Flashes do deserto

segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

São Paulo – Faz 20 anos que a fotógrafa brasileira Lucy Barbosa retrata homens, mulheres, crianças e paisagens. Mas nada foi tão apaixonante para ela quanto os nômades do deserto. O primeiro contato de Lucy com o Deserto do Saara foi em 1991 e desde então a brasileira não parou mais de fotografar a magia de tribos que vivem em busca de água e pastagem e têm o horizonte como residência. Mauritânia, Nigéria e Mali, além de Jordânia, Líbano e Síria, fazem parte do projeto fotográfico "Filhos do Vento", que Lucy pretende organizar em livro e fazer uma exposição.

"Sou apaixonada pelo Saara, seu minimalismo, seu silêncio e sua gente simples, desapegada e sem pretensão. O deserto é um imenso jardim zen", afirma Lucy. Segundo ela, viver no deserto requer muito desprendimento e força, porque a vida é dura e muitas vezes hostil, mas ao mesmo tempo existe uma atmosfera linda e única. "Todos estes fatores me levaram a queres contar fotograficamente esta história e fazer uma homenagem de amor ao deserto e sua gente", explica.

Para documentar o cotidiano e os costumes dos beduínos, tuaregues e outros povos nômades, Lucy morou no deserto e se adaptou às tradições muçulmanas. Sua paixão pelos árabes do deserto foi tão grande que a brasileira se converteu ao islamismo e encontrou na Mauritânia um novo lar, onde uma vez por ano ela volta para visitar os amigos.

De acordo com ela, as fotos que fazem parte do projeto "Filhos do Vento" mostram um outro lado dos países árabes. "Não tem nada a ver com a modernidade de Dubai", diz Lucy. Para concluir o projeto, Lucy ainda quer fotografar o Saara argelino. "Um dos desertos mais bonitos", afirma. Para isso, a fotógrafa está em busca de patrocínio, não só para ir para Argélia, mas para ajudá-la na composição de um livro e de uma exposição.

A idéia é montar um livro de fotos com textos poéticos bilíngües sobre o deserto e provérbios utilizados por sábios locais que representam o universo dos povos do deserto. Ela propõe um livro no formato 28 centímetros por 21 centímetros, com cerca de 100 fotos e 120 páginas. "Quem sabe alguma empresa árabe tem interesse em me patrocinar", afirma.

Além dos Filhos do Vento, Lucy também realizou um ensaio fotográfico com as mulheres tecelãs das montanhas do Meio Atlas no Marrocos. "O trabalho dessas tecelãs berberes é maravilhoso e duro, muito duro. São estes tapetes que trazem o sustento ao lar. Fora isso, o tapete tem uma grande simbologia no universo espiritual árabe", conta.

Atualmente, Lucy está envolvida num projeto no Amazonas, o "Brasil Profundo: benzedeiras, parteiras e raizeiras", um trabalho que é voltado à preservação e valorização dos saberes populares das mulheres amazonenses.

Trajetória

Lucy Barbosa é formada em História da Arte na Escola de Altos Estudos em Ciências Sociais de Paris, na França, onde morou por 12 anos. Ela trabalha com fotografia documental e antropologia visual. Foi diretora da Associação Cultural Franco-Brasileira divulgando a arte brasileira na França e na Europa.

Em 1991 conheceu o Senegal, onde se encantou com a África e voltou diversas vezes para buscar as raízes afro-brasileiras. Foi nessa busca que surgiu o ensaio fotográfico "Mulheres de Ébano", que mostra mulheres africanas de diversas etnias. Os trabalhos de Lucy já foram expostos em museus e galerias de São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia.

Contato

Lucy Barbosa
Tel: + 55 (11) 3266-8107
Email: image@lucybarbosa.com.br
Site: www.lucybarbosa.com.br


http://www.anba.com.br/noticia.php?id=17084

Assista a segunda edição do CineJornal

Nesta segunda edição do CineJornal o tema foi "Brasil no Oscar".

Fui entrevistada pela Carla para falar sobre o filme "O Ano que Meus Pais Sairam de Férias", que foi o selecionado pelo Brasil para tentar uma indicação ao Oscar 2008.

A academia irá divulgar a lista dos indicados no próximo dia 22 de janeiro.

Então não perca, assista ai:

Dubai in 2009

domingo, 13 de janeiro de 2008

Marketing de Relacionamento: Fornecedores de Sacolas Permanentes

sexta-feira, 11 de janeiro de 2008

Abaixo segue sites de fornecedores que consegui para a minha cotação, é uma boa idéia essa sacola como brinde personalisado.

http://www.planetavivoeco.com

http://funverde.wordpress.com

http://www.ecosacolas.com.br

Marketing de Relacionamento: EcoSacolas - Uma opção charmosa para o consumo responsável

Mais de dez modelos de bolsas em tecido de fibras naturais. O presente ideal para um fim de ano sustentável supermercados, lojas e shoppings podem adquirir em grandes quantidades, a preços acessíveis, resistentes, duráveis, ecologicamente corretas e economicamente viáveis: estas são as EcoSacolas, a mais nova marca de produtos da Ambiente Global - Comunicação, Eventos e Sustentabilidade.

Feitas com fibras vegetais, como algodão cru, algodão orgânico (fruto de pesquisas da Embrapa Algodão, já nasce colorido), juta e também couro vegetal, elas podem ser utilizadas por um longo período, evitando assim o descarte de mais resíduos no meio ambiente.

Elas podem ser adotadas por lojas, escolas, supermercados, e também distribuídas em feiras e eventos, em um exercício de consumo consciente. A longo prazo significa uma economia para os estabelecimentos, já que cada consumidor levará sua própria embalagem às compras.

São vários modelos de sacola voltados para quatro áreas diferentes:

1) academias e escolas;
2) ações institucionais;
3) eventos e feiras;
4) lojas, shoppings e supermercados.

Fruto da experiência de dez anos em eventos ambientais e dois anos de pesquisa de materiais e produtos, a EcoSacolas vem se juntar à Ecogrife - produtos ecologicamente corretos e socialmente justos - que atualmente tem disponível a linha Ecobrindes.

As EcoSacolas são o presente ideal para este fim de ano. Mostre que bom gosto, praticidade e preservação do meio ambiente são o legado que sua empresa quer deixar a seus clientes.

Para conferir os modelos e especificações das sacolas, entre em contato com a Ambiente Global, por meio do Pabx: (0xx11) 5084-0030.

http://www.ecogrife.com.br

http://www.ambienteglobal.com.br


Fonte: http://ametamorfosedalibelula.blogspot.com/

Destinos árabes para serem visitados em 2008

São Paulo – Os países árabes estão na moda entre os destinos turísticos. Na semana passada, cinco deles foram citados na lista dos 53 lugares para serem visitados em 2008, elaborada pelo jornal norte-americano The New York Times. A Tunísia, que está localizada no Norte da África, ficou em terceiro lugar na lista, atrás de Laos e Lisboa, em Portugal. O país árabe oferece uma variedade de passeios, de praias no Mediterrâneo ao Deserto do Saara.

De acordo com o embaixador da Tunísia em Brasília, Seifeddine Cherif, o país foi selecionado por diversos motivos. São mais de mil quilômetros de praia nas costas leste e norte, muitos hotéis, campos de golfe, clínicas de talassoterapia e spas. Outro aspecto mencionado por ele foi o clima do país, que é uma mistura ares mediterrâneos com o africano.

Além das praias, o país também é rico em história. "Os três mil anos de história do país podem ser vistos nos grandes monumentos dos fenícios, do Império Romano, dos Vândalos, Árabes e Franceses", disse Cherif. No sul do país, os turistas também podem fazer um tour pelo deserto e descobrir seus mistérios.

Segundo o embaixador, o setor de turismo tem uma grande importância na economia do país. "Estão sendo realizados grandes investimentos no país para atender os sete milhões de turistas que visitam a Tunísia ao ano", disse Cherif. Segundo ele, o país tem uma população que não ultrapassa os 10 milhões de habitantes e oferece uma boa infra-estrutura, com sete aeroportos internacionais.

As afirmações do embaixador vão de encontro às informações publicadas no New York Times, que diz que a Tunísia está passando por uma reforma de luxo parecida com a que aconteceu no Marrocos. Diversos hotéis luxuosos estão sendo construídos, dos quais muitos são mansões históricas que estão localizadas ao longo das praias de areia branca e cidades históricas.

O jornal norte-americano cita também a cidade de Jerba, uma ilha no litoral sul da Tunísia, que é o destino turístico emergente número um do mundo para 2008. "A ilha oferece uma atmosfera especial que não pode ser sentida em nenhum outro lugar do mundo", afirmou o embaixador. Segundo ele, a ilha também tem uma harmonia entre as diversas religiões presentes, como islamismo, judaísmo e catolicismo. "É possível encontrar sinagogas, igrejas e mesquitas em Jerba", acrescentou.

Em 2006, o país árabe recebeu 6,55 milhões de turistas estrangeiros contra 6,37 milhões em 2005, segundo dados da Organização Mundial do Turismo. A Tunísia é o terceiro país do continente africano que mais recebe turistas estrangeiros, atrás apenas do Marrocos, que também é um país árabe, e da África do Sul.

Líbia

Outro país árabe que está na lista do jornal norte-americano é a Líbia, que aparece em 10 º lugar. O país que também está localizada no Norte da África faz fronteira com Tunísia, Egito, Argélia, Sudão, Chade e Níger. "A Líbia tem muitos lugares que valem a pena ser visitados. É um país rico de cultura e civilização", afirmou o conselheiro da embaixada da Líbia em Brasília, Abdulrahman Benahnida.

Segundo ele, apesar do país ser constituído por uma grande área desértica, a capital Trípoli oferece dois mil quilômetros de praias. Na Antiguidade, a região foi habitada por fenícios, gregos e romanos e hoje muitas das ruínas estão de pé. "A Líbia está crescendo cada vez mais como destino turístico", disse o conselheiro.

O New York Times destaca ainda que o país árabe está construindo um resort no litoral, que é banhado pelo Mar Mediterrâneo e abriga ruínas gregas, romanas, além de focas ameaçadas de extinção. O resort será livre de emissões de carbono e deverá incluir hotéis de luxo e campos de golfe. Será construído também um novo aeroporto em Trípoli.

A lista traz também destinos como Alexandria, no Egito; a Cidade do Kuwait, capital do Kuwait; e Argélia. Além dos árabes, o Brasil também foi citado.

O jornal sugere Itacaré, localizado no sul da Bahia, no Nordeste brasileiro. Itacaré é conhecida por suas praias paradisíacas e morros cobertos pela Mata Atlântica e coqueiros. A cidade oferece hotéis e pousadas simples e luxuosas e restaurantes. Para aqueles que gostam de aventura, também é uma opção para fazer esportes radicais.


Fonte: http://www.anba.com.br/noticia.php?id=16965



Confira a Lista

Mas acho que faltou Dubai :-)

How was it possible that a wheelchair user and Black woman, was able to travel to the United Arab Emirates (UAE) alone.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2008

A Journey through the United Arab Emirates
By Shonda McLaughlin

When I arrived at Dubai International Airport, I was struck by how cosmopolitan and busy it was, despite the very early morning hour. The women in the airport were covered from head to toe in flowing black robes, and I could see the dark eyes of only a few. Among some of the younger women I encountered, however, I noticed hints of "Western wear" under their traditional dress, including jeans and designer handbags. Once I left the airport, I was struck by the humidity and proliferation of expensive cars outside – Mercedes, BMWs, and SUVs with tinted windows. Many of the drivers were talking on cellular phones, anxiously honking at other drivers, and attempting to pick up newly arriving passengers.

At that moment, it finally became real to me that I was thousands of miles away from the small Georgia town where I grew up in the United States; a town where everyone knows everyone and where, at first glance, you might not believe there is much to do. How was it possible that I, a wheelchair user and Black woman, was able to travel to the United Arab Emirates (UAE) alone, with all of the obstacles that seemingly confronted me?

In addition to growing up in a small community, I have a disability (Juvenile Rheumatoid Arthritis), so I never imagined that I would be able to travel to another state, not to mention another country. Furthermore, until I met Dan Hopkins, CEO of the Rocky Mountain Technical Assistance and Consulting Center, I had never met a person with a disability who had traveled internationally. Mr. Hopkins has a visual impairment, and it was he who "planted the seed" in me to travel abroad. With his encouragement when I was an Assistant Professor at Langston University, I applied for a fellowship from the Center for International Rehabilitation Research Information and Exchange (CIRRIE) to spend one month assessing the attitudes of people with disabilities in the UAE.

In addition to preparing for my first international travel experience, I had to prepare to travel to a country where attitudes regarding my disability, ethnicity, and nationality were a concern for me. I also knew that the infrastructure would not be as accessible as it is in the United States. Still, I knew that I could adapt. I played out every scenario in my head before I left. What if I can't get off the plane? How will I get around? How will I be perceived? Will I be able to use the restroom? What impact will I have, if any, on the people of the UAE?

In the end, my many concerns proved unwarranted. Everyone was receptive and warm towards me. I did not experience any negativity from the people assisting me off of the plane, nor at any other time during my month-long stay in the UAE. I never experienced any fear, as strangers treated me like family from the moment we met. I reciprocated this respect, often in small ways. For example, I am not fond of tea or coffee, but drank it graciously each time it was offered to me. I quickly learned the need for an open and flexible mindset when traveling, especially internationally.

Each morning, before the busy day we had planned, I woke up to the beautiful sound of the call to morning prayer. I stayed in Al-Ain, a city in one of the seven emirates of the UAE. During my stay, however, my host, Dr. Nasser Al-Ameri, took me to other emirates, including Dubai and Abu Dhabi, as well as to a number of rehabilitation centers. We also visited sand dunes in the desert and the highest peak of Jabel Hafeet Mountain. I never thought that I would be atop a mountain, but there I was. Travel makes many experiences possible!

Access and People with Disabilities in the UAE
Despite the beautiful sites and a warm reception from local people, I did face architectural barriers in the UAE. In truth, I would have been unable to navigate on my own, a fact that was not lost on my host, Dr. Al-Ameri. In order to adapt, I relied on my host, and others, for assistance entering inaccessible buildings, including restaurants, and getting in and out of vehicles.

The barriers that I experienced in the UAE were architectural, all of which could be fixed given the tools and knowledge to do so. For example, some of the public restrooms I encountered in the UAE were big and modern, purposely designed for mothers who need changing space for their infants. Given similar forethought to people with disabilities, accessibility could have easily been added to the design as well. Since this wasn't the case and there were no handrails in sight, I stood using the sink, or anything else that was available, for leverage. I also had use of a bathroom in my host's home that was accessible, although not by design.

Prior to my arrival, my host constructed a ramp to his villa and offered to rent a car for the duration of my stay, knowing that it would be difficult for me to climb into his SUV. I declined, however, certain that we would find a way for me to use his vehicle, and we did. I am unable to bend my legs or walk up steps, so we placed bricks on the ground in front of my wheelchair as leverage. As I pulled up from my chair, I stood on the bricks themselves, instead of the ground, and thus was high enough to maneuver into the vehicle. It was a perfect example of a reasonable, practical and inexpensive accommodation! People with disabilities who travel to the Middle East, or any other region, should ensure that they have an excellent point of contact in the host country, in addition to creative ways to handle challenging situations.

During my stay, I also got to observe how people with disabilities from the UAE manage. At a governmental rehabilitation and employment center for people with disabilities, I learned a great deal about the services that are provided to young adults with disabilities in the UAE. The goal of the center is to increase opportunities for people with a variety of physical disabilities by providing not only employment training, but rehabilitation training, counseling and guidance, and recreational and cultural activities, as well. Some of the students were receiving employment training in graphic design, computer maintenance, and receptionist training, to name but a few occupations. One student boasted to me that she had recently received her driver's license!

Fortunately, I had an opportunity to attend the graduation ceremony of some of the students, which left a lasting impression on me. I was surrounded by graduates in traditional dress, and I blended in with them, as I, too, was dressed traditionally. The audience listened attentively as the President of the UAE, Shiekh Zayed Bin Sultan Al Nahyan, addressed the students directly via video. The graduation ceremony was indeed more "royal" than any I have ever attended. Moreover, the expressions on the faces of the graduates left me speechless. They were proud, as they should have been. Although I was only there for a few hours, I felt a certain kinship with those students, knowing that their accomplishments had not come easily.

The Lessons
Although the initial purpose of my trip was to assess the attitudes of people with disabilities in the UAE, I discovered that my visit had brought a new sense of awareness to my host, Dr. Al-Ameri, of architectural barriers to people with disabilities. He had observed my independence during a trip to the United States and realized how inaccessible the environment was when traveling with me in the UAE. As a result of my visit, he too learned something about access and the need to foster change. For local people to internalize that attitude is very powerful.

During my short tenure in the UAE, I learned more than I ever could from a textbook. I learned that this world truly is smaller than we think. It is easy to say that, but unbelievable to actually experience it. Second, regardless of geography and disability, people with disabilities really can "go anywhere." Yes, there may be some barriers, but that really is the fun part! Regardless of the level of accessibility abroad, we learn something about ourselves and others. Furthermore, others may learn from us. In fact, the more people with disabilities travel, the better accessibility will become.

My experiences in the UAE have impacted me professionally as well. In the classroom, I am now able to share my experiences with students and to encourage them to travel internationally. Furthermore, I have discovered that my positive experiences in the UAE have helped to dispel preconceived notions of the Middle East.

Most importantly, I learned that stepping outside of my comfort zone is very rewarding, even if I am from a small town in Georgia. Exposure is a great teacher.

http://www.atnet.org/index.php?page=atn-news-draft


Não resisti, fui buscar minha marmita na janta ontem na casa dos avós da minha amiga Ca...

Me disse que teria Mjadra com salada de Coalhada Fresca com Pepinos e que eu poderia jantar lá.

Não deu para ir no horário da janta, mas pedi minha quentinha. Além disso quando cheguei ficamos na varanda conversando com os avós dela, libaneses. Mashaalah! Lindos

Voltei para casa e saboreei a comida. Que delícia!

Shukran


PS: Para vocês eu coloquei abaixo as receitas!

Mjadra (Arroz com lentilha)

Ingredientes:

1 copo de arroz
1 copo de lentilha (aquela que normalmente se faz sopa)
cebola
azeite
temperos (sal, alho)

Modo de Preparo:

Refogue um pouco a lentilha, com sal e alho a gosto. Depois coloque água até cobrir e mais um pouco (5 copos de água).
Coloque mais água para esquentar numa panela em separado, porque você vai precisar.
Deixe ferver até a lentilha ficar al dente (macia mas firme) e acrescente o arroz.
Acrescente mais água quente até cobrir tudo e um pouco mais. 
Verifique a panela durante o cozimento e veja quanta água tem e se o arroz já está cozido.
É preferível que o arroz cozinhe demais a de menos. Continue até cozinhar e secar, como arroz normal.

Toque adicional:

Corte meia cebola (ou mais, a gosto) em rodelas não muito grossas e frite-as em bastante azeite de oliva de boa qualidade, até que fiquem bem douradas. Desligue e espalhe tudo, inclusive o azeite, sobre o mjadra na panela.

Se por alguma razão você não puder/quiser pôr cebola, ponha só azeite. 

Coalhada com Pepinos (Laban maa khiar)

Ingredientes
- 1 copo de coalhada fresca
- alho
- sal
- 1 pepino médio descacados e picado em pedacinhos finos
- hortelã fresca
- Azeite


Modo de preparo

Triturar o alho com o sal, misturá-los com a Coalhada e acrescentar a hortelâ e o pepino sem caldo, regue com azeite.


Os Egípcios acrescentam fatias finas de tomates e pimenta-malagueta. Os Sauditas outras hortaliças.

quarta-feira, 9 de janeiro de 2008

New

It´s like a stone
It's heavy
It´s hard
Freeze us
Shame us
and hurt

When we carry our love
They says:
You fool!

We do, to much
We offer all we have

Either way
Diamond is a stone
For few people

Maybe luck
Maybe work

No
It´s both

Mirela Goi (05/01/2008)

Site com artigos e releases sobre livros e outros assuntos relacionados a Cultura e ao povo árabe!

Aproveite! E tire suas próprias conclusões... 

http://www.arabview.com/

Arab View is a collection of articles written by leading journalists and editors in the Middle East. To find specific articles, you can use our search engine, or you can jump to the Contents page for a full list of articles.

Arab View contains articles from a wide variety of sources. In addition to guest contributors, Arab View's regular contributors include the following:

A Nova Fronteira trocou a capa do livro "Vida dupla: um romance sobre o Oriente Médio", da saudita Rajaa Alsanea.

A escritora pediu que sua foto na capa da versão brasileira fosse retirada. Teme se transformar numa versão feminina do escritor anglo-indiano Salman Rushdie, ameaçado por fanáticos islâmicos depois de escrever o romance "Os versos satânicos".

O livro de estréia da jovem escritora provocou a ira de conservadores árabes quando foi lançado, porque trata da vida social, romântica, sexual e dos desejos e intimidades das protagonistas, quatro jovens e ricas sauditas.

O livro foi banido da Arábia Saudita - e Rajaa, desde 2005, é alvo de ofensas e ameaças.

Livro: Léxico português de origem árabe.

A Almádena acaba de lançar a obra Léxico português de origem árabe: subsídios para os estudos de filologia, assinada por João Baptista de M. Vargens.

A editora está organizando uma série de eventos itinerantes em várias cidades do Brasil. O objetivo é divulgar o Léxico junto ao seu público de interesse: estudantes e professores de Letras, assim como interessados pela história da língua portuguesa. Para saber mais: eventos@almadenaeditora.com.

http://www.almadenaeditora.com/


Sobre o Livro:

Para compor toda a publicação, Vargens consultou – entre outras obras escritas em línguas ocidentais e em árabe – mais de 250 títulos.

A publicação Léxico português de origem árabe: subsídios para os estudos de filologia, da Almádena Editora, é considerada pelo seu próprio autor, Prof. Doutor João Baptista de M. Vargens, como – provavelmente – a mais importante produção acadêmica de sua carreira.

Doutor em Lingüística Portuguesa pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, professor do Setor de Estudos Árabes da UFRJ e editor; hoje, como diretor da Almádena Editora, Vargens tem-se dedicado a uma série de novos livros, promovendo o acesso ao amplo universo das culturas árabe e brasileira. Com o "Léxico", não é diferente.

"A idéia deste trabalho – originalmente uma tese doutoral, Arabismos na língua portuguesa, subsídios para um estudo do léxico português de origem árabe – surgiu a partir de uma conversa com o saudoso filólogo e medievalista Celso Ferreira da Cunha, quem destacou a necessidade de uma revisão do léxico português de origem árabe", conta Vargens.

"A partir daí, com o incentivo do Prof. Doutor Alphonse Nagib Sabbagh, fundador do Setor de Estudos Árabes da UFRJ e com a segura orientação dos doutores João Malaca Casteletiro e António Dias Farinha, da Universidade de Lisboa, desenvolvi a tese", explica o autor.

Ao produzir a obra, Vargens não se preocupou apenas em listar palavras originárias do árabe e incorporadas à língua portuguesa. O pesquisador buscou – sobretudo – contextualizar historicamente os períodos de contato entre falantes de árabe e de português, analisando como os vocábulos foram incorporados à nossa língua materna.

O autor investiga minuciosamente os empréstimos lingüísticos do idioma árabe à língua portuguesa, os quais encontraram nos fluxos migratórios seus principais agentes: primeiramente, os árabes-muçulmanos na Península Ibérica, onde foram detentores do poder político por quase oito séculos; já em solo brasileiro, os malês deixaram suas impressões ao idioma e – em seguida – os sírios e libaneses.

Depois de defender a tese em Lisboa, quando obteve grau máximo da banca examinadora lá constituída, Vargens relembra o incentivo dado pela UFRJ para a realização deste trabalho e pontua: "espero que este livro contribua para os estudos lexicográficos da língua portuguesa".

Inventário Lingüístico – O Léxico português de origem árabe reúne mais de 3 mil palavras, destacando-se a datação e a abonação (ano e texto em que a palavra aparece pela primeira vez escrita em português), as mutações semânticas, assim como as variantes arcaicas e modernas, além das palavras compostas e das derivadas.

Interessante também é a reunião dos empréstimos por campos semânticos. O livro apresenta detalhadamente esses grupos de palavras, organizados por século de entrada em nosso vocabulário.

Se o leitor está em busca de referências de sistematização e estudos do alfabeto árabe, assim como de critérios de transliteração, o Léxico é uma excelente fonte a ser adotada. O autor oferece subsídios para a compreensão dos sistemas consonantal e vocálico do idioma árabe, assim como das transformações fonéticas do árabe para o português, com comentários a partir de paradigmas dialetais do árabe.

O Léxico conta ainda com o prefácio de Antônio José Chediak, membro da Academia Brasileira de Filologia, que diz: "O trabalho do professor Vargens aparece num momento em que a produção filológica nos parece estar-se reduzindo dia-a-dia. (...) Por esta razão, veio em boa hora".


"LÉXICO PORTUGUÊS DE ORIGEM ÁRABE: SUBSÍDIOS PARA OS ESTUDOS DE FILOLOGIA"

Autor: João Baptista de M. Vargens (do Setor de Estudos Árabes da Universidade Federal do Rio de Janeiro)
Editora: Almádena
Áreas: Lexicografia; Língua portuguesa - Compêndios para estrangeiros – Árabe; Língua portuguesa - Estudo e ensino - Estudantes árabes; Língua portuguesa - Vocábulos, glossários, etc. - Árabe.

FICHA TÉCNICA
ISBN: 978-85-60651-01-6
Inclui bibliografia
Brochura
1ª Edição – 2007 – 272 páginas

Mais informações para a imprensa:
Jornalista responsável
Janaina Sombra (Mtb. 30.860)
Telefones: (11) 3536-6358 / (11) 7350-4794
E-mail: janaina.sombra@almadenaeditora.com
(Release Setembro/2007)

Damasco é a capital da cultura árabe de 2008

São Paulo – Todos os anos os países árabes elegem uma capital para ser o centro de sua cultura. Este ano a escolhida foi Damasco, na Síria. A cidade vai abrigar diversos eventos culturais durante o ano, como teatro, música, dança, conferências e grupos de discussões de intelectuais árabes. A cerimônia de abertura, que vai dar início aos eventos, será realizada na sexta-feira (11). As informações são da agência de notícias da Síria Syrian Arab News Agency (Sana).

Um dos eventos mais esperados é o show da cantora libanesa Fairuz, que fará seis apresentações no Opera House, a partir do dia 28 de janeiro. A organização do evento também promete trazer diversos outros artistas do mundo árabe e de outros países não árabes. Entre os convidados estão o lingüista e pensador norte-americano Noam Chomsky, o escritor tcheco Milan Kundera a escritora chilena Isabel Allende.

Segundo a secretária-geral do evento, Hanan Qassab Hassan, as apresentações musicais vão ser bem variadas para mostrar a riqueza cultural do mundo árabe e também do Ocidente. Entre os ritmos que serão trazidos estão o pop, rock, jazz e techno.

Hanan anunciou também que a Síria fará a publicação de diversos livros, incluindo quatro volumes sobre a poesia síria escritos por críticos, especialistas e tradutores estrangeiros. Na área de cinema, haverá um festival de filmes de diretores árabes e estrangeiros.

O governo brasileiro, representado pela embaixada do Brasil na Síria, também estuda a possibilidade de organizar algum espetáculo de dança e música ou fazer um festival de filmes em Damasco.

Desde 1996, a Liga Árabe, por meio da Organização Árabe para Educação, Cultura e Ciência (Alesco), escolhe anualmente uma cidade para receber o título de Capital da Cultura Árabe, que tem como objetivo mostrar a riqueza da herança cultural árabe nas artes e na literatura.

No ano passado, a capital escolhida foi Argel, na Argélia, onde ocorreram diversas exposições de livros, encontros literários, festival de poesias, peças teatrais e shows musicais, entre eles a apresentação do grupo brasileiro Choro & Cia, que fez duas apresentações.

Capital mais antiga

Damasco é considerada uma das cidades habitadas mais antigas do mundo, com mais de cinco mil anos. Ela está situada num planalto de quase 700 metros acima do nível do mar. A parte velha da cidade é cercada por uma grande muralha romana, onde podem ser encontradas mesquitas antigas, ruas de pedras, ruínas, palácios e souks (mercados).

Segundo dados do site da UNESCO, Damasco tem cerca de 125 monumentos de diferentes períodos da história. Um dos mais espetaculares é a Mesquita de Omayyad, construída no século 8, no ano 705, quando a cidade era a capital do Império Árabe Islâmico. Próximo à mesquita há também outro atrativo turístico, a tumba de Saladin, soberano árabe da época das Cruzadas.

Na parte nova da cidade há o Museu Nacional, que guarda muitas relíquias da história da Síria. Entre as peças está uma coleção de papiros escritos no século 14 a.C., utilizando o primeiro alfabeto conhecido no mundo. No local, também podem ser apreciadas armas antigas, esculturas de mármore, instrumentos cirúrgicos e diversos objetos que remontam ao início da civilização. 

De acordo com os últimos dados publicados pela Organização Mundial do Turismo, o turismo na Síria vem crescendo. Em 2006 o país recebeu 4,4 milhões de turistas, um aumento de 31% em relação ao ano anterior.

Síria

O país árabe, que está localizado no Oriente Médio, faz fronteira com Iraque, Líbano, Jordânia, Turquia e Israel. Sua principal atividade econômica é o petróleo, que representa 70% de suas exportações. A agricultura também é um setor importante, responsável por mais de 25% do Produto Interno Bruto (PIB).

Com uma população de cerca de 20 milhões de habitantes, o PIB do país chegou a US$ 26,3 bilhões em 2006, segundo dados da Câmara de Comércio Árabe Brasileira. As exportações brasileiras para Síria de janeiro a novembro de 2007 somaram US$ 182,46 milhões, o que representou um aumento de 9,5% em relação ao mesmo período de 2006. Os principais produtos brasileiros embarcados foram açúcar, café, automóveis, pasta química, carne de frango, chassis com motor e granito.

As importações brasileiras da Síria nos 11 primeiros meses do ano passado foram de US$ 9,3 milhões, contra US$ 40 milhões no mesmo período de 2006. Sementes de cominho e de anis foram os principais produtos sírios importados.


http://www.anba.com.br/noticia.php?id=17047

Tradutor Online

Achei um site bem interessante, ele traduz em vários idiomas inclusive o árabe

http://www.1-800-translate.com/machine_trans/

É um tradutor bom para traduzir palavras, mas para traduzir frases é fraco.

Quem não tem outra alternativa este tradutor é bom especialmente porque tem do português para árabe.

Para quem iniciar pesquisa de palavras em árabe, é legal!

Numa Boa

terça-feira, 8 de janeiro de 2008

Um portal diferente em português do Brasil
Informática, Criptografia, Tutoriais, Notícias, Arte e Humor

http://www.numaboa.com/

Esse site ensina até árabe ;)

http://www.numaboa.com/content/view/616/116/

Guias do estadão: Dubai

Muito bom o Guia do Estadão sobre Dubai...

http://www.guiatimeout.estadao.com.br/6162


Enjoy It

Curiosidades sobre Dubai

Ok ok eu estou muito curiosa sobre Dubai...
Ok ok i´m very interresting about Dubai... 

E não paro de procurar informações sobre lá.. humm humm
I still looking for information about it like crazy ... hummmm

Achei o blog que o Marcelo Toledo sócio da Mbrazil escreveu quando esteve lá, bem legal, pra quem gosta de curiosidades, e o que sente uma pessoa quando descobre a Cultura Árabe rs

I found the Blog of Marcelo Toledo partner at MBrazil Agency, he wrote when been there, very cool, to you curious like me, and want know more about Arabic Culture rs

http://marcelotoledo.zip.net/

Enjoy It!

Agência no brasil oferece trabalho em dubai

Já falei dela aqui, mas vale repetir!
I already told about it but i will repet!

Não só para dubai mas a MBrazil agencia trabalhos em diversos países
Not only in Dubai, but MBrazil agency jobs in many countrys.

http://site.mbrazil.com.br/

Enjoy It

Alugar casas para férias em diversos países

Casa de férias em França, Espanha, Itália, Portugal ...

Você encontra até casas e apartamento na Tunísia, Marrocos e outros países de língua árabe, na África e também no Oriente!

http://pt.vacances.com/

Site de Portugal.

Sair do Brasil

Dicas e matérias para quem deseja morar ou trabalhar no exterior (outros países).

http://www.sairdobrasil.com/

Vocês estão gostando né, rss

Trabalho em Dubai (work in Dubai)

Dubai fica situado nos Emirates árabes unidos e é não somente uma das cidades crescentes as mais rápidas do mundo, mas é também um epicenter para o emprego e oportunidades de trabalho novas. Estima-se que ao redor 30 companhias novas estão estabelecidas nesta cidade burgeoning cada semana; e este foi o caso desde 2002 atrasado.

Mas por que é Dubai uma cidade tão atrativa a viver dentro e trabalhar? A resposta curta Dubai é imposto livre. Se você viver e trabalho na área você está pagado seu salário bruto com nenhum imposto deduzido desta quantidade. Por que? Inacreditàvel, o taxation pessoal direto está de encontro à lei, significando que toda a renda que você fizer é 100% seu.

Se você estiver olhando nos campos do tourism, os meios ou as finanças, e são qualificados em sua área, há uma abundância de oportunidades de trabalho que esperam para ser agarrado acima. Cada ano, milhares de povos internacionais está fazendo o movimento a Dubai assentar bem na parte do workforce e fazer algum dinheiro real, tax-free.

Do mesmo modo, se você estiver olhando para estabelecer seu próprio negócio no Emirate, os incentives numerosos das ofertas do governo ao negócio ultramarino a fazer exame acima nas zonas do comércio livre. Há atualmente 15 zonas do comércio livre, com os 7 de planeamento mais por os meses e os anos de vinda. Estas zonas permitem para que os negócios extrangeiros estabeleçam-se e cresçam-se sem impostos incorporados e sem uma estrutura do shareholding. Você realizará rapidamente porque há uma abundância de oportunidades de trabalho em Dubai.

A fim trabalhar em Dubai, você será requerido prender um visto da licença e do residency de trabalho. A maioria de empregadores arranjarão para que estes detalhes estejam classificados para seus empregados uma vez que são apontados para sua posição dentro da companhia. Na uma mão, se você estiver planeando um feriado a Dubai, você será emitido com um visto provisório (dependendo do país você é de), e você pode usar esta oportunidade de scout ao redor e procurar oportunidades de trabalho. Uma vez que você fêz este, o processo de aplicar-se para uma licença e um visto de trabalho é razoavelmente direto.

Uma diferença notável em Dubai é as horas de funcionamento, a que você se tornará rapidamente usado. Muitos negócios fecham-se por algumas horas cada tarde e sexta-feira tende a ser um dia em que nenhuma reunião for realizada.

Dubai, como uma cidade, é inacreditável. O padrão vivo para expatriates é maravilhoso, como é a vida onde social rápido-passeada muitos destes povos aprecíam. Preparar para jogar duramente e trabalhar, e apreciar muitas maravilhas que Dubai tem que oferecer do skiing indoor, a jogar o golf, ou fazer exame de um safari 4wd no deserto Dubai tem-no todo.

Você nunca sentirá sozinho em Dubai. A maioria da população atual é composta de expatriates e você não terá nenhuns conhecimento da reunião do problema e amigo novo quase imediatamente. O ambiente multi cultural permite para que clubes sociais numerosos e os eventos incentivem povos novos encontrar-se com. Toda a esta ajuda a residentes novos facilitar em sua vida nova em Dubai.


Texto por: Stephen Davis is an IT professional and operates the Stephen Davis is an IT professional and operates the Dubai Hotels and Dubai Jobs Website - a resource for job opportunities, news and information relating to Dubai.

Data de Publicação: 17-10-2006

Fonte: http://pt.articlesbase.com/article_63798.html

Check this website: http://www.dubaihotelsandjobs.com/

Para você que quer entender Os Emirados Árabes:

segunda-feira, 7 de janeiro de 2008

Os Emirados Árabes Unidos são compostos por 7 emirados:

Abu Dhabi
'Ajman
Al Fujayrah
Sharjah
Dubai
Ra's al Khaymah
Umm al Qaywayn


A Nação "Emirados Árabes Unidos" é constituída por estas 7 regiões administrativas; os 7 Emirados.

Cada emirado é uma monarquia controlada por uma família real, com uma certa soberania sobre o território regional. Dessas 7 divisões regionais, o Emirado de Abu Dhabi, que cobre 86.7 % da área total do país, é dividido em 3 sub-emirados: o sub-emirado que compreende a cidade de Abu Dhabi, um sub-emirado leste e um sub-emirado oeste. Existe um Supremo Conselho Federal: formado pelos 7 emires, que se reúne regularmente 4 vezes ao ano, sendo que os emires de Abu Dhabi e de Dubai tem o poder de veto. A cada 5 anos o conselho de emires se reúne para eleger um Presidente e um Vice-presidente entre eles. Zayed Bin Sultan Al Nahyan, emir de Abu Dhabi desde 1966 e líder político da nação desde sua independência, em 1971, foi reeleito sucessivas vezes pelos emires até sua morte, em 2 de novembro de 2005. Como Emir em seu lugar, assumiu seu filho, Khalifa Bin Zayed Al Nahyan, e inclusive foi eleito unânimamente Presidente em 3 de novembro de 2005 para estar a frente do país. Em eleição realizada entre os emires. O Vice-presidente do país é Muhammad bin Rashid al-Maktum, Emir de Dubai, que teve seu mandato reafirmado dia 3 de novembro de 2005 em eleição unânime entre os mesmos emires.


Os Emirados Árabes Unidos situam-se no sudoeste da Ásia, têm costa no golfo de Omã e no golfo Pérsico e fronteiras com Omã e com a Arábia Saudita. O país é uma planície costeira plana e estéril que se funde no interior com as dunas de areia do deserto arábico. Há também montanhas no leste do país. A sua localização estratégica ao longo das aproximações de sul ao estreito de Ormuz faz do país um ponto de trânsito vital para o petróleo bruto mundial. Considera-se que os Emiratos Árabes Unidos são um dos quinze estados que constituem o chamado "Berço da Humanidade".


Baseada no petróleo, uma economia fortíssima. Com isso, os E.A.U. é um dos países mais ricos do mundo. Existem comprovadas reservas de mais de 90 bilhões de barris de petróleo no território. Hoje o turismo também é uma actividade forte na região, principalmente frequentada por estadunidenses.

A cada dia, os Emirados Árabes Unidos vêm construindo uma sociedade mais desenvolvida. Seja através de investimentos oníricos, como a construção de ilhas artificiais, seja com a a construção de uma sociedade mais aberta à diversidade, sendo Dubai o principal emirado em desenvolvimento do país.

Qualquer empreendimento ou lucro é totalmente isento de impostos ou taxas em todo o território nacional, com isso, o país consegue atrair gigantescas somas em investimentos do mundo inteiro, principalmente das grandes economias. O Estado arrecada fundos através de suas estatais, como as empresas de petróleo e como as companhias aéreas Emirates e Al Etihad, adoptando um sistema de arrecadação que lembra aspectos da Suíça e de Mónaco, porém, muito mais intenso e muito mais incentivador.


Bahrein ou Bahrain

É um pequeno estado insular do Golfo Pérsico, com fronteiras marítimas com o Irão a nordeste, com o Qatar a leste e com a Arábia Saudita a sudoeste. Capital: Manama.

O Bahrein conseguiu independência em 1971, e se transformou em emirado. Em 1973, foi promulgada uma constituição, que estabeleceu o regime monárquico tradicional e criou uma câmara parlamentar.

O Bahrein é um arquipélago de trinta ilhas e ilhotas que fica no Golfo Pérsico, a leste da Arábia Saudita e a noroeste do Qatar. A maior das ilhas é a dhkle Bahrein, com 16km de extensão no sentido leste-oeste e 48km no sentido norte-sul. A ilha principal é unida ás pequenas ilhas de Muharraq e Sitra por uma estrada. Em 1986 uma ponte que liga Bahrein à Arábia Saudita foi inaugurada. A superfície total do país é de 692km².


Fonte: wikipedia

Amary Jr. em Dubai

domingo, 6 de janeiro de 2008

http://www.amauryjr.com.br

Algumas Informações que retirei do site do Amaury Jr.

Dubai tem 3.900 km2. A extravagância não vem apenas de sua arquitetura feérica, mas de suas audaciosas soluções. Estamos no deserto, mas água não falta, quer para lagos artificiais, centenas de ilhas também artificiais, desvios incomensuráveis das águas do Golfo Pérsico e neve sob um calor de 40 graus.

A população nativa de Dubai, um dos sete Emirados Árabes, hoje é minoritária. Estrangeiros do sul da Ásia e das Filipinas dominam a mão de obra. O idioma oficial é o árabe, mas o inglês é ensinado nas escolas e amplamente utilizado. A capital federal é Abu Dhabi.


Mas Dubai é a capital do turismo e do entretenimento. É, portanto, o mais liberal de todos os Emirados, à luz do Alcorão.

Certas informações e cuidados têm que ser levados a sério:

Antes de embarcar ouvi dizer que era proibido beber, prática pecaminosa pelo Alcorão. Não é verdade. Isso vale para os muçulmanos, não para turistas. Contudo, turistas não podem beber nas ruas, só nos restaurantes e hotéis.

* Mulheres ocidentais têm que andar cobertas. Também não é verdade. Podem se vestir como quiser e não são obrigadas a cobrir os ombros em público. Mas é de bom tom se vestir de maneira conservadora, para se sentir mais à vontade.

* Homossexualidade é ilegal. Verdade.
Todas as relações sexuais fora do casamento tradicional são ilegais. Como casamentos gays não são reconhecidos pela lei islâmica, todos os atos homossexuais são ilegais.

* É barrada a entrada no país de quem for soropositivo. Isto acontece mesmo, mas não há teste na chegada do país. Entretanto se você for descoberto como soropositivo, é deportação no ato.

* Cuidado com amassos exagerados na rua, mesmo que seja com sua mulher. Demonstrações acaloradas podem resultar em multa ou prisão.

* Sempre aceite coisas e comidas com a mão direita. A mão esquerda é considerada impura. Mas turistas são perdoados.

* Não cruzar as pernas exibindo a sola do sapato, especialmente se estiver apontando a sola para alguma pessoa. Isso não é educado. Não me perguntem porquê...

* Gordura é sinal de formosura. Os muçulmanos adoram mulheres cheinhas, e vice versa.

* Natal não tem a eloquência do ocidente. Encontrei banners atenuantes com os dizeres: “Natal não é uma data, é um estado de espírito”.


(Lembrando que essas citações do Amauri referece a sua visita à DUBAI, se vc for para a Arábia Saudita por exemplo, as leias são mais rígidas!)

Trabalho em Dubai

Ainda há boas alternativas para quem deseja trabalhar no exterior. A reportagem apurou pelo menos 2.859 vagas para os próximos meses, grande parte para funções que não exige terceiro grau completo, como trabalhadores agrícolas na Nova Zelândia, ou cozinheiros, copeiros e auxiliares de serviços gerais em hotéis localizados em Dubai, nos Emirados Árabes. Os vencimentos variam entre US$ 300 e US$ 1,9 mil ao mês.

Apesar da constante necessidade de trabalhadores menos qualificados, também há vagas para profissionais com nível técnico, tecnológico e universitário. A província de Québec, no Canadá, necessita de 45 mil estrangeiros para trabalhar na região em 2008. Este pessoal tem a perspectiva de inserção por conta do crescimento econômico mundial.

Em alguns países, o contingente populacional não acompanha a ampliação do mercado de trabalho, o que obriga seus governos a importar mão-de-obra qualificada, algo que ocorre também na Nova Zelândia, Austrália, e países em reconstrução, como Angola.
Apesar do déficit populacional, o mercado internacional é extremamente criterioso na seleção de pessoal para compor seus quadros. A dentista Bianca Muriel Class sentiu na pele as dificuldades para conquistar uma vaga lá fora. Há pelo menos dois anos, ela trabalha na Nova Zelândia, como assistente de dentista. Após muita batalha contra a burocracia neozelandesa, ela finalmente conseguiu visto de residente, e vai poder fazer um mestrado numa universidade na terra do kiwi.

“O problema é que com o visto de turista não se pode trabalhar legalmente, daí ter que encontrar alguém que te ofereça emprego, para o qual tu proves ser mais qualificado que as pessoas que vivem aqui; tem que convencer a imigração que eles precisam de ti”, relembra Bianca.

ILEGAL – Algo que sequer pode passar pela cabeça de quem pretende trabalhar no exterior é aventurar-se na informalidade em algum país estrangeiro. Cada vez mais, o mercado internacional fecha o cerco para os ilegais. Há países nos quais é exigido do estrangeiro um certo valor em conta corrente para permanência. Caso não tenha como comprovar o valor, a pessoa é deportada no ato, sem sequer sair do aeroporto.

Por outro lado, algo que tornou menos atrativa a perspectiva de trabalhar no estrangeiro é a valorização do real ante ao dólar americano, e mesmo em relação ao euro. “Em 2002 (com o dólar a R$ 4), faziam fila na porta da minha agência para trabalhar fora, mas isso agora virou lembrança”, observa Marcelo Toledo, diretor-geral da MBrazil Intercâmbio.
Ainda assim, o executivo tem o que comemorar, pois a empresa, com dez anos de mercado, já exportou três mil trabalhadores brasileiros para o exterior. Na MBrazil, estão em curso a intermediação para trabalho em hotéis dos Emirados Árabes, e na agricultura da Nova Zelândia.

Os programas de trabalho neozelandeses chegam a custar R$ 8 mil, enquanto a inscrição para trabalho nos hotéis é gratuita. A MBrazil informa que o resgate do investimento ocorre, em média, em três meses.

Já a província de Québec, no Canadá, faz jus ao slogan de “terra de oportunidades”, com suas 45 mil vagas para trabalhadores do mundo inteiro. O perfil solicitado é de pessoal com formação técnica, tecnológica ou universitária, além de experiência profissional comprovada, ter até 35 anos de idade, e possuir conhecimentos em inglês e francês. Outra fronteira de avanço para a mão-de-obra brasileira é Angola. O país africano ressurge das cinzas, após anos de guerras intestinas.

http://www.atarde.com.br/economia/noticia.jsf?id=816057

Site da MBrazil: http://site.mbrazil.com.br/

Cultura egípcia no interior do Brasil

sexta-feira, 4 de janeiro de 2008

São Paulo – O município fica no interior do Brasil, mas nem por isso ali falta cultura egípcia. Em Ponta Grossa, a 156 quilômetros de Curitiba, capital do Paraná, um pequeno museu trata de abastecer a curiosidade da comunidade local a respeito da terra dos faraós. O Museu de Arqueologia tem em exposição 260 réplicas de objetos do berço do Egito Antigo. São desde pequenos amuletos até peças maiores como a cabeça de rainha Nefertiti ou a reprodução de um sarcófago que está no Museu Britânico. O local abriga também um objeto original, uma máscara de múmia do século 2 a.C.

De acordo com o egiptólogo Moacir Elias Santos, proprietário do museu, a máscara foi adquirida na França e doada ao local. As informações que existem sobre o objeto são de que se trata de uma máscara masculina confeccionada em papiro, gesso e linho. As réplicas que fazem parte do acervo foram feitas pelo artista Eduardo Vilela e também pelo próprio Santos. O museu, na verdade, tem em um acervo de mais de 600 objetos, mas apenas parte deles está em exposição. O local tem duas salas com um total de 60 metros quadrados.

Tudo começou com a curiosidade do proprietário do museu a respeito do Egito. Com cerca de nove anos, Santos viu postais do busto de bronze da Nefertiti que seu tio, que havia participado como praça das Nações Unidas da Guerra dos Seis Dias, trouxe ao Brasil. Foi aí que o egiptólogo começou a ler e pesquisar sobre o tema. Na adolescência, Santos já estava reproduzindo objetos do Egito Antigo e entre 14 e 15 anos estava fazendo exposições itinerantes com as suas peças. As primeiras eram feitas em argila, mas depois ele passou a usar também materiais como gesso, cerâmica, madeira, resinas de poliéster e fibra de vidro.

Santos chegou a levar sua exposição para outras cidades, além de Ponta Grossa, e o estado de Santa Catarina. Depois de concluir o ensino médio, o egiptólogo estudou Arqueologia na Universidade Estácio de Sá, no Rio de Janeiro, e fez mestrado na mesma área na Universidade Federal Fluminense. Foi nesta época, em 2001, que ele resolveu criar em sua cidade de origem, Ponta Grossa, um museu para que a comunidade local pudesse ter contato com o Egito Antigo. "Do interior fica difícil ir para os grandes centros como Rio de Janeiro e São Paulo para conhecer os museus", afirma Moacir Elias Santos.

O museu, que no começo era chamado de Galeria de Egiptologia, fica em um bairro de Ponta Grossa chamado Oficinas. As visitas são feitas com hora marcada. De acordo com Santos, o grande público do espaço é o estudantil do ensino fundamental e médio. Nos meses de maio e junho, quando os escolares normalmente estão estudando o Egito Antigo, o museu chega a receber turmas nos três turnos. É cobrada uma entrada de R$ 2 para estudantes e de R$ 3 para turistas e visitantes em geral.

Contato

Tel: +55 (41) 9637-6288
E-mail: moacirsadowski@hotmail.com


http://www.anba.com.br/orientese.php?id=99

Notícias de um blogueiro

São Paulo – Quando a ex-mulher, Yasmin, se mudou para Dubai com o pequeno Jeremy em 2005, Marcelo ficou um pouco sem chão. Os Emirados Árabes Unidos pareciam um destino dos mais improváveis. Mas a distância do filho, hoje com sete anos, foi o suficiente para Marcelo Cunha, um gaúcho de Porto Alegre, deixar a vida consolidada em São Paulo e um trabalho numa agência de publicidade para trás. Primeiro ele fez um teste. Foi passar férias em Dubai para sentir o território. Gostou, voltou, pediu demissão, fez a mala e se mudou para o país em janeiro de 2007.

Foi sem emprego, sem falar inglês fluente – "que é a língua mais falada por aqui" – e sem um projeto. Simplesmente foi. "O gaúcho vai embora mesmo. Essa coisa de viver perto de fronteira dá essa dimensão de amplitude, essa vontade de sair e conquistar o mundo", explica. Chegou lá com seu computador debaixo do braço, 5 kg de feijão, 5 kg de erva-mate para chimarrão e um pouco de carne-seca. Levou também seu cachorro e três gatos. Poucos meses depois começou a detectar a quantidade de coisas que poderia fazer por ali. Os 20 e tantos anos trabalhando em Recursos Humanos de grandes empresas ficaram para trás. Agora ele quer mergulhar no comércio exterior, tamanhas as possibilidades da cidade árabe sempre em obras.

"Aqui em Dubai a velocidade é outra, as coisas acontecem, os árabes sabem o que fazem. Em uma semana, a paisagem muda. Um amigo meu, engenheiro, diz que 25% das gruas do mundo estão em Dubai", contextualiza. Lá ele percebeu que existe uma enorme demanda por produtos que o Brasil pode exportar. Marcelo busca a fluência no inglês para poder ser representante de alguma empresa brasileira no país árabe. Enquanto isso não acontece, ele se comunica com muitos empresários brasileiros interessados nos Emirados. Já falou com exportadores de fruta do Nordeste, com empresas de tecnologia do Rio Grande do Sul e até com produtores de pão de queijo.

"Para você ter uma idéia de como tem espaço para crescer aqui, a Sadia, que é muito forte, volta e meia deixa de abastecer o mercado com alguns produtos. Já faz dois meses que estamos sem pão de queijo nas prateleiras dos supermercados. Ou seja, tem espaço para outras empresas também", conclui. "E nos mercadinhos pequenos, a demanda é ainda maior. Você vai ao mercado da esquina e pergunta: tem maracujá? Goiaba vermelha? E o dono do comércio, normalmente um asiático que veio tentar a vida aqui, responde: não, mas se você conseguir para mim, eu compro de você."

Entusiasmado com o universo que descobriu – e ainda está descobrindo - Marcelo resolveu criar um blog. A idéia era comunicar aos brasileiros que existe um lugar no mundo chamado Emirados Árabes Unidos, que também pode ser alcunhado como terra das oportunidades. "Pensei em fazer o blog para aproximar os brasileiros de informações sobre Dubai. Não queria falar sobre minha vida aqui, mas sobre as coisas que acontecem por aqui, ajudar a tirar um pouco o preconceito que os brasileiros no geral têm em relação aos árabes – que eu mesmo tinha", conta.

O blog "Brasileiro em Dubai, apaixonado por churrasco e chimarrão" (www.marcelodubai.blogspot.com) foi criado em maio e, de lá para cá, já teve 8.880 acessos. Rastreando a origem dos visitantes, Marcelo descobriu que tem gente da África, Estados Unidos, Ásia. A grande maioria, claro, é de brasileiros – já que a maior parte do conteúdo é em português. E dos brasileiros, a maioria é de São Paulo.

"Muitos empresários já entraram em contato comigo por causa do blog. Alguns até me convidaram para ir na Big Five para conhecê-los", diz. A feira, do setor de construção, ocorreu em novembro de 2007 em Dubai. E jornalistas também contactam Marcelo via blog. "Desde que foi inaugurado o vôo da Emirates, o Brasil se voltou para cá. Senti isso até no blog, aumentou o número de visitas". No começo eram 15 acessos diários. Hoje varia entre 70 e 90.

Projeto chimarrão

Entre as muitas idéias de projeto na vida nova em Dubai, Marcelo quer levar uma de suas grandes paixões para lá: o chimarrão. Mais que importar erva-mate, a cuia e outros apetrechos, o brasileiro quer introduzir essa cultura tão gaúcha, a arte de beber chimarrão, no país – mesmo sendo um lugar quente (a bebida normalmente é servida quente). "Para alguns até refresca", garante. "Vou montar kits com as peças e com a história do chimarrão para dar para os xeques daqui", diz.

Saudades do Brasil

Marcelo sente falta do verde, de ver o filho subindo em árvores. "A cidade é linda, há flores, plantas ornamentais, tudo constantemente irrigado – mas falta verde. É deserto né?" E sente falta também da liberdade que o Brasil oferece. "E claro, da família, dos amigos...eles me acharam maluco de ter vindo."

Já a razão principal de sua mudança, o filho Jeremy, se adaptou bem à nova vida. O menino estuda numa escola internacional. Uma das razões que fez com que Yasmin – que é filha de libaneses - se mudasse para Dubai era justamente a chance de dar uma boa educação ao filho. Na escola, ele estuda com crianças da Austrália, Nova Zelândia, Estados Unidos, Índia, China, do próprio Emirados, etc, aprendendo desde cedo como é diverso o mundo em que vive. "Lidar com diferentes culturas na infância é o que te dá paz no futuro", resume o paizão coruja.


http://www.anba.com.br/noticia.php?id=16688


Parabéns Marcelo!
Sucesso para você!

Livro: Gramática do árabe moderno

quarta-feira, 26 de dezembro de 2007

Traduzida e adaptada para o português da obra do estudioso David Cowan, Gramática do árabe moderno é um guia que permite fácil acesso às principais regras gramaticais da língua árabe clássica e moderna a todos aqueles que queiram se familiarizar com ela. O livro inicia-se com a descrição de características básicas – incluindo curiosidades – do idioma, como, por exemplo, a constituição de seu alfabeto, a pronúncia das consoantes e métodos genéricos sobre acentuação e pontuação.

Dividida em 25 lições, nessa gramática são contemplados também aspectos como identificação dos artigos, dos gêneros, das frases nominais, dos pronomes pessoais singulares e partículas interrogativas, além das formas plurais. Nas Lições V a VII, apresentam-se regras que variam desde a formação das declinações até a apresentação das preposições, passando pela identificação dos adjetivos (e respectivos comparativos e superlativos) e advérbios, sem as questões envolvendo a ordem das palavras e a formação de frases verbais e nominais. Com as Lições VIII e IX, é a vez de se conhecer os dois tempos verbais da língua: o perfectivo e o imperfectivo, e sua aplicação em verbos mais utilizados, como "ser" e "estar". A Lição X, por sua vez, trata dos pronomes demonstrativos, relativos e interrogativos. É a partir da Lição XI – estendendo-se até a Lição XXIII – que a gramática se dedicará de maneira bastante peculiar aos tempos verbais, incluindo sua classificação e pormenorizando o imperfectivo dos verbos simples, o modo subjuntivo, o modo jussivo, o verbo simples duplo, a existência de verbos chamados "fracos", os verbos derivados e os verbos "côncavos". Destacam-se, ao final da obra, na Lição XXIV, regras a respeito dos números cardinais e ordinais, além das frações, e os ensinamentos a respeito da escrita relativamente aos dias da semana, dos meses, das festas e datas de maior relevância do mundo árabe.

A última lição trata de alguns ensinamentos complementares sobre sintaxe e sobre as orações condicionais. Por fim, o autor foi bastante cuidadoso ao explicar em apêndices curiosidades sobre a fonética por meio de alguns exemplos básicos.
 
Trata-se de um manual que tanto os iniciantes e estudiosos como também os curiosos que tenham interesse no aprendizado de uma língua tão estranha aos povos ocidentais como é o árabe poderão utilizar. Consiste, sobretudo, em uma verdadeira inovação na bibliografia do estudo da língua árabe, já que é a primeira gramática publicada no Brasil voltada para a referida língua, inteiramente traduzida e adaptada do inglês para o português por Safra Jubran. Nas palavras do autor, "A intenção é explicar ao estudante, de uma maneira tão concisa quanto possível, a estrutura gramatical da língua árabe literal moderna tal como se verifica hoje nos jornais, periódicos, livros, rádios e através do discurso oral. Eu me esforcei para restringir o material ao mínimo possível que possa servir como ponto de partida para um estudo mais aprofundado da língua árabe. Uma vez dominados seus conceitos, o estudante terá uma noção da gramática da língua, e poderá direcionar oportunamente seus estudos para a compreensão da literatura moderna ou clássica de acordo com suas necessidades e inclinações".


Título: Gramática do Árabe Moderno 
Outor: David Cowan
Editora: Globo 
Assunto: Ensino De Linguas Estrangeiras 
Idioma: Português 
Tipo de Capa: BROCHURA 
Edição: 1 
Número de Páginas: 200 

Comida árabe no Natal dos brasileiros

terça-feira, 18 de dezembro de 2007

São Paulo – Esfiha, quibe, coalhada seca, charutinhos, babaganuche, homus, pistache, tahine, água de rosas vão fazer parte da ceia deste Natal de muitos brasileiros. O restaurante Arabesco e a distribuidora de alimentos árabes Maxifour estão prontos para abastecer as casas dos brasileiros com produtos árabes nesse final de ano. "A maioria das encomendas que recebemos não são de descendentes de árabes, são de brasileiros", afirma o proprietário do Arabesco, Beto Isaac.

O restaurante, que tem duas unidades em São Paulo e funciona desde 1987, está cheio de encomendas para entregar no Natal. Segundo Isaac, que é neto de sírio-libaneses, essa época do ano é uma das mais movimentadas para o restaurante. Até o momento já foram encomendadas 30 ceias de Natal. Além das ceias, o Arabesco vem preparando desde o final de novembro, diversas encomendas de pratos árabes para confraternizações de finais de ano.

De acordo com Isaac, a procura pelas ceias árabes cresce a cada ano. Desde a novela brasileira "O Clone", que retratava histórias de uma família árabe, a demanda no restaurante Arabesco aumentou. "No ano da novela foi um absurdo. Desde então não paramos mais", diz Isaac.

As ceias de Natal oferecem um cardápio diversificado e atende o paladar de todos. "A gente sugere e o cliente escolhe", diz Issac. Os pratos podem variar dos mais simples, como esfihas e quibes, até os mais tradicionais, como cordeiro ao molho de gengibre, kafta, arroz marroquino e abobrinha recheada. O preço das ceias varia de R$ 30 a R$ 75 por pessoa.

Segundo Isaac, um dos sucessos do restaurante, que emprega 50 funcionários, está nas receitas da família. "Não inventamos nada, nós seguimos uma tradição da minha família. É a nossa maneira de fazer", acrescenta.

Outras opções de comidas árabes para as festas de final de ano são as cestas e kits de Natal do Maxifour, que oferecem produtos importados, como azeite de oliva do Líbano, tahine (pasta de grão de bico), pistache, amêndoas, semente de abóbora, figo, damasco, água de rosas, entre outros. As cestas também são montadas de acordo com o gosto do cliente.

A rede de supermercados Maxifour, também em São Paulo, oferece mais de mil tipos de produtos. Sua história começou em 1990, quando um imigrante libanês resolveu abrir uma padaria no bairro do Brás. Atualmente, a empresa também abastece restaurantes e hotéis brasileiros.

Contatos

Arabesco
Tel. 11 3872-8164
Site: www.arabesco.com.br

Maxifour
Tel. 11 6099-0000
Site: www.maxifour.com.br



Marina Sarruf
http://www.anba.com.br/noticia.php?id=16808

quarta-feira, 5 de dezembro de 2007

Essa notícia, é muito legal!!!
Uuuuhuuuu



São Paulo – O governo da Arábia Saudita vai facilitar a emissão de vistos para empresários brasileiros. A decisão foi comunicada na semana passada pelo encarregado de negócios da embaixada do país em Brasília, Omar Al-Oyaidi, à Câmara de Comércio Árabe Brasileira. "Queremos dar mais abertura aos empresários, para que eles viagem à Arábia Saudita, vejam as possibilidades de investimentos. Existem muitos projetos em andamento por lá, diversas oportunidades e boas chances de se conseguir negócios", disse Al-Oyaidi ontem (04) à ANBA.

A partir de agora, quem tiver interesse em ir ao país a negócios poderá solicitar e obter o visto de entrada diretamente na embaixada, mediante o preenchimento de formulário, pagamento de taxa e apresentação de passaporte e foto. Antes era preciso um convite prévio de uma empresa ou entidade local, que informava o Ministério das Relações Exteriores, que posteriormente autorizava a emissão do visto pela embaixada.

Segundo Al-Oyaidi, a emissão do visto de múltiplas entradas será feita rapidamente, até no mesmo dia, e, além disso, os empresários brasileiros terão direito de usar corredores especiais na área de imigração nos aeroportos do Reino, como ocorre com os diplomatas.

Na carta enviada à Câmara Árabe, ele acrescentou que as medidas foram tomadas em vista da "destacada posição" das relações entre os dois países e em obediência à determinação do governo saudita de eliminar restrições e obstáculos ao comércio e aos investimentos. "O Reino tem grandes oportunidades de negócios e os empresários vão encontrá-las", disse o diplomata.

A Arábia Saudita é o principal parceiro comercial do Brasil no mundo árabe e, segundo o secretário-geral da Câmara Árabe, Michel Alaby, a medida vai despertar mais ainda o interesse dos empresários brasileiros pelo país. "É uma forma dos brasileiros despertarem mais para o principal mercado individual do Golfo Arábico", afirmou.

Alaby informou que a facilitação de vistos é uma demanda antiga da Câmara Árabe frente aos governos do Brasil e dos países árabes. A entidade já defendeu diversas vezes em reuniões internacionais a medida como forma de incentivar os negócios entre os países. De acordo com ele, pelo processo antigo a obtenção de um visto saudita chegava a demorar 20 dias. Hoje somente a Tunísia e o Marrocos não exigem vistos de brasileiros.

O próprio Al-Oyaidi já havia falado sobre a disposição de seu governo em facilitar os vistos durante um seminário da Federação das Câmaras de Comércio Exterior (FCC), realizado no Rio de Janeiro no mês passado.

Potência árabe

Entre janeiro e outubro deste ano a Arábia Saudita figurou como principal mercado e maior fornecedor do Brasil no mundo árabe. As exportações para lá renderam US$ 1,22 bilhão, um aumento de 3,4% em comparação com os primeiros 10 meses de 2006. Os itens no topo da pauta foram carne de frango, minério de ferro, açúcar, carne bovina e farelo de soja.

As importações somaram US$ 1,47 bilhão, uma redução de 2,7% em relação ao mesmo período do ano passado. Os principais itens importados pelo Brasil foram petróleo, propano liquefeito, óleo diesel, resíduos de alumínio e enxofre. Os dados são do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.

A participação do Brasil, no entanto, ainda é pequena na balança comercial saudita. Só para se ter uma idéia, o Reino exportou o equivalente a US$ 207,8 bilhões em 2006 e importou US$ 64,16 bilhões, segundo estimativas da Economist Intelligence Unit (EIU), serviço de análise econômica da revista britânica The Economist.

O país é o principal exportador de petróleo do mundo e tem as maiores reservas da commodity. De acordo com informações da Câmara Árabe, a indústria petrolífera representa 35% do Produto Interno Bruto (PIB) saudita, 75% das receitas do governo e 85% das exportações.

Com o aumento do preço do petróleo, o país tem investido as receitas do setor na diversificação de sua economia. Durante encontro em maio deste ano, o ministro brasileiro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Miguel Jorge, ouviu do ministro das Finanças saudita, Ibrahim Al-Assaf, que o país tem um programa que prevê investimentos de US$ 400 bilhões em quatro anos em áreas como infra-estrutura e refino de petróleo.

A Arábia Saudita tem também grandes projetos imobiliários em andamento, a exemplo de outros países do Golfo. O maior projeto na região é a King Abdullah Economic City, localizado na costa saudita do Mar Vermelho. Os sauditas só perdem para os Emirados Árabes Unidos no volume de empreendimentos em desenvolvimento.

Com um PIB de quase US$ 350 bilhões, segundo estimativa da EIU, a Arábia Saudita tem a maior economia entre os países árabes e uma população de 25,3 milhões de pessoas.

Mais informações:

Embaixada da Arábia Saudita em Brasília
Tel: (61) 3248-3525
Fax: (61) 3248-2905



Alexandre Rocha
http://www.anba.com.br/noticia.php?id=16733

segunda-feira, 3 de dezembro de 2007

Devo estar ruim da cabeça mesmo!

Li por ai em algum lugar:

No programa Saia Justa, do GNT, Jorge Forbes fala sobre o amor. Comenta histórias clássicas de amor da literatura. "Amor impossível é o amor que não tem intermediação. É o amor do encontro, é o amor da surpresa, do inusitado – sem lugar".

Hemm??? Que???

Onde já se viu eu ler algo sobre isso, não entender e ainda por cima, não ter nada para comentar?

"Eu quero um terraço,
de preferência com goteira.
Onde chova você
a noite inteira".

Zaiman de Brito Franco 
Jornalista - Campinas


Bonitinho né!
Embora hoje não me sinta romântica!
Devo estar com febre!
Mas legal essa sensação, bem rara em mim.


I`m so happy. I have now The Qur´ãn

Really i´m so Happy, it´s have some meaning, and how it come to my hands like magic.

Shukran!

Dica!

quarta-feira, 28 de novembro de 2007

Nem vou falar muito, mas vale a pena consultar o site da Câmara de Comércio Árabe Brasileira.

http://www.ccab.com.br

;)

Instituto Brasileiro de Estudos Islâmicos

segunda-feira, 26 de novembro de 2007

Na Mesquita Imam Ali ficam as instalações do Instituto Brasileiro de Estudos Islâmicos (Ibei). A instituição conta com uma página na internet (www.ibeipr.com.br), onde são divulgadas noticias e artigos sobre o mundo árabe e islâmico. O Ibei também conta com uma biblioteca virtual, onde podem ser adquiridas obras que versam sobre ambos os temas. Com mais de 20 mil acessos, a página do Ibei na internet é consultada por pessoas de todo o país e do mundo, como atestam as mensagens enviadas.

:)

Leia mais em
http://www.anba.com.br/noticia.php?id=16644

domingo, 25 de novembro de 2007



Quel est donc
Ce lien entre nous
Cette chose indéfinissable
Où vont ces destins qui se nouent
Pour nous rendre inséparables

On avance
Au fil du temps
Au gré du vent

On vit au jour le jour
Nos envies, nos amours
On s'en va sans savoir
On est toujours
Dans la même histoire

Quel est donc
Ce qui nous sépare
Qui par hasard nous réunit
Pourquoi tant d'allers, de départs
Dans cette ronde infinie

On avance
Au fil du temps
Au gré du vent
Ainsi

On vit au jour le jour
Nos envies, nos amours
On s'en va sans savoir
On est toujours
Dans la même histoire
La même histoire.


La Même Histoire - Feist


saudade

quarta-feira, 21 de novembro de 2007

Porque será que as vezes é fácil conviver com ela. E as vezes é tão difícil? Talvez esse seja um dos mistérios do meu amor por ele. Mas acho que isso que alimenta meu sentimento, porque essa saudade é mutante. As vezes ela é tristeza as vezes felicidade, as vezes é ela dúvida e outras vezes é convicção.

" E saudade, que bate no meu coração! Sei que é tarde, mas não desligue não." - Ricardo Chaves

segunda-feira, 19 de novembro de 2007

"Tudo na vida passa, tudo no mundo cresce
Nada é igual a nada não
Tudo que sobe desce, tudo que vem, tem volta
Nada que vive, vive em vão
Nem todo dia é festa, nem todo choro é triste
Nenhuma dor sempre será"


Elas por elas

Tunisiano pesquisa vida universitária em Natal

São Paulo – O tunisiano Ridha Ennafaa foi selecionado pelo Ministério de Educação do Brasil para desenvolver atividades de pesquisa na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (Ufrn), em Natal. A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) escolheu 30 pesquisadores estrangeiros para atuar em 20 instituições de ensino do Brasil no decorrer do ano que vem. Ennafaa, um dos selecionados no processo, nasceu em Cartago, na Tunísia, mas trabalha atualmente para a Universidade de Paris 8, na França.

Na instituição brasileira, Ennafaa vai dar continuidade a pesquisas sobre o processo de transição de alunos do ensino médio para a universidade. O tunisiano, que também tem cidadania européia, já desenvolveu trabalhos sobre esse tema no Brasil. Ennafaa morou na América do Sul na década de 80. A sua universidade, a Paris 8, mantém também convênio com a pós-graduação da Ufrn na área de educação há cerca de dez anos. Ennafaa já fez, no Brasil, seminários e oficinas, além de assessoria para a própria universidade do Rio Grande do Norte. O tunisiano fala português fluente e viaja ao Brasil cerca de duas vezes ao ano.

Na própria Ufrn e na Universidade Federal do Sergipe (UFS), o tunisiano é co-orientador de alunos de mestrado na área de educação. Na Ufrn, Ennafaa fundou, há dois anos, o Observatório da Vida Estudantil, um espaço para a discussão da vida universitária. O Observatório já existe na Universidade Paris 8 – foi criado por Ennafaa em 1994 – e reúne publicações e estudos sobre o cotidiano estudantil, além de ser um espaço no qual os estudantes podem se expressar e encontrar interlocução da universidade.

Ennafaa vai continuar desenvolvendo o tema da inclusão na instituição do Rio Grande do Norte. O principal foco da pesquisa é a inclusão de alunos que vêm do ensino médio público na universidade. A intenção é ajudar estes estudantes a permanecer na universidade, equiparando o seu conhecimento aos demais alunos, oriundos do ensino privado. Em entrevista à ANBA, o tunisiano afirmou que deve ficar no Brasil cerca de quatro meses, provavelmente entre junho e outubro do próximo ano.

Ennafaa é um dos autores do livro "Repensando a Escola: um estudo sobre os desafios de aprender, ler e escrever" que foi lançado pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) em junho deste ano e aborda o desempenho escolar em dez unidades da federação do Brasil. A publicação teve a participação de pesquisadores estrangeiros e brasileiros e foi coordenada por Vera Esther Jandir da Costa Ireland, mestre e doutora em Educação pela Universidade de Manchester, da Inglaterra.

Ele é doutor em Educação pela Universidade de Paris V – Sorbonne e professor da Universidade de Paris 8, onde também é diretor do Observatório da Vida Estudantil. Ennafaa começou a desenvolver há cerca de dois meses também uma pesquisa sobre os estudantes tunisianos que moram na França. "Como se viram, o que pensam em fazer no futuro", explica o professor. Apesar de morar na Europa, Ennafaa vai constantemente à Tunísia já que tem familiares no país árabe.


Isaura Daniel
http://www.anba.com.br/noticia.php?id=16431

Acontece em São Paulo - 24-11-2007

Poesia iraquiana, dança persa e um pouco de Neruda

São Paulo - "Sou um estrangeiro nesse mundo. Sou um estrangeiro, e há na vida do estrangeiro uma solidão pesada e um isolamento doloroso." Os versos do Gibran Khalil Gibran, poeta libanês que viveu entre 1883 e 1931, fazem parte do sarau que o EntreVentres, grupo que mescla dança oriental e poesia, promove no próximo sábado (24), na Biblioteca Alceu Amoroso Lima, em São Paulo. O Entreventres existe desde 2004 e tem como proposta a releitura de danças orientais (árabe, persa, armênia) intercalada com declamações de poesias.

"Nosso trabalho consiste em uma pesquisa histórica, de dança e de poesia, do universo árabe. Mas é um repertório mais amplo, que vai além da chamada dança do ventre. Buscamos as referências persas, armênias, turcas e de outros tantos grupos que compõem ou que influenciaram a cultura árabe", explica Leandra Yunis, bailarina e coordenadora do grupo ao lado de Lelia Maria Romero e Mariana Serafim.

A dança do ventre tal como se popularizou no Brasil, explica Leandra, é muito mais uma versão 'afrancesada' que a verdadeira dança árabe. "É uma versão ocidentalizada, que apela para o exótico. Nós procuramos fugir disso. Tentamos mostrar a dança oriental original, mas claro que de uma forma contemporânea, adequada à nossa realidade urbana, brasileira", explica a bailarina.

Além de bailarinos, o grupo conta com músicos percussionistas e declamadores. "Temos dois declamadores palestinos e uma libanesa, que apresentam a versão em árabe das poesias", conta Leandra, que nasceu na Argentina e é neta de sírios.

O tamanho do grupo e formato da apresentação varia conforme o projeto e a demanda. "Se um dia pedirem uma apresentação mais focada na dança persa, nós adaptamos", explica. "Mas temos uns módulos fixos que podem ser apresentados em qualquer lugar, até na rua". O sarau de sábado vai ter mais enfoque na poesia, já que o ambiente, uma biblioteca, é mais propício à leitura que à dança.

Na apresentação de sábado, além de textos de origem palestina, persa e iraquiana, haverá poemas latino-americanos como o "Sube a nacer conmigo hermano", de Pablo Neruda. Segundo Leandra, são "poesias de resistência" que se alinham com os versos de outros autores escolhidos como o palestino Mahmud Darwish, poeta contemporâneo cujo "Carteira de Identidade" será declamado no sarau.

Outros textos que foram selecionados para a apresentação são "Então a poesia se levanta", do marroquino Bem Jalloun, "Canção da Chuva", do iraquiano Bader Shaker Al Sayyab, que morreu em 1964, e "Tarifa de Embarque", do brasileiro Waly Salomão, filho de sírio com uma brasileira, que morreu em 2003. Veja a programação completa no blog http://entreventres.blogspot.com

Serviço

EntreVentres
Dia 24 de Novembro
Biblioteca Alceu Amoroso Lima
Henrique Schaumman, 777, São Paulo


Débora Rubin
http://www.anba.com.br/orientese.php?id=94

Revista sobre cultura islâmica é lançada no Brasil

terça-feira, 13 de novembro de 2007


A publicação 'Evidências' traz ao leitor informações sobre dogmas, práticas e crenças do Islamismo, procurando fazer uma ponte entre o Islã e os leitores brasileiros.

Reprodução
Revista Evidências chegou às bancas na última semana
Revista Evidências chegou às bancas na última semana

Curitiba - Trazer informações precisas sobre o Islamismo. Este é o principal propósito da Revista Evidências, que chegou às bancas de todo o Brasil na semana passada. Com textos em português e escrita numa linguagem clara, a intenção dos editores é, por meio dela, apresentar ao público brasileiro a mensagem primordial do Islamismo, que é de paz e entendimento. "Nossa intenção é mostrar ao leitor a essência da Religião Islâmica, sem distorções e preconceitos", destaca o Sayed Sharif Sayed Al-Amily, coordenador-geral da publicação.

A Revista Evidências preenche uma lacuna no mercado editorial brasileiro. Nas últimas décadas, o interesse do público por temas específicos levou à criação de nichos, com publicações voltadas para determinados segmentos. "Agora, as pessoas interessadas em conhecer a fundo o Islamismo, seus preceitos, dogmas, as práticas e as crenças dos muçulmanos, têm uma revista especializada a seu dispor", explica o professor Jamil Ibrahim Iskandar. Pós-doutor em Filosofia pela Universidade Complutense de Madri, ele é integrante do Conselho Editorial da revista.

"Um dos nossos propósitos é construir uma ponte, que traga aos brasileiros uma visão completa do Islamismo, assunto de importância estratégica vital no mundo contemporâneo", observa Sayed Sharif. "Pretendemos fazer um contraponto ao noticiário cotidiano, no qual o Islamismo e os muçulmanos estão sempre ligados a atos violentos, o que termina por criar uma imagem parcial e tendenciosa, alimentando o preconceito e a islamofobia", alerta o professor Iskandar.

Impressa em papel cuchê, rica em ilustrações e com cerca de 80 páginas, a Revista Evidências tem periodicidade bimestral. Entre seus colaboradores, ícones da cultura árabe e islâmica no Brasil, como o professor Samir El-Hayek. Os textos abordam diversos assuntos relativos à cultura e à Religião Islâmica, nem sempre acessíveis ao público em geral: o uso do véu, o casamento, a relação entre Oriente e Ocidente, história islâmica, fundamentos, a prática da oração, a peregrinação, além de temas políticos, sociais e econômicos, abordados sob o ponto de vista islâmico.

A Revista Evidências está sendo distribuída para todo o país, podendo ser encontrada nas bancas. Assinaturas podem ser feitas pelos telefones (11) 3329-9200 ou (41) 3222-4515. Por e-mail, os pedidos devem ser enviados para mesquitaimamali@yahoo.com.br


Omar Nasser, da Fiep -
Federação das Indústrias do Estado do Paraná
http://www.anba.com.br/noticia.php?id=16510

Mama África - Akon (com tradução)

segunda-feira, 12 de novembro de 2007

So much so much love
So much
So tell me can you feel it
So much so much yeah
Ya know
Make that visit
So much so much love
So much
Synagogue can you feel it
So much so much yeah
So much

So much love to share
Pure blackness, oneness so rare
So much love to give
Let them know they're missin' out
Mama Africa
Has so much love to share
Sweet blackness, oneness
Meet me there
So much love to give
Let them know they missin' out
Sing again

This is for all the love
And the life took away
Don't forget we were born in trade
Are ripped from the landshipped away
I
Is the inspiration we used to survive
See
Have to see it with your own cries
Don't play
Add it upalright
Still ya don't know

Land is so goldgreen
The place is so freshclean
And everyday I water my garden
Tell me if you feel it deep in your heart
Visit once, guaranteed to visit twice
And if you just believe in the most high
I know you'll be alright

Mama Africa
Pure blackness, oneness so rare
So much love to give
And let them know they're missin' out
Mama Africa
Has so much love to share
Sweet blackness, oneness

Meet me there
So much love to give
Let them know they missin' out
Sing again


That's my favorite place when I need to get away
Must forget but we can't forget to pray
Like Lance ridin' on the runway
In my homelandI'm feelin' so alive
Hear me chant Africa unite
Gonna accept mass alright

Still ya don't know
Skin is so darkbrown
She lifts me right off the ground
But no ya not gonna see it on ya tv
So just listen upbelieve me
Her trees have the only cure
Her love is sopure
Had to kiss them troubles goodbye bye
No I don't have to like mama Africa, unite

Pure blackness, oneness so rare
So much love to give
Let them know they're missin' out
Mama Africa
So much love to share
Sweet blackness, oneness
Be there
So much love to give
Let them know they missin' out
Sing again

So much so much love
So tell me can you feel it
So much so much
Make that visit
So much so much love
Synagogue can you feel it
So much so much
Ow!
So much love to share
I just can't see how we livin' without it
So much love to give
Don't miss don't miss one moment about it
So much love to share
Resist this miss
I really doubt it
So much love so much love to share
Oh yeah
Pure blackness, oneness so rare
So much love to give
Let them know they're missin' out
Feelin' it all the time
Sweet blackness, oneness
Meet me there
Better be there
Let them know they're missin' out
Sing again

.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.

Tanto, tanto amor
Tanto
Então me diz se você pode sentir?
Tanto, tanto, yeah
Tá ligado
Faz aquela viagem
Tanto, tanto amor
Tanto
Senegal você pode sentir?
Tanto, tanto, yeah
Tanto.

Owwwwwww...

Tanto amor pra compartilhar
Negritude pura, única e tão rara.
Tanto amor pra receber
Deixem eles saber que estão sendo dizimados
Mama África
Tanto amor pra compartilhar
Negritude doce, única.
Te encontro lá.
Tanto amor pra receber
Deixem eles saber que estão sendo dizimados
Cante de novo


Esta é por todo o amor
E pela vida que foi removida
Não esquece que nós nascemos do comércio
Fomos roubados de nossa terra e despachados ao léu
É a inspiração que uso pra sobreviver
Precisa vê-la com seus próprios olhos
Não liga
Cola junto e tá tranqüilo

Tu ainda não ta ligado

Terras tão verdes e douradas
O lugar é tão tranqüilo e sem caô
E todo dia que rego meu jardim
Me diz se você não sente no fundo do coração
O espaço é tão maneiro e estonteante
Visite uma vez e eu garanto que volta
E se você crer no todo poderoso
To ligado tu vai ficar bem

Mama África

Tanto amor pra compartilhar
Negritude pura, única e tão rara.
Tanto amor pra receber
Deixem eles saber que estão sendo dizimados
Mama África
Tanto amor pra compartilhar
Negritude doce, única.
Esteja lá.
Tanto amor pra receber
Deixem eles saber que estão sendo dizimados
Cante de novo

É o meu lugar favorito quando preciso cair fora
Apagar tudo, mas nunca esquecer de rezar
Como o ritmo de um Lince numa pista de decolagem
Em minha terra natal eu me sinto tão vivo
Ouça-me entoar África Unite
Aceite o tumulto numa boa


Tu ainda não ta ligado

A pele é tão escura e morena
Me faz levitar do solo
Mas da tua Tv não dá pra se ligar
Então apenas se liga e bote fé
Suas mata tem a única cura
Seu amor é tão feliz e puro
Precisa ama-la pra seus problemas acabarem
Não, eu não preciso mentir. Mama África se una.


Tanto amor pra compartilhar
Negritude pura, única e tão rara.
Tanto amor pra receber
Deixem eles saber que estão sendo dizimados
Mama África
Tanto amor pra compartilhar
Negritude doce, única.
Esteja lá.
Tanto amor pra receber
Deixem eles saber que estão sendo dizimados
Cante de novo


Tanto, tanto amor
Tanto
Então me diz se você pode sentir?
Tanto, tanto, yeah
Tá ligado
Faz aquela viagem
Tanto, tanto amor
Tanto
Senegal você pode sentir?
Tanto, tanto, yeah
Tanto.

Owwwww...

Tanto amor pra compartilhar
Eu não posso entender como vivemos sem isso
Tanto amor pra receber
Não perca, não perca nenhum lance sobre ela
Tanto amor pra compartilhar
Resista a essa derrota
Eu duvido na boa
Tanto amor
Tanto amor pra compartilhar
Oh Yeah
Negritude pura, única e tão rara.
Tanto amor pra receber
Deixem eles saberem que estão sendo dizimados
Sentindo toda hora
Negritude sweet, única.
Te encontro lá.
Melhor estar lá
Deixem eles saberem que estão sendo dizimados
Cante de novo


(Mama África - Akon)

Saudi Jeans

sexta-feira, 9 de novembro de 2007

That´s cool

He told about me ^^¨ because i asked him to talk about desabilities people in KSA (religion, socity, family)...

http://saudijeans.org/2007/11/01/suggestions-box/#comment-8609



Yes, obviously any place i go, any people I know I want feel what they think about this subject. I say obviously because I can´t forget this question, but I don´t want that anyone think that its my most interresting.

Also, I think this question is very personal, each person has his point of view, or treat in any way.



Who would have thought that you could hurt me
The way you've done it
So deliberate, so determined

Since you have been gone
I bite my nails for days and hours
And question my own questions on and on

Tell me now, tell me now
Why you're so far away
When I'm still so close

You don't even know the meaning of the words I'm sorry
You said you would love me until you die
As far as I know you're still alive
Baby

You don't even know the meaning of the words I'm sorry
I'm starting to believe it should be illigal to deceive a woman's heart

I tried so hard to be attentive
To all you wanted always supportive always patient
What did I do wrong?
I'm wondering for days and hours
it's here, it isn't here where you belong

Anyhow, Anyhow
I wish you both all the best
I hope you get along


Shakira - Illegal

quinta-feira, 8 de novembro de 2007

Saiu uma cartinha que mandei para Revista do Correio Popular - Campinas.

http://www.cpopular.com.br/metropole/conteudo/mostra_noticia.asp?noticia=1543031&area=2256&authent=141704320643041323030601770327

Você também encontra na revista impressa do dia 04/11/2007

:)


Se quiser ler aqui:

"Parabenizo o jornalista Eduardo Gregori pela entrevista com Hélcio Henrique, sócio do Cine Paradiso (O cinema do Centro, Metrópole, 21 de outubro). Como hobby, administro um site, o cinetotal (www.cinetotal.com.br) e conheço bem as dificuldades do cinema no Brasil. É muito importante o apoio da imprensa não apenas para escrever sobre filmes, mas também na divulgação de como anda o cinema no País e como funciona essa indústria.
Mirela Goi de Camilo - por e-mail "

Me recuso a
Esquecer aquele amor do passado
Não viver da maneira que quero
Obedecer
Viver sem felicidade

Sou diferente,
então não me culpe
não tente entender
eu vivo, se é pra estar viva

Fique à vontade para me recriminar
Para me culpar, achar o que quiser
Não sou como você
Respeito sua opinião
Apenas não mudo a minha

Sinto desilusão
Não acho que sou melhor
Mas isso é de mim
Ser assim

E o mundo vai girando, eu vou indo
Se é que é para ir
Talvez um dia me separe
De algumas pessoas que me fizeram bem
Mas se realmente isso acontecer
É porque também nos fizemos mal

E melhor mais amor
E menos preocupação
Alguém está me fazendo bem
E eu quero esse alguém


Mirela Goi

Tunísia planeja missão ao Brasi

São Paulo – O encarregado de negócios da embaixada da Tunísia em Brasília, Sami Nagga, disse ontem (07), em entrevista à ANBA, que o país árabe quer organizar uma missão empresarial ao Brasil no começo do próximo ano. "A balança comercial entre os dois países não é muito equilibrada. A Tunísia precisa diversificar suas exportações para o Brasil", afirmou. Sagga esteve na sede da Câmara de Comércio Árabe Brasileira, em São Paulo, junto com o primeiro-secretário da embaixada, Mohamed Tascou.

De janeiro a setembro deste ano, as exportações brasileiras para a Tunísia somaram US$ 118,4 milhões, o que representou um aumento de 18% em relação ao mesmo período do ano passado. Já as importações brasileiras do país árabe ficaram em US$ 99,4 milhões, um crescimento de 55% se comparado com o mesmo período. "A Tunísia exporta basicamente fosfato para o Brasil. Por isso é preciso fazer um trabalho para diversificar mais os produtos tunisianos no Brasil", disse Nagga.

Segundo ele, a idéia de organizar uma missão ao Brasil ainda está sendo discutida, mas os principais setores que devem ser representados pelos empresários da Tunísia são da indústria têxtil, agrícola, farmacêutica e de serviços de hotelaria. Para Nagga, o principal problema comercial entre os dois países é a distância. "É um fator que atrapalha", disse. Atualmente, os principais parceiros comercias do país árabe são: França, Itália, Alemanha, Espanha e países do Magreb.

De acordo com Nagga, também há muitas possibilidades de investimentos na Tunísia, como nas áreas de turismo e infra-estrutura. Nagga falou ainda sobre a importância do trabalho da Câmara Árabe. "Quero saudar a Câmara Árabe pelo trabalho que ela vem fazendo para aproximar os países", disse. Ele lembrou também da última missão empresarial que a entidade organizou para o Norte da África, em junho deste ano, que passou pela Tunísia.

A vindas dos diplomatas a São Paulo está relacionada à celebração dos 20 anos da mudança de governo do país árabe. Desde 1987 a Tunísia é governada por Zine El-Abidine Bem Ali. "É uma data muito importante para nós", disse Nagga. Segundo ele, o país ainda está passando por grandes mudanças econômicas, políticas e sociais. "Muita coisa mudou. Hoje há muito mais promoção e desenvolvimento econômico no país". Muitas empresas e hotéis foram privatizados. Atualmente, o país conta com sete aeroportos e grandes projetos de infra-estrutura.

Segundo Nagga, o país também melhorou muito em aspectos políticos, como interesses humanos, consolidação das instituições e a promoção do papel da mulher nas atividades políticas. De acordo com o primeiro-secretário, Mohamed Tascou, o desenvolvimento social está diretamente ligado ao econômico e hoje, 80% da população do país árabe é classificada como classe média.

Os diplomatas foram recebidos em São Paulo pelo cônsul da Tunísia, Rubens Hannun, que também é vice-presidente de Marketing da Câmara Árabe. Para comemorar os 20 anos de mudança do país árabe, a Embaixada da Tunísia junto com o Consulado do país árabe ofereceram um jantar para a comunidade tunisiana e para o presidente da Câmara Árabe.


Marina Sarruf
http://www.anba.com.br/noticia.php?id=16462

For my lover

terça-feira, 6 de novembro de 2007

I don't need know
Nothing compare 

I don´t need ask
You live for

I don't need plan
You are there

I don't need rhymes
You care

Oh Lord
I found a treasure
Perfect black

I don´t need pray
Thank´s God


Mirela
:)
06/11/2007

Akon

Aliaune Damala Bouga Time Puru Nacka Lu Lu Lu Badara Akon Thiam

Isso tudo ai em cima é o nome do Akon.

Viva África

Depois escrevo mais...