Mostra sobre os líderes Gandhi, Luther King e Daisaku Ikeda inaugura Centro Cultural de Inclusão e Integração Social (antiga Estação Guanabara) em Campinas.

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

A Estação Guanabara, que serviu de abrigo nos últimos meses para a 13 edição da Campinas Decor, reabre as portas no próximo dia 22, em posse novamente da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), para a inauguração do Centro Cultural de Inclusão e Integração Social. O espaço, entregue quase todo restaurado à Unicamp 45 dias após o término da mostra, oferecerá cursos, treinamentos, oficinas, apresentações culturais e exposições.

De acordo com o pró-reitor de Assuntos Comunitários da Unicamp, Mohamed Habib, o centro cultural tem o objetivo de combater a exclusão social e o individualismo. "Muitas pessoas estão adoecendo com a evolução da sociedade moderna e tentaremos acabar com isso. Não queremos um homem solitário e sim um homem social", explicou Habib.

Ele disse que o intuito do centro cultural é resgatar valores perdidos com a atualidade. "Queremos ajudar na fraternidade para que as pessoas ajudem umas as outras. Priorizaremos o debate de assuntos que remetem à necessidade de uma cultura de paz, onde as pessoas possam viver bem e com segurança."

A Estação Guanabara está sob posse da universidade desde 1990. O direito de uso foi concedido pelo Estado, proprietário do imóvel, por 30 anos. Contudo, a Unicamp não havia feito nenhum projeto para melhorar e preservar a edificação do patrimônio histórico, que conseqüentemente foi depredado e invadido. Somente nos últimos três anos, a universidade cercou a área, manteve vigilância para impedir novas ocupações e iniciou o restauro do antigo armazém do café, onde já funciona algumas atividades do centro cultural. Agora será inaugurado um espaço maior para ampliação das atividades, que também serão abertas à comunidade.

"Felizmente, conseguimos, com essa parceria com a organização da Campinas Decor, cumprir o que havia sido proposto quando a edificação foi concedida à Unicamp. Agora, a cidade receberá um patrimônio histórico todo recuperado que abrirá atividades gratuitas, estreitando o caminho da universidade com a comunidade", disse o coordenador-geral do centro, Marcos Tognon.

Ele explicou que o Centro Cultural de Inclusão e Integração Social abrigará, além de atividades gratuitas ao público, uma biblioteca comunitária com um acervo amplo, uma livraria com todas as obras produzidas pela Unicamp, exposições fotográficas, workshops, acessibilidade digital, curso de culinária brasileira e um memorial sobre a história ferroviária. "No dia 22, entregaremos os primeiros espaços e daremos início às primeiras atividades. No ano que vem, com certeza, estaremos funcionando 100%. Além disso, futuramente iniciaremos novos cursos e trabalhos, também na área ambiental", afirmou.

SAIBA MAIS

A Campinas Decor investiu, neste ano, R$ 4 milhões, incluindo a recuperação da Estação Guanabara e a própria exposição. O conjunto da antiga Companhia Mogiana de Estrada de Ferro teve revitalizados as fachadas externas e caixilhos, foi feita conservação preventiva nas paredes e na gare metálica, além de manutenção, realizada pela mostra.

Exposição de fotos marca abertura

Mostra sobre os líderes Gandhi, Luther King e Daisaku Ikeda inaugura espaço

Embora esteja previsto para inaugurar no dia 22 deste mês, o Centro Cultural de Inclusão e Integração Social receberá, dez dias antes, no dia 13, a exposição videofotográfica . EstaGandhi, King e Ikeda - Pelo Ideal do Humanismo será a primeira vez que a mostra vem ao Brasil e a realização dela em Campinas se deu devido ao empenho do pró-reitor de Assuntos Comunitários da Unicamp, Mohamed Habib, em trazê-la para o centro cultural, com o apoio institucional da Associação Brasil Soka Gakkai Internacional (BSGI). "Já conhecia a exposição e posso adiantar que ela é muito bonita. Por isso, decidi trazê-la para Campinas. O tema principal da exposição tem tudo a ver com a missão instituída para o Centro Cultural de Inclusão e Integração Social", afirmou Habib.

Fruto de um trabalho realizado pela Faculdade Morehouse, em Atlanta, nos Estados Unidos, a exposição já circulou por 21 países nos últimos dez anos, com o intuito de mostrar as ações humanísticas, voltadas à luta contra a violência, pelos direitos humanos, justiça e paz, promovida pelos grandes líderes mundiais Mahatma Ganghi, Martin Luther King e Daisaku Ikeda.

Ao todo, serão 46 painéis e vídeos que além de documentarem a trajetória e o legado destes três humanistas, oferecem ao visitante um novo olhar sobre diversas questões atuais. Os painéis, em geral, trazem o conceito que traduz o espírito da liberdade, justiça, valores e reforma do ser humano, partindo da atitude individual para o movimento coletivo.

A exposição ficará na Estação Guanabara até o dia 6 de setembro, das 8h às 17h, inclusive nos finais de semana. A entrada é gratuita. (JF/AAN)
 

Texto publicado no site do Memorial da América Latina, sobre o III Congresso Nacional Afro Brasileiro do CNAB


Ekedji Ogunlade e obra de Guaysamin no Centro de Convenções do Memorial

"Unir a nação contra o racismo, pelas cotas e pelo desenvolvimento" é o tema do III Congresso Nacional Afro Brasileiro (CNAB), que  teve início no dia 01 de agosto, no Centro de Convenções do Memorial da América Latina e irá até amanhã, com término previsto para as 18h. Como foi lembrado na abertura do evento, em 2008, está-se comemorando 60 anos da Declaração dos Direitos Humanos e 120 anos da Lei Áurea, o que é uma boa justificativa para se lembrar das palavras de Joaquim Nabuco, em 1863, que ainda nos faz pensar:

 (olha eu ali)

"A raça negra nos deu um povo. O que existe até hoje sobre o vasto território que se chama Brasil foi levantado ou cultivado por aquela raça; ela construiu o nosso país. Tudo o que significa luta do homem com a natureza, conquista do solo para a habitação e cultura... não passa de uma doação gratuita da raça que trabalha à que faz trabalhar... a raça negra fundou, para outros, uma pátria que ela pode, como muito mais direito, chamar sua"

A programação conta com palestras, debates e a participação de autoridades, como o Dr. Paulo de Tarso Vannuchi, Ministro da Secretaria Especial de Direitos Humanos, e Edson Santos, Ministro da Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial.

Militantes do Movimento Negro de todo o país vieram ao Memorial. A pernambucana Manta Almeida, por exemplo, estava preocupada com a questão do racismo e da mulher. Ela criticou o culto ao corpo feminino e a ausência de mulheres negras nos comerciais de televisão. Para ela, é fundamental "resgatar a história de nossos antecedentes e não permitir que só mulheres brancas sejam estrelas de televisão, além disso, devemos acabar com exploração do  corpo feminino. Nós não somos estandes de vender cervejas", protesta. Almeida se colocou ainda a favor das cotas nas universidades "temos que ter acesso ao que nos foi negado durante todos esse anos".

Neste sábado, 2 de agosto, as atividades prosseguem comos as palestras "O Brasil e as ações afirmativas", de Nizan Pereira Almeida, Secretário de Assuntos Estratégicos do Governo do Estado do Paraná, e "O Estatuto da Igualdade Racial", do senador Paulo Paim. O III Congresso do CNAB será encerrado com os shows do Grupo Pagodear Samba de Raiz, Balé da Cidade de São Carlos e Grupo de Dança Afro-Brasileiro Yloa Alaketu.
Fotos de Fábio Pagan (com exceção á última, por Vanessa Magalhães)
Fonte: Departamento de Comunicação Social
 

Orquestra Sinfônica de Israel apresenta-se no Brasil

A Orquestra Sinfônica de Israel chegará ao país no dia 03 de agosto e vai se apresentar nas cidades de Porto Alegre, Curitiba, Campinas, Ribeirão Preto e São Paulo. A apresentação única no Theatro Municipal do Rio de Janeiro encerrará com "chave de ouro" a turnê brasileira, que tem caráter beneficente. O concerto será realizado em prol das obras assistenciais da Associação Beit Lubavitch e do Lar de Esperança.

Confira abaixo a agenda das apresentações:
- Dia 04 de agosto – Porto Alegre, Teatro Sesi
- Dia 05 de agosto – Curitiba, Teatro Positivo
- Dia 06 de agosto – Campinas, Teatro do Centro de Convivência
- Dia 07 de agosto – Ribeirão Preto, Teatro Pedro II
- Dias 10,11,12 de agosto – São Paulo, Sala São Paulo
- Dia 14 de agosto – Rio de Janeiro, Theatro Municipal

A Orquestra Sinfônica de Israel - Rishon LeZion foi fundada em 1988 e tem Dan Ettinger como diretor musical e seu maestro principal. O grupo de 90 músicos, entre israelenses e imigrantes, é reconhecido internacionalmente por sua qualidade técnica e musical. Dispõe de um repertório que abrange uma variedade de sinfonias, entre óperas e peças, com obras de todos os tempos; possui um projeto educacional que contempla crianças em idade escolar, e também se dedica à terceira idade.

A orquestra, que foi a primeira orquestra a executar obras de Richard Strauss e Alexander Zemlisky em Israel, tem realizado diversos tours pela Europa, abrilhantados por performances em festivais de prestígio. Recentemente, o grupo se apresentou na Finlândia e na Alemanha. Dispõe de uma série de CDs gravados ao vivo em suas apresentações, com obras de Stravinski, R. Strauss, Berlioz, Mahler e List.
 
Os concertos de Campinas e Ribeirão Preto são patrocinados pela EPTV e CPFL Energia.
 

Doze homens e um desejo - faixas-pretas que vão ensinar nas escolas dos Emirados

 
Na porta de um flat em Ipanema, perto de onde o escritor e jornalista Nelsinho Motta pega um táxi, na certa para almoçar em algum canto, o paulista Adriano Ornellas ainda comemora. 

Ex-feirante e ex-segurança de Zezé de Camargo, Luciano e Scheilla Carvalho, o faixa-preta da BTT foi campeão no sênior 1 da faixa-preta ontem, mas nesta segunda-feira a alegria tem outro motivo. Ele será um dos brasileiros que, a partir de 10 de setembro, vão se mudar para Abu Dhabi para ensinar Jiu-Jitsu para crianças de 10 a 14 anos, em 12 colégios da capital dos Emirados Árabes. "Sempre almejei viver do Jiu-Jitsu. Agora temos tudo para concretizar esse desejo", diz Ornellas.

A equipe, fechada ontem à tarde e apresentada oficialmente ao GRACIEMAG.com, é formada ainda por Paulo Ricardo "Paulito", Uira Sul, Ricardo Neira, Marcinho Lívio, Bernardo Cruz, Marcelo da Silva, Julio Cesar Gomes, Pedro Lott, Mohammad Jehad, Tiego Fernandes e Leandro Polônio – que vão se juntar aos professores Olavo Abreu, Suyan Queiroz, Ricardinho Brandão, Marcelo Motta e Sid Jacintho, que já moram lá.

Um projeto firmado graças à parceria de Carlos Santos e o xeque Mohammad Bin Zayed, irmão do xeque Tahnoon e líder dos Emirados. "Esse projeto School-Jitsu vai levar para as escolas de Abu Dhabi aulas de Jiu-Jitsu e defesa pessoal, mostrando seus aspectos educativos, esportivos e culturais, com o objetivo de fazer do Jiu-Jitsu um esporte nacional do país", conta Carlão, líder do Emirates Team.

"Queríamos não apenas bons atletas, mas professores honestos e corretos. Pesquisamos e fechamos esses 12 nomes, que hoje assinaram contrato para dar aulas lá por dois anos, com plano de saúde para a família e bons salários. Eles agora são funcionários do governo – de Abu Dhabi. Vamos trabalhar para chegar em todos os colégios do país, inclusive o xeque Mohammad me pediu também para levar três faixas-pretas mulheres, para dar aulas para as meninas. É um projeto para 2009, acredito".

Palestino naturalizado brasileiro, o professor Mohammad Jehad é o único que já tem a experiência de ensinar a crianças no Oriente Médio: "Mudam alguns costumes, mas guri é sempre guri. Esse projeto é típico de um estadista visionário como o xeque Mohammad, afinal o Jiu-Jitsu vai moldar e influenciar no caráter desses jovens para sempre. E daqui a uns dez anos vamos colher os frutos nos campeonatos também".

 

http://www.graciemag.com/news/51/ARTICLE/11336/2008-07-29.html

Faltam 6 dias para Inalguração da Exposição Gandhi, King, Ikeda - Pelo Ideal do Humanismo

 

Faltam 06 dias!

Agora já está no jornal Correio Popular


 

Correio Popular - caderno cidade A9, em meia página fala sobre a abertura da Estação com o título: ESTAÇÃO REABRE COMO CENTRO CULTURAL'
junto a esse título, vem um box que diz: EXPOSIÇÃO DE FOTOS MARCA ABERTURA - Juliana Facchin
'Mostra sobre os líderes Gandhi, Luther King e Daisaku Ikeda inaugura espaço'

'Embora esteja prevista para inaugurar no dia 22 deste mês, o Centro Cultural de Inclusão e Integração Social, receberá , dez dias antes, a exposição videofotográfica Gandhi, King, Ikeda - Pelo Ideal do humanismo - será a primeira vez que a mostra vem ao Brasil e a realização dela em Campinas se deu devido ao empenho do pró-reitor de Assuntos Comunitários da Unicamp. Mohamed Habib, em trazê-la para o centro cultural, com o apoio institucional da Associação Brasil Soka Gakkai Internacional (BSGI). 'Já conhecia a exposição e posso adiantar que ela é muito bonita. Por isso, decidi trazê-la para Campinas.O tema principal da exposição tem tudo a ver com a missão instituída para o Centro Cultural de Inclusão e Integração Social' afirmou Habib.

Fruto de um trabalho realizado pela Faculdade Morehouse, em Atlanta, nos Etsados Unidos, a exposição já circulou por 21 países nos últimos dez anos, com intuito de mostrar as ações humanísticas, voltadas à luta contra a violência, pelos direitos humanos, justiça e paz, promovida pelos grandes líderes mundiais Mahatma Gandhi, Martin Luther King e Daisaku Ikeda.

Ao todo serão 46 painéis e vídeo que além de documentarem a trajetória e o legado destes três huamnistas, oferecem ao visitante um novo olhar sobre diversas questões atuais. Os painéis, em geral, trazem o conceito que traduz o espírito da liberdade, justiça, valores e reforma do ser humano, partindo da atitude individual para o movimento coletivo.

A exposição ficará na Estação Guanabara até o dia 06 de setembro, das 8h as 17h, inclusiv finais de semana. a entrada é gratuita. (JF/AAN)'
 

Evento: Curso "Dança árabe: história e atualidade"

Câmara de Comércio Árabe-Brasileira e Esporte Clube Sírio (confira aqui os detalhes de locais e horários)
A Coordenação de Cursos do Instituto da Cultura Árabe (ICArabe) promove o curso "Dança Árabe: História e Atualidade". A dança, milenar, foi incorporando diversos elementos regionais não só dos países árabes, mas também de países próximos, tendo se difundido em todo o mundo. Apresentada principalmente como a "dança do ventre", também é manifestada por outros tipos menos conhecidos, como as danças tradicionais, folclóricas e de celebração. O curso apresentará as origens da dança e suas raízes, de maneira a desfazer estereótipos, colocando a mulher e a sociedade no seu contexto histórico. O curso irá propiciar ao público interessado uma reflexão e discussão sobre a dança árabe, a música no contexto da dança e a valorização do feminino e da cultura árabe.

Serão realizadas quatro aulas teóricas com profissionais que se dedicam ao estudo das questões apresentadas. Serão também oferecidas quatro oficinas para as pessoas que desejarem vivenciar os temas propostos nas aulas teóricas.

As 4 aulas teóricas, de 2,30 hs cada, serão realizadas às 4ªs feiras. As 4 aulas práticas, de 3,00 hs cada, aos sábados, no período de 03/09 a 27/09.

É possível participar apenas das aulas teóricas, mas para participar das aulas práticas é necessário cursar as aulas teóricas.


Programa
Aula 1 - Teórica: "Origem e História da Dança Árabe" • 03/09 (4ª feira)
Malika
Aula 1 - Prática: "Consciência e Correção Postural" • 06/09 (sábado)
Malika
Aula 2 - Teórica: "O feminino na dança" • 10/09 (4ª feira)
Claudia Parolin
Aula 2 - Prática: "Dança Clássica e Moderna" • 13/09 (sábado)
Patrícia Tumani Soubhia
Aula 3 - Teórica: "A música e a dança" • 17/09 (4ª feira)
Cristina Antoniadis e Sami Bordokan
Aula 3 - Prática: "Percepções rítmicas e movimentos" • 20/09 (sábado)
Claudia Parolin e William Bordokan
Aula 4 - Teórica: " Dança tradicional e moderna" • 24/09 (4ª feira)
Claudia Parolin e Cristina Antoniadis
Aula 4 - Prática: "Tradicional e Moderno" • 27/09 (sábado)
Claudia Parolin e Cristina Antoniadis


Informações Gerais
Aulas Teóricas:
Local: Espaço Câmara Árabe (cedido pela Câmara de Comércio Árabe-Brasileira) - Av. Paulista, 326 - 11º andar - Metrô Brigadeiro, São Paulo.
Estacionamento próximo conveniado.
Horário: 20h00 às 22h30 (4ªs feiras)

Valor do pacote com 4 aulas teóricas:
1 - Público em geral: R$ 180,00
2 - Membros do ICArabe, sócios do Clube Sírio e estudantes: R$ 150,00

Valor da aula teórica avulsa:
1 - Público em geral: R$ 80,00
2 - Membros do ICArabe, sócios do Clube Sírio e estudantes: R$ 70,00
Deverá ser apresentado documento de estudante (ensino formal)

Aulas Práticas:
Pré-requisito: Cursar as aulas teóricas
Local: Esporte Clube Sírio – Avenida Indianópolis, 1192
Estacionamento pago no local
Horário: 15h00 às 18h00 (sábados)

Valor do pacote completo (4 aulas teóricas e 4 aulas práticas):
1 - Público em geral: R$ 300,00
2 - Membros do ICArabe, sócios do Clube Sírio e estudantes: R$ 250,00
Não será permitido fazer aula prática avulsa

Forma de pagamento:
- pagamento integral: depósito bancário - Banco do Brasil, agência 1898-8, c/c 26 000-2
- Aulas teóricas em duas parcelas:
1ª - através de depósito bancário
2ª - em cheque pré-datado para 03/10 entregue no 1º dia de aula.
- Pacote completo (teóricas e práticas) em três parcelas:
1ª - através de depósito bancário
2ª - em cheque pré-datado para 03/10 entregue no 1º dia de aula.
3ª - em cheque pré-datado para 03/10 e 03/11 entregues no 1º dia de aula.

Certificado:
Para participantes que tiverem presença em, no mínimo, 3 aulas teóricas ou 3 aulas teóricas e 3 práticas.

Informações e Inscrições
Período: 04 de agosto a 01 de setembro.
Adesão com nome e telefone por email: curso@icarabe.org
ou no tel.(11) 5084 5131, 2ª a 6ª feira, das 13 às 18 hs, com Mayumi


Vagas limitadas!
Coordenação Geral: Heloisa Abreu Dib Julien e Cândida Sodré de Macedo Soares

Evento: Lançamento do livro "Gibran Khalil Gibran"

Local: Casa das Rosas, av. Paulista, 37 – Bela Vista – São Paulo (próximo à estação Brigadeiro do Metrô)
O escritor Assad Zaidan lança a biografia do poeta libanês Gibran Khalil Gibran. Baseado em obras que analisaram o trabalho de Gibran ou que contaram de forma esparsa sua vida, Zaidan dá uma forma coesa a esses relatos e traz uma trajetória completa e detalhada das fases do libanês, das pessoas que tiveram ascendência em suas obras, suas fases em árabe e em inglês. O lançamento do livro, em São Paulo, ocorre dia 14 de agosto, na Casa das Rosas.

Proibida compra e venda de cães e gatos na Arábia Saudita

terça-feira, 5 de agosto de 2008

Riade, 01 Ago (Lusa) - A polícia religiosa saudita, "Mutawa", proibiu a venda e compra de cães e gatos em Riade, ao abrigo de uma lei que considera uma violação do Islão a presença destes animais em espaços públicos como centros comerciais e jardins.

A autoridade começou a enviar cartas com esta determinação aos locais onde se vendem os bichos.

O chefe da "Mutawa" na capital saudita, Ozman al Ozman, explicou que a medida responde a uma ordem do emir de Riade em funções, príncipe Sattam bin Abdelaziz, que "proíbe a venda e a compra de cães e gatos, assim como a presença destes animais em espaços públicos, na companhia dos seus donos".

A disposição do príncipe baseia-se num decreto religioso, que, até à data, não tinha sido posto em prática.

Justificando a sua aplicação agora, o chefe da polícia religiosa, Ozman al Ozman, invocou o "crescente número de jovens" que "começaram a acompanhar os seus animais para lançar piropos às adolescentes e incomodar as mulheres em locais públicos, especialmente em centros comerciais".

A "Mutawa", que oficialmente é designada como Comissão para a Promoção da Virtude e Prevenção do Vício, está encarregue de vigiar o cumprimento por parte dos habitantes da Arábia Saudita das normas islâmicas nos espaços públicos, como centros comerciais, cafés e jardins.

No mundo árabe, em geral, o gato é um animal puro, embora para a maioria dos muçulmanos os cães sejam vistos como animais impuros, pelo que muitas famílias não permitem a sua entrada em casa.

ER.

Lusa/Fim

http://aeiou.visao.pt/Pages/Lusa.aspx?News=200808018602440

 

NOTA: Ficou-me uma indagação: E quem já tem os animais?

Vou perguntar aos meus amigos sauditas, depois comento aqui!

 

Petrobras produz na Nigéria: A companhia começou nesta semana a produzir petróleo no campo de Agbami.

Rio de Janeiro - A Petrobras informou ontem (31), em nota oficial, ter dado início está semana à produção de petróleo no campo de Agbami, na Nigéria. O início da produção se deu por intermédio do navio do tipo FPSO (plataforma flutuante de produção, estocagem e escoamento de petróleo e gás natural).

A Petrobras tem participação de 13% no campo, explorado em parceria com a norueguesa Statoil e a americana Chevron, operadora do campo. As companhias nigerianas Nigerian National Petroleum Corporation e Famfa Oil Limited também são parceiras no campo, na condição de concessionárias.

Segundo a Petrobras, o navio plataforma tipo FPSO que opera nos blocos OML-127/128 é a maior embarcação para esta finalidade já instalada no mundo e tem capacidade de produzir 250 mil barris de petróleo por dia. A profundidade média de água no local do campo é de 1.400 metros.

O campo de Agbami deverá produzir cerca de 100 mil barris de petróleo leve, "da melhor qualidade" e , portanto, de maior valor comercial. Em entrevista recente à Agência Brasil, o gerente geral da Unidade de Negócios da Petrobras na Nigéria, Rudy Ferreira, informou que no ano que vem a produção do campo deve chegar a 250 mil barris por dia.

Presente na Nigéria desde 1998, justamente quando foi descoberto o campo de Agbami, a Petrobras investiu cerca de US$ 2,2 bilhões no país africano para iniciar os trabalhos de exploração e desenvolver a produção dos campos onde atua.

Rudy Ferreira disse à Agência Brasil que somente em Agbami a estatal brasileira terá direito a cerca de 37 mil barris de petróleo por dia. Ele informou que a Petrobras tem participação em mais dois campos na Nigéria: Akpo e Engina.

"No campo de Akpo, o petróleo deve começar a jorrar no início do próximo ano. A produção é estimada em 185 mil barris por dia, dos quais 37 mil caberão a Petrobras", disse na oportunidade. Em 2009, quando esses dois campos estiveram em produção, estarão sendo extraídos algo em torno de 435 mil barris de petróleo por dia, dos quais 70 mil barris diários dizem respeito à parte da estatal no empreendimento.

O Plano de Negócios da Petrobras para o período 2008-2012 prevê investimentos adicionais de US$ 1,4 bilhões na Nigéria. "A produção, a partir de 2009 e pelos próximos cinco anos, deve ser de 25 milhões de barris por ano, pico que poderá se manter por mais algum tempo exatamente com a entrada em produção em 2013 do campo de Engina. Com ele, esperamos estender esse pico de 25 milhões de barris por dia por um prazo de oito anos", informou ele.

Agência está lançando um pacote turístico para o Marrocos com guia especialista na história do país árabe.

São Paulo – A agência de viagens Latitudes, de São Paulo, está lançando um pacote para o Marrocos que oferece ao turista um mergulho na cultura marroquina. A empresa, especializada em "viagens de conhecimento", se diferencia das outras por trabalhar com grupos pequenos, de no máximo 20 pessoas, e por ter sempre um especialista, como historiador ou antropólogo, auxiliando o grupo. "A idéia é transformar uma simples viagem numa viagem de conhecimento, o que a faz ser mais duradoura", afirmou o sócio da Latitudes, Alexandre Cymbalista.

Divulgação/Latitudes Divulgação/Latitudes

Viagem propõe desbravar história do Marrocos

Para lançar esse novo destino, Cymbalista vai promover a palestra "Marrocos – Uma Odisséia por Dunas e Montanhas", que será realizada quinta-feira (07) na sede da empresa em São Paulo. Segundo o empresário, a Latitudes lançou no começo do ano um pacote similar a esse do Marrocos, ao Egito, onde o grupo viajou com um egiptólogo. "Em Luxor, por exemplo, os turistas apenas passam por lá ou ficam uma noite, mas com a gente passam três noites", disse Cymbalista. "A pessoa acaba apreciando muito mais a cultura, o povo, o artesanato, a culinária e os fatos históricos", acrescentou.

O sucesso do pacote para o Egito foi tanto que para novembro a agência está organizando uma segunda viagem ao país árabe. De acordo com Cymbalista, o Marrocos também é um destino muito rico e que deverá atrair muitos interessados. Na palestra, o empresário vai falar da múltipla identidade marroquina e de sua cultura poliglota, fruto das várias dominações e contato com diferentes povos. Além disso, o país árabe oferece desde praias do Atlântico e Mediterrâneo a picos nevados do Atlas e deserto do Saara.

Divulgação/Latitudes Divulgação/Latitudes

Comida é atração no Marrocos

A viagem ao Marrocos terá duração de duas semanas e tem saída prevista para dia 04 de outubro. "Acabamos de lançar e já temos umas oito pessoas interessadas", disse Cymbalista. O roteiro inclui acampamento no deserto do Saara, escalada nas montanhas do Atlas, caminhada na floresta de cedros, passeio com camelos, visita à cooperativa de mulheres tapeceiras, jantar na casa de uma família local, hospedagem num Kasbah (fortificação) e passeios na pequena vila de oásis no Vale Ziz cheia de tâmaras e palmeiras.

"A gente entra de cabeça na cultura marroquina. Os turistas apreciam de tudo e têm oportunidade de perguntar e dialogar com o especialista", disse Cymbalista. Segundo ele, esse estilo de viagem agrada tanto aos viajantes, que já teve gente que fez duas vezes o mesmo roteiro.

A Latitudes também trabalha, na região, com pacotes para Israel, que não é um país árabe, e Jordânia. Os turistas aprendem as diferenças e similaridades entre os dois países que fazem fronteira e abrigam muçulmanos, judeus e cristãos. Para esse roteiro, o especialista que acompanha o grupo é um antropólogo que foi guia na região por nove anos.

Divulgação/Latitudes Divulgação/Latitudes

Latitudes promove também viagens ao Egito

A Latitudes funciona desde 1992 e trabalha com 10 roteiros de viagens que abrangem cerca de 20 destinos. A idéia de fazer viagens do conhecimento surgiu em 2003, quando a empresa passou a trabalhar mais a fundo os roteiros de cada lugar. Hoje, os destinos mais procurados são Índia e Nepal, que é chamado de Viagem de Filosofia, e Grécia, onde o foco é na mitologia grega.

Anualmente cerca de 500 pessoas viajam pela Latitudes, sendo que além de brasileiros, a empresa já levou turistas da Inglaterra, Chile, Portugal, Argentina e Estados Unidos. Para o próximo ano, a empresa estuda incluir em seu roteiro mais dois destinos no Oriente Médio, Síria e Irã.

Contato
Latitudes
Telefone:             +55 (11) 3045 7740       
E-mail: latitudes@latitudes.com.br
Site: www.latitudes.com.br

Autora brasileira lança neste mês o livro infanto-juvenil 'Mensagem para você'. Nele, um grupo de adolescentes recebe mensagem do passado e anônima sobre a rainha egípcia Nefertiti.

Divulgação Divulgação

Ana Maria é membro da Academia Brasileira de Letras

São Paulo – As personagens são Soninha, Zé Miguel, Mateus, Fabiana e Guilherme. Os quatro adolescentes descobrem que apareceu, em um dos seus trabalhos escolares, um trecho não inserido por eles. O texto misterioso aborda a importância intelectual da rainha egípcia Nefertiti. Essa é uma das mensagens que o grupo passou a receber de remetentes anônimos. Outras, todas vindas de personagens históricos, aparecem em seus computadores, celulares ou até em forma de música.

O enredo acima faz parte da mais nova obra infanto-juvenil da escritora brasileira Ana Maria Machado, que vai ser lançada neste mês durante a Bienal do Livro, em São Paulo. As mensagens que as personagens do livro recebem se referem à importância da leitura e da escrita. Foi esse o gancho que Ana Maria utilizou para inserir no livro, chamado "Mensagem para você", um dos seus objetos de fascinação: a famosa rainha egípcia.

"Todas as mensagens recebidas do passado pelos personagens do livro têm relação com a escrita e a leitura, que meu livro celebra. A Nefertiti é a primeira de uma série. Ela sabia ler e escrever, era inteligente e preparada, tinha uma posição de destaque. Eu sempre fui fascinada por ela e por outra rainha antiga, do Egito, a Hatsepchut (ou Hatshepsut), que menciono no livro", afirma Ana Maria, que lança o livro pela editora Ática.

A escritora leu várias obras sobre Nefertiti, entre elas uma que menciona e indica no livro, do egípcio Naguib Mahfuz, ganhador do prêmio Nobel 1988. Essa, na verdade, não é a primeira obra de Ana Maria na qual ela faz referência a algum personagem ou elemento da cultura árabe. No livro infantil "Mas que festa!", da editora Nova Fronteira, alguns convidados para uma grande festa brasileira são sírio-libaneses e trazem comidas típicas.

Reprodução Reprodução

Rainha egípcia Nefertiti está no livro 'Mensagem para você'

"Eu sempre convivi com esse universo. Meus pais sempre tiveram muitos amigos de origem árabe. Eu também, desde pequena. Minha madrinha era libanesa, só falava árabe com a mãe dela em casa. Tive cunhados de ascendência sírio-libanesa. Essas lembranças me vêm com tanta naturalidade que nem sei dizer, com certeza, onde estão presentes", diz.

A autora tem 140 livros publicados e segundo ela, perdeu a conta dos elementos do universo árabe que estão espalhados por sua obra. "Em meus livros de ensaios para adultos, um dos autores que costumo citar muito porque sinto muita afinidade com ele é Edward Said, de origem palestina", afirma. Said foi um dos grandes intelectuais árabes, de relevância mundial, conhecido por seus pensamentos sobre as relações do Oriente e Ocidente.

Ana e o livro

O livro "Mensagem para você" faz parte da coleção que leva o nome da autora, que reúne obras literariamente mais elaboradas, cujos temas estimulam a reflexão e o debate. No final de cada obra há uma biografia ilustrada da autora e a seção "Bastidores da criação", que conta como surgiu o livro. O livro que será lançado na Bienal tem 176 páginas e é indicado para adolescentes a partir de 11 anos. A Bienal ocorre entre 14 e 24 de agosto no Parque Anhembi, em São Paulo.

Ana Maria faz parte da Academia Brasileira de Letras desde 2003 e recebeu, pela instituição, o prêmio Machado de Assis, em 2001. Entre as demais premiações recebidas pela autora, um dos maiores nomes da literatura brasileira, estão o Hans Christian Andersen, distinção internacional na área de literatura para crianças e jovens.

Ficha técnica

Livro: Mensagem para você
Autora: Ana Maria Machado
Número de páginas: 176
Preço de capa: R$ 22,90

Cade a mídia? Nos dias 1 e 2 de agosto aconteceu no Memorial da América Latina, em São Paulo o III Congresso Nacional Afro Brasileiro do CNAB

sábado, 2 de agosto de 2008

Nos dias 1 e 2 de agosto aconteceu no Memorial da América Latina, em São Paulo o III Congresso Nacional Afro Brasileiro do CNAB.

Estiveram presente, líderes de movimentos negros de todo o país.
Alguns estados representados: São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Recife, Paraná, entre outros.

Com a presença de mais de 1000 pessoas, entre os 2 dias (não tenho dados oficiais, pois não sou da organização), além de uma programação rica e com presenças importantes do atual cenário político, como o Ministro Edson Santos, Ministro Vanucci, e Senador Paulo Pain.

O CNAB trata-se de um Evento Democrático, sem partido, que aborda temáticas culturais e políticas de diversos pontos de vistas em relação aos anseios da população afro descendente ou negra, que é importante lembrar representa mais de 50% do nosso contingente.

O evento culminou numa moção que resume os interesses e reivindicações para serem entregres ao Congresso Nacional.

Acabei de chegar em casa e dei uma busca no GOOGLE / NOTÍCIAS

Sabe o que eu encomtrei?

NADA

Quero saber como os veículos de comunicação, não divulgam, ou melhor tem a coragem de OMITIR DELIBERADAMENTE essa informação que representa um movimento POPULAR?

Quando a Mídia vai ser digna? Quando a mídia vai ser de fato Mídia?

Coral de São Carlos no CNAB



Tiago Tobias assessor do Senador Paulo Pain no III congresso nacional afro brasileiro


15:45

Ministro Vanucc dos Direitos Humanos no congresso Afro Brasileiro


10:54

Ministro Edson Santos no congresso afro brasileiro

sexta-feira, 1 de agosto de 2008


20:18

Indo para o congresso Afro Brasileiro






A madrugada foi longa e cansativa.

O desanimo havia me deixado exausta. Insônia, lágrimas.

A resposta negativa ao pedido de visto do Oladipupo me abateu profundamente.

Pensamentos terríveis: há uma grande força que conspira contra mim? Isso martela na minha cabeça.

Uma outra voz me explica que essa dor tem que ser engolida, essa autopiedade tem que ser assassinada, entre as outras coisas difíceis de serem admitidas.

Eu estou dentro de um ônibus, com os militantes dos movimentos negros indo para o III Congresso do Congresso Nacional Afro Brasileiro.

Sinto necessidade de rezar, para que meu raciocínio entenda a dinâmica da vida, para que uma luz se acenda.

Embora pareça que com isso, novamente volto à ingênuidade, mas em cada rosto negro que vejo ao meu lado, ou pelas janelas, a presença do meu amigo me invade, seu sorriso, sua esperança me acorrenta.

É melhor rezar, pois não consigo desistir.

The oriental heart of a Brazilian

terça-feira, 29 de julho de 2008

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Mirela (L) and a friend. She wants to visit Dubai and Tunisia

São Paulo – Mirela Goi, 33 years of age, was born in Araçatuba, in the interior of the state of São Paulo, loves the culture of the Middle East and Africa and dreams of travelling to both regions. However, travelling abroad alone will be a great challenge, as she can only move around in her motorized wheelchair. "I am not afraid. People are the same. There are good and bad people everywhere," stated Mirela.

Passion and interest in Arab culture caused Mirela to start studying the language, religion and cuisine, which even resulted in the creation of a blog about the Arab world, "My Arabic Heart". In the site, Mirela posts varied articles about the Arab nations, mainly texts related to culture, entertainment, education and peace.

From time to time, she also dares to write poetry. "My desire is to write a book about Arab culture," she says. For this, Mirela wants to travel to the region to learn more about the matter.

"I want to demystify the bias there is with regard to Arab culture," she said. According to Mirela, before studying the culture of the region more deeply, she made friends with a Tunisian with whom she discussed the customs she could not understand. "I can now understand this culture better. I think that we must be more tolerant," she says.

Dubai, in the United Arab Emirates, and Tunisia are the places Mirela wants to visit, as she has friends there who could help her. In May, she had planned a trip to Nigeria (where she also has friends) and she also planned to visit Dubai. "My intention was to visit friends and live a rich experience with which to feed my blog and write a book," she says.

The trip did not work out. The airline would not permit Mirela to travel alone due to her motion disability. She had polio when she was four months old, causing her to lose 80% of the movement in her arms and legs.

At the time, the Brazilian could not take a companion and had to postpone her trip. Up to now, Mirela is not sure that she needs to take anyone. "I would like to go alone. It would be a challenge," she said.

Currently, Mirela has friends in several Arab nations, like the Emirates, Lebanon, Syria, Saudi Arabia and Algeria, as well as Tunisia and other African countries. Her friends were made on the Internet, often in chat rooms, but Mirela also has Arab friends and friends of Arab descent in São Paulo. One of her friends, belly-dancing teacher Merit Aton, who is also a physiotherapist and Arab culture researcher, is one of the people responsible for having got her a motorized wheelchair.

Five years ago the ballerina danced in São Paulo to try to organise the 7,000 Brazilian reals (US$ 4,400) to buy the wheelchair for Mirela, who at the time could only walk using braces on her legs and with the support of another person, as Mirela's arms are not strong enough to use crutches. "I can now ride buses by myself, and I go to work and return home alone," she explained.

Mirela, who is an administrative assistant at the sustainability and corporate responsibility department at CPFL Energy (an electric energy company), is concerned that in Tunisia and Dubai, for example, she may not be able to move alone. "I need to know whether there is easy access to disabled people," she says, adding that in October or November she plans to travel to the city of Moulares, in Tunisia, where she has a friend.

Cinema

Mirela has always been a warrior. Despite having suffered from polio, she never quit seeking her objectives and dreams. She went to school, Computer Engineering college, studied English, was the leader of a university group at Japanese NGO Brazil Soka Gakki International (BSGI) and, with the help of friends, established cinema portal CineTotal.com.br, which was nominated for the last edition of the Brazilian IBEST internet award.

According to her, the portal has over 16,000 people registered and counts on several collaborators and journalists. The site has partnerships with the main film distributors, like Sony and Fox, and has already organised over 150 promotions.

Further information

Blog:
www.myarabicheart.blogspot.com
Portal: www.cinetotal.com.br

*Translated by Mark Ament

CNAB - 3º Congresso Nacional Afro-Brasileiro - Memorial da América Latina - 1 e 2 de Agosto de 2008.

segunda-feira, 28 de julho de 2008

Estarei lá!
 
Fui convidada pelo Sr. Ademir José da Silva, Secretário Geral do CNAB e da Secretaria de Cooperação Internacional
 da Prefeitura de Campinas para participar do CNAB - Congresso Nacional Afro-Brasileiro.
 
Fiquei muito feliz, pois é uma grande oportunidade de conhecer as lideranças e ideias dos movimentos negros no Brasil assim como colher informações para meu trabalho.
 
Leia abaixo o texto do Eduardo Ferreira de Oliveira, Presidente do Congresso Nacional Afro-Brasileiro.
 
No ano em que o Brasil comemora os 120 anos da Lei Áurea, o CNAB - Congresso Nacional Afro-Brasileiro realiza o seu 3º Congresso, marcado para os dias 1 e 2 de agosto, em São Paulo, no Centro de Convenções do Memorial da América Latina, ocasião em que, esperamos, seus cerca de mil delegados e delegadas de pelo menos 15 estados se farão presentes, embalados pelos exemplos heróicos de Zumbi dos Palmares, Luiz Gama, Castro Alves, José Bonifácio, André Rebouças.
 
O objetivo da CNAB é debater a atual conjuntura da realidade de nosso país, relacionada com os interesses específicos dos afro-brasileiros, a partir, particularmente, do início deste terceito milênio, das atividades políticas, econômicas, culturais e sociais incrementadas neste últimos 5 anos pelo atual Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, iniciativas de natureza públicas voltadas para a Comunidade Negra.
 
A criação da SEPPIR, a implementação da política de cotas nas universidades, a titulação de terras quilombolas e a agenda social que destinará R$ 2 bilhões até 2011 são fatos daí decorrentes, em razão das medidas tomadas pelo nosso Presidente e sua diligente equipe.
 
É dentro deste espírito de responsabilidade para com as lutas de combate ao racismo e de valorização da população afro-brasileira, que deu inestimável contribuição para a formação de nossa nacionalidade, que o Congresso Nacional Afro-Brasileiro convoca a nossa comunidade afro e os demais patrícios que conosco comungam este ideário para que estejam presentes ao nosso 3º Congresso. Pedimos que engrandeçam com suas presenças e participações o nosso referido CONCLAVE, enviando cidadãos e cidadãs dispostos a empunharem a bandeira iluminada pelo dístico "UNIR A NAÇÃO CONTRA O RACISMO E PELO DESENVOLVIMENTO DO BRASIL".
 
Eduardo Ferreira de Oliveira
Presidente do Congresso Nacional Afro-Brasileiro
 
CNAB - 3º CONGRESSO - MEMORIAL DA AMÉRICA LATINA - 1 E 2 DE AGOSTO de 2008
 


Exposição Gandhi, King, Ikeda - Pelo Ideal do Humanismo



Dr. Mohamed Habib Pró-Reitor de Extensão e Assuntos Comunitários/Unicamp recebendo os aplausos e o carinho dos associados da BSGI em Campinas, após sua palestra sobre a Exposição Gandhi, King, Ikeda - Pelo Ideal do Humanismo, em 27/07/2008.

50 por 1 - Tunísia - Programa exibido pela Record, no dia 12/07/08, apresentado por Álvaro Garneiro.

sexta-feira, 25 de julho de 2008










Mulheres lutam para poder dirigir carros na Arábia Saudita

A Arábia Saudita é o único país do mundo onde as mulheres são proibidas de dirigir.

A escritora Wajeha Huwaider causou polêmica na imprensa do país no início do ano ao colocar no site de vídeos YouTube um filme que mostrava ela dirigindo pelas ruas do país.

Outras ativistas também estão usando a internet para tentar forçar a mudança da lei.

O filme de Huwaider no YouTube faz parte de uma campanha iniciada há um ano. Até o momento a ativista não obteve uma resposta formal do governo saudita.

"(A proibição) Não tem nada a ver com religião. Então não sabemos a razão deles não suspenderem a proibição", disse Huwaider.

"Ainda esperamos que vá acontecer. Tenho certeza de que vai acontecer durante o reinado de Abdullah."

"Eles eram contra a educação para mulheres na década de 60, mas o governo agiu e uma lei foi promulgada. Agora queremos o mesmo. Precisamos de decisões corajosas e rápidas."

Apesar de não ter reagido ao vídeo, o governo saudita parece estar mais aberto do que no passado, pois nenhuma das ativistas foi presa.

Compra permitida

Apesar de não poderem dirigir, as mulheres sauditas podem comprar carros.

"Olhe estes carros, incrível", disse Wajeha Huwaider entrando em um jipe dentro de uma concessionária em Jeddah. "É ótimo e triste ao mesmo tempo, pois sei que não posso dirigir."

Enquanto os preços do petróleo aumentam, a riqueza saudita também. E, com isso, também aumentam as reivindicações por reformas sociais no reino.

Esta onda liberal está sendo liderada por mulheres e homens da elite urbana ocidentalizada.

Até a moda de carros customizados chegou ao país. Um grupo de jovens na casa dos 20 anos, os chamados Jeddah Boyz, gasta milhares de dólares transformando carros comuns no sonho de qualquer aficionado.

Nas ruas de Jeddah é até possível ver um Hummer rosa, incrustado com diamantes falsos, pertencente a uma mulher - que não pode dirigir o Hummer.

Trabalho

Se os boatos que correm na Arábia Saudita atualmente forem verdadeiros, as mudanças estão próximas. Integrantes da liderança do governo e clérigos já afirmaram que não há nada no Corão que proíba mulheres na direção.

O desafio é fazer com que a sociedade saudita aceite a mudança.

Mesmo assim, alguns empresários afirmam que uma campanha concentrada na suspensão da proibição de mulheres dirigindo está desviando a atenção de desafios maiores para mulheres do reino.

Para Saleh al-Turki, presidente da Câmara de Comércio Saudita, antes da suspensão da proibição, mais mulheres devem entrar no mercado de trabalho. Atualmente apenas uma em cada 20 está empregada.

"Uma vez que o resto da sociedade perceba que permitir o trabalho às mulheres não é um desafio a ninguém, é para o benefício da sociedade, dirigir não será um problema", afirmou.

 

http://oglobo.globo.com

Grupo de jornalistas ativistas publica lista dos países com maior censura na internet

A censura na internet pode ser entendida como a supressão de publicações ou do acesso às informações que estejam contidas na rede mundial de computadores, com padrões legais similares à censura não virtual. As decisões de bloquear determinados sites, palavras-chave ou domínios são estritamente governamentais e podem ser praticadas de diversas formas.

Uma das alternativas para se controlar downloads indesejados é a diminuição da velocidade de conexão de todo o país. No Irã, por exemplo, blogueiros, ativistas virtuais e até mesmo técnicos de informática já enfrentaram sentenças de prisão e diferentes formas de violência física por terem desafiado as repressoras leis de imprensa do país.

Um grupo virtual de jornalistas ativistas, denominado Reporters Without Borders (Repórteres sem Fronteiras), que luta contra todo e qualquer tipo de repressão praticada na rede, elaborou uma lista com os 13 países mais intolerantes do mundo e os classificou como "Internet Enemies", ou Inimigos da Internet. São eles: Arábia Saudita, Bielo-Rússia, China, Cuba, Egito, Irã, Coréia do Norte, Mianmar, Síria, Tunísia, Turcomenistão, Usbequistão e Vietnã.

Arábia Saudita
A Arábia Saudita não faz questão nenhuma de camuflar a sua censura ao conteúdo disponibilizado na internet. Diferentemente da China, onde os sites sofrem constantes bloqueios devido à "problemas técnicos", os filtros usados na internet da Arábia Saudita avisam claramente aos usuários que o acesso a determinados sites são proibidos. A censura está basicamente concentrada em conteúdo pornográfico, mas também visa sites de oposição política, publicações israelenses ou sites que apresentam conteúdo homossexual.

Bielo-Rússia
O gorverno do país monopoliza as telecomunicações e não hesita em bloquear o acesso aos sites de oposição sempre que sente necessidade, especialmente em tempos de eleições. Publicações independentes também são freqüentemente atingidas.

China
A China continua a ser, inquestionavelmente, um dos países mais avançados do mundo em termos de filtros aplicados a conteúdo online. Autoridades chinesas monitoram cuidadosamente os progressos tecnológicos para garantir que nenhuma nova janela se abra para a liberdade de expressão. Incialmente focadas em sites de bate-papo e fóruns online, os novos alvos das autoridades chinesas são agora os blogs e as trocas de vídeos. Em um país com cerca de 17 milhões de blogueiros, poucos se atrevem a abordar assuntos considerados 'delicados'.

Cuba
Com menos de 10% da população online, Cuba é um dos países mais atrasados do mundo em termos de acesso à internet. Uma investigação realizada pelo grupo Repórteres sem Fronteiras revelou que o governo cubano usa diferentes níveis de proteção para garantir que este meio de comunicação não sirva como base para uma revolução. O primeiro passo foi impedir acessos domésticos. Cubanos que queiram checar e-mails, por exemplo, precisam ir até lan-houses ou universidades, pois nesses locais as atividades são mais facilmente monitoradas. O segundo passo foi fazer com que a própria polícia instalasse os softwares em computadores de cybers cafés e da maioria dos hotéis do país. Cada vez que buscas com palavras-chave proibidas são efetuadas, a polícia é avisada. 'Revolução', 'sexo' e 'gay' são algumas delas.

Irã
A repressão contra blogueiros no Irã apresentou uma pequena redução a partir de 2006, depois que mais de 20 blogueiros foram presos no ano anterior. Mas os filtros da internet iraniana continuam a trabalhar prefeitamente, e nos dias de hoje são mais 10 milhões os sites considerados "imorais". Pornografia, política e religião são os temas mais delicados. A recente aparição de sites com conteúdo relacionado aos direitos humanos da mulher e dos homossexuais também fez com que as autoridades do país bloqueassem a conexão com outros países. Assim, o acesso à cultra ocidental (como vídeos e músicas) ficou totalmente impossibilitado.

Coréia do Norte
A internet da Coréia do Sul continua sendo considerada como o maior buraco negro do mundo. Apenas poucos oficiais do país têm acesso à rede, que utiliza conexões alugadas da China. O domínio do país, .nk, ainda não foi lançado e os poucos sites que existem são criados pelo governo do Japão e da Coréia do Sul.

 

http://mixbrasil.uol.com.br/mp/upload/noticia/3_51_68049.shtml

Brasil quer exportar sua literatura

São Paulo – O Brasil vai promover sua literatura no exterior. A Câmara Brasileira do Livro (CBL) e a Agência de Promoção das Exportações e Investimentos do Brasil (Apex) assinaram ontem (23) um acordo para criação de um Projeto Setorial Integrado (PSI) com esse objetivo. A idéia é vender para editoras estrangeiras direitos autorais de autores brasileiros.

Apesar de alguns escritores nacionais, como Jorge Amado e Paulo Coelho, serem bastante conhecidos mundo afora, não se trata de uma regra geral. "Fora alguns poucos casos o Brasil não exporta muito sua literatura, a produção do país não é muito conhecida no exterior", disse à ANBA a conselheira consultiva da CBL, Mirian Gabbai. Nesse sentido, segundo ela, a iniciativa é "inovadora".

Como em outros programas desenvolvidos pela Apex, o PSI com a CBL prevê uma série de ações, como consultoria às empresas participantes, identificação de mercados potenciais, participação em feiras internacionais e a realização de projetos comprador e de imagem. O convênio nasce com 28 editoras participantes.

Não haverá limitação de temas. Segundo Mirian, o projeto pretende promover a exportação da cultura brasileira, seja por meio de obras de ficção, livros técnicos, universitários, sobre religião, entre outros. Ele não está também restrito aos membros da CBL, editoras não associadas podem participar.

Da mesma maneira, não há restrição sobre o tamanho da empresa. De acordo com a conselheira, entre as editoras já inscritas a menor tem 70 títulos em catálogo e a maior 2 mil. A exigência é somente que os trabalhos a serem promovidos sejam de autores brasileiros.

O PSI, que terá prazo de dois anos de duração, tem um orçamento inicial de R$ 2,8 milhões, sendo que metade ficará a cargo da Apex e a outra metade das empresas e da CBL. Os organizadores esperam que sejam gerados negócios de US$ 1,56 milhão nesse período.

Ações

Segundo Mirian, uma atividade já foi realizada, que foi a vinda ao Brasil, no início do mês, do alemão Frank Jacoby, especialista na área de direitos autorais. Entre as ações previstas estão o lançamento de um catálogo em inglês e espanhol com as publicações das editoras envolvidas e a participação brasileira na Frankfurt Book Fair, em outubro na Alemanha; na Feria Internacional del Libro de Guadalajara, no México, que vai ocorrer em dezembro; na Bologna Book Fair, na Itália em março de 2009, na London Book Fair, em abril do próximo ano; e na Feria Internacional del Libro de Madri, em outubro de 2009.

O primeiro projeto comprador, segundo os organizadores, deverá ocorrer já em agosto deste ano durante o Congresso Ibero-Americano de Editores, no Rio de Janeiro. Essa atividade consiste em trazer executivos de editoras, agentes literários e representantes de feiras internacionais ao país para negociar com as empresas brasileiras.

Na Bienal Internacional do Livro de São Paulo, que ocorre também em agosto, os organizadores querem promover o primeiro projeto de imagem com a presença de jornalistas internacionais no evento.

Em termos de mercados, de acordo com Mirian, inicialmente o projeto centrará fogo na Europa. "Os europeus estão acostumados a comprar e vender direitos autorais e é mais fácil negociar como eles livros que não são best sellers", declarou.

Mais informações

CBL
www.cbl.org.br

Apex
www.apexbrasil.com.br

 

http://www.anba.com.br/noticia_oportunidades.kmf?cod=7532265

Governo apresenta projeto de Universidade Afro-Brasileira

A Unilab (Universidade Federal da Integração Luso-Afro-Brasileira) será instalada no Ceará e terá metade das vagas destinadas a estudantes africanos.

Agência Brasil
Brasília - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva encaminhou ao Congresso Nacional o projeto de lei que cria a Universidade Federal da Integração Luso-Afro-Brasileira (Unilab). A mensagem de encaminhamento foi publicada ontem (24) no Diário Oficial da União.

Lula participa em Lisboa, em Portugal, hoje e amanhã da 7ª Conferência de Chefes de Estado e Governo da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP), quando apresentará o modelo da universidade, que destinará metade das vagas a alunos africanos.

No último dia 16, o ministro da Educação, Fernando Haddad, já havia antecipado que a universidade será instalada em Redenção, no Ceará, cidade escolhida por ter sido a primeira a abolir a escravidão no Brasil.

De acordo com o MEC, serão oferecidos cursos de saúde, física, biologia, tecnologia, engenharia, administração e agronomia, áreas de interesse dos países africanos.

Os estrangeiros irão estudar no Brasil e também em pólos instalados nas nações da CPLP (Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor Leste).

O objetivo da divisão, conforme o ministério, é incentivar os alunos a voltarem para seus países de origem.

A expectativa é que o primeiro vestibular ocorra no segundo semestre de 2009. Mas antes, o projeto de criação da Unilab precisa da aprovação do Legislativo.

Blog do jornalista Jairo Marques é especialista em notícias de acessibilidade

quinta-feira, 24 de julho de 2008

Jairo Marques, jornalista, também usuário de cadeira de rodas, tem um blog na Folha Online.
 
Blog fantástico sobre Pessoas com Deficiência, acessibilidade e "tudo afins".
 
 
Enjoy it!

Colabore com o Centro de Estudos da Imigração Árabe

O Al Mahjar- Centro de Estudos da Imigração Árabe no Brasil, sob coordenação do Icarabe, tem a proposta de compreender como milhões de imigrantes de origem árabe e seus descendentes, ao longo das gerações, têm participado da construção da sociedade brasileira, nos mais distintos aspectos: econômico, político, social, educacional, profissional, cultural, integrando-se efetivamente à sociedade receptora. Do mesmo modo, pretende colocar em análise o fenômeno migratório a luz das discussões referentes à preservação, manutenção e negociação de uma identidade cultural dos grupos vivendo fora de seu contexto.

Entre as ações propostas pelo Centro estão a coleta, organização e acesso a um acervo composto pelas mais diferentes e diversificadas fontes documentais ( escritas e iconográficas); elaboração e execução de projetos de história oral; organização e divulgação de referências bibliográficas; realização de encontros, cursos e seminários. O intuito do Centro é preservar os documentos, facilitar e fomentar a pesquisa, incentivar o intercâmbio de informações entre os mais diversos públicos interessados pela temática migratória árabe no Brasil.

Você pode colaborar com o Centro de Estudos da Imigração Árabe de diversas formas:

• preenchendo a ficha cadastral com alguns dados básicos de sua família para que possamos elaborar de forma estatística um quadro mais completo da imigração árabe ao Brasil.
• contando a sua história de sua vinda ou da vinda de sua família ao Brasil no formulário

Conte sua História.

• oferecendo seus acervos pessoais de fotos e documentos para que possam ser digitalizados pela equipe do Al-Mahjar e passem a integrar sua base de dados.

O Al-Mahjar se propõe a receber e armazenar de forma criteriosa esse conjunto diverso de materiais tomando o cuidado de preservar a privacidade de seus colaboradores. Para tirar dúvidas e entrar em contato com nossos coordenadores, ligue para o 5084-5131 ou envie email para imigracao@icarabe.org

Participe!

http://www.icarabe.org/almahjar

Manual Embratur: Turismo para Pessoas com Deficiência

quarta-feira, 23 de julho de 2008

A indústria do turismo é, atualmente, o setor da economia produtiva que mais se expande em todo o mundo. Somente em 1998, a indústria de viagens e lazer, segundo a Organização Mundial de Turismo – OMT, movimentou, em todo o mundo, mais de 635 milhões de pessoas, universo que injetou na economia uma cifra superior a US$ 439 bilhões.

Essa mais do que expressiva movimentação financeira, resultante da contínua expansão da atividade turística ao longo desta década, vem possibilitando aos setores público e privado desenvolver novos produtos, destinados a atender aos anseios e às necessidades dos diferentes segmentos que conformam o mercado consumidor.

Em virtude da multiplicação de nichos específicos de mercado, a indústria do turismo vem sendo submetida, no entanto, a exigências inúmeras. Muitas delas sequer imaginadas há até poucos anos. Como, apenas para citar um exemplo, a demanda crescente por produtos diferenciados como a pesca esportiva.

Torna-se fundamental adequar os produtos e serviços que formam a cadeia produtiva da indústria turística às necessidades objetivas e imediatas de segmentos específicos da população que, por razões diversas, ainda sofrem limitações para a prática do turismo.

Consciente de que os portadores de deficiência não são atendidos em suas necessidades mais elementares pela indústria brasileira do turismo, a Embratur, pioneiramente, delegou a um corpo de especialistas a tarefa de elaborar um inédito trabalho técnico no âmbito das atividades turísticas.

Obra desde já obrigatória, este manual de acessibilidade é um guia preciso, seguro, que permitirá aos empreendedores do setor de viagens e lazer contemplar os seus equipamentos com as indispensáveis facilidades que garantirão, afinal, plena cidadania a quem até hoje, em virtude de conviver com condições físicas especiais, sejam elas momentâneas ou definitivas, não teve o direito de ter acesso aos bens fundamentais da indústria do turismo.

Caio Luiz de Carvalho

DOWNLOAD DO ARQUIVO PDF - TURISMO PARA DEFICIENTE - MANUAL EMBRATUR.pdf

Dias de sonho na Tunísia

Fim de outubro de 2006. Túnis e suas casas brancas de telhados azuis começavam a se revelar para meus olhos ansiosos, grudados no vidro embaçado da janelinha do avião. A Tunísia havia entrado em meu roteiro de férias em cima da hora. Um amor platônico, desses que a gente alimenta até por osmose, certo dia me escreveu dizendo que deixava a Colômbia, onde esteve por três anos, para viver no país africano, a fim de ensinar inglês aos nativos e, com eles, aprender o árabe. Coloriu o e-mail com a frase: "se quiser me visitar, será bem-vinda". Coração acelerado, passagens aéreas já compradas nas mãos. E agora? Negociei mais uma semana de folga com o chefe, mudei a data de retorno e incluí uma nova conexão no aeroporto Charles de Gaulle. Dan, estou chegando.


Comemos pistaches na varanda de seu pequeno apartamento modestamente decorado, a uma quadra da avenida principal de Túnis, enquanto falávamos de sonhos e de realidades. Depois, um pouco antes do pôr-do-sol, caminhamos pela larga rua de cafés e palmeiras, respirando o ar démodé da capital tunisiana. No cinema principal, a atração da semana era o filme "A Lenda do Zorro", datado de anos atrás. Árabe e francês podiam ser ouvidos nas calçadas. Vez ou outra, aparecia um garoto com camisa da seleção brasileira. "Ei, também vi gente com o uniforme da equipe canadense", Dan apressava-se em dizer. Numa ponta da avenida, uma igreja católica fechada. Na outra, a passagem que levava à Medina. Mesquitas.
Olhávamos o mundaréu de gente, alguns turistas franceses. Embora a maioria da população tunisiana seja muçulmana, as mulheres não se cobrem totalmente; são discretas, porém charmosas e elegantes. Algumas levam belos lenços na cabeça, escondendo o cabelo. Após um café, pegamos um táxi, sempre muito barato, para irmos à região de La Goulette, praia e maioria de casinhas brancas, comer um peixe e escutarmos o mar. Felizes, os dois.

Fizemos muitas coisas juntos, eu e o Dan. Visitamos as ruínas de Cartago, passeamos pela Medina e nos perdemos nas ruas onde estão os edifícios ministeriais. Ficávamos admirados diante das belas portas de Túnis, uma mais linda que a outra. E extasiados com os maravilhosos mosaicos do Museu do Bardo. Partilhamos a fartura do fim do Ramadã com a família de um dos alunos dele.

Certo dia, porém, Dan – que pediu folga para estar comigo – precisou passar a tarde na escola. Sozinha, resolvi passear pela região central da cidade. Estava de vestido de malha, um palmo abaixo dos joelhos e manga curta, decote discretíssimo. Sandálias. Havia outras mulheres na rua, mas as atenções eram todas para mim. "Salut, ça va?", era o que eu mais escutava. De vez em quando, alguém arriscava: "May I invite you for a tea?" Quando eu cruzava com um grupo de rapazes, era pior ainda. Falavam algo em árabe, olhavam curiosos e interessados, sorriam.

No início, eu me sentia a verdadeira popstar. Porém, quando deu oito da noite, as mulheres estranhamente sumiram das ruas. Algumas permaneceram nos cafés, ao lado de alguma companhia masculina. Eu era cada vez mais assediada. Não agüentei: voltei correndo para o apartamento do Dan e lá fiquei, observando a vida desde a varanda, até ele chegar. Na Roma, como os romanos. Na Tunísia, como as tunisianas!
Hoje me resta uma lembrança azul-e-branca de Túnis, com gosto de pistache, e dos momentos partilhados com o Dan. E, nos dias em que a auto-estima está lá embaixo, até cogito tomar o primeiro avião da Air France para lá, só para caminhar na avenida apinhada de cafés com meu vestido de malha, minhas sandálias e meu sorriso... de popstar!

Mafê Vomero é jornalista e viaja sozinha, mochila nas costas e caderninho nas mãos. Já visitou 20 países. Lugares preferidos do mundo? Segundo o humor de hoje: Istambul, Fernando de Noronha, Oaxaca, Paris, Deserto do Atacama, Petra e o aqui-e-agora. Esta é a estréia de Mafê no Saia Pelo Mundo. Semana que vem, tem mais.

 

Saia pelo mundo - 27/03/2008

Poem to Rached

 
qallbi arabi
 
 
Come over here cyclone
My Beloved
Habib albi
 
Maktub
 
When should I get him?
 
Falling on my dreams
Like a need
I guess my feelings
 
Tear drops falling on my face
 
Oh little! Tefell
Sweetest words Baba
Machallah
 
Tear drops falling on my face
 
There are a lot to do
Allah, give me stronger
To bit this qallbi arabi
 
 
For Rached
Tunisia
 
 
Mirela
22/07/2008

Nova rota da TAP irá facilitar vôos para Marrocos

terça-feira, 22 de julho de 2008

São Paulo – A TAP, empresa aérea de Portugal, vai inaugurar em 27 de outubro um vôo entre Lisboa e Casablanca, no Marrocos. Além de ser mais uma opção aos europeus que viajam ao país árabe e vice-versa, a nova rota vai facilitar a vida dos brasileiros que querem ir ao Marrocos. Isso porque a TAP é a companhia que tem o maior número de vôos entre o Brasil e a Europa.

A empresa voa para oito capitais brasileiras: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília, Salvador, Recife, Fortaleza e Natal. São 67 freqüências semanais. O diretor-geral da TAP para o Brasil, Mario Carvalho, disse à ANBA que a nova rota vai representar uma economia de tempo para os brasileiros que querem ir ao Marrocos, já que o vôo terá duração de pouco mais de uma hora.

Hoje não há uma ligação direta por via aérea entre o Brasil e o Norte da África. Quem quer ir à região tem que fazer conexão em alguma capital européia, como Paris, mais distante de Casablanca do que Lisboa. "Vimos uma oportunidade de mercado com os europeus que vão para Casablanca e com a captação de passageiros brasileiros", afirmou Carvalho.
Divulgação/Embraer Divulgação/Embraer

Embraer 145 será utilizado na rota



Segundo ele, haverá coincidência de horários para quem viajar do Brasil, já que os vôos que saem do país chegam em Lisboa pela manhã e o vôo para o Marrocos deixará Portugal às 14h05. A companhia vai disponibilizar seis freqüências por semana.

Mais do que facilitar as viagens de brasileiros, a TAP vai fazer indiretamente propaganda da indústria nacional. É que será utilizado na rota um jato Embraer 145, fabricado em São José dos Campos, no interior de São Paulo. A aeronave tem capacidade para 45 passageiros.

Divulgação/TAP Divulgação/TAP

TAP tem 67 freqüências semanais ao Brasil

A TAP foi fundada em 1945 e pertence ao governo português. Ela voa para 58 destinos diferentes em 27 países. Na África a empresa já tem vôos para Bissau, Dakar, Luanda. Maputo, Joanesburgo, Sal, Praia e São Tomé. No primeiro semestre, a companhia transportou 224,3 mil passageiros entre Europa e África, um aumento de 19,2% sobre o mesmo período do ano passado.

Mandela recebe mais de 500 pessoas em nova festa por seus 90 anos

domingo, 20 de julho de 2008

Johanesburgo - Nelson Mandela recebeu ontem (19), na província do Cabo Oriental, mais de 500 convidados de todas as esferas da sociedade sul-africana, que foram parabenizá-lo por seus 90 anos na aldeia de Qunu.

O maior símbolo da luta contra o "apartheid" e seus parentes receberam os convidados sob uma imensa tenda branca montada do lado da casa da família.

Mandela se encontrou com seu sucessor na Presidência da África do Sul, Thabo Mbeki, em uma festa que também contou com a presença de centenas de pessoas que tinham se reunido em frente à sua casa para homenageá-lo.

Outra presença ilustre na comemoração foi a de Jacob Zuma, atual líder do partido de Mandela, o Congresso Nacional Africano (CNA), e que é o favorito nas eleições presidenciais do ano que vem.

Zuma, que se referiu a Mandela como "pai", "camarada", "guerreiro" e "um símbolo de sacrifício, unidade e libertação", disse que o legado do primeiro presidente negro da África do Sul é "um pedido para a defesa da democracia e para que a discriminação sempre seja evitada".

Além de muitos outros amigos, Mandela convidou para sua festa o também vencedor do Nobel da Paz (1984), o bispo sul-africano Desmond Tutu, e o ex-presidente da Zâmbia, Kenneth Kaunda.

Um dos convidados mais especiais foi o antigo advogado de Mandela, George Bizos, que, durante a luta contra o "apartheid", defendeu-o das acusações de alta traição.

Muitos dos presentes e das pessoas que ficaram ao redor do local da festa, protegido por um forte esquema de segurança, vestiam camisetas com o nome de Mandela, algumas delas com a frase "Nosso Herói".

Vários outros muitos vestiam trajes típicos, e quase todos levaram presentes para Mandela, que ficou preso entre 1964 e 1990 por defender um regime contrário à discriminação racial.
 

Tunísia tem a segunda posição no ranking de livre circulação de mercadorias em África

Da Redação com agências

Túnis- A Tunísia ocupa a primeira posição no Magrebe e a segunda em África, quanto à livre circulação de mercadorias, segundo uma classificação estabelecida pelo Fórum Económico Mundial de Davos.

Esta classificação, publicada quinta-feira (10) pela imprensa tunisina, figura na primeira edição do relatório mundial sobre o comércio divulgado pelo Fórum de Davos e que relata a livre circulação de mercadorias pelas fronteiras, segundo uma análise internacional das medidas simplificadoras dos intercâmbios comerciais entre os países.

Segundo este relatório, a Tunísia ocupa a 49ª posição entre 118 países industrializados, emergentes e em via de desenvolvimento.

No plano africano, ela posiciona-se no segundo lugar após as Maurícias, diante de países como a África do Sul (59), Marrocos (74), o Quénia (86), o Egipto (87), o Senegal (100), a Argélia (108), e a Nigéria (111).

Esta avaliação efectuou-se, segundo a mesma fonte, com base no Índice de Efectivação do Comércio (IEC) que utiliza uma combinação de dados acessíveis ao grande público e os resultados dum estudo anual exaustivo designado Inquérito Executivo de Opinião, realizado pelo Fórum Económico Mundial em colaboração com a sua rede de institutos parceiros situados nos países estudados (o Instituto Árabe de Empresários no caso da Tunísia).

O IEC avalia os factores, as políticas e os serviços simplificadores da livre circulação de mercadorias ao longo das fronteiras até ao destino.

Este índice reflecte sobre os factores que encorajam o comércio em quatro domínios, incluindo o acesso ao mercado, a administração aduaneira, as infraestruturas de transporte e de comunicações e o ambiente comercial. Na sua análise, o relatório classifica a Tunísia na 23ª posição (dos 118 países estudados) no que diz respeito ao ambiente dos negócios e 34ª no domínio do ontrolo "bastante eficaz" das fronteiras.

Estimando que o ambiente dos negócios "beneficia duma boa segurança" (16º) na Tunísia e que "a administração aduaneira é eficaz neste país" (31º), o relatório recomenda no entanto que "uma abertura suplementar sobre os investimentos directos estrangeiros e a migração do trabalho será benéfico para o desempenho comercial da Tunísia".

O documento sugere, além disso, que "o investimento em infraestrutura e utilização da comunicação e do transporte permitirá ao país aproveitar melhor as vantagens do comércio".
 
 

Dica de Site: África 21 Digital

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Agência paulista que elabora estudos de comportamento e inovação realizou uma pesquisa no Oriente Médio e na África.

São Paulo – Pesquisar comportamento e buscar soluções inovadoras para o mundo corporativo. Essa é a missão da Mandalah, empresa criada no final de 2006, em São Paulo. Desde então, Igor Botelho e Lourenço Bustani, sócios criadores da agência, vêm ajudando grandes empresas, nacionais e estrangeiras, a se relacionar e comunicar melhor com seus consumidores. "Mais que isso, nós buscamos o humano por trás do consumidor. Por isso o H no nome Mandalah", explica Igor.

No começo de julho, Bustani fez uma viagem para os Emirados Árabes Unidos e para a África do Sul. O objetivo era realizar uma pesquisa comportamental para uma empresa automotiva sediada nos Estados Unidos (eles nunca revelam os nomes dos clientes).

Segundo Lourenço, o projeto completo envolve três regiões: América Latina, Oriente Médio e África. Como as tendências que surgem em Dubai acabam influenciando os demais países ao redor dos Emirados, o trabalho da Mandalah se concentrou apenas lá. Na África do Sul, a equipe ficou em Johanesburgo. "Fomos até esses locais para conversar com consumidores e experts e fazer o que chamamos de 'etnografia'", conta o sócio. "Nosso trabalho de investigação vai muito além das questões de consumo".

Arquivo pessoal/Lourenço Bustani Arquivo pessoal/Lourenço Bustani

Equipe da Mandalah fez filmagem em Dubai

A Mandalah foi acompanhada de uma equipe de filmagem. O resultado final do trabalho é apresentado no formato de um documentário, acompanhado de relatórios estratégicos sobre os três mercados estudados.

Essa foi a primeira vez que a empresa foi a um país árabe. "Mas não é a primeira vez que fazemos trabalho fora", diz Lourenço. A Mandalah, aliás, tem uma filial na Cidade do México. E deve dar largos passos no futuro, rumo a Londres e Nova York.

Raízes libanesas

Lourenço Bustani é bisneto de libanês. Quando o bisavô chegou ao Brasil, foi logo para a Bahia. Lá nasceu seu avô, que quando cresceu, foi para Rondônia. Lá nasceu seu pai, que foi para o Rio estudar para ser diplomata. Lourenço, por conta da profissão do pai, nasceu em Nova York.

O sócio da Mandalah conta que a família daqui ficou muito tempo sem contato com a família Bustani do Líbano. Há cerca de dez anos, no entanto, eles se reencontraram. "E o mais curioso é que mesmo sem estarmos em contato durante anos, descobrimos que temos os mesmos interesses, circulamos pelos mesmos meios e cultivamos os mesmos hábitos", conta. Um exemplo: José Bustani, o pai de Lourenço toca piano. A prima distante Myrna Bustani não só toca como organiza o festival anual de Mozart, no hotel comandado por ela, o Al-Bustan.
Arquivo pessoal/Lourenço Bustani Arquivo pessoal/Lourenço Bustani

Lourenço vestido a carater em Dubai



Lourenço já esteve duas vezes em Beirute. Na segunda passagem por lá, há dois anos, foi para o festival organizado por Myrna. Ele também foi à Síria e à Jordânia. Em Dubai, o brasileiro pisou pela primeira vez agora, a trabalho. E saiu de lá como quem sai de um programa de computador, de uma realidade virtual na qual prédios e obras faraônicas são erguidos em questão de dias. Ele não viu nada que lembrasse o Brasil por lá, a não ser por questões econômicas, como a indústria do turismo e do petróleo, e sociais. "Lá também tem uma desigualdade gigante", disse. "Mas é difícil comparar com Dubai com qualquer outro lugar do mundo."

Para ele, é o lugar perfeito para as pessoas que querem ganhar dinheiro rápido. "Tudo é glamour, o maior, o melhor, o mais alto", diz. E tudo é transitório – os estrangeiros, grande maioria, querem ficar um par de anos por lá e depois ir embora. "Mas os brasileiros que conhecemos e entrevistamos por lá já se ajeitaram. Sabem se divertir, viver bem e não têm data definida para voltar."

Saiba mais:
www.mandalah.com.br

"Flores e Aves na Paisagem" Exposição de fotografias na Galeria CPFL em Campinas

sábado, 19 de julho de 2008