Tunisiano bate favorito e leva ouro nos 1500m livre

domingo, 17 de agosto de 2008

O nadador Oussama Mellouli, da Tunísia, entrou no seleto clube dos vencedores no Cubo D'Água e venceu a final dos 1500m livre na manhã deste domingo em Pequim (noite de sábado no Brasil) com o tempo 14min40s84.

O tunisiano confirmou uma das maiores zebras da Olimpíada e bateu o grande favorito ao ouro, o australiano Grant Hackett.

Hackett levou a prata com o tempo de 14min41s53. O bronze ficou com canadense Ryan Cochrane, com a marca de 14min42s69.

Mellouli disse que a conquista da medalha de ouro o redime de seus erros do passado, referindo-se a um caso de doping em 2006.

"Com ajuda de Deus pude sair desse purgatório, e esta medalha dedico a meu país", disse o tunisiano.

Ele foi flagrado em um exame antidoping em 2006. Na ocasião, perdeu seu título de campeão mundial dos 800 m livre e a medalha de prata conquistada nos 400 m no Mundial de Melbourne e foi suspenso por 18 meses.

Final dos 1.500m livre:

1° - Oussama Mellouli (TUN) – 14min40s84
2° - Grant Hackett (AUS) – 14min41s53
3° - Ryan Cochrane (CAN) – 14min42s69
4° - Yurily Prilukov (RUS) – 14min43s21
5° - Larsen Jensen (EUA) – 14min48s16
6° - David Davies (GBR) – 14min52s11
7° - Lin Zhang (CHI) – 14min55s20
8° - Yang Sun (CHI) – 15min05s12

Em prova sensacional e atípica, Jamaica leva um ouro e duas pratas nos 100m

Agência/Reuters Agência/Reuters


Shelly-Ann Fraser cruza a reta final para comemorar conquista da medalha de ouro

Na cola do conterrâneo Usain Bolt, a jamaicana Shelly-Ann Fraser ganhou a medalha de ouro nos 100 metros feminino ao percorrer a distância em 10s78. A prata terá dois donos, já que Sherone Simpsom e Kerron Stewart, também da Jamaica, empataram na segunda posição com 10s98. Não houve bronze. A quarta colocada foi a americana Lauryn Willams.

Fraser iniciou a prova bem e não demorou muito para assumir a liderança. Ao cruzar a faixa dos 50 metros, deixou claro que seria a vencedora. A partir deste momento, a graça passou a ser acompanhar a briga pelas outras duas medalhas. Simpson e Stewart tinham a companhia de Lauryn Williams, mas, aos poucos, foram abrindo e terminaram a prova lado a lado. A decisão foi tomada com o auxílio do "fotochart", aparelho que fotografa a chegada dos atletas. Não teve jeito, foi empate. E não houve ganhadora da medalha de bronze.

Assim como aconteceu no masculino, quando Usain Bolt deixou seus rivais na poeira, a Jamaica dominou também os 100 metros feminino. Além de Fraser, ela ficou com as pratas de Simpson e Stewart.

A classificação final

1º Shelly-Ann Fraser (Jamaica) - 10s78 - Ouro
2º Sherone Simpson (Jamaica) - 10s98 - Prata
3º Kerron Stewart (Jamaica) - 10s98 - Prata
4º Lauryn Willams (Estados Unidos) - 11s03
5º Muna Lee (Estados Unidos) - 11s07
6º Jeannete Kwakye (Reino Unido) - 11s14
7º Debbie Ferguson-Mckenzie (Bahamas) - 11s19
8º Torri Edwards (Estados Unidos) - 11s20

Longe dos grandes balneários, Douz e Tozeur são cidades imperdíveis no deserto da Tunisia

sábado, 16 de agosto de 2008

Fugindo das praias claras de Tunis e de multidões de europeus aglomerados nas areias, o Saara é uma alternativa para quem quer conhecer uma Tunísia diferente. A aridez do deserto afugenta as grandes levas de turistas, o que torna a viagem uma experiência muito mais autêntica.


Dromedários e veículos 4x4 são ótimas alternativas para conhecer o Saara
Crédito: Ben Lanz


Saara é uma das faces mais autênticas da Tunísia
Crédito: Colin Antill | fotoseeker

Douz é a cidade de entrada para o deserto. Não espere grandes construções nem mega resorts. Os tradicionais quarteirões têm vendinhas com roupas árabes e souvenirs para turistas.


Douz é ótima para comprar souvenirs
Crédito: Colin Antill | fotoseeker



Construções são imperdíveis em Tozeur
Crédito: Looklex

Partindo em direção ao árido Saara, onde é possível fazer tours em veículos com tração nas quatro rodas e até em dromedários, está Tozeur.

A cidade conserva uma cultura bem mais tradicional. Apesar de bastante turística, os governantes enxergaram que só preservando as raízes atrairiam visitantes. Dê uma volta pelo centro histórico, chamado de Ouled el-Hadef. Essa região do século 14 é uma das mais autênticas e belas do país.


Marabu de Sidi Bou Lifa é visita obrigatória em Tozeur
Crédito: Looklex


O marabu - espécie de túmulo sagrado - de Sidi Bou Lifa, é uma visita obrigatória. Dizem que a árvore que deita suas folhas na porta, foi plantada por ele mesmo.

Seja nos grandes balneários ou no árido deserto, comprar pode ser sempre uma diversão. A palavra de ordem é pechincha. E pedir desconto se estende a qualquer produto, de temperos a jóias. Insista. Se a sua lábia for boa e o tunisiano estiver realmente a fim de fazer um bom negócio, é fácil conseguir descontos de até 70%.

Fonte: UOL
São Paulo, 16 de agosto de 2008.

Book: O Gato e o Escuro, livro de Mia Couto

sexta-feira, 15 de agosto de 2008

Não, não ouso aqui apresentar a vocês este escritor de Moçambique, apontado como um dos mais importantes escritores contemporâneos africanos e da literatura em língua portuguesa.

capa livro o gato e o escuro


É que a Companhia das Letrinhas acaba de lançar no Brasil o livro dele O Gato e o Escuro (original de 2001 e nestes com ilustrações de Marilda Castanha), uma delicada história sobre um de nossos maiores medos – o escuro. O protagonista, um ser grande inspirador para ele: o gato. Nascido Antonio, "Mia" vem de sua paixão pelos felinos quando criança.

Na obra, a criança ganha mais: o contato com esta escrita que encanta tantos leitores do mundo inteiro. Sua melhor brincadeira? Inventar palavras.

mia couto

Já é uma delícia o texto que antecede à história e que ele dedica às crianças. Primeiro questiona o fato de uma obra ser "para" crianças. Depois, é uma poesia atrás da outra. "O que me encanta no acto da escrita é surpreender tanto a escrita como a língua em estado de infância. E lidar com o idioma como se ele estivesse ainda em fase de construção, do mesmo modo que uma criança converte o mundo inteiro num brinquedo".

De sua terra, ele exalta a chance de conviver com a prática de contar histórias. "Invento histórias para que a Terra inteira adormeça e sonhe. O escritor traria, assim, o planeta ao colo". Ele diz que aprendeu por lá também que as crianças não sejam só consumidoras de história: mas também produtores de história. "Eu quis muito que meus filhos aprendessem a escutar os outros, escutar a Vida". Ele escreve assim mesmo, com V maiúsculo.

Gente, isso faz muita diferença.

Fonte:
http://lerparacrescer.com.br/
31/07/2008

Os Vizinhos de Dubai

Friday Market, no caminho para fujairah/Sandra Silveira

DUBAI - Localizados na Península Arábica, na entrada do Golfo Pérsico, cada um dos sete Emirados Árabes Unidos (EAU) tem o mesmo nome de sua capital. Em uma viagem ao Oriente Médio, para participar de um congresso sobre turismo, passei a primeira noite em Dubai. Mas no dia seguinte logo cedo começava minha incursão rumo a dois outros emirados menos famosos, Sharjah e Fujairah, ou a um pedacinho deles. Um ônibus enorme e uma guia croata nos esperava no saguão. Nosso primeiro destino era Sharjah, localizado no centro dos EAU e a 15 minutos de distância de Dubai, porém sem o glamour do vizinho.

Por conta de sua proximidade de Dubai, Sharjah acaba sendo o local escolhido para morar pelas pessoas que trabalham no emirado ao lado. A população é de cerca de 700 mil habitantes. Sharjah tem muito ouro e o maior número de mesquitas dos emirados. No caminho, uma obra chama a atenção. À primeira vista, parece uma das mesquitas, mas, na realidade, é um aeroporto em construção.

Já a mesquita do Rei Faisal é a maior dos emirados e pode abrigar até três mil fiéis. Sob um sol inclemente do meio-dia, passamos em frente a ela. Era sexta-feira, dia sagrado para os muçulmanos, e toda a família pode ir fazer suas orações. Milhares de pares de sapatos ficam na entrada, e fiquei me perguntando como cada dono acha o seu depois.

Partimos de Sharjah rumo a Fujairah, distante 131 quilômetros de Dubai. O emirado é o único situado ao longo do Golfo de Omã em vez do Golfo Pérsico. São cerca de 100 mil pessoas distribuídas por 1.165 quilômetros quadrados. Pelo caminho, atravessamos uma estrada que corta as montanhas de Hajar. Vale uma parada para apreciar a linda vista do cânion nas montanhas e das trilhas wadis (vales entre rochas). O céu é azul; o calor, forte, e a umidade do ar, muito baixa. Mas o cenário compensa o desconforto.

Esperava ver beduínos no deserto e qual não foi minha surpresa quando descobri que o povo milenar não existe mais. Pelo menos, não da maneira que víamos nos filmes, morando em tendas no deserto, rodeados de camelos. Eles agora recebem subsídios do governo e, no lugar de tendas, têm belas casas; em vez de camelos, carrões de último tipo. Uma decepção. E nossa guia diz que os camelos que existem hoje nos emirados vêm da China.

Bidya Mosque, a mais antiga e menor mesquita dos Emirados/Sandra Silveira Em Fujairah, a primeira parada foi no Friday Market. Aberto todos os dias, vende mercadorias tradicionais, como cerâmicas, tecelagem de folhagem de palmeira e os famosos tapetes da região. Como em todo mercado popular, é preciso negociar. O lugar também é repleto de plantas e frutas. Aliás, os emirados importam quase tudo, à exceção de frangos, ovos e banana.

A mesquita de Bidiya, a mais antiga dos emirados, fica em Fujairah. Mais conhecida como Mesquita Otomana, tem quatro abóbadas apoiadas por um pilar central. Ao fundo, um morro leva a duas pequenas torres de onde é possível avistar belas propriedades rodeadas de montanhas.

Um enclave no meio dos Emirados

Passamos a noite no emirado de Fujairah, no Miramar Al Aqah Beach Resort Fujairah, considerado um dos melhores cinco estrelas dos Emirados Árabes Unidos. No dia seguinte pela manhã, rumamos para Al Ain, um enclave no emirado de Abu Dhabi, o maior, com 86,7% de uma área de 83.600 km e que abriga 4,4 milhões de habitantes. Foram quase duas horas cortando o deserto e avistando uma nuvem de poeira que deixava o céu totalmente nublado.

Al Ain é conhecida como a "cidade dos jardins" por causa de seus seis oásis. Por muitos anos, foi o destino preferido de férias dos xeques. É considerado um dos lugares mais verdes da Península Arábica e fica a 160 quilômetros tanto de Dubai como de Abu Dhabi. Um dos jardins de Al Ain está no sítio arqueológico de Hili, onde as famílias fazem piqueniques, especialmente nos dias mais frios - a temperatura nesses dias mais frios é superior a 30 graus Celsius. O sítio arqueológico é remanescente da Era do Bronze, com algo em torno de cinco mil anos, e foi restaurado.

Palácio de Al Ain/Sandra Silveira É proibido fotografar prédios públicos ou qualquer residência de integrantes do governo, principalmente dos xeques, sob pena de ter a câmera apreendida e passar alguns dias na prisão. Sendo assim, só de perto é possível ver onde moravam e como viviam os xeques nos palácios que foram transformados em museus. Esse é o caso do Palácio de Al Ain, residência do xeque Zayed bin Sultan Al Nahyan de 1927 até o início dos anos 70. Zayed queria transformá-lo em um ambiente cultural que conectasse o presente com o passado enclave. Segundo nossa guia croata, os mais talentosos artistas foram contratados para esse fim e, depois de dois anos de trabalho, em 2000, o Palácio de Al Ain foi aberto ao público.

Os visitantes são muito bem recebidos e levados para conhecer como vivia a família mais nobre do emirado. Os convidados tinham uma ala só para eles no palácio de inúmeros quartos, salas, jardins e muitas pinturas do mais amado, pintado, fotografado e falado xeque, morto em 2004.

Mercado de Camelos em fujairah/Sandra Silveira Depois do palácio, fomos visitar um mercado de camelos. Muitos empresários adquirem os animais para disputarem corridas, que são populares na região. Mas o mercado não é apenas um local de compra e venda de camelos de corrida, mas também um lugar onde são negociados o $e a carne dos animais.

Nenhuma visita a Al Ain estaria completa sem ir ao topo da montanha Jebel Hafeet, considerada um dos monumentos do enclave. São 1.200 metros acima do deserto alcançados por uma estrada de cerca de 15 quilômetros de extensão. Até onde os olhos podem ver, não há árvores, moitas, nada, o que torna o lugar mais fascinante ainda. É de tirar o fôlego. Antes de retornar a Dubai, passamos a noite no alto da montanha, no Mercure Grand Jebel Hefeet Hotel. Fez frio de verdade.

A repórter viajou a convite do World Travel & Tourism Council (WTTC)
 
Fonte:
Sandra Silveira - O Globo Online

Nigéria entrega oficialmente a península de Bakassi a Camarões

Calabar - A península de Bakassi, objeto de uma divergência de fronteiras e potencialmente rica em petróleo e gás, foi oficialmente restituída pela Nigéria a Camarões nesta quinta-feira (14) uma cerimônia em Calabar.

O acordo de entrega foi assinado pelo ministro nigeriano da Justiça, Michael Aondoakaa, e seu colega camaronês, Maurice Kanto.

Segundo a Nigéria, a entrega não deve ser considerado uma perda para o país e sim sinal de profundo respeito pelo direito internacional.

A entrega põe fim a 15 anos de divergências entre os dois países. 
 
 

Filmes rendem US$ 111 milhões ao Marrocos

Rabat – Cerca de 17 filmes estrangeiros foram gravados no Marrocos no primeiro semestre de 2008, o que rendeu ao país no período um montante de US$ 111 milhões, um recorde histórico, segundo informa o Centro Cinematográfico Marroquino (CCM). O valor já supera em 50% o total faturado em todo o ano de 2007, quando o país recebeu US$ 74 milhões.

Em 2006 os rendimentos foram US$ 61,9 milhões e em 2005, US$ 38,4 milhões. São gravados no Marrocos entre 20 e 30 filmes a cada ano. O crescente número de importantes produções cinematográficas atraídas ao Marrocos é devido às campanhas de publicidade e atração promovidas pela CCM em grandes festivais, especialmente o de Cannes e Marrakech, segundo informa o próprio CCM.

Também é explicado pelos esforços promocionais do sul da região de Souss-Massa-Draa, onde são gravados a maioria dos filmes estrangeiros no país. Previsões da CCM são que o país se transforme no principal pólo cinematográfico da África até 2016.

Segundo a página de internet do CCM, empresas cinematográficas norte-americanas, francesas, italianas, britânicas e holandesas têm filmado no país. Para a organização, entre os fatos atraentes estão o sol, a vida pacata do país e sua geografia privilegiada, oferecendo calor e frio. Na África, mas próximo da Europa, o país também oferece acesso ao Mar Mediterrâneo, ao norte, e ao Oceano Atlântico, a oeste. Além do mais, o país também propicia fácil acesso ao Saara.

Outras características favoráveis do país são seus recursos naturais, a variedade de seus sítios cinematográficos, sua diversidade étnica e suas paisagens, que incluem deserto, palmeiras, caravanas, danças folclóricas e monumentos antigos.

O interesse de diretores pelo país árabe não é recente. Em 1949, Orson Welles gravou no Marrocos o filme "Otelo". Já em 1956 foi a vez de Alfred Hitchcock, com "O Homem que Sabia Demais". Outros filmes famosos gravados no país foram "Lawrence da Arábia" (de David Lean – 1962), "O Homem Que Queria Ser Rei" (John Huston, 1975), "A última tentação de Cristo" (Martin Scorsese, 1988), "Um chá no Saara" (Bernardo Bertolucci, 1991), "Gladiador" (Ridley Scott, 2000), "Falcão Negro em Perigo" (Ridley Scott, 2001), "Alexandre, o Grande" (Oliver Stone, 2004) e "O Reino dos Céus" (Ridley Scott, 2005).

*Com informações da redação da ANBA. Tradução de Mark Ament

Curso de sensibilização no relacionamento com pessoas com deficiência

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

A Pró-reitoria de Extensão e Assuntos Comunitários (Preac) da Unicamp, em parceria com o Centro de Vida Independente de Campinas (CVI-Campinas), organiza, no dia 27, das 13 às 17 horas, um curso de sensibilização no relacionamento com pessoas com deficiência. As inscrições devem ser feitas pelo e-mail cvi.preac@reitoria.unicamp.br, até o dia 26 de agosto. O curso será ministrado no Centro Cultural de Inclusão e Integração Social da Unicamp (Estação Guanabara), que fica na Rua Mário Siqueira, 829, no Jardim Guanabara, em Campinas.
 
Esclarecer e sensibilizar os participantes, através de vivências e exercícios, a compreender e praticar as dificuldades e potencialidades das pessoas com deficiência, particularmente no atendimento deste segmento, são alguns dos objetivos do encontro. Na programação estão previstas apresentações e relatos de participantes sobre experiências individuais com pessoas com deficiência. Durante o curso na Estação Guanabara haverá a exibição do filme Diversidade e Ex-clusão – A sensibilidade de quem as vive e a apresentação da cartilha "O que fazer quando você encontrar uma pessoa com deficiência". Outras informações pelo telefone               19-3233-7801       .
 
 
Curso Vivendo a Diferença
Curso de sensibilização no relacionamento com pessoas com deficiência ministrado pelo Centro de Vida Independente de Campinas (CVI-Campinas), ONG de e para pessoas com deficiência.

Dia 27/08/2008 - Das 13 às 17hs

Local: Centro Cultural de Inclusão e Integração Social da Unicamp
Rua Mário Siqueira, 829 - Jd. Guanabara (próximo à Unimed)
Fone: 19 3233-7801

Objetivo

Esclarecer e sensibilizar os participantes, através de vivências e exercícios, a compreender e praticar as dificuldades e potencialidades das pessoas com deficiência, particularmente no atendimento deste segmento.

Justificativa

Uma das maiores dificuldades encontradas pelas pessoas sem deficiência é a falta de informação e o desconhecimento sobre esta situação. É preciso multiplicar os meios de educação a respeito das diferenças e de como conviver com elas.

O curso atende à preemente necessidade de disseminar informações no sentido de desfazer mitos e estereótipos muitas vezes associados às pessoas com deficiência e auxiliando o relacionamento entre pessoas sem e com deficiência, dando orientações de como agir corretamente.

Esta parceria PREAC/UNICAMP - CVI-Campinas pretende atender a uma necessidade dos empresários, para que contemplem a questão da cidadania e a construção social da pessoa com deficiência; no ambiente de trabalho e nos demais ambientes da relação social, objetivando efetivamente a transformação nas relações humanas entre pessoas com e sem deficiência.

Programa

Carga Horária: 4hs (quatro horas)

  • Apresentações e relato dos participantes sobre suas experiências individuais
    com pessoas com deficiência.
  • Depoimento de pessoas com diferentes deficiências.
  • Exibição do filme "Diversidade e Ex-clusão – A sensibilidade de quem as vive".
  • Apresentação da cartilha "O que fazer quando você encontrar uma pessoa com deficiência".
  • Debate

Inscrições pelo e-mail: cvi.preac@reitoria.unicamp.br (até o dia 26 de Agosto de 2008)

Maiores Informações: (19) 3521-4714

Centro de Vida Independente de Campinas
Rua Santo Antônio, 405 – Cambuí
CEP: 13024-440 - Campinas - SP
Telefone: (19) 3253-7346
(segunda à sexta, 14h00 às 17h30)
www.cvicampinas.com.br - cvicampinas@cvicampinas.com.br

Estação Guanabara: Pólo Cultural de Inclusão Social da Unicamp



Assisti as palestras de manhã, sobre a Estação Guanabara e a Inportância da Extenção na Universidade. Com o Pró Reitor de Assuntos Comunitários da Unicamp Mohamed Habib.

Tive também o prazer de encontrar-me com o senhor Ali El-Khatib, ele me contou dos vários projetos do Instituto Jerusalém e do NEAF - Núcleo de Estudos Árabes da Facamp.

Dentre as novidades, a de que a Cantora palestina Amal Murkus virá provavélmente em Campinas ainda este ano, para fazer shows e também da formação da Orquestra Jovem de Percussão Árabe.

Inaugurada Exposição Gandhi, King e Ikeda, na Estação Guanabara em Campinas

 A plataforma da antiga estação da extinta Companhia Mogiana de Estradas de Ferro totalmente recuperada para a Campinas Decor
(Foto: Júlio César Costa/15jun2008/AAN)
 Montagem dos painéis com episódios das trajetórias de Gandhi, Martin Luther King e Daisaku Ikeda
(Foto: Nerivelton Araújo/AAN )

A Estação Guanabara, berço da extinta Companhia Mogiana de Estradas de Ferro, se limitou durante décadas a um imóvel abandonado, reduto de andarilhos e consumidores de drogas baratas, no coração de um dos bairros mais valorizados da cidade. Hoje, no entanto, o patrimônio volta à comunidade, com estilo. O velho armazém de café é palco de uma exposição sobre as ações humanitárias de três grandes líderes: Mahatma Gandhi, Martin Luther King e Daisaku Ikeda. 

O evento, que trata de campanhas pessoais que se converteram em movimentos coletivos por paz, justiça e preservação dos direitos humanos, é emblemático. Ele antecede a inauguração, naquele espaço, do Centro Cultural de Inclusão e Integração Social da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), marcada para o dia 22. 

A reitoria pretende fazer da estação um elo entre a população e a comunidade acadêmica. Vai abrigar atividades gratuitas, como biblioteca comunitária, apresentações artísticas, workshops, oficinas literárias e acessibilidade digital.

Os painéis gigantescos com as fotografias da exposição foram montados em um galpão charmoso, que preserva telhas escurecidas, portas de correr em madeira e imponentes treliças. Mas, a partir do segundo semestre, o espaço todo será adequado, por exemplo, com pólos de formação profissionalizante, com cursos que vão da culinária à construção civil.

O projeto entusiasma Marcos Tognon, coordenador do centro cultural. "A universidade quer colaborar para fazer de Campinas uma cidade mais solidária", diz. A idéia é que os mestres coloquem o próprio conhecimento a serviço de camadas da população que sofrem ou já sofreram com a violência, o desemprego, a miséria e a intolerância. 

Leia matéria completa na edição impressa do Correio Popular de Campinas do dia 13/08/2008

Nigéria vence EUA e avança às quartas no futebol olímpíco

A Nigéria venceu nesta quarta-feira os Estados Unidos por 2 a 1 pelo grupo B do torneio masculino de futebol e garantiu a vaga nas quartas-de-final dos Jogos de Pequim, como líder da chave. Com empate sem gols, Itália e Camarões também se classificaram, pelo grupo D.

A equipe nigeriana somou sete pontos em três jogos e ficou à frente da Holanda, que depois de empatar com o Japão por 0 a 0 ficou em segundo, com cinco pontos, e também avançou.

Os gols da Nigéria foram marcados por Isaac, aos 39min do primeiro tempo, e Obinna, aos 34min do segundo. Kljestan, aos 43min da etapa final, em cobrança de pênalti, descontou para os EUA, eliminados.

Pelo grupo D, o empate entre Camarões e Itália classificou as duas equipes para as quartas-de-final --a Itália em primeiro, com sete pontos, e Camarões na segunda colocação, com cinco.

No outro confronto da chave, a Coréia do Sul venceu Honduras por 1 a 0, mas as duas seleções estão eliminadas. O gol foi do sul-coreano Dong Jin Kim aos 23min da primeira etapa.
 
 
Fonte: UOL

1º Congresso de Turismo Muito Especial de Pernambuco.

terça-feira, 12 de agosto de 2008



O Instituto Muito Especial e o Ministério do Turismo têm o prazer de convidar para o 1º Congresso de Turismo Muito Especial de Pernambuco.



Demanda, mercado, planejamento e oportunidades da acessibilidade no turismo.



De 10 a 12 de setembro de 2008.

Local: Recife Palace Hotel.

Av. Boa Viagem, 4070 – Boa Viagem.

Recife – Pernambuco – Brasil



Inscrições Gratuitas.

Embarque Imediato.

Vagas Limitadas.

Ligue: (81) 3366-9657 ou acesse:

www.congressoturismorecife2008.org.br

Tunísia alberga sede da ADEA

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

Tunis, Tunísia (PANA) - O Secretariado da Associação para o Desenvolvimento da Educação em África (ADEA) foi instalado segunda-feira na sede do Banco Africano de Desenvolvimento (BAD) em Túnis (Tunísia) durante uma cerimónia inaugural presidida pela vice-presidente do grupo desta instituição bancária, Zeineb El Bakri, na presença de vários ministros africanos da Educação.

A ADEA, até então sediada em Paris, constitui um fórum de políticas educativas que reagrupa os principais decisores da educação em África, nomeadamente, as principais agências de cooperação e desenvolvimento bilaterais e multilaterais e todos os ministérios africanos da Educação.

A transferência do secretariado desta associação de Paris (França) para Túnis deverá favorecer a extensão das suas actividades na África do Norte, indicou El Bakry.

Por seu lado, a ministra congolesa do Ensino, Rosalie Niamayoua, exprimiu a esperança de ver instaurada uma parceria entre o BAD e a ADEA com vista a ultrapassar os obstáculos que enfrentam os países africanos a fim de garantir uma educação de qualidade particularmente às raparigas que constituem a maioria dos 100 milhões de crianças não escolarizadas na África Subsariana, indica a mesma fonte.

Seminário Internacional "Oportunidades Iguais e Diversidade nas Empresas - Gênero, Raça/Etnia e Pessoas com Deficiência"

Nome: Seminário Internacional "Oportunidades Iguais e Diversidade nas Empresas - Gênero, Raça/Etnia e Pessoas com Deficiência";
Objetivo: discutir os benefícios e os desafios de valorizar e administrar estes temas nas empresas e o papel delas e do governo no esforço de promover a igualdade de oportunidades como forma de respeitar as diferenças e fortalecer o capital humano.  Além disso, contribuir com o fortalecimento de uma cultura de respeito à igualdade de gênero, e de raça/etnia e inclusão de pessoas com deficiência, no contexto global, com atenção especial ao papel das empresas;
Data: 18 e 19 de agosto de 2008;
Horário: 10h;
Local:  auditório Reginaldo Trieger, BNDES;
Endereço: Avenida República do Chile, 100, Rio de Janeiro - RJ;
Tema: o evento está sendo proposto como um desdobramento do Encontro de Presidentes, realizado no dia 24 de junho em São Paulo, agora com uma perspectiva internacional, e pretende proporcionar a troca de experiências entre o Brasil e o Reino Unido, países que têm uma longa história de diversidade;
A quem se destina: aqueles que administram recursos humanos nos seus diferentes papéis, nos setores público e privado, assim como para formuladores de políticas, pesquisadores e cientistas sociais;
Informações: RSVP pelo telefone (81) 2101-7500 ou pelo email recife@britishcouncil.org.br até o dia 8 de agosto (vagas limitadas);
Apoio: Instituto Ethos e Organização Internacional do Trabalho – OIT;
Realização: Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, Secretaria Especial de Promoção da Igualdade Racial, Secretaria Especial de Direitos Humanos, BNDES e British Council.
 

Nneka shot this clip for "Africans"

Cantora nigeriana arrebanha boas críticas com fusão de ritmos

Nneka é bela e tem uma belíssima voz. Seu marcante acento e sua rebelde cabeleira, penteada em estilo black power, revelam suas origens africanas, declaradas também em letras e rimas. Rimas essas que versam ainda sobre as mais íntimas aflições da moça, embaladas por reggae, rap, jazz, funk, trip hop, soul.

Divulgação
Cantora nigeriana Nneka arrebanha críticas elogiosas com fusão de ritmos
Cantora nigeriana Nneka arrebanha críticas elogiosas e comparações com Lauryn Hill

Com tudo isso, dá para entender porque publicações como o jornal inglês "Sunday Times" e os franceses "La Marseillaise" e "Libération", entre outros, a apresentam como "a nova Lauryn Hill".

A comparação faz sentido, e a diva americana e sua extinta banda, o Fugees, são, declaradamente, uma de suas referências. Mas Nneka Egbuna tem personalidade e atitude de sobra para ser mais do que apenas uma sucessora de "miss Hill". E se a aposta dos críticos estiver correta, seu primeiro disco, "Victim of Truth" (2005), teria sido um "best-seller global" se lançado em Nova York.

Se a estréia impressionou, em "No Longer at Ease", álbum que saiu neste ano no exterior, Nneka aprimora suas influências e, pela primeira vez, é ouvida pelo grande público.

Foi graças a ele que as pessoas descobriram o CD anterior. E é também por ele que seu nome figura no line-up de festivais europeus ou abrindo para artistas como Sean Paul e a dupla Gnarls Barkley.

Mas Nneka parece passar ao largo das apostas e comparações. "As pessoas têm necessidade de relacionar um artista ao outro. A mídia precisa disso. Eu não", disse a cantora à Folha em entrevista realizada por telefone.

"De certa forma, é um prazer ser comparada a Lauryn Hill, porque ela é alguém que, definitivamente, tem algo a dizer. Você sente e ouve isso em suas letras", fala Nneka.

"Na verdade, ela é grande demais para ser comparada ao que estou fazendo."

Histórias

Nascida em Warri, a "cidade do petróleo", na Nigéria, Nneka, 27, tem muito a contar. Atualmente, ela trafega entre a terra natal, onde mora seu pai, e Hamburgo, na Alemanha, para onde se mudou aos oito anos, por motivos sobre os quais ela pouco fala. "Nunca foi minha intenção vir para cá [Hamburgo]. Tive problemas pessoais e, por coincidência, estava na Alemanha na época, mas sou mais africana do que européia."

Formada em antropologia, Nneka canta desde sempre, mas, só nos últimos três anos transformou seu hobby em profissão. "Nunca tive chance de fazer música. Minha família não tem nada a ver com a música. Meu pai é um arquiteto que se tornou fazendeiro. Sobre minha mãe [que é alemã], sei pouco. Não cresci com ela", conta.
"Escrevia sempre que sentia saudades da Nigéria. Quando estava sozinha. Era uma terapia para lutar contra a tristeza."

Além de sentimentos pessoais, suas letras tratam de problemas sociais e políticos da África e, segundo ela, refletem mais ou menos sua experiência de vida. "O que acontece ao meu redor e as pessoas com as quais convivo são minha grande inspiração", descreve.

Neste ponto, a influência do conterrâneo Fela Kuti, o criador do afrobeat, se sobrepõe à do hip hop norte-americano ou à do reggae jamaicano, dois ritmos marcantes no diversificado estilo de Nneka. "Fela Kuti é uma grande inspiração para todos os nigerianos. Ele e sua luta pela democracia e pela liberdade artística", diz. "Fela é o rei do afrobeat; um dos pais da música africana. Ele era capaz de exprimir as vontades do povo."

Diversidade

Ainda que a Nigéria seja o principal tema das canções de Nneka, e suas ruas o cenário de seus clipes --todos disponíveis no YouTube--, ela concorda que jamais teria feito um disco como "No Longer at Ease", ou mesmo "Victim of Truth", se estivesse morando na África.

"Se não tivesse saído de lá, jamais teria tido a chance de viver por mim mesma e de ver certas coisas", acredita. Além disso, Nneka não teria conhecido o DJ alemão Farhot, que delineou a sonoridade de seus dois álbuns --o segundo teve ainda a participação do produtor francês Jean Lamoot, conhecido por trabalhos com Salif Keita e Noir Desir.

Em ambos, Nneka se reveza rimando e cantando num estilo muito próprio. "Se tivesse que colocar em uma categoria, o primeiro disco é hip hop, afro hip hop e soul", afirma. "Já 'No Longer at Ease' não sei como definir. É um CD repleto de diversidade e, ao mesmo tempo, muito pessoal. Fala de temas que me tocam muito seriamente. Diria que é louco."

E é por essa diversidade, certa dose de loucura e originalidade, que Nneka deve dar o que falar daqui para a frente.

 

http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u431920.shtml

Nigéria vence Japão nos Jogos Olímpicos

Tianjin, China (PANA) - A Nigéria venceu domingo o Japão por 2-1 e assegurou a liderança do grupo B do torneio de futebol masculino dos Jogos Olímpicos de Beijing.

Depois duma primeira parte sem golos, Obinna Nsofor abriu o marcador para a Nigéria aos 58 minutos, enquanto Victor Anichebe aumentou o resultado aos 74 minutos.

O Japão reduziu a desvantagem através de Toyoda alguns minutos antes do final da partida.

A vitória permitiu à Nigéria assumir a liderança do grupo com 4 pontos em dois jogos, o primeiro dos quais se saldou num empate (0-0) diante da Holanda na quinta-feira passada.

No seu próximo jogo, a Nigéria defrontará os Estados Unidos, segundos classificados do grupo com 3 pontos.

A Côte d'Ivoire e os Camarões são os outros representantes africanos no torneio olímpico de futebol masculino.
 
 

O Hertha BSC Berlin contratou o internacional tunisino Amine Chermiti, num acordo que coloca o avançado no clube alemão até 2012.

Amine Chermiti ao serviço da selecção da Tunísia
Amine Chermiti ao serviço da selecção da Tunísia
(©Getty Images)

Negociações difíceis
O jogador, de 20 anos, conhecido por Diego Maradona da Tunísia, deveria juntar-se à equipa germânica a título de empréstimo e por duas épocas, oriundo do Etoile Sportive du Sahel, estando prevista a opção de prolongamento de contrato por mais duas temporadas. No entanto, o Hertha garantiu os serviços do avançado de forma permanente, por uma verba não divulgada. "Acima de tudo, estamos felizes pelo final de um negócio difícil que durou vários meses", afirmou o director-geral do Hertha, Dieter Hoeness. "Em relação ao futebolista, ficou sempre claro que cumpre os nossos requisitos e é o jogador certo para nós".

Luta pela UEFA
Chermiti assinou um golo em 12 jogos pela selecção da Tunísia, tendo também facturado por seis vezes em 26 jogos do campeonato ao serviço do Etoile Sportive. "Conheço o treinador e muitos jogadores", afirmou, referindo-se à formação de Berlim. "Vou trabalhar muito para garantir uma boa classificação do Hertha na Bundesliga". Depois de garantir um lugar na Taça UEFA através do "ranking" de Fair Play, o Hertha bateu o FC Nistru Otaci, por 8-1, no conjunto das duas mãos, defrontando agora na segunda pré-eliminatória o NK IB Ljubljana, da Eslovénia, na próxima quinta-feira.


http://pt.uefa.com/news/newsid=737228,printer.htmx

As companhias Nakheel e Istithmar, pertencentes ao governo de Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, adquiriram 20% da trupe circense Cirque du Soleil

São Paulo – As companhias Nakheel e Istithmar, pertencentes ao governo de Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, adquiriram 20% da trupe circense Cirque du Soleil, sediada em Montreal, no Canadá. A informação foi divulgada pelo site árabe de notícias Zawya.

A Istithmar, filial da Dubai World no setor de investimentos, e a Nakheel, construtora responsável pelas ilhas artificiais Palm Islands, não revelaram o valor da transação. O fundador do Cirque, Guy Laliberté, e sua equipe irão deter os 80% restantes da companhia.

Os Emirados Árabes Unidos vêm investindo bilhões de petrodólares em contratos e compra de ações de grandes empresas de entretenimento dos Estados Unidos, entre outras iniciativas, com o objetivo de transformar o país em um grande pólo turístico. O objetivo é atrair 15 milhões de turistas por ano até 2015.

O governo do emirado de Dubai pretende investir quase US$ 350 bilhões em projetos de lazer nos próximos 12 anos, incluindo um resort de esqui, um parque oferecendo viagens no tempo virtuais e um parque dos dinossauros com mais de 100 robôs, conforme noticiado anteriormente pela ANBA.

Espetáculo permanente

Em maio deste ano, a Nakheel e o Cirque du Soleil fecharam um contrato para a construção de um teatro na ilha artificial de Palm Jumeirah. Com 1,8 mil lugares, o teatro deverá receber o espetáculo 'Alegría' em 2009 e, a partir de 2011, o teatro terá como atração um espetáculo permanente do Cirque du Soleil.

Em 2007, o Cirque ficou em cartaz durante um mês em Dubai. Mais de 100 mil pessoas assistiram ao espetáculo.

O Cirque du Soleil começou a se apresentar em Quebec, no Canadá, há 25 anos. Seus espetáculos vendem mais de US$ 700 milhões em ingressos e atraem mais de 10 milhões de espectadores por ano.

*Tradução de Gabriel Pomerancblum
 

Os Árabes Nos Jogos Olímpicos

domingo, 10 de agosto de 2008

Os Árabes Nos Jogos Olímpicos

quando ressurgiram os Jogos Olímpicos, os países árabes em sua maioria, se encontravam colonizados pela Turquia ou alguns países europeus, isso os impediu de participar nas olimpíadas até a segunda metade do século XX, com exceção do Egito, que começou a participar desde o início do mesmo século, com isso as conquistas dos árabes permaneceram modestas se comparadas com o número de Estados árabes ou o número de seus habitantes.

Contribuiu também a falta de investimento em esporte, as dificuldades econômicas e a instabilidade política, dificultando muito o sucesso previsível nos jogos, mas não impediu alguns talentos pessoais de alcançarem suas medalhas ao longo do tempo.


As Conquistas Árabes Nas Olimpíadas:

Amsterdam - 1928
Mohammed Sayed Nasir - Egito - Ouro no levantamento de peso
Aberlhim Mustafa - Egito - medalha de ouro na luta romana
Fred Samaka - Egito - prata e bronze – saltos ornamentais

 

 

Berlim - 1936
Khidr Ettouny - Egito - Ouro no levantamento de peso
Mohammed Musbah - Egito - Ouro no levantamento de peso
Saleh Suleiman - Egito - prata no levantamento de peso
Ibrahim Shams - Egito - o bronze em levantamento de peso
Uasif Ibrahim - Egito - o bronze em levantamento de peso

 

Helsinque - 1952
Zacaria Shahab - Líbano - prata na luta romana
Abd Al-Rashid - Egito - o bronze na luta romana
Taha Khalil - Líbano - bronze na luta romana
    

 

Roma - 1960
Radi Abdel-Salam - Marrocos - prata na maratona
Eid Osman - Egito - prata no boxe
Abdul Wahid Aziz - Iraque - o bronze em levantamento de peso
Abdel Moneim-jundi - Egito - o bronze no boxe

 

 

Tóquio - 1964
Mohammed Alkamodi - Tunísia - prata no atletismo
Amada de Malaca - Tunísia - bronze no boxe

 

 

 

México - 1968
Mohammed Alkamodi - Tunísia - ouro e bronze no atletismo

 

 

 

Munique - 1972
Mohammed al-Trabulsi - Líbano - prata no levantamento de peso
Mohammed Alkamodi - Tunísia - prata no atletismo

 

 

Moscou - 1980
Hassan Bishara - Líbano - bronze na luta romana

 

 

 

Los Angeles - 1984
Nawal Mutawakil - Ocidente - ouro no atletismo
Said Ouaita - Marrocos - ouro no atletismo
Joseph Attia - Síria - prata na luta
Mohammed Alzaui - Argélia - bronze no boxe
Mustafa Musa - Argélia - bronze no boxe
Mohammed Rashwan - Egito - prata no judô

    
Seul - 1988
Said Oeita - Marrocos - bronze no atletismo
Ibrahim Boteb - Marrocos - ouro no atletismo
Abdul Haq Ashek - Marrocos - bronze no boxe
Amr Khairy Hussein - Egito - prata no Taekwondo
Ihsan Abu Shiha - Jordânia - bronze no Taekwondo
Samer Kamal - Jordânia - bronze no Taekwondo
Daraj Adel - Jordânia - bronze no Taekwondo
Ibrahim Jaafar - Arábia Saudita - bronze no Taekwondo 
Ahmed Saleh - Djibuti - bronze no Taekwondo

Barcelona - 1992
Kaled Alskah - Marrocos – ouro nos 10.000 m
Haseeb Bomarka - Argélia - ouro nos 1500m
Rasheed albaseer - Marrocos - prata nos 1500m
Mohammed Suleiman - Catar - bronze nos 1500m
Hussein Sultani - Argélia - bronze no boxe
Mohammed Ashiq - Marrocos - bronze no boxe

 

Atlanta - 1996
Noureddine Murasoli - Argélia - ouro nos 1500m
Ghada Shuaa - Síria - ouro heptatlo
Hussein Sultani - Argélia - ouro no boxe
Mohammed Bahara - Argélia - bronze no boxe
Fathi Almisawi - Tunísia - bronze no boxe
Kaled Bulamí - Marrocos – bronze nos 5000m
Salah Hisso - Marrocos - bronze nos 10.000m

Sydney 2000
Noreia Banida Marah - Argélia - ouro nos 1500m
Hisham Alkroj - Marrocos - prata nos 1500
Hadi Samili - Arábia Saudita - prata nos 400 com barreiras
Ali Saif al-Saidi - Argélia - prata nos 5000m
Nasha Baidon - Marrocos - bronze nos 400m com barreiras
Ali Zein - Marrocos - bronze nos 3000m
Ibrahim Alhelafi - Marrocos – bronze nos 5000m
AL-Tahir AL-tamsamani- Marrocos - bronze no boxe 
Abdel Rahman Hamed - Argélia - bronze no salto
Isa Alkarni - Argélia - bronze nos 800m 
Mohammed Allawi - Argélia - bronze no boxe 
Khaled Eid - Arábia Saudita - bronze no Hipismo 
Fahd Rihani - Kuwait - bronze no tiro 
Asaad Said Saif - Catar - bronze em levantamento de peso

Atenas - 2004
Hisham Alkroj - Marrocos - duas medalhas de ouro 1500m e 5000m
Xeque Ahmed bin Harash - Emirados Árabes - ouro no tiro
Karam Gabr - Egito - ouro em luta
Muhammad Ali Reda - Egito - prata no boxe
Hasna Bnhesi - Marrocos - prata nos 800m
Tamer Salah al-Bayoumi - Egito - bronze no boxe
Mohammed Al-Baz - Egito - bronze no boxe
Ahmed Ismail - Egito - bronze no boxe 
Nasser al-Shami - Síria - bronze no boxe

 

Fonte: http://www.arabesq.com.br/