ir ao showroom da Fórum ver os jeans", conta.

A Aïshti possui diversas lojas no Líbano, incluindo a representação de grandes grifes mundiais, e tem planos para abrir outras tantas nos países árabes vizinhos e até uma na Índia. Durante o SPFW, Malak quer conhecer o máximo de grifes possível, comprar uma coisa ou outra, mas essencialmente fazer contatos para futuras compras. Por hora, Malak tem gostado muito da moda brasileira. "É leve e charmosa", resume.


http://www.anba.com.br/modafranquia.php?id=86

World Travel Awards - Oscar do turismo elege destinos e hotéis árabes

São Paulo – Pirâmides, hotéis, companhias aéreas, resorts, praias e serviços dos países árabes foram eleitos como melhores do mundo em 2007 pela World Travel Awards (WTA), premiação concedida anualmente pelas agências de viagens do mundo todo. As pirâmides de Guiza, no Egito, e o hotel Burj Al Arab, nos Emirados Árabes, foram premiados como melhor atração e hotel. A votação, que é realizada pela internet, foi anunciada esta semana.

A premiação, que ocorre desde 1993 e é considerada o "Oscar do turismo", reconhece as principais atrações, serviços e destinos turísticos em 80 categorias. O prêmio é considerado o de maior prestígio dentre os representantes do mercado de viagem e turismo internacional. Segundo informações do site de notícias, Globo Online, 160 mil agências de viagens, operadoras de turismo e companhias de transporte elegeram as pirâmides de Guiza como principal atração.

Além das pirâmides, também foram premiados no Egito a praia Sharm El Sheikh, como melhor local de mergulho e o resort Royal Savoy Sharm El Sheikh, melhor resort para mergulho. Já do Catar, a companhia aérea Qatar Airways foi eleita duas vezes, uma como melhor serviço de refeição de bordo e como melhor linha aérea na categoria executiva. Também foi do Catar, a melhor agência de viagem escolhida, a Regency Travel & Tours.

O país árabe líder em premiações foi os Emirados Árabes, eleito em 13 categorias, entre elas, além do de melhor hotel, melhor hotel de luxo, Hotel Jumeirah; serviço de apartamento, Grosvenor House; novo destino, Abu Dhabi (capital); melhor suíte, do Emirates Palace; comercial de televisão de viagem, Etihad Airways; empresa de desenvolvimento de projetos turísticos, Nakheel; melhor frete aéreo, Royal Jet Group; enter outras.

O prêmio de melhor cidade turística do mundo foi para Londres, na Inglaterra. A WTA também premiou a Disney, na Flórida, como melhor parque temático do mundo; a Jamaica, eleita como melhor destino para cruzeiros marítimos; Grace Bay, no Caribe, melhor praia; St. Moritz, na Suíça, melhor destino para esquiar e British Airways, melhor companhia aérea.

Melhores do Brasil

Os hotéis mais votados no país foram Kiaroa Eco-Luxury Resort, na Bahia; Grand Hyatt, de São Paulo; Copacabana Palace, no Rio de Janeiro; Casa Grande Hotel e Resort,  no litoral de São Paulo; Kurotel Clínica e Spa, do Rio Grande do Sul, e a melhor suíte presidencial eleita foi a do Palace Hotel de Minas Gerais. Confira a baixo o site com a lista de todos os vencedores.

World Travel Awards

Site: www.worldtravelawards.com



http://www.anba.com.br/noticia.php?id=17134

Artista brasileira, pintura egípcia

quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

Divulgação
As figuras egípcias e os desenhos islâmicos inspiram as telas de Susana Barros
As figuras egípcias e os desenhos islâmicos inspiram as telas de Susana Barros

São Paulo – Os quadros e telas da artista plástica mineira Susana Barros têm muito em comum com a arte milenar egípcia. As formas geométricas, cores vivas e simetria dos desenhos são as mesmas que são encontradas nas tumbas, sarcófagos e templos construídos há milhares de anos no Egito. "Sou fascinada por essa cultura. As figuras egípcias e os desenhos islâmicos me inspiram", disse Susana.

O fascínio da artista pela arte egípcia e islâmica começou há cerca de 10 anos quando sua filha começou a fazer aulas de dança do ventre. "Depois que ela começou a fazer as aulas, ela também quis estudar a língua árabe e eu comecei a me encantar cada vez mais com a cultura", afirmou Susana. A paixão pela arte milenar moveu mãe e filha ao Egito, em 2005. "Ficamos um mês. Vi muitos livros de arte e pude ver de perto os desenhos geométricos e símbolos utilizados pelos antigos egípcios", disse.

Segundo Susana, a empatia pela cultura árabe já existia mesmo antes dela começar a estudar a arte egípcia. "Eu já pintava muitas figuras parecidas com a da cultura árabe", disse. Para pintar as telas, cerâmicas e painéis, Susana utiliza uma técnica própria. "Faço vários moldes pequenos no papel e depois pinto tudo à mão e vou dando o acabamento", explicou.

Uma tela redonda, por exemplo, de um metro, Susana leva cerca de sete dias para pintar. "Minha produção é pequena porque faço tudo à mão e sozinha", disse. As cores que predominam as pinturas de Susana são as mesmas que eram utilizadas nos desenhos egípcios, que eram coloridos com pedras e ouro. O azul marinho, por exemplo, vem da pedra lápis-lazúli; o azul turquesa, da turquesa; o vermelho, da turmalina e o dourado, do ouro. "Nas minhas telas predominam essas cores, que eram as cores das pedras incrustadas nas tumbas e sarcófagos egípcios", afirmou.

Não são apenas os desenhos, cores e formas que os trabalhos de Susana remetem ao Egito. Os nomes de suas telas, painéis e cerâmicas também são inspirados na cultura árabe. As telas redondas, chamadas de Mandalas, recebem nomes como Arabesco, Flor de Lótus, Hórus, Flor de Papiros, entre outros. Outras obras também ganham nomes de rainhas egípcias e de símbolos históricos.

As obras de arte de Susana são elaboradas em seu atelier, dentro de sua casa. "Nunca fiz uma obra igual a outra. Detesto copiar. Meu negócio é criação", disse. Segundo Susana, suas obras já foram vendidas para compradores particulares dos Estados Unidos, França e Itália. "Meu objetivo agora é levar minha arte para o exterior. Acredito que lá fora, as pessoas dão mais valor", afirmou.

Além de voltar ao Egito, a artista também sonha em expor suas obras em Dubai, nos Emirados Árabes. "Quero trabalhar com galerias de arte", disse. Atualmente, Susana está participando de algumas seleções para expor na França. Em outubro de 2007, ela expôs na Galeria Romero Britto, em São Paulo. Segundo Susana, seu próximo passo é se mudar de Belo Horizonte, Minas Gerais, para São Paulo. "São Paulo é a porta para o mundo", explica.

Contato

Susana Barros
Tel. +55 (31) (31) 8454-8323
Email: susana@susanabarrosart.com
Site: www.susanabarrosart.com



http://www.anba.com.br/noticia.php?id=17108

Pela primeira vez, o CineTotal está participando do Prêmio Ibest.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

Olá Pessoal,

Pela primeira vez, o CineTotal (www.cinetotal.com.br) está participando do Prêmio Ibest.

Estamos participando da categoria Lazer - Cinema, e contamos muito com seu voto.

Link abaixo!

http://www.premioibest.com.br/ibest/busca.action?query=cinetotal&x=0&y=0

Obrigada à todos que acreditam e trabalham pelo nosso site!

Mirela Goi

A última Pepsi do deserto

São Paulo – Um nômade caminha sedento pelo Deserto do Saara quando avista uma máquina de Pepsi. Até aí, o enredo soa conhecido. Quando chega perto da máquina, entretanto, o nômade percebe que ela está desligada. O solitário do deserto coloca a máquina no lombo de seu camelo, tão sedento quanto o dono, e sai em busca de uma tomada. Quando finalmente encontra onde plugar o fio, descobre que precisa de moeda para conseguir a merecida latinha de Pepsi. A nova propaganda do refrigerante, que estreou ontem na TV, foi filmada no Deserto do Saara, no Marrocos, por uma equipe brasileira e com atores árabes.

A criação da campanha é da AlmapBBDO e a produção é da Margarida Flores e Filmes. Antes da estréia do filme, a Pepsi anunciou a nova propaganda em jornais e rádio. Além disso, o filme e seu making off já estavam na Internet antes mesmo de ser exibida na TV. A nova campanha, cujo mote é "Tá calor? Manda Pepsi", também terá versões para revista, Internet, pontos-de-venda, etc. O nômade e sua Pepsi devem ficar no ar até meados de março.

Camelos da Mauritânia

Se os atores são do Marrocos, os dois camelos utilizados no filme foram importados da Mauritânia. Para filmar no país árabe, o diretor Pedro Becker e sua equipe ficaram 16 dias no deserto. As gravações foram feitas no começo de Dezembro. Foram dez dias de pré-produção e quatro de filmagem. Apesar do sol escaldante que aparece no comercial, a equipe enfrentou temperaturas que variavam entre 15ºC e -5ºC. Além de árabes e brasileiros, havia profissionais italianos e espanhóis.

Pepsi

A divisão de bebidas da PepsiCo está presente no Brasil desde 1953. Desde 1997, a empresa norte-americana tem um acordo de franquia com a Ambev, que produz e comercializa os produtos Pepsi no Brasil, o que inclui a Pepsi Twist e a H2OH. O acordo com a Ambev tem prazo de 20 anos de duração. A PepsiCo é a quinta maior empresa do segmento de bebidas e alimentos do mundo.

Assista ao comercial no link:
http://www.pepsi.com.br/pepsi/pepsi.html


http://www.anba.com.br/noticia.php?id=17109

terça-feira, 15 de janeiro de 2008

Olá Pessoal,

Nesta segunda edição do CineJornal o tema foi "Brasil no Oscar".

Fui entrevistada pela Carla para falar sobre o filme "O Ano que Meus Pais Sairam de Férias", que foi o selecionado pelo Brasil para tentar uma indicação ao Oscar 2008.

A academia irá divulgar a lista dos indicados no próximo dia 22 de janeiro.

Assista neste link (espere carregar) http://www.cinetotal.com.br/noticia.php?cod=1446

Você como sempre também pode participar comentando, enviado critícas e sugestões.

Forte abraço,

Mirela Goi

Curiosidades sobre trabalhar em Dubai

TEXTO RETIRADO DO BLOG: http://blog.bocao.com.br


Ao contrário da grande maioria dos países, o Dubai possui uma política muito tranqüila em relação aos imigrantes. Qualquer pessoa que venha ao país com um visto de visitante pode procurar um emprego e após isso transformá-lo em visto de trabalho. Entretanto aqui existe algo que jamais havia visto em outro lugar que é a diferenciação do visto de trabalho com base na escolaridade do requerente. Mestres e doutores que obtenham o visto de trabalho, podem trocar quantas vezes quiserem de emprego enquanto que bacharéis podem fazer isto apenas duas vezes e para aqueles sem faculdade somente uma troca é disponível. Lógicamente estas trocas estão também limitadas pelo consentimento dos empregadores isto é, caso o empregador negue sua saída, poderá solicitar o banimento e por este motivo é melhor manter uma política de boa vizinhança com as pessoas daqui até porque como a cidade é "pequena", isto pode fazer uma grande diferença em empregos futuros.

O horário de trabalho por aqui também é bastante complicado variando de empresa para empresa. Os órgãos públicos trabalham normalmente das 7:30 às 14 horas direto enquanto que muitas lojas seguem um horário alternativo, das 8:00 as 13:00 e das 15:00 as 18:00. Este horário pode variar (no Computer Plaza, shopping de eletrônicos, as empresas fechavam as 14:00 horas e retornavam as 17:00). Com o aumento dos visitantes a cidade passa a ter cada vez mais shoppings trabalhando no horário das 10:00 às 22:00 horas. Encontram-se também muitos lugares 24 horas. No Dubai Duty Free, empresa onde estou prestando consultoria, o horário de trabalho é das 7:00 às 15:00 horas direto (sem pausa para almoço). 15:15 já não se vê mais nenhuma viva alma nas instalações.

Agora, a maior diferença em relação ao resto do mundo está no final de semana. Como os Emirados Árabes Unidos são um país islâmico, guardam a sexta-feira por ser seu dia sagrado. Logo, o governo instituiu para o funcionalismo público (incluindo aqui escolas) o final de semana como sendo quinta e sexta-feira. Muitas empresas têm como final de semana a sexta e o sábado mas no geral vê-se que a quinta e sexta-feira predominam como dias de descanso. Também não é difícil compreender como isto interfere nos negócios com este país, uma vez que para o resto do mundo o final de semana começa no sábado, para os negócios existe uma barreira de 4 dias improdutivos (quinta e sexta-feira no Dubai e sábado e domingo no resto do mundo). Somando isso a grande diferença de fuso em relação as Américas (Dubai está em GMT+4 tendo 7 horas de diferença com o Brasil) vê-se quão difícil é manter relações com estes países. Até Portugal e Inglaterra a diferença é de apenas 3 horas e duas para Paris e Berlin.

Outro diferencial é que durante o Ramadã (época de guarda e festas dos muçulmanos), as empresas têm sua jornada de trabalho diminuída em 2 horas diárias para as festividades e por mais que este seja comemorado pelos muçulmanos, a época não faz distinção quanto a religião das pessoas e por isso todos normalmente usufruem desta redução (mesmo os estrangeiros vivendo aqui).

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Falando de Dubai

Márcio jornalista esportivo e apaixonado por futebol fala no seu blog sobre os dias que passou em dubai

Não perca: http://bolaetc.blogspot.com

Marketing de Relacionamento: Kit Nascimento de Bebê

Aiiii socorro, estou precisando agora desenvolver um Brinde para oferecer quando nasce bebês.

Algumas coisas que pensei:

Toalhilha de banho + 2 toalhinhas de boca
Bolsa térmica

Alguma idéia???
Algum fornecedor??

Como será que nos países árabes eles também desenvolvem brindes rsss

Coletiva de Imprensa: “Eu sou a Lenda” com Will Smith (Rio de Janeiro - Brasil)

O CineTotal estava lá com Rod Carvalho!

Veja no link: http://www.cinetotal.com.br/noticia.php?cod=1452

Aeroporto de Dubai foi o que mais cresceu em 2007

segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

Emirates News Agency*

Dubai – O Aeroporto Internacional de Dubai, pólo de aviação e transporte de cargas no Oriente Médio, foi o aeroporto que mais cresceu no mundo em 2007 com 19,3% de aumento no número de passageiros transportados. Passaram pelos corredores do aeroporto 34,34 milhões de passageiros, volume superior aos 33 milhões projetados para o ano.

Com o desempenho de 2007 o aeroporto alcançou seu sexto ano consecutivo com crescimento superior a 15% no volume de passageiros. No ano passado, o mês de agosto foi o mais movimentado com 3,28 milhões de passageiros. Outubro, no entanto, teve o maior aumento no fluxo, 29,92% a mais do que no mesmo mês de 2006.

Três vezes em 2007 o movimento no aeroporto superou três milhões de passageiros em um único mês. Nos outros nove meses o movimento esteve sempre acima de 2,5 milhões de passageiros. A média diária de trânsito foi de aproximadamente 95 mil pessoas.

O movimento de aeronaves também apresentou forte crescimento, de 9,8%. Foram realizados 260,53 mil pousos e decolagens, contra 237,26 mil em 2006. O mês com maior movimento de aeronaves foi dezembro, quando ocorreram 23,3 mil pousos e decolagens. A média diária de pousos e decolagens em 2007 foi de aproximadamente 725.

Segundo o presidente do Departamento de Aviação Civil de Dubai (DCAA), Ahmed bin Saeed Al Maktoum, "o crescimento do Aeroporto Internacional de Dubai é um reflexo da robusta economia do emirado e de sua crescente popularidade como pólo comercial e turístico internacional. É também um sinal claro de nossa visão futura de Dubai no setor de aviação". Segundo Ahmed, em 2008 o aeroporto deve receber 40 milhões de passageiros.

Para o diretor geral do DDAA, Mohammed Ahli, uma das principais razões para o forte crescimento do aeroporto de Dubai é a política de céu aberto do emirado. "Novas empresas começam a operar no aeroporto periodicamente, graças ao fato de Dubai ser o melhor ponto de conexão na região. O número de destinos servidos pelo aeroporto também cresceu rapidamente nos últimos anos", disse Ahli. "Em 2007 o número de empresas aéreas que operam em Dubai alcançou 120, sete a mais do que em 2006, e o número de destinos servidos alcançou 205", acrescentou o executivo.

*Tradução de Mark Ament


http://www.anba.com.br/noticia.php?id=17064